POST 9300: OS DEZ CARROS MAIS LONGEVOS DO PAÍS

                                                      

AGORA É HORA DE UMA REPARAÇÃO HISTÓRICA: A INCLUSÃO DA VERANEIO 

Já faz tempo que penso isso, mas vi as duas listas do mais longevo, a primeira foi em 2013 e lógico a segunda foi em 2021 afinal foram oito anos, mas as duas notei uma ausência: A Chevrolet Veraneio, por que lembrou dela? simples a S10 vai completar 30 anos e realmente o Opala não é o mais longevo é o terceiro mais longevo da marca, na primeira lista em 2013 era o segundo(uma hora pretendo fazer por marca, mas antes pretendo voltar aos mais vendidos de alguns anos só por curiosidade), lógico só valem carros com a mesma proposta no caso do Fusca não incluirá New Beetle e o Fusca TSI que eram propostas totalmente diferente ao Fusca "de  verdade" pois bem, agora a lista está arrumada por assim dizer, só fiz isso por reparação histórica lógico que três alguma coisa muda, afinal vimos a aposentadoria do Gol por exemplo e lógico dessa lista apenas Saveiro e Fiorino seguem em produção e com isso a Fiorino já subiu posições, especialmente o furgão da Fiat, então vamos a eles e lógico uma reparação histórica.

                             10 VOLKSWAGEN FUSCA (1959-1986)+(1993-1996): 30 ANOS 
                                  

O Fusca perdeu no desempate  com a Parati e Veraneio, afinal a perua tinha 30 anos seguidos e o Fusca morreu e ressuscitou, mas não estou contando o Fusca TSI mexicano nem o New Bettle por que é diametralmente oposto a esse Fusca e nem á época de CKD. Em Outubro de 1959 na linha 1960 o Fusca 1200 chegava as ruas na época "Volkswagen Sedan 1200", mas popularmente chamado de Fusca, o câmbio sempre manual de quatro marchas e o motor era o Volkswagen Boxer refrigerado á ar 1200 com bloco e cabeçote de alumínio, comando de válvulas no bloco acionado por varetas e com isso gerava 7.7KGFM a 2000RPM e 36CV a 4500RPM ainda que brutos, como era na época.

                                              
O Fusca 1200 chegava com 36CV brutos na época 

O Fusca teve uma primeira carreira de sucesso se tornando o carro mais vendido do país desde 1961 até 1983 quando perderia o posto e o Fusca seguiu sem mudanças grandes até Março de 1967 quando trocou o motor 1200 pelo 1300 da mesma família Boxer e refrigerado á ar e com isso gerava 9.1KGFM a 2600RPM e 46CV a 4600RPM e sim eram brutos, como todos os modelos da época. 

                                                    
O 1300 chegava com 46CV brutos como era medido na época 

Como o Fusca sempre teve poucas mudanças, em Outubro de 1970 na linha 1971 o Fusca ganhava novos para-choques e novas lanternas traseiras, o 1300 era mantido e estreava o 1500 que era também Boxer refrigerado á ar que gerava 9.9KGFM a 2600RPM e 52CV a 4600RPM ainda que brutos, ganhou o apelido de "Fuscão". 

                                                      
O 1500 de 52CV brutos chegava ao mercado e com novos para-choques e novas lanternas 

E como sempre o Fusca teve poucas mudanças e aí só foi ter uma mudança em Outubro de 1974 quando chegou o 1600 S ou "Super Fuscão" que contava com o motor Boxer 1600 refrigerado á ar e dotado de carburador de corpo duplo e com isso gerava 12KGFM a 2600RPM e 65CV a 4600RPM.

                                                    
O 1600S com 65CV brutos e adereços visuais 

Lógico 65CV ainda que brutos. Em Outubro de 1975 na linha 1976 ele perde o motor 1500 e o 1600 perde os adereços visuais, só fica o 1300 e o 1600 e lógico como Fusca teve poucas mudanças no decorrer da sua vida, em Outubro de 1977 na linha 1978 ele ganhava novos para-choques e novas lanternas traseiras que ganharam o apelido de "Fafá-de-Belém", já os motores 1300 e 1600 eram mantidos inalterados. 

                                                    
O Fusca ganhava novas lanternas e perdia o 1500, só manteve o 1300 e 1600 e recebia ao opção do 1300 á álcool de 49CV 


Como sempre poucas mudanças no decorrer da vida do Fusca e em Outubro de 1979 na linha 1980 ele estreava a opção do 1300 á álcool que gerava 9.3KGFM a 3200RPM e 49CV a 4400RPM agora a potência era em valores líquidos e lógico o Fusca como sempre poucas mudanças, mas em 1983 ele perde a liderança para o Chevette e as vendas cada vez caem mais, em Agosto de 1984 na linha 1985 o motor 1300 dá adeus e o nome Fusca finalmente é oficializado pela Volkswagen e o motor 1600 agora tem a potência revelada em valores líquidos e com isso 1600 gerava 11.2KGFM a 2600RPM e 51CV a 4600RPM e a reboque estreava o Volkswagen Boxer 1600 á álcool que gerava 11.8KGFM a 2600RPM e  57CV a 4600RPM. 

                                                        
O nome Fusca é oficializado e ele perde o 1300, agora o 1600 a gasolina com 51CV e o 1600 álcool com 57CV estreava agora a potência é em valores líquidos como é hoje.

E lógico como o Fusca teve uma carreira longeva sem grandes mudanças, em Outubro de 1986 o então automóvel mais vendido da história brasileira e da Volkswagen brasileira dá adeus, sem dúvidas o Fusca é uma lenda mercadológica, isso não se questiona, mas tem coisas... que não se devem fazer.

O RETORNO isso é uma coisa que não se deve fazer, tudo bem um presidente ou rei gostar de um carro, até aí tudo bem, mas pedir para um fabricante fabricar algo que já estava ultrapassado? pois é o Itamar Franco, então presidente do Brasil, pediu a volta do Fusca e foi atendido, em Setembro de 1993 como linha 1994 o Fusca voltava, é a foto de abertura do Fusca, só que ele voltava com para-brisa laminados, freios á disco na dianteira, mas mantendo o câmbio manual de quatro marchas e o motor Volkswagen Boxer 1600 refrigerado á ár que na versão á gasolina agora gerava 11.5KGFM a 2600RPM e 53CV a 4600RPM e o 1600 á álcool com 11.9KGFM a 2600RPM e 59CV a 4600RPM e agora ganhava a companhia do catalizador, lógico no caso do motor ajudava a Kombi ainda ser produzida. E lógico o país de 1960 não era o mesmo de 1990, afinal dentro da autolatina já existia o Gol 1000 e o Escort Hobby 1.nada que foi lançado na mesma época e ainda para piorar em março de 1994 a Chevrolet lançou o Corsa Wind 1 litro EFI e aí pronto: o começo do fim da segunda carreira do Fusca que não foi tão sucedida quando a primeira e em Outubro de 1996 ele deu adeus ao mercado e de vez, afinal a primeira carreira foi de 27 anos e a segunda foi de três anos com isso totalizou 30 anos.
 

                                                           
O Fusca retorna ao mercado e com o 1600 a gasolina de 53CV e o 1600 a álcool de 59CV.

                                          9 CHEVROLET C1416/ VERANEIO (1964-1993) 30 ANOS 
                                         

A disputa foi com o Fusca e a Parati, no caso contra o Fusca ela ganhou por continuidade, lógico que ela teve um renomeamento, mas ela perdeu para a Parati por causa disso e sim por alguns meses que a Parati duro mais no mercado, mas é bem pouco é verdade. A então chamada C1416 chegava ao mercado brasileiro em Outubro de 1964  na carroceria de quatro portas, aliás era melhor que Suburban da época que tinha três portas como era a Amazona vendida no Brasil, o câmbio era o manual de três marchas com alavanca na coluna e o motor era o seis cilindros em linha 261 de 4.3 litros da segunda geração chamado de "Chevrolet Brasil" por estar nos primeiros caminhões e picapes brasileiros(3100 e 6500) e com isso gerava 32KGFM a 2400RPM e 151CV a 3800RPM e na traseira usava molas helicoidais ao contrário da picape que era feixe de mola e lógico tinha tração traseira e sim a Veraneio é um dos pioneiros de uma categoria hoje dominante: os SUVs na época só existia ela e a Rural.

                                                   
A C1416 chegava ao mercado com motor seis cilindros 261 de 4.3 litros e 262CV e mais tarde ela mudava de nome: Veraneio.

Seguiu sem mudanças até Outubro de 1968 na linha 1969 quando foi renomeada Veraneio e seguiu sem alterações até Outubro de 1970 na linha 1971 quando trocou os faróis duplos redondos pelos simples, mas sem mudanças mecânicas.

                                                    
Faróis simples redondos e nova grade, nos motores o 4.3 seguiu, mas mais tarde chegava o quatro cilindros 151 2.5 e o seis cilindros 4.1 250 no caso o primeiro de 90CV e o segundo de 140CV 

Ela seguiu sem grandes alterações até Julho de 1975 quando a GMB teve que responder a crise do petróleo, no caso estreava o câmbio manual de quatro marchas no assoalho e nos motores o 151 2.5 de 18KGFM a 2000RPM e  90CV a 4000RPM e o seis cilindros 250 de 4.1 litros de terceira geração de 29KGFM a 2400RPM e 140CV a 4400RPM ambos usados no Opala, lógico que o 151 é o famoso "a emenda saiu pior que o soneto" imagino como deve sofrer o quatro ciindros para encarar o tamanho e o peso da Veraneio e ela seguiu sem alterações até Outubro de 1979 na linha 1980 quando ganhou nova grade dianteira apenas e nos motores sem alterações.

                                                         
Aqui a Veraneio no batente, no caso o motor 151 2.5 de 90CV , o 250 seis cilindros 4.1 de 140CV e o 262 4.3 de 151CV, mais tarde ganhava a opção á álcool, no caso o 151 2.5 de 89CV, o seis cilindros 250 4.1 de 122CV, e os motores a gasolina teriam a potência revelada em valores líquidos: 76CV no 151 2.5 e 115CV no 250 4.1, o 262 4.3 dava adeus.

Em Outubro de 1980 ela ganha opção do motor á álcool, no caso o 151 de 2.5 litros com 17.1KGFM a 2500RPM e 89CV a 4500RPM e o 250 seis cilindros 4.1 de 27KGFM a 2500RPM e 122CV a 4000RPM, o 151 a gasolina agora teria os valores revelados potência líquida: 17KGFM a 2600RPM e 76CV a 4600RPM e o seis cilindros 250 4.1 da terceira geração gerava 27KGFM a 2400RPM e 115CV a 4400RPM e o seis cilindros 262 4.3 da segunda geração dá o seu adeus e não entra no álcool, o motor 250 a álcool lhe substitui. Ela seguiu sem alterações até Outubro de 1988 quando chegou a segunda geração.

A CHEGADA DA SEGUNDA GERAÇÃO se dá em Outubro de 1988 na linha 1989, o câmbio passava a ser manual de cinco marchas e o motor seis cilindros 250 4.1 da terceira geração agora gerava 28KGFM a 2000RPM e 118CV a 4000RPM na versão á gasolina e na versão a álcool gerava 30KGFM a 2000RPM e 135CV a 4000RPM e lógico assim como a antecessora tinha molas helicoidais na traseira igual as picapes.

                                                      
 A Veraneio derivada da A/C/D20 chegava ao mercado com motor seis cilindros 250 4.1 de 118CV na versão á gasolina e 135CV na versão á álcool e mais tarde esse motores vão a 124CV e 141CV e o diesel 3.9 de 90CV e o 4 litros de 90CV e 120CV  esse último turbo diesel.

Em Outubro de 1989 na linha 1990 o motor seis cilindros 250 4.1 recebia carburador de corpo duplo e bielas do 151 e com isso na versão á gasolina gerava 29KGFM a 2400RPM e 124CV a 3800RPM e a versão a álcool gerava 31KGFM a 2800RPM e 141CV a 3800RPM. Outubro de 1990 na linha 1991 recebia o motor Perkins 3.9 diesel de 28.1KGFM a 1600RPM e 90CV a 3600RPM e continuava sem alterações até Março de 1992 quando recebeu o Maxion S4 de 4 litros na versão aspirada com 27.5KGFM a 1600RPM e 90CV a 2800RPM e a versão turbo desse motor com 38.2KGFM a 1600RPM e 120CV a 2800RPM lembrando que era um motor diesel. Em Outubro de 1992 na linha 1993 ela recebia nova grade dianteira, faróis e para-choques inspirados no último Opala é o modelo de abertura da Veraneio e sem mudanças mecânicas, lógico a segunda geração da Veraneio era fabricada pela Brasinca e em Outubro de 1994 ela dava adeus ao mercado depois de 30 anos, de qualquer forma já se trata do SUV mais longevo da história do país.



                                            7 VOLKSWAGEN PARATI (1982-2012) 30 ANOS 
                                            
 

A Fiat Palio Weekend pode ser a última perua fabricada no Brasil, a Chevrolet Suprema pode ser maior perua fabricada no Brasil e a Marea Weekend Turbo pode ser a perua mais potente fabricada no Brasil, mas a perua mais longeva do Brasil é justamente a Volkswagen Parati, ela foi lançada em Julho de 1982, na carroceria duas portas, câmbio manual de quatro marchas e o motor era o MD 250 1500 á gasolina com 11.6KGFM a 3600RPM e 78CV a 6100RPM e o 1500 á álcool com 12.3KGFM a 3000RPM e 78CV a 6100RPM, lembrando que são valores brutos e no caso o desempate sobre a Veraneio veio pelo três meses de vida a mais da perua da Volkswagen.

                                                       
A Parati chegava ao mercado com motores 1.5 a gasolina e a álcool ambos de 78CV brutos, mais tarde recebe o 1.6 de 96CV na gasolina e 98CV na versão á álcool, depois o 1.6 tem valores líquidos e passava a gerar 76CV na versão a gasolina e 81CV na versão a álcool e mais tarde esse 1.6 evolui para 80CV na versão a gasolina e 85CV na versão á álcool.


Ela chegava nas versões S e LS e tinha a dianteira do Voyage da época. Em Outubro de 1982 na linha 1983 o motor 1.5 é trocado pelo 1.6 ou MD 260 1600 no caso "AP 1600 de biela curta" na versão á gasolina gerava 13.3KGFM a 3000RPM e 96CV a 6100RPM e na versão á álcool gerava 13.3KGFM a 3000RPM e 98CV a 5800RPM, em março de 1983 a potência era revelada em valores líquidos, como é hoje, no caso do 1.6 á gasolina gerava 11.8KGFM a 2600RPM e 76CV a 5200RPM e o 1.6 á álcool agora gerava 12.8KGFM a 2800RPM e 81CV a 5200RPM, em outubro de 1983 na linha 1984 nada muda e a Parati seguiu sem grandes mudanças  até Abril de 1985 quando ganhava o câmbio manual de cinco marchas. Em Outubro de 1985 na linha 1986 quando motor 1600 passou por alterações como bielas mais longas e novo diâmetro x curso padronizado aos alemães e passou se chamar AP 600 1.6 na versão á gasolina gerava 12.7KGFM a 2600RPM e 80CV a 5600RPM e na versão á álcool gerava 13KGFM a 3000RPM e 85CV a 5600RPM e ganhava mais uma versão de acabamento mais luxuosa: GLS. Em Outubro de 1986 na linha 1987 nada muda, em Fevereiro de 1987 ela ganhava nova grade dianteira, faróis , para-choques e novas lanternas, a versão GLS dava adeus, só ficava a CL e a GL, já o motor AP 600 1.6 á gasolina não mudava, já o AP 600 1.6 á álcool agora gerava 13KGFM a 2600RPM e 90CV a 5600RPM. 

