ESSA BASE DEU ORIGEM AO SUBSTITUTO DO MAVERICK NOS ESTADOS UNIDOS E AINDA ANOS MAIS TARDE, VIU "RENASCER" O MUSTANG.
A Ford americana sabia que o Maverick pedia aposentadoria e base vinha do Falcon. então era hora de mudar as coisas e lógico um novo "compacto" estava em desenvolvimento e com isso uma nova plataforma de tração traseira entrava no jogo, mas você pergunta por que o Mustang "renasceu" calma, o "renascimento" do Mustang se daria anos mais tarde.
Em outubro de 1977 na linha 1978 o Maverick dava adeus e chegava o Fairmont com quatro opções de carroceria: sedã duas e quatro portas, cupê e perua(Station Wagon), uma versão de acabamento para o sedã de duas e quatro portas, duas versões para o cupê: Básica e Sport e duas versões para a Perua: 4.92metros de comprimento, 1.78metros de largura, 1.36metros de altura e 2.68metros de entre - eixos, todas as carrocerias tinha a mesma medida, só a altura maior na perua com 1.40metros, ou seja o quatro portas de entre - eixos maior como era no Maverick acabava, duas opções de câmbio: manual de quatro marchas ou automático de três marchas, o motor é longitudinal e a tração é traseira, nos motores ele vinha com três opções, a oferta começava pelo Ford Georgia OHC 2.3 que era feito no Brasil, o seu diâmetro é de 96mm e o curso é de 76.4mm o que totalizavam 2302cm3, a sua taxa de compressão era de 9:1 com bloco e cabeçote de ferro, comando de válvulas simples no cabeçote acionado por correia dentada e carburador de corpo duplo e com isso ele gerava 16.3KGFMa2800RPM e 89CVa4800RPM e você pergunta é o mesmo motor do Maverick quatro cilindros? ele mesmo só que lá vinha com carburador de corpo duplo e aqui no Brasil sempre foi carburador de corpo simples, a segunda opção é o Thriftpower 200 de seis cilindros em linha, 3.3 litros, o seu diâmetro é de 93.5mm e o curso é de 79.5mm o que totalizavam 3273cm3, a sua taxa de compressão é de 8,5:1, com carburador de corpo simples e com isso gerava 21.6KGFMa1600RPM e 86CVa3600RPM, vale lembrar que esse motor é da mesma família do seis cilindros de 3.6 litros usado no Falcon argentino e na nossa F1000 e a terceira opção é um velho conhecido nosso: o V8 302 de 5 litros(na verdade 4.95) da família Windsor que aqui foi usada no Maverick e Galaxie, o seu diâmetro é de 101.6mm e o curso é de 76.2mm o que totalizavam 4942cm3, a sua taxa de compressão é de 8,1:1 e com isso ele gerava 33.6KGFMa1600RPM e 135CVa3600RPM, a sua suspensão utiliza molas helicoidais e amortecedores hidráulicos, na dianteira é Independente tipo braços duplos triangulares e na traseira é eixo rígido, os freios são discos ventilados na dianteira e tambores na traseira e a direção é do tipo pinhão e cremalheira.
O Fairmont chega ao mercado com motores 2.3 de 89CV, seis cilindros 200 de 3.3 litros e 86CV e o V8 302 de 5 litros(na verdade 4.95...) com 135CV e mais tarde vai a 142CV.
O Sedã de quatro portas com os mesmos motores e mais tarde o quatro cilindros foi a 87CV.
O Cupê com os mesmos motores.
A Station Wagon com os mesmos motores.
Em outubro de 1978 na linha 1979 o Fairmont V8 ficava mais potente, passando a gerar 34.6KGFMa1800RPM e 142CVa3800RPM e estreava a terceira geração do Mustang.
A Segunda geração era baseada no Pinto e não teve o brilho da primeira. e com isso uma nova base.
A TERCEIRA GERAÇÃO DO MUSTANG CHEGAVA AO MERCADO e não era um "renascimento" do Mustang, afinal a crise do petróleo afetou todos os fabricantes, e o Mustang chegava em duas carrocerias: cupê e hacht ambas de duas portas eles mediam 4.55metros de comprimento,1.75metros de largura,1.30metros de altura e 2.30metros de entre - eixos, duas opções de câmbio: manual de quatro marchas ou automático de três marchas, nos motores, o Ford Georgia OHC 2.3 já citado no Fairmont, assim com o seis cilindros 200 de 3.3 litros e o V8 302 de 5 litros(4.95 litros), nos motores além desses para o Mustang foi oferecido como opções intermediárias o Ford Georgia OHC 2.3 com turbo e mantendo o carburador de corpo duplo e com isso ele gerava 18.7KGFMa3200RPM e 118CVa5600RPM, a outra opção é V6 Cologne de 2.8 litros, herdado do Mustang II, o seu diâmetro é de 93mm e o curso é de 68.5mm, o que totalizavam 2792cm3, a sua taxa de compressão é de 8,7:1 e com isso gerava 19.7KGFMa1800RPM e 111CVa4800RPM e mantendo o carburador de corpo duplo e o V8 302 de 5 litros, ganhava 33.6KGFMa2200RPM e 145CVa3600RPM para o estado da Califórnia, para o resto do país, o V8 era o mesmo do Fairmont. e vale lembrar que tanto o V8 como o seis cilindros vinham apenas com câmbio automático de três marchas inclusive no Mustang "normal", mas o Mustang Cobra que era o esportivo tinha duas opções de motor: o Georgia OHC 2.3 Turbo que já foi citado e os 302V8 de uso no resto dos Estados Unidos e o específico para Califórnia, só não muito esportivo de adesivo, graças ao câmbio manual de quatro marchas para o motor V8, é a crise do petróleo pegou fogo..... e as versões de acabamento eram Básica, Ghia e Cobra que era o esportivo.
