Renault Trafic: A Van argentina que diz desafiar a Kombi e sua vida e seus parentes no exterior.

 A TRAFIC CHEGOU AO BRASIL PRIMEIRO COMO CHEVROLET NUM ACORDO COM A RENAULT LOCAL E A GMB MAS ELA SEMPRE FOI UM PROJETO DA RENAULT.
A GM já trazia a Trafic para o Brasil desde o final de 1992 e criou uma versão mais sofisticada chamada SpaceVan, mas a Trafic chegou nas mãos da própria Renault em outubro de 1994 como linha 1995 em quatro opções: Passageiros 10 lugares e 13 lugares, Furgão Curto e Furgão Longo, a largura e altura para ambas as carrocerias eram os mesmos: 1.90metros de largura e 2.05metros de altura, no comprimento o modelo curto media 4.52metros de comprimento e longo 4.89metros e no entre - eixos o curto media 2.80metros e o longo media 3.20metros, O câmbio era manual de cinco marchas e a tração era dianteira e ela vinha com três opções de motores, todos da família J, a primeira era o 2.2 á gasolina com bloco e cabeçote de alumínio, mas o mais anacrônico carburador de corpo simples, comando de válvulas simples no cabeçote acionado por correia dentada é o mesmo do Renault 21, o seu diâmetro era de 88mm e o curso era de 89mm o que totalizavam 2165cm3, a sua taxa de compressão era de 7,7:1 e com isso gerava 13.5KGFMa3500RPM e 80CVa5000RPM ou seja o motor foi estrangulado, na Van e duas opções á diesel também da família J ambos 2.1 o curso do 2.2 á gasolina era mantido mas o diâmetro cai para 86mm e o que totalizavam 2086cm3 e com bloco de ferro, a sua taxa de compressão era de 21,5:1 e com isso gerava 13KGFMa2250RPM e 68CVa4500RPM e uma versão Turbo desse motor 2.1 á diesel que gerava 17.5KGFMa2000RPM e 80CVa4000RPM , A sua suspensão utiliza amortecedores hidráulicos, na dianteira era Independente tipo braços duplos triangulares com molas helicoidais e na traseira era eixo - rígido com feixe de molas e os freios eram discos ventilados na dianteira e tambores na traseira. qualidades? Modernidade de projeto em relação a veterana Kombi e melhor desempenho, defeitos? peças caras e difíceis de achar e para um veículo de carga tração dianteira é complicado e aliás para um veículo de trabalho tem que ter facilidade de peças e isso foi e ainda é um complicado para a Trafic.
A Trafic como Renault chegava ao mercado e os motores eram o 2.2 á gasolina de 80CV, o 2.1 á diesel de 68CV e o 2.1 Turbo Diesel de 80CV, mais tarde só ficava o 2.2.
Em outubro de 1995 na linha 1996 nada muda, em outubro de 1996 na linha 1997 ela abandona os motores á diesel e só fica com os motores á gasolina afinal a Van era feita na Fabrica da Renault em Santa Izabel, Córdoba, em outubro de 1997 na linha 1998 nada muda e seguiu assim até outubro de 2001 quando deixou de ser fabricada mas os estoques foram até março de 2002 e esta deu lugar a Master que é uma Van maior e com motor á diesel.
  Na Chevrolet a história é complicado, em 1978 a GM fechou a fabrica da Argentina, em 1991 passou a existir o Mercosul e fabrica por lá como fica? pois bem sem fabrica a GMB teve que recorrer a alguém e recorreu a Renault afinal a GM passou a produzir as picapes Série 20 na Fabrica da Renault e algo tinha que vir em troca: Renault 12? velho e parente do Ford Corcel, sem chances, Renault 9/11? Batiam de frente com o Kadett sem chances, Renault 21? Batiam de frente com o Monza, Renault 18 e Fuego? o primeiro estava velho e o segundo batia de frente com o Kadett GSi então só sobrou a Trafic e de quebra foi a primeira a tentar derrotar a Kombi, a GMB só teve o trabalho de colocar o logotipo da Chevrolet na grade dianteira e mais nada, de resto tudo igual ao modelo da Renault e o motor 2.2 é da família J da Renault á gasolina é claro, ou seja poderia ter aproveitado e colocado o Família 2 da GM(na época não ver um motor de projeto antigo) e nó que deve ter dado nas autorizadas GM deve ter sido impressionante.
