POST 5300: AS MATÉRIAS HISTÓRICAS QUE ENVOLVEM MODELOS HOLDEN


ESSE POST É UM COMPLICAÇÃO DE MATÉRIAS HISTÓRICAS ENVOLVENDO CARROS DA HOLDEN

O Plano original era fazer um post diferente, mas a notícia que pegou fogo esses dias foi bem forte: O adeus da Holden, a GM anunciou que vai se retirar de Austrália, Nova Zelândia e por tabela o adeus da Holden e nesse reboque a Chevrolet Tailandesa entrou junto: A GM se retirará da Tailândia também, aliás em 2015 a GM se retirou da Indonésia, em 2017 foi a vez da GM se retirar de África do Sul e Índia e agora em 2020 resolveu se retirar desses três mercados que citei.

   A Holden começou em 1854 fabricando celas para cavalos, em 1886 passou fazer carruagem, em 1918 veio a proibição de importação de carros completos, apenas o chassi poderia ser importado e carroceria tinha que ser Australiana e aí a Holden fez para diversos fabricantes: Ford(isso mesmo, Ford), Chrysler, GM e outras marcas, em 1924 veio o contrato de exclusividade com a GM, em 1929 veio a grande depressão que atingiu o mundo inteiro(com exceção óbvia da URSS, mas aí é outra conversa) e aí diante das dificuldades ele oferece a proposta de fusão e no final a GM em 1931 compra a empresa e virar GMH(General Motors Holden) e lógico assim como a Opel foi na Alemanha e Vauxhall foi na Inglaterra, a Holden é equivalente na Austrália, lógico que Opel e Vauxhall foram vendidos a PSA, mas aí é outra conversa, mas o primeiro carro australiano só seria lançado em 1948.

ANOS 1940 E 1950: O COMEÇO COM A PROIBIÇÃO DAS IMPORTAÇÕES O "FUSCA AUSTRALIANO"  se dá em outubro de 1948 era lançado o 215-48 era um projeto descartado da Chevrolet com motor seis cilindros em linha que viria a ser Holden Six de início 2.2 com 61CV.

                                       
O modelo 215-48 com motor seis cilindros de 61CV

   Aqui está a matéria com 215/48/FJ e suas Utes , Em 1950 chegava a Ute na linha 1951 e essa modelos foram chamados extra oficialmente de "FX". Em 1953 na linha 1954 chegava a reestilização e era chamado de FJ e inaugura os códigos que a Holden sempre colocava nos carros, inclusive quando eles começaram a ter nome, mas aí mais a frente será explicado e a Ute mudava junto e ganhava a painel Van e sem alterações mecânicas 

                                                   
A Reestilização chega ao modelo e agora é chamado de FJ 


A Ute FJ 

  Em julho de 1956 chegava o modelo FE que era maior, o motor seis cilindros 2.2 vai a 77CV e deu origem a primeira Perua da Holden, além da perua, existiu uma Ute.

                                                  
O FE chegava ao mercado com motor seis cilindros 2.2 indo a 71CV 

A FE Station Sedan(sim, ela se chama assim) estreava no mercado 

A Ute também chegava ao mercado 

 A matéria dos modelos FE/FC/FB/EK/EJ  , em Maio de 1958 chegava o FC com nova grade dianteira, faróis, o motor seis cilindros 2.2 passada a 73CV e lógico as mudanças além do Sedan, foram no perua(Stations Sedan) e Ute.

                                              
O FC chega ao mercado com motor seis cilindros 2.2 de 73CV 

A Perua FC chegava junto 


A FC Ute também.

 E aí seguiram sem alterações até Janeiro de 1960.

DÉCADA DE 1960: A CHEGADA DO FC, A ESTREIA DO V8, A CHEGADA DE UM MODELO MENOR, CÂMBIO AUTOMÁTICO A LINHA SE AMPLIA    em janeiro de 1960 chegava o FB , ele agora aumentava a cilindrada para 2.3 no motor seis cilindros e o visual era inspirado nos norte-americanos da época e com isso o novo motor gerava 76CV e nessa época chegava o maior rival dos modelos grandes da Holden: o Ford Falcon e lógico além do sedã, chegava a perua e a picape, que os australianos sempre chamam de Ute.

                                                
A FB Ute chegava ao mercado o motor era o seis cilindros 2.3 de 76CV 

 Em maio de 1961 chegava nova grade dianteira e faróis era o modelo EK, que estreava a opção de câmbio automático de três marchas, já o motor se manteve sem alterações.

                                            
O modelo EK chegava ao mercado sem alterações mecânicas, apenas visual 

A Perua seguia a receita do sedã 

A Ute também 

 Em julho de 1962 na linha 1963 ganha nova grade dianteira, faróis e para-choques era o modelo EJ, que agora trazia freios á discos na dianteira opcionais, já o motor não teve mudanças, assim com as opções de câmbio.

                                            
O EJ chegava mantendo o mesmo motor seis cilindros 2.3 

Aqui a EJ Ute que tinha o mesmo motor 

 Em agosto de 1963 na linha 1964 chegava o EH, que trazia o novo Holden Six 249 de 2.5 litros(na verdade 2.45) lógico seis cilindros em linha que gerava 97CV na configuração básica, na versão com taxa de compressão mais alta chegava a 101CV e para o esportivo S4 chegava comando de válvulas mais bravo e com isso gerava 122CV era o primeiro esportivo da marca australiana.

                                            
Nova grade dianteira, faróis e para-choques era a linha EH que trazia o novo seis cilindros 2.5(2.45) de 97CV, 101CV com taxa de compressão mais alta e 122CV no esportivo S4.

A Perua EH com os mesmo motor do sedã com exceção o de 122CV 

A Ute EH também com os mesmo motores do sedã com exceção o de 122CV 

Em Fevereiro de 1965 chegava a nova linha HD, agora um modelo maior e mais moderno , caso você   queria a matéria histórica dos modelos HD/HR está aqui , e pela primeira vez os modelos tinham quatro opções de motores, a primeira era o seis cilindros 149 de 2.5 litros herdado do EH só que aqui gerava 96CV no "comum" e 101CV na versão com taxa de compressão mais alta e estreava o seis cilindros 179 de 2.9 litros com 117CV na versão com apenas um carburador e 142CV na versão com dois carburadores e chegava nas carrocerias sedã, perua e Ute.

                                              
O HR chegava ao mercado com motor seis cilindros 2.5 de 96CV e 101CV e o seis cilindros 179 2.9 de 117CV com carburador simples e 142CV com dois carburadores 


A Perua com o mesmo motor do sedã

 Em Abril de 1966 chegava o modelo HR, que além das mudanças visuais vinha com mudanças mecânicas, o motor seis cilindro 149 de 2.5 litros é substituído pelo 161 de 2.6 litros que gerava 110CV com taxa de compressão mais baixa e 116CV com taxa de compressão mais alta e o seis cilindros 179 de 2.9 litros é substituído pelo 186 de de 3 litros, na versão com apenas um carburador gerava 128CV e com dois carburadores gerava 147CV.

                                                  
O HR chegava ao mercado com motor seis cilindros 2.6 de 110CV e 116CV e o seis cilindros 3 litros de 128CV e 147CV com dois carburadores e esse mais tarde é substituído por um com dupla carburação. 

A HR Wagon com o mesmos motores sedã 

A Ute com os mesmos motores do sedã. 


Com o crescimento dos modelos a Holden viu que precisava de um modelo menor e foi atrás da ex-metrópole no caso o Vauxhall Viva que ganhou modificações para o mercado australiano e virou HB Torana, de início apenas duas portas e o motor Vauxhall 1200 vinha importado da Inglaterra que gerava 57CV e o câmbio era manual de quatro marchas ou automático de três marchas e ele foi lançado em Maio de 1967.

                                               
O HB Torana chegava ao mercado com motor 1.2 de 57CV 

 A matéria história do Vauxhall Viva que envolve o Torana  ,  em Julho de 1967 na linha 1968 chegava o câmbio manual de quatro marchas ao HR e junto com ela chegava outra novidade: o motor seis cilindros 186 de 3 litros com dois carburadores dá lugar ao 186 S com carburador de corpo duplo e 147CV, em outubro de 1967 é vez do Torana ganhar uma versão esportiva a Brabham que vinha com motor 1200 com carburador de corpo duplo e gerava 70CV.

                                                 
O HB Torana Brabham com motor 1.2 com carburador de corpo duplo e 70CV.

Em Janeiro de 1968 chegava os novos modelos H, no caso agora é o HK que não tinham nome próprio eram Special, Kingswood e Premier em carrocerias sedã, perua e Ute, sendo que a Ute não estava disponível na versão Premier, três opções de câmbio: manual de três marchas, manual de quatro marchas e automático de três marchas e um leque mais amplo de motores, no caso o seis cilindros de 2.6 litros agora com 116CV herdado do HR, assim como seis cilindros de 3 litros com 128CV e o seis cilindros com carburador duplo e 147CV, mas surgia o primeiro Holden com motor V8 era esse HK com o V8 Small-Block 307 Chevrolet importado dos Estados Unidos que gerava 213CV.

                                    
O sedã HK que tinha os motores seis cilindros 2.6 de 116CV, seis cilindros 3 litros de 128CV, seis cilindros 3 litros de 147CV na versão com carburador de corpo duplo e o estreante V8 307 de  5 litros com 213CV.

A Perua HK com os mesmos motores do sedã 

A Ute HK com os mesmo motor do sedã.

Para quem quiser os modelos H/WB que deram origem a uma família entre eles o cupê Monaro  ,  em julho de 1968 como marco da linha 1969 chegava o belo cupê HK Monaro, que trazia os motores seis cilindros 161 de 2.6 litros com 109CV, o seis cilindros 186 de 3 litros e 186 S exatamente iguais ao sedã, mas o cupê trazia a versão GTS que chegava nas versões seis cilindros 186 S, V8 305 de 5 litros e estrava o V8 Small-Block 327 5.4 com 254CV e o motor importado dos EUA e já era a linha 1969 que o cupê inaugurava.

                                                
O HK Monaro chegava ao mercado com motor seis cilindros 161, seis cilindros 186 e 186S e o V8 305 e exclusivo do GTS era o V8 327 5.4 de 254CV 

Em outubro de 1968 na linha 1969 o HB Torana ganha a opção da carroceria quatro portas, que inclusive foi um desenvolvimento australiano tanto que a Vauxhall para o seu Viva decidiu usar as portas traseiras importas da terra dos cangurus e o motor era o mesmo 1.2 de 57CV das versões "normais" e na mesma época o Holden Monaro vence Bathust nas mãos de Bruce McPhee e Barry Mulholand, derrotando o Falcon V8.

                                              
O Torana ganhava a opção da carroceria quatro portas e o motor era o 1.2 de 57CV 

Em maio de 1969 os modelos H ganham facelift e era eram HT, aliás vale que tanto o sedã, perua e Ute a versão Kingswood foi a mais vendida e isso se tornou "nome extra-oficial" e os australianos chamam esses modelos a exceção óbvia do cupê já esse já tinha nome, obvio é o Monaro, o seis cilindros 161 de 2.6 litros agora gerava 110CV ou 116CV no caso desse último atrelado ao câmbio manual de quatro marchas, o seis cilindros 186 de 3 litros passava a gerar 132CV e o seis cilindros 186 de 3 litros e carburador de corpo duplo de 147CV é mantido, estreava o V8 de projeto da Holden era o 253 de 4.2 litros(4.15) que gerava 188CV, o V8 307 de 5 litros importados dos Estados Unidos de projeto Chevrolet com 213CV, o famoso Small-Block é mantido, o V8 308 de 5 litros de projeto da Holden também estreava com isso gerava 243CV e para o Monaro o motor seis cilindros 161 de 2.6 litros gerava 116CV, o seis cilindros de 3 litros carburador de corpo simples e duplo repetia o sedã, assim como V8 243 de 4.3 litros de projeto Holden o V8 307 de 5 litros de origem Chevrolet, o V8 308 de 5  litros de projeto Holden e exclusivo do GTS:o Monaro ganhava o V8 350 5.7 litros Small-Block de projeto Chevrolet que gerava 304CV.

                                               
A Linha HT chegava ao mercado com motores seis cilindros 161 de 2.6 litros 110CV ou 116CV, seis cilindros 186 de 3 litros com 132CV, seis cilindros com carburador de corpo duplo, o V8 242 litros de 4.2 litros e 188CV de projeto Holden, o V8 307 de 5 litros de origem Chevrolet com 213CV e o V8 308 5 litros de origem Holden com 243CV,

O cupê HT Monaro chegava ao mercado e além dos motores do sedã, com exceção do seis cilindros 2.6 de 110CV(ele teve o de 116CV apenas) exclusivo do GTS era o V8 350 de 5.7 litros de origem Chevrolet com 304CV

A Perua HT com os mesmos motores sedã 

A Ute HT com os mesmos motores do sedã 

 Em outubro de 1969 chegava a segunda geração do Torana era a LC, que para caber o motor seis cilindros, a versão seis cilindros ganhou comprimento e entre - eixos maior, câmbio manual de quatro marchas ou automático de três marchas, já a quatro cilindros manteve as dimensões embora com novo visual, nos motores o Vauxhall 1.2 de 57CV e 70CV era mantido, estreava o Holden Six com seis cilindros em linha de 138 polegadas e 2.3 litros que gerava 96CV, o seis cilindros 161 de 2.6 litros que gerava 117CV e exclusivo do esportivo GT-R era o seis cilindros 161de 2.6 litros com comando de válvulas mais bravo e com isso gerava 127CV.

                                                  
O LC Torana chegava ao mercado com os motores 1.2 de 57CV e 70CV e o seis cilindros 138 de 2.3 litros com 96CV e o seis cilindros 161 de 2.6 litros com 117CV e mais tarde chegava o 1.6 de 81CV

O Esportivo GT-R com motor seis cilindros 161 de 2.6 litros com comando mais bravo para gerar 127CV 

  Na mesma época a Holden consegue sua segunda vitória em Bathurst as mãos de Colin Bond e Tony Roberts com o Holden Monaro GTS 350.

AMPLIAÇÃO DA LINHA PARA ENTRADA COM GEMINI, MAIS POTÊNCIA NO TORANA, CHEGAVA DO STATESMAN E DO SEU MAIOR SUCESSO: COMMODORE,   A Holden chegava a década de 1970 com a linha renovada, mas em Julho de 1970 ela faz alterações, os modelos H sofrem mais um facelift e são renomeados HG,  nova grade dianteira, faróis e para-choques, nos motores o adeus do V8 307 de  5 litros de origem Chevrolet, o restos dos motores se mantém com o seis cilindros 161 de 2.6 litros com 116CV, o Seis cilindros 186 de 3 litros com 132CV e o seis  cilindros 186 de 3 litros com carburador de corpo duplo e 147CV, o V8 Holden 253 de 4.2 litros com 188CV, o Holden V8 308 de 5 litros com 243CV e para o cupê Monaro GTS estava disponível o V8 350 5.7 Small-Block da Chevrolet com 304CV, mas ganha a opção do automático de três marchas, mas esse caia a potência para 279CV.

                                              
O HG chegava ao mercado com motor seis cilindros 161 de 2.6 litros e 116CV, o seis cilindros 186 de 3 litros com 132CV e com carburador de corpo duplo e 147CV, o V8 243 de 4.2 litros com 188CV e o V8 308 de 5 litros com 243CV.