O Mustang chegava ao mercado na carroceria hachtback os mesmos 2.3, seis cilindros 200 de 3.3 litros e V8 302 de 5 litros, mas ele ganhou a opção do V8 302 de 5 litros com 145CV.
Aqui a carroceria cupê e na versão 2.3 Turbo com 118CV.
O Cobra como cupê e com motores 2.3 Turbo e V8 302, mas o V8 vinha com câmbio manual apenas nele.
Em outubro de 1979 na linha 1980 o Fairmont ganhava a opção Futura de acabamento para o sedã e a opção do motor Georgia OHC 2.3 Turbo com taxa de compressão de 9:1 e com isso gerava 20.1KGFMa2000RPM e 122CVa5400RPM e o seis cilindros de 3.3 litros agora gerava 22.1KGFMa1600RPM e 92CVa3600RPM, e estreava o V8 255 de 4.2 litros da família Windsor, o seu diâmetro era de 93.5mm e o curso do 302 foi mantido o que totalizavam 4183cm3, a sua taxa de compressão é de 8,8:1 e com isso gerava 26.8KGFMa2200RPM e 120CVa3800RPM, o V8 302 de 5 litros dava o seu adeus(na verdade era um "até breve") no Mustang as mesmas alterações de motores, que inclusive não pouparam nem o esportivo Cobra e o Cobra V8 manual dava o seu adeus e no próprio Fairmont Futura grade dianteira e faróis quadrados duplos.
O Fairmont Futura chegava ao mercado com motor 2.3 mantido, o seis cilindros 3.3 foi a 92CV e o V8 255 de 4.2 litros substituía o 302V8 dava adeus e mais tarde o V8 saia de cena.
A CHEGADA DA PRÓXIMA GERAÇÃO DO THUNDERBIRD se dá em outubro de 1979 na linha 1980, ele como sempre é um cupê, ele mede 5.09metros de comprimento, 1.88metros de largura, 1.36metros de altura e 2.75metros de entre - eixos, duas opções de câmbio automático: de três ou quatro marchas, nos motores V8 255 da família Windsor já citado no Fairmont e o V8 302 de 5 litros(4.95) também da família Windsor, o primeiro gerava 26.4KGFMa2000RPM e 117CVa3800RPM e o V8 de 5 litros(4.95 na verdade...) que gerava 31.8KGFMa1600RPM e 133CVa3600RPM e aliás vale lembrar que todos aqui, tem construção monobloco.
O Thunderbird chegava ao mercado americano com motores V8 de 4.2 litros e 117CV e o V8 de 5 litros com 133CV e mais tarde vai a 132CV e estreava o seis cilindros 200 de 3.3 litros com 89CV e mais tarde chegava o V6 de 3.8 litros com 114CV ou 120CV.
Aqui na versão mais luxuosa com teto de vinil.
Em outubro de 1980 na linha 1981 o Fairmont não tinha alterações, o Mustang ganhava câmbio manual de cinco marchas para os motores quatro cilindros(2.3 e 2.3 Turbo), o seis cilindros de 3.3 litros ganhava opção do manual de quatro marchas, já o V8 continuava apenas com automático e o Thunderbird ganhava a opção do seis cilindros em linha 200 de 3.3 litros só que nele gerava 21.9KGFMa1400RPM e 89CVa3800RPM, já o V8 255 de 4.2 litros ganhava uma opção mais potente com 122CV e junto o câmbio automático de quatro marchas e o V8 302 de 5 litros, agora gerava com taxa de compressão de 8,4:1 e mantendo o carburador de corpo duplo e com isso gerava 32.5KGFMa1600RPM e 132CVa3600RPM.
A CHEGADA DA NOVA GERAÇÃO DO GRANADA, chegava ao mercado em três opções de carroceria: sedã de duas portas, sedã de quatro portas e perua de quatro portas, eles mantinha o mesmo entre - eixos do Fairmont, mas o comprimento passava a 4.99metros, a largura é de 1.80metros e altura é de 1.34metros, para a perua era de 1.37metros, câmbio manual de quatro marchas ou automático de três marchas, ele estava disponível nas versões de acabamento L, GL e GLX(exclusivo do sedã) e nos motores o Ford Georgia OHC 2.3 já citado no Fairmont era mantido, o Seis cilindros em linha Trifthpower 200 de 3.3 litros, agora gerava 21.8KGFMa1800RPM e 95CVa4000RPM e o V8 255 de 4.2 litros todos já citados no Fairmont, além claro de Mustang e Thunderbird, ou seja o Granada de nova geração aposentava o modelo baseado no Maverick.
O Granada chegava ao mercado estadunidense motores 2.3 e V8 255 de 4.2 litros já citados e o seis cilindros 200 de 3.3 litros com 95CV e o V6 de 3.8 litros já citado no Thunderbird.
