POST 7000: OS DEZ CARROS MAIS LONGEVOS DO PAÍS

                                                      


ESSES FORAM E SÃO OS DEZ CARROS MAIS LONGEVOS DO PAÍS 

A série especial Uno Ciao inspirou esse post, com o tchau do Uno no mercado brasileiro, decidi fazer a segunda edição dos dez mais longevos do país, a primeira foi em 2013.


Mas oito, nove anos muita coisa muda, naquela época, quem saiu de cena foi a Kombi e o Uno Mille, mas o Uno parecia que ia seguir na carroceria nova e lógico parecia ter o tempo de vida do Palio, mas não o Uno de segunda geração teve menos vida que o Palio em sua totalidade, mas o Palio de segunda geração também teve vida curta. Nesse post vale carros com a mesma proposta, no caso por exemplo, o Voyage que saiu de cena em 1995 e voltou em 2008 ele foi sempre sedã do Gol e ainda é, então está na mesma proposta e por isso está na lista. O Fusca terá o Itamar, mas não terá New Bettle e Fusca TSI mexicano até por que não tem a proposta de carro popular como é o Fusca "original" ou se preferir "Fusca mesmo". então vamos a lista.

                                10 VOLKSWAGEN VOYAGE (1981-1995)+(2008-ATÉ HOJE) 28 ANOS 
                                 

O Volkswagen Voyage na sua primeira geração foi lançado em Junho  1981 na época como sedã, apenas na carroceria duas portas, câmbio manual de quatro marchas e o motor era o EA 827/MD 250 com opção á gasolina e a álcool, o modelo á gasolina gerava 11.6KGFM a 3600RPM e 78CV a 6100RPM ainda que brutos e o modelo á álcool gerava 12.3KGFM a 3000RPM e 78CV a 5600RPM o motor tinha bloco de ferro, cabeçote de alumínio e comando de válvulas simples no cabeçote acionado por correia dentada, era uma espécie de "AP 1500 com biela curta", mas vale lembrar que no 1.5 a biela ficava uma pouco mais longa digamos assim e as versões em S e LS.

                                            
O Voyage chegava ao mercado de início com motor 1.5 á gasolina ou á álcool com 78CV e mais tarde veio o 1.6 de 96CV com gasolina e 98CV com álcool ainda que brutos e mais tarde até mesmo o 1.8 na versão Super 

Em Setembro de 1982 na linha 1983 era vez do 1.5 ser trocado pelo MD260 1.6 que é um AP 1600 com "biela curta", nesse caso a biela ficava "justa" digamos, no limite e com isso gerava 13.3KGFM a 3000RPM e 96CV a 6100RPM e o 1.6 á álcool gerava 13.3KGFM a 3300RPM e 98CV a 5800RPM. Em março de 1983 chegava a carroceria de quatro portas ao Voyage, já o motor 1.6 passava a ter potência e torque em valores líquidos, como é hoje(antes eram brutos) agora gerava 11.8KGFM a 2600RPM e 76CV a 5200RPM no motor 1.6 á gasolina e 12.8KGFM a 2600RPM e 81CV a 5200RPM na versão á álcool.

                                                    
O Voyage ganhava a opção das quatro portas e agora o motor 1.6 tinha a potência revelada em valores líquidos: 76CV no modelo á gasolina e 81CV no modelo álcool, mais tarde o 1.6 recebe alterações e vai a 80CV no modelo á gasolina e 85CV no modelo á álcool.

Vale lembrar que o Voyage tinha a dianteira diferente do Gol, em Outubro de 1983 na linha 1984 nada muda, Em Outubro de 1984 na linha 1985 nada muda, em Abril de 1985 ele ganhava o câmbio manual de cinco marchas,  Em agosto de 1985 na linha 1986 os motores ganhavam bielas mais longas e no caso do 1.6 novo diâmetro x curso e passava a se chamar AP 600, os motores ficaram padronizados ao EA 827 alemães dá época, no modelo á gasolina ele gerava 12.7KGFM a 2600RPM e 80CV a 5600RPM e o modelo á álcool gerava 13KGFM a 3000RPM e 85CV a 5600RPM. Em Agosto de 1986 na linha 1987 é lançada a versão Super com o motor AP 800 1.8 que na versão á gasolina gerava 14.2KGFM a 3000RPM e 90CV a 5200RPM e na versão  álcool gerava 15.2KGFM a 3400RPM e 94CV a 5200RPM.

   Em Outubro de 1986 a aliança entre Ford e Volkswagen é confirmada a Autolatina na mesma época o AP 800 1.8 á álcool passava a gerar 15.6KGFM a 3000RPM e 96CV a 5600RPM exclusivo do Super. Em Fevereiro de 1987 o Voyage ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques e perdia a opção da carroceria quatro portas, agora as versões eram CL e GL e os motores AP 600 1.6 á gasolina de 80CV e AP 600 1.6 á álcool agora gerava 13KGFM a 2600RPM e 90CV a 5600RPM, em Julho de 1987 é vez da GLS com motores AP 800 1.8 á gasolina de 90CV e o 1.8 á álcool de 96CV

                                                    
O Voyage recebe novos para-choques, grade dianteira e faróis aqui na versão GLS que tinha motor 1.8 á gasolina de 90CV e a álcool de 96CV e havia o 1.6 de 80CV com gasolina e o 1.6 á álcool de 90CV nas versões mais baratas(CL e GL) e muito mais tarde na Autolatina veio o CHT 1.6 de 76CV na versão á gasolina e 73CV na versão á álcool e o 1.8 ia para 92CV na versão á gasolina e 99CV na versão á álcool(na verdade tinha 105CV) 

Em Outubro de 1987 na linha 1988 sem alterações. Em Outubro de 1988 na linha 1989 nada muda e em outubro de 1989 na linha 1991 uma coisa que incomoda até hoje fãs da Volkswagen brasileira: o motor AP 600 1.6 dá lugar ao Sierra/Cléon/ Família C/CHT atualizado e renomeado AE 1600 com bloco de ferro, cabeçote de alumínio e comando de válvulas no bloco acionado por varetas, o câmbio não precisou mudar, já que aguentava mais torque com os motores 1.8, no caso o AE 1600 á gasolina gerava 13.3KGFM a 2600RPM e 76CV a 5200RPM e o AE 1600 á álcool gerava 12.9KGFM a 3200RPM e 73CV a 5000RPM, é evidente a perda de potência em relação ao motor antigo, embora no torque seja equivalente disponível na versão CL, a versão GL perdia o AP 600 e ganhava o AP 800 que é renomeado AP 1800 que estava disponível na CL, agora o AP 1800 á gasolina gerava 14.3KGFM a 3800RPM e 92CV a 5600RPM e o AP 1800 á álcool gerava 16.5KGFM a 3200RPM e 99CV a 5400RPM(na verdade tinha 105CV). Em março de 1990 para abrir espaço para o Apollo, a versão GLS dá adeus, ao menos o motor 1.8 agora estava disponível para CL e GL também, além do próprio 1.6 no CL é claro, em Abril de 1990 a Volkswagen importa da Argentina o Voyage GL 1.8 com quatro portas e motor AP 1800 á gasolina, ou seja marcava o retorno do Voyage com quatro portas, o curioso que ele é o único membro da família da primeira geração do Gol a ter quatro portas.

                                                  
O Voyage voltava a ter quatro portas dessa vez era o modelo argentino com motor 1.8 de 92CV e apenas á gasolina 

Em Outubro de 1990 na linha 1991 ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques e novas lanternas, era o facelift tanto para os modelos fabricados no Brasil: CL e GL duas portas, quanto ao GL quatro portas argentino, já nos motores o AE 1600(Sierra/Cléon/Família C/CHT) tanto á álcool como á gasolina e o AP 1800 á álcool e á gasolina, no caso do quatro portas apenas á gasolina estavam sem alterações.

                                                       
O Voyage ganhava nova dianteira, aqui representado pelo quatro portas e o motor 1.8 á gasolina de 92CV, mais tarde esse motor cai para 86CV por causa do catalizador 

O modelo duas portas com motor 1.6 de origem Ford/Renault de início sem alterações, mais tarde passando a 72CV no modelo á gasolina e mantendo os 73CV no modelo á álcool, o 1.8 á álcool agora tinha 95CV e o 1.8 á gasolina estava na situação do quatro portas e mais tarde o AP 1600 voltava á gasolina com 80CV e á álcool com 90CV e mais tarde o Sport com motor AP 1800 S do Gol GTS/Parati GLS com 91CV na versão á gasolina e pela primeira vez 99CV"reais" na versão á álcool.

Em Outubro de 1991 na linha 1992 a autolatina adota o catalizador para todos modelos, o Sierra/ Cléon/CHT/AE 1600 agora gerava na versão á gasolina 12.8KGFM a 3200RPM e 72CV a 5600RPM, perdendo 3CV, já o AE 1600 á álcool se manteve com a potência e torque(73CV na potência), o AP 1800 á gasolina agora gerava 14KGFM a 3000RPM e 86CV a 5600RPM e o AP 1800 á álcool agora gerava 15KGFM a 3000RPM e 95CV a 5600RPM. Em Outubro de 1992 na linha 1993 sem alterações, em Julho de 1993 o AP 1600 volta ao Voyage como opção acima ao CHT/AE 1600, com o 1.6 á gasolina de 80CV e o álcool de 90CV e chegava série especial Sport que trazia o motor AP 1800 S do Gol GTS e da Parati GLS com comando de válvulas mais bravo e com isso na versão 1.8 á gasolina gerava 15.5KGFM a 3400RPM e 91CV a 5600RPM e na versão á álcool gerava 16KGFM a 3400RPM e 99CV a 5600RPM, agora eram 99CV "reais". Em Outubro de 1993 na linha 1994 o Sport é efetivado, inclusive tinha bancos recaros, era basicamente um Gol GTS em carroceria sedã e o AP 1600 assume de volta o lugar de motor entrada com o adeus do CHT. Em Outubro de 1994 na linha 1995 nada muda. Em Julho de 1995 o Sport 1.8 dá adeus e em Outubro de 1995 é vez do Voyage dar adeus e seria substituído pelo Polo Classic que se mostrou um retumbante fracasso.

    O RETORNO antes do próprio retorno, vale umas informações, a primeira é que a Volkswagen chegou a desenvolver um Voyage "Bolinha", mas a briga entre as direções da Alemanha, acabou refletindo e optaram pelo Polo Classic que vendeu pouco e fracassou, mais tarde a Volkswagen lança o Polo Sedan no final de 2002 fazendo boas vendas nos compactos mais caros, mas o problema era volume e a aproveitando a chegada do Gol da terceira geração(chamado de G5) feito na plataforma PQ24 em Setembro de 2008 na linha 2009 chegava o Voyage, com três opções de acabamento: Básica, Trend e Comfortline, câmbio manual de cinco marchas e duas opções de motores, ambas da família EA 111 VHT com bloco de ferro, cabeçote de alumínio, comando de válvulas simples no cabeçote acionado por correia dentada, o motor 1.nada gerava 9.7KGFM a 3850RPM e 72CV a 5750RPM com gasolina e com álcool vai a 10.6KGFM e 76CV nas mesmas rotações e o 1.6 gerava 15.4KGFM a 2500RPM e 101CV a 5250RPM e com álcool vai a 15.6KGFM e 104CV nas mesmas rotações e agora diante dos novos tempos apenas com quatro portas.

                                                     
O Voyage retornava ao mercado  sob nova base e os motores eram o 1.nada de 72CV com gasolina e 76CV com álcool e o 1.6 de 101CV com gasolina e 104CV com álcool.

Em Outubro de 2009 na linha 2010 ele ganhava a opção do câmbio manual-automatizado de uma embreagem de cinco marchas chamada de ASG i-Motion que podia ser atrelada ao motor 1.6. Em Outubro de 2010 na linha 2011 sem alterações. Em Outubro de 2011 na linha 2012 sem grandes alterações, em Julho de 2012 na linha 2013 ele ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques e novas lanternas traseiras , ele estava disponível nas versões Básica, Trend e Comfortline, duas opções de câmbio: manual ou manual-automatizado de cinco marchas, duas opções de motor: 1.nada e 1.6 sem alterações, o 1.6 podia vir com o manual-automatizado.

                                                         
O Voyage ganhava novas lanternas traseiras 

Nova grade dianteira e faróis e os motores 1.nada e 1.6 eram mantidos sem alterações.

Em Outubro de 2013 na linha 2014 sem alterações. Em Outubro de 2014 na linha 2015 também sem alterações apenas o 1.6 passava a se chamar MSI apenas mudança de nomenclatura, Em Outubro de 2015 na linha 2016 sem alterações, em Fevereiro de 2016 ele ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choque dianteiro e junto com ela a mudança de motor: o EA 111 1.nada VHT dava lugar ao três cilindros EA 211 1.nada 12V com bloco e cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas no cabeçote acionado por correia dentada que gerava 9.7KGFM a 3000RPM e 75CV a 6250RPM e com álcool vai a 10.4KGFM e 82CV e o EA 111 1.6 VHT que esteve no lançamento da nova geração foi mantido e era a linha 2017 do modelo, assim como o câmbio manual-automatizado i-Motion.

                                                       
O Voyage ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques e estreava o motor três cilindros 1.nada 12V de 75CV com gasolina e 82CV com álcool e 1.6 era mantido 

Em Outubro de 2017 na linha 2018 nada muda, em Abril de 2018 na linha 2019 eles recebem nova grade dianteira, faróis e para-choques herdados da Saveiro e agora as versões estavam pela motorização: 1.nada 12V e o 1.6 de início apenas com câmbio manual e o 1.6 se chamava MSI, esses inalterados é o modelo da fotos da capa e na traseira sem mudanças, em Agosto era vez de receber o câmbio automático de seis marchas, mas a reboque do câmbio vinha o motor EA 211 1.6 16V MSI de mesma concepção do três cilindros, mas aqui gerava 15.8KGFM a 4000RPM e 110CV a 5750RPM e com álcool vai a 16.8KGFM e 120CV nas mesmas rotações era a linha 2019 que estava sendo completada. Em Outubro de 2019 na linha 2020 nada muda, em outubro de 2020 na linha 2021 nada muda, em Outubro de 2021 na linha 2022 nada muda, mas a primeira dúvida: A Volkswagen vai manter o 1.6 8 válvulas atrelado ao câmbio manual de cinco marchas, é provável que não, o 1.6 16V até daria para viver diante das novas leis, mas não acredito que tenha pouca demanda e talvez dê adeus também e só ficará no motor três cilindros 1.nada 12V até o final de 2023 e aí talvez uma versão 1.nada 12V aspirada do Virtus assuma o lugar, vamos aguardar só tempo vai dizer, se estiver errado aí é outra conversa com 14 anos da primeira e 14 anos da atual são total de 28 anos no mercado.

                                         9 VOLKSWAGEN FUSCA (1959 - 1986) +(1996 -1999) 30 anos 

                                        

O Fusca perdeu no desempate  com a Parati, afinal a perua tinha 30 anos seguidos e o Fusca morreu e ressuscitou, mas não estou contando o Fusca TSI mexicano nem o New Bettle por que é diametralmente oposto a esse Fusca e nem á época de CKD. Em Outubro de 1959 na linha 1960 o Fusca 1200 chegava as ruas na época "Volkswagen Sedan 1200", mas popularmente chamado de Fusca, o câmbio sempre manual de quatro marchas e o motor era o Volkswagen Boxer refrigerado á ar 1200 com bloco e cabeçote de alumínio, comando de válvulas no bloco acionado por varetas e com isso gerava 7.7KGFM a 2000RPM e 36CV a 4500RPM ainda que brutos, como era na época.

