Honda se rende ao Turbo: décima geração do Civic chega ao mercado nacional.

TRADICIONAL FABRICANTE DE MOTORES GIRADORES SE RENDE AOS NOVOS TEMPOS.

A décima geração(a quinta como nacional) trouxe uma novidade interessante: opção de motor turbo, algo a Honda pouco usava, muitas vezes nem usava ou deixava de lado. Mas o lance da eficiência ela se rendeu ao Turbo, mas vamos falar primeiro sobre o Civic.
   Vou deixar para ver ao vivo se é bonito ou é feio, mas ao menos ele trouxe uma plataforma nova, lembrando que a Honda sempre mantém os modelos em sitônia com exterior e nos sedãs médios se você não manter atualizado com exterior, você comete um erro e pagará por ele(vide a Renault com o Mégane II em 2006 que havia sido lançado em 2003 na Europa). ele mede 4.63 metros de comprimento, 1.80 metros de largura, 1.43 metros de altura e 2.70 metros de entre - eixos, todas as dimensões com excessão da altura são maiores que a nova geração(V como nacional) com seus 4.49metros, 1.75metros e 2.67 metros de entre - eixos, a altura era de 1.45 metros.
O Visual vou deixar para ver ao vivo se é bonito ou feio.
Por dentro o painel é bonito e bem acabado, e ele vem equipado com os obrigatórios ABS, Air Duplo frontal, mas ele acrescenta: Air Bag duplo lateral, de cortina, VSA( Controle de tração e estabilidade da Honda), Agile Handling Assist, Isofix, fários de LED diurno, Isofix para cadeirinha de crianças. no Sport ele vem com rodas de liga-leve aro 17 escurecidas, grade dianteira, velocímetro digital com conta - giros analógico, na EX acrescenta: Rodas aro 17 com acabamento diamantado, retrovisores rebatíveis eletricamente e com seta de direção em led, Bancos de couro e central multimídia com cinco polegadas, a EXL acrescenta  ar condicionado automático de duas zonas, painel de instrumentos com tela TFT e a Touring acrescenta:  Sistema Lane wacth(que detecta pontos cegos), conjunto ótico dianteiro totalmente em led, sensor de estacionamento dianteiro e traseiro, bancos com regulagem elétrica, teto solar elétrico, partida sem chave e o seu porta - malas agora assume o posto de maior da categoria com 525 litros.

Ele vem com duas opções de câmbio: manual de seis marchas(exclusiva da versão Sport de entrada) e CVT, duas opções de motores, o 2.nada 16V i-VTEC Flex One da família R é o motor de entrada da linha, com gasolina gera 19.1KGFMa4800RPM e 150CVa6300RPM e com álcool vai a 19.5KGFM e 155CV foi herdado do Civic da geração passada, motor com bloco e cabeçote de alumínio, comando de válvulas simples e variável no cabeçote acionado por corrente metálica e coletores variáveis e a outra opção agora é o 1.5 16V Turbo Earth Dream que é apenas á gasolina gera 22.4KGFMa1700RPM e vai até 5500RPM e 173CVa5500RPM é a Honda se rendeu ao Turbo, esse motor pertence a família L é basicamente o 1.5 do Fit que ganhou pistões e bielas forjados, turbo, intercooler e injeção direta e também é bloco e cabeçote de alumínio e comando de válvulas simples no cabeçote acionado por corrente metálica. A sua suspensão continua independente nas quatro rodas, na dianteira é McPherson e na traseira é Multlink, antes era braços duplos triangulares e os freios são discos ventiládos na dianteira e sólidos na traseira.
   Os seus preços são de R$87.900 para o Sport manual, R$94.900 para o Sport CVT, R$98.400 para o EX, R$105.900 para o EXL e R$122.900 para a Touring 1.5 Turbo, a conclusão eu cheguei: os sedãs médios estão caro, as versões aspiradas estão meio que dentro da média e ainda é louvável a Honda ofertar o câmbio manual(ainda que atrelado ao motor 2.nada) já que Cruze e Sentra aboliram o câmbio manual da linha 2016, o Focus Sedan nunca teve desde a chegada atual geração.

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