O sedã de quatro portas e os mesmos motores do duas portas.
A perua Granada e os mesmos motores do sedã duas portas.
Em outubro de 1981 na linha 1982 a Fairmont Wagon dava o seu adeus, a versão básica do Fairmont dá o seu adeus e só fica a Futura, o motor V8 dava adeus, só restavam o quatro cilindros Georgia OHC 2.3 e o seis cilindros 200 de 3.3 litros, a primeira gerava 16.2KGFMa2600RPM e 87CVa4600RPM e o seis cilindros de 3.3 litros ficava sem alterações. no Mustang o motor V6 dava adeus, apenas o seis cilindros em linha ficava, o quatro cilindros 2.3 Turbo dá adeus, ficava apenas o 2.3 já citado no Fairmont, o V8 255 de 4.2 litros continuava no Mustang, apesar do adeus da versão Cobra, ele voltava ter a opção do V8 302 de 5 litros(4.95 litros) da família Windsor que ganhava novo carburador de corpo duplo e taxa de compressão de 8,3:1 agora gerava 33.1KGFMa2400RPM e 159CVa4200RPM e a versão esportiva GT retornava ao mercado apenas como hachtback e os motores V8 e opção de câmbio manual de quatro marchas para o V8 302 de 5 litros e no Thunderbird o V8 302 de 5 litros dava adeus, e estreava como opção intermediária, o Essex V6 de 3.8 litros, o seu diâmetro é de 96.8mm e o curso é de 86mm o que totalizavam 3797cm3, a sua taxa de compressão é de 8,65:1 e com isso gerava 24.2KGFMa2000RPM e 114CVa4000RPM e uma versão mais potente desse motor com 25.7KGFMa2000RPM e 120CVa4000RPM e ambos com carburador de corpo duplo e o Granada também ganhava essa opção de motor V6 de 3.8 litros chamado de Essex Canadense da mesma família do 4.2 usado aqui nas F250 á gasolina entre 1999 e 2003.
O Fairmont duas portas agora com opção de acabamento Futura.
O Fairmont cupê era reestilizado como os irmãos.
Em outubro de 1982 na linha 1983 para o Fairmont chegava o Ford Georgia OHC 2.3 dotado de carburador de corpo simples e taxa de compressão de 9:1, mas agora ele gerava 16.9KGFMa2600 e 91CVa4600RPM e o seis cilindros em linha 200 de 3.3 litros, com carburador de corpo simples, a sua taxa de compressão é de 9:1 e com isso gerava 21.6KGFMa1400RPM e 93CVa4600RPM, o Mustang ganhava nova grade dianteira, o motor 2.3 já foi citado no Fairmont, o V6 de 3.8 litros continuava e o V8 302 de 5 litros, passava a gerar 33.8KGFMa2400RPM e 177CVa4000RPM, taxa de compressão de 8,3:1 e agora carburador de corpo quadruplo, o GT vinha com câmbio manual para o V8 e tinha a versão GT Turbo, que vinha com câmbio manual de cinco marchas e o Ford Georgia OHC 2.3 Turbo feito no Brasil, ele ganhava injeção multiponto e com isso ele passava a gerar 24.9KGFMa3600RPM e 147CVa4600RPM e sua taxa de compressão é de 8:1 e perde a opção do V8 255 de 4.2 litros e ganhava versão conversível de carroceria e inclusive até a GT conversível chegava junto com o modelo que era recém-lançado.
O Mustang voltava a ter versão conversível e com ela, nova grade dianteira e nos motores o V6 de 3.8 litros sem alterações, o V8 302 de 5 litros vai a 177CV e o 2.3 vai a 91CV.
O GT conversível também chegava ao mercado americano.
A CHEGADA DO NOVO LTD FEITO NA PLATAFORMA FOX se dá em outubro de 1982 na linha 1983 ele curiosamente, mantinha as dimensões do Granada, mas é totalmente diferente no visual, com opção de câmbio manual de quatro marchas ou automático de três marchas, ele vinha com três opções de motores: o Ford Georgia OHC 2.3, o seis cilindros em linha de 3.3 litros já citado no Fairmont e o V6 de 3.8 litros na configuração de 114CV já citado em detalhes no antigo Thunderbid e vinha com duas opções de carroceria: sedã e perua ambos com quatro portas e duas versões de acabamento para o sedã: Básica e Brougham e a perua apenas a Básica.
O Ford LTD chegava ao mercado americano com motores 2.3, seis cilindros 200 de 3.3 litros e o V6 de 3.8 litros.
A Perua LTD chegava ao mercado americano com os mesmos motores do sedã.
NOVO THUNDERBIRD TAMBÉM CHEGAVA AO MERCADO ele agora mede 5.02metros de comprimento, 1.86metros de largura, 1.35metros de altura e 2.64metros de entre - eixos, três opções de câmbio: manual de cinco marchas(exclusivo do Turbo) , automático de três marchas e automático de quatro marchas, o automático de três marchas era exclusivo para V6, nos motores a entrada começa pelo V6 de 3.8 litros já herdado da geração anterior do Thunderbird, o V8 302 de 5 litros da família Windsor ganha injeção monoponto e com taxa de compressão de 8,4:1 gerava 33.1KGFMa2000RPM e 132CVa3200RPM e por último o estreante Ford Georgia OHC 2.3 Turbo de injeção multiponto era o mesmo que já citamos no Mustang e feito no Brasil( o motor é claro).
