POST COMEMORATIVO 9500: A TRAJETÓRIA DOS 100 ANOS DA GENERAL MOTORS DO BRASIL(CHEVROLET E GMC) - PARTE 1

                                                       

A PRIMEIRA PARTE DA TRAJETÓRIA DA GENERAL MOTORS DO BRASIL COMEÇANDO PELA ERA CDK E TERMINANDO NO KADETT PASSANDOR POR MONZA, OPALA E CHEVETTE E NAS PICAPES 

Chegou a hora do Post comemorativo 9500, e vamos falar de um trajetória de 100 anos, no caso da General Motors do Brasil, aqui operou a maior parte do tempo com a marca Chevrolet, mas houve na era CKD produção de Cadillac, Buick, além da própria Chevrolet e também lógico a marca GMC nos caminhões, vamos colocar em ordem aqui, infelizmente da era CKD não temos dados técnicos, mas vamos dar uma introdução.

   Era uma época que o grupo General Motors estava em expansão pelo mundo, no caso a compra da Vauxhall inglesa em 1923, da Opel alemã em 1926, acordo de exclusividade com a Holden australiana no mesmo ano que em 1931 ela comprou a Holden e virou marca de carro na terra dos cangurus, Peter Brock e outros, bom estou citando essas marcas, por que lógico de alguma forma estariam na GMB, especialmente a Opel alemã, lógico a Daewoo sul-coreana foi comprada em 2000, afinal 100 anos muda muita coisa, lógico já teve no guarda-chuva Lotus e Izusu, além de um parte de Subaru e já teve a Saab. Voltando as primeiras marcas, hoje a Opel e a Vauxhall são da Stellantis, afinal foram vendidos para a PSA em 2017, a Holden foi fechada em 2020, na Australia e nova Zelândia passou a ter apenas General Motors e hoje só esportivo de picapes, no caso da Daweoo virou Chevrolet Soutk Korea.E sim o artigo terá a participação dos caminhões. Se no caso da Volkswagen é "Festa no AP" no caso da Renault "Festa em São José dos Pinhais-PR" e no caso da Fiat é "Festa em Betim-MG" eu pensei em "Festa em São Caetano do Sul-SP", mas eis que pensei em um termo melhor "Festa Absoluta" lógico nem preciso dizer o por que... ou seja GMB em "Festa Absoluta"

                                                          NA ERA CKD(1925-1950)
                                         
(foto antigoverdeamarelo.blogspot.com) 

Infelizmente como é díficil dados dessa época, vamos comentar a General Motors se instalou no início em São Paulo em 1925, cinco anos depois a marca se instalou em São Caetano do Sul-SP onde o prédio mantém a fachada dos anos 1930, mas por dentro já tem uma infraestrutura bem moderna, tanto que Tracker e Montana atuais vem de lá, mas lógico além de carros, produziu caminhões e ônibus e de quebra lógico quando veio a  CSN, os ônibus em 1950 passaram a ter a lateria nacional e lógico dessa época também é a picape que ganhou o apelido de "Marta Rocha" por causa das duas polegadas a mais da então candidata a Miss Universo de mesmo nome.

                                                           DÉCADA DE 1950 

Os primeiro caminhões e picapes nacionais são do final da década, com  o GEIA foi decidido que a General Motors do Brasil produziria caminhões e picapes e lógico picapes e caminhões de projeto norte-americano, tanto que a fábrica ficou parada dois anos para se reestrutura para isso e na época a GM não tinha interesse em carros de passeio, o que mudaria na década seguinte e inauguraria uma nova fábrica: A de São José dos Campos-SP para produzir caminhões e motores.

                                                              3100/ALVORADA
                                                        

A Chevrolet 3100 chegava em Outubro de 1958 na linha 1959 conhecida como "Chevrolet brasil" depois do caminhão era o primeiro Chevrolet nacional, o câmbio era manual de três marchas com alavanca na coluna e o motor era o seis cilindros 262 de 4.3 litros da segunda geração com bloco e cabeçoe de ferro, comando de válvulas no bloco acionado por varetas e corernte metálica, com caburador de corpo simpes, que gerava 31.2KGFM a 2400RPM e 136CV a 3800RPM a potência era bruta como na época e não líquida como hoje, o motor era importado dos EUA e lógico era uma picape de cabine simples. Em Outubro de 1959 na linha 1960 chegava a cabine dupla de três portas chamada de Alvorada, mesmo motores e câmbio da cabine simples e lógico o motor já era nacional na picape 

                                                          
A Alvorada chega ao mercado com cabine dupla de três portas.

Ela viraria a década.


                                                           AMAZONA/CORISCO
                                                         


Em Outubro de 1959 na linha 1960 chegava o Amazona que era a versão local da Suburban, o motor era o seis cilindros 262 4.3 de 136CV já citado em detalhes na 3100 e além dela chegava a sua versão Furgão chamado de Corisco e o próprio Suburban norte-americano teve uma configuração assim e lógico viraria a década, mas aí deixaremos para a década seguinte.

                                                         CAMINHÕES
                                                                  6500 
                                                        

O primeiro veículo nacional feito pela Chevrolet chegava ao mercado em Março de 1958 era o caminhão 6500, o motor seis cilindros 262 de 4.3 litros de 136CV é o mesmo citado em 3100 e Amazona, o câmbio era manual de quatro marchas, em Outubro de 1958 na linha 1959 o motor era nacionalizado, em Outubro de 1959 na linha 1960 ele passa a ser feito em São José dos Campos-SP e lógico viraria a década de 1960 o caminhão conhecido como "Chevrolet Brasil".


                                                            DÉCADA DE 1960 
A continuação da vida de 3100/Alvorada, Amazona/Corisco, as renovações das picapes, a chegada da C1416 que mudaria o nome no final da década para Veraneio, a chegada de um sucesso chamado Opala e lógico aqui sempre por ordem de antiguidade do nome no mercado.

                                                             3100/ALVORADA 
                                                           


As picapes Alvorada/3100 entram na década com câmbio manual de três marchas e no motor seis cilindros 262 de 4.3 litros de 136CV. Em Outubro de 1960 na linha 1961 sem alterações. Em Outubro de 1962 na linha 1963 o motor seis cilindros 262 de 4.3 litros passava a gerar 31.7KGFM a 2400RPM e 142CV a 3800RPM e junto com ele vinha nova grade dianteira, faróis e para-choques.

                                                         
Nova grade dianteira e faróis e o motor seis cilindros 262 de 4.3 litros passou a gerar 142CV 

Aqui a mesma situação na picape 3100 e o mesmo motor de 142CV. (foto quatrorodas.com.br)

Em Outubro de 1963 na linha 1964 sem alterações e em Março de 1964 ela dá lugar a C14 e picapes derivadas, mas aí já vou citar sobre elas, ou seja: o primeiro Chevrolet brasileiro estava morto e enterrado.

                                                    AMAZONA/CORISCO
                                                  


A Amazona e seu furgão no caso o Corisco entram "fresquinhos na década". Em Outubro de 1960 na linha 1961 nada muda, em Outubro de 1961 na linha 1962 sem alterações, em Outubro de 1962 na linha 1963 o Corisco era morto e enterrado, o motor seis cilindros 262 de 4.3 litros agora produzido em São José dos Campos-SP gerava 142CV é o mesmo que está em detalhes na 3100/Alvorada e junto com ela nova grade dianteira, faróis e para-choques para a Amazona.

                                                        
Nova grade dianteira, faróis e para-choque que o motor seis cilindros 4.3 litros passava a 142CV.

E e seguiu sem alterações em Outubro de 1963 na linha 1964 nada muda e em Outubro de 1964 ela dava lugar a C1416 que mais tarde se chamaria Veraneio, com isso a Amazona dava adeus ao mercado.

                                                               C14/15/C10
                                                            

Em Março de 1964 chegava os modelos C14 e C15 chassi-longo e chassi-longo cabine dupla de duas portas, baseado nos modelos norte-americanos da época só que com desenho local, o câmbio era manual de três marchas com alavanca na coluna e o motor seis cilindros 262 de 4.3 litros herdado da 3100 passava a gerar 32KGFM a 2400RPM e 151CV a 3800RPM.