                                                   
O Fusca chegava ao mercado com motor 1200 de 36CV 

O Fusca teve uma primeira carreira de sucesso se tornando o carro mais vendido do país desde 1961 até 1983 quando perderia o posto e o Fusca seguiu sem mudanças grandes até Março de 1967 quando trocou o motor 1200 pelo 1300 da mesma família Boxer e refrigerado á ar e com isso gerava 9.1KGFM a 2600RPM e 46CV a 4600RPM e sim eram brutos, como todos os modelos da época.

                                             
O Fusca trocava o motor 1200 pelo 1300 de 46CV 

Como o Fusca sempre teve poucas mudanças, em Outubro de 1970 na linha 1971 o Fusca ganhava novos para-choques e novas lanternas traseiras, o 1300 era mantido e estreava o 1500 que era também Boxer refrigerado á ar que gerava 9.9KGFM a 2600RPM e 52CV a 4600RPM ainda que brutos, ganhou o apelido de "Fuscão".

                                                  
O Fusca ganhava novos para-choques e novas lanternas e junto com ela o motor 1500 de 52CV

E como sempre o Fusca teve poucas mudanças e aí só foi ter uma mudança em Outubro de 1974 quando chegou o 1600 S ou "Super Fuscão" que contava com o motor Boxer 1600 refrigerado á ar e dotado de carburador de corpo duplo e com isso gerava 12KGFM a 2600RPM e 65CV a 4600RPM.

                                                    
O 1600S chegava ao mercado com adereços visuais e o motor 1600 de 65CV

Lógico 65CV ainda que brutos. Em Outubro de 1975 na linha 1976 ele perde o motor 1500 e o 1600 perde os adereços visuais, só fica o 1300 e o 1600 e lógico como Fusca teve poucas mudanças no decorrer da sua vida, em Outubro de 1977 na linha 1978 ele ganhava novos para-choques e novas lanternas traseiras que ganharam o apelido de "Fafá-de-Belém", já os motores 1300 e 1600 eram mantidos inalterados.

                                                   
Novo para-choque e novas lanternas traseiras e os motores 1300 e 1600 mantidos, mais tarde o 1300 á álcool de 49CV.

Como sempre poucas mudanças no decorrer da vida do Fusca e em Outubro de 1979 na linha 1980 ele estreava a opção do 1300 á álcool que gerava 9.3KGFM a 3200RPM e 49CV a 4400RPM agora a potência era em valores líquidos e lógico o Fusca como sempre poucas mudanças, mas em 1983 ele perde a liderança para o Chevette e as vendas cada vez caem mais, em Agosto de 1984 na linha 1985 o motor 1300 dá adeus e o nome Fusca finalmente é oficializado pela Volkswagen e o motor 1600 agora tem a potência revelada em valores líquidos e com isso 1600 gerava 11.2KGFM a 2600RPM e 51CV a 4600RPM e a reboque estreava o Volkswagen Boxer 1600 á álcool que gerava 11.8KGFM a 2600RPM e  57CV a 4600RPM.

                                                        
O Nome Fusca agora é oficial e o motor 1600 á gasolina agora tinha potência revelada em valores líquidos: 51CV e o 1600 á álcool estreava com 57CV 

E lógico como o Fusca teve uma carreira longeva sem grandes mudanças, em Outubro de 1986 o então automóvel mais vendido da história brasileira e da Volkswagen brasileira dá adeus, sem dúvidas o Fusca é uma lenda mercadológica, isso não se questiona, mas tem coisas... que não se devem fazer.

  O RETORNO isso é uma coisa que não se deve fazer, tudo bem um presidente ou rei gostar de um carro, até aí tudo bem, mas pedir para um fabricante fabricar algo que já estava ultrapassado? pois é o Itamar Franco, então presidente do Brasil, pediu a volta do Fusca e foi atendido, em Setembro de 1993 como linha 1994 o Fusca voltava, é a foto de abertura do Fusca, só que ele voltava com para-brisa laminados, freios á disco na dianteira, mas mantendo o câmbio manual de quatro marchas e o motor Volkswagen Boxer 1600 refrigerado á ár que na versão á gasolina agora gerava 11.5KGFM a 2600RPM e 53CV a 4600RPM e o 1600 á álcool com 11.9KGFM a 2600RPM e 59CV a 4600RPM e agora ganhava a companhia do catalizador, lógico no caso do motor ajudava a Kombi ainda ser produzida. E lógico o país de 1960 não era o mesmo de 1990, afinal dentro da autolatina já existia o Gol 1000 e o Escort Hobby 1.nada que foi lançado na mesma época e ainda para piorar em março de 1994 a Chevrolet lançou o Corsa Wind 1.nada EFI e aí pronto: o começo do fim da segunda carreira do Fusca que não foi tão sucedida quando a primeira e em Outubro de 1996 ele deu adeus ao mercado e de vez, afinal a primeira carreira foi de 27 anos e a segunda foi de três anos com isso totalizou 30 anos.

                                                  8 VOLKSWAGEN PARATI(1982-2012) 30 ANOS 
                                                 

A Fiat Palio Weekend pode ser a última perua fabricada no Brasil, a Chevrolet Suprema pode ser maior perua fabricada no Brasil e a Marea Weekend Turbo pode ser a perua mais potente fabricada no Brasil, mas a perua mais longeva do Brasil é justamente a Volkswagen Parati, ela foi lançada em Julho de 1982, na carroceria duas portas, câmbio manual de quatro marchas e o motor era o MD 250 1500 á gasolina com 11.6KGFM a 3600RPM e 78CV a 6100RPM e o 1500 á álcool com 12.3KGFM a 3000RPM e 78CV a 6100RPM, lembrando que são valores brutos.

                                                
A Parati chegava ao mercado com motor 1.5 á gasolina de 78CV e a álcool também de 78CV, mais tarde era substituído pelo 1.6 á gasolina de 96CV e o 1.6 á álcool de 98CV que mais tarde tem a potência em valores líquidos: 76CV na versão á gasolina e 81CV na versão á álcool, mais tarde o motor evolui para o AP 1600 á gasolina de 80CV e 1600 á álcool de 85CV 

Ele chegava nas versões S e LS e tinha a dianteira do Voyage da época. Em Outubro de 1982 na linha 1983 o motor 1.5 é trocado pelo 1.6 ou MD 260 1600 no caso "AP 1600 de biela curta" na versão á gasolina gerava 13.3KGFM a 3000RPM e 96CV a 6100RPM e na versão á álcool gerava 13.3KGFM a 3000RPM e 98CV a 5800RPM, em março de 1983 a potência era revelada em valores líquidos, como é hoje, no caso do 1.6 á gasolina gerava 11.8KGFM a 2600RPM e 76CV a 5200RPM e o 1.6 á álcool agora gerava 12.8KGFM a 2800RPM e 81CV a 5200RPM, em outubro de 1983 na linha 1984 nada muda e a Parati seguiu sem grandes mudanças  até Abril de 1985 quando ganhava o câmbio manual de cinco marchas. Em Outubro de 1985 na linha 1986 quando motor 1600 passou por alterações como bielas mais longas e novo diâmetro x curso padronizado aos alemães e passou se chamar AP 600 1.6 na versão á gasolina gerava 12.7KGFM a 2600RPM e 80CV a 5600RPM e na versão á álcool gerava 13KGFM a 3000RPM e 85CV a 5600RPM e ganhava mais uma versão de acabamento mais luxuosa: GLS. Em Outubro de 1986 na linha 1987 nada muda, em Fevereiro de 1987 ela ganhava nova grade dianteira, faróis , para-choques e novas lanternas, a versão GLS dava adeus, só ficava a CL e a GL, já o motor AP 600 1.6 á gasolina não mudava, já o AP 600 1.6 á álcool agora gerava 13KGFM a 2600RPM e 90CV a 5600RPM.

                                                                   
A Parati ganhava novo visual e de início apenas o motor 1.6 de 80CV na versão á gasolina e de 90CV na versão á álcool e mais tarde o 1.8 com 90CV na versão á gasolina e 96CV na versão á álcool.

Em Outubro de 1987 na linha 1988 nada muda, em Agosto de 1988 chegava a versão GLS e a reboque o motor AP 800 1.8 que na versão á gasolina gerava 14.2KGFM a 3000RPM e 90CV a 5200RPM e na versão á álcool gerava 15.2KGFM a 3000RPM e 96CV a 5200RPM. Em Outubro de 1988 nada muda na linha 1989 e em Outubro de 1989 na linha 1990 com a Autolatina, o motor AP 600 dá lugar ao Sierra/Cléon/CHT/AE 1600 que na versão á gasolina gerava 13.3KGFM a 2600RPM e 76CV a 5200RPM e a versão á álcool com 12.9KGFM a 3000RPM e 73CV a 5000RPM na versão CL, as versões CL(opcional é claro) e GL também recebem o motor AP 1800 da versão GLS, agora gerando na versão á gasolina 14.3KGFM a 3800RPM e 92CV a 5600RPM e na versão a álcool agora gerava 16.5KGFM a 3200RPM e 99CV a 5400RPM(que na verdade eram 105CV). Em Outubro de 1990 na linha 1991 a Parati ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques, além disso as versões CL,GL e GLS continuavam, a CL mantinha o 1.6 de origem Ford/Renault, a CL e GL mantinham o AP 1800 convencional e a GLS ganhava o comando de válvulas do Gol GTS e com isso na versão á gasolina agora gerava 15.6KGFM a 2600RPM e 97CV a 5600RPM e na versão á álcool gerava 16.5KGFM a 3200RPM e "99CV" a 5600RPM(na verdade tinha 110CV a 5600RPM.

                                                    
 A Parati ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques e os motores 1.6 e 1.8 eram mantidos, mas a GLS ganhava o comando de válvulas do Gol GTS e com isso o 1.8 S á gasolina gerava 97CV e o 1.8 S á álcool gerava 99CV, só que nesse último eram 110CV reais, mas veio o catalizador no ano seguinte a potência do 1.6 á gasolina agora era de 72CV, o 1.6 á álcool se manteve nos 73CV, o 1.8 á gasolina agora gerava 86CV, o 1.8 á álcool gerava 95CV e o 1.8 S da Parati GLS gerava 91CV na versão á gasolina e 99CV, agora "reais" na versão á álcool e mais tarde o AP 1.6 de 80CV á gasolina e 90CV na versão á álcool voltava a perua.

Em Outubro de 1991 na linha 1992 toda a linha recebe catalizador, o 1.6 á álcool mantinha os números de torque e potência, o AE 1600 á gasolina agora gerava 12.8KGFM a 3200RPM e 72CV a 5600RPM, o AP 1800 á gasolina agora gerava 14KGFM a 3000RPM e 86CV a 5600RPM, o AP 1800 á álcool gerava 15KGFM a 3000RPM e 95CV a 5600RPM e para a GLS o AP 1800 S á gasolina gerava 15.5KGFM a 3400RPM e 91CV a 5600RPM e o AP 1800 S á álcool passava a gerar 16KGFM a 3400RPM e 99CV a 5600RPM, agora eram "99CV" reais e a Parati GLS desde a linha 1991 era basicamente um "Gol GTS em carroceria perua". Em Julho de 1993 o AP 1600 volta a Parati, nas versões á gasolina com 80CV e na versão á álcool com 90CV, Em Outubro de 1993 na linha 1994 o CHT/AE 1600 dá adeus e o AP 1600 assume o posto de motor de entrada. Em Outubro de 1994 na linha 1995 sem grandes mudanças, afinal a grande mudança viria no ano seguinte.

  A CHEGADA DA SEGUNDA GERAÇÃO se dá em Outubro de 1995 na linha 1996 é o modelo conhecido como "Bolinha", ela chegava ao mercado nas versões CLi, GLi e GLSi,  ela continuava com três opções de motores e todas da família AP, mas agora eram todos injetados e de uma maneira diferente, no caso da CLi, o motor era o AP 1600 de injeção eletrônica monoponto que na versão á gasolina gerava 11.5KGFM a 3000RPM e 76CV a 5600RPM, a versão á álcool gerava 12.7KGFM a 3200RPM e 86CV a 5600RPM, nas versões CLi(opcional é claro) e GLi o motor era o AP 1800 dotado de injeção eletrônica monoponto na versão á gasolina ele gerava 14.3KGFM a 3500RPM e 91CV a 5600RPM e na versão á álcool gerava 15.4KGFM a 3500RPM e 97CV a 5600RPM e por último para a GLSi 2000 ela ganhava a opção do motor AP 2000 pela primeira vez dotado de injeção eletrônica multiponto na versão á gasolina gerava 17.3KGFM a 3000RPM e 109CV a 5250RPM e na versão á álcool gerava 18.5KGFM a 3000RPM e 115CV a 5250RPM e a perua estreou de início com duas portas e sempre câmbio manual de cinco marchas.

                                                    
A Parati "bolinha" chegava ao mercado com motores de injeção eletrônica, no caso o AP 1600 de injeção monoponto com 76CV na versão á gasolina e 86CV na versão á álcool, o AP 1800 de injeção monoponto com 91CV na versão á gasolina e 97CV na versão álcool e o AP 2000 de injeção multiponto na versão á gasolina de 109CV e a versão á álcool de 115CV, mais tarde ganhava injeção multinponto nos AP 1600 de 88CV na versão á gasolina e 98CV na versão á álcool, o AP 1800 á gasolina de 98CV, o AP 1800 á álcool de 103CV e o 1.nada 16V de 69CV.

Em Outubro de 1996 na linha 1997 a Parati ganhava três novidades, a primeira era a injeção multiponto para os motores AP 1600 e 1800, no caso do AP 1600 á gasolina ele agora gerava 13.7KGFM a 3000RPM e 88CV a 5500RPM, a versão á álcool do AP 1600 agora gerava 14.5KGFM a 3000RPM e 98CV a 5500RPM, o AP 1800 á gasolina agora gerava 15.5KGFM a 3000RPM e 98CV a 5500RPM e o AP 1800 á álcool agora gerava 16KGFM a 3000RPM e 103CV a 5500RPM e as versões agora eram CL 1.6 Mi, CL 1.8 Mi e GL 1.8 Mi, a GLSi era a única que se mantinha inalterada o nome e estreava a versão GTi 2000 16V que trazia o EA 827/EA 113 de bloco alto, biela longa, duplo comando de válvulas no cabeçote, cabeçote de 16 válvulas  com fluxo cruzado e é claro injeção multiponto e com isso gerava 17.9KGFM a 4500RPM e 145CV a 6250RPM e para aguentar o torque maior, o câmbio manual de cinco marchas passou a ser do Audi A4 nessa versão e de quebra.

                                                        
A Parati GTi 2000 16V com motor de 145CV 

Em Setembro de 1997 inaugurando a linha 1998 chegava a opção 1.nada 16V, com o motor EA 111 1.nada 16V na época chamado de AT 1000 16V com bloco de ferro, cabeçote de alumínio e duplo comando de válvulas no cabeçote acionado por correia dentada que gerava 9.4KGFM a 4500RPM e 69CV a 5750RPM, em Outubro de 1997 na linha 1998 a Parati ganhava a opção das quatro portas para todas as versões com exceção da GTi 2000 16V que só ficou com duas portas e de início até a 1000 16V podia ter quatro portas, assim como a CL 1.6 Mi, CL 1.8 Mi, GL 1.8 Mi e a GLSi virava GLS 2.0Mi.

                                            
A Parati ganhava a opção das quatro portas e nos motores 1.nada 16V de 69CV, 1.6 á gasolina de 88CV, 1.6 á álcool de 98CV, 1.8 á gasolina de 98CV, 1.8 á álcool de 103CV, 2.nada á gasolina de 109CV, 2.nada á álcool de 111CV e mais tarde ela recebia o 2.nada 16V para a GTi com 146CV 

Em maio de 1998 chegava a linha 1999, a opção da carroceria duas portas dá adeus e com ela GTi 2000 16V que dá um até breve, a versão 1000 16V é mantida, assim como a CL 1.6 Mi, CL 1.8 Mi, GL 1.8 Mi e GLS 2.0Mi, mas as opções AP 1800 e AP 2000 á álcool dão adeus, o 1.nada 16V sem mudanças, o AP 1600 á gasolina agora gerava 92CV a 5600RPM, o AP 1600 á álcool gerava 99CV a 5600RPM assim com o AP 1800 á gasolina e o AP 2000 agora gerava 111CV a 5250RPM e mantendo o torque. Em Outubro de 1998 na linha 1999 a versão GTI retornava com quatro portas e o motor AP 2000 16V que na verdade é um EA827/EA113 agora gerava 146CV e mantinha o torque a linha 1999 da perua era completada.