O Tunderbird chegava ao mercado americano renovado com motor V6 de 3.8 litros e o V8 302 de 5 litros com injeção eletrônica e 132CV.
A versão Turbo chegava ao mercado com motor 2.3 Turbo de 147CV.
Em outubro de 1983 na linha 1984 o Fairmont dá o seu adeus e é substituído pelo Tempo.
Caso esteja curioso é a mesma plataforma CE14 do primeiro Escort nacional., o Mustang troca a versão de acabamento L, GL e GLX pela LX que se tornaria a única além da GT e a esportivo SVO, o câmbio agora era manual de quatro marchas, automático de três marchas ou manual de cinco marchas exclusivo do V8 302 de 5 litros á carburador, o 2.3 era mantido, sem alterações, o V6 de 3.8 litros ganha injeção eletrônica monoponto e taxa de compressão de 8,6:1 e com isso gerava 28.3KGFMa1600RPM e 122CVa3600RPM e o V8 302 de 5 litros para o Mustang também ganha injeção eletrônica monoponto e com isso passou a gerar 33.8KGFMa2000RPM e 167CVa3800RPM, para a versão GT era mantido o 2.3 Turbo de 147CV e o V8 de 5 litros com 167CV e 177CV esse último com câmbio manual e estreava o SVO que trazia aerofólio, spoilers e saias laterais, o câmbio apenas manual de cinco marchas, mas o motor era o Ford Georgia OHC 2.3 Turbo feito no Brasil, mas que ganhava intercooler e a injeção eletrônica multiponto e com isso passou a render ótimos 29KGFMa3000RPM e 177CVa4400RPM, no LTD o motor seis cilindros em linha dá adeus, era substituído pelo V6 de 3.8 litros em definitivo, já no Tunderbird o V6 de 3.8 litros ganhava injeção eletrônica monoponto, o V8 que já tinha ela, agora 34.6KGFMa1600RPM e 142CVa3600RPM e o 2.3 Turbo ficava sem alterações, mas ganhava a opção de câmbio automático. e o Mustang V8 e Turbo, e o Tunderbird V8 e Turbo agora tinha freios a disco sólidos na traseira e ventilados na dianteira, aliás o que é de todos os modelos dessa plataforma desde 1984, antes eram disco sólido na dianteira e ventilado na traseira.
O Mustang SVO chegava ao mercado com motor 2.3 Turbo e injeção eletrônica com 177CV e mais tarde foi a 203CV
Em outubro de 1984 na linha 1985 o Mustang ganhava alterações nos V8 de 5 litros, a versão com injeção eletrônica monoponto passava a gerar 36KGFMa2600RPM e 183CVa4200RPM, o V8 com carburador de corpo quadruplo passava a gerar 37.3KGFMa3200RPM e 213CVa4200RPM ambos eram chamados de HO(High Output) e o GT agora era equipado apenas com motores V8, é o GT infelizmente tinha virado "esportivo de adesivo", mas com motor V8 e o SVO com motor 2.3 Turbo era o único com alteração, o 2.3 turbo sofria alterações e agora gerava 33.1KGFMa3000RPM e 203CVa5000RPM e câmbio manual de cinco marchas agora era para quase todos os motores, já o LTD recebia a opção do V8 Windsor 302 de 5 litros que foi usado no Mustang GT do ano/modelo anterior com 167CV tanto para o sedã como para a perua e o Thunderbird ganhava um 2.3 Turbo de maior potência, graças a nova injeção eletrônica multiponto e com isso gerava 26.3KGFMa2600RPM e 157CVa4600RPM e sua taxa de compressão é de 8:1.
Em outubro de 1985 na linha 1986 o Mustang ganhava nova grade dianteira, faróis e lanternas, nos motores o Georgia OHC 2.3 e o Essex Canadense V6 de 3.8 litros eram mantidos, mas o V8 Windsor ganhava injeção eletrônica multiponto seqüencial, a taxa de compressão agora era de 9,2:1 e com isso gerava 39.4KGFMa3000RPM e 203CVa4000RPM. o GT inclusive tinha o mesmo motor V8 e o SVO não tinha alterações, nem mesmo no visual. já o LTD perdia o motor Georgia OHC 2.3 e o V8 302 de 5 litros, só ficava o Essex candense V6 de 3.8 litros como única opção de motor, para o Thunderbird o V6 de 3.8 litros foi mantido, o V8 302 de 5 litros que gerava 37.3KGFMa2000RPM e 152CVa3600RPM já o Turbo estava sem mudanças mecânicas.
Nova grade dianteira e faróis para o Mustang, com motores 2.3, V6 de 3.8 litros mantidos e o V8 302 de 5 litros agora com injeção multiponto sequencial vai a 203CV.
O GT hachtback, que vinha apenas com motor V8 e faixas no capô.
O Conversível também mudava, o GT vinha com novas lanternas.