                                                          
A picape C15 cabine dupla e o motor seis cilindros 262 de 4.3 litros agora com 151CV 

E lógico chegava em Outubro de 1964 a linha 1965 e nada mudava pois era lançamento, mas ganhava uma irmã que já vou citar sobra ela, seguiu sem alterações até Outubro de 1968 na linha 1969 quando virou C10 e ficou assim sem alterações até o final da década, mas viraria a década.


                                                                C1416/VERANEIO
                                                             

A Chevrolet C1416 chegava ao mercado em Outubro de 1964 como linha 1965 outra versão local da Suburban, mas bem mais elaborada, em vez das três portas do modelo norte-americano vinha de quatro portas e a suspensão traseira trocava o feixe de molas pelas molas helicoidais, mantendo o eixo rígido já o motor era o seis cilindros 262  de 4.3 litros já citado na C14/15/C10 e seguiu sem alterações até Outubro de 1968 quando ela passou a ser renomeada: passou a se chamar Veraneio e seguiu sem mais alterações até o final da década de 1980.

                                                                OPALA
                                                   

O Opala chegava ao mercado em Outubro de 1968 na linha 1969  de início na carroceria quatro portas, era derivado do Opel Rekord alemão, mas a mecânica era da Chevrolet norte-americana, inclusive muitos acreditavam que o nome Opala derivava da junção das palavras Opel e Impala, mas Opala também é uma pedra precisosa, aliás sina que acompanharia alguns outros modelos da Chevrolet anos depois(ter nome de pedra preciosa), tinha câmbio manual de três marchas na coluna e duas opções de motores, no caso a primeira era o quatro cilindros 153 de 2.5 litros com bloco e cabeçote de ferro, comando de válvulas no bloco que gerava 18KGFM a 2000RPM e 80CV a 4000RPM e a versão seis cilindros desse motor era o 230 3.8 que aliás era a terceira geração do seis cilindros da Chevrolet uma á frente das picapes que gerava 26.2KGFM a 2400RPM e 125CV a 4200RPM, aliás o motor quatro cilindros ganhou o apelido de "Toyotinha" o tanto que vibrava, mas enfim o Opala teria uma carreira de sucesso e longeva no Brasil e sim viraria a década como você vai ver e lógico em Outubro de 1969 na linha 1970 sem alterações.


                                                             CAMINHÕES
                                                                 6500
                                                           

O 6500 entra na década, com câmbio manual de quatro marchas e o motor seis cilindros 262 de 4.3 litros com 136CV, seguiu sem alterações até Outubro de 1962 na linha 1963 quando recebeu nova grade dianteira, faróis e o motor seis cilindros 262 de 4.3 litros passou a gerar 142CV.

                                                        
Nova grade dianteira, faróis, para-choques e o motor seis cilindros 262 de 4.3 litros passava a 142CV.

Em Outubro de 1963 na linha 1964 sem mudanças e em Outubro de 1964 chegava a nova geração de caminhões e aí é outra conversa.

                                                               C60/D60
                                                  

Em Outubro de 1964 chegava o Chevrolet C60, o câmbio era manual de quatro ou cinco marchas dependendo da escolha do cliente, o motor era o seis cilindros 262 de 4.3 litros da segunda geração com 151CV já citado na C14, em Março de 1965 chegava a opção a diesel chamada de D60 que tinha o Perkins 5.8 seis cilindros que gerava 40.4KGFM a 140CV a 3500RPM e em Outubro de 1969 chegava os novos C e D 70 com maior capacidade de carga e o mesmo motor.



                                                       
                                                      DÉCADA DE 1970
A consolidação e ampliação do Opala, inclusive ganhando uma perua, as picapes se adequam a nova situação de mercado, a chegada do Chevette que seria longevo no Brasil e seria outro sucesso da marca.

                                                                C10/D10 
                                                       

A C10 entrou na década com câmbio manual de três marchas e o motor seis cilindros 262 de 4.3 litros de 151CV da segunda geração. Em Outubro de 1970 na linha 1971 nova grade dianteira e faróis agora são simples e de início sem mudanças mecânicas.

                                                        
Aqui a picape além da cabine simples, tinha o chassi-longo e o chassi-longo cabine dupla 




Aqui a cabine simples com nova dianteira, de início o seis cilindros 4.3 de 151CV, mais tarde era vez do 151 2.5 litros de 90CV, o seis cilindros 250 de 4.1 litros de 140CV e o 3.9 diesel de 77CV.

Em Outubro de 1973 estourava a crise do Petróleo e era lançada a linha 1974 e a resposta só chegaria em Julho de 1975 na linha 1976 no caso chegava o câmbio manual de quatro marchas e nos motores estreava o quatro cilindros 151 de 2.5 litros que gerava 18KGFM a 2000RPM e 90CV a 4000RPM e o seis cilindros 250 de 4.1 litros da terceira geração com 29KGFM a 2400RPM e 140CV a 4400RPM ambos vindos do Opala e com carburador de corpo simples, lógico que com o tempo o quatro cilindros se mostraria inadequado para a picape, assim como ocorreu com sua rival F-100 que usou também o 2.3. Voltou a ficar sem alterações até Outubro de 1977 na linha 1978 quando ganhou o Perkins 3.8 a diesel que gerava 30KGFM a 1500RPM e 77CV a 3000RPM. Em Outubro de 1978 na linha 1979 nova grade dianteira, faróis e capô mais alto, mas sem mudanças mecânicas que virariam na década seguinte. Em Outubro de 1979 na linha 1980 nada muda e ela viraria a década, mas seria pouco tempo.

                                                       
Nova grade dianteira na linha 1979 e os motores agora eram o 151 de 2.5 litros de 90CV, seis cilindros 250 de 4.1 litros de 140CV, seis cilindros 262 de 4.3 litros com 151CV e o 3.8 á diesel de 77CV.

                                                                    VERANEIO
                                                                 

A Veraneio entrava na década com câmbio manual de três marchas e o motor seis cilindros 262 de 4.1 litros com 151CV. Em Outubro de 1970 na linha 1971 nova grade dianteira e faróis simples, mantendo a mecânica.

                                                              
Nova grade dianteira, faróis simples e o motor seis cilindros 262 de 4.3 litros de 151CV, mais tarde ganhava o 151 de 2.5 litros com 90CV e o seis cilindros 250 de 4.1 litros com 140CV 

Seguiu sem grandes alterações, Em Outubro de 1973 na linha 1974 estourava a crise do Petróleo e a resposta demora vem em Julho de 1975 na linha 1976 no caso o motor quatro cilindros 151 de 2.5 litros com 90CV e o seis cilindros 250 de 4.1 litros com 140CV esses já citado em detalhes na picape C10 e seguiu sem alterações até Outubro de 1978 na linha 1979 quando ganhou nova grade dianteira, faróis, capô mais alto e sem mudanças mecânicas de início
                                                                
Nova grade dianteira e novo capô e os motores 151 de 2.5 litros de 90CV, seis cilindros 250 de 4.1 litros com 140CV e o seis cilindros 262 de 4.3 litros com 151CV.

, Ela viraria a década, mas entraria numa outra plataforma, mas aí é para a década de 1980.

                                                                     OPALA
                                                   

O Opala entrava na década de 1970, com câmbio manual de três marchas e com duas opções de motores, no caso o quatro cilindros 153 de 2.5 litros com 80CV e o seis cilindros 230 de 3.8 litros de 125CV já citado em detalhes e no caso o seis cilindros é da terceira geração. Em Outubro de 1970 na linha 1971 chegava duas novidades, as versões Grand Luxo(essa com teto de Vinil) e a SS, aliás ambos estreava o seis cilindros 250 de 4.1 litros com 140CV já citado em detalhes na D10 e também o câmbio manual de quatro marchas.

                                                         
O Opala SS 4100 chegava ao mercado estreando o 4.1 litros seis cilindros de 140CV 

Em Março de 1971 o quatro cilindros 2500 e o seis cilindros 3800 ganham a opçâo do câmbio manual de quatro marchas. Em Setembro de 1971 na linha 1972 a versão Básica virava Especial, a Luxo virava intermediária, a Grand Luxo agora era novo topo de linha, o sedã perdia a versão SS, mas mantinha o motor 4100 e estreava o cupê e vinha freios á discos na dianteira opcional e o seis cilindros 230 3.8 dava adeus, lógico o cupê poderia vir na versão SS e lógico vinha nova grade dianteira.

