SUV DA CITROËN DÁ ADEUS AO MERCADO E JUNTO COM E OS MOTORES EC5 E THP AMBOS 1.6 16V
Já era previsto desde o lançamento do C3 AirCross no final do ano passado e depois do Basalt agora, o adeus do C4 Cactus era evidente só não se sabia quando e o adeus acabou chegando ao modelo depois de seis anos de mercado e lógico além dele é o adeus da plataforma PF1 e também dos motores 1.6 16V EC5 que é evolução da TU5 que estreou quando a Peugeot chegou no Brasil no início dos anos 1990 e na Citroën também usaria esse motor no início da década seguinte e do 1.6 16V THP que sobrevivia nele.
A CHEGADA AO MERCADO: Se dá em Outubro de 2018 na linha 2019 ele chegava nas versões Feel, Feel Pack, Shine e Shine Pack, duas opções de câmbio: manual de cinco marchas ou automático de seis marchas e duas opções de motores no caso a primeira é o EC5 1.6 16V evolução da família TU5 com bloco e cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas no cabeçote acionado por correia dentada sendo variável na admissão atrelado ao câmbio manual ele gerava 15.5KGFM a 4000RPM e 115CV a 6000RPM com gasolina e com álcool gerava 16.4KGFM e 122CV, já atrelado ao câmbio automático ele gerava 16.1KGFM a 4000RPM e 115CV a 5750RPM com gasolina e com álcool passava a 118CV e mantinha o torque só chegava mais tarde: a 4750RPM e por fim o 1.6 16V THP da família Prince com bloco e cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas variável no cabeçote acionado por corrente metálica, coletores variáveis, turbo, intercooler e injeção direta que gera 24.5KGFM a 1400RPM e 166CV a 6000RPM e com álcool vai a 173CV e mantém o torque e pela primeira vez o câmbio automático pode ser atrelado a plataforma PF1 e ao motor THP juntos.
O C4 Cactus é lançado com motores 1.6 16V de 115CV com gasolina e 118CV com álcool, 1.6 16V de 115CV com gasolina e 118CV com álcool e o 1.6 16V THP de 166CV com gasolina e 173CV com álcool.
Em outubro de 2019 na linha 2020 sem alterações. Em Outubro de 2020 na linha 2021 ele perde o câmbio manual e a versão Shine convencional, ficando apenas a Shine Pack com o 1.6 16V THP. Em Outubro de 2021 sem mudanças e lógico desde Janeiro já havia a fusão da Stellantis. Em Outubro de 2022 na linha 2023 o motor 1.6 16V agora gerava 15.4KGFM a 4250RPM e 113CV a 6000RPM com gasolina e com álcool vai a 15.7KGFM a 4250RPM e 120CV nas mesmas rotações. Em Agosto de 2023 na linha 2024 ele ganha detalhes diferentes no para-choque dianteiro e traseiro, e a central multimídia de 10.3 polegadas do C3, nas versões continuava com a Feel, Feel Pack e Shine Pack, câmbio automático de seis marchas e o motor 1.6 16V de 113CV com gasolina e 120CV com álcool e para a Shine Pack o motor 1.6 16V THP de 166CV com gasolina e 173CV com álcool, mas era o começo do fim.
Uma leve reestilização é feita, nos motores o 1.6 16V agora gerava 113CV com gasolina e 120CV com álcool e o 1.6 16V THP se mantinha com os 166CV com gasolina e 173CV com álcool.
Com a chegada da nova geração do C3 AirCross e do Basalt, baseados na plataforma CMP era natural o adeus do C4 Cactus feito na antiga Plataforma PF1 que havia estreado na primeira geração do C3 brasileiro, depois passou para o C3 AirCross de primeira geração e o C3 Picasso e também para a primeira geração do 208 e também primeira geração do 2008, daria adeus. E em Dezembro de 2023 ele deu oficialmente o seu adeus e junto com ele os motores 1.6 16V EC5 e o 1.6 16V THP, lógico o primeiro foi sucedido pelo GSE Turbo 200 de origem Fiat, já o segundo até agora não foi sucedido pelo GSE Turbo 270 nas linhas Peugeot e Citroën. Com isso o C4 Cactus deu o adeus oficial e está morto e enterrado.



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