Em maio de 1986 o LTD dá adeus, era substituído em definitivo pelo Taurus. e com isso só seguiam apenas Mustang e Thunderbird nessa plataforma, em outubro de 1986 na linha 1987 o Ford Georgia OHC 2.3 ganhava injeção eletrônica multiponto e duas velas por cilindro e com isso a taxa de compressão agora era de 9,5:1 e com isso gerava 17.9KGFMa2800RPM e 91CVa3800RPM, o V6 de 3.8 litros dava adeus, o V8 Windsor 302 de 5 litros(na verdade 4.95...) ganhava alterações 41.5KGFMa3200RPM e 228CVa4600RPM e sua taxa de compressão é de 9,2:1 e por fora nova grade dianteira e fárois de novo, o SVO dava adeus, o GT apenas com o V8, o 2.3 Turbo dava o seu adeus e o Thunderbird ganhava nova grade dianteira e faróis também, e duas novas versões de acabamento: LX e Sport, além da básica, e nos motores o V6 de 3.8 litros era mantido, o V8 302 de 5 litros também ficava sem alterações e o 2.3 Turbo de 157CV entra no lugar da versão com 142CV e estreava uma nova configuração do 2.3 Turbo e injeção multiponto e com isso gerava 33.2KGFMa3000RPM e 193CVa4400RPM e para doer nós: motor fabricado no Brasil.
Nova grade dianteira e faróis para o hacht e o motor 2.3 gera 91CV agora com injeção eletrônica e o V8 302 de 5 litros agora com nova injeção vai a 228CV, depois o 2.3 vai a 89CV e o V8 vai a 208CV.
O cupê de duas portas e os mesmos motores.
O Conversível e os mesmos motores.
O GT agora apenas com o V8 302 de 5 litros.
O GT conversível e o mesmo motor do Hacht.
O Thunderbird mantém o V8 302 e o V6 de 3.8 litros vai a 142CV.
O Thunderbird Turbo com motor 2.3 de 193CV e uma versão mais mansa com 157CV estava disponível
Em outubro de 1987 na linha 1988 nada muda para o Mustang e no Tunderbird, o V6 de 3.8 litros, agora com injeção eletrônica multiponto e taxa de compressão de 9:1 gerava 29.7KGFMa2400RPM e 142CVa3800RPM, o Windsor V8 302 de 5 litros(na verdade 4.95) agora também com injeção multiponto gerava 36.6KGFMa2200RPM e 157CVa4200RPM e o 2.3 Turbo ficava sem alterações.
Em dezembro de 1988 o Thundebird migrava para a plataforma MN e com isso virava exclusiva do Mustang, dois meses antes chegava a linha 1989 do Mustang e sem alterações de novo, em outubro de 1989 na linha 1990 o motor Georgia OHC 2.3 de injeção eletrônica, agora passou a gerar 18.3KGFMa2600RPM e 89CVa4000RPM e o V8 nada muda.
Em outubro de 1990 na linha 1991 o motor Georgia OHC 2.3 ganhava nova injeção eletrônica multiponto e com isso passou a gerar 18.7KGFMa2600RPM e 106CVa4600RPM, o motor V8 ficava sem alterações.
Em outubro de 1991 na linha 1992 nada muda, em outubro de 1992 na linha 1993 o motor V8 sofria "estrangulamento" e com isso passou a gerar 38KGFMa3000RPM e 208CVa4200RPM.
O "RENASCIMENTO" DO MUSTANG se dá em outubro de 1993 na linha 1994, agora ele estava disponível nas carrocerias cupê e conversível, a plataforma Fox ganhou um novo código chamado SN95 ou seja modificou 60% dos componentes, é algo que ocorreu com a B da Renault-Nissan por exemplo, onde que novo Logan e Sandero tiveram 72% dos componentes alterados e foi chamada de M0, mas voltando ao Muscle Car americano, o Mustang voltava ser um belo carro, ou seja a terrível crise de identidade que durou 20 anos se foi, ele mede 4.61metros de comprimento, 1.82metros de largura, 1.34metros de altura e 2.57metros de entre - eixos, duas opções de câmbio: manual de cinco marchas ou automático de quatro marchas, ele mantinha todas dimensões no conversível, ele vinha agora em três versões de acabamento: Básica, GT e SVT Cobra, nos motores a Básica agora não tinha mais o motor V8 disponível , apenas o Essex V6 de 3.8 litros dotado de injeção multiponto e com isso gerava 29.8KGFMa2500RPM e 147CVa4000RPM, o GT vinha com o V8 302 de 5 litros(na verdade 4.95...) da família Windsor de injeção multiponto herdado até da geração anterior, mas agora ele gerava 39.4KGFMa3400RPM e 218CVa4200RPM lembra da Explorer V8? é esse mesmo motor que está disponível e para o SVT Cobra uma versão mais brava desse Windsor com comando de válvulas mais bravos e com isso ele passou a gerar 39.4KGFMa4000RPM e 243CVa4800RPM, a suspensão mantinha o mesmo esquema, os discos eram ventilados na dianteira e sólidos na traseira, mas a SVT vinha com os ventilados também na traseira.
O Mustang "Básico" apenas com o V6 de 3.8 litros com 147CV e mais tarde foi a 152CV.
O Conversível "Básico" com o mesmo motor.
O GT voltava a ser um esportivo de verdade com motor V8 302 de 5 litros com 218CV, mais tarde era substituído pelo V8 4.6 de mesma potência e mais tarde vai a 228CV.
O GT conversível com o mesmo motor do cupê GT.
