FIAT COMEMORA 45 ANOS DE BRASIL E DE SUA FÁBRICA DE BETIM-MG


 FIAT COMEMORA 45 ANOS COM A LIDERANÇA DO MERCADO BRASILEIRO E COMEÇO DA PRODUÇÃO DO PULSE 

A Fiat comemora 45 anos no Brasil e olha só a Fiat ganhou um presente de aniversário: A liderança do mercado brasileiro. 

   Além é claro de começar a produzir o Pulse seu primeiro utilitário esportivo, a fábrica de Betim-MG também completa 45 anos e lá são produzidos os modelos Mobi, Uno, Argo, Dobló, Grand Siena, Fiorino e nova Strada. A Toro é feita em Goiana, Pernambuco, o Cronos vem da Argentina e a Ducato vem do México. A fábrica de Betim produz os motores Fire 1.nada e 1.4, GSE FireFly três cilindros 1.nada e 1.3 e GSE Turbo 270 1.3 e está começando a produzir o novo GSE Turbo três cilindros que vai estrear no Pulse.

                                                         
O 147 foi o primeiro modelo da Fiat produzido no Brasil e em Betim-MG 

A Fiat ao contrário de Volkswagen, Ford e Chevrolet que se instalaram no ABC Paulista, a Fiat foi um pouco mais longe e hoje tem os maiores polos automotivos e é a sede do Grupo Stellantis na América do Sul. 

                                                             1976-1980 
A Fiat estreia no mercado brasileiro em 1976 mais precisamente em outubro daquele ano com o 147 produzido em Betim-MG 
                                                                147 
                                            
O 147 Rallye contava com motor 1300 mais potente(72CV brutos)

O primeiro Fiat chegava ao mercado de início no motor 1050 

Em outubro de 1976 chegava o 147 como linha 1977, de início única opção de acabamento, única opção de câmbio: manual de quatro marchas e única opção de motor: o Fiasa 1050 com bloco de ferro, cabeçote de alumínio e comando de válvulas simples no cabeçote acionado por correia dentada e com isso gerava 7.8KGFM a 3800RPM e 57CV a 5800RPM eram valores brutos como todos os carros da época. Em outubro de 1977 na linha 1978 ele ganhava as versões GL e GLS e antiga versão única virava L, Em outubro de 1978 na linha 1979 estreava o motor Fiasa 1300 de mesma concepção do 1050, aliás na época os carros digamos 1000 pagavam mais imposto, então 1050 foi uma forma de fugir de maior taxação e voltando ao 1300 ele gerava 10.8KGFM a 3800RPM e 61CV a 5800RPM e para o esportivo Rallye estreava esse motor com carburador de corpo duplo e com isso passou a gerar 10.8KGFM a 4000RPM e 72CV a 5800RPM e em Março de 1979 chegava o Fiasa 1300 á álcool era o primeiro carro nacional á álcool e com isso ele gerava 11.6KGFM a 3200RPM e 70CV a 5200RPM não estava disponível para o Rallye, em outubro de 1979 na linha 1980 ele recebe uma reestilização com nova grade dianteira, faróis, para-choques e as versões de acabamento continuam L,GL,GLS e Rallye e essa última ganhava opção do motor á álcool, mas com carburador de corpo simples e não duplo como era o modelo á gasolina. A história seguirá na década de 1980.

                                                
O 147 Rallye ganhava novo visual e o motor 1300 á gasolina era mantido e ganhava o 1300 á álcool, mas com carburador de corpo simples e 70CV 

As versões normais também mudam, mantém os 1050 e 1300 á gasolina e seis meses depois o 1300 á álcool. 

                                                                  147 PICK-UP 
                                           
                                        

A primeira picape leve do mercado nacional chegava em outubro de 1977 como linha 1978 era a 147 Pick-up, chamada de "caçambinha" era um 147 "cortado" o câmbio era o mesmo manual de quatro marchas assim como o motor Fiasa 1050, em outubro de 1978 na linha 1979 nada muda, em outubro de 1979 na linha 1980 ela ganhou o Fiasa 1300 á gasolina.

                                                      1980-1990 
Ampliação da família 147, chegada do Uno, o começo do fim da família e lógico aqui começa a história de dois modelos mais longevos da marca italiana no Brasil.

