O ROADSTER DA ESTRELA FOI O PRIMEIRO CONVERSÍVEL COM TETO DE AÇO.
Antes de mais nada se você quiser entender Como uma extensão do artigo sobre os Classe C W201/202 estará correto, já que ele herda a plataforma desses modelos.
Nos anos 1990 a Mercedes-Benz decidiu por um roadster e que tivesse as dimensões do antigo 300 SL "asa-de-gaivota" e compartilharia componentes com o Classe C da época que era o W 202.
A CHEGADA AO MERCADO: Ele chega ao mercado europeu em setembro de 1996 atendendo pelo código R170, ele media 3.99 metros de comprimento, 1.71 metros de largura, 1.28 metros de altura e 2.40 metros de entre - eixos, duas opções de câmbio: manual ou automático sequencial ambos de cinco marchas, nos motores as versões eram o 200 e o 230 Kompressor e para os mercados Portugueses e Italiano estava disponível o 200 Kompressor, nos motores a oferta começava pelo 2.nada 16V da família M111 com bloco e cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas no cabeçote acionado por corrente metálica, coletores variáveis, o seu diâmetro era de 89.9mm e o curso era de 78.7mm o que totalizavam 1998cm3, a sua taxa de compressão era de 10,4:1 e com isso gerava 19.4KGFM a 3750RPM e vai até 4500RPM e 136CV a 5500RPM esse é para o modelo 200, a segunda opção de motor era o 2.3 16V Kompressor da mesma família M111 de mesma concepção do 2.nada, só que o diâmetro era ampliado para 90.4mm e o curso para 88.4mm o que totalizavam 2295cm3, além disso ganhava o compressor volumétrico e a taxa de compressão caia para 8,8:1 e com isso gerava 28.5 KGFM a 2500RPM e vai até 4800RPM e 193CV a 5300RPM , para os Itália e Portugal era destinado SLK 200 Kompressor acrescentado de compressor volumétrico no motor 2.nada 16V, a taxa de compressão caia para 8,5:1 e com isso gerava 27.5KGFM a 2500RPM e vai até 4500RPM e 192CV a 5300RPM. A sua suspensão é independente nas quatro rodas com molas helicoidais e amortecedores pressurizados, sendo braços duplos triangulares na dianteira e Multlink na traseira. Os freios são discos ventilados na dianteira e sólidos na traseira e a direção é do tipo pinhão e cremalheira.
RESENHA DOS QUE VIERAM PARA O BRASIL: Destes o que mais se tem no Brasil é o SLK 230 Kompressor, mas também vieram menos unidades da SLK 320 e da SLK 32 AMG(essa bem poucas até).
Nos anos 1990 a Mercedes-Benz decidiu por um roadster e que tivesse as dimensões do antigo 300 SL "asa-de-gaivota" e compartilharia componentes com o Classe C da época que era o W 202.
A CHEGADA AO MERCADO: Ele chega ao mercado europeu em setembro de 1996 atendendo pelo código R170, ele media 3.99 metros de comprimento, 1.71 metros de largura, 1.28 metros de altura e 2.40 metros de entre - eixos, duas opções de câmbio: manual ou automático sequencial ambos de cinco marchas, nos motores as versões eram o 200 e o 230 Kompressor e para os mercados Portugueses e Italiano estava disponível o 200 Kompressor, nos motores a oferta começava pelo 2.nada 16V da família M111 com bloco e cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas no cabeçote acionado por corrente metálica, coletores variáveis, o seu diâmetro era de 89.9mm e o curso era de 78.7mm o que totalizavam 1998cm3, a sua taxa de compressão era de 10,4:1 e com isso gerava 19.4KGFM a 3750RPM e vai até 4500RPM e 136CV a 5500RPM esse é para o modelo 200, a segunda opção de motor era o 2.3 16V Kompressor da mesma família M111 de mesma concepção do 2.nada, só que o diâmetro era ampliado para 90.4mm e o curso para 88.4mm o que totalizavam 2295cm3, além disso ganhava o compressor volumétrico e a taxa de compressão caia para 8,8:1 e com isso gerava 28.5 KGFM a 2500RPM e vai até 4800RPM e 193CV a 5300RPM , para os Itália e Portugal era destinado SLK 200 Kompressor acrescentado de compressor volumétrico no motor 2.nada 16V, a taxa de compressão caia para 8,5:1 e com isso gerava 27.5KGFM a 2500RPM e vai até 4500RPM e 192CV a 5300RPM. A sua suspensão é independente nas quatro rodas com molas helicoidais e amortecedores pressurizados, sendo braços duplos triangulares na dianteira e Multlink na traseira. Os freios são discos ventilados na dianteira e sólidos na traseira e a direção é do tipo pinhão e cremalheira.