                                                            
A Parati ganhava nova dianteira e o motor 1.6 a álcool vai a 90CV, mais tarde o 1.8 de 90CV na versão a gasolina e 96CV na versão álcool e um "novo" 1.6 mas de origem Ford com 76CV na versão á gasolina e 73CV na versão á álcool.

Em Outubro de 1987 na linha 1988 nada muda, em Agosto de 1988 chegava a versão GLS e a reboque o motor AP 800 1.8 que na versão á gasolina gerava 14.2KGFM a 3000RPM e 90CV a 5200RPM e na versão á álcool gerava 15.2KGFM a 3000RPM e 96CV a 5200RPM. Em Outubro de 1988 nada muda na linha 1989 e em Outubro de 1989 na linha 1990 com a Autolatina, o motor AP 600 dá lugar ao Sierra/Cléon/CHT/AE 1600 que na versão á gasolina gerava 13.3KGFM a 2600RPM e 76CV a 5200RPM e a versão á álcool com 12.9KGFM a 3000RPM e 73CV a 5000RPM na versão CL, as versões CL(opcional é claro) e GL também recebem o motor AP 1800 da versão GLS, agora gerando na versão á gasolina 14.3KGFM a 3800RPM e 92CV a 5600RPM e na versão a álcool agora gerava 16.5KGFM a 3200RPM e 99CV a 5400RPM(que na verdade eram 105CV). Em Outubro de 1990 na linha 1991 a Parati ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques, além disso as versões CL,GL e GLS continuavam, a CL mantinha o 1.6 de origem Ford/Renault, a CL e GL mantinham o AP 1800 convencional e a GLS ganhava o comando de válvulas do Gol GTS e com isso na versão á gasolina agora gerava 15.6KGFM a 2600RPM e 97CV a 5600RPM e na versão á álcool gerava 16.5KGFM a 3200RPM e "99CV" a 5600RPM(na verdade tinha 110CV a 5600RPM.

                                                             
Nova grade dianteira e faróis, a versão GLS ganha o comando de válvulas do Gol GTS e passava a gerar 97CV na versão a gasolina e "99CV" na versão á álcool(tinha 110CV), depois no ano seguinte catalizadores, o 1.6 de origem Ford/Renault passa a 72CV na versão a gasolina e 73CV na versão á álcool, o 1.8 convencional da CL e GL passava a gerar 86CV na versão a gasolina e o 1.8 á álcool passava a gerar 95CV, o 1.8 a gasolina da GLS passava a gerar 91CV e o 1.8 á álcool da GLS agora gerava 99CV "reais" e mais tarde o 1.6 de origem Volkswagen voltava a perua com 80CV na versão a gasolina e 90CV na versão a álcool.

Em Outubro de 1991 na linha 1992 toda a linha recebe catalizador, o 1.6 á álcool mantinha os números de torque e potência, o AE 1600 á gasolina agora gerava 12.8KGFM a 3200RPM e 72CV a 5600RPM, o AP 1800 á gasolina agora gerava 14KGFM a 3000RPM e 86CV a 5600RPM, o AP 1800 á álcool gerava 15KGFM a 3000RPM e 95CV a 5600RPM e para a GLS o AP 1800 S á gasolina gerava 15.5KGFM a 3400RPM e 91CV a 5600RPM e o AP 1800 S á álcool passava a gerar 16KGFM a 3400RPM e 99CV a 5600RPM, agora eram "99CV" reais e a Parati GLS desde a linha 1991 era basicamente um "Gol GTS em carroceria perua". Em Julho de 1993 o AP 1600 volta a Parati, nas versões á gasolina com 80CV e na versão á álcool com 90CV, Em Outubro de 1993 na linha 1994 o CHT/AE 1600 dá adeus e o AP 1600 assume o posto de motor de entrada. Em Outubro de 1994 na linha 1995 sem grandes mudanças, afinal a grande mudança viria no ano seguinte. 

A CHEGADA DA SEGUNDA GERAÇÃO se dá em Outubro de 1995 na linha 1996 é o modelo conhecido como "Bolinha", ela chegava ao mercado nas versões CLi, GLi e GLSi,  ela continuava com três opções de motores e todas da família AP, mas agora eram todos injetados e de uma maneira diferente, no caso da CLi, o motor era o AP 1600 de injeção eletrônica monoponto que na versão á gasolina gerava 11.5KGFM a 3000RPM e 76CV a 5600RPM, a versão á álcool gerava 12.7KGFM a 3200RPM e 86CV a 5600RPM, nas versões CLi(opcional é claro) e GLi o motor era o AP 1800 dotado de injeção eletrônica monoponto na versão á gasolina ele gerava 14.3KGFM a 3500RPM e 91CV a 5600RPM e na versão á álcool gerava 15.4KGFM a 3500RPM e 97CV a 5600RPM e por último para a GLSi 2000 ela ganhava a opção do motor AP 2000 pela primeira vez dotado de injeção eletrônica multiponto na versão á gasolina gerava 17.3KGFM a 3000RPM e 109CV a 5250RPM e na versão á álcool gerava 18.5KGFM a 3000RPM e 115CV a 5250RPM e a perua estreou de início com duas portas e sempre câmbio manual de cinco marchas. 

                                                       
A segunda geração apelidada de "bolinha" chegava ao mercado agora com injeção eletrônica para toda a linha no caso o 1.6 de 76CV na versão a gasolina e 86CV na versão á álcool, 1.8 de 91CV na versão á gasolina, 1.8 a álcool de 97CV lembrando que esses são injeção monoponto e pela primeira vez ela recebe o 2 litros já com injeção multiponto de 109CV na versão a gasolina e 115CV na versão a álcool, mais tarde injeção multiponto no motor 1.6 na versão a gasolina com 88CV, o 1.6 á álcool com 98CV, 1.8 a gasolina de 98CV e o 1.8 a álcool de 103CV e por fim o 1 litro 16V de 69CV 

Em Outubro de 1996 na linha 1997 a Parati ganhava três novidades, a primeira era a injeção multiponto para os motores AP 1600 e 1800, no caso do AP 1600 á gasolina ele agora gerava 13.7KGFM a 3000RPM e 88CV a 5500RPM, a versão á álcool do AP 1600 agora gerava 14.5KGFM a 3000RPM e 98CV a 5500RPM, o AP 1800 á gasolina agora gerava 15.5KGFM a 3000RPM e 98CV a 5500RPM e o AP 1800 á álcool agora gerava 16KGFM a 3000RPM e 103CV a 5500RPM e as versões agora eram CL 1.6 Mi, CL 1.8 Mi e GL 1.8 Mi, a GLSi era a única que se mantinha inalterada o nome e estreava a versão GTi 2000 16V que trazia o EA 827/EA 113 de bloco alto, biela longa, duplo comando de válvulas no cabeçote, cabeçote de 16 válvulas  com fluxo cruzado e é claro injeção multiponto e com isso gerava 17.9KGFM a 4500RPM e 145CV a 6250RPM e para aguentar o torque maior, o câmbio manual de cinco marchas passou a ser do Audi A4 nessa versão e de quebra o custo de manutenção mais alto.

                                                            
A Parati GTi 2000 16V de 145CV 

Em Setembro de 1997 inaugurando a linha 1998 chegava a opção 1.nada 16V, com o motor EA 111 1 litro 16V na época chamado de AT 1000 16V com bloco de ferro, cabeçote de alumínio e duplo comando de válvulas no cabeçote acionado por correia dentada que gerava 9.4KGFM a 4500RPM e 69CV a 5750RPM, em Outubro de 1997 na linha 1998 a Parati ganhava a opção das quatro portas para todas as versões com exceção da GTi 2000 16V que só ficou com duas portas e de início até a 1000 16V podia ter quatro portas, assim como a CL 1.6 Mi, CL 1.8 Mi, GL 1.8 Mi e a GLSi virava GLS 2.0Mi. 

                                                            
A Parati ganha quatro portas e com os motores 1 litro 16V de 69CV, 1.6 de 88CV, 1.6 á álcool de 98CV, 1.8 a gasolina de 98CV, 1.8 a álcool de 103CV, 2 litros de 109CV, 2 litros á álcool de 115CV e mais tarde era o 1.6 a gasolina passar a 92CV, 1.6 a álcool passar a 99CV, 1.8 a gasolina também a 99CV e o 2 litros a 111CV e ganhava a opção do GTI 2000 16V de 146CV para as quatro portas e o 1.8 e 2 litros á álcool dão adeus.

Em maio de 1998 chegava a linha 1999, a opção da carroceria duas portas dá adeus e com ela GTi 2000 16V que dá um até breve, a versão 1000 16V é mantida, assim como a CL 1.6 Mi, CL 1.8 Mi, GL 1.8 Mi e GLS 2.0Mi, mas as opções AP 1800 e AP 2000 á álcool dão adeus, o 1.nada 16V sem mudanças, o AP 1600 á gasolina agora gerava 92CV a 5600RPM, o AP 1600 á álcool gerava 99CV a 5600RPM assim com o AP 1800 á gasolina e o AP 2000 agora gerava 111CV a 5250RPM e mantendo o torque. Em Outubro de 1998 na linha 1999 a versão GTI retornava com quatro portas e o motor AP 2000 16V que na verdade é um EA827/EA113 agora gerava 146CV e mantinha o torque a linha 1999 da perua era completada. 

m maio de 1999 na linha 2000 chegava o modelo que ficou conhecido como geração III que é um facelift do "Bolinha", agora as versões eram denominadas pelo motor: 1.nada 16V, 1.6, 1.8,2.nada e apenas o GTi era denominado e o motor era o 2 litros 16V e todos sem alterações. inclusive o AP 1600 á álcool. 

                                                            
No facelift que acabou sendo chamado de geração III só a GTI manteve a demominação e o motor 2 litros 16V com 146CV.


Aqui as outras versões da Parati todas denominadas pelo motor, no caso da 16V era o 1 litro 16V de 69CV, 1.6 a gasolina de 92CV, 1.6 a álcool de 99CV, 1.8 de 99CV e 2 litros de 111CV e mais tarde o 1 litro 16V passava a 76CV e o 1.6 a gasolina também sai de cena e mais tarde o 1.6 á álcool também.

Em Julho de 2000 era vez da versão 1 litro 16V Turbo que recebeu bloco reforçado, bielas e pistões forjados no motor EA 111 1 litro 16V e comando de válvulas variável, mas infelizmente o comando variável gastava óleo demais e com isso se pagou o preço na manutenção e até hoje esse modelo é conhecido como "bomba", mas voltando ao motor graças ao caracol ele gerava 15.8KGFM a 2000RPM e 112CV 5500RPM, ao menos será a única perua brasileira com motor 1 litro turbo, hoje muito vigente, lógico que três cilindros é claro, a Parati tinha quatro. 

                                                     
A Parati 1 litro 16V Turbo chegava ao mercado com 112CV é a nossa perua 1 litro para sempre.

Em Outubro de 2000 a linha 2001 é lançada e com ela o adeus do AP 1600 á gasolina e do GTi 2.nada 16V. Em Setembro de 2001 na linha 2002 a Parati inaugura a linha 2002 com o EA 111 1 litro 16V de comando de válvulas roletado  e inclusive até bloco reforçado do turbo e com isso passou a gerar 9.7KGFM a 4500RPM e 76CV a 6000RPM e em outubro de 2001 o motor AP 1600 á álcool dá adeus. Em Outubro de 2002 a Parati recebe nova grade dianteira, para-choques, nova tampa traseira e lanternas, já nos motores o AP 1600 á gasolina de 92CV e o 1600 á álcool voltam ao catálogo, o 1 litro 16V dura pouco tempo sai cena já em Dezembro de 2002.

                                                        
A Parati recebe nova grade dianteira, faróis, lanternas e nova tampa do porta-malas nos motores o 1 litro 16V de 76CV, o 1.6 a gasolina de 92CV voltava, o 1.6 a álcool de 99CV também, o 1.8 de 99CV, 1 litro 16V Turbo  e o 2 litros de 111CV e esse 1 litro 16V durava pouco tempo e mais tarde recebia o 1.6 Total Flex de 97CV com gasolina e 99CV com álcool e o 1.8 Total Flex de 103CV com gasolina e 106CV com álcool.

Em Março de 2003 chega a versão Crossover com suspensão elevada e com duas opções de motor: o 1 litro 16V Turbo e o AP 2000 

                                                    
A Parati Crossover com suspensão elevada e motores 1 litro 16V Turbo e o 2 litros 

Em Junho a Parati recebe o motor AP 1600 Total Flex que gerava 14KGFM a 3000RPM e 97CV a 5600RPM com gasolina e com álcool gerava 14.3KGFM e 99CV nas mesmas rotações. Em Outubro de 2003 na linha 2004 nada muda. Em Agosto de 2004 na linha 2005 a Parati perde o motor 1.nada 16V Turbo e também os AP 1600 á gasolina e o AP 1600 a álcool, só ficando o AP 1600 Total Flex, AP 1800 e AP 2000. Em Março de 2005 chegava o AP 1800 Total Flex que gerava 15.5KGFM a 3000RPM e 103CV a 5500RPM e com álcool passava a gerar 16KGFM e 106CV nas mesmas rotações. Em Outubro chegou a vez da conhecida geração IV que na verdade é mais um facelift sobre a bolinha com nova grade dianteira, faróis, para-choques e no caso novo layout das lanternas, ela perdia o motor AP 2000 e mantinha os AP 1600 e 1800 ambos Total Flex. 

                                                             
A Parati recebe sua última atualização visual em 2005 na linha 2006 no caso os motores eram o 1.6 Total Flex de 97CV com gasolina e 99CV com álcool e o 1.8 Total Flex de 103CV com gasolina e 106CV com álcool, mais tarde o 1.8 dá adeus e o 1.6 passa ser único, mas com 101CV com gasolina e 103CV com álcool.

Em Fevereiro de 2006 chegava a Parati Track&Field que era o modelo de abertura da parte sobre a Parati, Em setembro de 2007 na linha 2008 nada muda, em Agosto de 2008 na linha 2009 a versão Track&Field virava Surf e lógico na época se especulou que poderia vir uma nova Parati baseada na terceira geração do Gol(conhecida como G5) e ela não chegou. Em agosto de 2009 na linha 2010 o motor AP 1800 Total Flex dá adeus a Parati e o AP 1600 Total Flex ganha alterações para gerar 15KGFM a 3000RPM e 101CV a 5750RPM e com álcool vai a 15.5KGFM sem alterações e seguiu sem alterações até o seu adeus e com isso em Setembro de 2012 ela dá adeus ao mercado com ela o AP de cabeçote de fluxo unilateral. A Volkswagen apostou na SpaceFox lançada seis anos antes, mas acabou saindo de cena em 2019 para dar lugar de vez ao T-Cross que é um utilitário esportivo e a categoria é sucesso de vendas hoje em dia.


                                                7 FIAT UNO (1984-2021) 37 ANOS 
                                                

O Fiat Uno foi lançado em Agosto de 1984 de início na carroceria duas portas, câmbio manual de quatro ou de cinco marchas, três opções de motores, a primeira era o Fiasa 1050 com bloco de ferro, cabeçote de alumínio, comando de válvulas simples no cabeçote acionado por correia dentada á gasolina que gerava 7.8KGFM a 3200RPM e 50CV a 5600RPM e o câmbio era sempre de quatro marchas, o Fiasa 1300 de mesma concepção do 1050 á gasolina que gerava 9KGFM a 2600RPM e 58CV a 5600RPM e o Fiasa 1300 á álcool que gerava 10KGFM a 2600RPM e 60CV a 5600RPM e todos com carburador de corpo simples e nas versões S e CS.

                                                 

E ele já foi lançado como linha 1985, dois meses depois era vez da versão SX que trazia carburador de corpo duplo nos motores Fiasa 1300 e com isso o Fiasa 1300 á gasolina agora gerava 10.6KGFM a 3000RPM e 71CV a 5600RPM e o Fiasa 1300 á álcool gerava os mesmo 10.6KGFM a 3000RPM só que 70CV a 5600RPM, sim o modelo á álcool era menos potente nesse caso.