                                                       147/SPAZIO 
                                             

Ele entrou na década de 1980 renovado no visual, como já foi mostrado acima, em outubro de 1980 na linha 1981 a L virava C, a GL virava CL, a GLS virava Top e a Rallye virava Racing, mas sem alterações mecânicas, mas a potência agora era revelada em valores líquidos: o 1050 agora gerava 7.3KGFM a 3000RPM e 51CV a 5600RPM, o 1300 á gasolina agora gerava 9.6KGFM a 3000RPM e 56CV a 5250RPM, o 1300 á álcool gerava 9.9KGFM a 3000RPM e 56CV a 5500RPM e o 1300 á gasolina com carburador de corpo duplo exclusivo do Racing com 10.2KGFM a 3250RPM e 64CV a 5500RPM, Em outubro de 1981 na linha 1982 nada muda, Em outubro de 1982 na linha 1983 ele ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques e lanternas e um novo nome: Spazio, disponível nas versões CL,CLS e TR, ele estreava o câmbio manual de cinco marchas opcional na CL e CLS e de série no TR e o 147 era mantido com o visual antigo nas versões C e CL e com câmbio de quatro marchas apenas, já nos motores o Fiasa 1050 agora gerava 7.7KGFM a 3200RPM e 52CV a 5600RPM, o Fiasa 1300 á gasolina gerava 10KGFM a 3200RPM e 58CV a 5200RPM, o Fiasa 1300 á álcool com carburador de corpo simples gerava 10KGFM a 2600RPM e 60CV a 5200RPM e por fim o Fiasa 1300 á gasolina com carburador de corpo duplo exclusivo do Spazio TR com 10.4KGFM a 3000RPM e 71CV a 5600RPM e agora a potência era em valores líquidos.
 
                                            
O Spazio TR com motor 1300 com carburador de corpo duplo á gasolina e 71CV 

Em outubro de 1983 na linha 1984 nada muda, em outubro de 1984 na linha 1985 com a chegada do Uno, o Spazio dá adeus e o 147 herda o visual do Spazio e se mantém nas versões C e CL e nos motores, além de ganhar a opção do câmbio manual de cinco marchas para o motor 1300, mantém os 1050 á gasolina, 1300 á gasolina e 1300 á álcool, mas ele dá o seu adeus em outubro de 1986 sucedido em definitivo pelo Uno.

                                                           147 PICK-UP/CITY 
                                                

A 147 Pick-up estreava na década de 1980 já com o motor 1300, em outubro de 1980 na linha 1981 nada muda, em outubro de 1981 na linha 1982 ela cresce no comprimento e a capacidade de carga de 500KG, câmbio manual de quatro marchas e o motor Fiasa 1300 á gasolina e estreava o Fiasa 1300 á álcool já citado no 147, o 1050 dá adeus. Em Outubro de 1982 na linha 1983 ela passa se chamar City herdando a dianteira do 147 da linha 1980, o câmbio continuava o mesmo e os motores continuavam os mesmos 1300 á gasolina e a álcool.

                                             
A Picape 147 renova visual e agora é chamada City 

Em outubro de 1983 na linha 1984 nada muda, em outubro de 1984 na linha 1985 a City ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques herdados do Spazio, ela ganhava o câmbio manual de cinco marchas e o motor 1300 á gasolina e e a álcool já citados no 147 sem alterações.

                                             
A City ganhava novo visual e câmbio manual de cinco marchas 

Em outubro de 1985 na linha 1986 nada muda, em outubro de 1986 na linha 1987 nada muda, em outubro de 1987 na linha 1988 nada muda e em Agosto de 1988 ela dá adeus e no seu lugar entra a Fiorino Pick-up que depois citaremos.

                                                        PANORAMA 
                                            
 

A Família 147 é ampliada com a perua Panorama lançada em Março de 1980 nas versões C e CL, o câmbio era manual de quatro marchas e o motor era o Fiasa 1300 á gasolina ou á álcool dos 147, em outubro de 1980 na linha 1981 nada muda, afinal era recém-lançada, em outubro de 1981 na linha 1982 nada muda, em outubro de 1982 na linha 1983 nada muda, em Março de 1983 ela recebe nova grade dianteira, faróis e lanternas herdados do Spazio e a opção do câmbio manual de cinco marchas. Já o motor era o Fiasa 1300 á gasolina ou 1300 á álcool.