   Em maio de 1999 na linha 2000 chegava o modelo que ficou conhecido como geração III que é um facelift do "Bolinha", agora as versões eram denominadas pelo motor: 1.nada 16V, 1.6, 1.8,2.nada e apenas o GTi era denominado e o motor era o 2.nada 16V e todos sem alterações. inclusive o AP 1600 á álcool.

                                           
A Parati GTi era a única denominada com motor 2.nada 16V de 146CV 

Já as outras versões eram denominadas pelo motor: 1.nada 16V de 69CV, 1.6 á gasolina de 92CV, 1.6 á álcool de 99CV, 1.8 á álcool também de 99CV e o 2.nada de 111CV, mais tarde o 1.nada 16V vai a 76CV.

Em Julho de 2000 era vez da versão 1.nada 16V Turbo que recebeu bloco reforçado, bielas e pistões forjados no motor EA 111 1.nada 16V e comando de válvulas variável, mas infelizmente o comando variável gastava óleo demais e com isso se pagou o preço na manutenção e até hoje esse modelo é conhecido como "bomba", mas voltando ao motor graças ao caracol ele gerava 15.8KGFM a 2000RPM e 112CV 5500RPM, ao menos será a única perua brasileira com motor 1.nada turbo, hoje muito vigente, lógico que três cilindros é claro, a Parati tinha quatro.

                                                    
A Parati 1.nada 16V Turbo chegava ao mercado com motor de 112CV.

Em Outubro de 2000 a linha 2001 é lançada e com ela o adeus do AP 1600 á gasolina e do GTi 2.nada 16V. Em Setembro de 2001 na linha 2002 a Parati inaugura a linha 2002 com o EA 111 1.nada 16V de comando de válvulas roletado  e inclusive até bloco reforçado do turbo e com isso passou a gerar 9.7KGFM a 4500RPM e 76CV a 6000RPM e em outubro de 2001 o motor AP 1600 á álcool dá adeus. Em Outubro de 2002 a Parati recebe nova grade dianteira, para-choques, nova tampa traseira e lanternas, já nos motores o AP 1600 á gasolina de 92CV e o 1600 á álcool voltam ao catálogo, o 1.nada 16V dura pouco tempo.

                                                
A Parati recebia nova grade dianteira, faróis, lanternas e tampa do porta-malas, já os motores marcava o retorno do AP 1600 á gasolina de 92CV e o 1600 á álcool de 99CV, mais tarde era vez do 1600 Total Flex com 97CV com gasolina e 99CV com álcool e o adeus do 1.nada 16V e do 1.nada 16V Turbo.

Em Março de 2003 chega a versão Crossover com suspensão elevada e com duas opções de motor: o 1.nada 16V Turbo e o AP 2000.

                                                     
A versão Crossover chegava ao mercado com motor 1.nada 16V Turbo de 112CV e o 2.nada de 111CV 

Em Junho a Parati recebe o motor AP 1600 Total Flex que gerava 14KGFM a 3000RPM e 97CV a 5600RPM com gasolina e com álcool gerava 14.3KGFM e 99CV nas mesmas rotações. Em Outubro de 2003 na linha 2004 nada muda. Em Agosto de 2004 na linha 2005 a Parati perde o motor 1.nada 16V Turbo e também os AP 1600 á gasolina, só ficando o AP 1600 Total Flex, AP 1800 e AP 2000. Em Março de 2005 chegava o AP 1800 Total Flex que gerava 15.5KGFM a 3000RPM e 103CV a 5500RPM e com álcool passava a gerar 16KGFM e 106CV nas mesmas rotações. Em Outubro chegou a vez da conhecida geração IV que na verdade é mais um facelift sobre a bolinha com nova grade dianteira, faróis, para-choques e no caso novo layout das lanternas, ela perdia o motor AP 2000 e mantinha os AP 1600 e 1800 ambos Total Flex.

                                                
A Parati muda na dianteira e na traseira e o motor AP 1600 Total Flex de 97CV com gasolina e 99CV com álcool é mantido assim como o AP 1800 Total Flex de 103CV com gasolina e 106CV com álcool, mais tarde o 1.6 vai a 101CV com gasolina e 103CV com álcool.

Em Fevereiro de 2006 chegava a Parati Track&Field que era o modelo de abertura da parte sobre a Parati, Em setembro de 2007 na linha 2008 nada muda, em Agosto de 2008 na linha 2009 a versão Track&Field virava Surf e lógico na época se especulou que poderia vir uma nova Parati baseada na terceira geração do Gol(conhecida como G5) e ela não chegou. Em agosto de 2009 na linha 2010 o motor AP 1800 Total Flex dá adeus a Parati e o AP 1600 Total Flex ganha alterações para gerar 15KGFM a 3000RPM e 101CV a 5750RPM e com álcool vai a 15.5KGFM sem alterações e seguiu sem alterações até o seu adeus e com isso em Setembro de 2012 ela dá adeus ao mercado com ela o AP de cabeçote de fluxo unilateral. A Volkswagen apostou na SpaceFox lançada seis anos antes, mas acabou saindo de cena em 2019 para dar lugar de vez ao T-Cross que é um utilitário esportivo e a categoria é sucesso de vendas hoje em dia.

                                                     7 FIAT UNO (1984-2021) 37 ANOS 
                                                  

O Fiat Uno foi lançado em Agosto de 1984 de início na carroceria duas portas, câmbio manual de quatro ou de cinco marchas, três opções de motores, a primeira era o Fiasa 1050 com bloco de ferro, cabeçote de alumínio, comando de válvulas simples no cabeçote acionado por correia dentada á gasolina que gerava 7.8KGFM a 3200RPM e 50CV a 5600RPM e o câmbio era sempre de quatro marchas, o Fiasa 1300 de mesma concepção do 1050 á gasolina que gerava 9KGFM a 2600RPM e 58CV a 5600RPM e o Fiasa 1300 á álcool que gerava 10KGFM a 2600RPM e 60CV a 5600RPM e todos com carburador de corpo simples e nas versões S e CS.

                                                   
O Uno chegava ao mercado com motor 1.05 á gasolina de 50CV, 1.3 á gasolina de 58CV e o 1.3 á álcool de 60CV 

E ele já foi lançado como linha 1985, dois meses depois era vez da versão SX que trazia carburador de corpo duplo nos motores Fiasa 1300 e com isso o Fiasa 1300 á gasolina agora gerava 10.6KGFM a 3000RPM e 71CV a 5600RPM e o Fiasa 1300 á álcool gerava os mesmo 10.6KGFM a 3000RPM só que 70CV a 5600RPM, sim o modelo á álcool era menos potente nesse caso.

                                                 
O Uno SX chegava ao mercado com o motor 1.3 com carburador de corpo duplo com 70CV na versão á álcool e 71CV na versão á gasolina 

Em Outubro de 1985 na linha 1986 nada muda, em Outubro de 1986 na linha 1987 o SX dava lugar ao 1.5 R que tinha o motor Sevel/ACT(Alberim Came Testa em Italiano) 1500 importado da Argentina com bloco de ferro, cabeçote de alumínio, comando de válvulas simples no cabeçote acionado por correia dentada e no caso para o 1.5 R ele ficou mais bravo e apenas á álcool e com isso gerava 12.9KGFM a 3500RPM e 86CV a 6000RPM.

                                                 
O Uno 1.5 R com motor Sevel 1.5 á álcool de 86CV  

Em Outubro de 1987 na linha 1988 nada muda, em Outubro de 1988 na linha 1989 sem alterações e em Outubro de 1989 na linha 1990 o motor Fiasa 1050 e 1300 dão adeus e o Sevel 1500 também, os dois primeiros são substituídos pelo Fiasa 1500 de mesma concepção do 1300 e 1500, na versão á gasolina gerava 11.9KGFM a 2750RPM e 67CV a 4700RPM e na versão á álcool gerava 12.9KGFM a 2750RPM e 71CV a 4700RPM e o Uno 1.5 R virava Uno 1.6 R graças ao motor Sevel/ACT 1600 de mesma concepção do 1500, mas ele perdia o comando de válvulas mais bravo e na versão á gasolina gerava 13.2KGFM a 3250RPM e 84CV a 5600RPM e na versão á álcool gerava 13.7KGFM a 3250RPM e 88CV a 5600RPM, vale lembrar que o 1500 e 1600 ambos eram carburador de corpo duplo.

                                               
O Uno 1.6 R chegava ao mercado com motor Sevel 1.6 á gasolina de 84CV e a álcool de 88CV e para os modelos S e CS estrava o Fiasa 1.5 á gasolina de 67CV e a álcool de 71CV.

Em agosto de 1990 como reação a nova lei do IPI, a Fiat inaugura a linha 1990 com o Uno Mille, que tinha inicialmente câmbio manual de quatro marchas e o motor Fiasa 1000 com carburador de corpo simples de mesma concepção dos 1300 e 1500 e apenas á gasolina e com isso gerava 7.4KGFM a 3000RPM e 48CV a 5700RPM e ele foi lançado em Agosto de 1990.

                                              
O Uno Mille chegava ao mercado com motor 1.nada de 48CV mais tarde passava 47CV 

E as versões S,CS e R recebem novo visual com nova grade dianteira, faróis e para-choques, mas sem mudanças mecânicas. Em março de 1991 chegava importado da Argentina o Uno CSL quatro portas, com câmbio manual de cinco marchas e o motor Sevel/ACT 1600 apenas á gasolina de 80CV.

                                             
O Uno CSL estreava a carroceria quatro portas na linha e o motor era 1.6 de 80CV 

Em Outubro de 1991 na linha 1992 os Fiat ganhavam catalizador, no caso do Uno Mille agora gerava 47CV e mantinha os outros números, já o Fiasa 1500 á gasolina das versões S e CS passava a gerar 11KGFM a 3000RPM e 61CV a 5500RPM, o Fiasa 1500 á álcool também das versões S e CS passava a gerar 12KGFM a 3000RPM e 67CV a 5500RPM, o 1600 do Uno CSL já tinha catalizador, mas o 1.6 R não e com isso na versão á gasolina passava a gerar 13KGFM a 3000RPM e 80CV a 5500RPM e na versão á álcool gerava 13.8KGFM a 3800RPM e 86CV a 5600RPM e para os S e CS estreava o Fiasa 1500 de injeção monoponto á gasolina que gerava 12KGFM a 3000RPM e 67CV a 5500RPM. Em Outubro de 1992 na linha 1993 chegavam três novidades, a primeira era o Uno Mille Eletronic que ganhava ignição eletrônica no motor Fiasa 1000 de quebra carburador de corpo duplo e com isso passava a gerar 8KGFM a 3250RPM e 56CV a 6000RPM e ganhava a opção das quatro portas, a segunda novidade era o Fiasa 1500 de injeção monoponto á álcool que gerava 13KGFM a 3000RPM e 73CV a 5000RPM e por último para o Uno 1.6 R estreava a injeção multiponto no Sevel/ACT 1600 e com isso passou a gerar 13KGFM a 3500RPM e 92CV a 5750RPM.

                                                    
O Uno 1.6 R ganhava a injeção multiponto e virava 1.6 R mpi e passava a 92CV 

O Uno Mille Eletronic estreava as quatro portas e o motor 1.nada de 56CV 

Só que o Uno Mille Eletronic viraria um pivô um escândalo de poluição, o modelo entregue aos testes do Ibama foi alterado para cumprir a legislação e o modelo entregue as ruas poluia mais e o resultado: uma multa gigantesca que a Fiat  teve que pagar. Em Outubro de 1993 na linha 1994 as versão CS passava a ser disponível com quatro portas também, só as versões Mille, S e R ficaram de fora. Em março de 1994 como resposta ao Corsa chegava o Uno Mille ELX com o visual dianteiro alinhado ao resto das versões, a Mille Eletronic entra no lugar da Mille e essa dá adeus ao mercado com o seu motor Fiasa 1000 carburador de corpo simples e 47CV.

                                                   
O Uno Mille ELX chegava ao mercado com o motor 1.nada de 56CV do Eletronic 

Em abril de 1994 chegava o primeiro carro nacional turbo de fábrica era o Uno Turbo, o câmbio era manual de cinco marchas era novo, ganhou torre que no capô que ligava os amortecedores dianteiros, o estepe que era no capô, foi para o porta-malas, os freios vieram do Tempra discos ventilados na dianteira e tambores na traseira e o motor era o ACT 1400 Turbo de injeção multiponto importado da Itália, lógico á gasolina, era parente italiano dos Sevel 1600 e 1500 inclusive a mesma concepção desses só que com acréscimo de turbo, intercooler e lógico injeção multiponto e com isso passou a gerar 17KGFM a 3500RPM e 116CV a 6000RPM.

                                                 
O Uno Turbo chegava ao mercado com motor 1.4 de 116CV graças ao caracol 

Para se ter uma ideia no lançamento a "Botinha ortopédica atômica" deixou Volkswagen Gol GTi 2000(ainda de primeira geração), Escort XR3 e Kadett GSi para trás, mais tarde o Gol bolinha recebia o 2000 16V e chegava o Corsa GSi. Em Outubro de 1994 na linha 1995 além de manter Mille Eletronic, Mille ELX e Turbo, é claro as versões S e CS, a versão CSL e 1.6 R mpi são substituídas pela 1.6mpi que tinha carroceria de duas e quatro portas e o motor do antigo 1.6 R mpi. Em agosto de 1995 como novidade da linha 1996 chegava o Uno Mille EP com o motor Fiasa 1000 dotado de injeção eletrônica monoponto e com isso passou a gerar 8.2KGFM a 58CV a 6000RPM e o adeus do Fiasa 1500 com carburador, em Fevereiro de 1996 o Uno Mille Eletronic é substituído pelo i.e que herdava o motor Fiasa 1000 de injeção eletrônica do EP e era o último Uno com carburador, em Abril de 1996 para abrir espaço ao Palio sai de cena as versões S,CS, 1.6 mpi e Turbo, só ficando a Mille e Mille EP e lógico o motor Fiasa 1000 de injeção monoponto. Em Outubro de 1996 na linha 1997 o Uno Mille ficava disponível em apenas uma versão: a SX e o motor era herdado do EP.

                                                
O Uno Mille SX chegava ao mercado com motor Fiasa 1000 de injeção monoponto e 58CV 

E parecia que o fim estava próximo, mas não o Uno vendia também que ganhou uma nova geração anos mais tarde. Em Outubro de 1997 na linha 1998 chegava a versão Mille EX. Em Outubro de 1998 na linha 1999 só a EX ficava e além do Fiasa 1000 de injeção monoponto á gasolina estreava o Fiasa 1000 de injeção multiponto á álcool que gerava 8.6KGFM a 3000RPM e 61CV a 6000RPM. Em Outubro de 1999 na linha 2000 ele não tinha alterações. Em Julho de 2000 na linha 2001 ele ganhava nova grade dianteira e passa a se chamar Smart e o motor Fiasa 1000 de injeção monoponto á gasolina agora gerava 57CV, já o 1000 de injeçao multiponto á álcool era mantido nos 61CV.

                                                
O Uno Mille Smart chegava ao mercado com motor 1.nada de 57CV á gasolina e 1.nada de 61CV á álcool e mais tarde ganhava um novo 1.nada de 55CV e novo símbolo da Fiat. 