                                                         
A versão SX chegava ao mercado com motor 1.3 de 71CV na versão a gasolina e 70CV na versão a álcool.

Em Outubro de 1985 na linha 1986 nada muda, em Outubro de 1986 na linha 1987 o SX dava lugar ao 1.5 R que tinha o motor Sevel/ACT(Alberim Came Testa em Italiano) 1500 importado da Argentina com bloco de ferro, cabeçote de alumínio, comando de válvulas simples no cabeçote acionado por correia dentada e no caso para o 1.5 R ele ficou mais bravo e apenas á álcool e com isso gerava 12.9KGFM a 3500RPM e 86CV a 6000RPM.

                                                      
O Uno 1.5 R chegava ao mercado com motor 1.5 á álcool de 86CV 

Em Outubro de 1987 na linha 1988 nada muda, em Outubro de 1988 na linha 1989 sem alterações e em Outubro de 1989 na linha 1990 o motor Fiasa 1050 e 1300 dão adeus e o Sevel 1500 também, os dois primeiros são substituídos pelo Fiasa 1500 de mesma concepção do 1300 e 1500, na versão á gasolina gerava 11.9KGFM a 2750RPM e 67CV a 4700RPM e na versão á álcool gerava 12.9KGFM a 2750RPM e 71CV a 4700RPM e o Uno 1.5 R virava Uno 1.6 R graças ao motor Sevel/ACT 1600 de mesma concepção do 1500, mas ele perdia o comando de válvulas mais bravo e na versão á gasolina gerava 13.2KGFM a 3250RPM e 84CV a 5600RPM e na versão á álcool gerava 13.7KGFM a 3250RPM e 88CV a 5600RPM, vale lembrar que o 1500 e 1600 ambos eram carburador de corpo duplo.

                                                         
O 1.6 R chegava ao mercado com motor 1.6 de 84CV na versão a gasolina e 88CV na versão a álcool e estreava o 1.5 nacional no caso o Fiasa 1500 a gasolina de 67CV e o 1.5 a álcool de 71CV 

Em agosto de 1990 como reação a nova lei do IPI, a Fiat inaugura a linha 1990 com o Uno Mille, que tinha inicialmente câmbio manual de quatro marchas e o motor Fiasa 1000 com carburador de corpo simples de mesma concepção dos 1300 e 1500 e apenas á gasolina e com isso gerava 7.4KGFM a 3000RPM e 48CV a 5700RPM e ele foi lançado em agosto de 1990.

                                                     
O Uno Mille chegava com motor 1 litro de 48CV e mais tarde passava a 47CV 

E as versões S,CS e R recebem novo visual com nova grade dianteira, faróis e para-choques, mas sem mudanças mecânicas. Em março de 1991 chegava importado da Argentina o Uno CSL quatro portas, com câmbio manual de cinco marchas e o motor Sevel/ACT 1600 apenas á gasolina de 80CV. 

                                                     
O Uno CSL de quatro portas chegava ao mercado com motor 1.6 de 80CV e lógico a nova dianteira que só o Mille não tinha e para o resto da linha catalizador com isso o 1.5 agora a gasolina gerava 61CV, o 1.5 a álcool gerava 67CV, o 1.6 a gasolina gerava 80CV, o 1.6 a álcool gerava 86CV e mais tarde o 1.5 de injeção monoponto e 67CV a gasolina e 73CV no 1.5 de injeção monoponto a alcool.

Em Outubro de 1991 na linha 1992 os Fiat ganhavam catalizador, no caso do Uno Mille agora gerava 47CV e mantinha os outros números, já o Fiasa 1500 á gasolina das versões S e CS passava a gerar 11KGFM a 3000RPM e 61CV a 5500RPM, o Fiasa 1500 á álcool também das versões S e CS passava a gerar 12KGFM a 3000RPM e 67CV a 5500RPM, o 1600 do Uno CSL já tinha catalizador, mas o 1.6 R não e com isso na versão á gasolina passava a gerar 13KGFM a 3000RPM e 80CV a 5500RPM e na versão á álcool gerava 13.8KGFM a 3800RPM e 86CV a 5600RPM e para os S e CS estreava o Fiasa 1500 de injeção monoponto á gasolina que gerava 12KGFM a 3000RPM e 67CV a 5500RPM. Em Outubro de 1992 na linha 1993 chegavam três novidades, a primeira era o Uno Mille Eletronic que ganhava ignição eletrônica no motor Fiasa 1000 de quebra carburador de corpo duplo e com isso passava a gerar 8KGFM a 3250RPM e 56CV a 6000RPM e ganhava a opção das quatro portas, a segunda novidade era o Fiasa 1500 de injeção monoponto á álcool que gerava 13KGFM a 3000RPM e 73CV a 5000RPM e por último para o Uno 1.6 R estreava a injeção multiponto no Sevel/ACT 1600 e com isso passou a gerar 13KGFM a 3500RPM e 92CV a 5750RPM. 

                                                               
O Uno Mille Eletronic com ignição eletrônica e carbuador de corpo duplo no 1 litro passando a 56CV 

O 1.6 R recebe injeção eletrônica e vira 1.6 mpi e vai a 92CV e somente a gasolina.

Só que o Uno Mille Eletronic viraria um pivô um escândalo de poluição, o modelo entregue aos testes do Ibama foi alterado para cumprir a legislação e o modelo entregue as ruas poluia mais e o resultado: uma multa gigantesca que a Fiat  teve que pagar. Em Outubro de 1993 na linha 1994 as versão CS passava a ser disponível com quatro portas também, só as versões Mille, S e R ficaram de fora. Em março de 1994 como resposta ao Corsa chegava o Uno Mille ELX com o visual dianteiro alinhado ao resto das versões, a Mille Eletronic entra no lugar da Mille e essa dá adeus ao mercado com o seu motor Fiasa 1000 carburador de corpo simples e 47CV.

                                                        
O Uno Mille ELX trazia o visual das versões superiores ao motor 1 litro e o Mille Eletronic entra no lugar do antigo Mille de 47CV que sai de cena.

Em abril de 1994 chegava o primeiro carro nacional turbo de fábrica era o Uno Turbo, o câmbio era manual de cinco marchas era novo, ganhou torre que no capô que ligava os amortecedores dianteiros, o estepe que era no capô, foi para o porta-malas, os freios vieram do Tempra discos ventilados na dianteira e tambores na traseira e o motor era o ACT 1400 Turbo de injeção multiponto importado da Itália, lógico á gasolina, era parente italiano dos Sevel 1600 e 1500 inclusive a mesma concepção desses só que com acréscimo de turbo, intercooler e lógico injeção multiponto e com isso passou a gerar 17KGFM a 3500RPM e 116CV a 6000RPM.

                                                        
Primeiro carro turbo fabricado no país chega ao mercado: Uno Turbo com motor 1.4 de 116CV o motor era importado da Itália e o estepe foi para o porta-malas.

Para se ter uma ideia no lançamento a "Botinha ortopédica atômica" deixou Volkswagen Gol GTi 2000(ainda de primeira geração), Escort XR3 e Kadett GSi para trás, mais tarde o Gol bolinha recebia o 2000 16V e chegava o Corsa GSi. Em Outubro de 1994 na linha 1995 além de manter Mille Eletronic, Mille ELX e Turbo, é claro as versões S e CS, a versão CSL e 1.6 R mpi são substituídas pela 1.6mpi que tinha carroceria de duas e quatro portas e o motor do antigo 1.6 R mpi. Em agosto de 1995 como novidade da linha 1996 chegava o Uno Mille EP com o motor Fiasa 1000 dotado de injeção eletrônica monoponto e com isso passou a gerar 8.2KGFM a 58CV a 6000RPM e o adeus do Fiasa 1500 com carburador, em Fevereiro de 1996 o Uno Mille Eletronic é substituído pelo i.e que herdava o motor Fiasa 1000 de injeção eletrônica do EP e era o último Uno com carburador, em Abril de 1996 para abrir espaço ao Palio sai de cena as versões S,CS, 1.6 mpi e Turbo, só ficando a Mille e Mille EP e lógico o motor Fiasa 1000 de injeção monoponto. Em Outubro de 1996 na linha 1997 o Uno Mille ficava disponível em apenas uma versão: a SX e o motor era herdado do EP. 

                                                       
O Uno Mille SX com motor 1 litro agora de injeção moponto e 58CV, mais tarde o 1 litro de injeção multiponto a álcool de 61CV só que ele já se chamava EX.

E parecia que o fim estava próximo, mas não o Uno vendia também que ganhou uma nova geração anos mais tarde. Em Outubro de 1997 na linha 1998 chegava a versão Mille EX. Em Outubro de 1998 na linha 1999 só a EX ficava e além do Fiasa 1000 de injeção monoponto á gasolina estreava o Fiasa 1000 de injeção multiponto á álcool que gerava 8.6KGFM a 3000RPM e 61CV a 6000RPM. Em Outubro de 1999 na linha 2000 ele não tinha alterações. Em Julho de 2000 na linha 2001 ele ganhava nova grade dianteira e passa a se chamar Smart e o motor Fiasa 1000 de injeção monoponto á gasolina agora gerava 57CV, já o 1000 de injeçao multiponto á álcool era mantido nos 61CV.

                                                             
Ele recebia nova grade dianteira e o motor 1 litro passava a 57CV no modelo a gasolina que tinha injeção monoponto e 1 litro de 61CV á álcool esse de injeçãõ multiponto e mais tarde o novo 1 litro de 55CV e nova grade dianteira.

Em Julho de 2001 na linha 2002 ele trocava o motor Fiasa 1000 i.e á gasolina e o 1000 mpi á álcool pelo Fire 1 litro com bloco de ferro, cabeçote de alumínio, comando de válvulas simples no cabeçote acionado por correia dentada e á gasolina que gerava 8.5KGFM a 2500RPM e 55CV a 5500RPM e claro o então novo símbolo redondo da Fiat. Em Outubro de 2002 na linha 2003 nada muda. Em Outubro de 2003 na linha 2004 sem alterações. Em Maio de 2004 o Uno Mille ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques e novas lanternas, mas o motor continuava o Fire 1.nada de 55CV.

                                                        
O Uno recebe nova grade dianteira, faróis e para-choques, no motor o Fire 1 litro de 55CV mais tarde nova grade dianteira e virava Flex passava a gerar 65CV com gasolina e 66CV com álcool.

Em Abril de 2005 como linha 2006 o Uno Mille recebe o motor Fire 1 litro Flex que agora gerava 9.1KGFM a 3000RPM e 65CV a 6000RPM com gasolina e com álcool vai a 9.2KGFM e 66CV nas mesmas rotações como era mais leve, ele andava melhor que muito 1.nada mais potente, só que bem mais pesado. Seguiu sem alterações grandes até Outubro de 2008 na linha 2009 quando lançou o Uno Mille Economy e sua versão fora de estrada-leve Way, o câmbio teve relações mais longas para melhor consumo e o motor Fire 1 litro ficou sem alterações, mantendo os números de potência e torque, no visual novos para-choques, novo símbolo da marca de então e grade dianteira.

                                                        
Nova grade dianteira e versão Way com suspensão elevada, a versão da foto é a Economy e o motor 1 litro de 65CV com gasolina e 66CV com álcool é mantido.


Em Outubro de 2009 na linha 2010 nada muda. 

A CHEGADA DA SEGUNDA GERAÇÃO se dá em Abril de 2010 como linha 2011 agora na plataforma 327/MP0/Economy , nos primeiros anos vendeu bem, ele vinha nas versões Vivace, Attractive e Way, sempre com câmbio manual de cinco marchas e duas opções de motores: o Fire EVO 1 litro que agora gerava 9.5KGFM a 3850RPM e 73CV a 6250RPM com gasolina e com álcool vai a 9.9KGFM e 75CV nas mesmas rotações e o Fire 1.4 Evo que gerava 12.4KGFM a 3500RPM e 85CV a 5750RPM e com álcool vai a 12.7KGFM e 88CV nas mesmas rotações, o Vivace vinha apenas no motor 1.nada, a Attractive no motor 1.4 e a Way era a única que podia vir com os dois motores. 

                                                        
O Uno Way chegava ao mercado com motores 1 litro de 73CV com gasolina e 76CV com álcool e o 1.4 de 85CV com gasolina e 88CV com álcool.

Aqui o Attractive que vinha apenas com o 1.4 e o Vivace vinha com o 1 litro.

Em Outubro de 2010 na linha 2011 era vez do Uno Mille e sem alterações. Em Fevereiro de 2011 na linha 2012 chegava a carroceria duas portas e a opção de acabamento Sporting que podia vir com duas e quatro portas, essa última tinha câmbio mais curto e suspensão com acerto mais esportivo e lógico o motor Fire 1.4 Evo do Way e do Attractive, aliás as duas portas passaram a equipar do Vivace ao aventureiro Way e em agosto chegava a versão Economy 1.4

                                                         
A Opção duas portas chegava ao mercado e junto com ela a versão Sporting e o mesmo motor 1.4 das demais versões.

Em Outubro de 2011 na linha 2012 nada muda no Uno Mille, afinal esse modelo caminhava para o adeus. Em Junho de 2012 chegava a linha 2013 a versão Attractive dava adeus, a opção da carroceria duas portas só ficava restrita ao Vivace que recebia para-choques na cor do veículo e o motor 1.4 seguia nas versões Economy e Sporting. Em Outubro de 2012 na linha 2013 o Uno Mille entrava no seu último ano de produção.  Em dezembro de 2013 na linha 2014 nada mudava no Uno de carroceria nova, mas o Uno Mille que era o modelo antigo dava o seu adeus com a série especial Grazzie Mille de 2000 unidades e esse acabou sendo substituído pelo Palio Fire temporariamente até a chegada do Mobi. Em Agosto de 2014 na linha 2015 o Uno ganhava um facelift com nova grade dianteira, para-choques e mudanças no layout da lanterna, a Vivace mantinha o visual antigo e as carrocerias duas e quatro portas, a versão Evolution com motor 1.4 estreava, assim como voltava a Attractive dessa vez com motor 1.nada, a Sporting e a Way, nos motores o Fire 1 litro EVO e Fire 1.4 EVO continuavam, mas esse último ganhava Start&Stop como opcional e para as versões 1.4 ele passava ter a opção do câmbio manual-automatizado dualogic de cinco marchas, além do manual de cinco marchas, o plano da Fiat era o Uno ocupar do lugar do Palio, enquanto os então futuros Mobi e Argo, ocupariam o lugar de Uno Mille e Punto respectivamente. 

                                                      
A primeira geração do Uno se despede do mercado com a versão Grazzie Mille.
O Uno recebe nova grade dianteira, sistema start&stop e os motores 1 litro de 73CV com gasolina e 75CV com álcool e o 1.4 de 85CV com gasolina e 88CV com álcool são mantidos.

Em Outubro de 2015 na linha 2016 nada muda. Em Agosto de 2016 na linha 2017 o Uno ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques e junto com ela mudanças mecânicas, a versão Vivace dava adeus, agora estava disponível nas versões Attractive, Sporting e Way, podia vir com duas opções de câmbio: manual ou manual-automatizado dualogic ambos de cinco marchas e duas opções de motores, ambas novinhas em folha era o novo GSE Firefly  três cilindros 1 litro com bloco e cabeçote de alumínio, comando de válvulas simples e variável no cabeçote acionado por corrente metálica que gerava 10.4KGFM a 3250RPM e 72CV a 6000RPM e com álcool vai a 10.9KGFM e 77CV e a segunda opção era o 1.3 dessa mesma família de mesma concepção com quatro cilindros era o 1 litro com um cilindro a mais e com isso gerava 13.7KGFM a 3500RPM e 101CV a 6250RPM e com álcool vai a 14.2KGFM e 109CV nas mesmas rotações, o 1.nada estava disponível na Attractive, o 1.3 para o Sportting e o Way era o único que podia vir com os dois motores e o dualogic podia vir no motor maior.