                                              
A Panorama ganha novo visual e câmbio manual de cinco marchas como opção. 

Em outubro de 1983 na linha 1984 recém renovada sem alterações, em outubro de 1984 na linha 1985 nada muda, em outubro de 1985 na linha 1986 nada muda e em março de 1986 ela dá lugar a Elba derivada do Uno e com isso o seu adeus no mercado.

                                                     FIORINO FURGÃO 
                                              
 

A Fiorino Furgão é o modelo mais longevo da Fiat brasileira, mas calma são três gerações completamente distintas. A primeira derivada do 147 foi lançada em outubro de 1980 na linha 1981 e no motor Fiasa 1300 á gasolina do Hatch, em outubro de 1981 na linha 1982 ela ganhava a opção do Fiasa 1300 á álcool , em outubro de 1982 na linha 1983 ela herda a grade dianteira e faróis do 147 da linha 1980 e ganha a opção Setegorini, que levava cinco pessoas, pena que não fez sucesso na época, a Fiat repetiria a receita com Dobló 20 anos depois.

                                              
A Fiorino recebe novo visual e a opção Settegorini para passageiros 

Em outubro de 1983 na linha 1984 o Settegorini dá adeus, em Outubro de 1984 na linha 1985 ela ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques herdados do Spazio e a opção do câmbio manual de cinco marchas e os motores continuavam o Fiasa 1300 á gasolina e 1300 á álcool.

                                                         
O Fiorino ganhava novo visual e câmbio manual de cinco marchas, mas mantinha os motores 

Em outubro de 1985 na linha 1986 nada muda, em outubro de 1986 na linha 1987 sem alterações, em outubro de 1987 na linha 1988 sem alterações e em Agosto de 1988 chegava o fim o último derivado do 147, mas a Fiorino sobrevivia e agora era derivada do Uno no mês seguinte, era a segunda geração da Fiorino, o câmbio era manual de cinco marchas e o motores eram os Fiasa 1300 á gasolina e a álcool herdados do Uno e esse por sua vez do 147 era linha 1989 da Fiorino e assim a família Uno estava completa.

                                               
A Fiorino agora era derivada do Uno e de início estreava com o Fiasa 1300 á gasolina e 1300 á álcool, mais tarde recebia o 1500 á gasolina de 67CV e á álcool de 71CV 


Em outubro de 1989 na linha 1990 o motor Fiasa 1300 dá lugar ao Fiasa 1500 que á gasolina gerava 11.7KGFM a 2750RPM e 67CV a 4700RPM e o Fiasa 1500 á álcool gerava 12.9KGFM a 2750RPM e 71CV a 4700RPM e lógico sempre com carburador de corpo duplo.

                                                           OGGI 
                                    

O último membro da família 147 a aparecer foi o sedã Oggi, vinha apenas na versão de acabamento CS, câmbio manual de quatro ou manual de cinco marchas e o motor Fiasa 1300 á gasolina e 1300 á álcool já citado no 147 em Março de 1983, em outubro daquele ano é lançada a linha 1984 e sem  mudanças, óbvio era recém-lançado, em Agosto de 1984 na linha 1985 para homologação do campeonato brasileiro de marcas, a Fiat fábrica e vende 300 unidades do Oggi CSS, o câmbio é manual de cinco marchas e fazia a estreia do Fiasa 1400 á álcool com carburador de corpo duplo e com isso gerava 11.4KGFM a 3000RPM e 78CV a 5600RPM era o Fiat mais potente fabricado no Brasil até então.

                                                  
O Oggi CSS chega ao mercado com motor 1400 á álcool de 78CV 

Em março de 1985 ele dá lugar ao Premio derivado do Uno.