Em Julho de 2001 na linha 2002 ele trocava o motor Fiasa 1000 i.e á gasolina e o 1000 mpi á álcool pelo Fire 1.nada com bloco de ferro, cabeçote de alumínio, comando de válvulas simples no cabeçote acionado por correia dentada e á gasolina que gerava 8.5KGFM a 2500RPM e 55CV a 5500RPM e claro o então novo símbolo redondo da Fiat. Em Outubro de 2002 na linha 2003 nada muda. Em Outubro de 2003 na linha 2004 sem alterações. Em Maio de 2004 o Uno Mille ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques e novas lanternas, mas o motor continuava o Fire 1.nada de 55CV.

                                                      
O Uno Mille recebe alterações visuais de início manteve o 1.nada de 55CV e mais tarde virou Flex e passou a gerar 65CV com gasolina e 66CV com álcool 

Em Abril de 2005 como linha 2006 o Uno Mille recebe o motor Fire 1.nada Flex que agora gerava 9.1KGFM a 3000RPM e 65CV a 6000RPM com gasolina e com álcool vai a 9.2KGFM e 66CV nas mesmas rotações como era mais leve, ele andava melhor que muito 1.nada mais potente, só que bem mais pesado. Seguiu sem alterações grandes até Outubro de 2008 na linha 2009 quando lançou o Uno Mille Economy e sua versão fora de estrada-leve Way, o câmbio teve relações mais longas para melhor consumo e o motor Fire 1.nada ficou sem alterações, mantendo os números de potência e torque, no visual novos para-choques, novo símbolo da marca de então e grade dianteira.

                                                    
O Uno Mille ganha a companhia da versão Way  e mantém o motor 

A Economy era a versão digamos "baixa" e o mesmo motor 

Em Outubro de 2009 na linha 2010 nada muda. 

A CHEGADA DA SEGUNDA GERAÇÃO se dá em Abril de 2010 como linha 2011 agora na plataforma 327/MP0/Economy , nos primeiros anos vendeu bem, ele vinha nas versões Vivace, Attractive e Way, sempre com câmbio manual de cinco marchas e duas opções de motores: o Fire EVO 1.nada que agora gerava 9.5KGFM a 3850RPM e 73CV a 6250RPM com gasolina e com álcool vai a 9.9KGFM e 75CV nas mesmas rotações e o Fire 1.4 Evo que gerava 12.4KGFM a 3500RPM e 85CV a 5750RPM e com álcool vai a 12.7KGFM e 88CV nas mesmas rotações, o Vivace vinha apenas no motor 1.nada, a Attractive no motor 1.4 e a Way era a única que podia vir com os dois motores.

                                              
A segunda geração do Uno chegava no aventureiro Way com motores 1.nada de 73CV com gasolina e 75CV com álcool e o 1.4 de 85CV com gasolina e 88CV com álcool 

Aqui o Attractive apenas com o 1.4 e o Vivace vinha apenas com o 1.nada.

Em Outubro de 2010 na linha 2011 era vez do Uno Mille e sem alterações. Em Fevereiro de 2011 na linha 2012 chegava a carroceria duas portas e a opção de acabamento Sporting que podia vir com duas e quatro portas, essa última tinha câmbio mais curto e suspensão com acerto mais esportivo e lógico o motor Fire 1.4 Evo do Way e do Attractive, aliás as duas portas passaram a equipar do Vivace ao aventureiro Way e em agosto chegava a versão Economy 1.4

                                                    
O Uno ganhava carroceria duas portas aqui representada pela Sporting, ele tinha duas portas em todas as versões 

Em Outubro de 2011 na linha 2012 nada muda no Uno Mille, afinal esse modelo caminhava para o adeus. Em Junho de 2012 chegava a linha 2013 a versão Attractive dava adeus, a opção da carroceria duas portas só ficava restrita ao Vivace que recebia para-choques na cor do veículo e o motor 1.4 seguia nas versões Economy e Sporting. Em Outubro de 2012 na linha 2013 o Uno Mille entrava no seu último ano de produção.  Em dezembro de 2013 na linha 2014 nada mudava no Uno de carroceria nova, mas o Uno Mille que era o modelo antigo dava o seu adeus com a série especial Grazzie Mille de 2000 unidades e esse acabou sendo substituído pelo Palio Fire temporariamente até a chegada do Mobi. Em Agosto de 2014 na linha 2015 o Uno ganhava um facelift com nova grade dianteira, para-choques e mudanças no layout da lanterna, a Vivace mantinha o visual antigo e as carrocerias duas e quatro portas, a versão Evolution com motor 1.4 estreava, assim como voltava a Attractive dessa vez com motor 1.nada, a Sporting e a Way, nos motores o Fire 1.nada EVO e Fire 1.4 EVO continuavam, mas esse último ganhava Start&Stop como opcional e para as versões 1.4 ele passava ter a opção do câmbio manual-automatizado dualogic de cinco marchas, além do manual de cinco marchas, o plano da Fiat era o Uno ocupar do lugar do Palio, enquanto os então futuros Mobi e Argo, ocupariam o lugar de Uno Mille e Punto respectivamente.

                                                     
O UNo ganhava nova grade dianteira e novo layout interno da lanterna traseira, já nos motores o 1.nada e o 1.4 eram mantidos sem alterações, só  1.4 recebia o Start&Stop opcional e podia vir com câmbio manual-automatizado dualogic. 

Em Outubro de 2015 na linha 2016 nada muda. Em Agosto de 2016 na linha 2017 o Uno ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques e junto com ela mudanças mecânicas, a versão Vivace dava adeus, agora estava disponível nas versões Attractive, Sporting e Way, podia vir com duas opções de câmbio: manual ou manual-automatizado dualogic ambos de cinco marchas e duas opções de motores, ambas novinhas em folha era o novo GSE Firefly  três cilindros 1.nada com bloco e cabeçote de alumínio, comando de válvulas simples e variável no cabeçote acionado por corrente metálica que gerava 10.4KGFM a 3250RPM e 72CV a 6000RPM e com álcool vai a 10.9KGFM e 77CV e a segunda opção era o 1.3 dessa mesma família de mesma concepção com quatro cilindros era o 1.nada com um cilindro a mais e com isso gerava 13.7KGFM a 3500RPM e 101CV a 6250RPM e com álcool vai a 14.2KGFM e 109CV nas mesmas rotações, o 1.nada estava disponível na Attractive, o 1.3 para o Sportting e o Way era o único que podia vir com os dois motores e o dualogic podia vir no motor maior.

                                            
A Way com suspensão elevada era a única que podia vir com dois motores, os novos três cilindros 1.nada de 72CV com gasolina e 77CV com álcool e o 1.3 de 101CV com gasolina e 109CV com álcool.

A Attractive vinha de início com o três cilindros 1.nada e mais tarde ela voltava ao Fire 1.nada 

Em Julho de 2017 como linha 2018 o Uno perdia as versões Sporting e Way e mantinha a Attractive e estreava a Drive, mas perdia o câmbio manual-automatizado dualogic junto com o motor maior e teve um retrocesso: o motor GSE Firefly três cilindros 1.nada dá lugar ao Fire 1.nada EVO de 73CV com gasolina e 75CV com álcool, mas vários clientes pediram pela versão Way e ela voltava em Outubro com motor Fire 1.nada EVO e o GSE Firefly 1.3 e com isso voltava a ter a opção do câmbio manual-automatizado dualogic. Em Outubro de 2018 na linha 2019 a versão Drive dá adeus. Em Outubro de 2019 na linha 2020 é vez do câmbio manual-automatizado dualogic dar adeus ao Uno. Em Outubro de 2020 na linha 2021 sem alterações, em Abril de 2021 ele perde a versão Way e junto com ela o motor GSE Firefly 1.3 era o começo do fim e em Dezembro de 2021 o Uno deu tchau ao mercado brasileiro depois de 37 anos com a série Ciao com 250 unidades e o Uno teve ao longo da carreira mais de 4.3 milhões de unidades produzidas é o segundo carro nacional mais vendido de todos os tempos.

                                             6 VOLKSWAGEN SAVEIRO (1982-ATÉ HOJE) 40 ANOS 
                                           

Tudo bem a Strada foi o carro mais vendido do mercado brasileiro em 2021 e por tabela a picape leve mais vendida, mas a picape leve mais longeva do país é a Volkswagen Saveiro que vai completar 40 anos esse ano. Ela chegava em Setembro de 1982 como linha 1983, ela ao contrário de Parati e Voyage, mantiveram a dianteira do Gol da época, o câmbio era manual quatro marchas e o motor era o Volkswagen Boxer 1600 refrigerado á ar que na versão á gasolina gerava 12KGFM a 3000RPM e 66CV a 4600RPM e tinha carburador de corpo duplo e a versão á álcool gerava 11.7KGFM a 3600RPM e 62CV a 4800RPM.

                                                              
 A Saveiro chegava ao mercado com motor 1600 refrigerado á ar de 66CV nas versão á gasolina e 62CV na versão á álcool, mais tarde a potência era revelada em valores líquidos:53CV na versão á gasolina e 51CV na versão á álcool. 

Em Outubro de 1983 na linha 1984 o motor 1600 refrigerado á ar tem a potência revelada em valores líquidos: o 1600 á gasolina agora gerava 10.6KGFM a 3000RPM e 56CV a 4400RPM e o 1600 á álcool agora gerava 10.5KGFM a 3000RPM e 51CV a 4400RPM e a picape ficou sem mudanças até Outubro de 1986 na linha 1987 quando ganhou a dianteira de Voyage/Parati e dos Gol 1.6 refrigerado á água e do Gol GT 1.8, além da mudança visual, veio a mudança mecânica: o AP 1600 á gasolina que gerava 12.7KGFM a 2600RPM e 80CV a 5600RPM e o AP 1600 á álcool que gerava 13KGFM a 3000RPM e 85CV a 5600RPM.

                                                       
A Volkswagen Saveiro ganhava nova dianteira e junto com ela o motor AP 1600 á gasolina de 80CV e a o AP 1600 á álcool de 85CV. 

Em Outubro de 1987 na linha 1988 a Saveiro ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques, agora ela estava disponível nas versões CL e GL, o câmbio era manual de cinco marchas e o motor AP 1600 de 80CV á gasolina era mantido e o AP 1600 á álcool agora gerava 13KGFM a 2600RPM e 90CV a 5600RPM.

                                                      
A Saveiro ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques e o motor 1.6 á gasolina de 80CV, 1.6 á álcool de 90CV, mais tarde recebia o 1.6 de origem Ford/Renault com 76CV nas versão á gasolina e 73CV na versão á álcool e o 1.8 de 92CV na versão á gasolina e 105CV na versão á álcool.

Em Outubro de 1988 na linha 1989 nada muda. Em Outubro de 1989 na linha 1990 ela troca o AP 1600 pelo Sierra/Cléon/CHT renomeado AE 1600 na Volkswagen, na versão á gasolina gerava 13.3KGFM a 2600RPM e 76CV a 5600RPM e a versão á álcool desse motor gerava 12.9KGFM a 3000RPM e 73CV a 5000RPM para a a versão CL, já a GL(e opcionalmente na CL) podiam vir agora com o motor AP 1800 que na versão á gasolina gerava 14.3KGFM a 3800RPM e 92CV a 5600RPM e na versão a álcool gerava 16.5KGFM a 3200RPM e 99CV a 5600RPM(eram na verdade 105CV). Em Outubro de 1990 na linha 1991 ela ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques e novas lanternas, as versões CL e GL continuavam, assim com os motores AE 1600 e AP 1800 tanto á gasolina como á álcool.

                                                         
A Saveiro recebia o facelift, mas mantinha os motores, mas no ano seguinte veio o catalizador o 1.6 de origem Ford/Renault na versão á álcool é o único que ficou inalterado, na versão á gasolina agora gerava 72CV, o AP 1.8 agora gerava 86CV na versão á gasolina e 95CV nas versão á álcool e mais tarde o AP 1600 voltava com 80CV na versão á gasolina e 90CV na versão á álcool.

Em Outubro de 1991 na linha 1992 ela recebe o catalizador, o motor AE 1600 á álcool é o único que não tem seus números alterados, graças a alterações feitas, já o AE 1600 á gasolina agora gera 12.8KGFM a 3200RPM e 72CV a 5600RPM, o AP 1800 á gasolina agora gerava 14KGFM a 3000RPM e 86CV a 5600RPM e o AP 1800 á álcool agora gerava 15KGFM a 3000RPM e 95CV a 5600RPM, em Outubro de 1992 na linha 1993 nada muda, em Julho de 1993 ela recebe o AP 1600 como opção, em Outubro de 1993 na linha 1994 o AP 1600 retorna substituindo o CHT/AE 1600. Em Outubro de 1994 na linha 1995 sem alterações e seguiu assim até Outubro de 1996 quando ganhou a injeção multiponto foi o último membro da família quadrada, agora só disponível na versão CLi, a GL dava adeus e a série especial Summer assume o lugar, o motor AP 1600 dotado de injeção eletrônica multiponto á gasolina agora gerava 13.7KGFM a 3000RPM e 88CV a 5500RPM, o AP 1600 á álcool gerava 14.5KGFM a 3000RPM e 98CV a 5500RPM, o AP 1800 á gasolina gerava 15.5KGFM a 3000RPM e 98CV a 5500RPM e por último o AP 1800 á álcool que gerava 16KGFM a 3000RPM e 103CV a 5500RPM.

                                                    
A Saveiro de primeira geração entra em seu último ano com injeção eletrônica multiponto e o AP 1600 á gasolina gerava 88CV, o AP 1600 á álcool gerava 98CV, o AP 1800 á gasolina gerava 98CV e o AP 1800 á álcool 103CV 

A Saveiro foi o último membro da família da primeira geração a dar adeus. 

A CHEGADA DA SEGUNDA GERAÇÃO se dá em Novembro de 1997 na linha 1998 é o modelo "bolinha" a capacidade carga é ampliada, o câmbio sempre manual de cinco marchas e as versões eram CL e GL e nos motores eram o AP 1600 de injeção multiponto tanto á gasolina como á álcool herdados do antigo e o AP 1800 tanto á álcool como a gasolina e com isso ela estava disponível assim: CL 1.6 Mi, CL 1.8 Mi e GL 1.8 Mi. 

                                                 
A segunda geração da Saveiro, a "Bolinha" chegava ao mercado com motores 1.6 á gasolina de 88CV, 1.6 á álcool de 98CV, 1.8 á gasolina de 98CV e 1.8 á álcool de 103CV.

Em maio de 1998 a Volkswagen lança a linha 1999 da Saveiro, ela fica disponível nas versões 1.6 Mi, CL 1.6 Mi, GL 1.8 Mi e a TSi 2000, o AP 1800 á álcool dá adeus, o AP 1600 á gasolina das versões 1.6 Mi e CL 1.6 Mi agora gerava 92CV a 5600RPM, o AP 1600 á álcool agora gerava 99CV a 5600RPM, o AP 1800 á gasolina agora gerava 99CV a 5600RPM e exclusivo da TSi 2000 vinha o motor AP 2000 de injeção multiponto que gerava 17.3KGFM a 3000RPM e 111CV a 5250RPM e o AP 1800 á álcool dá adeus.

                                                
A linha 1999 traz como destaque a versão TSi 2000 com motor 2.nada de 111CV, nas versões 1.6 Mi e CL 1.6 agora gerava 92CV na versão á gasolina e 99CV na versão á álcool e o 1.8 na versão GL 1.8 Mi gerava 99CV agora apenas na versão á gasolina.

Em Outubro de 1999 na linha 2001 ela perde a versão TSi 2000 e junto com ela o motor AP 2000, mas em março de 2000 é lançado o facelift com nova grade dianteira, faróis, para-choques e novas lanternas e de quebra é chamada de "terceira geração" e agora as versões eram denominadas pelo motor: 1.6, 1.8 e 2.0 e os motores AP 1600 á gasolina, AP 1600 á álcool, AP 1800 á gasolina e AP 2000 estavam sem alterações, inclusive o último foi reabilitado.