O SVT Cobra com motor V8 302 de 5 litros calibrado para 243CV e mais trade foi substituído pelo V8 4.632V de 309CV.
O SVT Cobra conversível com o mesmo motor do cupê SVT.
Em outubro de 1994 na linha 1995 chegava versão GTS que tinha o mesmo motor da GT, mas ficava entre a GT e a Cobra. Em outubro de 1995 na linha 1996 o motor V6 de 3.8 litros agora passou a gerar 29.7KGFMa2750RPM e 152CVa4000RPM é exclusivo da versão básica, já o GT trocava o veterano Windsor V8 302 pelo Ford Modular 4.6 com bloco de ferro, cabeçote de alumínio, comando de válvulas simples no cabeçote acionado por corrente metálica e oito válvulas, o seu diâmetro é de 90.2mm e o curso é de 90mm o que totalizavam 4601cm3, a sua taxa de compressão é de 9:1 e com isso ele gerava 39.4KGFMa3500RPM e 218CVa4400RPM, já o Cobra tinha o V8 de 4.6 litros da mesma família, mas dotado de cabeçote 32 válvulas e duplo comando de válvulas no cabeçote e com isso gerava 41.5KGFMa4800RPM e 309CVa5800RPM. Em outubro de 1996 na linha 1997 nada muda. Em outubro de 1997 na linha 1998 o GT tem alterações no V8 4.6 com cabeçote de 16 válvulas(2 válvulas por cilindro) agora gerava 40KGFMa3500RPM e 228CVa4750RPM, já o V6 de 3.8 litros da versão de entrada e o V8 4.6 32V não tinham alterações.
Em outubro de 1998 na linha 1999 ele ganhava nova grade dianteira, farois, para - choques e novas lanternas, ele manteve altura e entre - eixos, a largura vai 1.86metros e o comprimento vai a 4.65metros, como sempre duas opções de carroceria: Básica e conversível, e em três versões de acabamento: Básica, GT e SVT Cobra, câmbio manual de cinco marchas ou automático de quatro marchas, nos motores três opções , a básica sempre com o V6 de 3.8 litros da família Essex que era feito no Canadá e com isso ficou chamado de "Essex Canadense" a taxa de compressão subiu para 9,4:1 e nova injeção eletrônica, comando de válvulas mais bravo e outras alterações fizeram o modelo 30.4KGFMa2750RPM e 193CVa5250RPM, o GT trouxe alterações no V8 de 4.6 litros e apenas 16 válvulas, a taxa de compressão foi a 9,4:1 e com isso ele passou a gerar 41.8KGFMa4000RPM e 264CVa5250RPM e o SVT Cobra trouxe alterações no V8 4.6 32V que gerava 43.8KGFMa4750RPM e 324CVa6000RPM e junto com o motor mais potente, vinha a suspensão traseira independente por braços duplos triangulares exclusivo do Cobra e os freios eram discos ventilados nas quatro rodas para todos os modelos.
Nova grade dianteira, faróis e para - choques e agora o motor é o V6 de 3.8 litros com 193CV.
O Conversível Básico chegava com mesmo motor.
O GT agora tinha o V8 4.6 com 264CV.
O GT conversível com o mesmo motor do cupê.
O SVT Cobra agora com motor V8 4.632V de 324CV e mais tarde ganhou compressor e foi 390CV.
O SVT Cobra conversível.
Em outubro de 1999 na linha 2000 nada mudava nos modelos e chegava o Cobra R, que trouxe câmbio manual de seis marchas, freios e suspensão melhorados e motor V8 de 5.4 litros e 32 válvulas da família Modular, ele mantém o diâmetro do 4.6, mas o curso foi aumentado para 105.8mm o que totalizavam 5408cm3, ele tinha cabeçote de 32 válvulas e duplo comando de válvulas no cabeçote acionado por corrente metálica, a taxa de compressão é de 9,6:1 e com isso ele gerava 53.2KGFMa4250RPM e 390CVa6250RPM o que são ótimos números.
O SVT Cobra R chegava ao mercado com motor V8 de 5.4 litros, 32 válvulas e 390CV.
Em outubro de 2000 na linha 2001 nada mudava nos modelos, só o adeus do Cobra R e chegava o Bullitt GT com motor V8 de 4.6 litros e 269CVa5000RPM e mantinha o torque e vale lembrar que o Cobra sempre esteve disponível apenas com câmbio manual. Em outubro de 2001 na linha 2002 nada muda no modelo,em outubro de 2002 na linha 2003 para os modelos básicos e GT nada mudava, estreava o Mach I, que vinha com o Ford Modular 4.6V8 de 32 válvulas, também chamado de Fordintech, a sua taxa de compressão é de 44.2KGFMa4200RPM e 309CVa5800RPM e o SVT Cobra ganhava compressor volumétrico no V8 4.6 32V da família Modular, a taxa de compressão caiu para 8,5:1 e com isso passou a gerar 53.9KGFMa3500RPM e 396CVa6000RPM.
O Mach I chegava ao mercado com motor V8 4.6 32V de 396CV.
Em outubro de 2003 na linha 2004 nada muda e em outubro de 2004 o Mustang migrava para a plataforma D2C que é outra história.