A Perua com o mesmo motor do sedã 

O cupê HG Monaro com os mesmos motores do sedã, mas exclusivo do GTS era o V8 350 de 5.7 litros importado dos EUA com 304CV e 279CV com câmbio automático 

A Ute com os mesmos motores do sedã 

  No mesmo mês chegava o LC Torana GT-R XU-1, que trazia o motor seis cilindros 186 de 3 litros, mas com comando de válvulas mais bravo e com isso passou a gerar 162CV, a Holden estava disposta a levar Bathust de novo e apostando na leveza, mas em outubro de 1970 não dá e Allan Moffat com o Ford Falcon V8 leva a melhor.  Em Julho de 1971 na linha 1972 chegava a segunda geração desses modelos conhecidos como HQ, a Perua, Painel Van e Ute tinham maior entre - eixos, no câmbio três opções: manual de três marchas com alavanca na coluna, manual de quatro marchas e o automático de três marchas que aliás veio parar no Opala brasileiro nos anos 1970, nos motores estreava o novo seis cilindros 173 de 2.8 litros gerava 120CV, o seis cilindros 202 de 3.3 litros que gerava 137CV, já os Holden V8 253 de 4.2 litros e o V8 308 de 5  litros vinham sem alterações  e o cupê Monaro na versão GTS mantinha o V8 350 5.7 da Chevrolet norte-americana, mas agora com 279CV tanto com câmbio manual como automático.

                                               
O HQ chegava ao mercado com motores seis cilindros 2.8 de 120CV, seis cilindros 3.3 de 137CV, V8 243 de 4.2 litros e 188CV e o V8 308 de 5 litros com 243CV 

O HQ Monaro chegava ao mercado, na versão GTS tinha a exclusividade do motor V8 350 5.7 só que agora gerava 279CV independente do tipo de câmbio 

A Perua HQ com o mesmo motores do sedã 

A Ute HQ com os mesmos motores do sedã 

   O Luxuso Statesman/Caprice chegava ao mercado australiano e inclusive tinha todos os motores da linha, com exceção do seis cilindros 173 de 2.8 litros e incluindo o V8 350 5.7 da Chevrolet norte-americana usado no Monaro GTS. em Maio de 1971 para o Torana, o motor 1.2 dá lugar ao Vauxhall 1600 OHC importado da Inglaterra com comando de válvulas no cabeçote gerava 81CV e ele ganhava a versão Bathurst Edition com motor seis cilindros 186 de 3 litros com comando de válvulas mais bravo para gerar 182CV e nessa época veio o "Pânico" dos Supercarros e aí os planos de instalar motor V8 nele foi adiado. Em outubro de 1971 não dá de novo e Allan Moffat com Ford Falcon V8 leva a melhor. Em Fevereiro de 1972 chegava o LJ Torana que trazia de volta o Vauxhall 1200 OHV só que agora com 67CV, o Vauxhall 1300 OHV com 70CV e mantinha o Vauxhall 1600 OHC com 81CV, o seis cilindros 138 de 2.3 litros e 96CV era mantido  e estreava o seis cilindros 173 de 2.8 litros 120CV e o esportivo GT-R recebia o motor seis cilindros 202 de 3.3 litros e 137CV e a GT-R XU1 e Bathurst são unificadas e com comando de válvulas mais agressivo ele vai a 193CV, o nome "Torana" em aborígine signfica "voar"  então, agora ele voava mesmo.

                                               
O LJ Torana chegava ao mercado e o motor 1.2 voltava agora com 67CV, estreava o 1.3 de 70CV, mantinha o 1.6 de 81CV, o seis cilindros 2.3 de 96CV era mantido, estrava o seis cilindros 2.8 de 120CV e mais tarde o 1.8 de 82CV

O Esportivo GT-R ganhava o seis cilindros 3.3 com 137CV e a versão XU-1 agora vai a 193CV., o seis cilindros de 3.3 de 137CV é estendido ao modelo de quatro portas

Em outubro de 1972 na linha 1973 nada muda nos modelos e Peter Brock conquista sua primeira vitória a bordo do Torana seis cilindros, Em março de 1973 o Monaro vira um "Modelo Independente" e ganha a opção de quatro portas, já para o Torana o motor 1200 dá lugar em definitivo ao 1300 ambos OHV e o 1600 dá lugar ao Vauxhall 1800 OHC. Em outubro de 1973 estourava a crise do Petróleo e a linha 1974 era lançada sem mudanças. Em maio de 1974 chegava a segunda geração do Torana era o LH, que vinha com os motores Opel CIH 1900 importado da Alemanha que gerava 103CV, o seis cilindros 173 de 2.8 litros que gerava 120CV, o seis cilindros 3.3 com 137CV, o V8 253 de 4.2 litros com 188CV e o esportivo SL/R estava disponível com os dois últimos motores e ainda tinha mais um: o SL/R 5000 que vinha com motor V8 308 de 5 litros com 243CV ele chegou a ser o único carro australiano a ter motor de quatro, seis cilindros e V8 durante muito tempo até a chegada do Falcon Ecoboost em 2013, a antiga geração conviveria com o novo e era  renomado TA Torana, pelo visto foi uma medida até a chegada do Gemini, o motores eram quatro cilindros ambos importados da Inglaterra o Vauxhall 1200 com 64CV e o 1800 OHC com 81CV.

                                                         
O LH chegava ao mercado com motores 1.9 de 103CV, seis cilindros 2.8 de 120CV , seis cilindros 3.3 de 137CV,  V8 243 4.2 de 188CV e o V8 308 de 5 litros exclusivo do SLR 5000 com 243CV

A antiga geração recebia um facelfit era renomeada TA com motor 1.2 de 64CV e 1.8 de 80CV

Aqui o modelo quatro portas.

 Em outubro de 1974 o Torana corre Bathurst com motor V8, a linha 1975 do Torana era lançada nada mudava, afinal já havia mudado e muito no meio do ano, já os modelos H mudavam,  ganhavam nova grade dianteira, faróis e seta de direção e agora eram chamados de HJ, nos motores o V8 350 de 5.7 litros de projeto Chevrolet dá o seu adeus, afinal a crise do Petróleo fez seus efeitos na terra dos cangurus, o seis cilindros de 2.8 litros com 120CV era mantido, o seis cilindros de 3.3 litros de 137CV era mantido, o V8 253 de 4.2 litros de 188CV era mantido e o V8 308 de 5 litros com 243CV também e o Caprice/Statesman era vendido apenas com o V8 308 de 5 litros 

                                                
Os modelos HJ chegavam ao mercado herdando os motores dos modelos HQ 

O Monaro GTS perde a opção do V8 350 de 5.7 litros de projeto Chevrolet importado dos EUA

A Ute HJ também herdava os motores do modelo HQ 

O HJ Caprice/Statesman agora apenas com o V8 308 de 5 litros.

 A matéria dos últimos Holden Torana está aqui ,  em fevereiro de 1975 chegava o TX Gemini, o primo australiano do nosso Chevette, ele chegou em duas carroceria: sedã de quatro portas e fastaback de duas portas, o motor Opel 1200 seria manco demais para os australianos, o 1.4 do Chevette brasileiro seria digamos, "menos manco" e está do outro lado planeta... então a escolha natural foi o motor da Isuzu japonesa era o 1.6 da família G que gerava 75CV e tinha duas opções de câmbio: manual de quatro marchas ou automático de três marchas.

                                           
O TX Gemini chega ao mercado com motor 1.6 de 75CV 

O TX Gemin Fastback também estava disponível

  O Holden Gemini está dentro da matéria do Chevette  ,  em Julho de 1975 na linha 1976 chegava o Torana SLR com taxa de compressão maior e com isso gerava ótimos 354CV e graças aos comandos de válvulas mais bravo e em uma versão ainda mais brava nas mãos de Peter Brock e Brian Sampson venceu Bathurst em outubro de 1975 nada muda no Torana, afinal a linha 1976 foi lançada em Julho, mas antes em Março de 1975 o TA Torana que era o Torana antigo  dava o seu adeus com a chegada do Gemini e os modelos H também não mudavam. Em março  de 1976 chegava o LX Torana que trazia nova grade dianteira, faróis, para-choques e os modelos com motor de quatro cilindros eram chamados agora de Sunbird, no caso do motor era o Opel CIH 1900 mas agora com 97CV, o seis cilindros 173 de 2.8 litros 107CV, o seis cilindros 3.3 litros com 112CV, o V8 253 de 4.2 litros com escape simples e 163CV e escape duplo e 177CV e o V8 308 de 5 litros exclusivo do SL/R 5000 com 219CV e 254CV a última com comando de válvulas mais bravo.

                                                        
A versão quatro cilindros é renomeado Sunbird e o motor era o 1.9 de 97CV 

Aqui ele está na versão SL/R, mas as versões seis cilindros 2.8 tinha 107CV, o seis cilindros 3.3 tinha 112CV, o V8 243 4.2 tinha duas configurações: escape simples com 163CV e escape duplo com 177CV.

O Esportivo SL/R com motor V8 308 de 5 litros com 219CV e 254CV com comando de válvulas mais bravo. 

 Além do sedã, pela primeira vez trazia uma carroceria Hatchback, Em Julho de 1976 chegava a reestilização dos modelos H, era o modelo HX, o motor seis cilindros 173 2.8 saia de cena, o seis cilindros 202 de 3.3 litros gerava 112CV agora, o V8 253 de 4.2 litros com 163CV e o V8 308 de 5 litros com 219CV e o Monaro agora era mantido apenas na versão GTS tanto sedã como cupê e no motor V8 308 de 5 litros e para o Caprice/ Statesman apenas o V8 308 de 5 litros e a linha 1977 desses modelos já era lançada aqui.

                                                  
O HX sedã chega ao mercado agora com motor seis cilindros 202 de 3.3 litros com 112CV, V8 243 de 4.2 litros com 163CV e V8 308 de 5 litros com 219CV

A Perua HX chega ao mercado com os mesmos motores do sedã.

O HX Monaro agora apenas GTS e apenas com o motor V8 308 de 5 litros 

O HX Caprice/Statesman apenas com motor V8 308 de 5 litros.

  Em outubro de 1976 na linha 1977 nada muda em Torana e Gemini, afinal o Torana havia recém mudado e de quebra o Torana vence Bathurst nas mãos de Bob Morris e John Fitzpatrick. Em março de 1977 era vez do Gemini mudar ganhava nova grade dianteira era o modelo TC Gemini e manteve o motor 1.6 de 75CV.

                                              
O TC Gemini chegava ao mercado e mantinha o motor 1.6 de 75CV.

  Em outubro de 1977 na linha 1978 do LX Torana, o motor quatro cilindros ficava reestrito ao Sunbird na versão sedã também, algo que já ocorria no Hatch e chegava o A9X com freios á disco nas quatro rodas, sendo ventilados na dianteira e sólidos na traseira e o motor Holden V8 308 de 5 litros passou a gerar 239CV, um pouco mais fraco, mas bem mais seguro, não deu para levar  Bathust naquele ano: vitória da Ford com Allan Moffat e Jack Ickx e de quebra com dobradinha, o modelo H recebe um novo facelift com nova grade dianteira, é o HZ, o seis cilindros 202 de 3.3 litros agora gerava 111CV com câmbio manual e mantém os 112CV com câmbio automático, o V8 253 de 4.2 litros com 163CV e o V8 308 de 5 litros com 219CV são mantidos, o Monaro agora dava adeus e em seu lugar chegava o GTS e esse apenas com o V8 308 de 5 litros e o HZ Statesman apenas com o motor V8 308 de  5 litros.

                                                     
O A9X Torana chegava ao mercado com motor V8 308 de 5 litros com 239CV.

O HZ sedã chegava ao mercado com motor seis cilindros de 3.3 litros com 110CV com câmbio manual e 112CV com câmbio automático, o V8 243 de 4.2 litros e o V8 308 de 5 litros foram herdados do HX.

A Perua HX com os mesmos motores do sedã 

 Em março de 1978 para preparar terreno para o então futuro VB Commodore, era lançado o UC Torana/Sunbird, nos motores estavam sem alterações o Opel CIH 1900 de 97CV era mantido, o seis cilindros 173 de 2.8 litros de 107CV era mantido e o seis cilindros 202 de 3.3 litros de 112CV era mantido, o V8 dava adeus, mas o antigo A9X se mantinha nas competições.

                                             
O UC Torana/Sunbird chegava ao mercado com motores 1.9 de 97CV, seis cilindros 2.8 de 107CV e 3.3 de 112CV, mais tarde os motores tem valores em potência líquida e junto a estreia do novo 1.9 com 82CV, o seis cilindros 2.8 passava gerar 87CV e o  3.3 agora tinha duas configurações: uma com 90CV e outra com 97CV.

   Em abril de 1978 era lançado o TD Gemini e agora ele  tem a potência em valores líquidos: o 1.6 agora gerava 72CV, mas família é ampliada: além do sedã quatro portas e do fastback estreia a perua, que aqui no Brasil conhecemos como Marajó e além da perua chegava a Panel Van. o modelo ganhava novos faróis. 

                                          
Com novos faróis era o TD Gemini e o motor 1.6 agora tinha a potência líquida: 72CV 

O Fastback também mudava o visual 

A TD Gemini Wagon estreava no mercado. 

 Em outubro de 1978 chegava o modelo que seria o maior sucesso da marca australiana era o Commodore, no caso aqui é o VB Commodore, afinal os planos eram para substituir o Torana, mas a crise do Petróleo acabou fazendo ele substituir os modelos H(mais á frente cito sobre isso), aliás a Holden fez modificações extensas no Opel Rekord E, ganhou a dianteira do Senator para caber os motores da Holden, teve mudanças em suspensão e outras que custaram quase um carro novo, nos motores o seis cilindros 173 de 2.8 litros com 87CV, o seis cilindros 202 de 3.3 litros com 90CV com câmbio manual e 97CV com câmbio automático, o V8 Holden 253 de 4.2 litros com 118CV com saída simples de escapamento e 131CV com saída dupla, e por último o V8 308 de 5 litros com 155CV com saída simples e 170CV com saída dupla de escapamento.

                                              
O VB Commodore chegava ao mercado com motores seis cilindros 173 de 2.8 litros com 87CV, seis cilindros 202 de 3.3 litros com 90CV e 97CV com câmbio automático, o V8 253 de 4.2 litros com 118CV e 131CV com saída dupla e o V8 308 de 5 litros com 155CV e 170CV com saída dupla.

Para quem quiser a matéria do Opala que conta com o primeiro Commodore   ,  mas o Wellington, o Opala deriva do Rekord C e não do E, ok está certo, mas tem algo que vem aqui: o entre - eixos é de 2.67 metros e a suspensão traseira é por eixo rígido que indica que o Rekord E herdou a base do C e lógico como Rekord E deu origem ao primeiro Commodore, então....,  já para o Torana além dos motores seis cilindros 2.8 e 3.3 terem a potência líquida revelada que é justamente as mesmas do Commodore seis cilindros, estreava o Holden Sunfire 1.9 que era basicamente o 173 de 2.8 litros com dois cilindros a menos com isso gerava 82CV e para os modelos da série H a potência era revelada em valores líquidos também, no caso o seis cilindros de 3.3 litros com duas calibrações já citados no Commodore e o V8 253 de 4.2 litros com 118CV e o V8 308 de 5 litros com 155CV também já citados no Commodore, agora a potência é em valores líquidos e no mesmo mês Peter Brock e Jim Richard vencem Bathurst naquele ano. Em Agosto de 1979 chegava a linha 1980 do VB Commodore com a versão perua chamada de Wagon, já os motores eram os mesmos do sedã com exceção do V8 não disponível para a perua.

                                               
A VB Commodore com os mesmos motores do sedã e com exceção do V8.

  Em outubro de 1979 o Gemini recebe nova grade dianteira, faróis, para-choques e lanternas era o TE Gemini, o fastback dá adeus, o sedã de quatro portas e a perua de duas portas se mantém, já o motor vê a taxa de compressão diminuída e perde potência: passava a gerar 68CV e a novidade era o câmbio manual de cinco marchas.

                                           
O TE Gemini com motor 1.6 de 68CV 

A TE Gemini Wagon com o mesmo motor do sedã.

 Na mesma época o UC Torana dá adeus e junto com ele o motor seis cilindros, mas o Sunbird que é quatro cilindros segue no mercado sem alterações e os modelos da Série H ficam sem alterações, na mesma época Peter Brock e Jim Richards com o Torana AX9 vencem Bathurst e essa foi com seis voltas sobre o segundo colocado!.