                                                            UNO
                                          


Em Agosto de 1984 já como linha 1985 a Fiat lança o carro que sucederia o 147 e seria um dos mais longevos Fiat brasileiros, o Uno que chega ao mercado apenas com duas portas, nas versões S e CS, duas opções de câmbio: manual de quatro ou de cinco marchas e três opções de motor: O Fiasa 1050 á gasolina herdado do 147 que gerava 7.8KGFM a 3200RPM e 50CV a 5600RPM, o Fiasa 1300 á gasolina com 9KGFM a 2600RPM e 58CV a 5600RPM e o 1300 á álcool que gerava 10KGFM a 2600RPM e 60CV a 5600RPM todos com carburador de corpo simples, a linha é completa em outubro pelo SX que trazia carburador de corpo duplo para o Fiasa 1300 na versão á gasolina gerava 10.6KGFM a 3000RPM e 71CV a 5600RPM e o 1300 á álcool gerava os mesmo 10.6KGFM a 3600RPM no torque e gerava 70CV a 5600RPM era menos potente que o modelo á gasolina.

                                                 
O Uno SX chegava ao mercado com motor 1300 com carburador de corpo duplo e 71CV na versão á gasolina e 70CV na versão á álcool 

Em outubro de 1985 na linha 1986 nada muda, em outubro de 1986 na linha 1987 o Uno perde a versão SX e ganha a 1.5 R, o câmbio é manual de cinco marchas, o motor é Fiat ACT(Alberim Came Testa) 1500 chamado popularmente de Sevel 1500 só que no Uno ganhou comando de válvulas mais agressivo e lógico manteve o carburador de corpo duplo, com bloco de ferro, cabeçote de alumínio, comando de válvulas simples no cabeçote acionado por correia dentada importado da Argentina ele gerava 12.9KGFM a 3500RPM e 86CV a 5600RPM e ele era apenas á álcool e assim assumia o posto de Fiat nacional mais potente até então.

                                               
O Uno 1.5 R chegava o mercado com motor Sevel 1500 á álcool de 86CV 

Em outubro de 1987 na linha 1988 nada muda, em outubro de 1988 na linha 1989 nada muda, em outubro de 1989 na linha 1990 o Uno abandona os Fiasa 1050 e 1300 em favor do novo Fiasa 1500 já citado na Fiorino Furgão, no caso os últimos modelos, mas vou citar de novo: gerava 11.7KGFM a 2750RPM e 67CV a 4700RPM no 1500 á gasolina e 12.9KGFM a 2750RPM e 71CV a 4700RPM na versão á álcool e o 1.5 R agora virava 1.6 R graças ao novo motor Fiat ACT/Sevel 1600  que no modelo á gasolina gerava 13.2KGFM a 3250RPM e 84CV a 5600RPM e no modelo á álcool gerava 13.7KGFM a 3250RPM e 88CV a 5600RPM, lógico que ao contrário do 1.5 R não contava com comando de válvulas mais agressivo, agora era um comando de válvulas comum.

                                                        
Na linha normal o Uno recebe o motor 1500 de 67CV com gasolina e 71CV com álcool e o 1.5 R agora era 1.6 R e gerava 84CV na versão á gasolina e 88CV na versão á álcool 

                                                              PREMIO
                                                

A família Uno ganhava mais um representante em Março de 1985 era o sedã Premio, de início disponível na carroceria duas portas, nas versões S e CS de acabamento, o câmbio era manual de quatro marchas ou opcional de cinco marchas para o 1300 e de série para o 1500, nos motores três opções: O Fiasa 1300 á gasolina já citado no Uno, o 1300 á álcool já citado também no Uno e o estreante Fiat ACT (Alberim Came Testa) Sevel 1500 importado da Argentina é o mesmo que já citei acima no Uno 1.5 R, mas estreou no Premio e com comando de válvulas mais manso e que gerava 12.3KGFM a 3000RPM e 71CV a 5500RPM e ele era apenas á álcool. Em outubro de 1985 na linha 1986 nada muda, afinal era recém-lançado, em outubro de 1986 na linha 1987 o Premio ganhava a opção de quatro portas e junto com ela a opção de acabamento CSL mais luxuosa, mas continuavam os mesmos motores.