A Trafic estreava no Brasil como Chevrolet e os motores eram o 2.2 e os 2.1 á diesel e turbo diesel que já citamos na parte Renault da História.
E o lançamento dela se deu em outubro de 1992 na linha 1993, em outubro de 1993 na linha 1994 chegavam os 2.1 á diesel e 2.1 Turbo Diesel que já citamos na parte Renault da Historia, em outubro de 1994 na linha 1995 a Renault passa a vender a Trafic com o emblema próprio e com isso a GMB lança a versão mais sofisticada chamada de Space Van(nome emprestado de um veículo nos EUA), em outubro de 1995 na linha 1996 nada muda, em outubro de 1996 na linha 1997 nada muda e fabrica própria da GM na Argentina já estava pronta, mas GM ainda vendia a Trafic/Space Van com o seu emblema, em outubro de 1997 na linha 1998 nada muda e em maio de 1998 ela deixa de vender a Trafic/Space Van com o seu emblema e passa ser comprada só nas concessionárias Renault.
Antes da Europa, eu vou colocar a sua história no local da fabricação: Argentina ela chegou em outubro de 1989 na linha 1990 e apenas uma opção de motor: o 2.2 á gasolina da família J que gerava 13.5KGFMa3500RPM e 80CVa5500RPM,  e como o modelo era fabricado lá, lógico que suspensão e freios e dimensões eram os mesmos do modelo "nacional" e de resto nada muda.
               A Trafic estreava na terra do tango com motor 2.2 á gasolina de 80CV, mais tarde chegava o 2.1 á diesel de 68CV.
Em outubro de 1990 na linha 1991 chegava o 2.1 á diesel de 13KGFMa2250RPM e 68CVa4500RPM, em outubro de 1991 na linha 1992 nada muda, em outubro de 1992 na linha 1993 ela ganhava nova grade dianteira com nova grade, faróis e para -choques e a reboque das mudanças visuais chegava o novo 2.1 Turbo Diesel com 17.5KGFMa2000RPM e 80CVa4000RPM.
A Trafic ganhava nova grade dianteira e faróis e junto com elas além de manter o 2.2 á gasolina e o 2.1 á diesel estreava o 2.1 Turbo Diesel de 80CV.
Em outubro de 1993 na linha 1994 nada muda e seguiu sem alterações até outubro de 2001 quando ela deixou de ser fabricada na terra do tango e logo depois substituída pela Master.
Na Europa a veterana Estatafette também estava pedido aposentadoria e afinal era basicamente a "Kombi" da Renault e ela só tinha apenas uma opção de motor o Renault Sierra/ Família C 1.3 que aqui ficou conhecido como "Renault" ou CHT que equipavam a maioria dos Ford nacionais de quatro cilindros desde da época da Corcel e aliás esse motor 1.3 é o mesmo do primeiro Corcel lançado em 1968 no Brasil e com isso gerava 9.8KGFMa3500RPM e 60CVa5500RPM e lembrando que esse valores são líquidos e ao contrário do que a aparência possa parecer o motor era longitudinal e a tração eram dianteiros como no velho Ford Corcel I e outros Ford herdeiros dele que são vários.
               A Estatafette parecia um Kombi com motor dianteiro e o motor era o 1.3 de 60CV.
Em outubro de 1981 na linha 1982 chegava a sucessora para o velho modelo era a Trafic que era bem mais moderna que antecessora mantinha o motor longitudinal e a tração dianteira, o câmbio era manual de quatro marchas e duas opções de motor a primeira era o veterano Renault Sierra/ Família C 1.4 o seu diâmetro é de 76mm e o curso é de 77mm o que totalizavam 1397cm3, a sua taxa de compressão produzia 8:1 e com carburador de corpo simples gerava 10.5KGFMa3500RPM e 63CVa5500RPM com bloco de ferro, cabeçote de alumínio, comando de válvulas no bloco acionado por varetas e corrente metálica é quase o mesmo motor que equipou o nosso Corcel 1.4  e estreava o 2.1 á diesel da família J é o mesmo do modelo argentino que gerava 13KGFMa2250RPM e 68CVa4500RPM, A sua suspensão e freios seguiam o modelo argentino e apenas chassi curto e as mesmas dimensões do modelo argentino na configuração chassi curto.