                                                        
O Uno Way com suspensão elevada e agora os motores eram o três cilindros 1 litro  de 72CV com gasolina e 77CV com álcool e o 1.3 de 101CV e 109CV com álcool 

Aqui na Attractive que vinha apenas com o  três cilindros 1 litro e a Sporting vinha agora apenas com o 1.3 e mais tarde ele volta ao antigo 1 litro de 73CV com gasolina e 75CV com álcool 

Em Julho de 2017 como linha 2018 o Uno perdia as versões Sporting e Way e mantinha a Attractive e estreava a Drive, mas perdia o câmbio manual-automatizado dualogic junto com o motor maior e teve um retrocesso: o motor GSE Firefly três cilindros 1 litro dá lugar ao Fire 1 litro EVO de 73CV com gasolina e 75CV com álcool, mas vários clientes pediram pela versão Way e ela voltava em Outubro com motor Fire 1 litro EVO e o GSE Firefly 1.3 e com isso voltava a ter a opção do câmbio manual-automatizado dualogic. Em Outubro de 2018 na linha 2019 a versão Drive dá adeus. Em Outubro de 2019 na linha 2020 é vez do câmbio manual-automatizado dualogic dar adeus ao Uno. Em Outubro de 2020 na linha 2021 sem alterações, em Abril de 2021 ele perde a versão Way e junto com ela o motor GSE Firefly 1.3 era o começo do fim e em Dezembro de 2021 o Uno deu tchau ao mercado brasileiro depois de 37 anos com a série Ciao com 250 unidades e o Uno teve ao longo da carreira mais de 4.3 milhões de unidades produzidas é o segundo carro nacional mais vendido de todos os tempos e a foto que abre a parte do Uno da matéria é a série de despedida.



                                                       6 FORD F100/F1000 (1957-1998) 41 ANOS 
                                                    

A Ford não faz mais nada no Brasil, mas mesmo assim garantiu um dos carros mais longevos do país, no caso a Ford F-100/F-1000 só que lógico várias mudanças estruturais no decorrer do tempo e lógico aqui está F100/F1000 juntos por que a F1000 foi lançada como versão diesel da F100 da época. Em Outubro de 1957 na linha 1958 chegava a F-100 produzida no bairro Ipiranga na capital Paulista, apenas cabine simples, câmbio manual de três marchas no volante e o motor era o V8 272 de 4.5 litros da família Y com bloco e cabeçote de ferro, comando de válvulas no bloco acionado por varetas e carburador de corpo duplo que gerava 33.4KGFM a 2400RPM e 164CV a 4400RPM o motor de início vinha importado dos EUA. 

                                                     
A F100 chegava ao mercado com motor V8 272 de 4.5 litros e 164CV 

Em Outubro de 1958 na linha 1959 o motor V8 passa a ser fabricado na Fábrica do bairro Ipiranga e atendia também caminhões e a picape ficou sem mudanças até a chegada da segunda geração. 

 
A CHEGADA DA SEGUNDA GERAÇÃO se dá em Outubro de 1961 na linha 1962 com a caçamba ampliada, novo visual, embora mantenha a mesma base do modelo anterior, lógico que cabine simples, o câmbio continuava o mesmo, assim como motor V8 272 de 4.5 litros com 164CV.

                                                          
A F100 ganhava uma nova geração e o motor V8 272 de 4.5 litros era mantido. 

Em Outubro de 1962 na linha 1963 era vez da cabine dupla com carroceria de três portas. 

                                                    
A Cabine dupla de três portas chegava ao mercado 

A picape seguiu sem mudanças até Março de 1967 quando ganhou uma nova grade dianteira, faróis, a suspensão dianteira deixou de ser eixo rígido para ser Twin-I-Beam e lógico o motor V8 272 de 4.5 litros foi mantido e o fim da cabine dupla e foi até Março de 1971 sem alterações.

                                                 
Nova grade dianteira e novos faróis e também nova suspensão dianteira e o motor V8 272 de 4.5 litros era mantido.

A CHEGADA TERCEIRA GERAÇÃO  Essa foi a mais longeva, chegou em Março de 1971, de início câmbio manual de três marchas com alavanca na coluna e o motor era o V8 292 de 4.8 litros da mesma família Y e de mesma concepção, mas que gerava 37KGFM a 2400RPM e 190CV a 4000RPM. 

                                                                
A F100 chegava renovada ao mercado de início com o V8 292 de 4.8 litros de 190CV e mais tarde era vez do 2.3 de 99CV e o MWM Diesel 3.9 de 86CV e o seis cilindros 221 3.6 a álcool de 115CV.

A picape ficava sem alterações até Outubro de 1975 na linha 1976 quando ganhou a opção do Georgia/Lima OHC 2.3 com bloco e cabeçote de ferro e comando de válvulas no cabeçote que gerava 16.9KGFM a 3200RPM e 99CV a 5400RPM, o V8 continuava como opção mais potente, mas o câmbio manual de três marchas na alavanca dava lugar ao manual de quatro marchas com alavanca no assoalho. e ficaria sem alterações até Outubro de 1977 quando o V8 daria adeus para sempre a F100/F1000 e no ano seguinte chegava a F1000 que vinha com motor MWM Diesel 229 de 3.9 litros que gerava 26.3KGFM a 1600RPM e 86CV a 3600RPM, afinal a capacidade carga aumentava de 865KG para 1 tonelada e aí virava F1000 e segue sem mudanças até Março de 1980 quando chega a F100-A com motor Georgia/Lima OHC 2.3 á álcool que  gerava 17KGFM a 2800RPM e 91CV a 5000RPM, agora a potência era em valores líquidos, assim como era no diesel, mas de qualquer forma o motor tinha dificuldade de empurrar a picape e segue sem mudanças até Outubro de 1983 na linha 1984 quando o 2.3 á gasolina dá adeus da picape , ficou sem alterações de novo até Julho de 1985 como resposta a nova Série 20 da Chevrolet, chegava o seis cilindros Triftpower 221 de 3.6 litros á álcool importado da Argentina que gerava 25.9KGFM a 1600RPM e 115CV a 3600RPM era a F1000-A, sim na terra do Maradona rodava com gasolina, mas a engenharia brasileira fez rodar com á álcool. Em Outubro de 1985 na linha 1986 nova grade dianteira, com faróis retangulares dianteiros verticais e duplos e nos motores o 2.3 á álcool era mantido, assim como  seis cilindros 3.6 e o diesel 3.9 da MWM sem alterações. 

                                                          
Nova grade dianteira e farois, nos motores o 2.3 á álcool de 91CV, o seis cilindros 221 3.6 a álcool de 115CV e o diesel 3.9 MWM de 86CV e mais tarde o 3.6 a gasolina de 108CV.

Em Outubro de 1986 na linha 1987 ela ganhava novas lanternas que tinha três divisões, iguais a da picape Pampa e o motor 2.3 á álcool dava adeus e com ela a F100, agora a F1000 era um modelo independente de vez, nos motores o seis cilindros 221 3.6 á álcool era mantido e o 3.9 á diesel também esse último fabricado pela MWM e a picape segue sem alterações até Outubro de 1989 na linha 1990 quando ganhava o Triftpower 221 3.6 á gasolina que agora gerava 23.7KGFM a 1500RPM e 108CV a 4000RPM e no ano seguinte chegava a primeira picape turbo diesel de fábrica era a F1000 Turbo, o motor MWM 229 3.9 recebe um turbo, com o caracol agora gerava 37KGFM a 1600RPM e 116CV a 2800RPM, tinha faixa lateral escrita "F1000 Turbo" roda de liga-leve e lógico com ela chegava o câmbio manual de cinco marchas que foi estendido a toda a linha e o Triftpower 221 3.6 á álcool dava o seu adeus. 

                                                              
A F1000 Turbo chegava ao mercado o motor 3.9 Diesel MWM recebia o turbo e passava a gerar 116CV e o seis cilindros 221 3.6 a gasolina de 108CV era mantido, o motor a álcool saia de cena.

Em Outubro de 1991 na linha 1992 nada muda. 

A CHEGADA DA QUARTA GERAÇÃO se dá em Março de 1992 o modelo ganhava uma novo chassi, afinal desde 1988 era produzida na Argentina, então a picape passou a vir de lá, vinha nas versões cabine simples e estendida chamada de Regular Cab, câmbio manual de cinco marchas, três opções de motores, a primeira era o Triftpower seis cilindros 221 3.6 á gasolina herdado da geração antiga, a segunda opção era o MWM 229 3.9 á diesel aspirado que agora gerava 26.3KGFM a 1600RPM e 92CV a 3000RPM e a terceira opção era a versão turbo desse motor que gerava 37KGFM a 1600RPM e 122CV a 2800RPM e a capacidade de carga subia para 1080KG.

                                                       
A F1000 chegava ao mercado renovada com motores seis cilindros 3.6 de 108CV,  3.9 diesel MWM de 92CV e esse motor com turbo passando a 122CV, mais tarde chega o seis cilindros 300 4.9i de 149CV.

Aqui a F1000 cabine simples, com os mesmos motores da regular cab.

Em Outubro de 1992 na linha 1993 nada muda, em Outubro de 1993 na linha 1994 ela ganhava a opção da tração 4x4 com reduzida e seguiu sem alterações até Outubro de 1995 na linha 1996 quando motor seis cilindros 221 de 3.6 litros importado da Argentina, deixa de ser fabricado lá e a Ford decide importar o Triftpower 300 de 4.9 litros e injeção eletrônica multiponto dos EUA com 34.5KGFM a 2400RPM e 148CV a 3500RPM. A picape ficava sem alterações até Fevereiro de 1996 quando deixa de ser produzida em General Pacheco, Argentina e volta a ser produzida no bairro Ipiranga, Em Julho de 1996 ela ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques era a linha 1997 e agora a picape tinha três opções de motores, a primeira era o seis cilindros 4.9 de injeção eletrônica mantido, nos motores estreavam os novos Maxion-Rover 2.5 Turbo Diesel Intercooler era o motor fabricado pela Maxion e de projeto da inglesa Rover que gerava 26.5KGFM a 1500RPM e 115CV a 4000RPM era chamado de HSD(High Speed Diesel) e o MWM 229 3.9 Turbo Diesel passou por alterações para gerar 38KGFM a 1800RPM e 135CV a 3000RPM é o modelo da foto de abertura sobre esses modelos. Em Agosto de 1998 a F1000 ganha a série especial Lightning de despedida e com motor 4.9i de 148CV e aí o adeus da picape vem dois meses depois e a F-250 entra no seu lugar. 

                                                           
A F1000 voltava a ser produzida no Brasil ganhava nova grade dianteira, faróis e o motor seis cilindros 300 de 4.9 litros de injeção eletrônica importado dos EUA gerava 149CV e nos diesel estreava o Maxion-Rover 2.5 Turbo diesel de 115CV e o MWM 3.9 passou a 135CV.

Aqui cabine cabine simples, na série de despedida Lightning.






                                                   5 VOLKSWAGEN GOL (1980-2022) 42 ANOS 
                                                  

Em maio de 1980 chegava ao mercado o Volkswagen Gol, na carroceria hatch(sim, Voyage é sedã, Parati é perua e Saveiro é picape) de duas portas, câmbio manual de quatro marchas e o motor era o Volkswagen Boxer 1300 refrigerado a ar herdado do Fusca só que aqui graças a ignição eletrônica gerava 9.2KGFM a 2800RPM e 50CV a 4600RPM e o modelo acabou sendo um fracasso(sim, no início da carreira, o Gol acabou sendo um fracasso de vendas) e ganhou o apelido de "batedeira" ou "chaleira" dependendo da região do país, mas ainda assim não era o Gol mais odiado do país. 

                                                     
O Gol chegava ao mercado com motor 1300 refrigerado ar de 50CV, mais tarde o 1300 a álcool também de 50CV e depois o 1600 refrigerado ar de 66CV e o 1600 refrigerado a ar a álcool de 62CV, mais tarde o 1.6 tem os valores líquidos na potência: 53CV na versão a gasolina e 51CV na versão a álcool.

Apesar de ter sido um fracasso no início, a Volkswagen fez correções que levariam o modelo a liderança e hoje é o carro mais vendido da nossa história superando o Fusca e o Uno. ele havia chegado nas versões L e LS, o câmbio era manual de quatro marchas. Em Outubro de 1980 na linha 1981 o Gol ganhava a opção do Boxer 1300 refrigerado á ar a álcool que gerava 8.8KGFM a 3200RPM e 50CV a 4600RPM. Em Março de 1980 para salvar o modelo de um fracasso, a Volkswagen substitui o 1300 pelo 1600 Boxer refrigerado a ár na versão á gasolina ele gerava 12KGFM a 3600RPM e 66CV a 4600RPM e na versão a álcool gerava 11.7KGFM a 3600RPM e 62CV a 4600RPM. Em Outubro de 1981 na linha 1982 sem alterações e seguiu assim até Outubro de 1983 na linha 1984 quando o motor Boxer 1600 refrigerado á ar tem a potência revelada em valores líquidos e não mais brutos, com isso o 1600 Boxer á gasolina agora gerava 10.6KGHFM a 3000RPM e 53CV a 4400RPM e na versão a álcool gera 10.5KGFM a 3000RPM e 51CV a 4400RPM. Em Março de 1984 era vez do esportivo GT 1.8 chegar ao mercado, primeiro ela ganha aerofólio, dianteira de Parati/Voyage, o câmbio continuava manual de quatro marchas, mas a principal novidade era o motor 1.8 MD270 que era na verdade um "AP 1800 de biela curta" e sim nesse caso, a biela era curta mesmo e o comando de válvulas mais bravo do Golf GTi da época e apenas á álcool e com isso gerava 14.9KGFM a 3200RPM e 99CV a 5400RPM, mas a biela é tão curta que o modelo vibrava muito.

                                                       
O Esportivo GT chegava ao mercado com motor 1.8 a álcool de 99CV e mais tarde foi a 105CV reais.

Em Outubro de 1984 na linha 1985 as versões L e S do Gol recebem a dianteira de Voyage/Parati e junto com ela o motor MD 260 1.6 á gasolina que gerava 11.8KGFM a 2600RPM e 76CV a 5200RPM e a versão á álcool gerava 12.8KGFM a 2600RPM e 81CV a 5200RPM, a versão com motor refrigerador a ar ficava restrita a BX com o Boxer 1600 á gasolina de 53CV com gasolina e á álcool de 51CV e o estreante esportivo GT com motor 1.8 á álcool de 99CV.

                                                      
O Gol recebe a dianteira dos irmãos Parati e Voyage e junto com ela o motor 1.6 refrigerado a agua de 76CV na versão a gasolina e 81CV na versão a álcool, mais tarde o 1.6 a gasolina vai a 80CV e o 1.6 a álcool vai a 85CV.

Em Outubro de 1985 na linha 1986 a Volkswagen anuncia alterações nos motores, no caso novas bielas e no caso do 1.6 novo diâmetro x curso, o que deixa ele mais "girador" no caso do AP 600 1.6 á gasolina agora gerava 12.7KGFM a 2600RPM e 80CV a 5600RPM e o AP 600 1.6 á álcool gerava 13KGFM a 3000RPM e 85CV a 5600RPM e para o esportivo GT o AP 800 S 1.8 agora com nova biela mais longa, era um motor suave de funcionamento e tinha virado referência e apenas á álcool ele gerava 15.2KGFM a 3400RPM e "99CV" a 54000RPM, mas na verdade ele tinha 105CV "reais". Em Outubro de 1986 na linha 1987 o Gol com motor Boxer refrigerado a ar , o Gol BX dá adeus e na mesma época toda a linha ganha o câmbio manual de cinco marchas, inclusive o esportivo GT. Em Fevereiro de 1987 ele ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques e lanternas, as versões agora eram CL, GL e GTS, no caso dos motores o AP 600 1.6  á gasolina estava inalterado, o AP 1600 1.6  á álcool agora gerava 13KGFM a 2600RPM e 90CV a 5600RPM e para o GTS o AP 1800 S á álcool se mantinha nos "99CV" mas muitos especulavam gerar 110CV a 5600RPM e na mesma época era formada a Autolatina. 