A MERCURY GANHAVA A VERSÃO DO FAIRMONT, com grade dianteira, faróis e para- choques que curiosamente foram parar nos modelos 1981 do Fairmont, com quatro opções de carroceria: sedã de duas portas, sedã de quatro portas, cupê e perua, duas opções de câmbio: manual de quatro marchas ou automático de três marchas, nos motores o Ford Georgia OHC 2.3 de 89CV, o Seis cilindros 200 de 3.3 litros 86CV e o V8 302 de 5 litros(na verdade 4.95) com 135CV que já estão citados em detalhes no Fairmont, seu nome: Zephyr.
O Zephyr chegava ao mercado com motores 2.3, seis cilindros de 3.3 litros e V8 302 de 5 litros.
O Cupê com os mesmos motores do sedã.
A Perua com os mesmos motores do sedã.
O lançamento foi em outubro de 1977 na linha 1978 e na linha 1979 o modelo V8 passava a 142CV.
O Capri antes era importado da Europa e vendido pela Mercury e na linha 1979 o Capri era era uma versão Mercury do Mustang com grade faróis e para - choques diferentes, nos motores o 2.3 de 89CV, V6 de 2.8 litros com 114CV, o 2.3 Turbo com 112CV e o V8 302 de 5 litros com 142CV ou 145CV exclusivo da California e o RS que só tinha visual esportivo e o mesmo motor das demais que eram a básica e a Ghia e lançado em outubro de 1978.
O Capri chegava ao mercado com motores 2.3, V6 2.8, 2.3 Turbo e V8 302 de 5 litros.
O RS que vinha apenas com visual esportivo.
Em outubro de 1979 na linha 1980 o Zephyr ganhava a opção do motor 2.3 Turbo, o V8 302 dava lugar ao V8 255 de 4.2 litros e 120CV, e no Capri o V8 302 também dava o seu adeus e estreava o novo Cougar que tinha grade e faróis diferentes do Thunderbird é uma versão Mercury do Thunderbird, apenas câmbio automático de três ou quatro marchas, esse último como opcional exclusivo do V8 255 de 4.2 litros que gerava 117CV e o V8 302 de 5 litros com 132CV.
O Cougar chegava ao mercado derivado do Thunderbird com motores V8 255 de 4.2 litros e 302 de 5 litros com 117CV e 132CV respectivamente.
Em outubro de 1980 na linha 1981 o Zephyr não muda , mas o Capri ganhava o câmbio manual de cinco marchas para os motores 2.3 e 2.3 Turbo e a versão Ghia dá lugar a GS e chegava o novo Cougar, agora era derivado do Granada, com os mesmos motores 2.3 de 89CV, Thfirtpower 200 de 3.3 litros e seis cilindros em linha e o V8 255 de 4.2 litros, ele chegava nas carrocerias sedã, cupê e Perua(Station Wagon), câmbio manual de quatro marchas ou automático de três marchas.
O Mercury Cougar agora era derivado do Granada e os motores eram o 2.3, o seis cilindros 3.3 e o V8 255 de 4.2 litros.
O Cougar agora era disponível na versão sedã.
E também como perua.
Em outubro de 1981 na linha 1982 o Zephyr Wagon dava o seu adeus e perdia os motores 2.3 Turbo e V8 255 de 4.2 litros e continuava no Capri e no Granada e estreava para o Capri o V8 302 de 5 litros que agora gerava 159CV citado em detalhe no Mustang e o Cougar ganhava a opção V6 de 3.8 litros da família Essex com 120CV.
Em outubro de 1982 na linha 1983 nada muda no Zephyr, o Marquis chegava para substituir o antigo Cougar baseado no Granada, ele vinha com três opções de motores: o quatro cilindros 2.3, o seis cilindros 200 de 3.3 litros e o V8 302 de 5 litros e o Cougar agora voltava a ser derivado do Thunderbird com grade, faróis para - choques diferentes, o motor era o V6 de 3.8 litros e o V8 302 de 5 litros dotado de injeção eletrônica monoponto e com isso passava a gerar 132CV e o Capri ganhava o V6 de 3.8 litros e o V8 302 de 5 litros foi a 177CV e o 2.3 Turbo ia a 147CV e o V8 255 de 4.2 litros dava adeus.
O Marquis chegava ao mercado com motor 2.3, seis cilindros de 3.3 litros e V6 de 3.8 litros.
O Marquis Station Wagon(Perua).
O Cougar com motores V6 de 3.8 litros e V8 302 de 5 litros com injeção eletrônica.
Em outubro de 1983 na linha 1984 o Zephyr dava adeus, era substituído pelo Topaz derivado do Tempo, para o Marquis que vinha em carrocerias sedã e perua ambos de quatro portas, o motor seis cilindros em linha dava adeus era substituído em definitivo pelo V8, o Capri ganhava injeção monoponto ao motor V8 302 de 5 litros e com isso ia a 167CV, o Cougar ganhava injeção eletrônica para o motor V6 de 3.8 litros e estreava versão XR-7 que vinha com motor 2.3 Turbo de 147CV já citados no Mustang 2.3 Turbo dotado de injeção eletrônica multiponto.
O XR-7 vinha com o 2.3 Turbo de 147CV.
Em outubro de 1984 na linha 1985 o Capri ganhava o V8 de 5 litros de injeção monoponto com 183CV e com carburador de corpo quadruplo a 213CV, o Marquis ganhava a opção do V8 302 de 5 litros de 167CV da família Windsor(todos já citados em detalhes na parte "Ford" do artigo) e o Cougar ganhava alterações no motor 2.3 Turbo passando a gerar 157CV.