A Trafic faz sua estreia no mercado e nos motores 1.4 de 63CV e 2.1 á diesel de 68CV, mais tarde chegava o 1.7 de 79CV, o 2.2 de 110CV  e o 2.1 Turbo Diesel de 90CV.
Em outubro de 1982 na linha 1983 chegava o chassi- longo e a reboque chegava o 1.7 da família A com bloco e cabeçote de alumínio, comando de válvulas no bloco acionado por varetas e corrente metálica, o seu diâmetro é de 79mm e o curso é de 84mm o que totalizavam 1647cm3(na verdade 1.65) a sua taxa de compressão era de 8:1 e com carburador de corpo duplo gerava 12.2KGFMa3000RPM e 79CVa5500RPM, em outubro de 1983 na linha 1984 nada muda, em outubro de 1984 na linha 1985 nada muda, em outubro de 1986 na linha 1987 chegava duas novidades: o motor 2.2 da família J o mesmo dos modelos fabricados na Argentina mas com 15.8KGFMa3000RPM e 110CVa5500RPM e taxa de compressão de 8,5:1 e o 2.1 Turbo Diesel de 18KGFMa2000RPM e 90CVa4000RPM, em outubro de 1987 na linha 1988 nada muda, em outubro de 1988 na linha 1989 nada muda, em outubro de 1990 na linha 1991 ela ganhava uma nova grade dianteira e faróis e junto com ela o motor 1.4 dava o seu adeus e o 2.2 ganhava injeção eletrônica e passava a 18.5KGFMa3000RPM e 120CVa5500RPM e nos motores á diesel nada mudava.
A Trafic ganhava nova grade dianteira e junto com ela o 2.2 de injeção eletrônica e 120CV, os 2.1 á diesel eram mantidos e mais tarde chegava o 2.5 Diesel de 76CV no lugar do 2.1 , o 1.7 era mantido e o 1.4 dava adeus.
Em outubro de 1991 na linha 1992 chegava a tração 4x4, em outubro de 1992 na linha 1993 o 1.7 dava adeus e o 2.1 dava lugar ao 2.5 á diesel da família 8140  fabricado pela Iveco  que pertence a Fiat o seu diâmetro é de 93mm e o curso é de 84.9mm o que totalizavam 2499cm3, a sua taxa de compressão produzia 20:1 e com isso gerava 16.8KGFMa2400RPM e 76CVa4000RPM, em outubro de 1993 na linha 1994 ela ganhava a opção do teto alto, em outubro de 1994 na linha 1995 nada muda, em outubro de 1995 na linha 1996 nada muda e em outubro de 1996 na linha 1997 a Opel trazendo a Vauxhall a reboque resolve lançar a sua Van imitando a GMB era a Opel Arena que só tinha o emblema da Opel e os motores eram o 2.2 á gasolina e o 2.5 á diesel que já citamos na Trafic.
A Opel Arena chega ao mercado e os mesmos motores 2.2 á gasolina e 2.5 á diesel da Trafic.
Em outubro de 1997 na linha 1998 nada muda, em outubro de 1998 na linha 1999 nada muda, em outubro de 1999 na linha 2000 nada muda e em outubro de 2000 na linha 2001 ela ganhava uma nova plataforma na Europa e com isso uma nova geração e a Opel ganhava a sua versão equivalente.
Em outubro de 1985 já como linha 1986 a Winnebago resolve importar a Trafic, mas em CKD e para modificar para um motor Home e batizar de Le Sharo, o câmbio era automático de 3 marchas e o motor era o 2.2 da família J que gerava 15.8KGFMa3000RPM e 110CVa5500RPM, a suspensão foi reforçada e os freios também e o peso aumento é claro, afinal agora ela era um motor Home.
A Le Sharo era uma Trafic modificada para motor Home e o motor era apenas o 2.2 de 110CV.
E continuou sendo feita até outubro de 1988 quando ela deu o seu adeus.
   Mesmo aposentada em outros lugares do mundo , a Tata Indiana conseguiu fabricar na India, só que a Tata trocou a suspensão dianteira passou a ser Independente tipo McPherson, o câmbio é manual de cinco marchas, mas o motor é de projeto próprio da Tata é o 2.nada á diesel a versão sem turbo gera 11.7KGFMa2000RPM e 65CVa4500RPM e a versão Turbo e intercooler desse motor que gerava 19.4KGFMa2000RPM e 90CVa4300RPM não tenho o diâmetro x curso e nem a taxa de compressão desse motor e eu sei é de 1948cm3 e os freios eram iguais a Trafic, assim como a opção de chassi longo.
A Winger chegava ao mercado com motor 2.nada á diesel de 65CV e uma versão Turbo desse motor com 90CV de projeto Tata.
E ela está em produção até hoje na India e pelo andar da carruagem não se aposentará por lá.
 