A AMPLIACAÇÃO E MODIFICAÇÕES NO COMMODORE, LINHA H VIRA WB E SÓ TEM DOIS SOBREVIVENTES, O GEMINI SEGUE COM MODIFICAÇÕES, A CHEGADA DO CAMIRA QUE É O PRIMEIRO HOLDEN COM TRAÇÃO DIANTEIRA E O FIM DEFINITIVO DO TORANA:  A década de 1980 já chegava com algumas modificações, o Commodore acabou substituindo o sedã e perua da linha H e não o Torana como era previsto, em março de 1970 o próprio Commodore ganhava nova grade dianteira era o VC Commodore, aliás como curiosidade a perua tinha toda a seção traseira importada da Europa da Opel Rekord E/Vauxhall Carlton MK1 Caravan, ele pela primeira vez em sua história e única vez com produção australiana recebia a opção do quatro cilindros era o Starfire 1.9 vindo do Sunbird(Torana) que gerava 79CV, o seis cilindros 173 de 2.8 litros passava a gerar 103CV, o seis cilindros 202 de 3.3 litros passava a gerar 113CV, o V8 253 de 4.3 litros agora gerava 136CV e com saída dupla de escapamento 154CV e agora o Holden V8 308 de 5 litros apenas com dupla saída de escapamento com 171CV e o V8 não estava disponível para a perua.

                                              
O VC Commodore chegava ao mercado com motor 1.9 de 79CV, seis cilindros 2.8 de 103CV, seis cilindros 3.3 de 113CV, V8 253 de 4.3 litros com 136CV e 154CV com saída dupla de escapamento e V8 308 de 5 litros com 171CV 

A VC Commodore Wagon com o mesmo motor do sedã com exceção do V8.

 Em abril de 1980 a linha H é renomada WB, ganha nova grade dianteira, faróis e para-choques, mas o sedã e a perua dessa linha são substituídos pelo Commodore, já Ute é renomeada WB Kingswood Ute(o nome Kingswood) foi oficializado e WB Statesman Caprice também mudança, no câmbio o Caprice tinha apenas o automático de três marchas, nos motores para a Ute tinha o seis cilindros 202 de 3.3 litros com 113CV e o V8 253 de 4.2 litros com 136CV e 154CV com escape duplo, o V8 308 de  5 litros dá adeus na Ute, mas segue normal no Caprice agora com saída de escape dupla e 171CV.

                                                  
O WB Statesman/Caprice chegava ao mercado e o motor era o V8 308 de 5 litros com 171CV

A WB Kingswood Ute chegava ao mercado com motor seis cilindros 3.3 de 113CV e o V8 253 de 4.2 litros com 136CV e 154CV com escape duplo  

 No mesmo mês chegava o VC Commodore HDT preparado pelo próprio Peter Brock, tinha aerofólio, spoilers, saias, e é claro mudanças mecânicas: o câmbio tinha relações encurtadas e o motor Holden V8 308 de 5 litros recebia comando de válvulas mais bravo para gerar 218CV.

                                                   
O VC HDT com motor V8 308 de 5 litros com alterações para gerar 218CV.

 Em outubro de 1980 o Sunbird dá adeus ao mercado e com isso o fim definitivo do Torana, já as linha 1981 dos WB e do Commodore sem mudanças, afinal já haviam ganho mudanças seis meses antes e o Gemini não teve alterações e no mesmo mês Peter Brock e Jim Richard levam Bathurst a bordo do novo VC Commodore, nas pistas o Commodore substituiu o Torana. Em outubro de 1981 o Gemini recebia a opção do motor 1.8 á diesel de 55CV na linha  1982 ,  estreava o primeiro carro  de motor transversal e tração dianteira da Holden era a versão "J" da Holden: O Camira, primo australiano do Monza, tinha faróis e lanternas ao gosto australiano e o motor inicialmente era o Família II 1.6 rebatizado de Camsharft feito localmente com 87CV., tinha três opções de câmbio: manual de quatro marchas, manual de cinco marchas e automático de três marchas.

                                                     
O JB Camira chegava ao mercado com motor 1.6 de 87CV.

 Ganhou o prêmio de "Carro do ano" pela Wheels, mas com uma ressalva: o motor era fraco, e olha que o 1.6 australiana tinha 12CV a mais que o nosso 1.6 que também foi criticado pelo desempenho, imagina onde seis cilindros e V8 eram comuns, o Torana ganhou um substituto no mercado, mas o Camira nunca vendeu bem    A matéria histórica da plataforma J que tem o Camira , no mesmo mês o Commodore também ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques era o modelo VH, o motor 1.9 agora gerava 73CV, o seis cilindros 2.8 agora gerava 99CV, o seis cilindros 3.3 com 113CV era mantido, assim com os V8 253 de 4.2 litros com 136CV e 154CV com saída dupla de escape e o V8 308 de 5 litros com 171CV e continuava não disponível para a perua.

                                             
O VH Commodore(aqui na versão SS) chegava ao mercado com motor 1.9 de 73CV, seis cilindros 2.8 de 99CV, seis cilindros 3.3 de 113CV, V8 253 de 4.2 litros com 136CV e 154CV com escape duplo e o V8 308 de 5 litros com 171CV para o SS estava disponível apenas os V8.

A VH Commodore Wagon com os mesmo motores do sedã, com exceção dos V8.

Já os modelos WB ficavam sem alterações e no mesmo mês não deu para vencer Bathurst: Dick Johnson e John French com o Ford Falcon levam a melhor e vencem a corrida. Em março de 1982 chegava o TF Gemini com nova grade dianteira, lanternas e faróis tanto para o sedã como para Wagon, já no motor continuava o 1.6 de 68CV e o 1.8 á diesel de 55CV.

                                                   
O TF Gemini chegava ao mercado com nova grade dianteira, faróis, para-choques e o motor 1.6 de 68CV e o 1.8 á diesel de 55CV

A TF Gemini Wagon também chegava ao mercado e os mesmos motores do sedã.

 Em agosto de 1982 chegava o VH Commodore SS e VH Commodore SS HDT Brock, no primeiro os mesmos motores V8 253 de 4.2 litros de 136CV ou 154CV com escape duplo e o V8 308 de 5 litros com 171CV e para o Group A que tinha alterações radicais no visual, o motor V8 253 de 4.2 litros com 154CV era opção de entrada  e o V8 308 com comando de válvulas mais bravo e com isso indo a ótimos 250CV.

                                                     
O VH HDT Brock com duas opções: O V8 253 de 4.3 litros com 154CV e o V8 308 de 5 litros que nessa versão gerava 250CV.

   Um mês antes como parte da linha 1983 do Statesman/Caprice chegava a versão HDT desse modelo, mantendo o câmbio automático de três marchas e o motor Holden V8 308 de 5 litros passava a ter 256CV.

                                            
O HDT Statesman/Caprice com motor V8 308 de  5 litros com 256CV.

Em outubro de 1982 nada muda para o Gemini(afinal já havia mudado em março), para o Commodore a linha 1982 não trouxe mudanças ele já havia ganho as versões SS e HDT SS, chegava a JB Camira Wagon que mantinha o mesmo motor 1.6 de 87CV do sedã.

                                             
A JB Camira Wagon chegava ao mercado com motor 1.6 de 87CV 

Para a WB Kingswood nada mudava e no mesmo mês o Holden VH Commodore vence Bathurst com Peter Brock e Larry Perkins e com direito a dobradinha da Holden,  Em outubro de 1983 na linha 1984 nada muda para Camira e Commodore, mas para o Gemini chegava nova grade dianteira e faróis era o modelo TG Gemini nas carrocerias sedã e Wagon e duas opções de motor: 1.6 á gasolina de 68CV era mantido e o 1.5 á diesel de 55CV também era mantido.

                                                    
O TG Gemini chegava ao mercado e mantendo os motores 1.6 de 68CV e o 1.8 á diesel de 55CV 

A TG Gemini Wagon com os mesmos motores do sedã. 

 No mesmo mês Peter Brock, Larry Parkins e John Harvey vencem Bathurst a bordo do VH Commodore, Em fevereiro de 1984 chegava nova grade dianteira, nova janela lateral traseira e novas lanternas traseiras era o modelo VK Commodore, os motores 1.9 e seis cilindros 2.8 dão adeus, agora a base era o seis cilindros 3.3 com carburador de corpo duplo que gerava 117CV, a opção com injeção eletrônica desse motor gerava 144CV, o V8 253 de 4.2 litros dá adeus e o V8 308 de 5 litros se mantinha com carburador de corpo duplo e 171CV, mas a vantagem  é que o V8 308 de 5 litros foi estendido a Wagon e como novidade o câmbio manual de cinco marchas disponível para a versão seis cilindros que agora era 3.3.

                                            
O VK Commodore chegava ao mercado com motores seis cilindros 202 de 3.3 litros com 117CV e carburador de corpo duplo e 144CV com injeção eletrônica e o V8 308 de 5 litros com 171CV 

A VK Commodore Wagon chegava ao mercado com os mesmos motores do sedã, inclusive o V8 308.

 Em abril de 1984 chegava o SS HDT Brock, o SS "convencional" dava adeus e o motor Holden V8 308 de 5 litros com comando de válvulas mais bravo passava a gerar 241CV.

                                            
O SS HDT Brock com o motor V8 308 de 5 litros com alterações para gerar 241CV 

Em agosto de 1984 com uma aliança com a Nissan chega a LB Astra, não tem nenhuma relação com o nosso Astra ou até mesmo Kadett E e sim um carro que era fabricado pela Nissan na Austrália com o painel fabricado pela própria Holden, o Hatch tinha apenas uma opção de motor: o 1.5 de 70CV da família E da Nissan e o modelo já era linha 1985 e o câmbio era manual de cinco marchas ou automático de três marchas.

                                                 
O LB Astra chegava ao mercado com motor 1.5 de 70CV.

 Em outubro de 1984 Gemini e Commodore não mudam, afinal o último já havia mudado em fevereiro, o Camira ganha nova grade dianteira, faróis e para-choques é o JD Camira, que agora vinha com o motor 1.6 apenas na versão SL de entrada e atrelada ao câmbio manual de quatro marchas ou automático de três marchas e fazia a estreia do Família II 1.8 dotado de injeção eletrônica que gerava 113CV, a Holden atendia as críticas do desempenho do carro e atrelada ao câmbio manual de cinco marchas ou automático de três marchas.

                                               
O JD Camira chegava ao mercado com motor 1.6 de 87CV e o 1.8 de 113CV, mais tarde recebia alterações de motores.

A JD Camira Wagon com os mesmos motores do sedã, mais tarde ambos perdem o 1.6 e o 1.8 perde potência passando a gerar 86CV.

 No mesmo mês a WB Kingswood Ute dá o seu adeus e junto com ela o V8 253 de 4.2 litros da linha da Holden, mas o WB Statesman/Caprice segue no mercado e Peter Brock e Larry Perkins vencem Bathurst a bordo do VK Commodore. Em maio de 1985 o Gemini ganhava nova geração, era o RB que tinha motor transversal e tração dianteira, o motor 1.5 pertence a família X da Isuzu e com isso gerava 71CV, no caso como a Isuzu mudou o seu Gemini, a Holden seguiu a reboque.

                                                   
O RB Gemini chegava ao mercado com motor 1.5 de 71CV 

Em agosto de 1985 chegava o VK Commodore HDT SS Group A preparado por Peter Brock e com grade diferente, o motor V8 de 5 litros agora era 304 e  recebia leve alterações para gerar 272CV e entre elas comando de válvulas mais bravo.

                                           
O VK Commodore HDT SS Group A com motor V8 de 5 litros com 272CV.

Em outubro de 1985 na linha 1986 nada mudava para Gemini, Astra, Camira e Commodore, toda a linha sem mudanças e o adeus do WB Statesman/Caprice. Em Fevereiro de 1986 ganhava nova grade dianteira, faróis, lanternas e para-choques, a perua já tinha tido a seção traseira nacionalizada desde o modelo VK, nos motores o Holden six, ou seis cilindros dava o seu adeus e a marca optou por substituir pelo seis cilindros RB 3 litros da Nissan com 155CV, ganhou uma versão turbo desse motor com 200CV e o V8 308 Holden era substituído pelo 304  agora era "estrangulado" para gerar 166CV. Nesse ano não deu para Holden e nem para Ford em Bathurst: o Jaguar XJ-S levou a melhor.

                                                     
O VL Commodore chegava ao mercado com motor seis cilindros 3 litros da Nissan com 155CV e a versão turbo desse motor com 200CV e o V8 308 de 5 litros com 166CV 

A Perua VL Commodore com os mesmos motores do sedã.

 Em abril de 1986 chega o LC Astra que marca a estreia de nova grade dianteira, faróis e para-choques e também do motor 1.6 da família E da Nissan com 71CV, a prioridade foi o aumento de torque.

                                                    
O LC Astra agora com motor 1.6 de 71CV 

 Em outubro de 1986 na linha 1987 do Gemini sem alterações, já o Astra não mudava, o Camira recebia alterações: o motor 1.6 dava adeus e o 1.8 agora gerava 86CV e o VK Commodore ganha a versão HDT SS Group A e com comando de válvulas mais agressivo passou a gerar 186CV e nesse caso o câmbio era manual de cinco marchas e no mesmo mês Allan Grice e Graeme Bailey vence a bordo do VK Commodore.

                                                 
O HDT SS Group A chegava ao mercado com motor Holden V8 304 de 5 litros calibrado para gerar 186CV 

 Em fevereiro de 1987 o RB Gemini dá o seu adeus no mercado, afinal ao contrário da primeira geração com tração traseira que foi um sucesso, esse acabou fracasso e acabou sendo substituído pelo LC Astra de vez e no mesmo mês chegava a divisão HSV (Holden Special Vehicles) que lógico chegou as versões diferenciadas do Commodore, o primeiro era o F20 com motor seis cilindros aspirado das demais versões, a segunda era a F20 Turbo com o mesmo motor seis cilindros turbo das outras versões, a terceira geração era a SV88 que vinha com o mesmo motor V8 304 de 5 litros do SS Group A e por último com injeção eletrônica multiponto no motor Holden V8 304 de 5 litros e com isso gerava ótimos 245CV e por fora não era nada discreto.

                                                 
O primeiro HSV: o VL Commodore Group A com motor V8 304 de 5 litros de injeção multiponto e com isso 245CV, mas além disso tinha as outras versões com o mesmo motor das demais versões.

Só que o seis cilindros da Nissan foi criticado no Commodore: fervia com facilidade, mas é algo que não ocorria no japonês, isso aconteceu por causa do radiador que no Commodore é numa posição e no Skylilne em outra e aí deu no que deu...,  Em Junho de 1987 na linha 1988 aproveitando a mudança no Pulsar chegava o LD Astra e a reboque da mudança vinha a carroceria sedã de quatro portas, além do Hatch de quatro portas, no câmbio duas opções: manual de cinco marchas ou automático de três marchas e duas opções de motores e não eram Nissan e sim o Família II, no caso o 1.6 de injeção monoponto com 75CV e o 1.8 de injeção multiponto e 107CV, ou seja Holden colocou o motor do Camira(ou Monza no Brasil se preferir) num Nissan.