O SLK chegava ao mercado com motores 2.nada 16V de 136CV. 2.3 16V Kompressor de 193CV e o 2.nada 16V Kompressor para Portugal e Itália com 192CV.
Sem dúvidas uma das novidades do SLK era o teto retrátil que em vez de ser de lona era de aço-estampado, sendo um dos primeiros "Coupè-Cabriolet" da história. Em outubro de 1997 na linha 1998 nada muda, em outubro de 1998 na linha 1999 na linha 2000 nada muda.
A CHEGADA DO FACELIFT E DO MOTOR V6: Em fevereiro de 2000 vem o facelift com mudanças na grade dianteira, pequena nos faróis e sutil nas lanternas, com as mudanças ele passa a medir 4.01 metros de comprimento, além de pequena mudança estética veio as mudanças mecânicas: o manual de cinco marchas dá lugar ao manual de seis marchas, o automático sequencial de cinco marchas continuava, já nos motores o 2.nada 16V aspirado dava adeus, o 2.nada 16V Kompressor do SLK 200 Kompressor é estendido a toda Europa, mas com calibração diferente: 23.4KGFM a 2500RPM e 4800RPM e 163CV a 5300RPM e taxa de compressão de 9,5:1, o 2.3 16V Kompressor agora gerava 28.5KGFM a 2500RPM e 197CV a 5500RPM e taxa de compressão era de 9:1, ambos os motores pertencem a família M111 e como nome diz tinham compressor volumétrico e estreava o V6 de 3.2 litros e 18 válvulas da família M112 com bloco e cabeçote de alumínio, comando de válvulas simples no cabeçote acionado por corrente metálica, coletores variáveis e você pergunta: 18 válvulas? sim ele era 3 válvulas por cilindro, taxa de compressão de 10:1, o seu diâmetro era de 89.9mm e o curso era de 84mm o que dava 3199cm3 e com isso gerava 31.6 KGFM a 3000RPM e vai até 4600RPM e 218CV a 5750RPM. Suspensão, freios e direção ficavam sem alterações, só uma calibração mais forte para o motor mais potente.
O Facelift com nova grade dianteira, pequenas mudanças na lanterna e nos motores o 2.nada 16V Kompressor de 163CV, o 2.3 16V Kompressor passava 197CV e estreava o V6 3.2 18V de 218CV.
Em janeiro chegava a linha 2001 e junto com ela uma versão AMG era o SLK 32 AMG Kompressor, ele só vinha com câmbio automático de cinco marchas, o motor era o V6 de 3.2 litros e 18 válvulas da família M112 que ganhou o compressor volumétrico, a taxa de compressão caia para 9:1 e com isso ele passou a gerar 45.9 KGFM a 4400RPM e 354CV a 6100RPM, é a primeira vez que o SLK passa dos 300CV, a suspensão era alterada para acompanhar a melhor performance, os freios passaram disos ventilados nas quatro rodas.
O SLK 32 AMG ganha compressor no motor V6 3.2 18V e com isso gerava 354CV.
Em outubro de 2001 chega a linha 2002 nada muda, em março ganhava a série Especial Edition e Mille Miglia, em outubro de 2002 na linha 2003 nada muda e em dezembro de 2003 essa geração do SLK dava adeus e passa o bastão para a R171, mas aí a conversa é outra.
Ela herdou a base do Classe C dos anos 1990 e do antigo 190 E, encurtado é claro, teve motores V6 e V6 de compressor volumétrico, inaugurou os conversíveis com teto de aço, mas um dia teria que mudar sua estrutura, só que aí a conversa é outra.




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