                                                          
O SS estava disponível apenas no cupê e o motor seis cilindros 250 de 4.1 litros de 140CV agora era de todas as versões. 

O quatro portas, perdia o SS, mas agora o 4100 era de todas as versões e lógico além dele, havia o 2500 de 80CV abaixo.

Aqui o cupê especial com os mesmos motores do sedã

Em Agosto de 1972 uma pequena atualização na grade dianteira na linha 1973. Em Setembro de 1973 na linha 1974 ele ganhava nova grade dianteira e alterações em faróis, e junto com ele mudanças mecânicas, no caso o motor 153 de 2.5 litros dava lugar ao novo 151 de 2.5 litros também com bloco e cabeçote de ferro, comando de válvulas no bloco acionado por varetas e corrente metálica, no caso diâmetro crescia e o curso reduzia e com isso gerava 90CV e sim é o mesmo citado na C10 e para o modelo seis cilindros estreava a opção do câmbio automático de três marchas usado nos Kingswood e Premier.

                                                         
Nova grade dianteira para os Opala e mudanças no farol, no seis cilindros 250 não mudava nada, mas o SS-4 estreava com o 151 de 2.5 litros carburador de corpo duplo de 98CV.

Aqui o modelo quatro portas por aqui com alterações visuais e o novo motor 151 de 2.5 litros de 90CV.

Aqui o modelo cupê.

Em Outubro de 1973 estourava a crise do Petróleo e como resposta chegava o 151-S que contava com carbuador de corpo duplo e com isso gerava 19.6KGFM a 2000RPM e 98CV a 4600RPM exclusivo para o SS4. Em Outubro de 1974 na linha 1975 ele ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques e novas lanternas inspiradas no Opel Manta que esse por sua vez foram inspiradas no Corvette, lógico as três opções de câmbio seguiam: manual de três marchas na coluna, manual de quatro marchas no assoalho e automático de três marchas, no caso do 151 e do 151-S exclusivo SS-4 sem mudanças, já o seis cilindros 250 de 4.1 litros passou a gerar 148CV e lógico SS tinha esse motor de 148CV.

                                                         
O Opala ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques e lanterna, nos motores o 151 de 2.5 litros de 90CV e o seis cilindros de 4.1 passava a 148CV.

O Coupé também era renovado

A versão Especial continua, a Luxo virava Deluxo e a Grand Luxo dava o seu lugar para a Comodoro e lógico a SS era mantida. Em Outubro de 1975 na linha 1976 para fins de homologação chegava o seis cilindros 250-S que recebia comando de válvulas mais bravo, carburador de corpo duplo e outras alterações para gerar 32.6KGFM a 2000RPM e 171CV a 4000RPM esse motor era exclusivo do SS-6(no caso de série, e opcional nas demais, assim como o 151-S para o SS-4 e demais versões).

                                                          
O Esportivo SS-6 recebia o 250-S seis cilindros de 4.1 litros com 171CV 

Em Outubro de 1976 na linha 1977 ele recebeu o câmbio manual de quatro marchas mais longo, agradou para quem andava no seis cilindros, mas a maioria dos Opala vendidos eram quatro cilindros e houve críticas. Em Outubro de 1977 na linha 1978 sem mudanças. Em Outubro de 1978 na linha 1979 sem alterações e em Outubro de 1979 na linha 1980 ele recebia nova grade dianteira, faróis, para-choques e novas lanternas, continuam as três opções de câmbio, no caso das versões a Especial agora virava "Opala", a Deluxo era substituída pela Comodoro e no lugar do antigo Comodoro chegava o Diplomata e o esportivo SS, nos motores o 151 2.5 a gasolina era mantido, o 151-S 2.5 a gasolina também era mantido, o seis cilindros 250 de 4.1 litros era mantido, assim com o seis cilindros 250-S de 4.1 litros era mantido e estreava o 151-S de 2.5 litros a álcool que gerava 21.6KGFM a 2600RPM e 99CV a 4600RPM.

                                                            
O Opala ganhava novas lanternas traseiras, nova grade dianteira e faróis, os motores 151 de 2.5 litros de 90CV e o seis cilindros 250 de 4.1 litros com 148CV eram mantidos e estreava o 151-S a álcool de 99CV.

Aqui o modelo quatro portas com nova dianteira.

O Esportivo SS entrava, mas era por pouco tempo e os motores 151-S de 2.5 litros de 98CV e o 250-S seis cilindros de 4.1 litros com 171CV.

O Opala viraria a década seguinte e ganharia mais luxo como você verá.

                                                                 CHEVETTE
                                                    

O Chevette chegava ao mercado brasileiro em Março de 1973, produzido em São José dos Campos-SP na versão Especial e L, câmbio manual de quatro marchas, motor dianteiro e tração traseira, e o motor era o Chevrolet 1400 OHC que é conhecido como "Motor Chevette" tem bloco e cabeçote de ferro, comando de válvulas no cabeçote acionado por correia dentada e carburador de corpo simples que gerava 9.8KGFM a 3200RPM e 68CV a 5200RPM e seguiu sem alterações até Outubro de 1975 na linha 1976 quando ganhou as versões SL e GP, no caso da GP, que chegou a ser planejada para vir com o 151 do Opala, a crise do Petróleo pegou e aí 1.4 teve a taxa de compressão aumentada e com isso passou gerar 10.8KGFM a 3200RPM e 72CV a 5800RPM e o diferencial foi encurtado.

                                                         
O GP chegava ao mercado, o motor 1.4 passa a ter 72CV eram apenas 4CV a mais que o 1.4 convencional.

Em Outubro de 1976 na linha 1977 o GP virava GP II. Em Setembro de 1977 na linha 1978 ele ganhava a grade dianteira inspirada nos Pontiac norte-americanos e no caso as versões eram Básica, Luxo e SL, a Básica tomava o lugar da Especial, a Luxo tomava o lugar da L e a própria GP perdia o "II" e nos motores o GP agora tinha o mesmo motor da linha com 68CV e lógico o 1.4 ficou sem alterações.

                                                         

Nova dianteira inspirada nos Pontiac norte-americano e motor 1.4 era mantido

Em Outubro de 1978 na linha 1979 chegava a opção da carroceria quatro portas ao Chevette e as mesmas versões do duas portas.

                                                      
O Chevette ganhava a opção das quatro portas e o mesmo motor 1.4 de 68CV.

Em Outubro de 1979 na linha 1980 novas mudanças nas lanternas e faróis quadrados, apenas, agora tinha apenas duas versões de acabamento: Básica e SL e o motor 1.4 era mantido.

                                                      
Faróis quadrados e novas lanternas, já o motor continuava o 1.4 de 68CV.

O quatro portas também recebia alterações visuais 

O Chevette viraria a década e recebia opção de motor a álcool e opção de maior cilindrada, mas aí na década de 1980.


                                                              CARAVAN
                                                   

A Perua derivada do Opala chegou ao mercado em Outubro de 1974 como linha 1975, nas versões Especial, Deluxo e Comodoro, sempre na carroceria duas portas, câmbio manual de três marchas na coluna, manual de quatro marchas no assoalho e automático de três marchas, duas opções de motores: o 151 de 2.5 litros já citado na C10 em detalhes e no Opala com 90CV e o seis cilindros 250 de 4.1 litros já citado na C10 e Opala com 148CV e seguiu sem alterações até Outubro de 1977 na linha 1978 quando ganhou a versão SS e junto com ela o 151-S de 2.5 litros do Opala SS-4 e o seis cilindros 250-S 4.1 de 171CV.