Em outubro de 1985 na linha 1986 o Capri ganhava injeção eletrônica multiponto no V8 302 de 5 litros e agora gerava 203CV, o Marquis perdia a opção do motor V8 e o Cougar passava a gerar 152CV no V8 302 de 5 litros e injeção monoponto.
Em maio de 1986 o Marquis dá lugar ao Sable derivado do Taurus, em outubro de 1986 na linha 1987 o Cougar na versão XR-7 ganhava o opção do 2.3 Turbo com 157CV e uma versão mais potente com 193CV, em outubro de 1987 na linha 1988 nada muda e com isso ele migrava a plataforma MN junto com o Thunderbird.
NA LINCOLN ELE DARIA ORIGEM a dois modelos, o primeiro modelo chegava em outubro de 1981 na linha 1982 era o Continental, que vinha apenas na carroceria sedã de quatro portas, apenas no câmbio automático de quatro marchas, ele media 5.11metros de comprimento, 1.87metros de largura, 1.40metros de altura e 2.76metros de entre - eixos, duas opções de motores, a primeira é o Essex V6 de 3.8 litros já citado em modelos Ford e que na Califórnia gerava 25.7KGFMa2000RPM e 120CVa4000RPM e o V8 302 Windsor de 5 litros já citado no Thunderbird com seus 132CV.
O Lincoln Continental chegava ao mercado estadunidense com motores V6 de 3.8 litros e V8 302 de 5 litros e mais tarde o turbo diesel seis cilindros 2.5(na verdade 2.45...) de 117CV.
Em outubro de 1982 na linha 1983 o motor V6 dá o seu adeus, só fica disponível o V8. em outubro de 1983 na linha 1984 o Continental passava a gerar 142CV no motor V8 graças a injeção monoponto e estreava o seis cilindros em linha 2.5 litros(na verdade 2.45...), turbo diesel da família M21 da BMW com turbo, intercooler e bomba injetora, o seu diâmetro é de 80mm e o curso é de 81mm o que totalizavam 2443cm3, a sua taxa de compressão é de 22:1 e com isso gerava 21.4KGFMa2400RPM e 117CVa4400RPM e estreava o cupê Continental Mark VII, ele media 5.15metros de comprimento, 1.80metros de largura, 1.37metros de altura e 2.76metros de entre - eixos, como sempre automático de quatro marchas, o motor é o V8 302 de 5 litros e o Turbo diesel seis cilindros já citado no Continental.
O Mark VII chegava ao mercado com o mesmos motores do Continental com exceção do V6 e mais tarde o V8 vai a 183CV e logo mais foi a 203CV.
Em outubro de 1984 na linha 1985 para o sedã Continental nada muda, para o Continental Mark VII o motor 302 V8 de 5 litros da família Windsor ganhava alterações para gerar 183CV é o motor que já citamos em detalhe no Mustang.
Em outubro de 1985 na linha 1986 o Continental sedã ganhava nova grade dianteira, farois e para- choques e o V8 agora ganhava alterações para gerar 152CV ainda com injeção monoponto e agora o V8302 era única opção de motor, já no Coupé Mark VII ganhava alterações no motor V8 302 de injeção monoponto indo a 152CV e estreava o V8 302 de injeção multiponto já citado no Mustang com 203CV e o motor turbo diesel da BMW dá adeus nos dois modelos.
O Continental ganhava nova grade dianteira e o motor V8 agora gerava 152CV.
Em outubro de 1986 na linha 1987 nada muda nos modelos, lembrando que o sedã substituía o Versailles derivado do Maverick(não confundir com o Versailles brasileiro).
Em outubro de 1987 na linha 1988 o Continental sedã migrava para a plataforma de tração dianteira do Taurus e o Continental Mark VII que era herdeiro direto dos antigos Continental passa a ter apenas o V8 302 de 5 litros agora com 228CV já citado no Ford Mustang dos anos 1980, em outubro de 1988 na linha 1989 nada muda, em outubro de 1990 na linha 1991 nada muda, em outubro de 1991 na linha 1992 muda e em outubro de 1992 ele migrava para plataforma FN/MN que é mesma do Thunderbird pós-1989.
Essa plataforma foi importante para a Ford americana, além de aposentar o Maverick e lançar um substituto que era o Fairmont foi usado em modelos Mercury e Lincoln, pegou o Mustang numa crise de identidade terrível, mas recuperou o brilho com uma nova geração do Mustang e a plataforma acabou ficando exclusiva dele e apesar de não ter nenhum modelo vendido no Brasil oficialmente, os motores 2.3 e 2.3 Turbo eram feitos no Brasil, pena que o 2.3 com carburador de corpo simples ficou restrito ao Maverick, Rural, F100 e F75 e inclusive versão á álcool, para os Estados Unidos foi com carburador de corpo duplo, injeção eletrônica monoponto(multiponto chegaria aqui na Ranger em 1997), Turbo carburador e Turbo de injeção eletrônica.































































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