                                                             
O Gol ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques e novas lanternas, aqui na foto a GTS e o motor 1.8 se mantém nos "99CV" mas se especula-se que tenha 110CV reais.

Aqui a versão "civil" do Gol no caso motor 1.6 a gasolina de 80CV e o 1.6 a álcool de 90CV e mais tarde era vez do 1.8 de 92CV na versão a gasolina e 105CV na versão a álcool e o 1.6 de origem Ford/Renault na versão a gasolina com 76CV e a versão á álcool com 73CV.

Em Outubro de 1987 na linha 1988 nada muda e ele fecha o ano de 1987 na liderança destronando o Monza ele ficaria líder de mercado por mais 26 anos, em Outubro de 1988 na linha 1989 chegava o primeiro carro nacional com injeção eletrônica era o Volkswagen Gol GTi 2000, que trazia injeção eletrônica multiponto no motor AP 2000 á gasolina e com isso gerava 18.3KGFM a 3200RPM e 120CV a 5600RPM. 

                                                      
O esportivo GTi chegava ao mercado com motor 2 litros de injeção eletrônica e 120CV.

Em Outubro de 1989 na linha 1990 era vez do Gol mais odiado, o CL 1.6 troca o motor AP 1600 pelo Sierra/Cléon/CHT/AE 1600 de origem Renault/Ford que na versão á gasolina gerava 13.3KGFM a 2600RPM e 76CV a 5200RPM e na versão a álcool que gerava 12.9KGFM a 3000RPM e 73CV a 5000RPM, a versão GL recebia o AP 1800 de comando de válvulas mais manso e estava disponível como opção no CL e gerava na versão á gasolina 14.3KGFM a 3800RPM e 92CV a 5800RPM e na versão á álcool gerava 16.5KGFM a 3200RPM e 99CV a 5400RPM(na verdade eram 105CV) e estreava o AP 1800 S á gasolina que gerava 15.6KGFM a 2600RPM e 97CV a 5600RPM esse para o Gol GTS que só tinha a opção á álcool. Em Outubro de 1990 na linha 1991 nova grade dianteira, faróis, para-choques e mudanças pequenas nas lanternas, mudanças nos emblemas, o câmbio continuava manual de cinco marchas e as versões continuavam CL, GL, GTS e GTi, os motores continuavam o AE 1600 á gasolina, AE 1600 á álcool, AP 1800 á gasolina, AP 1800 á álcool, AP 1800 S á gasolina, AP 1800 S á álcool e o AP 2000 de injeção eletrônica multiponto á gasolina e disponíveis assim: CL 1.6, CL 1.8, GL 1.8, GTS 1.8 e GTi 2000.

                                                      
O Gol ganhava nova grade dianteira e faróis conhecidos como "chinesinho" nos motores o 1.6 a gasolina de 76CV, 1.6 a álcool de 73CV, 1.8 a gasolina de 92CV, 1.8 á álcool de "99CV"(na verdade 105CV) e um ano depois esse motores recebiam catalizador o 1.6 a gasolina passava a 72CV, o 1.6 a álcool mantinha os 73CV, o 1.8 a gasolina passava 86CV, o 1.8 a álcool passava a 95CV e mais tarde o 1.6 de origem Volkswagen voltava: 80CV na versão a gasolina e 90CV na versão á álcool.

O esportivo GTS com motor 1.8 a gasolina de 97CV, 1.8 á álcool de "99CV"(na verdade 110CV) e um ano depois 91CV no 1.8 a gasolina e 99CV "reais" no 1.8 a álcool.

O Esportivo GTS também recebia novo visual e o motor 2 litros de injeção eletrônica de 120CV e um ano depois cai para 112CV.

Em Outubro de 1991 na linha 1992 ele ganhava catalizador e com isso o AE 1600 agora gerava 12.8KGFM a 3200RPM e 72CV a 5600RPM, o AE 1600 á álcool não perdia os números de torque e potência, o AP 1800 á gasolina 14KGFM a 3000RPM e 86CV a 5600RPM, o AP 1800 á álcool agora gerava 15KGFM a 3000RPM e 95CV a 5600RPM, o AP 1800 S á gasolina agora gerava 15.5KGFM a 3400RPM e 91CV a 5600RPM, o AP 1800 S á álcool agora gerava 16KGFM a 3400RPM e 99CV a 5600RPM, agora eram "99CV" reais e o AP 2000 de injeção eletrônica multiponto agora gerava 17.3KGFM a 2600RPM e 112CV a 5600RPM, o AP 2000i era exclusivo do GTi e o AP 1800S do esportivo GTS. Em Outubro de 1992 na linha 1993 como principal novidade o Gol ganhava uma versão mais barata era o 1000, sim simplesmente Gol 1000, o motor era o Sierra/Cléon/CHT/AE 1000 que gerava 7.3KGFM a 3500RPM e 50CV a 5800RPM, por incrível que pareça ele não era o mais odiado, por que era esse papel coube ao Gol CHT 1.6 afinal havia o AP 1600 antes e lógico o Gol 1000 CHT era bem econômico, então para muitos tudo certo.

                                                      
O Gol 1000 com motor 1 litro de 50CV 

Em Julho de 1993 o AP 1600 á gasolina de 80CV e o á álcool de 90CV voltam como opção. Em Outubro de 1993 na linha 1994 o AE 1600 dá lugar ao motor que ele substituiu quatro anos antes: o AP 1600 e em Outubro de 1994 a segunda geração do Gol chegava ao mercado.

A CHEGADA DA SEGUNDA GERAÇÃO se dá em Outubro de 1994 na linha 1995 era o modelo que foi apelidado de "Bolinha" por causa do formato arredondado, ele vinha nas versões 1000i Plus, CLi, GLi e GTi, câmbio manual de cinco marchas e nos motores Sierra/Cléon/CHT/AE 1000 de injeção eletrônica monoponto que gerava 7.3KGFM a 3500RPM e 50CV a 5800RPM, AP 1600 de injeção monoponto á gasolina que gerava 11.5KGFM a 3000RPM e 76CV a 5600RPM, o AP 1600 de injeção monoponto á álcool que gerava 12.7KGFM a 3200RPM e 86CV a 5600RPM, o AP 1800 de injeção eletrônica monoponto á gasolina que gerava 14.3KGFM a 3500RPM e 91CV a 5600RPM e o AP 1800 de injeção eletrônica monoponto á álcool que gerava 15.4KGFM a 3500RPM e 97CV a 5600RPM, o AP 2000 de injeção eletrônica multiponto á gasolina gerava 17.3KGFM a 3000RPM e 109CV a 5250RPM e o AP 2000 de injeção eletrônica multiponto á álcool que gerava 18.5KGFM a 3000RPM e 115CV a 5250RPM e ele estava disponível nas versões 1000i Plus, CLi 1.6, CLi 1.8, GLi 1.8 e GTi 2000, o Gol 1000 era o único que mantinha a carroceria quadrada. 

                                                         
A segunda geração do Gol chamada de "Bolinha" chegava ao mercado com motor 1 litro de 50CV, 1.6 a gasolina de 76CV, 1.6 a álcool de 86CV, 1.8 a gasolina de 91CV e 1.8 á álcool de 97CV todos com injeção monoponto, mais tarde o 1 litro de origem Ford é substituido pelo 1 litro de origem Volkswagen e injeção multiponto e 54CV, 1.6 a gasolina de injeção multiponto passava a 88CV, 1.6 a álcool passava a 98CV, o 1.8 a gasolina a 98CV e o 1.8 a álcool passava a 103CV e mais tarde o 1 litro 16V de 69CV.

O Esportivo GTI mantinha o 2 litros de injeção multiponto mas a potência caia para 109CV na versão a gasolina e ganhava a versão a álcool com 115CV 

Em Julho de 1995 era vez do Gol 1000 ganhar a injeção monoponto, mas se tornaria raro por que em Outubro de 1995 é lançada a linha 1996 com três novidades, a primeira era o Gol 1000i da carroceria bolinha que eliminava o Gol quadrado, a segunda era a versão TSi 1.8 que vinha com o mesmo motor AP 1800 tanto á álcool como gasolina e injeção monoponto do Gol GL e o GTi 2000 16V que trazia o EA113/EA 827 2 litros 16V era basicamente um "AP 2000 com bloco alto, cabeçote 16 válvulas, bielas longas e duplo comando de válvulas no cabeçote" e com isso gerava 17.8KGFM a 4800RPM e 141CV a 6250RPM e o câmbio manual de cinco marchas veio do Audi A4 para aguentar o torque mais alto e lógico no visual externo para caber o duplo comando ele tinha a bolha no capô(operação que também foi feita na Parati GTi 2000 16V que veio um ano depois). 

                                                             
O TSi chegava ao mercado no lugar do GTS e era apenas decoração visual e o motor 1.8 era o mesmo do GLi, depois veio a injeção multiponto no 1.8 e mais tarde o 2 litros do GTi.

O Esportivo GTI 2000 16V chegava ao mercado com motor 2 litros 16V de 141CV importado da Alemanha e mais tarde foi a 145CV 

Em Outubro de 1996 na linha 1997 mais alterações nos motores e nas versões, o 1000i virava 1000Mi e o 1000i Plus virava 1000Mi Plus, no caso a troca do motor AE 1600 de origem Ford/Renault pelo EA 111 litro  que estreava no mercado já com injeção eletrônica muliponto chamado de AT 1000 que gerava 8.5KGFM a 3250RPM e 54CV a 5400RPM, o AP 1600 recebia injeção eletrônica multiponto e agora gerava 13.7KGFM a 3000RPM e 88CV a 5500RPM, o AP 1600 á álcool também recebia injeção multiponto e passava gerar 14.5KGFM a 3000RPM e 98CV a 5500RPM, o AP 1800 á gasolina também recebia injeção eletrônica multiponto e passava a gerar 14.5KGFM a 3000RPM e 98CV a 5500RPM com gasolina e o AP 1800 á álcool gerava 16KGFM a 3000RPM e 103CV a 5500RPM, já o AP 2000 de 8 válvulas já tinha injeção multiponto e o AP 2000 16V que era importado da Alemanha também já tinha injeção multiponto só que agora gerava 17.9KGFM a 4800RPM e 145CV a 6250RPM e nas versões elas agora eram 1000Mi, 1000 Mi Plus, CL 1.6 Mi, CL 1.8 Mi, GL 1.8 Mi, TSi 1.8 e estreava a TSi 2000, GTi 2000 e GTi 2000 16V. Em Agosto de 1997 inaugurando a linha 1998 chegava o motor EA 111 1 litro 16V ou AT 1000 16V é o mesmo que já citamos na Parati que gerava 9.4KGFM a 4500RPM e 69CV a 5750RPM e em Setembro chegava a linha 1998 completa que marcava o fim do TSi 1.8 e do GTi 2000 , assim apenas o TSi 2000 e o GTi 2000 16V ficavam , já o CL e o GL ficavam na linha. Em Fevereiro de 1998 chegava a carroceria quatro portas para as versões 1000Mi Plus, CL 1.6 Mi, CL 1.8 Mi, GL 1.8 Mi e TSi 2000(essa se tornou rara) e estreava a GLS 2.0 Mi que tinha o AP 2000 do Gol TSi 2000 que herdou do antigo GTi 8 válvulas.  

                                                            
O Gol ganhava as quatro portas de início os mesmos motores que existiam no duas portas com exceção do GTi 2000 16V, mais tarde o 1.6 a gasolina passava a 92CV, 1.6 a a álcool a 99CV, 1.8 a gasolina a 99CV e o 2 litros a 111CV, os 1 litro de 8 e 16 válvulas seguiam sem alterações e os 1.8 e 2 litros á álcool dão adeus e estreava o 1 litro a álcool de 61CV.

Em maio de 1998 chegava a linha 1999 ele era oferecido nas versões Special, 1000Mi essas duas eram as únicas que podiam vir com duas portas no caso do Special apenas duas portas, 1000 16V á partir daqui apenas quatro portas, CL 1.6 Mi, GL 1.8 Mi e GLS 2.0Mi e os motores o AT 1000 e AT 1000 16V eram mantidos, o AP 1600 á gasolina agora gerava 92CV a 5600RPM, o AP 1600 á álcool que gerava 99CV a 5600RPM, o AP 1800  que gerava 99CV a 5600RPM e o AP 2000 gerava 111CV a 5250RPM, o AP 1800 á álcool e o AP 2000 também á álcool dão adeus, assim como a versão TSi também dá adeus, a GTi 2000 16V daria um "até breve". Em Outubro de 1998 como complemento da linha 1999 chegava o 1000Mi á álcool com o motor EA 111 1 litro á álcool que gerava 9.1KGFM a 3000RPM e 61CV a 5400RPM e o GTI 2000 16V retornava ao mercado agora com quatro portas e o motor EA113/EA827 agora gerava 146CV. 

                                                          
O GTI 2000 16V recebias as quatro portas e o motor vai a 146CV.

Em maio de 1999 na linha 2000 chegava o facelift da linha "Bolinha" com novo painel, nova grade dianteira, faróis era o modelo chamado de G3, as versões agora eram definidas pelo motor com exceção da Special e da GTi 16V, no caso da Special a carroceria era antiga e os motores também calibrados na potência antiga, o 1 litro , 1 litro 16V, 1.6, 1.8 e 2 litros e todos com opção de carroceria duas portas, só o 1 litro que agora gerava 57CV a 6000RPM e o resto dos motores sem alterações, afinal já tinham sido alterados na linha anterior.

                                                        
O Esportivo GTI era o único a manter a versão e manteve o motor 2 litros 16V de 146CV 

O Special mantinha o visual do "bolinha" e o motor 1 litro de 54CV e mais tarde foi a 57CV também.

As outras versões do Gol eram denominadas pelo motor no caso a "básica" era 1 litro agora com 57CV, 1 litro á álcool de 61CV, a 16V era o 1 litro 16V de 69CV, 1.6 de 92CV, 1.6 a álcool de 99CV, 1.8 de 99CV e 2.0 era a 2 litros com 111CV 

Em Junho de 2000 chegava a opção do motor 1 litro 16V Turbo com motor EA 111 1 litro 16V que recebia bloco reforçado, variação no comando de válvulas e é claro o turbo e intercooler e com isso gerava 15.8KGFM a 2000RPM e 112CV a 5500RPM e o câmbio sempre manual de cinco marchas. Foi o nosso primeiro Hatch 1 litro turbinado, mas lógico seria quase algo comum, mas um cilindro a menos quase 20 anos depois.

                                                           
O Gol 16V Turbo chegava ao mercado com motor 1 litro 16V Turbo de 112CV 

Em Outubro de 2000 na linha 2001 marcava a chegada da versão de acabamento Plus para o 1 litro 16V e para os motores 1.6 á álcool, 1.8 e 2 litros, o GTi 16V dava adeus e junto com ele o seu 2 litros 16V e o 1.6 á gasolina dá adeus ao mercado no resto sem mudanças. Em Setembro de 2001 como começo da linha 2002 o Gol perde o motor AP 1600 á gasolina, mas recebe comando de válvulas roletado no 1 litro 16V da família EA 111 e bloco reforçado e com isso gerava 9.7KGFM a 4500RPM e 76CV a 6000RPM, em Novembro a linha é completa pelo 1 litro de 8 válvulas que ganhou alterações e passou a gerar 9.1KGFM a 4500RPM e 65CV a 6000RPM, já os motores 1.8 e 2 litros eram mantidos e o Special agora gerava 57CV na versão á gasolina e mantinha os 61CV na versão a álcool. Em Março de 2002 para abrir espaço para o Polo, ele perde os motores AP 1800 e AP 2000. Em Setembro de 2002 na linha 2003 ele recebe nova grade dianteira, faróis e para-choques, a reestilização só não pegava o Special duas portas que se mantinha na carroceria bolinha, nos motores ele continuava com os 1.nada, 1.nada 16V e 1.nada 16V Turbo, mas marcou o retorno do AP 1600 á gasolina de 92CV e o AP 1600 á álcool de 99CV graças a mudança de IPI. 