                                                                 
A Caravan SS chegava ao mercado com o motor 151-S de 2.5 litros de 98CV e o 250-S de 4.1 litros de 171CV 

Seguiu sem alterações até Outubro de 1979 na linha 1980 quando ganhou nova grade dianteira, faróis, para-choques e novas lanternas, nos motores o 151 de 2.5 litros era mantido, o 151-S de 2.5 litros era mantido na SS, o seis cilindros 250 de 4.1 litros de 140CV e o seis cilindros 250-S de 4.1 litros de 171CV usado na SS, além da SS ela estava disponivel nas versões Básica agora simplesmente chamada de "Caravan" e Comodoro e e estreava o 151-S de 2.5 litros a álcool de 99CV já citado em detalhes no Opala.

                                                              
A Caravan ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques e novas lanternas, no caso da SS os motores 151-S de 2.5 litros com 98CV e o seis cilindros 250-S de 4.1 litros com 171CV 

Aqui a Caravan na versão Comodoro, mas no caso os motores 151 2.5 litros de 90CV e o seis cilindros 250 de 4.1 litros com 140CV e estreava o 151-S de 2.5 litros á álcool de 99CV.

A Caravan viraria a década seguinte e assim como ocorreu com o Opala ganharia mais luxo.

                                                                CHEVETTE HATCH
                                                              

O Chevette Hatch chegava ao mercado em Outubro de 1979 na linha 1980 nas versões Básica e SL, câmbio manual de quatro marchas e o motor 1.4 do sedã com 68CV já citado em detalhes no sedã, como era recém-lançado viraria a década, mas por mais algum tempo.

                                                              CAMINHÕES
                                                            C60/D60/C70/D70/D80
                                                           

Os caminhões Chevrolet entravam na década nos modelos C60,D60,C70 e D70, câmbio manual de quatro ou cinco marchas, duas opções de motores no caso o seis cilindros 262 de 4.3 litros com 151CV e o Perkins seis cilindros 5.8 á diesel de 135CV e lógico seguiu sem alterações até Outubro de 1971 na linha 1972 quando ele ganhou o seis cilindros 292 de 4.8 litros esse pertencente a terceira geração a mesma família do Opala que gerava 38.6KGFM a 1600RPM e 161CV a 3800RPM e seguiu sem grandes alterações, estorou a crise do Petróleo de 1973, em Outubro de 1976 na linha 1977 ele ganhava mais uma opção á diesel era o Detroit-Diesel 3.5 dois tempos que gerava 38.5KGFM a 1500RPM e 145CV a 2800RPM e seguiu sem alterações até Outubro de 1979 na linha 1980 eles dá adeus ao motor Detroit-Diesel e a fábrica de São José dos Campos-SP passa a ser convertida para a Família II.

                                                         PROJETO QUE NÃO FOI PARA FRENTE
Um projeto que não foi para frente, foi a picape derivada do Opala, que acabou não indo para frente por que custaria o preço de uma D10, ficaria difícil, mas anos mais tarde a GM teria picape derivada de automóveis só que menores, no caso a Chevy do Chevette, a Corsa Pick-up e as três gerações da Montana(Corsa C, Agile e Onix/Tracker).

                                                               DÉCADA DE 1980 

O Opala ganha mais luxo, o Chevette amplia sua familia, as picapes e caminhões são renovaos, a chegada do Monza que se tornaria outro sucesso e se tornaria o carro nacional mais vendido e a chegada do Kadett, além da sequencia de vida da Veraneio.

                                                                C10/D10/A10
                                                               

A picape Chevrolet entrou na década nas versões C10 e D10, no caso da C os motores eram o quatro cilindros 151 de 2.5 litros com 90CV, o seis cilindros 250 de 4.1 litros com 140CV, o seis cilindros 262 de 4.3 litros com 162CV esse último da segunda geração, já o 4.1 era da terceira geração e o Perkins 3.8 á diesel de 77CV. Em Outubro de 1980 na linha 1981 ele ganhava duas opções á álcool, no caso o quatro cilindros 151-S com carburador de corpo duplo herdado do Opala com 17.1KGFM a 2500RPM e  89CV a 4800RPM e o seis cilindros 250 de 4.1 litros de 27KGFM a 2500RPM e 122CV a 4000RPM e esse aposentava o seis cilindros 262 de 4.3 litros, vale lembrar que nos motores á álcool os valores já são líquidos e aí o quatro cilindros 151 a gasolina tinha a potência revelada em valores líquidos:  agora eram 17KGFM a 2600RPM e 76CV a 4800RPM e o  seis cilindros 250 de 4.1 litros também: 27.4KGFM a 2400RPM e  115CV a 4400RPM líquidos, já o motor á diesel já tinha sido revelado em valores líquidos e a picape seguiu sem alterações até Março de 1985, mas aí já vamos contar a história por que o modelo mais popular na década de 1980 era a C10, no caso da próxima geração de picapes, vamos ter que seguir com a história de outro lugar.

                                                                VERANEIO
                                                      

A Veraneio entrou na década de 1980 com quatro portas como havia entrado na década de 1970, no caso nos motores o quatro cilindros 151 de 2.5 litros de 90CV, o seis cilindros 250 de 4.1 litros de 140CV e o seis cilindros 262 de 4.3 litros com 162CV, em Outubro de 1980 na linha 1981 ela ganhava os motores á álcool no caso o 151 de 2.5 litros que gerava 89CV líquidos e o seis cilindros 250 de 4.1 litros de 122CV líquidos, o seis cilindros 262 de 4.3 litros dava adeus e os motores a gasolina agora tinham a potência revelada em valores líquidos: 76CV no 151 de 2.5 litros e 115CV no seis cilindros 250 de 4.1 litros nesse caso movido a gasolina e ela seguiu sem alterações até Outubro de 1988 quando chegou a nova geração agora na plataforma da Série 20, o câmbio era manual de cinco marchas e lógico assim como na geração anterior trocava o feixe de molas das picapes pelas molas helicoidais e no caso dos motores o seis cilindros 250 da terceira geração de 4.1 litros gerava 28KGFM a 2000RPM e 118CV a 4000RPM na versão á gasolina e 30KGFM a 2000RPM e 135CV a 4000RPM na versão á álcool, só que vale lembrar que o modelo á álcool já era de carburador de corpo duplo.

                                                       
A segunda geração da Veraneio chega ao mercado com motor seis cilindros 250 de 4.1 litros movido a gasolina gerava 118CV e o movido a álcool gerava 135CV e agora vinha baseada na Série 20.

Em Outubro de 1989 na linha 1990 sem mudanças, viraria a década, seria por um pouco mais tempo, mas o suficiente para ganhar um facelift.


                                                             OPALA
                                                      

O Opala entrava na década recém renovado, com nova grade dianteira, para-choques, faróis e painéis, nos motores o quatro cilindros 151 de 2.5 litros de 90CV, o quatro cilindros 151-S de 98CV, o quatro cilindros 151-S a álcool de 99CV, o seis cilindros 250 de 4.1 litros de 148CV e o seis cilindros 250-S de 4.1 litros com 171CV, lógico o 151-S era de série no SS4 e o 250-S era de série no SS6, mas em Outubro de 1980 ele ganhava novo painel, o câmbio automatico que antes estava disponível para o quatro cilindros agora era apenas para o seis cilindros e SS dava adeus ao mercado, o Opala agora se voltava mais ao luxo. Em Outubro de 1981 na linha 1982 reservatório de partido á frio de injeção automática, a linha 1983 atrasa e chega em Janeiro e a novidade era o câmbio manual de cinco marchas para o  motor quatro cilindros e agora o motores tinham a potência revelada em valores líquidos, no caso do quatro cilindros 151 agora gerava 16.6KGFM a 2400RPM e 80CV a 4600RPM, o 151-S a gasolina gerava 17.1KGFM a 2400RPM e 85CV a 4600RPM, o 151 á álcool gerava 17KGFM a 1600RPM e 76CV a 4000RPM esses sempre de 2.5 litros, o seis cilindros 250 de 4.1 litros agora gerava 26.6KGFM a 2200RPM e 116CV a 4600RPM e o 250-S dava adeus ao modelo. sem alterações em Outubro de 1983 na linha 1984, em Outubro de 1984 na linha 1985 ele ganhava extensores nos faróis dianteiros, novo layout interno dos faróis, nos motores o 151 de 2.5 litros com carburador de corpo simples agora gerava 17.2KGFM a 2500RPM e 82CV a 4400RPM, o 151-S de 2.5 litros com carburador de corpo duplo agora gerava 16.7KGFM a 2500RPM e 84CV a 4400RPM, o 151 de 2.5 litros á álcool agora ganhava carburador de corpo duplo, alias voltava a ter, diga-se e com isso gerava 19KGFM a 2000RPM e 88CV a 4000RPM, o seis cilindros 250 de 4.1 litros agora gerava 28KGFM a 2000RPM e 118CV a 4000RPM, o seis cilindros de 4.1 litros com carburador de corpo duplo chegava quase uma volta ao 250-S, mas sem os comando de válvulas mais agressivo com isso gerava 27.8KGFM a 2300RPM e 126CV a 4400RPM e estreava o seis cilindros 250 de 4.1 litros á álcool que gerava 30.1KGFM a 2000RPM e 134CV a 4000RPM esse com carburador de corpo duplo e nos câmbio: manual de três marchas sob encomenda(alavanca na coluna), manual de quatro marchas, manual de cinco marchas e automático de três marchas, só o quatro cilindros podia vir com o manual de cinco marchas, o automático agora era exclusivo do seis cilindros e o manual de quatro marchas também, devido ao maior torque do motor.