                                                   
O LD Astra Hatch chegava ao mercado com motor 1.6 de 75CV e 1.8 de 107CV ambos com injeção, sendo monoponto no menor e multiponto no maior 

O LD Astra Sedan chegava ao mercado com os mesmos motores do Hatch 

Se no Brasil tivemos a AutoLatina, aqui tivemos um "toma-lá-cá" entre Holden e Nissan, o Commodore recebia motor Nissan, ao passo que o carro de projeto Nissan recebia motor de origem Opel. Em outubro de 1987 é vez do Camira receber a reestilização com nova grade dianteira, faróis e para-choques para a linha 1988 era o JE Camira, nos motores o 1.8 dava lugar ao Família II 2.nada(velho conhecido dos Brasileiros) que gerava 116CV, já para o Commodore nada mudava, mas no mesmo mês ele vence Bathurts com a desclassificação dos primeiros Ford Sierra,  Peter Brock tem sua última vitória em Bathurst junto com Peter Mcleod e David Parsons 

                                                  
O JE Camira chegava ao mercado com motor 2.nada 16V de 116CV 

A JE Camira Wagon chegava com o mesmo motor do sedã.

 Em julho de 1988 como começo da linha 1989 chegava o HSV SV1800 derivado do LD Astra, vinha nas carrocerias sedãs e perua, ele tinha duas variações, a esportiva decorativa que mantinha aos 107CV do 1.8 original e o 1.8 de 113CV, com leves alterações e o câmbio sempre era manual de cinco marchas.

                                              
O HSV 1800 chegava ao mercado com alterações visuais e duas opções de motor: a 1.8 de 107CV do modelo "comum" e a de 113CV, aqui foto do sedã e Hatch por é díficil achar fotos do Hatch.


O HSV SV 1800 na carroceria sedã e mesmos motores do Hatch.

 Em agosto de 1988 o Commodore ganhava a sua segunda geração era o VN Commodore lançado na linha 1989, totalmente baseado no Senator alemão, mas com visual muito mais bonito e menos burocrático, duas opções de câmbio: manual de cinco marchas e o automático de quatro marchas, duas opções de motores a primeira substituia o Nissan RB era o Buick V6 231 de 3.8 de projeto norte-americano, mas com produção local  e com injeção multiponto gerava 170CV(aliás é justamente esse motor que chegaria nos primeiros Omega australiano como você verá mais abaixo na matéria) e o Holden V8 304 de 5 litros dotado de injeção multiponto com 224CV, mas a Holden muda a suspensão traseira: tira a Independente por braços arrastados e coloca o eixo rígido para conter custos e aguentar as condições adversas do pais dos cangurus. e além do sedã ele chegava na perua que podia levar sete pessoas.

                                                   
O VN Commodore chegava ao mercado com motores V6 3.8 de 170CV eo  V8 304 5 litros de 224CV ambos com injeção multiponto 

A VN Commodore Wagon com os mesmos motores do sedã.

Para quem quiser matéria do Commodore pós-1988 aqui e inclusive até o Omega australiano  ,  em outubro de 1988 a linha Commodore é ampliada com o HSV SV3800 que mantinha o mesmo motor V6 3.8 mas calibrado para gerar 180CV graças ao comando de válvulas mais bravo e o Camira e Astra não tem alterações e em Bathurst a Ford levou com o Sierra RS Cosworth ,  Em março de 1989 a linha se amplia com a chegada do SS que tinha belas rodas (que foram para no nosso Omega 4.1), aerofólio, mas o mesmo motor V8 das demais versões, mas no mês seguinte chegava ao HSV LE 5000 nas carrocerias sedã e wagon e com motor V8 304 de 5 litros calibrado para gerar 245CV.

                                                   
O VN Commodore SS chegava ao mercado com mesmo motor V8 304 de 5 litros, mas a linha se amplia com o HSV LE 5000 com esse motor calibrado para 245CV 


Em outubro de 1989 a Holden faz mudanças praticamente em toda a sua linha com exceção do Commodore, graças a aliança com  a Toyota, eu brinco que é a "Autolatina australiana", o LD Astra dá lugar ao LE Nova derivado do Toyota Corolla, em carrocerias Hatchback e sedã e com duas opções de motor: o 1.4 da família A da Toyota com 82CV e o 1.6 16V da família com 95CV e ambos com carburador de corpo duplo.

                                                       
O LE Nova chegava ao mercado com motor 1.4  de 80CV e o 1.6 16V de 95CV 

O LE Nova Sedan chegava ao mercado com os mesmos motores do Hatch 


No mesmo mês o Camira dá adeus e os motores Família II seguem rumo a Coréia do Sul para equipar Espero e Prince, e é substituído pelo JK Apollo, que chegava nas carrocerias Sedã e perua(Wagon) e apenas motor 2.nada 16V da família S, mas com duas calibrações: 112CV e 120CV exclusivo do SL/E.

                                                    
O JK Apollo chegava ao mercado com motor 2.nada 16V de 112CV e 120CV exclusivo para o SL/E 

A JK Apollo Wagon chegava com os mesmos motores do sedã. 

 Além de substituir a Holden amplia a linha, volta ter uma Ute derivada de automóveis é a VG Ute derivada do Commodore, inclusive tinhas as mesmas dimensões e nos motores o V6 3.8 de 170CV e o V8 304 de 5 litros com 224CV herdado do sedã é mantido.

                                             
A VG Ute chegava ao mercado com motores V6 3.8 de 170CV e o V8 5 litros com 224CV 

E também voltava ao "mercado dos marajás" com o VQ Caprice/Statesman , ele tinha o entre -eixos maior: 2.82 metros contra 2.73 metros do resto dos modelos Holden de tração traseira, apenas câmbio automático de quatro marchas e o motor V8 304 de 5 litros com 224CV.  Em Bathurst a Ford levou de novo com o Sierra RS Cosworth 

                                            
O VQ Caprice/Statesman com motor V8 304 de 5 litros com 224CV.

A CHEGADA DE MUDANÇAS NO COMMODORE, A VIDA DOS NOVOS HOLDEN(NOVA E APOLLO), A CHEGADA DOS MODELOS IMPORTADOS, O VECTRA AUSTRALIANO E UM AUSTRALIANO NO BRASIL  A marca australiana chegava com uma linha toda renovada na década de 1990 em que pese Nova e Apollo serem na essência Toyota Corolla e Camry respectivamente, mas Commodore, Commodore Wagon eram legítimos e de quebra o novo Caprice/Statesman e a Ute e a Toyota ganhou suas variações da linha Commodore rebatizados de Lexcen, a única diferença é que os Toyota vinham apenas com o V6 3.8,  Em março de 1990 chegava duas novidades da linha HSV a primeira é a picape HSV Maloo, mas é tão rara que não se tem fotos dela usava o mesmo motor V8 304 de 5 litros de 245CV do LE Sedan e Wagon e VN SS Group A com taxa de compressão mais alta e comando de válvulas mais bravo no motor V8 304 de 5 litros e com isso passou a gerar ótimos 292CV, além de vir com câmbio manual de cinco marchas do Corvette da época.

                                                 
O VN SS Group A com motor V8 304  de 5 litros com alterações para gerar 292CV 

 Se quiser ver em detalhes o Nova tem a matéria histórica com o Toyota Corolla equivalente. , Em outubro de 1990 na linha 1991 chegava o HSV 5000i, era a versão preparada do Caprice/Statesman pela HSV, com câmbio automático de quatro marchas e o motor Holden V8 304 de 5 litros com 245CV do HSV LE, para o Nova e para o Apollo nada mudava, assim como para o Commodore e para a Ute. e na mesma época a Holden leva Bathurst a bordo do antigo VL Commodore com Win Percy e Allan Grice.

                                               
O HSV 5000i chegava ao mercado com motor V8 304 de 5 litros com 245CV 

Em março de 1991 o SS Group A é renomeado T 130, mantendo o motor de 292CV. Em agosto de 1991 o Apollo recebia nova grade dianteira, faróis e lanternas era o JL Apollo, mas o motor 2.nada 16V de 112CV ou 120CV para o SL/E era mantido, assim como as opções de câmbio era a linha 1992 do modelo.

                                           
O JL Apollo chegava ao mercado com motor 2.nada 16V de 112CV ou 120CV para S/LE

A JL Wagon com os mesmos motores do sedã.

Em outubro de 1991 na linha 1992 chegava nova grade dianteira, faróis, para-choques e lanternas era o LF Nova, que trazia câmbio manual de cinco marchas ou automático de quatro marchas, nos motores o 1.4 de 80CV era mantido e o 1.6 16V recebia injeção eletrônica multiponto e com isso passava a gerar 102CV e ambos da família A da Toyota.

                                                 
O LF Nova chegada ao mercado com motor 1.4 de 80CV e o 1.6 16V de injeção eletrônica com 102CV 

O LF Nova Sedan com os mesmos motores do Hatch e mais tarde ambos ganhariam o 1.8 16V de 115CV 

Já o Commodore também recebia alterações em grade dianteira, faróis e para-choques era o VP Commodore nas carrocerias Sedã, Wagon e Ute, as versões Calais e SS passaram a ter suspensão Independente por braços arrastados na traseira, o eixo rígido era mantido nas outras versões e foi o primeiro carro australiano a ter freios ABS, nos motores o Buick V6 231 3.8 agora gerava 173CV, o V8 304 de 5 litros se mantinha no 224CV. Já em Bathurst não deu: o Nissan Skyline GT-R nas mãos de Jim Richard e Mark Skaife vence.

                                       

                                                   
O VP Commodore chegava ao mercado com motor V6 3.8 de 173CV e o V8 5 litros de 224CV 

A VP Commodore Wagon com os mesmos motores do sedã 

O SS assim como Calais tinha suspensão traseira independente, mas o motor era V8 de 5 litros com 224CV 

A VP Ute com os mesmos motores do sedã, inclusive ganhou uma versão SS também com motor V8 de 5 litros e 224CV(foto).

 Em dezembro de 1991 chegavam os modelos HSV no caso eram o Clubsport e SportWagon, que herdavam o motor V8 304 de 5 litros do antigo LE com 245CV e a própria VP Maloo também chegava ao mercado com novo visual.

                                               
O VP Clubsport com motor V8 5 litros de 245CV 
A HSV Maloo com o mesmo motor do sedã clubsport.


  Em Março de 1992 a linha HSV é ampliada com a chegada do Senator e GTS, o primeiro tinha duas configurações:a "Básica" com motor V8 5 litros de 245CV do Clubsport e a 5000i que vinha com os 292CV herdados dos antigos T130/SS Group A, mas sempre com o automático de quatro marchas e o GTS com motor V8 Holden 304 calibrado para gerar 272CV e câmbio manual de cinco marchas.

                                                    
O HSV Senator chegava ao mercado com motor V8 5 litros com 245CV e 292CV na versão 5000i

O GTS chegava ao mercado com motor V8 304 de 5 litros de 272CV 

 Em outubro de 1992 como linha 1993 o LF Nova tanto Hatch como sedã troca o motor 1.6 16V pelo 1.8 16V de 115CV também da família A, o VP Commodore ganhava a "Série II" que é leve facelift sem mudanças mecânicas(aliás bem leve até), dois meses depois o JL Apollo dá adeus, na verdade o Apollo dá um "até breve" para retornar no ano seguinte.  Em Março de 1993 aproveitando a nova geração do Camry chegava o JM Apollo, maior com duas opções de câmbio: manual de cinco marchas e automático de quatro marchas e duas opções de motores, a primeira era o 2.2 16V da família S da Toyota com 126CV e a segunda era o V6 de 3 litros e 24 válvulas da família VZ da Toyota com 185CV e esse motor sempre com câmbio automático e apenas para versão topo de linha SL/X desde o Torana não havia um Holden médio com motor acima de quatro cilindros.

                                                 
O JM Apollo chegava ao mercado com motores 2.2 16V de 122CV e V6 de 3 litros e 24 válvulas com 185CV 

A JM Apollo Wagon com os mesmos motores do sedã. 

 Em julho de 1993 na linha 1994 ele ganha nova grade dianteira, faróis, para-choques e lanternas era o VR Commodore, nas três carrocerias, agora a suspensão traseira independente por braços arrastados era de série em todas as versões e foi o primeiro carro australiano a ter Air Bag Duplo, no câmbio continuava o manual de cinco marchas e o automático de quatro marchas, já nos motores Buick V6 231 3.8 agora gerava 177CV e o V8 304 de 5 litros se mantém nos 224CV.

                                               
O VR Commodore chegava ao mercado com motor V6 3.8 de 231CV e o V8 5 litros de 304CV 

A Perua com o mesmo motor do sedã 

A Ute SS com o motor V8 304 de 5 litros com 224CV 

O VR Commodore SS com o mesmo motor V8 304 de 5 litros com 224CV 

A VR Ute com os mesmos motores do sedã 

 Em outubro de 1993 complementado a linha 1994 chegava o VR Statesman/Caprice, o câmbio sempre era automático de quatro marchas, além do V8 304 de  5 litros e 224CV, ele ganhou o V6 231 3.8 como opção de entrada com 177CV.

                                                 
O VR Statesman/Caprice, além do V8 de 5 litros de 224CV, agora ele contava com o V6 3.8 de 177CV como opção de entrada.

   No mesmo mês a linha 1994 do Nova nada mudava, preparando para a chegada do novo modelo,  o Apollo de nova geração era recém-lançado e agora para completar a linha só faltavam os novos HSV e eles vieram com novo visual, além de ClubSport, Clubsport Wagon, Senator, Maloo e derivado do VR Caprice/Statesman está o Grange, já o motor Holden V8 304 de 5 litros recebia alterações para gerar 252CV.

                                            
O HSV Clubsport chegava ao mercado com motor V8 304 de 5 litros com 252CV e mais tarde chegava o GTS com motor V8 5.7 importado da GM norte-americana com 292CV 

O HSV Senator com o mesmo motor do Clubsport 

O HSV Grange derivado do Caprice/Statesman e o mesmo motor de Clubsport e Senator 

A Clubsport  Wagon com os mesmos motores do sedã. 

No mesmo mês venceu Bathurst nas mãos de Larry Perkins e Greg Hansford, sim o Larry Perkins é o mesmo que nos anos 1980 venceu junto com Peter Brock.

   Em março de 1994 aproveitando a então nova geração do Corolla chegava o LG Nova, que vinha com duas opções de câmbio: manual de cinco marchas e automático de quatro marchas, no caso do Hatch duas opções de motor: o 1.6 16V de 106CV e o 1.8 16V de 115CV ambos da família A da Toyota e o 1.8 16V era exclusivo da versão GS, já apenas o 1.6 16V e aliás esse é irmão gêmeo dos primeiros Corolla que chegaram por aqui e parente próximo dos primeiros Corolla nacional, já que a geração seguinte aproveitou a base. Voltando ao nova era a mudança na entrada da linha Holden(embora houvesse um importado que vou citar mais á frente)

                                           
O LG Nova chegava ao mercado com motores 1.6 16V de 106CV e o 1.8 16V de 115CV esse último exclusivo da versão GS

O LG Nova Sedan com o mesmo motor 1.6 16V de 106CV do Hatch, não havia o 1.8 para o sedã.

  E no topo de linha chegava o novo HSV GTS que trazia o motor V8 Small-Block Chevrolet de 5.7 litros com bloco de ferro e cabeçote de alumínio e comando de válvulas no bloco e dotado de injeção eletrônica gerava 292CV, depois de sair da linha Monaro em 1974, o motor V8 da Chevrolet americana voltava a terra dos cangurus e o câmbio era o manual de seis marchas herdado do Corvette ou o automático de quatro marchas. Em outubro de 1994 na linha 1995 sem alterações nos modelos afinal o Nova era recém-lançado em nova geração, o Commodore não ganhou alterações e o Apollo também não e na mesma época não deu: Ford Falcon com Dick Jonhson e John Bowe vencem Bathurst. Em Abril de 1995 chegava nova grade dianteira, para-choques era o VS Commodore, duas opções de câmbio: manual de cinco marchas ou automático de quatro marchas, nos motores o Buick V6 231 3.8 passa a se chamar Ecotec V6 e ganhava injeção eletrônica multiponto sequencial e com isso gerava 200CV e o V8 304 Holden se mantinha nos 224CV e as novidades visuais estavam disponíveis para sedã, perua e ute(picape).