Ou seja a Trafic pelas mãos da Chevrolet foi a primeira a desafiar o reinado de velha senhora, só que ela a Trafic sucumbiu as dificuldades e peças e velha senhora foi barrada pela lei e como  Renault também não foi bem, mas abriu caminho para os atuais utilitários da Renault.

 
 

 
 

 

 

 

Comentários

  1. Quando a roda da Trafic da folga mesmo colocado tudo certo tipo rolamentos disco homocinetica e continuar com folga a roda

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    1. Mas é difícil achar rolamento, homocinetica e outras peças delas, mas valeu por me alertar! obrigado!

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    2. Eu já vi adaptarem o conjunto completo do Santana/Quantum

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    3. Pois é, no Brasil para um importado antigo sobreviver é na base do APzão velho de guerra. Infelizmente é uma verdade corrente, pode ver muitos importados antigos estão vivos com ele.

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  2. São Paulo tem as mais completas lojas de autopeças para utilitários, é só pesquisar, Jancap, Teckom, Autopeças2000, Leves e Pesados, em fim, é só pesquisar, nestas lojas vc encontra tudo e um pouco mais em peças para Trafic e outras Vans, tanto faz peças mecânicas como acessórios e latarias e sem falar dos inúmeros desmanches especializados em Vans. Toda esta choraminga de que "não se acha peças" é pura balela, é preguiça em pesquisar, estas lojas tem parcerias com lojas da Argentina que exportam quase tudo para o Brasil. Não fiquem nas mãos de chorões que não entendem nada sobre as Trafics, usem a Internet, pesquisem, consultem mecânicos velhos e experientes e não picaretas ignorantes.

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    1. Em São Paulo tudo é mais fácil, aliás foi bom saber que essas empresas tem peças para Trafic, aliás muito obrigado! afinal vejo muito poucas nas ruas justamente pela dificuldade de achar peças fora de São Paulo. Na Argentina foi diferente, A Trafic enterrou a Kombi por lá(A Kombi foi fabricada na Argentina entre 1981 a 1986). Afinal aqui na Grande Florianópolis é o bicho para achar peças para um motor Fiat Sevel ACT 1600, imagina para a Trafic.

      Ao menos São Paulo tem uma variedade muito grande. Uma pergunta? você trabalha numa dessas lojas? aliás gostaria que você contasse mais.

      Lógico a Kia Besta até acho que seja mais fácil por que ela só vendia menos que a Kombi e a seu tempo e só saiu do mercado nacional por que deixou de ser fabricada na Coréia do Sul.

      Mas enfim o caso da Trafic é meio complexo. mas quero mais detalhes das empresas de SP. Obrigado desde já.

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    2. Por que complexo ? É muito difícil achar peça pra Traffic 1995 2.0 gasosa ?

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    3. Infelizmente aqui na minha região é díficil achar peças para Trafic, qualquer ano/motor(se bem que no Brasil veio oficialmente as 2.2 e o 2.1 Diesel), não sei se a 2.nada veio oficialmente. Se ela estiver motor Família II GM ou VW AP que foi adaptado depois, aí fica mais fácil.

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  3. To querendo comprar uma trafic 98 carburador será que é bom negócio ou devo comprar a 2001 a injeção eletrônica. Alguém pode me ajudar?

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    1. A 2001 é a último ano da Traffic, mas creio que será uma escolha díficil tanto uma quanto a outra, por que sabemos que peças de reposição tanto para uma como para a outra é complicada, a não ser que seja SP daí não dá para dizer qual delas é melhor. O que eu posso dizer é que hoje é díficil achar alguém que mexa com carburadores.

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  4. Gente!!! A internet esta ai. Se consegue qualquer coisa em qualquer lugar. Tenho duas a 10 anos, uma 95 e outra 98 e nunca ficaram paradas por falta de peça, são totalmente originais e a gasolina. Ja consegui muitas pecinhas de acabamento no mercado livre e ja comprei peças originais na propria renault aqui do brasil. É uma bom cavalo de batalha, cabe em qualquer lugar, para rodar todos os dias bebe um pouco algo em torno de 7 a 8 kmL mas não tenho o que reclamar até porque não pagam mais o tal ipva que aqui no RS uma van quase de mesmo porte está em torno dos 1500 e por ai vai... Gosto do tamanho delas e da praticidade de qualquer pessoa dirigir. Não tem o luxo de acessórios que se encontra nas irmas mais novas: ducato, master e sprinter mas para carregar qualquer coisa chega aonde as outra também vão sem problema,

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    1. Bacana o teu relato! Mercado livre ajuda, mas antes da Internet era um "perrengue" para achar peças para a Trafic, agora é uma situação bem menor, mas quanto ao carro em si, ela me parece ser interessante.