                                                         
Novo Layout interno da lanterna e extensores nos faróis, nos motores o quatro cilindros 151 de 2.5 litros agora gerava 82CV, o 151-S de 2.5 litros movido a gasolina gerava 84CV, o 151 de 2.5 litros á álcool recebia carburador de corpo duplo e gerava 88CV, o seis cilindros 250 de 4.1 litros passava a 118CV e ganhava opção com carburador de corpo duplo quase uma volta ao 250-S original, mas aqui gerava 126CV e o seis cilindros 250 de 4.1 litros movido a álcool de 134CV.

O cupê também mudava.

Seguiu sem alterações até Outubro de 1987 quando ganhou nova grade dianteira, faróis, para-choques e novas lanternas,  no caso do câmbio continuava as mesmas opções e atrelamentos, no caso a versão básica chamada apenas de "Opala" virava SL, a Comodoro virava Comodoro SL/E e a Diplomata virava Diplomata SE, um alinhamento ao Monza, no caso os motores o 151 de 2.5 litros de carburador de corpo simples vai embora, o 151 de carburador de corpo duplo tanto a álcool como gasolina se mantém, o seis cilindros 250 de 4.1 litros com carburador de corpo simples e o de carburador de corpo duplo continuava e o carburador de corpo duplo movido a álcool agora gerava 30KGFM a 2000RPM e 135CV a 4000RPM.

                                                          
O cupê ganhava novas lanternas, o motor 2.5 de carburador de corpo duplo a gasolina de 84CV, o 2.5 álcool de 88CV era mantido, o seis cilindros 250 de 4.1 litros com 118CV, o seis cilindros 250 com carburador de corpo duplo e 126CV e o seis cilindros 250 4.1 litros á álcool de 135CV era mantido.

O sedã de quatro portas também ganhava as alterações visuais.

Em Outubro de 1988 na linha 1989 o cupê dava adeus, diante da virada as vendas e na mesma época ele ganhava o câmbio automático de quatro marchas no lugar do três marchas e em Outubro de 1989 sem alterações, mas ele viraria a década ainda por que pouco tempo e viraria o Chevrolet brasileiro mais vendido de todos os tempos durante um bom tempo, até ser ultrapassado pelo Corsa e Onix.

                                                            CHEVETTE
                                                       

O Chevette entrava na década nas carrocerias de duas e quatro portas, lógico a familia seria ampliada na década de 1980 e aí você verá, um deles veio no final de 1970, voltando ao sedã de duas e quatro portas, ele entrava na década nas versões Básica e SL e o motor Chevrolet 1400 OHC de 9.8KGFM a 3200RPM e 68CV a 5200RPM. Em Setembro de 1980 na linha 1981 ele ganhava o Chevrolet 1400 OHC movido á álcool que gerava 10.1KGFM a 4000RPM e 69CV a 4800RPM e seguiu sem alterações até Julho de 1982 quando recebeu o motor Chevrolet 1600 OHC de 11.6KGFM a 3600RPM e 80CV a 5500RPM, em Setembro de 1982 a opção do câmbio manual de cinco marchas e em Outubro de 1982 na linha 1983 nova grade dianteira, faróis, para-choques, novas lanternas, duas opções de câmbio: manual de quatro ou de cinco marchas, o motor 1.4  dava adeus, agora só o 1.6 com três diferentes configurações, o 1.6 de carburador de corpo simples movido a gasolina que gerava 11.8KGFM a 3200RPM e 69CV a 5200RPM só que agora líquidos, o 1.6 de carburador de corpo simples movido á álcool que gerava 12.4KGFM a 3200RPM e 72CV a 5600RPM e exclusivo do SL, além do SL havia a básica: o 1.6 com caburador de corpo duplo que gerava 12.4KGFM a 3200RPM e 73CV a 5600RPM.

                                                        
O Chevette ganhava nova grade dianteira, faróis e lanternas, agora o 1.6 de carburador de corpo simples a gasolina de 69CV, 1.6 á álcool com carburador de corpo simples e 72CV e o 1.6 de carburador de corpo duplo a gasolina de 73CV.

Aqui o duas portas com as alterações visuais e os mesmos motores, foi a configuração mais vendida.

E a reestilização deu bons resultados: ele destrona o Fusca como o carro mais vendido do país em 1983. Em Outubro de 1983 na linha 1984 sem mudanças seguiria assim até um ano depois quando o 1.6 a gasolina com carburador de corpo duplo dá adeus. Em Março de 1985 ele ganhava a opção do câmbio automático de três marchas para o SL e seguiu sem alterações até Outubro de 1986 na linha 1987 quando ganhava nova grade dianteira e novas lanternas traseiras, a versão SL agora era de entrada, a SL/E a intermediária e a SE a topo de linha, mecânicamente sem alterações que viriam no ano seguinte.

                                                       
Novas lanternas traseiras, de início os 1.6 a gasolina de 69CV e o 1.6 á álcool de 72CV e um ano depois esse motores passavam a gerar 73CV e 82CV respectivamente 


O sedã de duas portas recebia as alterações visuais.

Em Outubro de 1987 na linha 1988 o Chevrolet 1600 OHC recebia novo comando de válvulas, taxa de compressão maior e caburador de corpo duplo, na versão á gasolina gerava 12.5KGFM a 3000RPM e 73CV a 5200RPM e na versão á álcool gerava 13KGFM a 2800RPM e 82CV a 5200RPM, em Outubro de 1988 o sedã de quatro portas dá adeus na linha 1989. Em Outubro de 1989 na linha 1990 ele passava a ser vendido apenas em uma versão de acabamento: DL e seguia os mesmos 1.6 e ele viraria a década, mas por pouco tempo.

                                                             CARAVAN
                                                     

A Caravan entrava na década recém-renovada, nas versões Básica chamada  apenas de "Caravan", Comodoro e a esportiva SS, nos motores o 151 de 2.5 litros movido a gasolina de 90CV, o 151-S de 2.5 litros movido a gasolina de 98CV com carburador de corpo duplo, o 151-S movido á álcool de 98CV, o seis cilindros 250 de 4.1 litros de 148CV e o seis cilindros 250-S de 4.1 litros de 171CV, o 151-S a gasolina e o 250-S eram de série nos SS. Em Outubro de 1980 na linha 1981 ela ganhava nova painel e a versão SS dava adeus e seguiu sem mudanças até Janeiro de 1983 quando a linha 1983 atrasa, a principal novidade é o câmbio manual de cinco marchas para o motor de quatro cilindros 151, e os motores agora tem a potência revelada em valores líquidos: 80CV no 151 de 2.5 litros movido a gasolina, 85CV no 151-S de 2.5 litros com carburador de corpo duplo, 151 á álcool agora com carburador de corpo simples e 76CV e o seis cilindros 250 de 4.1 litros movido a gasolina com carburador de corpo simples que gerava 116CV e o 250-S dava adeus, seguiu sem alterações  Em Outubro de 1984 ela ganhava seta de direção ambar e extensores nos faróis dianteiros, nos motores o 151 de 2.5 litros e carburador de corpo simples agora gerava 82CV, o 151 de 2.5 litros e carburador de corpo duplo gerava 84CV e o 151 de 2.5 litros movido a álcool ganhava carburador de corpo duplo e gerava 88CV, o seis cilindros 250 de 4.1 litros com carburador de corpo simples gerava 118CV, a configuração com carburador de corpo duplo é quase um retorno do 250-S com 126CV e por fim o seis cilindros 250 de 4.1 litros á álcool de 134CV todos já citados em detalhes no Opala e lógico existia também a Caravan ambulância, além das versões convencionais. Em Outubro de 1985 na linha 1986 chegava a versão Diplomata a perua Caravan.