                                               
A Volkswagen Saveiro ganha alterações visuais e o motor continua os 1.6, 1.8 e 2.nada sem alterações. 

Em Outubro de 2000 na linha 2001 ela perde o AP 1600 á gasolina. Em Outubro de 2001 na linha 2002 é vez do AP 1600 á álcool dar adeus, em Fevereiro de 2002 o AP 1600 á gasolina e AP 1600 á álcool voltava a picape. Em Outubro de 2002 na linha 2003 ela ganhou nova grade dianteira, para-choques, novo layout interno da lanterna e os motores sempre eram: AP 1600 á gasolina, AP 1600 á álcool, AP 1800 e AP 2000 esses dois últimos agora apenas á gasolina.

                                                
A Saveiro recebe mais uma alteração no visual e os motores 1.6, 1.8 e 2.nada eram mantidos.

Em Fevereiro de 2003 a Saveiro agora vinha nas versões City, Sportline e Supersurf, no caso da City o motor era o AP 1600, já a Sportline vinha no 1.8 e 2.nada e a Supersurf no motor 1.6. Em Outubro de 2003 na linha 2004 a Saveiro ganhou o motor AP 1600 Total Flex que gerava 14KGFM a 3000RPM e 97CV a 5600RPM e com álcool gerava 14.3KGFM e 99CV nas mesmas rotações. Em agosto de 2004 na linha 2005 a Saveiro perde a opção do motor AP 2000. Em fevereiro de 2005 chegava a versão Crossover com suspensão elevada e visual aventureiro e o motor era AP 1800.

                                              
A Saveiro Crossover chegava ao mercado de início com motor 1.8 de 99CV apenas á gasolina, um mês depois é substituído pelo 1.8 Flex que gerava 103CV com gasolina e 106CV com álcool. 

Em março de 2005 a Saveiro recebe o AP 1800 Total Flex, inclusive na recém-lançada Crossover, convivendo ao lado da 1.6 e com isso ele gerava 15.5KGFM a 3000RPM e 103CV a 5500RPM com gasolina e com álcool gerava 16KGFM e 106CV nas mesmas rotações. Em Outubro de 2005 na linha 2006 a Saveiro ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques e nova lanterna em "C" era o modelo conhecido como "Geração IV" e os motores AP 1600 e 1800 Total Flex foram mantidos sem alterações.

                                                    
A Saveiro ganhava mais uma mudança visual e os motores 1.6 Total Flex de 97CV com gasolina e 99CV com álcool e  o 1.8 Total Flex de 103CV com gasolina e 106CV com álcool é mantido. 

Em Novembro de 2005 é vez do retorno da Crossover com novo visual e sempre com o motor AP 1800 Total Flex.

                                                   
Versão Crossover retorna com novo visual e o motor 1.8 Total Flex 

Em Outubro de 2006 na linha 2007 nada muda. Em Setembro de 2007 na linha 2008 nada muda. Em Agosto de 2008 na linha 2009 nada mudava na Saveiro que se preparava para ganhar uma nova geração.

A CHEGADA TERCEIRA GERAÇÃO que é chamada de G5, chegava em Agosto de 2009 como linha 2010, chegava a nova Saveiro feita na plataforma PQ24 pela primeira vez a picape tinha motor transversal, o câmbio sempre manual de cinco marchas, pela primeira vez duas opções de cabine: simples e estendida, ela trazia todo o conjunto dianteiro de Gol/Voyage, mas na traseira a sua suspensão era o Golf IV, as molas eram da Kombi européia(T5) e batentes do Passat, ela vinha nas versões Básica(com para-choque preto), Trend e Trooper e no caso da cabine estendida o espaço atrás era de 280 litros e o motor era o EA 111 VHT 1.6 que gerava 15.4KGFM a 2500RPM e 101CV a 5250RPM e com álcool vai a 15.6KGFM e 104CV nas mesmas rotações sim é o mesmo já citado no Voyage em detalhes, no caso o Voyage atual.

                                                        
A terceira geração da Saveiro chegava ao mercado com opção de cabine estendida e  motor 1.6 de 101CV com gasolina e 104CV com álcool 

Em Fevereiro de 2010 a Saveiro recebe a opção aventureira da versão Cross, apenas com cabine estendia, câmbio manual de cinco marchas e o mesmo motor 1.6 das outras versões. 

                                           
A Versão Cross chegava ao mercado com o mesmo 1.6 das outras versões 

Em Outubro de 2010 na linha 2011 a Saveiro não tem alterações. Em Outubro de 2011 na linha 2012 a Saveiro seguia sem alterações, em Outubro de 2012 na linha 2013 nada muda, em Abril de 2013 a Saveiro ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques e as versões Básica, Trend, Trooper e Cross, cabine simples ou estendida, no caso da Cross apenas cabine estendida, sempre com câmbio manual de cinco marchas e o motor 1.6 era mantido.

                                               
A Saveiro ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques , aqui representada pela versão Cross de início com 1.6 mais tarde trocado pelo 1.6 16V de 110CV com gasolina e 120CV com álcool, o 1.6 de 8 válvulas seguia nos modelos básicos.

Em Março de 2014 a Saveiro Cross ganhava o motor MSI 1.6 16V da família EA 211 de mesma concepção que equiparia o Voyage automático quatro anos mais tarde, ele gerava 15.8KGFM a 4000RPM e 110CV a 5750RPM e com álcool vai a 16.8KGFM e 120CV. Em agosto de 2014 na linha 2015 a Saveiro ganhava a opção da cabine dupla que podia carregar cinco ocupantes, mas era duas portas, disponível para todas as versões, inclusive a Cross 1.6 16V e estreia a luxuosa Highline apenas com cabine dupla e o motor 1.6 de 8 válvulas. 

                                                    
A Saveiro ganhava cabine dupla e no modelo Cross o motor era o 1.6 16V de 110CV com gasolina e 120CV com álcool. 

Versão Hightline estreava com motor 1.6 de 101CV com gasolina e 104CV com álcool 

Em Outubro de 2015 na linha 2016 nada muda,  em Março de 2016 na linha 2017 a Saveiro ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques, agora estava disponível nas versões Robust, Trendline, Highline e Cross, o câmbio era manual de cinco marchas e os motores 1.6 de 8 válvulas e o 1.6 16V eram mantidos, nesse caso apenas para a Cross.

                                                  
A Saveiro não tinha mudanças na traseira e o motor era o 1.6 16V era mantido na Cross.

Na dianteira nova grade dianteira, faróis e para-choques.

Aqui a versão Highline com grade mais civil e o motor 1.6 de 8 válvulas.

Em Julho de 2017 na linha 2018 ela ganhava a versão Pepper que só tinha adereços visuais, em Agosto de 2018 na linha 2019 ela perde a cabine estendida em todas as versões menos na Pepper e perde a versão Highline que era cabine dupla, a Trendline passa a ser apenas com cabine simples, Em Outubro de 2019 na linha 2020 é vez da Pepper dá adeus, só ficava a Robust com cabine simples e dupla, a Trendline com cabine simples e a Cross com cabine dupla, essa última com o 1.6 16V MSI. Em Outubro de 2020 na linha 2021 nada muda, em Outubro de 2021 na linha 2022 nada muda e está prevista a extenção do 1.6 16V MSI para as versões de entrada e a opção do câmbio automático de seis marchas e o facelift para ganhar tempo até 2027 quando chegar a nova geração feita na MQB.

                                                  5 FORD F-100/F-1000 (1957-1998) : 41 ANOS 
                                          



A Ford não faz mais nada no Brasil, mas mesmo assim garantiu um dos carros mais longevos do país, no caso a Ford F-100/F-1000 só que lógico várias mudanças estruturais no decorrer do tempo e lógico aqui está F100/F1000 juntos por que a F1000 foi lançada como versão diesel da F100 da época. Em Outubro de 1957 na linha 1958 chegava a F-100 produzida no bairro Ipiranga na capital Paulista, apenas cabine simples, câmbio manual de três marchas no volante e o motor era o V8 272 de 4.5 litros da família Y com bloco e cabeçote de ferro, comando de válvulas no bloco acionado por varetas e carburador de corpo duplo que gerava 33.4KGFM a 2400RPM e 164CV a 4400RPM o motor de início vinha importado dos EUA.

                                                      
A F100 chegava ao mercado nacional com motor V8 272 4.5 de 164CV 

Em Outubro de 1958 na linha 1959 o motor V8 passa a ser fabricado na Fábrica do bairro Ipiranga e atendia também caminhões e a picape ficou sem mudanças até a chegada da segunda geração.

A CHEGADA DA SEGUNDA GERAÇÃO se dá em Outubro de 1961 na linha 1962 com a caçamba ampliada, novo visual, embora mantenha a mesma base do modelo anterior, lógico que cabine simples, o câmbio continuava o mesmo, assim como motor V8 272 de 4.5 litros com 164CV.

                                                         
A segunda geração da F100 chegava ao mercado com motor V8 272 de 4.5 litros e 164CV 

Em Outubro de 1962 na linha 1963 era vez da cabine dupla com carroceria de três portas.

                                               
A F100 cabine dupla de três portas chegava ao mercado 

A picape seguiu sem mudanças até Março de 1967 quando ganhou uma nova grade dianteira, faróis, a suspensão dianteira deixou de ser eixo rígido para ser Twin-I-Beam e lógico o motor V8 272 de 4.5 litros foi mantido e o fim da cabine dupla e foi até Março de 1971 sem alterações.

A CHEGADA TERCEIRA GERAÇÃO  Essa foi a mais longeva, chegou em Março de 1971, de início câmbio manual de três marchas com alavanca na coluna e o motor era o V8 292 de 4.8 litros da mesma família Y e de mesma concepção, mas que gerava 37KGFM a 2400RPM e 190CV a 4000RPM.

                                                
A F100 chegava ao mercado de início com motor V8 292 de 4.8 litros e 190CV, mais tarde chegava o 2.3 de 99CV e a versão F1000 com motor MWM Diesel 3.9 de 86CV e bem mais tarde o seis cilindros 221 3.6 á álcool de 115CV 

A picape ficava sem alterações até Outubro de 1975 na linha 1976 quando ganhou a opção do Georgia/Lima OHC 2.3 com bloco e cabeçote de ferro e comando de válvulas no cabeçote que gerava 16.9KGFM a 3200RPM e 99CV a 5400RPM, o V8 continuava como opção mais potente, mas o câmbio manual de três marchas na alavanca dava lugar ao manual de quatro marchas com alavanca no assoalho. e ficaria sem alterações até Outubro de 1977 quando o V8 daria adeus para sempre a F100/F1000 e no ano seguinte chegava a F1000 que vinha com motor MWM Diesel 229 de 3.9 litros que gerava 26.3KGFM a 1600RPM e 86CV a 3600RPM, afinal a capacidade carga aumentava de 865KG para 1 tonelada e aí virava F1000 e segue sem mudanças até Março de 1980 quando chega a F100-A com motor Georgia/Lima OHC 2.3 á álcool que  gerava 17KGFM a 2800RPM e 91CV a 5000RPM, agora a potência era em valores líquidos, assim como era no diesel, mas de qualquer forma o motor tinha dificuldade de empurrar a picape e segue sem mudanças até Outubro de 1983 na linha 1984 quando o 2.3 á gasolina dá adeus da picape , ficou sem alterações de novo até Julho de 1985 como resposta a nova Série 20 da Chevrolet, chegava o seis cilindros Triftpower 221 de 3.6 litros á álcool importado da Argentina que gerava 25.9KGFM a 1600RPM e 115CV a 3600RPM era a F1000-A, sim na terra do Maradona rodava com gasolina, mas a engenharia brasileira fez rodar com á álcool. Em Outubro de 1985 na linha 1986 nova grade dianteira, com faróis retangulares dianteiros verticais e duplos e nos motores o 2.3 á álcool era mantido, assim como  seis cilindros 3.6 e o diesel 3.9 da MWM sem alterações.

                                                       
A Picape ganhava nova grade dianteira e os motores 2.3 á álcool de 91CV, seis cilindros 221 3.6 á álcool de 115CV e o MWM Diesel 3.9 de 86CV era mantido, mais tarde perde o 2.3 á álcool, ganha o seis cilindros 3.6 á gasolina de 108CV

Em Outubro de 1986 na linha 1987 ela ganhava novas lanternas que tinha três divisões, iguais a da picape Pampa e o motor 2.3 á álcool dava adeus e com ela a F100, agora a F1000 era um modelo independente de vez, nos motores o seis cilindros 221 3.6 á álcool era mantido e o 3.9 á diesel também esse último fabricado pela MWM e a picape segue sem alterações até Outubro de 1989 na linha 1990 quando ganhava o Triftpower 221 3.6 á gasolina que agora gerava 23.7KGFM a 1500RPM e 108CV a 4000RPM e no ano seguinte chegava a primeira picape turbo diesel de fábrica era a F1000 Turbo, o motor MWM 229 3.9 recebe um turbo, com o caracol agora gerava 37KGFM a 1600RPM e 116CV a 2800RPM, tinha faixa lateral escrita "F1000 Turbo" roda de liga-leve e lógico com ela chegava o câmbio manual de cinco marchas que foi estendido a toda a linha e o Triftpower 221 3.6 á álcool dava o seu adeus.

                                                     
A F1000 Turbo chegava ao mercado com motor MWM 3.9 Turbo Diesel de 116CV e além dele apenas o 3.6 á gasolina de 108CV era mantido.

Em Outubro de 1991 na linha 1992 nada muda.

A CHEGADA DA QUARTA GERAÇÃO se dá em Março de 1992 o modelo ganhava uma novo chassi, afinal desde 1988 era produzida na Argentina, então a picape passou a vir de lá, vinha nas versões cabine simples e estendida chamada de Regular Cab, câmbio manual de cinco marchas, três opções de motores, a primeira era o Triftpower seis cilindros 221 3.6 á gasolina herdado da geração antiga, a segunda opção era o MWM 229 3.9 á diesel aspirado que agora gerava 26.3KGFM a 1600RPM e 92CV a 3000RPM e a terceira opção era a versão turbo desse motor que gerava 37KGFM a 1600RPM e 122CV a 2800RPM e a capacidade de carga subia para 1080KG.

                                                    
A F1000 chegava com a opção regular Cab com motor seis cilindros 3.6 á gasolina de 108CV, 3.9 á diesel de 92CV e turbo diesel de 122CV, mais tarde chegava o seis cilindros 4.9 de injeção multiponto e 148CV 

Aqui o modelo cabine simples e os mesmos motores 

Em Outubro de 1992 na linha 1993 nada muda, em Outubro de 1993 na linha 1994 ela ganhava a opção da tração 4x4 com reduzida e seguiu sem alterações até Outubro de 1995 na linha 1996 quando motor seis cilindros 221 de 3.6 litros importado da Argentina, deixa de ser fabricado lá e a Ford decide importar o Triftpower 300 de 4.9 litros e injeção eletrônica multiponto dos EUA com 34.5KGFM a 2400RPM e 148CV a 3500RPM. A picape ficava sem alterações até Fevereiro de 1996 quando deixa de ser produzida em General Pacheco, Argentina e volta a ser produzida no bairro Ipiranga, Em Julho de 1996 ela ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques era a linha 1997 e agora a picape tinha três opções de motores, a primeira era o seis cilindros 4.9 de injeção eletrônica mantido, nos motores estreavam os novos Maxion-Rover 2.5 Turbo Diesel Intercooler era o motor fabricado pela Maxion e de projeto da inglesa Rover que gerava 26.5KGFM a 1500RPM e 115CV a 4000RPM era chamado de HSD(High Speed Diesel) e o MWM 229 3.9 Turbo Diesel passou por alterações para gerar 38KGFM a 1800RPM e 135CV a 3000RPM é o modelo da foto de abertura sobre esses modelos. Em Agosto de 1998 a F1000 ganha a série especial Lightning de despedida e com motor 4.9i de 148CV e aí o adeus da picape vem dois meses depois e a F-250 entra no seu lugar.