                                                   
O VS Commodore chegava ao mercado com motor V6 3.8 de 200CV e o V8 5 litros de 224CV era mantido, mais tarde chegava o V6 3.8 Supercharger com 224CV e o V8 de 5 litros vai a 228CV 

A VS Commodore Wagon com os mesmos motores do sedã.

A VS Ute com os mesmos motores do sedã 

O VS Commodore SS com o mesmo motor V8 de 5 litros de 224CV do restante da linha.

Em setembro de 1995 inaugurando a linha 1996 chegava para o Apollo nova grade dianteira, faróis, para-choques e lanternas era o JP Apollo, não tinha mudanças mecânicas o motor 2.2 16V de 126CV e o V6 3 litros 24V de 185CV eram mantidos e nas duas carrocerias: sedã e perua(wagon) 

                                              
O JP Apollo chegava ao mercado mantendo os motores 2.2 16V de 126CV e o V6 3 litros 24V de 185CV ambos da Toyota 

A JP Apollo Wagon com os mesmos motores do sedã 

 No mês seguinte, para completar a linha chegava o VS Caprice/Statesman, que inclusive estreava o V6 3.8 de 200CV já citado no Commodore e mantinha o V8 304 de 5 litros.

                                               
O VS Caprice/Statesman chegava ao mercado com motor V6 3.8 de 200CV e o V8 de 5 litros com 224CV.

   No mesmo mês a nova linha HSV chegava ao mercado era o Clubsport, Clubsport Wagon, Maloo, Senator, Grange(que era derivado do Caprice/Statesman) e o GTS, com exceção do GTS todos mantinha o Holden V8 304 5 litros calibrado para gerar 252CV, o GTS mantinha o V8 5.7 Small-Block Chevrolet  com 292CV e estreava a versão GT-R que vinha com esse motor calibrado para render 313CV e com acontecia com o GTS "comum" apenas câmbio manual de seis marchas e vindo do Corvette dá época.

                                             
O Clubsport com motor V8 304 calibrado para gerar 252CV 

O Senator com o mesmo motor do Clubsport 

O Grange com o mesmo motor do Clubsport e Senator 

O GTS que vinha com o V8 5.7 importado dos EUA com 292CV 

O GTS-R com o motor V8 5.7 com comando de válvulas mais agressivos para gerar 313CV


A picape Maloo com o mesmo motor do Clubsport 

 No mesmo mês Larry Perkins e Russel Ingall vencem Bathurst a bordo do VR Commodore e ano de 1995 foi ótimo: O Holden Commodore toma posto de carro mais vendido da terra dos cangurus.

  Em abril de 1996 como opção para o Calais chegava o Buick V6 3.8 com compressor volumétrico ou Supercharger e com isso gerava 224CV e o Holden V8 304 5 litros passa a gerar 228CV. Em outubro de 1996 o LG Nova em carrocerias Hatch e Sedan dá adeus, mas o Toyota Corolla continuaria sendo fabricado na terra dos cangurus até 1999, ele é substituído pelo TR Astra importado da Inglaterra(na parte dos importados falaremos sobre isso) e nada mudava nos outros modelos da Holden, inclusive o próprio Apollo, Commodore, Caprice/Statesman/ Ute e os modelos HSV não mudavam e no mesmo mês Craig Lowndes e Greg Murphy levam Bathurst a bordo do VR Commodore. Em Maio de 1997 o Apollo dava adeus tanto no sedã como Wagon, mas o Toyota Camry seguia sendo produzido(lógico que em gerações atualizadas) até 2017 na Austrália, uma semana antes da Holden, em Junho de 1997 chegava o substituto era o JR Vectra, igual ao nosso Vectra com volante a direita, duas opções de câmbio: manual de cinco marchas ou automático de quatro marchas e apenas uma opção de motor: O Ecotec 2.nada 16V derivado da Família II com 136CV é o mesmo usado no Vectra nacional, vendeu bem para os países asiáticos, mas depois da crise a produção diminuiu e na Austrália não vendeu bem, o Commodore sempre se destacou nisso até 2010(já entro nesse detalhe). A linha era completada pelo Hatch e pela Wagon importados.

                                                       
O JR Vectra chegava ao mercado com motor 2.nada 16V de 136CV 

Em outubro de 1997 como linha 1998 chegava o modelo que chegaria um ano depois como Chevrolet Omega, era o VT Commodore, inaugurando a terceira geração do modelo chegava nas carrocerias sedã e perua de início,  agora baseado no Opel Omega B alemão, mas com alterações: o entre -eixos foi para 2.79 metros contra 2.73 do Omega B, que aliás herdou do Omega A, duas opções de câmbio: manual de cinco marchas ou automático de quatro marchas, nos motores V6 Buick 231 3.8 foi mantido com os 200CV, o V6 3.8 Supercharger passou a gerar 233CV e o Holden V8 304 5 litros ganhou injeção sequencial e passou a gerar 243CV.

                                                       
O VT Commodore aqui na versão SS com motor V8 304 5 litros agora com 243CV, mas havia os modelos normais com o V6 3.8 Supercharger de 233CV e o V6 3.8 de 200CV é justamente o que veio ao Brasil, mais tarde ele ganharia o V8 5.7 de 299CV 

A VT Commodore Wagon com os mesmos motores do sedã, ou seja "Nova Suprema"


No mesmo Larry Perkins e Rusell Ingall venceu Bathurst a bordo do VS Commodore,  dois meses depois chegavam os novos HSV: Clubsport, Senator, Senator Wagon e GTS, para os Clubsport e Senator(Inclusive a Wagon) o motor era o Holden V8 304 de 5 litros com 265CV e o GTS vinha com motor Small-Block 5.7 da GM norte-americana importados dos EUA esse motor agora gerava 299CV.

                                                          
O HSV Clubsport com motor V8 Holden 304 de 5 litros com 265CV  mais tarde ganharia o V8 5.7 de 340CV 

O HSV Senator com o mesmo motor do Clubsport 
A HSV Senator com os mesmos motores do sedã e Clubsport 

O HSV GTS com motor V8 5.7 de 299CV, mais tarde ele fica ainda mais potente e mais tarde o V8 5.7 vai a 408CV.

A Ute ainda se mantinha na geração VS e se analisar que os HSV Clubsport já tinha comando de válvulas mais bravo, então era só colocar a injeção multiponto sequencial e com isso a potência mais alta, já para a linha 1998 do JR Vectra nada mudava. Em Agosto de 1998 na linha 1999 chegava o JS Vectra ao contrário do habitual sem mudanças e o Commodore nada muda, em Maio de 1999 adiantado a linha 2000 o JS Vectra ganhava novos faróis, grades, lanteras e para-choques e alterações no motor o 2.nada 16V passa a ter 141CV, ganhando 5CV   A matéria histórica do Chevrolet Vectra que envolve o Holden Vectra 

                                                 
O JS Vectra chegava ao mercado com nova grade dianteira e para-choques e lanternas e o motor 2.nada 16V vai a 141CV e mais tarde ganhava o V6 2.5 24V de 170CV.


Em outubro de 1999 na linha 2000 chegava o WH Caprice/Statesman que agora media 2.99 metros de entre - eixos, o câmbio era sempre automático de quatro marchas, já nos motores o V6 3.8 de 200CV e o V6 3.8 Supercharger de 233CV herdados do VT Commodore eram mantidos e estreava o V8 5.7 da Chevrolet norte-americana era a terceira geração do Small-Block com bloco e cabeçote de alumínio, mas mantendo o comando de válvulas no bloco acionado por varetas no lugar do Holden V8 304 e com isso gerava 299CV e o motor era estendido ao Commodore(inclusive SS) e a Ute que ainda estava na geração anterior a VS, na linha HSV o V8 5.7 gerava 340CV nos modelos Clubsport, Senator e Senator Wagon . Na mesma época sob as bases do novo Caprice/Statesman chegava o Grange com mesmo motor V8 5.7 de 340CV de Clubsport, Senator e todos os modelos V8 agora eram equipados com câmbio manual de seis marchas(antes exclusivo do GTS) ou automático de quatro marchas e vitória em Bathurst  com Steven Richards e Greg Murphy com o VT Commodore.

                                              
O WH Caprice/Statesman chegava ao mercado com motores V6 3.8 de 200CV, V6 3.8 Supercharger de 233CV e o estreante V8 5.7 importado dos EUA de nova geração com 299CV.

O HSV Grange com motor V8 5.7 com alterações para gerar 340CV.

OS IMPORTADOS DESTAQUE PARA O BARINA(CORSA) E ASTRA  além desses modelos foi importado o Suzuki Swift com o nome Holden Barina, mas não fiz a matéria histórica dele já que o foco é a produção australiana e a picape Rodeo derivada da Isuzu com o mesmo nome, então vamos seguir aqui com os dois bem conhecidos dos brasileiros, em março de 1994 chegava ao mercado australiano importado da Espanha o SB Barina e junto com ele o Holden Tigra e o Holden Combo, mas vamos focar no Corsa, ele chegou nas carrocerias Hatch de duas e quatro portas, três opções de motores, a primeira era o Família I 1.2 de 45CV, a segunda era o Familia I 1.4 de 60CV ambos de injeção monoponto, aliás o 1.4 é o mesmo dos Corsa brasileiros da época e a terceira e última opção era o  Família I 1.6 16V exclusivo do GSi que gerava 106CV igual ao Corsa GSi brasileiro da época.  duas opções de câmbio: manual de cinco marchas ou automático de quatro marchas, para o esportivo estava disponível apenas o manual.

                                                 
O SB Barina chegava ao mercado com motor 1.2 de 45CV e o 1.4 de 60CV, mais tarde o 1.4 recebia injeção multiponto e ia a 82CV.

O SB Barina GSi com motor 1.6 16V de 106CV.

Em outubro de 1994 na linha 1995 nada mudava, em outubro de 1995 na linha 1996 não tinha alterações, Em setembro de 1996 na linha 1997 a Holden decide importar da Inglaterra o TR Astra, que aqui no Brasil é "Astra Belga" por que veio da Bélgica, lá é a "Astra inglês" vinha da Inglaterra, com três opções de motores: o Família I 1.6 de injeção multiponto e 101CV, o Familia II 1.8 16V de 116CV e por último para o esportivo GSI o Ecotec 2.nada 16V derivado da família II com 136CV e duas opções de câmbio: manual de cinco marchas e automático de quatro marchas e para o esportivo apenas o manual. 

                                                
O TR Astra chegava ao mercado com motor 1.6 de 101CV e 1.8 16V de 116CV 

O TR Astra Sedan com os mesmos motores do Hatch 

O TR Astra GSI o esportivo vinha com o 2.nada 16V de 136CV 




Em julho de 1997 na linha 1998 importado chegava o JR Vectra Hatch, ao contrário do sedã que teve produção local, apesar disso o Hatch tinha o mesmo motor 2.nada 16V do sedã que aliás era fabricado na Austrália e seguia para Inglaterra e voltava no carro.

                                                        
O JR Vectra Hatch chegava ao mercado com o motor 2.nada 16V de 136CV.

 Dois meses depois na linha 1998 chegava o Barina Cabrio que na verdade era um Targa e junto com ele o motor 1.4 ganhava injeção multiponto e passava a gerar 82CV e o motor 1.6 16V do GSi ganha algumas alterações é renomeado Ecotec.

                                                 
O SB Barina chegava ao mercado que na verdade é um Targa e a reboque vinha o motor 1.4  de injeção multiponto e 82CV.

 Em julho de 1998 na linha 1999 ao contrário do habitual chegava o JS Vectra sem mudanças visuais ou mecânicas, no caso o sedã era feito localmente como você viu, mas perua e hatch eram importados. Em outubro de 1998 chegava o TS Astra importado da Bélgica com câmbio manual de cinco marchas ou automático de quatro marchas, apenas na carroceria Hatch de quatro portas e apenas uma opção de motor: o Ecotec 1.8 16V derivado da família I com 116CV e na mesma época o SB Barina ganha nova grade dianteira, faróis e para-choques, o curioso que para o GSi era mantido o visual anterior.

                                                   
O TS Astra chegava ao mercado com motor 1.8 16V de 116CV

O SB Barina ganhava nova grade dianteira e para-choques e o motores 1.2 de 45CV e 1.4 de 82CV eram mantidos, mas o GSi com motor 1.6 16V não tinha alterações visuais.

Em maio de 1999 como adiantamento da linha 2000, os JS Vectra Hatch e Wagon recebem nova grade dianteira, faróis e para-choques e lanternas e o motor 2.nada 16V passava a gerar 141CV. 


                                              
O JS Vectra Hatch ganhava alterações visuais e o motor 2.nada 16V de 141CV e mais tarde o V6 2.5 24V de 170CV 

A JS Vectra Wagon com os mesmos motores do Hatch. 

Em outubro de 1999 na linha 2000 o SB Barina perdia a versão GSi  e junto com ela o motor 1.6 16V e o TS Astra não mudava.

UM AUSTRALIANO NO BRASIL SE DÁ  em outubro de 1999 como linha 2000, mas antes vamos as opções estudadas: fabricar o Omega B alemão com a configuração original do 4.1 modificado pela Lotus com 250CV, opção que seria muito cara, no auge do "populismo cambial", importar o Omega B a favor pesava a distância e contra exigia modificações extensas para poder rodar no Brasil e também o motor V6 de concepção moderna ou importar o Holden Commodore, contra pesava a distãncia e a favor o motor V6 de concepção mais simples para lidar melhor com o nosso combustível e é claro ele já encarava as condições adversas de lá, então acabou sendo esse, ele chegou em outubro de 1998 como linha 1998 ele chegou aqui como Omega e apenas na versão CD e com motor V6 Ecotec 231 3.8 de 200CV e o câmbio era o automático de quatro marchas era a única opção.

                                         
O Chevrolet Omega de segunda geração chegava ao mercado brasileiro com motor V6 3.8 de 200CV.

Em Janeiro de 1999 chegava a alta dólar e aí já viu os preços que era um em novembro de 1998, virou outro em Janeiro, vale uma justiça nas cores do Omega australiano: além do prata e do preto, ele tinha cores verde e azul muito bonitas, em outubro de 1999 na linha 2000 sem mudanças.

A CHEGADA DA UMA NOVA PLATAFORMA PARA O COMMODORE, A UTE ADERE A NOVA GERAÇÃO, O FIM DO VECTRA AUSTRALIANO , A CHEGADA DE MAIS IMPORTADOS E A VOLTA DO MONARO  Em Março de 2000 a versão GTS voltava ao mercado agora com o motor V8 5.7 totalmente de alumínio da Chevrolet americana de 408CV um ganho de mais de 100CV em quase três anos! Em outubro de 2000 para tentar salvar as vendas do JS Vectra no mercado australiano a marca lança a versão V6 com motor V6 2.5 24V da família 54 graus que gerava 170CV e no mesmo mês chegava uma nova grade dianteira e lanternas separada pelo porta-malas era o VX Commodore e junto com ele finalmente a Ute entrava na segunda geração do Commodore com a VU Ute, nos motores o V6 3.8 Supercharger sem alterações, já o V6 3.8 passava a gerar 207CV e o V8 5.7 agora gerava 306CV e isso era tanto para o Hatch, como Sedan e como Perua e na mesma época venceu Bathurst com Garth Tander e Jason Bargwana a bordo do VT Commodore.

                                                        
O VX Commodore chega ao mercado com motor V6 3.8 de 207CV, V6 3.8 Supercharger de 233CV e o V8 5.7 de 306CV 

A VX Commodore com os mesmos motores do sedã 

A VU Ute com os mesmos motores do sedã 

O VX Commodore SS com o mesmo motor V8 5.7 de 306CV. 

A VU Ute com o mesmo motor V8 5.7 de 306CV 

 Em Dezembro de 2000 chegavam os novos HSV Clubsport, ClubSport Wagon e GTS, no caso do V8 5.7 de 347CV nos dois primeiros e o último mantém o V8 5.7 com 408CV e o curioso que os HSV mantiveram a lanterna "emendada" mas com formas internas diferente.