                                                 
A Caravan recebia as alterações visuais na linha 1984 e na linha 1986 recebia a versão Diplomata 

Seguiu sem alterações até Outubro de 1987 na linha 1988 quando ganhou nova grade dianteira, faróis, para-choques e as lanternas sem mudanças, as versões agora a Básica chamada de "Caravan" agora era SL, a Comodoro se chamava SL/E e a Diplomata era SE, nos motores o 151 de 2.5 litros e carburador de corpo simples dava deus, o 151 de 2.5 litros carburador de corpo duplo tanto movido a gasolina como movido a álcool era mantido, o seis cilindros 250 de 4.1 litros movido á gasolina com carburador de corpo simples era mantido, o seis cilindros 250 de 4.1 litros movido a gasolina com carburador de corpo duplo era mantido e por fim o seis cilindros 250 de 4.1 litros á álcool com carburador de corpo duplo e 135CV era mantido. 

                                                       
A Caravan ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques, nos motores continuava o 151 de 2.5 litros de 84CV, o 151 2.5 litros á álcool de 88CV, o seis cilindros 250 de 4.1 litros de 118CV com carburador de corpo simples, 126CV com carburador deo corpo duplo movido a gasolina e o 135CV movido á álcool com carbuador de corpo duplo.


 Em Outubro de 1988 na linha 1989 sem mudanças e seguiu até a virada da década, mas ela viraria a década por muito pouco tempo como o Opala, mas viraria e seria a perua mais longeva da Chevrolet fabricada no Brasil.

                                                       CHEVETTE HATCH
                                                      

O Chevette Hatch entrava na década de 1980 "fresquinho" nas versões Básica e SL, no motor Chevrolet 1400 OHC de 68CV, em Setembro de 1980 na linha 1981 duas novidades para o Hatch, a primeira era o Chevrolet 1400 OHC a álcool de 69CV e a segunda era o esportivo S/R 1.6 que trazia rodas de liga-leve, relações de marcha mais curtas e o motor Chevrolet OHC 1600 de 80CV que estreou nele, aliás está citado em detalhes no sedã e seguiu sem alterações até Julho de 1982 quando as versões normais também recebiam a opção do 1.6 .Em Setembro de 1982 ganhava a opção do câmbio manual de cinco marchas e em Outubro de 1982 na linha 1983 nova grade dianteira, faróis, para-choques e lanternas, já nos motores o 1.4 saia de cena, e o 1.6 agora tinha três configurações: carburador de corpo simples de 69CV movido a gasolina, carbuador de corpo simples movido a álcool de 72CV e o 1.6 com carburador de corpo duplo movido a gasolina de 73CV.

                                                           
O Chevette Hatch recebe nova grade dianteira, lanternas e agora apenas o 1.6 com carburador de corpo simples e 69CV, carburador  de corpo simples a álcool de 72CV e carburador de corpo duplo a gasolina de 73CV.

Seguiu sem alterações até Outubro de 1984 quando perdeu o 1.6 com carburador de corpo duplo e seguiu sem alterações até Outubro de 1986 na linha 1987 quando passou a ser vendido apenas na versão de entrada e o motor era mantido e lógico ganhava nova grade dianteira e novas lanternas, aliás o hatch nessa configuração é bem raro.

                                                        
O Chevette Hatch agora apenas numa configuração de entrada e novas lanternas traseiras, de início o 1.6 a gasolina de 69CV e o 1.6 a álcool de 72CV e mais tarde esse motores vão a 73CV e 82CV respectivamente.

Em Outubro de 1987 na linha 1988 chegava o novo 1.6/S ou Chevrolet 1600 OHC que ganhava carburador de corpo duplo e novo comando de válvulas e com isso gerava 73CV na versão á gasolina e 82CV na versão á álcool é o mesmo já citado em detalhes no sedã, mas em Outubro de 1988 diante das baixas vendas ele dava adeus ao mercado.

                                                                    MARAJÓ
                                               

Em Outubro de 1980 na linha 1981 chegava o novo membro da família Chevette, lembra da família ampliada do Chevette? sim vamos agora ao primeiro deles da década de 1980, já que o Hatch é do final da década de 1970, enfim ela chegava apenas com duas portas, câmbio manual de quatro marchas e duas opções de motor, no caso o Chevrolet 1400 OHC movido a gasolina de 68CV e o movido a álcool de 69CV. Em Julho de 1981 a perua recebe o Chevrolet 1600 OHC do Hatch S/R movido apenas a gasolina com 80CV e sem mudanças para a linha 1982. Em Setembro de 1982 chegava a opção do câmbio manual de cinco marchas e em Outubro de 1982 ela recebia nova grade dianteira, faróis, para-choques e novas lanternas, nos motores o 1.4 dava adeus, agora era o apenas o 1.6 no caso continuava com duas opções de versões: Básica e SL, no caso dos motores o 1.6 a gasolina com carburador de corpo simples movido a gasolina de 69CV, 1.6 a álcool com carburador de corpo simples e 72CV e o 1.6 com carburador de corpo duplo movido a gasolina de 73CV.

                                                     
Nova grade dianteira, faróis e para-choques e novas lanternas, nos motores o 1.6 a gasolina com carburador de corpo simples e 69CV, o 1.6 á álcool com carburador de corpo simples e 69CV e o 1.6 com carburador de corpo duplo movido a gasolina e 73CV. 

Lembrando que a potência era em valores líquidos na linha 1983 em diante.  Seguiu sem alterações até Outubro de 1984 na linha 1985 quando perde o 1.6 com carburador de corpo duplo, em Março de 1985 ela ganhava o câmbio automático de três marchas como opção, seguiu sem alterações até Outubro de 1986 na linha 1987 quando ganhou nova grade dianteira e para-choques, agora a versão SL era de entrada, a SL/E intermediária e a SE topo de linha e nos motores sem alterações.

                                                          
Na linha 1987 nova grade dianteira e para-choque, nos motores de início o 1.6 a gasolina de 69CV e o 1.6 á álcool de 72CV, mais tarde eles vão a 73CV e 82CV respectivamente.

Em Outubro de 1987 na linha 1988 ela recebia alterações no Chevrolet OHC 1600 no caso carburador de corpo duplo e novo comando de válvulas e com isso gerava 73CV na versão á gasolina e 82CV na versão a álcool e a perua seguiu sem alterações até Outubro de 1989 quando ela foi substituída pela Ipanema e não virou a década.

                                                         MONZA HATCH
                                                      

O Monza não começou a carreira sendo um sucesso, o primeiro carro da Chevrolet do Brasil(ou GMB se preferir) com motor e tração dianteira, estreou na carroceria hatch de duas portas, em duas versões de acabamento: Básica e SL/E,  câmbio manual de quatro marchas a estreia de um motor que seria longevo na Chevrolet brasileira, ainda que não nessa cilindrada, no caso erao  Familia I 1.6 com bloco de ferro, cabeçote de alumínio e comando de válvulas simples no cabeçote acionado por correia dentada e carburador de corpo simples na versão á gasolina gerava 12.4KGFM a 3400RPM e 75CV a 5600RPM e na versão a álcool gerava 12.7KGFM a 2600RPM e 74CV a 5600RPM lembrando que são valores brutos, ele chegava em Março de 1982, em Outubro de 1982 na linha 1983 os motores 1.6 agora tem a potência revelada em valores líquidos: na versão á gasolina gerava 12.1KGFM a 3000RPM e 73CV a 5600RPM e a versão a álcool gerava 12.4KGFM a 2600RPM e 72CV a 5600RPM e estreava o Família II 1.8 que seria longevo, mas menos longevo que futura cilindrada que você verá, com carburador de corpo simples ele gerava 14.5KGFM a 3100RPM e 86CV a 5600RPM, em Março de 1983 ele recebia o câmbio manual de cinco marchas como opção, no ano seguinte ele recebia o Família II 1.8 movido a álcool de 15.1KGFM a 3600RPM e 96CV a 5600RPM ainda com carburador de corpo simples. Em Setembro de 1984 na linha 1985 chegava o câmbio automático de três marchas. Em Maio de 1985 é lançada a linha "85 e meio" com nova grade dianteira, volante do Opala Diplomata e painel do Opel Ascona, nos motores sem alterações.