                                                        
Nova grade dianteira, faróis e para-choques, nos motores o 1 litro de 65CV, 1 litro 16V de 76CV, 1.6 a gasolina de 92CV, 1.6 a álcool de 99CV que retornava, mais tarde chegava o 1.6 Total Flex de 97CV com gasolina e 99CV com álcool, o 1 litro Total Flex de 65CV com gasolina e 68CV com álcool e o 1.8 Total Flex de 103CV com gasolina e 106CV com álcool.

Em Fevereiro de 2003, a versão Special com carroceria bolinha se mantinha, estreava a Special GIII,City, Highway, Turbo  e Power, as duas primeiras com o 1.nada, a segunda com o 1.nada 16V, a terceira com o 1 litro 16V Turbo e  a última com o AP 1600 á gasolina e AP 1600 á álcool. Em Abril de 2003 chegava o Gol Power 1.6 Total Flex com motor AP 1600 Total Flex que gerava 14KGFM a 3000RPM e 97CV a 5600RPM e com álcool gerava 14.3KGFM e 99CV nas mesmas rotações. Em Outubro de 2003 na linha 2004 o Gol perdia a versão Special GIII e o 1 litro 16V Turbo e com ela a versão Turbo do Gol. Em Outubro de 2004 na linha 2005 ele perde a opção do AP 1600 apenas á gasolina ou apenas á álcool como aconteceu na Parati e Saveiro só que não citei antes, só ficou o AP 1600 Total Flex e estreava o Rallye com suspensão elevada e o motor AP 1600 TotalFlex de 97CV com gasolina e 99CV com álcool. 

                                                    
O Gol Rallye chegava ao mercado com motor 1.6 Total Flex de 97CV com gasolina e 99CV com álcool e mais tarde recebia o 1.8 Total Flex de 103CV com gasolina e 106CV com álcool.

Em Março de 2005 o Gol voltava a ter a opção do motor 1.8 era o AP 1800 Total Flex que gerava 15.5KGFM a 3000RPM e 103CV a 5500RPM e com álcool gerava 16KGFM e 106CV nas mesmas rotações, Em maio de 2005 é vez da versão Highway sair de cena e junto com ela o motor 1.nada 16V, já o motor EA 111 1 litro de 8 válvulas virava Flex e com isso passava a gerar 9.1KGFM a 4500RPM e 65CV a 5750RPM e com álcool vai a 9.2KGFM e 68CV. Em Setembro de 2005 na linha 2006 chegava uma nova grade dianteira, faróis, para-choques e novas lanternas era o chamado GIV, ele vinha nas versões City, Plus e Power, com opções de duas e quatro portas, o Special que era o bolinha dava adeus e o GIII também saia de cena(estou dizendo G3 para você entender, melhor), câmbio manual de cinco marchas e nos motores continuava o EA 111 1 litro Total Flex, AP 1600 Total Flex e AP  1800 Total Flex sem alterações.

                                                      
O Gol ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques e lanternas e o motor 1 litro de 65CV com gasolina e 68CV com álcool era mantido, assim como o 1.6 de 97CV com gasolina e 99CV com álcool e o 1.8 de 103CV com gasolina e 106CV com álcool, todos eram flex e mais tarde o 1 litro vai a 68CV com gasolina e 71CV com álcool.

E lógico era a linha 2006, mas em Novembro o motor EA 111 1 litro ganhou alterações e com isso passou a gerar 9.4KGFM a 4250RPM e 68CV a 5750RPM e com álcool vai a 9.7KGFM e 71CV nas mesmas rotações. Em Outubro de 2006 na linha 2007 nada muda. Em Setembro de 2007 na linha 2008 chegava o Gol Rallye com suspensão elevada e o motor AP 1600 Total Flex.

                                                    
O Gol Rallye chegava ao mercado com motor 1.6 de 97CV com gasolina e 99CV com álcool.

A CHEGADA DA TERCEIRA GERAÇÃO DO GOL se dá em Julho de 2008 como linha 2009 e agora sim uma nova geração de verdade, inclusive pela primeira vez por ser derivado da PQ24, a primeira vez que o Gol tinha motor transversal, ele vinha nas versões Básica, Trend e Power, o câmbio sempre manual de cinco marchas e duas opções de motores, a primeira era o EA 111 VHT 1 litro que gerava 9.7KGFM a 3850RPM e 72CV a 5750RPM com gasolina e com álcool gerava 10.6KGFM e 76CV e o EA 111 1.6 VHT que gerava 15.4KGFM a 2500RPM e 101CV a 5250RPM com gasolina e com  álcool vai a 15.6KGFM e 104CV nas mesmas rotações,  a Básica sempre 1 litro, a Trend com os dois motores e a Power apenas com motor 1.6 e antiga geração do Gol ficava na carroceria G4 com duas e quatro portas e o motor 1 litro.

                                                     
O Gol finalmente ganhava nova plataforma e junto com ela o motor transversal e no caso os motores eram o 1 litro de 72CV com gasolina e 76CV com álcool e o 1.6 de 101CV com gasolina e 104CV com álcool ambos Flex.

Em Outubro de 2009 na linha 2010 sem alterações na linha Gol e em dezembro daquele ano, ele ganha a opção do câmbio manual-automatizado i-Motion cinco marchas e para o Gol de carroceria antiga sem mudanças. Em Maio de 2010 o Gol GIV ganhava a linha 2011 com a versão Ecomotion voltava a economia de combustível, mas a Volkswagen teve que fazer concessões e e em Outubro daquele ano era vez do modelo novo ganhar alterações e com destaque a recém-chegada versão Rallye com suspensão elevada e o motor 1.6 

                                                      
O Gol Ecomotion chegava ao mercado com motor 1 litro de 68CV com gasolina e 71CV com álcool e sim era Flex.
O Gol Rallye chegava ao mercado com suspensão elevada e o motor 1.6 de 101CV com gasolina e 104CV com álcool.

Em Outubro de 2011 na linha 2012 nada muda. Em Julho de 2012 na linha 2013 o Gol ganhava nova grade dianteira,  faróis, para-choques e lanternas, ele vinha nas versões Básica, Trend e Power, no câmbio manual ou manual-automatizado ASG i-Motion ambos de cinco marchas e nos motores EA 111 1 litro e 1.6 sem alterações.

                                                  
O Gol recebeu nova grade dianteira, faróis, para-choques e lanternas, nos motores o 1 litro de 72CV com gasolina e 76CV com álcool e o 1.6 de 101CV com gasolina e 104CV com álcool eram mantidos.

Em Novembro de 2012 chegava a opção da carroceria duas portas com as portas da Saveiro e o Gol GIV acabaria entrando em seu último ano de produção. 

                                                    
O Gol ganhava a opção da carrocerias duas portas e os motores eram os mesmos.

Em maio de 2013 chegava a linha 2014 para a carroceria nova, como novidade era a volta da versão Rallye com suspensão elevada e a Track com motor 1.nada, a Rallye tinha o motor 1.6.

                                                  
O Gol Rallye retornava com novo visual e o motor 1.6 de 101CV com gasolina e 104CV com álcool e além disso vinha a Track com o 1 litro de 72CV com gasolina e 76C com álcool e um ano depois recebia o 1.6 16V de 110CV com gasolina e 120CV com álcool e sim era flex.

Em Outubro de 2013 o Gol Geração IV dá adeus. Em Março de 2014 chegava a linha 2015 do Gol, a carroceria duas portas só ficava reestrito ao 1 litro, o Rallye trocava o 1.6 pelo novo MSI 1.6 16V da família EA 211 que gerava 15.8KGFM a 4000RPM e 110CV a 5750RPM e com álcool gerava 16.8KGFM e 120CV nas mesmas rotações. E completando a linha 2015 agora as versões eram Trendline, Comfortline e Highline, a Power dava lugar a Highline isso em Outubro e ele perdia a liderança para o Palio. Em Outubro de 2015 na linha 2016 sem mudanças. Em Fevereiro de 2016 na linha 2017 o Gol era reestilizado, ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques e junto com as alterações visuais, a versão Rallye e o motor 1.6 16V dão adeus, o EA 111 1 litro dá lugar ao novo três cilindros EA 211 1 litro 12V que gerava 9.7KGFM a 3000RPM e 75CV a 6250RPM e com álcool vai a 10.4KGFM e 82CV nas mesmas rotações e o 1.6 era mantido, tanto nas versões com câmbio manual como i-Motion e lógico a carroceria duas portas saia de cena depois de baixas vendas.

                                                   
O Gol ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques, nos motores o 1 litro dava lugar ao três cilindros 1 litro 12V de 75CV com gasolina e 82CV com álcool e o 1.6 de 101CV com gasolina e 104CV com álcool era mantido.

Em Novembro chegava a versão Track com suspensão elevada e apenas motor três cilindros 1 litro 12V e a dianteira da Saveiro. Em Outubro de 2017 na linha 2018 nada muda, em Abril de 2018 como começo da linha 2019 ele perdia a versão Track e ganhava os faróis e grade dessa versão que vinham da Saveiro, apenas câmbio manual de cinco marchas e os motores três cilindros 1 litro 12V e o 1.6, em Setembro chegava o câmbio automático de seis marchas atrelado ao motor 1.6 16V que retorna ao modelo e o Gol depois daí ficou sem alterações, só em 2020 ganhou cinco três pontos e isofix e o motor três cilindros foi a 84CV no álcool e sim pela primeira vez o Gol tem câmbio automático e única vez diga-se.

                                                  
O Gol recebia nova grade dianteira, faróis e para-choques vindos da Saveiro e o motor três cilindros 1 litro 12V de 75CV com gasolina e 82CV com álcool  e mais tarde vai a 84CV e o 1.6 de 101CV com gasolina e 104CV com álcool era mantido e o 1.6 16V de 110CV com gasolina e 120CV com álcool voltava ao catálago, mas atrelado ao câmbio automático.

Em Outubro de 2020 na linha 2021 sem alterações, em Março de 2022 ele perde o motor 1.6 de oito válvulas e o 1.6 16V e esse perde junto com câmbio automático, só ficando a três cilindros e em Dezembro de 2022 ele dá adeus com a série especial Last Edition e seu lugar é tomado de vez pelo Polo e no caso aqui o Polo Track mais ainda.


                                          4 VOLKSWAGEN SAVEIRO(1982-ATÉ HOJE) 42 ANOS
                                          

A Saveiro a rigor tem menos tempo de vida total que o Gol no caso do hatch foram 42 anos e meio, no caso da picape é 42 anos e um mês só que ela vai entrar em 2025 e então terá 43 anos, já o Gol saiu de cena então a Saveiro por que vai ter um ano a mais e empatará com o Toyota Bandeirante.

Tudo bem a Strada foi o carro mais vendido do mercado brasileiro em 2021,2022 e 2023 e por tabela a picape leve mais vendida, mas a picape leve mais longeva do país é a Volkswagen Saveiro completou 42 anos . Ela chegava em Setembro de 1982 como linha 1983, ela ao contrário de Parati e Voyage, mantiveram a dianteira do Gol da época, o câmbio era manual quatro marchas e o motor era o Volkswagen Boxer 1600 refrigerado á ar que na versão á gasolina gerava 12KGFM a 3000RPM e 66CV a 4600RPM e tinha carburador de corpo duplo e a versão á álcool gerava 11.7KGFM a 3600RPM e 62CV a 4800RPM. 

                                                   
A Saveiro chegava ao mercado com motor 1.6 refrigerado ar movido a gasolina de 66CV e o movido a álcool de 62CV  e mais tarde a potência é revelada em valores líquidos: 53CV na versão a gasolina e 51CV na versão a álcool.

Em Outubro de 1983 na linha 1984 o motor 1600 refrigerado á ar tem a potência revelada em valores líquidos: o 1600 á gasolina agora gerava 10.6KGFM a 3000RPM e 56CV a 4400RPM e o 1600 á álcool agora gerava 10.5KGFM a 3000RPM e 51CV a 4400RPM e a picape ficou sem mudanças até Outubro de 1986 na linha 1987 quando ganhou a dianteira de Voyage/Parati e dos Gol 1.6 refrigerado á água e do Gol GT 1.8, além da mudança visual, veio a mudança mecânica: o AP 1600 á gasolina que gerava 12.7KGFM a 2600RPM e 80CV a 5600RPM e o AP 1600 á álcool que gerava 13KGFM a 3000RPM e 85CV a 5600RPM.

                                                     
A Saveiro ganhava nova dianteira e junto com ela o 1.6 refrigerado a água e sim já era o AP 1600 na versão a gasolina com 80CV e na versão a álcool com 85CV.

Em Outubro de 1987 na linha 1988 a Saveiro ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques, agora ela estava disponível nas versões CL e GL, o câmbio era manual de cinco marchas e o motor AP 1600 de 80CV á gasolina era mantido e o AP 1600 á álcool agora gerava 13KGFM a 2600RPM e 90CV a 5600RPM. 

                                                   
A Saveiro ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques e nos motores o 1.6 a gasolina de 80CV e o 1.6 a álcool agora com 90CV, mais tarde era vez do 1.6 Ford/Renault a gasolina de 76CV,  esse motor a álcool com 73CV e o 1.8 de 92CV na versão a gasolina e "99CV" na versão a álcool(na verdade 105CV).

Em Outubro de 1988 na linha 1989 nada muda. Em Outubro de 1989 na linha 1990 ela troca o AP 1600 pelo Sierra/Cléon/CHT renomeado AE 1600 na Volkswagen, na versão á gasolina gerava 13.3KGFM a 2600RPM e 76CV a 5600RPM e a versão á álcool desse motor gerava 12.9KGFM a 3000RPM e 73CV a 5000RPM para a a versão CL, já a GL(e opcionalmente na CL) podiam vir agora com o motor AP 1800 que na versão á gasolina gerava 14.3KGFM a 3800RPM e 92CV a 5600RPM e na versão a álcool gerava 16.5KGFM a 3200RPM e 99CV a 5600RPM(eram na verdade 105CV). Em Outubro de 1990 na linha 1991 ela ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques e novas lanternas, as versões CL e GL continuavam, assim com os motores AE 1600 e AP 1800 tanto á gasolina como á álcool. 

                                                            
Nova grade dianteira, faróis e para-choques, nos motores 1.6 a gasolina de origem Ford com 76CV, o 1.6 a álcool de origem Ford com 73CV, o 1.8 a gasolina de 92CV, o 1.8 a a álcool de "99CV" (na verdade 105CV) mais tarde o catalizador chegava o 1.6 a gasolina de origem Ford passava a gerar 72CV, o 1.6 a álcool mantinha a potência, o 1.8 a gasolina gerava 86CV e o 1.8 a álcool passava a gerar 95CV e mais tarde o 1.8 S exclusivo da Sunset que vinha com o comando de válvulas do Gol GTS e com isso 91CV na versão gasolina e 99CV"reais" na versão a álcool e o 1.6 de origem Volkswagen voltava ao catálogo na versão a gasolina de 80CV e na versão a álcool de 90CV.