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  5. Unknown23 de fevereiro de 2016 10:01
    Quando a roda da Trafic da folga mesmo colocado tudo certo tipo rolamentos disco homocinetica e continuar com folga a roda?

    Resp.: Cubo de roda com folga, o mecanico bom a primeira coisa que faz antes de tirar o disco para troca é fixar o relogio comparador numa base magnetica do chassis ou da suspensão e medir o batimento do cubo. Não adianta trocar disco e rolamento se o cubo estiver ovalisado ou torto.

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  6. Falando sobre carros Wellington1 de maio de 2017 12:42
    A 2001 é a último ano da Traffic, mas creio que será uma escolha díficil tanto uma quanto a outra, por que sabemos que peças de reposição tanto para uma como para a outra é complicada, a não ser que seja SP daí não dá para dizer qual delas é melhor. O que eu posso dizer é que hoje é díficil achar alguém que mexa com carburadores.


    Resp.: Escolha a carburada, pois as mais modernas que usam o motor do Scenic e o cambio adaptado para este motor já com injeção são problemáticas devido à eletrônica embarcada com pouco sucesso, é muito problema eletro-eletrônico com sensores, atuadores, motor de arranque etc. As carburadas utilizam o velho porem confiavel motor da familia J que embora estrangulado de potencia devido ao carburador Holley antiquado mantem uma mecânica simples e funcional. Uma adaptação bem sucedida na Trafic seria a colocação do carburador de corpo duplo 2E7 ou 3E do Monza, com isso se ganha pelo menos ai uns 5 CV a mais e fica mais econômica pois estes carburadores possuem dois estágios de aceleração, de alta e de baixa.

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    1. Desculpe a pergunta que ano ela ganhou o motor da Scénic? afinal ela foi sempre 2.2, a Scénic usava o 2.nada 16V da família F.

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    2. Se não me engano foi em 2000 que passou a usar uma versão amansada do motor da Scénic.

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    3. Além do motor 2.1D eu me lembro do 1.9D que foi oferecido por volta de '99, provavelmente em antecipação à progressão de normas de emissões da equivalente à Euro-1 para a equivalente à Euro-2.

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  7. Cara, não faz sentido, lembro que nas vendas da época só falava que o motor era o 2.2. O motor 2.nada não faz sentido ao menos no mercado brasileiro, sobre o 1.9 D eu acho muito díficil, por que a Trafic saiu de cena em 2002 para dar lugar a Master, não valeria trocar o motor num modelo que ia sair de cena bem na vigência das novas legislações anti-poluentes.

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    1. Mas houve a alteração nas ofertas de motores sim. Pelo menos em '99 o motor 1.9D foi oferecido, e no ano seguinte o 2.2 carburado deu lugar ao 2.0 injetado. Provavelmente foi feita a troca de motores para ganhar em escala de produção, tendo em vista que mais modelos estavam usando na época os motores da linha que deu origem ao 2.0 e ao 1.9D, enquanto o 2.2 saía de linha. Além da Trafic, o outro modelo da Renault feito na Argentina que ainda usava o 2.2 era o 21, já substituído pelo Laguna importado da França.

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    2. Sim, o Renault 21 eu sei que usava o 2.2, mas a Trafic argentina sempre se alinhou ao 21, mesmo quando esse deu adeus no mercado argentino(ele sobreviveu, algum tempo depois de dar adeus ao Brasil). E o pior que lembro das revistas de época só falarem do 2.2. mas enfim é algo que posso investigar. abraços!

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    3. Eu me lembro de ter visto em revistas e no site oficial da Renault menções ao motor 2.0 de 16 válvulas, remapeado para só 99cv quando aplicado à Trafic.

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    4. Na verdade eram 8 válvulas mesmo, mas foi usado o motor 2.0 na Trafic também. Pode ser que tenha sido algum excedente da época que o Mégane e a Scénic começaram a usar o motor 1.6 de 16 válvulas.
      https://www.carrosnaweb.com.br/fichadetalhe.asp?codigo=5272

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    5. O 1.6 16V foi usado na Scénic junto com o 2.nada de 8V, o 2.nada 16V estreou em 2001 na Minivan substituindo o 8 válvulas . Mas de fato foi bom olhar para esse 2.nada 8V na Trafic, obrigado pela fonte, creio que ela seja muito rara em terras brasileiras.

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