                                                        
O modelo ganhava nova grade dianteira, nos motores continuava o 1.6 a gasolina de 73CV, o 1.6 a álcool de 72CV, o 1.8 a gasolina de 86CV e o 1.8 á álcool de 96CV.

Em Setembro de 1985 na linha 1986 chegava o esportivo Monza S/R, aqui o câmbio manual de cinco marchas era encurtado, o motor Família II 1.8 recebia carburador de corpo duplo e com isso a versão a gasolina gerava 14.6KGFM a 4000RPM e 96CV a 5600RPM e o 1.8 a álcool gerava 15.6KGFM a 4000RPM e 106CV a 5600RPM e o 1.8 recebeu novo coletor, escape mais aberto além disso e era chamado de "1.8/S".

                                                     
O Monza S/R recebia alterações no motor 1.8 e com isso passava a gerar 96CV na versão á gasolina e 106CV na versão á álcool.

Em Outubro de 1986 na linha 1987 o hatch dá adeus as versões Básica e SL/E, agora apenas a SR e o câmbio de cinco marchas, mas isso não impediu de novidades, no caso o motor Família II 2 litros esse sim seria bem longevo na General Motors brasileira, aliá toda da família II seria longeva, mas voltnado ao 2 litros tinha carburador de corpo duplo movido a gasolina gerava  15.8KGFM a 3000RPM e 99CV(na verdade tinha 106CV) a 5600RPM e o movido a álcool gerava 17.3KGFM a 3000RPM e 110CV a 5600RPM.

                                                           
O Monza S/R recebe o motor 2 litros de "99CV"(na verdade 106CV) e o álcool de 110CV.

Em Outubro de 1987 na linha 1988 ele recebe nova grade dianteira.

                                                      
O S/R recebe nova grade dianteira e o motor 2 litros era mantido.

Em Outubro de 1988 na linha 1989 ele dava adeus, abria espaço ao Kadett e diante das baixas vendas, tanto que viveu nos últimos anos só na versão esportiva e lógico não seria o Monza que seria sucesso.


                                                                 MONZA
                                                  

Agora sim o Monza que seria sucesso no caso, o modelo sedan, no caso ele se "popularizou" tanto que dispensou ser chamado de "Monza Sedan" simplesmente apenas Monza, lançado em Março de 1983 na carroceria de quatro portas, de início as portas vinham importadas do Opel Ascona, câmbio manual de quatro ou cinco marchas esse último estreava junto com ele, duas opções de acabamento: Básica e SL/E e quatro opções de motor no caso o Família II 1.6 a gasolina de 73CV já citado no hatch, o Família II 1.6 a álcool de 72CV já citado no Hatch, o Família II 1.8 a gasolina de 86CV, em Setembro de 1983 na linha 1984 chegava a carroceria duas portas.

                                                     
O Monza duas portas chegava ao mercado e os motores eram o 1.6 a gasolina de 73CV, 1.6 a álcool de 72CV e 1.8 a gasolina de 86CV.

Em Março de 1984 ele ganhava o Família II 1.8 a álcool de 96CV já citado no Hatch em detalhes, em setembro de 1984 na linha 1985 chegava a opção do câmbio automático de três marchas e o sucesso longo se fez: em 1984 ele foi apenas o líder da sua categoria, foi o carro mais vendido do país naquele ano. Em Maio de 1985 chegava a linha "85 e meio" com os detalhes que já citamos no Hatch e uma pequena mudança na grade.

                                                    
O modelo "85 e meio" trazia pequenas mudanças na grade, de início os motores 1.6 e 1.8 era mantidos, mais tarde chegava o 1.8 com carburador de corpo duplo e 95CV tanto na versão a álcool como na versão á gasolina e o 2 litros a gasolina de "99CV" e o 2 litros á álcool de 110CV.
O sedã de quatro portas recebia as alterações na grade dianteira e os mesmos motores.

Em Outubro de 1985 na linha 1986 sem alterações e ele se mantinha líder vendas geral, em Abril de 1986 chegava o Classic com lanternas traseiras estendidas e o mesmo motor 1.8/S com carburador de corpo duplo do S/R só gerava "99CV" era apenas para pagar menos imposto.

                                                     
O Monza Classic chegava ao mercado de início com o 1.8 do S/R com "99CV e mais tarde o 2 litros de 110CV.

Em Outubro de 1986 na linha 1987 diante das baixas vendas, o motor 1.6 dava o seu adeus, alias nunca retornaria a linha da GMB, mas seguia para exportação, o Família II 1.8 recebia carburador de corpo duplo, mas agora era "estrangulado" para gerar 14.3KGFM a 3000RPM e 95CV a 5600RPM na versão á gasolina e na versão á álcool gerava 15.3KGFM a 3000RPM e 95CV a 5600RPM e no caso do 2 litros é o mesmo citado no Hatch S/R com "99CV" na versão á gasolina(na verdade 106CV) e 110CV na versão á álcool e ele fecharia mais um ano na liderança geral do mercado brasileiro da época. Em Outubro de 1987 na linha 1988 nova grade dianteira para todas as versões, só que nesse ano ele perderia a liderança geral para o Volkswagen Gol, mas se manteria líder do seu segmento, inclusive na década seguinte.

                                                       
Ele ganhava nova grade dianteira na linha 1988 e os motores agora eram o 1.8 a gasolina de 95CV, 1.8 a álcool de 95CV, 2 litros a gasolina de "99CV"(na verdade 106CV) e 2 litros á álcool de 110CV.

O duas portas também tinha alterações na grade dianteira.

Em Outubro de 1988 na linha 1989 sem alterações e seguiu assim até o final da década, viraria a década, continuaria sendo um sucesso.

                                                                 CHEVY 500
                                                   

Como eu disse o Chevette daria origem a familia ampliada, em 1979 já tinha o Hatch, em 1980 chegava a perua Marajó e em Agosto de 1983 na linha 1984 chegava a primeira picape derivada de carro de passeio, se a derivada do Opala não foi para frente, a picape derivada do Chevette viu a luz do dia por assim dizer, no caso ela vinha apenas em única versão, chamada de 500, câmbio manual de quatro ou cinco marchas, três opções de motores: o 1.6 a gasolina com carburador de corpo simples e 69CV, 1.6 a álcool com carburador de corpo simples e 72CV e o 1.6 a gasolina com carburador de corpo duplo e 73CV, em Outubro de 1984 na linha 1985 o 1.6 com carburador de corpo duplo dá adeus, em Março de 1985 ela ganhava o câmbio automático de três marchas, aliás foi a primeira picape leve nacional a ter isso, ela seguiu sem alterações até Outubro de 1986 na linha 1987 quando ela ganhou nova grade dianteira, aliás vale lembrar que a grade dianteira dela sempre foi diferente do resto da família, agora ela tinha três versões: 500 SL, 500 SL/E e 500 SE e manteve o mesmo motor 1.6.

                                                            
A Chevy recebia nova grade dianteira e o motor 1.6 a gasolina de 69CV e o 1.6 á álcool de 72CV, mais tarde o 1.6 a gasolina vai 73CV e o 1.6 a álcool vai a 82CV.