                                             
O HSV GTS renovava visual, mas o motor V8 5.7 com 408CV era mantido.

 Em Março de 2001 é vez da picape  HSV Maloo retornar ao mercado, com o mesmo motor V8 de 5.7 litros de 347CV dos Clubsport.

                                             
A HSV Maloo retornava com motor V8 5.7 de 347CV 

 Em outubro de 2001 na linha 2002 para o JS Vectra nada mudava, para os Commodore Sedã, Perua e Picape também não e para o HSV também não, mas não acabou sem novidade: O Cupê Monaro retorna sobre as bases do Commodore, era o V2 Monaro, com três opções de câmbio: manual de cinco marchas, manual de seis marchas(exclusivo do V8) e automático de quatro marchas e nos motores as três opções de motores: V6 3.8 com 207CV, V8 3.8 Supercharger com 233CV e V8 5.7 com 306CV. No mês vitória em Bathurst com Mark Skaife e Tony Longhurst a bordo do VX Commmodore.

                                              
O V2 Monaro chegava ao mercado com motor V6 3.8 com 207CV, V6 3.8 Supercharger com 233CV e o V8 5.7 com 306CV.

Aliás essa geração do Monaro era materialização do "Concept 50" em comemoração aos 50 anos da Holden em 1998.  Em março de 2002 é vez do Monaro ganhar a a versão HSV é o HSV Coupé que tinha o mesmo motor V8 5.7 com 347CV do Clubsport.

                                                
O HSV Coupé com motor V8 5.7 de 347CV.

 Em outubro de 2002 na linha 2003 nada muda no JS Vectra é meio que o começo do fim do Vectra fabricado na Austrália, afinal as vendas para mercados asiáticos pioraram e no mercado local sempre foi muito ruim, uma "herança maldita" que veio do Camira e passou pelo Apollo derivado do Camry e no mesmo mês é o Commodore ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques e lanternas era o novo VY Commodore, nas carrocerias sedã, perua e ute, aliás ute adotaria o VY também, três opções de câmbio: manual de cinco marchas, manual de seis marchas(para os V8) e automático de quatro marchas, o motor V6 3.8 continua nos 207CV, assim como  V8 3.8 Supercharger com 233CV e o V8 5.7 recebia alterações para gerar 320CV e aliás o Caprice/Statesman e o Monaro recebia esse motor também. Em Bathurst a Holden vence com Mark Shaife e Jim Richards.

                                               
O VY Commodore chegava ao mercado, aqui na foto versão SS com motor V8 5.7 de 320CV, além dele havia os modelos normais com esse mesmo motor o V6 3.8 Supercharger de 233CV e o V6 3.8 com 207CV. O V8 de 320CV é estendido ao Monaro e Caprice/Statesman 

Em dezembro de 2002 chegavam os novos HSV Clubsport, Senator, Maloo e GTS, os três primeiros vinham com o motor V8 5.7 com 354CV e o GTS se mantém nos 408CV apenas com modificações visuais.

                                                             
O Senator agora com motor V8 5.7 de 354CV, mais tarde ganhava o V8 5.7 de 388CV 

O HSV GTS com motor V8 5.7 se mantendo nos 408CV 
A Maloo com motor V8 5.7 de 354CV


Em março de 2003 o JS Vectra dá adeus e deixa de ser fabricado na Austrália, é substituído pelo ZC importado da Europa,  na mesma época chegava a  perua Adventra com suspensão elevada e o motor V8 5.7 de 320CV e a picape cabine dupla Crewman que vinha com quatro portas e cinco lugares e o mesmo motor V6 3.8 com 207CV, V8 3.8 Supercharger de 233CV e o V8 5.7 de 320CV.
                                                  

                                                 
A cabine dupla Crewman chegava ao mercado com motor V6 3.8 com 207CV, V8 3.8 Supercharger com 233CV e o V8 5.7 com 320CV 

 Em outubro de 2003 na linha 2004 chegava o WK Caprice/Statesman que estreava nova grade dianteira, faróis, para-choques e lanternas e junto com ela além de manter o V6 3.8 de 207CV, estreava o V8 de  5.7 litros com 333CV estava disponível para toda a linha Commodore V8 também, inclusive Ute, SS, perua e Adventura e na linha HSV chegava os modelos Avalanche Ute e SW e junto com elas o motor V8 5.7 que passava gerar 388CV. O V6 3.8 Supercharger dá o seu adeus. Em março de 2004 chegava o HSV Grange com motor V8 5.7 de 388CV e sempre com câmbio automático de quatro marchas e no mesmo mês Greg Murphy e Rick Relly vencem Bathurst a bordo do VY Commodore.

                                                 
O WK Grange chegava ao mercado com motor V8 5.7 de 388CV 
A HSV Avalanche com motor V8 5.7 de 388CV 

 Em outubro de 2004 na linha 2005 chegava novo para-choque, grades e lanternas era o VZ Commodore e junto com ela mudanças mecânicas, o câmbio automático de quatro marchas dá lugar ao de cinco marchas, o motor V8 Buick 3.8 dá lugar ao novo HF Alloytec V6 3.6 24V com bloco e cabeçote de alumínio e gera 258CV, o V8 5.7 é mantido sem alterações, além do Commodore, o cupê Monaro recebia alterações como nova grade dianteira, faróis e para-choques e agora estava disponível apenas com o motor V8 5.7 que nele gerava 356CV, o Caprice/Statesman  também ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques era o WL Caprice/Statesman que estreava o novo V6 3.6 24V e o V8 5.7 nele gerava 340CV e o por último a Cabine Dupla Crewman que ganhava o motor V6 3.6 24V e mantinha o V8 5.7  e a perua Adventura que além do V8 5.7 estreava o V6 3.6 24V como versão mais barata. Em Bathurst Greg Murphy e Rick Kelly repetem a dose e vencem Bathurst a bordo do VY Commodore.

                                              
O cupê VZ Monaro com motor V8 5.7 de 356CV 

A Perua VZ Adventra com motor V6 3.6 24V de 258CV e o V8 5.7 de 333CV 

O WL Caprice/Statesman com motor V6 3.6 24V de 258CV e o V8 5.7 de 340CV 
A VZ Ute com os mesmos motores do sedã 

Assim  como o antigo V6 3.8, esse V6 3.6 24V era feito na Austrália e pela primeira vez no mesmo mês chegava junto os HSV no caso Clubsport, Coupé, Senator, Grange derivado Caprice/Statesman, Avalanche SW, Avalanche Ute  e Maloo e o motor era V8 5.7 com 340CV que inclusive já estava disponível para o Caprice/Statesman deixando o Grange como decoração e o GTS dava adeus.

                                                  
O HSV Clubsport chegava ao mercado com motor V8 5.7 de 340CV e mais tarde vinha o V8 de 6 litros com 404CV 

O Grange que curiosamente tinha o V8 5.7 do Clubsport e do modelo "comum" e mais tarde o V8 6 litros de 404CV 

A Maloo chegava ao mercado e sempre com os mesmos motores do Clubsport 

 Em julho de 2005 o Monaro dá adeus, em Outubro de 2005 como linha 2006 o Commodore ganha uma opção mais barata com o motor V6 3.6 24V calibrado para gerar 243CV e ainda não era a linha 2006 completa que só se completaria em Janeiro de 2006 chegava o V8 de 6 litros importado dos EUA como era o 5.7 e com isso gerava 345CV e para os modelos HSV dotado de comando de válvulas mais bravo chegava a 404CV, voltando a outubro de 2005 Mark Skaife e Todd Kelly vencem Bathurst a bordo VZ Commodore.  Em 2005 a GM tinha definido suas regiões: A GM norte-americana desenvolvia carros grandes de tração dianteira e picapes grandes, a GM sul-coreana(a Daewoo) ficava com os compactos, a Opel com os carros médios, a GMH com carros de tração traseira e a GM brasileira com as picapes médias(a atual S10 é fruto disso), mas depois sete anos de desenvolvimento(começou em 199) e um bilhão de dólares australianos gastos chegava o VE Commodore, dessa vez voltava  usar uma base totalmente australiana que acabou servindo ao primeiro Camaro renascido, nas opções de câmbio um leque variado de opções: automático de quatro marchas para os modelos de entrada, automático de cinco marchas para os V6 mais potente, manual de seis marchas para o SV6 e SS, automático de seis marchas para os modelos V8, inclusive o modelo tinha suspensão traseira do tipo Multlink, nos motores quatro opções de motores, no caso três opções de V6 3.6 24V no caso a primeira para os modelos de entrada com 245CV, a segunda com 265CV nos modelos V6 intermediários e topo de linha, o V6 com GNV e 238CV e por último o V8 de 6 litros esse importado dos EUA disponível para o SS e Calais que gerava 367CV e não era só o Commodore, o Caprice/Statesman também mudava era o WM que no caso vinha apenas com duas opções de motores: V6 3.6 24V com 265CV e o V8 6 litros com 367CV e o modelo foi lançado em Junho de 2006 como linha 2007, inclusive o próprio entre -eixos crescia para 2.92 metros  e o Caprice agora tinha 3.01 metros.

                                               
O VE Commodore chegava ao mercado, aqui na foto o SS com motor V8 6 litros de 367CV, mas havia nos modelos normais o V6 3.6 24V de 243CV ou 265CV e o V6 3.6 24V com GNV com 238CV, além do próprio V8.

O WM Caprice com motores V6 3.6 24V de 265CV e o V8 6 litros com 367CV 

Em outubro de 2006 a Ute e a Wagon ainda na geração VZ ganham a linha 2007 e não para o Commodore em Bathurst nas mãos de Craig Lowndes e Jamie Wincup com o Ford BA Falcon vencem Bathurst e eles repetem a dose mais duas vezes, mas a novidade é os novos HSV,  é o Clubsport R8, GTS, Senator derivados do Commodore e o  Grange derivado do Caprice/Statesman, no caso duas opções de câmbio: manual ou automático ambos de seis marchas, só o Grange tem o automático de seis marchas, já no motor o V8 de 6 litros ganha comando de válvulas mais bravo e passa a gerar 418CV e o HSV tem uma traseira diferente.

                                                 
O Clubsport chegava ao mercado com motor V8 6 litros de 418CV 

O GTS com o mesmo motor 

O Grange derivado do Caprice/Statesman com o mesmo motor.

  Em Julho de 2007 como linha 2008 chegava a nova geração da Ute era a VE Ute, com os mesmos motores V6 3.6 24V com 243CV nas versões de entrada, 265CV e o V8 6 litros com 367CV, só tinha a opção GNV 

                                              
A VE Ute chegava ao mercado com motores V6 3.6 24V com 243CV ou 265CV e o V8 6 litros com 367CV 

 Em outubro de 2007 na linha 2008 além da perua ainda na linha VZ virar o ano,  chegava a HSV Maloo com motor V8 de 6 litros com 418CV.

                                            
A Maloo chegava renovada ao mercado com motor V8 de 6 litros com 418CV.

Em Julho de 2008 como linha 2009 chegava a VE Commodore Sportswagon e aí a família é renovada por completo e o fim da plataforma V na Austrália e no mundo em definitivo, nos motores eram os mesmos V6 3.6 24V de 243CV e 265CV e o V8 de 6 litros com 367CV.

                                            
A VE Commodore Sportswagon  com os motores V6 3.6 24V com 243CV e 265CV e o V8 6 litros de 367CV.

 Em outubro de 2008 chegavam os novos HSV, no caso na verdade o  Clubsport R8 Tourer que era a versão HSV da perua, mas Clubsport R8, GTS e o Grange derivado do Stastman/Caprice e Maloo ganhavam o motor V8 6.2 é o mesmo do Camaro vendido aqui entre 2010 e 2016, mas lá gerava 431CV e para comemorar o seus anos 60 a marca lançou a versão HSV 427, no caso o câmbio era manual de seis marchas e o motor era o V8 de 7 litros emprestado do Corvette Z06 com 510CV.

                                                
A HSV Clubsport R8 Tourer que além dele estreava para toda a linha o motor V8 6.2 de 431CV 

O HSV 427 chegava ao mercado com motor V8 de 7 litros com 510CV

 Em outubro de 2009 na linha 2010 o HSV 427 dá adeus, afinal era apenas uma série comemorativa e o motor V6 3.6 24V ganha injeção direta e com isso passou a gerar 286CV e na mesmo mês Will Davinson e Garth Tander vencem Bathurst a bordo do VE Commodore.


IMPORTADOS A SEQUENCIA DE VIDA DO ASTRA, O VECTRA IMPORTADO, A CHEGADA DE MODELOS DAEWOO E A SEQUENCIA DE VIDA DO BARINA  em outubro de 2000 a linha Astra é complementada pela carroceria sedã de quatro portas e junto com ela vem o coletor variável para o motor Ecotec 1.8 16V e com isso gerando 122CV é o mesmo que equiparia a Meriva brasileira entre 2002 e 2004 e para o Barina não havia alterações.

                                             
O TS Astra Sedan chegava ao mercado e junto com ele o motor 1.8 16V de 122CV.

Em março de 2001 chegava o XC Barina importado da Espanha, nas carrocerias Hatch de duas portas e de quatro portas, duas opções de câmbio: manual de cinco marchas ou automático de quatro marchas e única opção de motor: o Ecotec 1.4 16V derivado da família I com 90CV.

                                           
O XC Barina chegava ao mercado com motor 1.4 16V de 90CV 

 Em outubro de 2001 na linha 2002 Barina e Astra ganham novidades, no caso do XC Barina ele ganha a versão esportiva SXi que era o GSi dos europeus com motor Ecotec 1.8 16V derivado da família I com 122CV e câmbio manual de cinco marchas e o TS Astra ganha o esportivo SRi, a versão conversível e estreava a minivan TT Zafira e os três estreavam o motor Ecotec 2.2 16V derivado da família L0850 com 147CV.

                                           
O Esportivo TS Astra SRi com motor 2.2 16V de 147CV, mais tarde ganhava o 2.nada 16V Turbo de 200CV 

O Conversível  sempre com o mesmo motor do SRi 

A Minivan TT Zafira com o mesmo motor 2.2 16V de 147CV 



O XC Barina GSI com motor 1.8 16V de 122CV 

A Zafira era uma minivan portuguesa com certeza. Em outubro de 2002 na linha 2003 chegava o Astra SXi que só tinha o visual do SRi, mas o mesmo motor 1.8 16V das outras versões, Em março de 2003 chegava importado da Europa o ZC Vectra, com duas opções de carroceria: Hatch e Sedan, a Wagon não vinha mais ao mercado australiano, duas opções de câmbio: manual ou automático ambos com cinco marchas e duas opções de motores: o  Ecotec 2.2 16V de 147CV do Astra SRI e o Ecotec V6 3 litros e 24 válvulas da família 54 graus com 211CV. 

                                           
O ZC Vectra chegava ao mercado com motores 2.2 16V de 147CV e V6 de 3 litros com 311CV 

 Em março de 2004 o XC Barina ganhava novas lanternas, em outubro de 2004 o TS Astra se mantém na ativa como "Astra Classic" apenas o motor 1.8 16V de 122CV e chegava a nova geração do Astra era o AH Astra, importado da Bélgica, com duas opções de câmbio: manual de cinco marchas ou automático de quatro marchas, nos motores ele veio o Ecotec 1.8 16V derivado da família I com coletores variáveis herdado do ancestral que virou Astra Classic e o curioso que o Astra SRi ainda na carroceria antiga recebia o motor Ecotec 2.nada 16V Turbo derivado da família II com 200CV feito no Brasil. (pena que não equipou nenhum carro nacional).

                                                   
O AH Astra chegava ao mercado com motor 1.8 16V de 122CV 

Em outubro de 2005 o ZC Vectra deixa de ser importado, mas os estoques são tão grandes que permitem ele viver até 2007( que daqui a pouco vou citar).