                                               
O Prêmio ganhava opção das quatro portas a reboque trazendo a versão de acabamento CSL e mais tarde ele recebia o motor 1600 á gasolina de 84CV e  1600 á álcool de 88CV

Em outubro de 1987 na linha 1988 ele recebe o comando de válvulas do Uno 1.5 R para o CSL e com isso passou a gerar 86CV e era apenas á álcool. Em outubro de 1988 na linha 1989 a versão CSL ganhava o motor Sevel 1500 á gasolina de 12.8KGFM a 3500RPM e 82CV a 5600RPM, em outubro de 1989 na linha 1990 o 1300 dá lugar ao Fiasa 1500 já citado no Uno, já o antigo Sevel 1500 dá lugar ao novo Sevel 1600 tanto á gasolina como á álcool já citado no Uno 1.6 R.

                                                               ELBA
                                        
 

Em março de 1986 a família Uno é ampliada com a perua Elba, as versões de acabamento eram C e CS, duas opções de câmbio: manual de quatro ou de cinco marchas, três opções de motores: Fiasa 1300 á gasolina, Fiasa 1300 á álcool já citados no Uno e o Sevel 1500 á álcool já citado no Premio, o motor maior só podia vir com câmbio manual de cinco marchas. Em outubro de 1986 na linha 1987 mesmo a Elba sendo um lançamento recente ela ganha a opção mais luxuosa CSL. Em Outubro de 1987 na linha 1988 a versão CSL recebe no motor 1500 o comando de válvulas mais agressivo do Uno 1.5 R e com isso vai a 86CV já foi citado em detalhes no Premio, em outubro de 1988 na linha 1989 para a versão CSL ganhava a opção do Sevel 1500 á gasolina de 82CV já citado no Premio e em outubro de 1989 na linha 1990 ele ganha a opção de quatro portas, naquela época só o Volkswagen Quantum derivada do Santana era de quatro portas, ela ganhou para a versão CSL, o motor 1300 dá lugar ao Fiasa 1500 já citado no Uno, o Sevel 1500 dá lugar ao Sevel 1600 já citado no Uno 1.6 R é o mesmo motor.

                                               
A Elba ganhava opção das quatro portas para a versão CSL e junto com ela o motor 1600 já citado no Uno 1.6 R de 84CV na versão á gasolina e 88CV na versão álcool.

                                                        FIORINO PICK-UP 
                                           

Em Julho de 1988 chegava o penúltimo membro da família Uno(no caso a Fiorino Furgão foi o último, mas aí já viu acima), era a Fiorino Pick-up, que tinha câmbio manual de quatro marchas ou manual de cinco marchas e os motores Fiasa 1300 á gasolina e 1300 á álcool já citado no Uno. Em Outubro daquele ano é lançado a linha 1989 sem mudanças, só a chegada do Furgão. Em Abril de 1989 chegava a opção luxuosa LX que marcava a estreia do motor Fiasa 1500 que daqui a alguns meses apareceria no Uno e nas versões de entrada da Fiorino, tanto a gasolina como á álcool, em outubro de 1989 na linha 1990 o Fiasa 1300 dá lugar ao Fiasa 1500 da LX e a LX recebe o Fiat/ACT Sevel 1600 já citado no Uno 1.6 R, agora o câmbio era apenas manual de cinco marchas, o mesmo vale para Uno,Prêmio e  Fiorino Furgão.


                                                                1990-2000 
A sequencia da família Uno, a chegada dos importados, a chegada aos modelos médios, a chegada do Palio e de seus familiares e a escalada de posições no mercado, além da estreia do motor 1000.

                                                                UNO
                                                       
 

O Uno entrou na década nas versões S,CS e 1.6R, nos motores Fiasa 1500 á gasolina ,Fiasa 1500 á álcool, Sevel 1600 á gasolina e 1600 á álcool. Em agosto de 1990 a Fiat inaugurava linha 1991 com o Mille, o motor Fiasa 1050 era reduzido ao Fiasa 1000 aproveitando a recente mudança na legislação que se mantém até hoje e dotado de carburador de corpo simples gerava 7.4KGFM a 3000RPM e 48CV a 5700RPM e câmbio só manual de quatro marchas.  Em setembro de 1990 é lançada a linha 1991 para os modelos S,CS e R, nova grade dianteira, faróis e para-choques, mas sem mudanças mecânicas, em Março de 1991 a Fiat trazia da Argentina o Uno CSL com quatro portas e o motor Sevel 1600 apenas á gasolina com 80CV.