                                                     
A F1000 Lightinig marca o adeus da picape com motor seis cilindros 300 4.9 de 148CV 

E lógico as nossas F100/F1000 seguiam as F100/F150 norte-americanas.

                                                     4 FIAT FIORINO  (1980-ATÉ HOJE) 42 ANOS 
                                           

O Furgão da Fiat já era o modelo mais longevo da marca no Brasil, agora com o fim do Uno, isso se confirmou de vez. Ela foi lançada em Outubro de 1980 na linha 1981 chegava a Fiorino ainda derivada do Fiat 147, ela tinha câmbio manual de quatro marchas e o motor Fiasa 1300 á gasolina que gerava 9.6KGFM a 3000RPM e 56CV a 5250RPM.

                                                       
A Fiorino chegava ao mercado de início derivada do Fiat 147 e motor 1.3 á gasolina de 56CV 

Em Outubro de 1981 na linha 1982 o Fiorino ganhava a opção do Fiasa 1300 á álcool que gerava 9.9KGFM a 3000RPM e 56CV a 5500RPM seguiu sem alterações até Outubro de 1982 na linha 1983 quando ganhou nova grade dianteira, faróis, para-choque e de quebra o Settegorini que era a opção de passageiro que levava passageiros e o motor Fiasa 1300 á gasolina agora gerava 10KGFM a 3200RPM e 58CV a 5200RPM e o modelo á álcool gerava 10KGFM a 2600RPM e 60CV a 5200RPM.

                                                        
A Fiat Fiorino ganhava o facelift e chegava a opção Settegorini para passageiros e o motor 1.3 á gasolina gerava 58CV e o 1.3 á álcool 60CV 

Em Outubro de 1983 na linha 1984 nada muda. Em Outubro de 1984 na linha 1985 a Fiorino perdia a Settegorini, mas ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques e lanternas e junto com ela o câmbio manual de cinco marchas.

                                                   
A Fiorino de primeira geração ganhava o seu último face-lift  e manteve os motores, mas ganhava câmbio manual de cinco marchas 

Em Outubro de 1985 na linha 1986 nada muda e ela seguiu sem alterações até Agosto de 1988 na linha 1989. 

A SEGUNDA GERAÇÃO DA FIORINO agora derivada do Uno, ganhava a opção picape, mas aqui só vamos focar no furgão, em Agosto de 1989 na linha 1990, já os motores eram o Fiasa 1300 á gasolina e á álcool herdados da geração anterior e o câmbio também continua manual de cinco marchas.

                                                        
O Fiat Fiorino Furgão agora é derivado do Uno de início o 1.3 á gasolina e a álcool e mais tarde o 1.5 á gasolina de 67CV e a álcool de 71CV 

Em Outubro de 1989 na linha 1990 o Fiasa 1300 era substiuído pelo Fiasa 1500, o Fiasa 1500 á gasolina gerava 11.9KGFM a 2750RPM e 67CV a 4700RPM e o Fiasa 1500 á álcool gerava 12.9KGFM a 2750RPM e 71CV a 4700RPM. Em Outubro de 1990 na linha 1991 ela ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques, já o motor 1500 era mantido.

                                                      
A Fiorino ganhou nova grade dianteira, faróis e para-choques de início, o Fiasa 1500 de 67CV com gasolina e 71CV com álcool, mais tarde chegava o 1.nada de 56CV, o 1.5 de injeção eletrônica á gasolina com 67CV e a álcool com 73CV. 

Ela seguiu sem alterações até Outubro de 1993 quando ela ganhou a opção de entrada Eletronic com o motor Fiasa 1000 do Uno Mille Eletronic que gerava 8KGFM a 3250RPM e 56CV a 6000RPM e o Fiasa 1500 ganhava opção de injeção eletrônica monoponto, no caso do 1500 á gasolina ele gerava 12KGFM a 3000RPM e 67CV a 5500RPM e a versão á álcool desse motor gerava 13KGFM a 3000RPM e 73CV a 5500RPM, Em Outubro de 1994 na linha 1995 era vez do Fiasa 1000 e o 1500 alimentados por carburador darem adeus e aí seguiu apenas no Fiasa 1500 de injeção monoponto e seguiu sem alterações até Outubro de 1996 na linha 1997 quando ganhou nova grade dianteira, perdeu a opção do motor á álcool e o Fiasa 1500 á gasolina recebe a injeção eletrônica multiponto(mpi) e agora ele gerava 12.1KGFM a 2750RPM e 76CV a 5000RPM. 

                                                   
A Fiorino ganhava injeção eletrônica multiponto no motor 1.5 e com isso indo a 76CV e nova grade dianteira, aqui é a do modelo 2001 

Em Outubro de 1998 na linha 1999 ela recebe a opção do Fiasa 1500 mpi á álcool que gerava 13KGFM a 3000RPM e 77CV a 5000RPM, na mesma época a picape dava lugar a Strada. Seguiu sem alterações até Outubro de 2000 na linha 2001 quando ganhou nova grade dianteira. Em Outubro de 2001 na linha 2002 ganhava o novo símbolo da Fiat e seguiu sem alterações até Julho de 2003 quando trocou o Fiasa 1500 pelo Fire 1.3 com 11.4KGFM a 2250RPM e 67CV a 5500RPM. Em Outubro de 2004 na linha 2005 a Fiorino ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques e pequenas mudanças na lanterna, já o motor 1.3 era mantido.

                                                    
A Fiat Fiorino ganhou o facelift de início o 1.3 mais tarde o 1.3 Flex de 70CV com gasolina e 71CV com álcool.

Em Dezembro de 2005 na linha 2006 a Fiorino recebe o motor Fire 1.3 Flex de 11.4KGFM a 2250RPM e 70CV a 5500RPM com gasolina e com álcool vai a 11.6KGFM e 71CV nas mesmas rotações e foi a última alteração da segunda geração até o final da sua carreira em Dezembro de 2013 quando a atual geração chega ao mercado.

A CHEGADA DA TERCEIRA GERAÇÃO se dá em Dezembro de 2013 na linha 2014, ela adere a segunda geração do Uno, com toda a dianteira inclusive derivada da MP0, mas a traseira vem da Strada antiga que acabou servindo na Strada nova anos depois, o câmbio é manual de cinco marchas e o motor agora era o Fire EVO 1.4 que gerava 12.4KGFM a 3500RPM e 85CV a 5750RPM e com álcool vai a 12.7KGFM e 88CV nas mesmas rotações.

                                                
A Fiorino chegava numa nova geração e com motor 1.4 de 85CV com gasolina e 88CV com álcool 

Em Outubro de 2014 na linha 2015 nada muda e seguiu sem alterações até Dezembro de 2021 quando ganhou nova grade dianteira, para-choques e junto com ela o motor Fire EVO 1.4 agora passou a gerar 11.8KGFM a 4000RPM e 84CV a 6000RPM com gasolina e com álcool passou a gerar 12.2KGFM e 86CV é o modelo da foto de abertura da parte da Fiorino e pelo visto o furgão da Fiat seguirá por um bom tempo no mercado e ainda dará origem ao próximo Peugeot Partner

                                           3 VOLKSWAGEN GOL (1980-ATÉ HOJE) 42 ANOS 
                                                 
       

Em maio de 1980 chegava ao mercado o Volkswagen Gol, na carroceria hatch(sim, Voyage é sedã, Parati é perua e Saveiro é picape) de duas portas, câmbio manual de quatro marchas e o motor era o Volkswagen Boxer 1300 refrigerado a ar herdado do Fusca só que aqui graças a ignição eletrônica gerava 9.2KGFM a 2800RPM e 50CV a 4600RPM e o modelo acabou sendo um fracasso(sim, no início da carreira, o Gol acabou sendo um fracasso de vendas) e ganhou o apelido de "batedeira" ou "chaleira" dependendo da região do país, mas ainda assim não era o Gol mais odiado do país.

                                                     
O Gol chegava ao mercado com motor Boxer 1.3 refrigerado á ar á gasolina de 50CV, mais tarde o 1.3 á álcool também de 50CV e o 1.6 boxer á gasolina de 66CV e a álcool de 62CV mais tarde a potência é revelava em valores líquidos: 53CV na versão á gasolina e 51CV na versão á álcool.

Apesar de ter sido um fracasso no início, a Volkswagen fez correções que levariam o modelo a liderança e hoje é o carro mais vendido da nossa história superando o Fusca e o Uno. ele havia chegado nas versões L e LS, o câmbio era manual de quatro marchas. Em Outubro de 1980 na linha 1981 o Gol ganhava a opção do Boxer 1300 refrigerado á ar a álcool que gerava 8.8KGFM a 3200RPM e 50CV a 4600RPM. Em Março de 1980 para salvar o modelo de um fracasso, a Volkswagen substitui o 1300 pelo 1600 Boxer refrigerado a ár na versão á gasolina ele gerava 12KGFM a 3600RPM e 66CV a 4600RPM e na versão a álcool gerava 11.7KGFM a 3600RPM e 62CV a 4600RPM. Em Outubro de 1981 na linha 1982 sem alterações e seguiu assim até Outubro de 1983 na linha 1984 quando o motor Boxer 1600 refrigerado á ar tem a potência revelada em valores líquidos e não mais brutos, com isso o 1600 Boxer á gasolina agora gerava 10.6KGHFM a 3000RPM e 53CV a 4400RPM e na versão a álcool gera 10.5KGFM a 3000RPM e 51CV a 4400RPM. Em Março de 1984 era vez do esportivo GT 1.8 chegar ao mercado, primeiro ela ganha aerofólio, dianteira de Parati/Voyage, o câmbio continuava manual de quatro marchas, mas a principal novidade era o motor 1.8 MD270 que era na verdade um "AP 1800 de biela curta" e sim nesse caso, a biela era curta mesmo e o comando de válvulas mais bravo do Golf GTi da época e apenas á álcool e com isso gerava 14.9KGFM a 3200RPM e 99CV a 5400RPM, mas a biela é tão curta que o modelo vibrava muito.

                                                       
O Esportivo GT 1.8 chegava ao mercado com motor 1.8 á álcool de 99CV, que na verdade depois teve 105CV reais 

Em Outubro de 1984 na linha 1985 as versões L e S do Gol recebem a dianteira de Voyage/Parati e junto com ela o motor MD 260 1.6 á gasolina que gerava 11.8KGFM a 2600RPM e 76CV a 5200RPM e a versão á álcool gerava 12.8KGFM a 2600RPM e 81CV a 5200RPM, a versão com motor refrigerador a ar ficava restrita a BX com o Boxer 1600 á gasolina de 53CV com gasolina e á álcool de 51CV e o estreante esportivo GT com motor 1.8 á álcool de 99CV.

                                                        
O Gol recebe a dianteira dos irmãos  Parati/Voyage e do esportivo GT e a reboque o motor 1.6 á gasolina de 76CV e a álcool de 81CV, mais tarde o 1.6 á gasolina vai a 80CV e a álcool vai a 85CV. 

Em Outubro de 1985 na linha 1986 a Volkswagen anuncia alterações nos motores, no caso novas bielas e no caso do 1.6 novo diâmetro x curso, o que deixa ele mais "girador" no caso do AP 600 1.6 á gasolina agora gerava 12.7KGFM a 2600RPM e 80CV a 5600RPM e o AP 600 1.6 á álcool gerava 13KGFM a 3000RPM e 85CV a 5600RPM e para o esportivo GT o AP 800 S 1.8 agora com nova biela mais longa, era um motor suave de funcionamento e tinha virado referência e apenas á álcool ele gerava 15.2KGFM a 3400RPM e "99CV" a 54000RPM, mas na verdade ele tinha 105CV "reais". Em Outubro de 1986 na linha 1987 o Gol com motor Boxer refrigerado a ar , o Gol BX dá adeus e na mesma época toda a linha ganha o câmbio manual de cinco marchas, inclusive o esportivo GT. Em Fevereiro de 1987 ele ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques e lanternas, as versões agora eram CL, GL e GTS, no caso dos motores o AP 600 1.6  á gasolina estava inalterado, o AP 1600 1.6  á álcool agora gerava 13KGFM a 2600RPM e 90CV a 5600RPM e para o GTS o AP 1800 S á álcool se mantinha nos "99CV" mas muitos especulavam gerar 110CV a 5600RPM e na mesma época era formada a Autolatina.
   
                                                              
O Gol ganhava o facelift, na foto o esportivo GTS com o motor 1.8 á álcool de "99CV"( na verdade 110CV) mais tarde o 1.8 á gasolina de 97CV 

A traseira também mudava e o motor 1.6 á gasolina de 80CV, o 1.6 á álcool de 90CV, mais tarde vem o 1.6 de origem Ford/Renault de 76CV na versão á gasolina e 73CV na versão á álcool e o 1.8 de 92CV na versão á gasolina e 105CV na versão á álcool. 

Em Outubro de 1987 na linha 1988 nada muda e ele fecha o ano de 1987 na liderança destronando o Monza ele ficaria líder de mercado por mais 26 anos, em Outubro de 1988 na linha 1989 chegava o primeiro carro nacional com injeção eletrônica era o Volkswagen Gol GTi 2000, que trazia injeção eletrônica multiponto no motor AP 2000 á gasolina e com isso gerava 18.3KGFM a 3200RPM e 120CV a 5600RPM.

                                                       
O Volkswagen Gol GTi chegava ao mercado com motor AP 2000 de injeção multiponto e 120CV 

Sim, estou fazendo a minha autocrítica sobre a injeção do Gol GTi 2000, mas vou deixar de lado. Em Outubro de 1989 na linha 1990 era vez do Gol mais odiado, o CL 1.6 troca o motor AP 1600 pelo Sierra/Cléon/CHT/AE 1600 de origem Renault/Ford que na versão á gasolina gerava 13.3KGFM a 2600RPM e 76CV a 5200RPM e na versão a álcool que gerava 12.9KGFM a 3000RPM e 73CV a 5000RPM, a versão GL recebia o AP 1800 de comando de válvulas mais manso e estava disponível como opção no CL e gerava na versão á gasolina 14.3KGFM a 3800RPM e 92CV a 5800RPM e na versão á álcool gerava 16.5KGFM a 3200RPM e 99CV a 5400RPM(na verdade eram 105CV) e estreava o AP 1800 S á gasolina que gerava 15.6KGFM a 2600RPM e 97CV a 5600RPM esse para o Gol GTS que só tinha a opção á álcool. Em Outubro de 1990 na linha 1991 nova grade dianteira, faróis, para-choques e mudanças pequenas nas lanternas, mudanças nos emblemas, o câmbio continuava manual de cinco marchas e as versões continuavam CL, GL, GTS e GTi, os motores continuavam o AE 1600 á gasolina, AE 1600 á álcool, AP 1800 á gasolina, AP 1800 á álcool, AP 1800 S á gasolina, AP 1800 S á álcool e o AP 2000 de injeção eletrônica multiponto á gasolina e disponíveis assim: CL 1.6, CL 1.8, GL 1.8, GTS 1.8 e GTi 2000.

                                                  
O GTi ganhava a nova dianteira, mais tarde o catalizador e a potência caia para 112CV 

O Esportivo GTS ganhava alterações visuais, mais tarde a potência com o catalizador caia para 91CV na versão á gasolina e 99CV "reais" na versão á álcool, antes 97CV e 110CV (embora "99CV" nos documentos) na versões á gasolina e a álcool respectivamente.