Em Outubro de 1991 na linha 1992 ela recebe o catalizador, o motor AE 1600 á álcool é o único que não tem seus números alterados, graças a alterações feitas, já o AE 1600 á gasolina agora gera 12.8KGFM a 3200RPM e 72CV a 5600RPM, o AP 1800 á gasolina agora gerava 14KGFM a 3000RPM e 86CV a 5600RPM e o AP 1800 á álcool agora gerava 15KGFM a 3000RPM e 95CV a 5600RPM, em Outubro de 1992 na linha 1993 nada muda, em Julho de 1993 ela recebe o AP 1600 como opção, em Outubro de 1993 na linha 1994 o AP 1600 retorna substituindo o CHT/AE 1600 e chega a série especial Sunset com o motor AP 1800S do Gol GTS e Parati GLS no caso o comando de válvulas e com isso passava a gerar 91CV na versão a gasolina e 99CV "reais" na versão a álcool. Em Outubro de 1994 na linha 1995 sem alterações e seguiu assim até Outubro de 1996 quando ganhou a injeção multiponto foi o último membro da família quadrada, agora só disponível na versão CLi, a GL dava adeus e a série especial Summer assume o lugar, o motor AP 1600 dotado de injeção eletrônica multiponto á gasolina agora gerava 13.7KGFM a 3000RPM e 88CV a 5500RPM, o AP 1600 á álcool gerava 14.5KGFM a 3000RPM e 98CV a 5500RPM, o AP 1800 á gasolina gerava 15.5KGFM a 3000RPM e 98CV a 5500RPM e por último o AP 1800 á álcool que gerava 16KGFM a 3000RPM e 103CV a 5500RPM. 

                                                    
A Saveiro foi o último quadrado a ficar no mercado e no último ano injeção eletrônica multiponto, com isso o 1.6 a gasolina passava a gerar 88CV, o 1.6 a álcool gerava 98CV, o 1.8 a gasolina gerar 98CV e o 1.8 a álcool 103CV.

A Saveiro foi o último membro da família da primeira geração a dar adeus. 

A CHEGADA DA SEGUNDA GERAÇÃO se dá em Novembro de 1997 na linha 1998 é o modelo "bolinha" a capacidade carga é ampliada, o câmbio sempre manual de cinco marchas e as versões eram CL e GL e nos motores eram o AP 1600 de injeção multiponto tanto á gasolina como á álcool herdados do antigo e o AP 1800 tanto á álcool como a gasolina e com isso ela estava disponível assim: CL 1.6 Mi, CL 1.8 Mi e GL 1.8 Mi. 

                                                          
A segunda geração da Saveiro a "Bolinha" chegava ao mercado, o entre -eixos ficava bem maior e a capacidade de carga ia para 700KG nos motores manteve o 1.6 a gasolina de 88CV, 1.6 a álcool de 98CV, 1.8 a gasolina de 98CV e 1.8 a álcool de 103CV.

Em maio de 1998 a Volkswagen lança a linha 1999 da Saveiro, ela fica disponível nas versões 1.6 Mi, CL 1.6 Mi, GL 1.8 Mi e a TSi 2000, o AP 1800 á álcool dá adeus, o AP 1600 á gasolina das versões 1.6 Mi e CL 1.6 Mi agora gerava 92CV a 5600RPM, o AP 1600 á álcool agora gerava 99CV a 5600RPM, o AP 1800 á gasolina agora gerava 99CV a 5600RPM e exclusivo da TSi 2000 vinha o motor AP 2000 de injeção multiponto que gerava 17.3KGFM a 3000RPM e 111CV a 5250RPM e o AP 1800 á álcool dá adeus. 

                                                        
A Linha 99 trazia a versão TSI e junto com ela o motor 2 litros de 111CV fazia dela a picape leve mais potente da época, já a versão GL vinha com o 1.8 a gasolina de 99CV e a CL e a 1.6 Mi vinham com o 1.6 a gasolina agora de 92CV e o 1.6 a álcool de 99CV.

Em Outubro de 1999 na linha 2000 ela perde a versão TSi 2000 e junto com ela o motor AP 2000, mas em março de 2000 é lançado o facelift com nova grade dianteira, faróis, para-choques e novas lanternas e de quebra é chamada de "terceira geração" e agora as versões eram denominadas pelo motor: 1.6, 1.8 e 2.0 e os motores AP 1600 á gasolina, AP 1600 á álcool, AP 1800 á gasolina e AP 2000 estavam sem alterações, inclusive o último foi reabilitado. 

                                                      
A Saveiro ganha nova grade dianteira, faróis e para-choques e mudanças nas lanternas(leve é verdade) e nos motores 1.6 a gasolina de 92CV, 1.6 a álcool de 99CV, 1.8 a gasolina de 99CV e o 2 litros que havia saído de cena junto com a TSi 2000 seis meses antes voltava com os mesmos 111CV e mais tarde perdia o 1.6 a gasolina e o 1.6 a álcool que voltariam.

Em Outubro de 2000 na linha 2001 ela perde o AP 1600 á gasolina. Em Outubro de 2001 na linha 2002 é vez do AP 1600 á álcool dar adeus, em Fevereiro de 2002 o AP 1600 á gasolina e AP 1600 á álcool voltava a picape. Em Outubro de 2002 na linha 2003 ela ganhou nova grade dianteira, para-choques, novo layout interno da lanterna e os motores sempre eram: AP 1600 á gasolina, AP 1600 á álcool, AP 1800 e AP 2000 esses dois últimos agora apenas á gasolina.

                                                    
Ela ganhava nova grade dianteira, novos para-choques e novo layout da lanterna e nos motores o 1.6 a gasolina de 92CV, 1.6 a álcool de 99CV, 1.8 a gasolina de 99CV e o 2 litros de 111CV, mais tarde chegava o 1.6 TotalFlex de 97CV com gasolina e 98CV com álcool, ela perdia o 2 litros e ganhava o 1.8 Total Flex de 103CV com gasolina e 106CV com álcool.

Em Fevereiro de 2003 a Saveiro agora vinha nas versões City, Sportline e Supersurf, no caso da City o motor era o AP 1600, já a Sportline vinha no 1.8 e 2.nada e a Supersurf no motor 1.6. Em Outubro de 2003 na linha 2004 a Saveiro ganhou o motor AP 1600 Total Flex que gerava 14KGFM a 3000RPM e 97CV a 5600RPM e com álcool gerava 14.3KGFM e 99CV nas mesmas rotações. Em agosto de 2004 na linha 2005 a Saveiro perde a opção do motor AP 2000. Em fevereiro de 2005 chegava a versão Crossover com suspensão elevada e visual aventureiro e o motor era AP 1800. 

                                                         
A Crossover chegava ao mercado com motor 1.8 de 99CV e um mês depois é substituído pelo 1.8 Total Flex de 103CV com gasolina e 106CV com álcool.

Em março de 2005 a Saveiro recebe o AP 1800 Total Flex, inclusive na recém-lançada Crossover, convivendo ao lado da 1.6 e com isso ele gerava 15.5KGFM a 3000RPM e 103CV a 5500RPM com gasolina e com álcool gerava 16KGFM e 106CV nas mesmas rotações. Em Outubro de 2005 na linha 2006 a Saveiro ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques e nova lanterna em "C" era o modelo conhecido como "Geração IV" e os motores AP 1600 e 1800 Total Flex foram mantidos sem alterações.

                                                     
A Saveiro ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques, no caso dos motores continuava os mesmos 1.6 Flex de 97CV com gasolina e 99CV com álcool e o 1.8 Flex de 103CV com gasolina e 106CV com álcool.

Em Novembro de 2005 é vez do retorno da Crossover com novo visual e sempre com o motor AP 1800 Total Flex. 

                                                    
A Saveiro Crossover chega ao mercado com motor 1.8 Flex de 103CV com gasolina e 106CV com álcool.

Em Outubro de 2006 na linha 2007 nada muda. Em Setembro de 2007 na linha 2008 nada muda. Em Agosto de 2008 na linha 2009 nada mudava na Saveiro que se preparava para ganhar uma nova geração. 

A CHEGADA TERCEIRA GERAÇÃO que é chamada de G5, chegava em Agosto de 2009 como linha 2010, chegava a nova Saveiro feita na plataforma PQ24 pela primeira vez a picape tinha motor transversal, o câmbio sempre manual de cinco marchas, pela primeira vez duas opções de cabine: simples e estendida, ela trazia todo o conjunto dianteiro de Gol/Voyage, mas na traseira a sua suspensão era o Golf IV, as molas eram da Kombi européia(T5) e batentes do Passat, ela vinha nas versões Básica(com para-choque preto), Trend e Trooper e no caso da cabine estendida o espaço atrás era de 280 litros e o motor era o EA 111 VHT 1.6 que gerava 15.4KGFM a 2500RPM e 101CV a 5250RPM e com álcool vai a 15.6KGFM e 104CV nas mesmas rotações sim é o mesmo já citado no Gol. 

                                             
A Saveiro chegava ao mercado apenas com o motor 1.6 de 101CV com gasolina e 104CV com álcool.
E pela primeira vez ela ganha uma cabine estendida como opção e o motor era o mesmo da simples.

Em Fevereiro de 2010 a Saveiro recebe a opção aventureira da versão Cross, apenas com cabine estendia, câmbio manual de cinco marchas e o mesmo motor 1.6 das outras versões. 

                                                              
A Saveiro Cross chegava ao mercado e o motor é o 1.6 das outras versões.

Em Outubro de 2010 na linha 2011 a Saveiro não tem alterações. Em Outubro de 2011 na linha 2012 a Saveiro seguia sem alterações, em Outubro de 2012 na linha 2013 nada muda, em Abril de 2013 a Saveiro ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques e as versões Básica, Trend, Trooper e Cross, cabine simples ou estendida, no caso da Cross apenas cabine estendida, sempre com câmbio manual de cinco marchas e o motor 1.6 era mantido.

                                                      
Nova grade dianteira, faróis, para-choques e lanternas e de início o 1.6 de 101CV com gasolina e 104CV com álcool, mais tarde para a Cross o 1.6 16V de 110CV com gasolina e 120CV com álcool (modelo da foto) e o 1.6 de oito válvulas segue nos modelos mais baratos.

Em Março de 2014 a Saveiro Cross ganhava o motor MSI 1.6 16V da família EA 211 de mesma concepção que equiparia o Voyage automático quatro anos mais tarde, ele gerava 15.8KGFM a 4000RPM e 110CV a 5750RPM e com álcool vai a 16.8KGFM e 120CV. Em agosto de 2014 na linha 2015 a Saveiro ganhava a opção da cabine dupla que podia carregar cinco ocupantes, mas era duas portas, disponível para todas as versões, inclusive a Cross 1.6 16V e estreia a luxuosa Highline apenas com cabine dupla e o motor 1.6 de 8 válvulas. 

                                                         
A Saveiro ganha cabine dupla de fábrica pela primeira vez na sua história, levava cinco pessoas, mas tem duas portas e aqui na Cross com motor 1.6 16V de 110CV com gasolina e 120CV com álcool.

A Luxuosa Highline estreava com a cabine dupla e o 1.6 aqui era o oito válvulas de 101CV com gasolina e 104CV com álcool.

Em Outubro de 2015 na linha 2016 nada muda,  em Março de 2016 na linha 2017 a Saveiro ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques, agora estava disponível nas versões Robust, Trendline, Highline e Cross, o câmbio era manual de cinco marchas e os motores 1.6 de 8 válvulas e o 1.6 16V eram mantidos, nesse caso apenas para a Cross. 

                                                
A Saveiro Cross com cabine estendida e dupla como opção a da foto é estendida e o motor 1.6 16V de 110CV com gasolina e 120CV com álcool.

Aqui a nova dianteira na Highline com cabine dupla e o motor 1.6 de 101CV com gasolina e 104CV com álcool e mais tarde recebe o 1.6 16V só que com 106CV com gasolina e 116CV com álcool para cumprir legislação anti-poluentes. 

A Cabine Simples com o mesmo motor da dupla citado.

Em Julho de 2017 na linha 2018 ela ganhava a versão Pepper que só tinha adereços visuais, em Agosto de 2018 na linha 2019 ela perde a cabine estendida em todas as versões menos na Pepper e perde a versão Highline que era cabine dupla, a Trendline passa a ser apenas com cabine simples, Em Outubro de 2019 na linha 2020 é vez da Pepper dá adeus, só ficava a Robust com cabine simples e dupla, a Trendline com cabine simples e a Cross com cabine dupla, essa última com o 1.6 16V MSI. Em Outubro de 2020 na linha 2021 nada muda, em Outubro de 2021 na linha 2022 nada muda, em Abril de 2022 na linha 2023 o EA 111 1.6 dá adeus, o EA 211 1.6 16V Flex é estendido as versões Robust e Trendline e a primeira é a única a ter as duas cabines: simples e dupla, a Trendline tem a Simples e a Cross tem a dupla apenas e no caso dessa última o motor 1.6 16V já estava presente, mas agora gerava 15.4KGFM a 4000RPM e 106CV a 5750RPM e com álcool vai a 16.1KGFM e 116CV nas mesmas rotações, teve redução de potência e torque para cumprir legislação anti-poluentes e em Setembro de 2023 ganhava nova grade dianteira, leve mudanças nos faróis e novo layout interno das lanternas é uma forma de ganhar tempo até a chegada da picape que irá susbtituir em 2026 e esse último é o modelo da foto de capa e já está na linha 2025 e lógico sem mudanças.

                                                3 TOYOTA BANDEIRANTE(1958-2001) 43 ANOS 
                                              
 

 A Toyota em outubro de 1958 num galpão alugado passa a fazer o Land Cruiser que posteriormente virava Bandeirante, o câmbio era manual de quatro marchas e o motor era o seis cilindros de 3.9 litros da família F da Toyota importado do Japão com bloco e cabeçote de ferro, comando de válvulas no bloco acionado por varetas á gasolina que gerava 29.4KGFM a 2000RPM e 105CV a 4000RPM.

                                               
O Land Cruiser chegava ao mercado com motor seis cilindros 3.9 a gasolina de 105CV e mais tarde Merecedes-Benz OM 324 3.4 á diesel de 78CV e num novo nome: Bandeirante.

No ano seguinte ele passou a ser fabricado pela unidade própria a Toyota em São Bernardo do Campo-SP, aliás o único modelo que foi fabricado lá, afinal o Corolla sempre foi feito em Indaituba, a Hilux desde 1997 na Argentina e outros modelos sul-americanos feitos em Sorocaba-SP, voltando ao Bandeirante seguiu sem alterações até Outubro de 1961 na linha 1962 quando ganha nacionalização dos componentes e o motor seis cilindros da Toyota dá lugar ao Mercedes-Benz OM 324 de 3.4 litros á diesel é o motor do 1111 com dois cilindros a menos e com isso gerava 26.7KGFM a 1300RPM e 78CV a 3200RPM om isso, um novo nome: Bandeirante e seguiu sem alterações até Outubro de 1968 na linha 1969 quando ganhou nova grade dianteira, faróis e para-choques e junto com ela chegava a opção da picape cabine simples e dupla. 

                                                           
Ele ganhava nova grade dianteira para a linha 1969 e no motor de início o OM 324 3.4 á diesel de 79CV de origem Mercedes-Benz e mais tarde OM 314 3.8 á diesel de 96CV brutos e mais tarde é revelada a potência líquida: 85CV.

Junto com a renovação chegava a picape que tinha opção de cabine simples e dupla.

E seguiu sem alterações até Outubro de 1973 na linha 1974 aproveitando a chegada do Mercedes-Benz 608 D, a Toyota bandeirante ganha o motor do "Mercedinho" com o motor OM 314 de 3.8 litros á diesel é basicamente o motor do 1113 com dois cilindros a menos que gerava 26KGFM a 1800RPM e 96CV a 2800RPM e seguiu sem alterações até Outubro de 1979 na linha 1980 quando ganhou o câmbio manual de cinco marchas e uma nova alteração só veio em 1983 quando a potência e torque foram revelados em valores líquidos:22KGFM a 1500RPM e 85CV a 2800RPM e outra alteração só viria em Outubro de 1989 na linha 1990 quando ganhava novos faróis retangulares e junto com ele o motor OM 364 de 4 litros do Mercedes-Benz 710 que gerava 32.5KGFM a 1800RPM e 90CV a 2800RPM. 

                                                     
Faróis retangulares na linha 1990 e junto com ele o motor OM 364 de 4 litros também Mercedes-Benz com 90CV.