                                                               
O CSL vinha da Argentina com quatro portas e o motor 1600 á gasolina de 80CV 

Em outubro de 1991 na linha 1992 a Fiat instala catalizador nos seus modelos, no caso do Uno Mille a potência cai para 47CV, no caso dos modelos equipados com o motor Fiasa 1500 agora gerava 11KGFM a 3000RPM e 61CV a 5500RPM, o Fiasa 1500 á álcool agora gerava 12KGFM a 3000RPM e 67CV a 5500RPM, o Sevel 1600 á gasolina agora gerava 13KGFM a 3000RPM e 80CV a 5500RPM e o Sevel 1600 á álcool gerava 13.8KGFM a 3800RPM e 86CV a 5600RPM esses dois últimos exclusivos do 1.6 R e CSL quatro portas(esse último apenas á gasolina) e estreava o Fiasa 1500 i.e de injeção eletrônica monoponto no lugar do carburador de corpo duplo e com isso ele gerava 12KGFM a 3000RPM e 67CV a 5500RPM, em outubro de 1992 na linha 1993 duas novidades, a primeira era o Fiasa 1500 de injeção monoponto á álcool que gerava 13KGFM a 3000RPM e 73CV a 5000RPM e o 1.6 R ganhava a injeção multiponto no motor 1600 á gasolina e agora gerava 13KGFM a 3500RPM e 92CV a 5750RPM, o Sevel 1600 á álcool dá adeus, o Sevel 1600 á gasolina com carburador segue no CSL. Na mesma época o Uno Mille ganhava a versão Eletronic, com ignição eletrônica e a retirada do catalizador e ganhava carburador de corpo duplo  e com isso passou a gerar 8KGFM a 3250RPM e 56CV a 6000RPM, mas depois descobriu que ele poluía mais do que a lei permitia e aí foi aplicada a multa na Fiat, mas isso descobriu anos depois quando ele tinha já recebido a injeção eletrônica. Voltando ao Uno Mille Eletronic ele passa a ter opção das  quatro portas, assim como a CS 1.5 também.

                                                  
O 1.6 R Mpi chegava ao mercado com motor 1600 de injeção multiponto e 92CV
O Uno Mille Eletronic chegava ao mercado com motor 1000 de 56CV 

Em outubro de 1993 na linha 1994 nada muda, em Março de 1994 como resposta a chegada do Chevrolet Corsa, o Uno Mille ELX com visual herdado dos irmãos mais caros(S,CS,CSL e R por exemplo), o Uno Mille Eletronic é "rebaixado" e aí o Uno Mille convencional dá adeus, em Abril de 1994 chegava o primeiro carro turbo de fábrica, era o Fiat Uno Turbo com motor ACT 1400(Alberim Came Testa) dotado de Turbo importado da Itália, é basicamente um parente dos Sevel só que com turbo, intercooler, pistões e bielas forjadas e com isso passou a gerar 17KGFM a 3500RPM e 116CV a 6000RPM, para aguentar tanta força ele herdou os freios do Tempra(sim já vamos citar ela por aqui), torre entre os amortecedores, o câmbio como sempre era manual de cinco marchas e a injeção era multiponto.

                                                  
O Uno Turbo chegava ao mercado com motor 1.4 Turbo de 116CV 

O Uno Turbo seria o carro mais rápido do país no lançamento, em agosto de 1994 o Uno ganhava uma novo câmbio(bem melhor) e em outubro de 1994 na linha 1995 o 1500 com carburador de corpo duplo dá adeus, o CSL e o R são substituídos pelo 1.6 Mpi que herdava o motor do 1.6 R Mpi e tinha opção das quatro portas, com o Turbo não havia necessidade de mais um esportivo na linha. Em agosto de 1995 na linha 1996 chegava o Uno Mille EP que recebia injeção eletrônica monoponto no motor Fiasa 1000 e com isso gerava 8.2KGFM a 3000RPM e 58CV a 6000RPM, em Fevereiro de 1996 o Uno Mille Eletronic dava lugar ao Uno Mille i.e dotado do motor de injeção eletrônica herdado do EP, em Abril de 1996 com o lançamento do Palio(sim vamos falar sobre ele), as versões S,CS, 1.6 mpi e Turbo do Uno dão adeus ao mercado e só ficavam no mercado a Mille i.e e a EP, em Outubro de 1996 na linha 1997 o Uno Mille i.e e EP são substituídos pelo Uno Mille SX que tinha opção de duas ou quatro portas e mantinha a opção de câmbio e de motor.