Em Outubro de 1987 na linha 1988 o motor Chevrolet 1600 OHC recebe novo comando de válvulas e carburador de corpo duplo e com isso na versão a gasolina passou a gerar 73CV e a versão a álcool passou a gerar 82CV e as mudanças surtiram efeito: ela detrona a Ford Pampa e se torna líder do segmento, mas em Outubro de 1988 na linha 1989 sem mudanças e ela é destronada justamente pela picape da Ford e em Outubro de 1989 na linha 1990 assim como aconteceu com o sedã ela ficava apenas em única versão: DL e sim viraria a década e lógico até hoje é a única picape leve com motor dianteiro e tração traseira.

                                                                        A/C/D10/20
                                                  

Aqui é um caso interessante, a então nova geração de picapes grandes, que tinha desenho local, mas chassi norte-americano(o projeto, mas a fabricação era nacional) teve a A10 e C10 e teve também A20, C20 e a D20 só que essa última se popularizou mais, tanto que decidimos separar as picapes justamente por causa disso, ela chegava ao mercado em Março de 1985 nos chassis curto e longo, câmbio manual de cinco marchas e duas opções de motores, no caso a primeira era o seis cilindros 250 de 4.1 litros a álcool da terceira geração com 135CV já citados em detalhes na Veraneio e o Perkins 3.9 á diesel de 28.1KGFM a 1600RPM e 90CV a 3800RPM, um ano depois chegava a opção de cabine dupla de quatro portas, no caso a picape sempre feita em São José dos Campos-SP, ficou sem alterações até Outubro de 1988 na linha 1989 quando ganhou o seis cilindros 250 de 4.1 litros com carburador de corpo simples movido a gasolina já citado em detalhes na Veraneio e nessa época os modelos A10 e C10 dão adeus, em Março de 1989 chegava a opção da tração 4x4 que fracassou por quebrar até em lançamento e em Outubro de 1989 a 4x4 dá adeus e a picape não tinha alterações na linha 1990, mas ela viraria a década, com direito a facelift e motor turbo diesel.

                                                        BONANZA
                                                  

A Bonanza chegava ao mercado em Outubro de 1988 na linha 1989, era a versão duas portas com chassi encurtado da Veraneio e molas helicoidais, o câmbio manual de cinco marchas e duas opções de motor, o seis cilindros 250 de 4.1 litros que na configuração a gasolina gerava 118CV e na configuração a álcool gerava 135CV e seguiu sem alterações até o final da década, mas ela viraria a década com direito a uma reestilização, ainda que seria por pouco tempo.

                                                                   KADETT 
                                                     


Em Março de 1989 depois de um ano de adiamento chegava o Kadett feito em São Caetano do Sul-SP ele vinha apenas como hatch de duas portas, três versões de acabamento: SL, SL/E e a esportiva GS, duas opções de câmbio: manual de cinco marchas e automático de três marchas, sendo no GS a manual de cinco marchas foi encurtada e três opções de motor, para as duas primeiras o Família II 1.8 a gasolina de 95CV e o Família II 1.8 a álcool também de 95CV já citados no Monza e para o esportivo GS era o Família II 2 litros á álcool de 110CV já citado em detalhes no Monza S/R o qual ele tomou o lugar e como era lançamento em Outubro de 1989 na linha 1990 sem novidades, mas ele ampliaria a família e seria a unica ampliação da família no Brasil e o modelo viraria a década e seria um sucesso.

                                                           IPANEMA
                                                     

A Perua Ipanema derivada do Kadett chegaria ao mercado em Outubro de 1989 na linha 1990, em duas versões de acabamento: SL e SL/E, câmbio manual de cinco marchas ou automático de quatro marchas e duas opções de motor ambos Família II 1.8 tanto a versão á gasolina como a versão á álcool tinham 95CV e lógico ela viraria a década, mesmo vendendo bem menos que Parati e Elba ela ganharia novidades como você na década de 1990.


                                                              CAMINHÕES
                                                          C60/D60/C70/D70/D80 
                                                           

Os caminhões Chevrolet entravam na década de 1980 já sem o motor Detroit-Diesel, no caso os motores o seis cilindros 262 de 4.3 litros com 151CV, o seis cilindros 292 de 4.8 litros com 161CV e o Perkins 5.8 seis cilindros diesel de 135CV. Em Outubro de 1980 na linha 1981 ele recebe nova grade dianteira, farós e capô e estreava o raro D80 que era a versão 6x2, já os motores o seis cilindros 262 de 4.3 litros dava adeus,  o seis cilindros 292 de 4.8 litros agora tinha a potência revelada em valores líquidos:32.1KGFM a 1600RPM e 129CV a 3800RPM, estreava a versão á álcool do seis cilindros 292 de 4.8 litros agora com 32.6KGFM a 1600RPM e 143CV a 4000RPM ambos com carburador simples, esse chamado de "Cavanieiro" e por fim o Perkins seis cilindros 5.8 á diesel agora com injeção direta que gerava 36.1KGFM a 1400RPM e 127CV a 3800RPM.

                                                    
O Chevrolet ganhava nova grade dianteira e novo capô, no caso dos motores o seis cilindros 292 de 4.8 litros a gasolina tem a potência em valores líquidos: 129CV, o seis cilindros 292 de 4.8 litros á álcool estreava com 143CV era chamado de "Canavieiro" e o Perkins seis cilindros 5.8 á diesel de 127CV também em valores líquidos.

E lógico seguiu sem alterações até Outubro de 1985 quando chegou a renovação de caminhões da marca, mas aí é outra conversa.

                                                                             A/C/D40
                                                    
 

A General Motors do Brasil entrava no mercado de caminhões leves em Outubro de 1985 na linha 1986, na esteira da renovação de picapes, ele chegava com câmbio manual de cinco marchas e os motores eram três opções,  a primeira era o seis cilindros 292 de 4.8 litros movido a gasolina de 32KGFM a 1600RPM e 130CV a 3800RPM, a segunda opção era o seis cilindros 292 de 4.8 litros movido a álcool de 34.7KGFM a 2000RPM e 148CV a 3800RPM e lógico o seis cilindros 292 ao contrário do 262 é da terceira geração da qual fazem o 151, 153, 230 e 250 do Opala também e por fim o Perkins 3.9 á diesel de 90CV já citado em detalhes na picape D20 e seguiu sem alterações até Outubro de 1989 na linha 1990 quando o motor seis cilindros 292 seja na configuração a gasolina ou a álcool dá adeus diante das baixas vendas e ele viraria a década e chegaria a mudar de nome.


                                                   11000/13000/19000/21000/22000 
                                                  

Em Outubro de 1985 a linha de caminhões Chevrolet chega a sua terceira e que seria a última geração, chegaria nos modelos 11000/1300(4x2), 19000/21000(6x2) e 22000(6x4), nos motores o seis cilindros 292 de 4.8 litros movido a gasolina de 130CV já citado no A/C/D40 e seis cilindros 292 de 4.8 litros movido á álcool de 148CV também já citado em detalhes no A/C/D40 e por fim o Perkins seis cilindros 5.8 á diesel de 135CV agora líquidos e seguiu sem alterações até Outubro de 1989 quando o seis cilindros 292 de 4.8 litros movido a álcool deu adeus, mas ele viraria a década seria por pouco tempo, mas não em todas as configurações.


                                            PROJETO QUE NÃO FOI PARA FRENTE 
                                                  CHEVROLET "MONZA WAGON"
                                             

A Perua deriva do Monza deu na trave, não sabemos o motivo, eu tenho para mim que a GMB decidiu não seguir com o projeto por que quando o projeto J começou se imaginava na aposentaria do Opala por tabela da Caravan, algo que acabou não ocorrendo, que se fosse lançada canibalizaria tanto Marajó como Caravan, se a Caravan fosse aposentada talvez isso não seria problema, aliás o Opel Ascona não  teve perua, apenas o Chevrolet Cavalier norte-americano e seus irmãos, o Holden Camira australiano e o Vauxhall Cavalier, que no caso aqui pegava justamente a traseira do modelo australiano.


Essa foi a parte 1, na parte 2 a revolução popular provocada pelo Corsa, a renovação começa por cima com o Absoluto, a chegada do Vectra, a vida do Monza, a chegada da S10 e as renovações de picapes.







                                           



                




 

                  





                                                    














                                               














































                                                             


                                                           



                                                       
              




                                                           
                                                          




                                                          



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