Mas não era única novidade, no mesmo mês chegava o AH Astra Wagon, o AH Astra GTC que era o Hatch de duas portas nas versões SRI com motores Ecotec 2.2 16V de injeção direta e o Ecotec 2.nada 16V Turbo esse herdado da geração anterior. além disso Astra Classic, a TT Zafira e o Astra conversível dão adeus, para substituir o Astra Classic a Holden decide importar o Daewoo Nubira, rebatizado de Holden JF Viva, em três carrocerias: hatch de quatro portas, sedã de quatro portas e perua e o motor era o E-Tec 1.8 16V derivado da família I com 121CV dotado de coletores variáveis. Voltando ao AH Astra, a marca lançou a HSV VXR com motor Ecotec 2.nada 16V Turbo derivado da família II com 240CV e câmbio manual de seis marchas e próprio SRi Turbo também vinha com câmbio manual de seis marchas.

                                                 
O JF Viva chegava ao mercado com motor 1.8 16V de 122CV 

O JF Viva Sedan com o mesmo motor 1.8 16V do Hatch 

A JF Viva Wagon com os mesmos motores do sedã e do hatch 

 A AH Astra Wagon com o mesmo motor do Hatch 

O SRi com motor 2.2 16V de 150CV e o 2.nada 16V Turbo com 200CV 

  Em dezembro de 2005 o XC Barina dava lugar ao TK Barina, conhecido como Daewoo Kalos ou Chevrolet Aveo em outros lugares, ele vinha na carroceria Hatchback de duas portas e de quatro portas, duas opções de câmbio: manual de cinco marchas e automático de quatro marchas e o motor era o E-Tec 1.6 16V de 103CV que era versão Coreana do Família I 1.6 16V, afinal a valorização do Euro, forçou a Holden ir atrás dos coreanos.

                                             
                                               
O TK Barina chegava ao mercado com motor 1.6 16V de 106CV  

A matéria histórica do Daewoo Kalos e Chevrolet Aveo e o Holden TK Barina   , Em março de 2006 chegava o utilitário esportivo CG Capiva 5 e 7, no caso a 5 lugares era igual ao modelo vendido no Brasil e a sete lugares era maior, no caso da 5, o câmbio era automático de cinc o marchas e o motor era o V6 3.2 24V da família HF feito na Austrália com 230CV que ia para o carro sul-coreana e voltava debaixo do capô do carro e o de 7 lugares vinha com o VCDi 2.nada 16V Turbo com 150CV e atrelado  ao câmbio manual de seis marchas. além do próprio V6 3.2, só que o V6 3.2 vinha atrelado na tração integral, já o motor á diesel na tração dianteira.

                                                   
A GG Captiva 5 chegava ao mercado com motor V6 3.2 de 230CV e mais tarde o 2.4 16V de 140CV 

A GG Captiva 7 chegava ao mercado com motor 2.nada 16V Turbo Diesel VCDI com 150CV  e o V6 3.2 24V de 230CV 


  Em outubro de 2006 na linha 2007 chegavam duas novidades: era o AH Astra Twin Top, o cupê-conversível e sempre com o mesmo motor 2.2 16V de 150CV e o 2.nada 16V Turbo de 200CV do SRI e chegava o TK Barina Sedan importado da Coréia do Sul com o mesmo motor 1.6 16V de 103CV do Hatch. Já para a Captiva nada mudava.

                                                   





O AH Astra Twin-Top com motor 2.2 16V de 150CV e o 2.nada 16V Turbo e 200CV 

O TK Barina Sedan com o mesmo motor 1.6 16V de 103CV do Hatch

Em Outubro de 2007 na linha 2008 nada munda para o Barina, Viva e Astra, mas com o fim dos estoques do ZC Vectra,  chegava o EP Epica, com duas opções de motores ambas seis cilindros da família XK no caso o 2 litros 24V com 143CV e o 2.5 16V com 156CV e o câmbio era o manual de cinco marchas ou automático de quatro marchas.
                                                     
O EP Epica chegava ao mercado com seis cilindros 2 litros com 143CV e o 2.5 16V com 156CV 

 Em março de 2008 o Astra ganha facelift na grade dianteira, e o motor Ecotec 1.8 16V derivado da família I recebe comando de válvulas variável e vai a 140CV e estreava o Fiat Multijet 1.9 Turbo Diesel em duas configurações de potência: 120CV e 150CV e para o SRi e Twin Top mantém o motor 2.2 16V de 150CV e o 2.nada 16V Turbo de 200CV e o HSV VRX mantém o 2.nada 16V Turbo com 240CV era a linha 2009 do AH Astra.

                                                   
O AH Astra ganhava o facelift e o motor é o 1.8 16V passava a 140CV e o 1.9 Multijet Diesel da Fiat com 120CV ou 150CV.
O AH Astra SRi com motor 2.2 16V de 150CV e o 2.nada 16V Turbo com 200CV.

Em agosto de 2008 chegava a linha 2009 do EP Epica que perde o Cromado na Grade dianteira sem cromado e o motor 2.nada 16V Turbo Diesel de 150CV com quatro cilindros, esse atrelado ao câmbio manual de seis marchas.

                                           
O Epica ganhava nova grade dianteira e junto com ele o motor 2.nada 16V Turbo Diesel de 150CV.

 Em outubro de 2008 a vez do TK Barina ganhar nova grade dianteira, faróis, para-choques e lanternas e manteve o motor 1.6 16V de 103CV.

                                         
O TK Barina ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques e o motor é o 1.6 16V de 103CV 

 Em Fevereiro de 2009 a GG Captiva  de cinco lugares ganha uma opção de entrada com tração dianteira e câmbio manual de cinco marchas e o motor Família II 2.4 16V com 140CV, se está perguntando se é o mesmo motor do Vectra Elite entre 2005 e 2009,a resposta é sim, só que o nosso era Flex.Em Março de 2009 já como linha 2010 chegava o JG Cruze, importado da Coréia do Sul, duas opções de câmbio: manual ou automático de seis marchas, duas opções de motor: o Ecotec 1.8 16V derivado da família I com 140CV e o 2.nada 16V VCDi Turbo Diesel com 150CV ele substituía de uma vez o JF Viva e o AH Astra 
                                         
O JG Cruze chegava ao mercado com motor 1.8 16V de 140CV e o 2.nada 16V Turbo Diesel de 150CV 

 Em outubro de 2009 na linha 2010 o TK Barina segue sem alterações e o EP Epica abandonava o motor seis cilindros 2 litros 24V á gasolina.

AUSTRALIANO EM CARREIRA NO BRASIL como você sabe desde o final de 1998 a GMB importava o Omega da terra dos cangurus e como acontece com todo importado que muda no seu país de origem é assim: ou muda logo aqui ou deixa de ser importado, em Junho de 2001 chegava o Chevrolet Omega CD 3.8 mantendo o motor V6 3.8 de 200CV, o câmbio automático de quatro marchas e lógico com novos faróis e grade dianteira.

                                                 

                                               

Nova grade dianteira e novas lanternas, mas o motor V6 3.8 continuava com 200CV


Seguiu sem alterações até Março de 2003 quando veio nova grade dianteira,fárois, para-choques, novas lanternas e tampa do porta-malas, o Omega CD como sempre vinha com motor V6 3.8 de 200CV e o câmbio automático de quatro marchas.

                                             
Nova grade dianteira, faróis, para-choques, lanternas, tampa do porta-malas e mantendo o motor V6 3.8 com 200CV 

 E seguiu sem alterações até Março de 2005, quando trocou o V6 3.8 em favor do V6 3.6 24V de 258CV e o câmbio automático de quatro marchas deu lugar ao automático de cinco marchas.

                                               
O Omega CD ganha o motor V6 3.6 24V com 258CV 


E de novo segue sem alterações até Julho de 2007 na linha 2008 quando chega a nova geração com uma plataforma totalmente nova, mas mantém o câmbio automático de cinco marchas e o motor V6 3.6 24V mas agora com 254CV.

                                           


A terceira geração do Omega vendida no Brasil chega mantendo o motor V6 3.6 24V, mas agora com 254CV 


E seguiu sem alterações até outubro de 2009 quando teve suas importações suspensas, afinal estravam trabalhado na injeção direta.


TENTATIVA DE RENASCIMENTO COM A PRODUÇÃO LOCAL DO CRUZE, OS ÚLTIMOS COMMODORE, MAIS IMPORTADOS E O FIM DA PRODUÇÃO LOCAL:  Em outubro de 2010 na linha 2011 o Holden Commodore ganha um leve facelift  é o VE Commodore II, aliás basicamente é cromado na grade em algumas versões, os modelos HSV mudavam juntos, no caso agora o V6 3.6 24V de 243CV dava lugar agora ao V6 3 litros e 24 válvulas de injeção direta da família Alloytec com 253CV, o V6 3.6 24V de injeção direta que havia estreado no ano anterior é mantido de 286CV era mantido , assim como o V8 de 6 litros de 367CV e o V8 6.2 de 413CV para os modelos HSV e a reboque das mudanças o câmbio automático de quatro marchas e de cinco marchas davam lugar ao automático de seis marchas, agora toda a linha automática tinha câmbio automático de seis marchas, já o SS e os HSV estavam disponíveis a opção do manual de seis marchas. No mesmo mês Craig Lowndes e Mark Skaife vencem Bathurst com o VE Commodore.

                                                 
Pequenas mudanças no Commodore, na foto o SS com motor V8 6 litros de 367CV, mas nos modelos normais o V6 3.6 24V de injeção direta com 285CV e o V6 3 litros 24V de injeção direta com 253CV 

A Perua VE Commodore tinha os mesmos motores 

A Ute aqui na foto na versão SS com os mesmos motores. 

O HSV R8 Clubsport com o motor V8 6.2 de 413CV 

O HSV GTS com a dianteira "invocada" e o mesmo motor 

O HSV Senator com o mesmo motor do Clubsport e GTS 

A R8 Maloo com o mesmo motor do Senator, R8 Clubsport e GTS
A R8 Tourer Clubsport com o mesmo motor do sedã.

E o ano de 2010 seria o último ano de liderança de vendas do Commodore, afinal foi líder desde 1995, mas em 2011 o Mazda 3 toma de assalto a liderança, o Commodore tenta batalhar para ficar nos 10 mais vendidos e o arqui-rival Falcon que era o quinto mais vendido, agora se vê lá pelos 20 e aí tome pressões dos fabricantes e acabam ganhando ajuda e nessa ajuda, Em março de 2011 a Holden passa a produzir o Cruze na Austrália, era o JH Cruze que vinha nas carrocerias Hatch e Sedan de quatro portas, duas opções de câmbio: manual ou automático de seis marchas, três opções de motor: o Ecotec 1.8 16V de 141CV derivado da Família I, o Ecotec 1.4 16V Turbo de 140CV derivado da família 0 com turbo, intercooler e injeção direta disponível para o SRi e SRi-V e o 2.nada 16V Turbo Diesel de 163CV e para marcar a nacionalização do modelo nova grade dianteira.

                                                     
O JH Cruze Hatch chegava ao mercado com motor 1.8 16V de 141CV, 1.4 16V Turbo de 140CV e o 2.nada 16V Turbo Diesel de 163CV 

O JH Cruze Sedan com os mesmos motores do Hatch, aqui representado pela versão SRi e mais tarde ele recebia o 1.6 16V Turbo de 179CV 

 A nacionalização do modelo dá resultado, se torna o Holden mais vendido(desbancando o Commodore) e terceiro lugar geral atrás apenas de Mazda 3 e Toyota Corolla, em outubro de 2011 na linha 2012 nada muda nos modelos e em Bathurst Garth Tander e Kick Percat vencem Bathurst a bordo do VE Commodore, em outubro de 2012 na linha 2013 nada muda e em Bathurst Jamie Whincup e Paul Dumbrel vencem Bathurst, em  Julho de 2013 como linha 2014 chegava novos para-choques, faróis e novas lanternas para o Commodore era o VF Commodore, que chegava nas carroceria sedã, perua e ute(picape), nos motores o V6 de 3 litros e 24 válvulas com injeção direta passa a gerar 251CV, o V6 3.6 24V de injeção direta passava a gerar 285CV e o V8 de 6 litros que vinha desde o modelo VZ se mantinha nos 367CV, câmbio era manual ou automático ambos de seis marchas e pela primeira vez a perua recebia a versão SS 

                                                           
Nova grade dianteira, faróis, para-choques, lanternas e o motor V6 3 litros e 24 válvulas com injeção direta passa a gera 251CV, o V6 3.6 24V de injeção direta passa a gerar 285CV e o V8 de 6 litros com 367CV era o VF Commodore.

A versão SS chegava com o motor V8 de 6 litros de 367CV 

A VF Commodore Wagon chegava ao mercado com os mesmos motores do sedã 

A Wagon pela primeira vez ganha a versão SS 

A Ute estava disponível com o V6 3.6 24V de 285CV e o V8 de 6 litros com 367CV, aqui em versão básica.

A SS com motor V8 de 6 litros e 367CV 

 A linha não estava completa, na base o Cruze trocava o 1.4 16V Turbo pelo Ecotec 1.6 16V Turbo derivado da família I com 179CV isso em outubro de 2013 como linha 2014,  chegava o novo WN Caprice/Statesman com nova grade dianteira e para-choques, o câmbio era  o automático de seis marchas e o motor era o V6 3.6 24V de injeção direta de 285CV  e o V8 de 6 litros com 367CV.

                                                   
O JH Cruze troca o motor 1.4 16V Turbo de 140CV pelo 1.6 16V Turbo de 179CV aqui representado pelo Hatch 

O WN Caprice chegava ao mercado com motor V6 3.6 24V de injeção direta com 285CV e o V8 de 6 litros com 367CV 

 Infelizmente veio uma péssima notícia, a Ford seis meses antes havia anunciado o fim da fabricação de automóveis na Austrália em 2016, em outubro foi  vez da Holden anunciar o fim da produção de automáticos na Austrália, mas que seguiria importando modelos e lógico nessa história a Toyota também anuncia o fim da produção de automóveis na terra dos cangurus e no caso da Holden e da Toyota o encerramento da produção foi em 2017, mas bem antes ainda em outubro é apresentada a nova linha HSV, chegavam os modelos Clubsport,Clubsport R8, Clubsport R8 Tourer, Maloo, Maloo R8, Senator, Grange e GTS, duas opções de câmbio: manual u automático de seis marchas, a exceção do Grange que era automático de seis marchas apenas, já o motor V8 6.2 com comando de válvulas mais agressivo para o Clubsport, Senator e Maloo gerava 442CV, para Clubsport R8, Clubsport R8 Tourer, Maloo R8 e Grange chegava a configuração ainda mais agressiva desse motor com 462CV e por último para o GTS vinha o V8 6.2 Supercharger ou compressor volumétrico e com isso gera 585CV. Naquele ano era a primeira estreia com as bolhas dos carros e lógico a bolha do "FG" Falcon levou a melhor e venceu em 2013 e em 2014 também.

                                                          
O HSV Clubsport chegava ao mercado com motor V8 6.2 de 442CV e o Clubsport R8 com 462CV 

O HSV Clubsport R8 Tourer com o mesmo motor V8 6.2 de 462CV do R8 Sedan 

A HSV Maloo com motor V8 6.2 de 442CV e 462CV do R8.


O HSV GTS chegava ao mercado com motor V8 6.2 Supercharger de 585CV 

O HSV Grange chegava ao mercado com motor V8 6.2 de 462CV 

 Em setembro de 2014 na linha 2015 chegava a Maloo GTS com o mesmo motor V8 6.2 Supercharger de 585CV do sedã GTS e para o restante dos modelos nenhum alteração, a linha 2015 do Cruze australiano só chegaria em Janeiro de 2015, em Janeiro de 2015 o Cruze tanto na carroceria Hatch como Sedan recebe novo para-choque com faróis DRL(você sabe o Cruze nacional 2015? é o mesmo para-choque) e em outubro de 2015 na linha 2016 chegava a Série II do VF Commodore, apenas uma leve mudança no para-choque e  era a última que seria feita no modelo, nos motores o V6 de 3 litros e 24 válvulas com injeção direta volta a ter 252CV, o V6 3.6 24V de injeção direta vai a 285CV e o V8 6 litros dá lugar ao V8 6.2 de 413CV herdados dos antigos HSV e na mesma época Craig Lowndes e Steven Richards vencem a bordo da bolha do VF Commodore.