                                                
O Uno Mille SX chegava ao mercado e o motor era o Fiasa 1000 de injeção monoponto e 58CV 

Especulava-se na época que o Palio substituiria de vez o Uno, em 1991 a Fiat havia ultrapassado a Ford e em 1996 era vez da Chevrolet ser ultrapassada, mas não foi isso que ocorreu, afinal o Uno segue vivo até hoje em outra geração, em outubro de 1997 na linha 1998 ele ganhava a versão EX que ficou abaixo da EX, em outubro de 1998 na linha 1999 era vez do Uno Mille ficar só na EX e além do Fiasa 1000 i.e á gasolina, ele ganhava opção do Fiasa 1000 mpi á álcool de 8.6KGFM a 3000RPM e 61CV a 6000RPM. Em outubro de 1999 na linha 2000 ele não teve alterações, ficou vendendo bem o que permitiu anos mais tarde a chegada da segunda geração.

                                                            PREMIO/DUNA 
                                                      
 

O Premio entrava na década nas versões S,CS e CSL, nas opções de carroceria de duas e quatro portas, no caso a quatro portas era exclusiva da CSL e nos motores Fiasa 1500 á gasolina, Fiasa 1500 á álcool, Sevel 1600 á gasolina e Sevel 1600 á álcool, a CS era única que podia vir com os dois motores, a S só no 1500 e a CSL só com o 1600. Em outubro de 1990 na linha 1991 ele ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques, mas sem mudanças mecânicas. Em outubro de 1991 na linha 1992 chegou a vez do catalizador e aí o 1500 á gasolina caia para 61CV, o 1500 á álcool caia para 67CV, o 1600 á gasolina caia para 80CV e o 1600 á álcool caia para 86CV e  estreava o motor Fiasa 1500 i.e de injeção monoponto e 67CV todos já citados em detalhes no Uno. Estreava também a opção de acabamento SL, Em Outubro de 1992 na linha 1993 estreava o motor Fiasa 1500 i.e á álcool de 73CV já citado em detalhes no Uno e ele perdia a opção de acabamento SL. Em Outubro de 1993 na linha 1994 a versão CSL ganhava o Sevel 1600 ACT dotado de injeção eletrônica monoponto e que gerava 13.2KGFM a 3000RPM e 82CV a 5750RPM e lógico o câmbio era sempre manual de cinco marchas. Em Outubro de 1994 na linha 1995 ele passava a vir da Argentina e mudava de nome: se chamava Duna, na Argentina ele tinha esse nome e quando era exportado para Itália também e agora só com motor 1600 i.e. Em Outubro de 1995 ele dava adeus e seria substituído pelo Siena dois anos mais tarde.

                                                             ELBA
                                             
 

A Elba entrava na década nas versões, S,CS e CSL, essa última com a recente opção das quatro portas, quatro opções de motores: Fiasa 1500 á gasolina, Fiasa 1500 á álcool, Sevel 1600 á gasolina e Sevel 1600 á álcool, no caso dos dois últimos apenas para a CSL. Em outubro de 1990 na linha 1991 ele recebe nova grade dianteira, faróis e para-choques, mas sem mudanças mecânicas, em outubro de 1991 na linha 1992 os motores ganhavam catalizador, o 1500 á gasolina gerava 61CV, o 1500 á álcool gerava 67CV, o 1600 á gasolina gerava 80CV e o 1600 á álcool gerava 86CV e estreava o 1500 i.e de injeção monoponto e 67CV apenas á gasolina e estreava a versão de acabamento Weekend para a Elba que atrelava os motores 1500 a opção das quatro portas, em Outubro de 1992 na linha 1993 ganhava a versão 1500 de injeção monoponto á álcool de 73CV, em Outubro de 1993 na linha 1994 a versão CSL ganhava o 1600 de injeção monoponto já citado no Premio. Em Outubro de 1994 na linha 1995 a Elba perde a opção da carroceria duas portas e só ficam duas versões de acabamento: Weekend e 1.6 mpi, a primeira mantém o Fiasa  1500 i.e á gasolina e a álcool e a 1.6 mpi como diz o nome estreava o Sevel 1600 mpi de 92CV já citado em detalhes no Uno. Em Outubro de 1995 na linha 1996 sem alterações e em outubro de 1996 ela dá o seu adeus, deixando o caminho livre para a Palio Weekend que chegava cinco meses depois.