E seguiu sem alterações até outubro de 1993 na linha 1994 ganhava uma nova grade dianteira com novo símbolo da Toyota para se alinhar aos importados da época, mas o continuava o Mercedes-Benz. 

                                                        
Na linha 1994 ganhava simbolo novo Toyota, mas mantinha o motor Mercedes-Benz OM 364 de 4 litros com 90CV e um ano depois recebia o 3.7 diesel Toyota de 96CV.

Em Outubro de 1994 na linha 1995 era vez do motor Mercedes-Benz dar adeus e a Toyota voltava a usar um motor importado do Japão, no caso se trata do 3.7 á diesel da família B da Toyota que gerava 33.1KGFM a 1800RPM e 96CV a 3800RPM e seguiu sem alterações até Outubro de 1999 na linha 2000 quando a picape ganhou a cabine dupla de quatro portas no lugar da duas portas. 

                                                    
A picape cabine dupla ganhava as quatro portas, foi a última novidade da linha Bandeirante e o motor era o 3.7 diesel de 96CV.

Depois o Bandeirante seguiu sem novidades até Outubro de 2001 quando deu adeus, depois de 43 anos e lógico aí perdeu a corrida contra a Kombi, já tinha vencido contra as Ford F100/F1000 três anos antes e lógico essas perderam para Gol e Saveiro mais recente e o próprio Bandeirante perdeu para a Fiorino, mas enfim o Bandeirante deu adeus, a Toyota chegou avaliar colocar um motor turbo diesel moderno(para época) nele, mas não foi e aí o adeus. A fábrica de São Bernardo do Campo-SP continou produzindo peças até 2022 quando ela foi fechada, lógico as fábricas da Toyota em Indaiatuba-SP, Sorocaba-SP e Porto Feliz-SP seguem normalmente, a de Indaitatuba está prevista o fechamento para 2025, mas as outras seguem normal.

 
                                              2 FIAT FIORINO (1980 ATÉ HOJE) 44 ANOS 
                                             
 

A Fiorino sempre jogou com o "regulamento embaixo do braço" depois eu expilco. O Furgão da Fiat é o mais longevo da marca no pais, . Ela foi lançada em Outubro de 1980 na linha 1981 chegava a Fiorino ainda derivada do Fiat 147, ela tinha câmbio manual de quatro marchas e o motor Fiasa 1300 á gasolina que gerava 9.6KGFM a 3000RPM e 56CV a 5250RPM.

                                                     
A Fiorino chegava ao mercado com motor 1.3 a gasolina de 56CV e mais tarde 1.3 a álcool de 56CV.

Em Outubro de 1981 na linha 1982 o Fiorino ganhava a opção do Fiasa 1300 á álcool que gerava 9.9KGFM a 3000RPM e 56CV a 5500RPM seguiu sem alterações até Outubro de 1982 na linha 1983 quando ganhou nova grade dianteira, faróis, para-choque e de quebra o Settegorini que era a opção de passageiro que levava passageiros e o motor Fiasa 1300 á gasolina agora gerava 10KGFM a 3200RPM e 58CV a 5200RPM e o modelo á álcool gerava 10KGFM a 2600RPM e 60CV a 5200RPM. 

                                                    
Nova grade dianteira e versão Settegorini para passageiros e o motor 1.3 a gasolina gerava 58CV e o 1.3 a álcool 60CV.

Em Outubro de 1983 na linha 1984 nada muda. Em Outubro de 1984 na linha 1985 a Fiorino perdia a Settegorini, mas ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques e lanternas e junto com ela o câmbio manual de cinco marchas. 

                                                       
A nova grade dianteira faróis e para-choques, já o motor continuava o 1.3 a gasolina de 58CV e o 1.3 a álcool de 60CV.

Em Outubro de 1985 na linha 1986 nada muda e ela seguiu sem alterações até Agosto de 1988 na linha 1989. 

A SEGUNDA GERAÇÃO DA FIORINO agora derivada do Uno, ganhava a opção picape, mas aqui só vamos focar no furgão, em Agosto de 1988 na linha 1989, já os motores eram o Fiasa 1300 á gasolina e á álcool herdados da geração anterior e o câmbio também continua manual de cinco marchas. 

                                                       
A segunda geração da Fiorion agora derivada do Uno de primeira geração chegava ao mercado com motor 1.3 a gasolina de 58CV e o 1.3 a álcool de 60CV, um ano depois era substiuído pelo 1.5 a gasolina de 67CV e 1.5 a álcool de 71CV 

Em Outubro de 1989 na linha 1990 o Fiasa 1300 era substiuído pelo Fiasa 1500, o Fiasa 1500 á gasolina gerava 11.9KGFM a 2750RPM e 67CV a 4700RPM e o Fiasa 1500 á álcool gerava 12.9KGFM a 2750RPM e 71CV a 4700RPM. Em Outubro de 1990 na linha 1991 ela ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques, já o motor 1500 era mantido. 

                                                      
A Fiorino ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques, no motor de início o 1.5 a gasolina de 67CV e o 1.5 a álcool de 71CV, mais tarde o 1.5 a gasolina recebe catalizador e passa a gerar 61CV e o 1.5 á álcool a 67CV.

Em Outubro de 1991 na linha 1992 o motor Fiasa 1500 recebe catalizador e com isso a potência cai para 61CV na versão a gasolina e 67CV na versão a álcool .Seguiu sem alterações até Outubro de 1993 quando ela ganhou a opção de entrada Eletronic com o motor Fiasa 1000 do Uno Mille Eletronic que gerava 8KGFM a 3250RPM e 56CV a 6000RPM e o Fiasa 1500 ganhava opção de injeção eletrônica monoponto, no caso do 1500 á gasolina ele gerava 12KGFM a 3000RPM e 67CV a 5500RPM e a versão á álcool desse motor gerava 13KGFM a 3000RPM e 73CV a 5500RPM, Em Outubro de 1994 na linha 1995 era vez do Fiasa 1000 e o 1500 alimentados por carburador darem adeus e aí seguiu apenas no Fiasa 1500 de injeção monoponto e seguiu sem alterações até Outubro de 1996 na linha 1997 quando ganhou nova grade dianteira, perdeu a opção do motor á álcool e o Fiasa 1500 á gasolina recebe a injeção eletrônica multiponto(mpi) e agora ele gerava 12.1KGFM a 2750RPM e 76CV a 5000RPM. 

                                                  
Nova grade dianteira e injeção multiponto no motor 1.5 a gasolina passando a 76CV e mais tarde o 1.5 á álcool voltava com injeção multiponto e 77CV e mais tarde o 1.3 de 67CV

Em Outubro de 1998 na linha 1999 ela recebe a opção do Fiasa 1500 mpi á álcool que gerava 13KGFM a 3000RPM e 77CV a 5000RPM, na mesma época a picape dava lugar a Strada. Seguiu sem alterações até Outubro de 2000 na linha 2001 quando ganhou nova grade dianteira. Em Outubro de 2001 na linha 2002 ganhava o novo símbolo da Fiat e seguiu sem alterações até Julho de 2003 quando trocou o Fiasa 1500 pelo Fire 1.3 com 11.4KGFM a 2250RPM e 67CV a 5500RPM. Em Outubro de 2004 na linha 2005 a Fiorino ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques e pequenas mudanças na lanterna, já o motor 1.3 era mantido.

                                                      
Nova grade dianteira, faróis e para-choques de início o 1.3 de 67CV e mais tarde chegava o 1.3 Flex de 70CV com gasolina e 71CV com álcool.

Em Dezembro de 2005 na linha 2006 a Fiorino recebe o motor Fire 1.3 Flex de 11.4KGFM a 2250RPM e 70CV a 5500RPM com gasolina e com álcool vai a 11.6KGFM e 71CV nas mesmas rotações e foi a última alteração da segunda geração até o final da sua carreira em Dezembro de 2013 quando a atual geração chega ao mercado e lógico a nova geração trazia Air Bag duplo e ABS obrigatórios por lei, no caso "com o regulamento embaixo do braço".

A CHEGADA DA TERCEIRA GERAÇÃO se dá em Dezembro de 2013 na linha 2014, ela adere a segunda geração do Uno, com toda a dianteira inclusive derivada da MP0, mas a traseira vem da Strada antiga que acabou servindo na Strada nova anos depois, o câmbio é manual de cinco marchas e o motor agora era o Fire EVO 1.4 que gerava 12.4KGFM a 3500RPM e 85CV a 5750RPM e com álcool vai a 12.7KGFM e 88CV nas mesmas rotações.

                                                       
A segunda geração da Fiorino chega ao mercado com motor 1.4 de 85CV com gasolina e 88CV com álcool.

Em Outubro de 2014 na linha 2015 nada muda e seguiu sem alterações até Dezembro de 2021 quando ganhou nova grade dianteira, para-choques e junto com ela o motor Fire EVO 1.4 agora passou a gerar 11.8KGFM a 4000RPM e 84CV a 6000RPM com gasolina e com álcool passou a gerar 12.2KGFM e 86CV nas mesmas rotações, em março de 2022 deu origem ao Partner Rapid, é o primeiro Peugeot feito em Betim-MG e lógico a única alteração prevista será em Janeiro de 2025 de novo jogando com o "regulamento em baixo do braço" no caso o GSE Firefly 1.3 de 13.1KGFM a 4250RPM e 98CV a 6000RPM e com álcool gera 13.7KGFM a 4000RPM e 107CV nas mesmas rotações da potência, enfim de qualquer forma é o Fiat mais longevo do país.


                                         1 VOLKSWAGEN KOMBI(1957-2013) 56 ANOS 
                                          
 

A "velha senhora" só duas chances de perder esse recorde: A futura picape derivada do T-Cross se chamar Saveiro e ir até 2038 e a Fiorino chegar até 2036, olha a chance mais provável é a Fiorino, acredito que futura picape da Volkswagen não manterá o nome. Em Outubro de 1957 na linha 1958 era lançada a Kombi nacional, ela vinha com câmbio manual de quatro marchas e o motor Volkswagen Boxer 1200 refrigerado a ar o mesmo do Fusca que gerava 7.7KGFM a 2000RPM e 36CV a 3700RPM e carburador de corpo simples.

                                                    
A Kombi chegava ao mercado com motor 1200 refrigerado a ar Boxer de 36CV 

E lógico o esquema de suspensão era do Fusca, tanto que ganhou o apelido de "Jesus está chamando" e lógico ela seguiu sem mudanças até Março de 1967 quando trocou o motor 1200 pelo Volkswagen Boxer 1500 refrigerado á ar que gerava 9.9KGFM a 2600RPM e 52CV a 4600RPM e trouxe a opção da carroceria picape, além do furgão e digamos assim, van(A Kombi é uma van antiga, mas ainda é uma van,lembre-se disso). 

                                                       
A Kombi picape chega ao mercado junto com o motor 1500 de 52CV 

O motor 1500 estava disponível na Van também.

E lógico que nada mudava, mas na Alemanha em Outubro de 1967 chegada a T2 com porta corrediça que só conheceríamos 30 anos depois! A Kombi seguiu sem mudanças até Outubro de 1975 na linha 1976 quando ganhou nova dianteira e traseira vindas do modelo T2, já o "miolo" era da T1, tanto que chamavam ela de "T1,5", a suspensão traseira passo ser independente por braços arrastados melhorando o comportamento dinâmico, o câmbio sempre de quatro marchas e o motor Boxer 1500 dá lugar ao Boxer 1600 refrigerado á ar que gerava 11.2KGFM a 2600RPM e 65CV a 4600RPM de início apenas á gasolina e cavalaria bruta.

                                                            
A Kombi ganhava nova suspensão de início o motor 1600 de 65CV brutos, mais tarde chegava o 1600 a álcool de 59CV e o 1600 a gasolina tinha a potência em valores líquidos:53CV e bem mais tarde com catalizador o 1.6 a gasolina passou a gerar 52CV e o 1.6 a álcool 58CV.

A Kombi seguiria sem mudanças até Outubro de 1981 na linha 1982 quando ganhou a opção da picape cabine dupla e a opção do motor EA 827 1.6 á diesel, sim é o "AP 1600 á diesel" só que tinha diâmetro do 1.5 do Passat com o curso do então futuro 1.8 da linha Volkswagen(e Ford durante a Autolatina) e com isso gerava 10.4KGFM a 3000RPM e 60CV a 4500RPM. 

                                                         
A Kombi cabine dupla chegava ao mercado e os motores da versão furgão, standard e picape cabine simples, inclusive um estrante...

No caso aqui o 1.6 refrigerado a água movido a diesel de 60CV brutos, depois a potência é revelada em valores líquidos: 50CV.

Em Outubro de 1983 na linha 1984 estreava o motor Volkswagen Boxer 1600 refrigerado a ar movido á álcool que gerava 11.5KGFM a 2500RPM e 59CV a 4600RPM, já o Boxer 1600 refrigerado á gasolina tem a potência em valores líquidos: 10.6KGFM e 53CV e o 1.6 á diesel também 9.5KGFM e 50CV. Seguiu sem alterações até Outubro de 1985 na linha 1986 quando o motor diesel dá adeus. Outubro de 1986 na linha 1987 quando a picape cabine dupla deu adeus. Depois seguiu inalterada até Outubro de 1991 na linha 1992 quando ganhou catalizador e novo comando de válvulas e com isso na versão 1.6 á gasolina passou a gerar 52CV na versão á álcool e 58CV na versão á álcool.  Seguiu sem mudanças em Julho de 1997 quando finalmente o modelo T2 chegava ao Brasil, só que com uma diferença: o teto 11cm mais alto, mas o resto se manteve porta-corrediça e até ganhou uma versão luxuosa: A Carat, já o motor continuava o mesmo. 

                                                              
A nova Kombi chegava ao mercado de início com o 1600 a gasolina de 52CV e o 1600 a álcool de 58CV e mais tarde eles recebem injeção eletrônica multiponto, no caso do 1.6 a gasolina passou a gerar 58CV e o 1.6 a álcool gerar 67CV.

Em Outubro de 1998 na linha 1999 o motor Boxer 1600 refrigerado a ar recebe injeção eletrõnica multiponto na versão á gasolina passava  a gerar 11.6KGFM a 2600RPM e 58CV a 4600RPM e a versão a álcool passava a gerar 12.7KGFM a 2600RPM e 67CV a 4600RPM. Em Outubro de 1999 na linha 2000 ela perde a opção picape e dois anos depois com a aposentadoria do Bandeirante se consolida de vez como o carro mais longevo do país e seguiu sem alterações até Outubro de 2005 para se adequar as novas legislações anti-poluentes, o motor Volkswagen Boxer deu lugar ao quatro cilindros em linha EA 111 1.4 usado no Fox exportação e aí foi escolhido justamente para aproveitar o câmbio antigo de quatro marchas de mesma concepção dos 1 litro e 1.6 da mesma família já citado em Gol e Saveiro e ele gerava 12.5KGFM a 3500RPM e 78CV a 4600RPM com gasolina e com álcool vai a 12.7KGFM e 80CV e o motor ganhou uma nova travessa interna embaixo e lógico uma grade dianteira por que o motor era refrigerado á água. 

                                                   
A Kombi recebe grade dianteira, no caso por causa do novo motor quatro cilindros em linha 1.4 Flex de 78CV com gasolina e 80CV com álcool.

O motor a ar se despediu na série prata e no caso a Kombi "jogou com o regulamento embaixo do braço" também. A Kombi seguiu sem mudanças até o final da sua carreira quando a lei da obrigatoriedade do ABS e Air Bag Duplo, forçou o adeus da Kombi em Outubro de 2013 com a série especial Last Edition e aí depois de 56 anos a Kombi dava adeus ao mercado. 


Esse foi o post 9300.

Sim, esses são os carros mais longevos e justiça foi feita, a Veraneio merecia estar nessa lista, mas errei, assumo, enfim todo mundo era.



                                           












                                                  







                                                       



                                                       












                          






                                               

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