O Gol nas versões normais que ficou conhecido como "chinesinho" e os motores 1.6 de 76CV na versão á gasolina e 73CV na versão á álcool, o 1.8 de 92CV na versão á gasolina e "99CV" (na verdade 105CV na versão á álcool), mais tarde catalizador o 1.6 á gasolina agora gerava 72CV, o 1.6 álcool era inalterado, o 1.8 agora gerava 86CV na versão á gasolina e 95CV na versão a álcool e o 1.6 de origem Volkswagen voltava com 80CV na versão á gasolina e 90CV na versão á álcool.

Em Outubro de 1991 na linha 1992 ele ganhava catalizador e com isso o AE 1600 agora gerava 12.8KGFM a 3200RPM e 72CV a 5600RPM, o AE 1600 á álcool não perdia os números de torque e potência, o AP 1800 á gasolina 14KGFM a 3000RPM e 86CV a 5600RPM, o AP 1800 á álcool agora gerava 15KGFM a 3000RPM e 95CV a 5600RPM, o AP 1800 S á gasolina agora gerava 15.5KGFM a 3400RPM e 91CV a 5600RPM, o AP 1800 S á álcool agora gerava 16KGFM a 3400RPM e 99CV a 5600RPM, agora eram "99CV" reais e o AP 2000 de injeção eletrônica multiponto agora gerava 17.3KGFM a 2600RPM e 112CV a 5600RPM, o AP 2000i era exclusivo do GTi e o AP 1800S do esportivo GTS. Em Outubro de 1992 na linha 1993 como principal novidade o Gol ganhava uma versão mais barata era o 1000, sim simplesmente Gol 1000, o motor era o Sierra/Cléon/CHT/AE 1000 que gerava 7.3KGFM a 3500RPM e 50CV a 5800RPM, por incrível que pareça ele não era o mais odiado, por que era esse papel coube ao Gol CHT 1.6 afinal havia o AP 1600 antes e lógico o Gol 1000 CHT era bem econômico, então para muitos tudo certo.

                                                     
O Gol 1000 chegava ao mercado com motor AE 1000 de 50CV 

Em Julho de 1993 o AP 1600 á gasolina de 80CV e o á álcool de 90CV voltam como opção. Em Outubro de 1993 na linha 1994 o AE 1600 dá lugar ao motor que ele substituiu quatro anos antes: o AP 1600 e em Outubro de 1994 a segunda geração do Gol chegava ao mercado.

A CHEGADA DA SEGUNDA GERAÇÃO se dá em Outubro de 1994 na linha 1995 era o modelo que foi apelidado de "Bolinha" por causa do formato arredondado, ele vinha nas versões 1000i Plus, CLi, GLi e GTi, câmbio manual de cinco marchas e nos motores Sierra/Cléon/CHT/AE 1000 de injeção eletrônica monoponto que gerava 7.3KGFM a 3500RPM e 50CV a 5800RPM, AP 1600 de injeção monoponto á gasolina que gerava 11.5KGFM a 3000RPM e 76CV a 5600RPM, o AP 1600 de injeção monoponto á álcool que gerava 12.7KGFM a 3200RPM e 86CV a 5600RPM, o AP 1800 de injeção eletrônica monoponto á gasolina que gerava 14.3KGFM a 3500RPM e 91CV a 5600RPM e o AP 1800 de injeção eletrônica monoponto á álcool que gerava 15.4KGFM a 3500RPM e 97CV a 5600RPM, o AP 2000 de injeção eletrônica multiponto á gasolina gerava 17.3KGFM a 3000RPM e 109CV a 5250RPM e o AP 2000 de injeção eletrônica multiponto á álcool que gerava 18.5KGFM a 3000RPM e 115CV a 5250RPM e ele estava disponível nas versões 1000i Plus, CLi 1.6, CLi 1.8, GLi 1.8 e GTi 2000, o Gol 1000 era o único que mantinha a carroceria quadrada.

                                                       
                                                        
O GTi era mantido na segunda geração, agora com a potência reduzida na versão á gasolina: 109CV e ganhava a versão á álcool de 105CV no motor AP 2000 

As versões normais do bolinha chegavam com motor AE 1000i de 50CV, AP 1600i á gasolina de 76CV, AP 1600i á álcool de 86CV, AP 1800i á gasolina de 91CV, AP 1800 á álcool de 99CV, mais tarde chegava o novo motor 1.nada de 54CV, o 1.6 á gasolina ganhava injeção multiponto para 88CV, á álcool gerava 98CV, 1.8 á gasolina de 98CV e 1.8 á álcool de 103CV e o 1.nada 16V de 69CV 

Em Julho de 1995 era vez do Gol 1000 ganhar a injeção monoponto, mas se tornaria raro por que em Outubro de 1995 é lançada a linha 1996 com três novidades, a primeira era o Gol 1000i da carroceria bolinha que eliminava o Gol quadrado, a segunda era a versão TSi 1.8 que vinha com o mesmo motor AP 1800 tanto á álcool como gasolina e injeção monoponto do Gol GL e o GTi 2000 16V que trazia o EA113/EA 827 2.nada 16V era basicamente um "AP 2000 com bloco alto, cabeçote 16 válvulas, bielas longas e duplo comando de válvulas no cabeçote" e com isso gerava 17.8KGFM a 4800RPM e 141CV a 6250RPM e o câmbio manual de cinco marchas veio do Audi A4 para aguentar o torque mais alto e lógico no visual externo para caber o duplo comando ele tinha a bolha no capô(operação que também foi feita na Parati GTi 2000 16V que veio um ano depois).

                                                       
O Gol GTI 2000 16V chegava ao mercado com "bolha no capô" e o motor 2.nada 16V de 141CV mais tarde vai a 145CV 

O TSi chegava ao mercado, apenas decoração visual de início com motor 1.8 do GLi e depois veio a injeção multiponto e o AP 2000 

Em Outubro de 1996 na linha 1997 mais alterações nos motores e nas versões, o 1000i virava 1000Mi e o 1000i Plus virava 1000Mi Plus, no caso a troca do motor AE 1600 de origem Ford/Renault pelo EA 111 1.nada que estreava no mercado já com injeção eletrônica muliponto chamado de AT 1000 que gerava 8.5KGFM a 3250RPM e 54CV a 5400RPM, o AP 1600 recebia injeção eletrônica multiponto e agora gerava 13.7KGFM a 3000RPM e 88CV a 5500RPM, o AP 1600 á álcool também recebia injeção multiponto e passava gerar 14.5KGFM a 3000RPM e 98CV a 5500RPM, o AP 1800 á gasolina também recebia injeção eletrônica multiponto e passava a gerar 14.5KGFM a 3000RPM e 98CV a 5500RPM com gasolina e o AP 1800 á álcool gerava 16KGFM a 3000RPM e 103CV a 5500RPM, já o AP 2000 de 8 válvulas já tinha injeção multiponto e o AP 2000 16V que era importado da Alemanha também já tinha injeção multiponto só que agora gerava 17.9KGFM a 4800RPM e 145CV a 6250RPM e nas versões elas agora eram 1000Mi, 1000 Mi Plus, CL 1.6 Mi, CL 1.8 Mi, GL 1.8 Mi, TSi 1.8 e estreava a TSi 2000, GTi 2000 e GTi 2000 16V. Em Agosto de 1997 inaugurando a linha 1998 chegava o motor EA 111 1.nada 16V ou AT 1000 16V é o mesmo que já citamos na Parati que gerava 9.4KGFM a 4500RPM e 69CV a 5750RPM e em Setembro chegava a linha 1998 completa que marcava o fim do TSi 1.8 e do GTi 2000 16V, assim apenas o TSi 2000 e o GTi 2000 16V ficavam , já o CL e o GL ficavam na linha. Em Fevereiro de 1998 chegava a carroceria quatro portas para as versões 1000Mi Plus, CL 1.6 Mi, CL 1.8 Mi, GL 1.8 Mi e TSi 2000(essa se tornou rara) e estreava a GLS 2.0 Mi que tinha o AP 2000 do Gol TSi 2000 que herdou do antigo GTi 8 válvulas.

                                                  
O Gol finalmente ganhava as quatro portas e de início os mesmos motores que já existia no duas portas, mais tarde o 1.6 á gasolina ia 92CV, o 1.6 á álcool ia 99CV, o 1.8 á álcool ia a 99CV e o 2.nada ia a 111CV e o 1.nada á álcool de 61CV 

Em maio de 1998 chegava a linha 1999 ele era oferecido nas versões Special, 1000Mi essas duas eram as únicas que podiam vir com duas portas no caso do Special apenas duas portas, 1000 16V á partir daqui apenas quatro portas, CL 1.6 Mi, GL 1.8 Mi e GLS 2.0Mi e os motores o AT 1000 e AT 1000 16V eram mantidos, o AP 1600 á gasolina agora gerava 92CV a 5600RPM, o AP 1600 á álcool que gerava 99CV a 5600RPM, o AP 1800  que gerava 99CV a 5600RPM e o AP 2000 gerava 111CV a 5250RPM, o AP 1800 á álcool e o AP 2000 também á álcool dão adeus, assim como a versão TSi também dá adeus, a GTi 2000 16V daria um "até breve". Em Outubro de 1998 como complemento da linha 1999 chegava o 1000Mi á álcool com o motor EA 111 1.nada á álcool que gerava 9.1KGFM a 3000RPM e 61CV a 5400RPM e o GTI 2000 16V retornava ao mercado agora com quatro portas e o motor EA113/EA827 agora gerava 146CV.

                                                   
O GTI 2000 16V voltava com quatro portas e o motor agora gerava 146CV 

Em maio de 1999 na linha 2000 chegava o facelift da linha "Bolinha" com novo painel, nova grade dianteira, faróis era o modelo chamado de G3, as versões agora eram definidas pelo motor com exceção da Special e da GTi 16V, no caso da Special a carroceria era antiga e os motores também calibrados na potência antiga, o 1.nada , 1.nada 16V, 1.6, 1.8 e 2.nada e todos com opção de carroceria duas portas, só o 1.nada que agora gerava 57CV a 6000RPM e o resto dos motores sem alterações, afinal já tinham sido alterados na linha anterior.

                                                 
O Esportivo GTI agora era GTI 16V com motor 2.nada 16V de 146CV 

O Special mantinha a carroceria antiga e gerava 54CV no motor 1.nada 
As versões normais eram a 1.nada á gasolina de 57CV, 1.nada á álcool de 61CV, 1.nada 16V de 69CV, 1.6 á gasolina de 92CV, 1.6 á álcool de 99CV, 1.8 de 99CV e o 2.nada de 111CV 

Em Junho de 2000 chegava a opção do motor 1.nada 16V Turbo com motor EA 111 1.nada 16V que recebia bloco reforçado, variação no comando de válvulas e é claro o turbo e intercooler e com isso gerava 15.8KGFM a 2000RPM e 112CV a 5500RPM e o câmbio sempre manual de cinco marchas.

                                                       
O Gol Turbo chegava ao mercado com motor 1.nada 16V Turbo de 112CV 

Em Outubro de 2000 na linha 2001 marcava a chegada da versão de acabamento Plus para o 1.nada e para os motores 1.6 á álcool, 1.8 e 2.nada, o GTi 16V dava adeus e junto com ele o seu 2.nada 16V e o 1.6 á gasolina dá adeus ao mercado no resto sem mudanças. Em Setembro de 2001 como começo da linha 2002 o Gol perde o motor AP 1600 á gasolina, mas recebe comando de válvulas roletado no 1.nada 16V da família EA e bloco reforçado e com isso gerava 9.7KGFM a 4500RPM e 76CV a 6000RPM, em Novembro a linha é completa pelo 1.nada de 8 válvulas que ganhou alterações e passou a gerar 9.1KGFM a 4500RPM e 65CV a 6000RPM, já os motores 1.8 e 2.nada eram mantidos e o Special agora gerava 57CV na versão á gasolina e mantinha os 61CV na versão a álcool. Em Março de 2002 para abrir espaço para o Polo, ele perde os motores AP 1800 e AP 2000. Em Setembro de 2002 na linha 2003 ele recebe nova grade dianteira, faróis e para-choques, a reestilização só não pegava o Special duas portas que se mantinha na carroceria bolinha, nos motores ele continuava com os 1.nada, 1.nada 16V e 1.nada 16V Turbo, mas marcou o retorno do AP 1600 á gasolina de 92CV e o AP 1600 á álcool de 99CV graças a mudança de IPI.

                                                    
O Gol recebe nova grade dianteira, faróis e para-choques e nos motores o 1.nada era mantido, assim com o 1.nada 16V, o 1.nada 16V Turbo e marcava o retorno do 1.6 á gasolina de 92CV e o 1.6 á álcool de 99CV, mais tarde o 1.nada virava Flex e passava a 65CV com gasolina e 68CV com álcool e o 1.8 voltava agora Total Flex com 103CV com gasolina e 106CV com álcool. 

Em Fevereiro de 2003, a versão Special com carroceria bolinha se mantinha, estreava a Special GIII,City, Highway, Turbo  e Power, as duas primeiras com o 1.nada, a segunda com o 1.nada 16V, a terceira com o 1.nada 16V Turbo e  a última com o AP 1600 á gasolina e AP 1600 á álcool. Em Abril de 2003 chegava o Gol Power 1.6 Total Flex com motor AP 1600 Total Flex que gerava 14KGFM a 3000RPM e 97CV a 5600RPM e com álcool gerava 14.3KGFM e 99CV nas mesmas rotações. Em Outubro de 2003 na linha 2004 o Gol perdia a versão Special GIII e o 1.nada 16V Turbo e com ela a versão Turbo do Gol. Em Outubro de 2004 na linha 2005 ele perde a opção do AP 1600 apenas á gasolina ou apenas á álcool como aconteceu na Parati e Saveiro só que não citei antes, só ficou o AP 1600 Total Flex e estreava o Rallye com suspensão elevada e o motor AP 1600 TotalFlex de 97CV com gasolina e 99CV com álcool.

                                                    
O Rallye chegava ao mercado com motor 1.6 e mais tarde ganhava a opção do 1.8 

Em Março de 2005 o Gol voltava a ter a opção do motor 1.8 era o AP 1800 Total Flex que gerava 15.5KGFM a 3000RPM e 103CV a 5500RPM e com álcool gerava 16KGFM e 106CV nas mesmas rotações, Em maio de 2005 é vez da versão Highway sair de cena e junto com ela o motor 1.nada 16V, já o motor EA 111 1.nada de 8 válvulas virava Flex e com isso passava a gerar 9.1KGFM a 4500RPM e 65CV a 5750RPM e com álcool vai a 9.2KGFM e 68CV. Em Setembro de 2005 na linha 2006 chegava uma nova grade dianteira, faróis, para-choques e novas lanternas era o chamado GIV, ele vinha nas versões City, Plus e Power, com opções de duas e quatro portas, o Special que era o bolinha dava adeus e o GIII também saia de cena(estou dizendo G3 para você entender, melhor), câmbio manual de cinco marchas e nos motores continuava o EA 111 1.nada Total Flex, AP 1600 Total Flex e AP  1800 Total Flex sem alterações.

                                                  
O Gol ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques era o conhecido G4, mas que era um facelift do bolinha e o motores eram o 1.nada de 65CV com gasolina e 68CV com álcool, 1.6 de 97CV com gasolina e 99CV com álcool e o 1.8 de 103CV com gasolina e 103CV com álcool, mais tarde o 1.nada foi a 68CV com gasolina e 71CV com álcool.

E lógico era a linha 2006, mas em Novembro o motor EA 111 1.nada ganhou alterações e com isso passou a gerar 9.4KGFM a 4250RPM e 68CV a 5750RPM e com álcool vai a 9.7KGFM e 71CV. Em Outubro de 2006 na linha 2007 nada muda. Em Setembro de 2007 na linha 2008 chegava o Gol Rallye com suspensão elevada e o motor AP 1600 Total Flex.

                                                
O Gol Rallye chegava ao mercado com motor 1.6 Flex de 97CV com gasolina e 99CV com álcool.