                                             
Um leve facelift, aqui o modelo na versão SS com motor V8 6.2 de 413CV , nos modelos normais além desse V8, vinha o V6 3.6 24V de injeção direta e 286CV e o V6 3 litros 24V de injeção direta com 252CV 

A Ute recebia alterações e o motores já citados no sedã 

A Sportswagon também recebia alterações e os mesmos motores do sedã 

Já para os modelos HSV tudo ficava inalterando. Em outubro de 2016 na linha 2017 o Cruze australiano deixa de ser produzido e a fabrica de motores V6 é fechada e o motor V6 passa a vir dos EUA como já era com o V8 e em Bathurst Will Davison e Johnaton Webb vence a bordo do VF Commodore.  Em Julho de 2017 como despedida dos modelos HSV, ela lança os modelos GTS-R e GTS-R W1, no caso a versão GTS não estava disponível para Perua, então a R8 Tourer sem alterações e com 462CV, voltando ao GTS-R o motor V8 6.2 Supercharger recebia alterações para gerar 591CV para o sedã e Maloo e o W1 assume em definitivo o carro mais potente e carro fabricado na terra dos cangurus, já que o Ford Falcon deu adeus um ano antes e lógico os Toyota Camry e Aurion jamais conseguiriam e saíam de cena no mesmo ano, o V8 6.2 Supercharger recebia alterações para gerar ótimos 644CV e o câmbio era apenas manual de seis marchas.

                                                 
A R8 Tourer com motor V8 6.2 de 462CV 

A Maloo GTS-R com motor V8 6.2 Supercharger de 591CV 

O HSV GTS-R W1 com motor V8 6.2 Supercharger de 644CV 

Um dia depois com a vitória da Bolha do VF Commodore em Bathurst David Reynolds e Luke Yolden, o último carro australiano sai da linhas de montagem é o último VF Commodore produzido e com ele o enterro da industria automobilista australiana, mas ainda não era o fim da marca australiana.

NOS IMPORTADOS NOVA GERAÇÃO DO BARINA, BARINA SPARK, SEQUENCIA DE VIDA DA CAPTIVA, MALIBU E COLORADO  Em Março de 2010 a Holden decide lançar um carro ainda menor que o Barina, é o Barina Spark que curiosamente não tem as duas letras antes do nome, apenas com câmbio manual de cinco marchas e o motor era o S-Tec II 1.2 16V que gerava 80CV ele já foi lançada como linha 2011.

                                                 
O Barina Spark importado da Coréia do Sul chegava ao mercado com motor 1.2 16V de 80CV mais tarde o motor ganha a opção de 86CV.

Em outubro de 2010 na muda nas linha 2011 de Cruze(que seria nacionalizado seis meses), Barina, Epica, Captiva e Colorado(não a geração que aqui no Brasil é S10), em Fevereiro de 2011 vem nova grade dianteira e junto com ela alterações nos motores: o Família II 2.4 16V dá lugar ao Ecotec 2.4 16V da família L0850 com 167CV, o 2.nada 16V Turbo Diesel dá lugar ao novo 2.2 16V CTDI com 184CV e agora estava disponível para o cinco lugares e o V6 3.2 24V dava lugar ao V6 3 litros 24V de injeção direta da família Alloytec com 258CV agora exclusivo do sete lugares  esse último motor era feito na Austrália e voltava debaixo do capô do utilitário esportivo sul-coreano. 

                                                           
O GG Captiva 5 com motores 2.4 16V de 167CV e o 2.2 16V Turbo Diesel de 184CV 

O GG Captiva 7 além dos motores da cinco lugares tinha o V6 3 litros e 24 válvulas de injeção direta e 258CV 

  Em novembro de 2011 na linha 2012 chegava a nova geração do Barina era o TM Barina, de início apenas com carroceria Hatch de quatro portas e câmbio manual de cinco marchas e o motor é o Ecotec 1.6 16V  derivado da família I com 116CV é basicamente o Chevrolet Sonic/Aveo vendido pela Holden.

                                                
O TM Barina chegava ao mercado com motor 1.6 16V de 116CV.

 Em Janeiro de 2012 chegava o TM Barina Sedan, com o mesmo motor 1.6 16V de 116CV e o mesmo câmbio manual de cinco marchas do Hatch.

                                                    
O TM Barina Sedan chegava ao mercado com motor 1.6 16V de 116CV 

 Em fevereiro de 2012 como linha 2013 o EP Epica dá lugar ao Malibu que assim com o Barina Spark não teve duas letras antes do nome, o câmbio era o automático de seis marchas e os motores eram o Ecotec 2.4 16V derivado da L0850 de 167CV já citado no Captiva e o 2.nada 16V Turbo Diesel de 159CV.

                                              
O Malibu chegava ao mercado australiano com motor 2.4 16V de 167CV e o 2.nada 16V Turbo Diesel de 159CV. 

Em março de 2012 é vez picape média(os australianos chamam picape de ute) Colorado chegar a terra dos cangurus, importado da Tailândia com opções cabine simples,  chassi- cabine, cabine estendida e cabine dupla, duas opções de câmbio: manual de cinco marchas e automático de seis marchas e apenas uma opção de motor: o Duramax 2.8 16V Turbo Diesel que aqui no Brasil conhecemos como Chevrolet CDTi com 180CV.

                                                  
A Holden Colorado chega ao mercado australiano com motor 2.8 16V Turbo Diesel de 180CV e mais tarde vai a 200CV 

 Em outubro de 2012 nada muda para a Malibu e Colorado que já foram lançados como modelos 2013, e estreia o utilitário esportivo Colorado 7 que era a versão TraiBlazer dos australianos e o motor era o mesmo 2.8 16V Turbo Diesel de 180CV da Colorado.

                                           
A Colorado 7 chega ao mercado com motor 2.8 16V Turbo Diesel de 180CV 

 Em novembro de 2012 como linha 2013 o TM Barina ganha a opção do câmbio automático de seis marchas na versão topo de linha e na versões básica o automático de quatro marchas e para a GG Captiva nada muda, Em Janeiro de 2013 o Barina Spark ganha nova grade dianteira, junto com ela a opção do câmbio automático de quatro marchas e o motor 1.2 16V de 86CV, com 80CV é mantido para o câmbio manual. Em Março de 2013 a Cruze Wagon passa a ser vendida na Austrália com motor 1.8 16V de 141CV e o 2.nada 16V Turbo Diesel de 163CV e o híbrido Volt passava a vir dos Estados Unidos com motor 1.4 16V de 84CV e o motor elétrico de 74CV e juntos geram 151CV.

                                                 
A JH Cruze Wagon vinha da Coréia do Sul com motores 1.8 16V de 141CV e o 2.nada 16V Turbo Diesel de 163CV

O Volt chegava a Austrália com motor 1.4 16V de 84CV e o elétrico de 74CV e juntos ele geram 151CV.

 Em Outubro de 2013 na linha 2014 o TM Barina ganhava a versão esportiva RS com motor 1.4 16V Turbo de 140CV e estreava o utilitário esportivo Trax que vinha com motor 1.8 16V de 141CV e 1.4 16V Turbo de 140CV do Barina RS e duas opções de câmbio: manual de cinco marchas ou automático de seis marchas, para o Barina RS apenas o câmbio manual de seis marchas, o Barina Spark nada muda e a Colorado e Colorado 7 trocam o câmbio manual de cinco marchas pelo de seis marchas e o motor 2.8 16V Turbo Diesel agora gerava 200CV.

                                                           
O TM Barina RS chegava ao mercado com motor 1.4 16V Turbo de 140CV 

O Trax chegava ao mercado com motor 1.8 16V de 141CV e 1.4 16V Turbo de 140CV 

Em outubro de 2014 na linha 2015 nada muda para Barina Spark, Barina, Cruze Wagon, Malibu, Captiva, Volt, Colorado e Colorado 7. Em outubro de 2015 na linha 2016 o TM Barina Hatch ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choque dianteira, a versão RS dá adeus e com ela o motor 1.4 16V Turbo de 140CV só ficou o 1.6 16V de 116CV e o Sedan também dava adeus do mercado australiano só ficando o Hatch. Barina Spark e Malibu dão adeus do mercado australiano.

                                                    
O TM Barina ganhava o facelift e o motor era o 1.6 16V de 116CV. 

 Em março de 2016 param as exportações do motor V6 para a Coréia do Sul, assim a Captiva passa a vir com o motor norte-americano, em outubro de 2016 com fim do Cruze australiano, a Holden importa o BK Astra Hatch de Bélgica, o câmbio é automático de seis marchas e duas opções de motor: o 1.4 16V Turbo de 150CV da família SGE e o 1.6 16V Turbo da família MGE ambos com injeção direta e no último 200CV. Não era a única novidade, o Trax ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques e o novo motor 1.4 16V Turbo de 150CV do BK Astra, no lugar do 1.8 16V e do antigo 1.4 16V Turbo e a outra novidade importada da Tailândia era o facelift da Colorado a chegada da TrailBlazer, na verdade a Colorado 7 agora ficava com o nome original, manteve o câmbio manual ou automático de seis marchas e o motor 2.8 16V Turbo Diesel de 200CV.

                                                   
A Colorado recebe um facelift, mas mantém o motor 2.8 16V Turbo Diesel de 200CV 

A Colorado 7 muda de nome e passa se chamar.... Trailblazer.

O BK Astra chega ao mercado com motor 1.4 16V Turbo de 150CV e o 1.6 16V Turbo de 200CV ambos de injeção direta.  
O Trax recebe facelift e o motor agora é o 1.4 16V Turbo de 150CV 


Em Julho de 2017 a segunda geração do Cruze chegava ao mercado australiano como BL Astra Sedan, com câmbio automático de seis marchas e o motor 1.4 16V Turbo de 150CV e o 1.6 16V Turbo de 200CV do Hatch, o Sedã vinha da Coréia do Sul.

                                           
O BL Astra Sedan chegava ao mercado com motor 1.4 16V Turbo de 150CV e o 1.6 16V Turbo de 200CV 


AS ÚLTIMAS TEMPORADAS DE UM AUSTRALIANO NO BRASIL se dá em outubro de 2010 como linha 2011 depois de um tendo suas importações suspensas por causa da injeção direta, ele chega com a série especial Fittipaldi, em homenagem ao bicampeão de Formula 1, o motor V6 3.6 24V de injeção direta agora gerava 292CV e o câmbio automático de cinco marchas deu lugar ao de seis marchas, tudo bem é um carro com credenciais excelentes, mas pela história do Emerson merecia vir com motor V8, mas tudo bem, não dá para negar que os 292CV estão ótimos para o carro.

                                                
O Chevrolet Omega CD Fitipaldi chegava ao mercado com motor V6 3.6 24V de injeção direta e 292CV 

O Curioso que a GM passou a usar o nome Elite na época para as versões topo de linha, e depois LTZ e muito mais tarde Premier, mas o Omega se manteve na CD, em outubro de 2011 na linha 2012 nada muda e em Dezembro de 2012 ele dá adeus em definitivo do mercado brasileiro, não seria o adeus da plataforma Zeta, por que o Camaro seguiria com ela até 2016 quando trocaria a geração.

O COMEÇO DO FIM COM O OPEL INSIGNIA REBATIZADO DE ZB COMMODORE, O ADEUS DO BARINA E O FIM DA PRÓPRIA HOLDEN em outubro de 2017 na linha 2018 três novidades, a primeira e mais marcante é o ZB Commodore que era importado da Alemanha e era um  Opel Insignia rebatizado, vinha nas carrocerias Liftback, perua(Sportswagon) e Perua com suspensão elevada batida de Tourer, nos câmbio o automático de oito ou nove marchas, três opções de motor: o primeiro é o Ecotec 2.nada 16V Turbo derivado da família L0850 de 260CV e atrelado ao câmbio de nove marchas, a segunda opção é o 2.nada 16V Turbo CTDI que é o turbo diesel que gera 170CV e esse atrelado ao câmbio de oito marchas e por último a VXR que tinha com tração integral, câmbio automático de nove marchas e o motor V6 3.6 24V da família HF Alloytec que gera 319CV.

                                              
O ZB Commodore chega ao mercado importado da Alemanha e com três opções de motores: o 2.nada 16V Turbo de 260CV, o 2.nada 16V Turbo Diesel de 170CV e o V6 3.6 24V de injeção direta exclusivo do VXR com 319CV e tração integral.

A Perua ZB Commodore com os mesmos motores do sedã.


A matéria histórica da atual geração S10 que engloba a Holden Colorado  .  e não era a única novidade a GG Captiva deixa de ser importada da Coréia do Sul e dava adeus ao mercado australiano, a versão de sete lugares era substituída pela Acadia norte-americana e de cinco lugares pelo Equinox, Mexicano, sim o Holden Equinox é feito no México como o Chevrolet Equinox vendido aqui e lá na terra dos cangurus ele tinha três opções de motores: o 1.5 16V Turbo e injeção direta de 172CV atrelado ao câmbio automático de seis marchas, o 1.6 16V Turbo Diesel de 136CV também atrelado ao câmbio automático de seis marchas e o 2.nada 16V Turbo de 260CV atrelado ao câmbio automático de nove marchas.

                                                 
O Equinox chegava a Austrália com motor 1.5 16V Turbo de 172CV, 1.6 16V Turbo Diesel de 100CV e o 2.nada 16V Turbo de 260CV 

 Na época eu pensei "do jeito que anda, vai acontecer o que aconteceu com a Daewoo sul-coreana que virou Chevrolet Korea", mas em outubro de 2018 o Barina dá adeus ao mercado australiano sem deixar sucessor, assim o menor carro era o Astra e na mesma época o BL Astra Sedan dá adeus ao mercado australiano. Em outubro de 2019 na linha 2020 a marca anuncia que vai parar de importar o Astra e o Commodore, só vai focar nos SUV e Picapes já que o modelo mais vendido era a picape Colorado.  


    Só que aí vem a bomba: Em Fevereiro de 2020 a GM anuncia que vai se retirar da Austrália, Nova Zelândia  e com isso o fim da Holden e de quebra vai se retirar do mercado Tailandês também a Chevrolet Tailândia também.

   A Marca que motorizou os Australianos, teve diversos modelos, alianças com Nissan e Toyota locais, Inclusive muitos modelos Holden como o Gemini de primeira geração, o Camira, a primeira e a segunda geração do Commodore são parente de Chevette, Monza e Opala(sim, lembre-se a base do Rekord E foi herdada do C o entre -eixos de 2.67 metros o eixo rígido na suspensão traseira) respectivamente e além é claro o próprio Omega de segunda e terceira geração vendidos aqui, vê o seu fim, para mim já estava enterrada de 2017 vivendo com modelos importados, mas esse final trágico ninguém esperava, o choque foi grande. Ao menos a última vitória em Bathurst em 2018 foi a bolha do ZB Commodore com Craig Lowndes e Steven Richards, aliás desde 1992 um estrangeiro não vence Bathurst, em 2019. Enfim a Holden está morta e enterrada.



                                             




                                                  

                                               


                                    

  

                                             





                                                   

                                           






                                                 

                                              

      

                                           



                                          

                                                     

                                                     

                                                       

                    








                                                      



                                                            

                                            

                                              








                                              

        

                       

                                               

                                            

                                            

                                               

                                             

                                 





                                             

                                                   



            

         
                          



        




                              

                                                     






                                                    

             


                                                

                    

                                          

                                              


Comentários