A CHEGADA DA TERCEIRA GERAÇÃO DO GOL se dá em Julho de 2008 como linha 2009 e agora sim uma nova geração de verdade, inclusive pela primeira vez por ser derivado da PQ24, a primeira vez que o Gol tinha motor transversal, ele vinha nas versões Básica, Trend e Power, o câmbio sempre manual de cinco marchas e duas opções de motores, a primeira era o EA 111 VHT 1.nada que gerava 9.7KGFM a 3850RPM e 72CV a 5750RPM com gasolina e com álcool gerava 10.6KGFM e 76CV e o EA 111 1.6 VHT que gerava 15.4KGFM a 2500RPM e 101CV a 5250RPM com gasolina e com  álcool vai a 15.6KGFM e 104CV nas mesmas rotações,  a Básica sempre 1.nada, a Trend com os dois motores e a Power apenas com motor 1.6 e antiga geração do Gol ficava na carroceria G4 com duas e quatro portas e o motor 1.nada. 

                                                        
A nova geração do Gol chegava ao mercado com motores 1.nada de 72CV com gasolina e 76CV com álcool e o 1.6 de 101CV com gasolina e 104CV com álcool.

Em Outubro de 2009 na linha 2010 sem alterações na linha Gol e em dezembro daquele ano, ele ganha a opção do câmbio manual-automatizado i-Motion cinco marchas e para o Gol de carroceria antiga sem mudanças. Em Maio de 2010 o Gol GIV ganhava a linha 2011 com a versão Ecomotion voltava a economia de combustível, mas a Volkswagen teve que fazer concessões e e em Outubro daquele ano era vez do modelo novo ganhar alterações e com destaque a recém-chegada versão Rallye com suspensão elevada e o motor 1.6 

                                                     
Versão Ecomotion foi a última novidade do Gol GIV e o motor 1.nada continuava com 68CV com gasolina e 71CV com álcool 
Versão Rallye retorna na nova geração do Gol e o motor era o 1.6 de 101CV com gasolina e 104CV com álcool 

Em Outubro de 2011 na linha 2012 nada muda. Em Julho de 2012 na linha 2013 o Gol ganhava nova grade dianteira,  faróis, para-choques e lanternas, ele vinha nas versões Básica, Trend e Power, no câmbio manual ou manual-automatizado ASG i-Motion ambos de cinco marchas e nos motores EA 111 1.nada e 1.6 sem alterações.

                                                     
O Gol ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques, os motores 1.nada e 1.6 continuavam os mesmos.

Em Novembro de 2012 chegava a opção da carroceria duas portas com as portas da Saveiro e o Gol GIV acabaria entrando em seu último ano de produção.

                                                       
O Gol ganhava a opção da carroceira duas portas. 

Em maio de 2013 chegava a linha 2014 para a carroceria nova, como novidade era a volta da versão Rallye com suspensão elevada e a Track com motor 1.nada, a Rallye tinha o motor 1.6.

                                                 
O Rallye voltava ao mercado com motor 1.6 de 101CV com gasolina e 104CV com álcool, mais tarde vinha o 1.6 16V de 110CV com gasolina e 120CV com álcool e o emblema Rallye vai para o lado direito.

Em Outubro de 2013 o Gol Geração IV dá adeus. Em Março de 2014 chegava a linha 2015 do Gol, a carroceria duas portas só ficava reestrito ao 1.nada, o Rallye trocava o 1.6 pelo novo MSI 1.6 16V da família EA 211 que gerava 15.8KGFM a 4000RPM e 110CV a 5750RPM e com álcool gerava 16.8KGFM e 120CV nas mesmas rotações. E completando a linha 2015 agora as versões eram Trendline, Comfortline e Highline, a Power dava lugar a Highline isso em Outubro. Em Outubro de 2015 na linha 2016 sem mudanças. Em Fevereiro de 2016 na linha 2017 o Gol era reestilizado, ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques e junto com as alterações visuais, a versão Rallye e o motor 1.6 16V dão adeus, o EA 111 1.nada dá lugar ao novo três cilindros EA 211 1.nada 12V que gerava 9.7KGFM a 3000RPM e 75CV a 6250RPM e com álcool vai a 10.4KGFM e 82CV nas mesmas rotações e o 1.6 era mantido, tanto nas versões com câmbio manual como i-Motion.

                                                       
O Gol ganhava nova grade dianteira e faróis e mantinha o motor 1.6 de 101CV com gasolina e 104CV com álcool e estreava o três cilindros 1.nada 12V de 75CV com gasolina e 82CV com álcool 

Em Novembro chegava a versão Track com suspensão elevada e apenas motor três cilindros 1.nada 12V e a dianteira da Saveiro. Em Outubro de 2017 na linha 2018 nada muda, em Abril de 2018 como começo da linha 2019 ele perdia a versão Track e ganhava os faróis e grade dessa versão que vinham da Saveiro é o modelo da foto de abertura do Gol nessa matéria, apenas câmbio manual de cinco marchas e os motores três cilindros 1.nada 12V e o 1.6, em Setembro chegava o câmbio automático de seis marchas atrelado ao motor 1.6 16V que retorna ao modelo e o Gol depois daí ficou sem alterações, só em 2020 ganhou cinco três pontos para todos e isofix, muitos especulam que terá o seu fim, alguns especulam que virá na base MQB e será uma espécie de "Novo C3 da Volkswagen" ou "Mini-Nivus" vamos aguardar como será, de qualquer forma o Polo Track está confirmado para 2023 e esse aposenta o Gol atual.

                             2 TOYOTA LAND CRUISER/BANDEIRANTE(1958-2001) 43 ANOS  
                                  

A Toyota em outubro de 1958 num galpão alugado passa a fazer o Land Cruiser que posteriormente virava Bandeirante, o câmbio era manual de quatro marchas e o motor era o seis cilindros de 3.9 litros da família F da Toyota importado do Japão com bloco e cabeçote de ferro, comando de válvulas no bloco acionado por varetas á gasolina que gerava 29.4KGFM a 2000RPM e 105CV a 4000RPM.

                                                    
O Land Cruiser chegava ao mercado com motor seis cilindros 3.9 á gasolina de 105CV e mais tarde o Mercedes-Benz OM 324 3.4 á diesel de 78CV 

No ano seguinte ele passou a ser fabricado pela unidade própria a Toyota em São Bernardo do Campo-SP, aliás o único modelo que foi fabricado lá, afinal o Corolla sempre foi feito em Indaituba, a Hilux desde 1997 na Argentina e outros modelos sul-americanos feitos em Sorocaba-SP, voltando ao Bandeirante seguiu sem alterações até Outubro de 1961 na linha 1962 quando ganha nacionalização dos componentes e o motor seis cilindros da Toyota dá lugar ao Mercedes-Benz OM 324 de 3.4 litros á diesel é o motor do 1111 com dois cilindros a menos e com isso gerava 26.7KGFM a 1300RPM e 78CV a 3200RPM om isso, um novo nome: Bandeirante e seguiu sem alterações até Outubro de 1968 na linha 1969 quando ganhou nova grade dianteira, faróis e para-choques e junto com ela chegava a opção da picape cabine simples e dupla.

                                                           
O Toyota Bandeirante ganhou o facelift e junto com ela a picape cabine dupla 

O Jipe também mudava de início o Mercedes-Benz OM 324 3.4 á diesel de 78CV, mais tarde era vez do OM 314 de 3.8 á diesel e 85CV 

E seguiu sem alterações até Outubro de 1973 na linha 1974 aproveitando a chegada do Mercedes-Benz 608 D, a Toyota bandeirante ganha o motor do "Mercedinho" com o motor OM 314 de 3.8 litros á diesel é basicamente o motor do 1113 com dois cilindros a menos que gerava 26KGFM a 1800RPM e 96CV a 2800RPM e seguiu sem alterações até Outubro de 1979 na linha 1980 quando ganhou o câmbio manual de cinco marchas e uma nova alteração só veio em 1983 quando a potência e torque foram revelados em valores líquidos:22KGFM a 1500RPM e 85CV a 2800RPM e outra alteração só viria em Outubro de 1989 na linha 1990 quando ganhava novos faróis retangulares e junto com ele o motor OM 364 de 4 litros do Mercedes-Benz 710 que gerava 32.5KGFM a 1800RPM e 90CV a 2800RPM.

                                                  
Novos faróis dianteiros e junto com ele o motor Mercedes-Benz OM 364 de 4 litros com 90CV 

E seguiu sem alterações até outubro de 1993 na linha 1994 ganhava uma nova grade dianteira com novo símbolo da Toyota para se alinhar aos importados da época, mas o continuava o Mercedes-Benz.

                                                 
O Toyota Bandeirante ganha nova grade dianteira e o motor de início foi mantido o Mercedes-benz OM 464 de 4 litros, um ano depois foi trocado pelo Toyota 3.7 á diesel de 96CV 

Em Outubro de 1994 na linha 1995 era vez do motor Mercedes-Benz dar adeus e a Toyota voltava a usar um motor importado do Japão, no caso se trata do 3.7 á diesel da família B da Toyota que gerava 33.1KGFM a 1800RPM e 96CV a 3800RPM e seguiu sem alterações até Outubro de 1999 na linha 2000 quando a picape ganhou a cabine dupla de quatro portas no lugar da duas portas.

                                                   
A picape ganhava a cabine dupla de quatro portas era a última novidade 

Depois o Bandeirante seguiu sem novidades até Outubro de 2001 quando deu adeus, depois de 43 anos e lógico aí perdeu a corrida contra a Kombi, já tinha vencido contra as Ford F100/F1000 três anos antes e lógico essas perderam para Gol e Fiorino, mais recente, mas enfim o Bandeirante deu adeus, a Toyota chegou avaliar colocar um motor turbo diesel moderno(para época) nele, mas não foi e aí o adeus.

                                                     1 VOLKSWAGEN KOMBI(1957-2013) 56 ANOS 
                                                    

A "velha senhora" só tem três chances de perder esse recorde: O Gol chegar a 2036 já numa base MQB, a Fiorino também chegar a 2036 ou a Saveiro chegar até 2038 já numa base MQB, mas enquanto isso vamos lá. Em Outubro de 1957 na linha 1958 era lançada a Kombi nacional, ela vinha com câmbio manual de quatro marchas e o motor Volkswagen Boxer 1200 refrigerado a ar o mesmo do Fusca que gerava 7.7KGFM a 2000RPM e 36CV a 3700RPM e carburador de corpo simples.

                                                    
A Kombi chegava ao mercado com motor 1200 de 36CV 

E lógico o esquema de suspensão era do Fusca, tanto que ganhou o apelido de "Jesus está chamando" e lógico ela seguiu sem mudanças até Março de 1967 quando trocou o motor 1200 pelo Volkswagen Boxer 1500 refrigerado á ar que gerava 9.9KGFM a 2600RPM e 52CV a 4600RPM e trouxe a opção da carroceria picape, além do furgão e digamos assim, van(A Kombi é uma van antiga, mas ainda é uma van,lembre-se disso).

                                                    
                                                   
A Kombi ganhava o motor 1500 de 52CV e junto com ela a versão picape 

E lógico que nada mudava, mas na Alemanha em Outubro de 1967 chegada a T2 com porta corrediça que só conheceríamos 30 anos depois! A Kombi seguiu sem mudanças até Outubro de 1975 na linha 1976 quando ganhou nova dianteira e traseira vindas do modelo T2, já o "miolo" era da T1, tanto que chamavam ela de "T1,5", a suspensão traseira passo ser semi -independente por braços arrastados melhorando o comportamento dinâmico, o câmbio sempre de quatro marchas e o motor Boxer 1500 dá lugar ao Boxer 1600 refrigerado á ar que gerava 11.2KGFM a 2600RPM e 65CV a 4600RPM de início apenas á gasolina e cavalaria bruta.

                                                      
                                                    
A Kombi mudava em 1976 e o motor agora era o 1.6 de 65CV, mais tarde chegava o 1.6 á álcool de 59CV e o 1.6 á gasolina tem a potência revelava em valores líquidos: 53CV 

A Kombi seguiria sem mudanças até Outubro de 1981 na linha 1982 quando ganhou a opção da picape cabine dupla e a opção do motor EA 827 1.6 á diesel, sim é o "AP 1600 á diesel" só que tinha diâmetro do 1.5 do Passat com o curso do então futuro 1.8 da linha Volkswagen(e Ford durante a Autolatina) e com isso gerava 10.4KGFM a 3000RPM e 60CV a 4500RPM.

                                                 
A Kombi ganhava o motor 1.6 á diesel e radiador na dianteira com 60CV, mais tarde em valores líquidos:50CV 

A opção da picape cabine dupla chegava junto 

Em Outubro de 1983 na linha 1984 estreava o motor Volkswagen Boxer 1600 refrigerado a ar movido á álcool que gerava 11.5KGFM a 2500RPM e 59CV a 4600RPM, já o Boxer 1600 refrigerado á gasolina tem a potência em valores líquidos: 10.6KGFM e 53CV e o 1.6 á diesel também 9.5KGFM e 50CV. Seguiu sem alterações até Outubro de 1985 na linha 1986 quando o motor diesel dá adeus. Outubro de 1986 na linha 1987 quando a picape cabine dupla deu adeus. Depois seguiu inalterada até Outubro de 1991 na linha 1992 quando ganhou catalizador e novo comando de válvulas e com isso na versão 1.6 á gasolina passou a gerar 52CV na versão á álcool e 58CV na versão á álcool.  Seguiu sem mudanças em Julho de 1997 quando finalmente o modelo T2 chegava ao Brasil, só que com uma diferença: o teto 11cm mais alto, mas o resto se manteve porta-corrediça e até ganhou uma versão luxuosa: A Carat, já o motor continuava o mesmo.

                                                  
A Nova Kombi chegava ao mercado de início com o motor 1.6 de 52CV á gasolina e 1.6 á álcool de 58CV, mais tarde eles ganham injeção eletrônica e o 1.6 á gasolina vai a 58CV e o 1.6 á álcool  vai 67CV 

Em Outubro de 1998 na linha 1999 o motor Boxer 1600 refrigerado a ar recebe injeção eletrõnica multiponto na versão á gasolina passava  a gerar 11.6KGFM a 2600RPM e 58CV a 4600RPM e a versão a álcool passava a gerar 12.7KGFM a 2600RPM e 67CV a 4600RPM. Em Outubro de 1999 na linha 2000 ela perde a opção picape e dois anos depois com a aposentadoria do Bandeirante se consolida de vez como o carro mais longevo do país e seguiu sem alterações até Outubro de 2005 para se adequar as novas legislações anti-poluentes, o motor Volkswagen Boxer deu lugar ao quatro cilindros em linha EA 111 1.4 usado no Fox exportação e aí foi escolhido justamente para aproveitar o câmbio antigo de quatro marchas de mesma concepção dos 1.nada e 1.6 da mesma família já citado em Gol, Voyage e Saveiro e ele gerava 12.5KGFM a 3500RPM e 78CV a 4600RPM com gasolina e com álcool vai a 12.7KGFM e 80CV e o motor ganhou uma nova travessa interna embaixo e lógico uma grade dianteira por que o motor era refrigerado á água.
   
                                                         
A Kombi ganhava nova grade dianteira e junto com ela o motor 1.4 Total Flex de 78CV com gasolina e 80CV com álcool 

E a Kombi seguiu sem mudanças até o final da sua carreira quando a lei da obrigatoriedade do ABS e Air Bag Duplo, forçou o adeus da Kombi em Outubro de 2013 com a série especial Last Edition e aí depois de 56 anos a Kombi dava adeus ao mercado.


Esses foram os carros mais longevos do país e o Post comemorativo 7000 


                                                     


                                                      




 













          












                                                



                  



        




    


                                




                                                  





        



        





                                                      





   






                                                       













                                                







                                                    












                                               









                                                  





























                      






             






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