                                                            FIORINO PICK-UP 
                                                   
  

A Fiorino Pick-up entrou na década em duas versões: Básica e LX, quatro opções de motores: Fiasa 1500 á gasolina, Fiasa 1500 á álcool, Sevel 1600 á gasolina e Sevel 1600 á álcool, os dois últimos da versão LX e os dois primeiros da versão básica. Em outubro de 1990 na linha 1991 ela recebe nova grade dianteira, faróis e para-choques, mas sem mudanças mecânicas, Em outubro de 1991 na linha 1992 ela recebe o catalizador o Fiasa 1500 á gasolina passou a gerar 61CV, o Fiasa 1500 á álcool 67CV, o Sevel 1600 á gasolina 80CV e o Sevel 1600 á álcool 86CV, em outubro de 1992 na linha 1993 nada muda, em outubro de 1993 na linha 1994 ela ganhava opção do Fiasa 1000 do Uno Eletronic com 56CV, recebia o Fiasa 1500 de injeção monoponto á gasolina com 67CV e a versão á álcool com 73CV e para a LX estreava o Sevel 1600 de injeção monoponto e 82CV herdados de Premio e Elba. Em Outubro de 1994 na linha 1995 a Fiorino troca a suspensão traseira e ganha entre -eixos maior, no caso a suspensão agora era eixo rígido com feixe de molas, contra Independente tipo McPherson com feixe de molas na traseira, e a versão de entrada virava Working, estreava a Trekking essas com motor Fiasa 1500 de injeção monoponto e a LX ganhava a injeção eletrônica multiponto no motor Sevel 1600mpi e com isso 92CV que está em detalhes no Uno 1.6 R e o motor 1000 dá o seu adeus. Em Outubro de 1996 na linha 1997 ela perde a versão LX, mas a Working e Trekking ganham a injeção multiponto no motor Fiasa 1500 mpi e agora gerava 12.1KGFM a 2750RPM e 76CV a 5000RPM de quebra nova grade dianteira.

                                                          
A Fiorino Working chegava ao mercado com nova grade dianteira(aqui ainda era antiga) e o motor Fiasa 1500 de injeção multiponto e 76CV 

Em outubro de 1997 na linha 1998 ela não tem alterações e em outubro de 1998 ela dá o seu adeus e o lugar a Strada.

                                                        FIORINO FURGÃO 
                                                

O Fiorino Furgão entra na década de 1990 com motores Fiasa 1500 á gasolina e Fiasa 1500 á álcool. Em outubro de 1990 na linha 1991 nova grade dianteira, faróis e para-choques, em outubro de 1991 na linha 1992 ela ganha catalizador e o 1500 á gasolina passava a gerar 61CV e o 1500 á álcool gerava 67CV, em outubro de 1992 na linha 1993 nada muda, em outubro de 1993 na linha 1994 ela recebe a opção do Fiasa 1000 de 56CV do Uno Mille Eletronic e o Fiasa 1500 i.e de injeção monoponto á gasolina de 67CV e o 1500 i.e de injeção monoponto a álcool de 73CV. em  Outubro de 1994 na linha 1995 assim como ocorreu com a Pick-up troca a suspensão traseira já citada na Pick-up e perde a opção do motor Fiasa 1000 só ficando o 1500. Em Outubro de 1995 na linha 1996 nada muda, em outubro  de 1996 na linha 1997 ela recebe nova grade dianteira e junto com ela a injeção multiponto ao motor Fiasa 1500 e com isso 76CV e já foi citado o torque. Em Outubro de 1997 na linha 1998 sem alterações e em outubro de 1998  na linha 1999 e ganhava o Fiasa 1500mpi á álcool de 13KGFM a 3000RPM e 77CV a 5600RPM. Em Outubro de 1999 na linha 2000 sem alterações.

                                                                   TEMPRA
                                                  
  

A Fiat lança seu modelo mais sofisticado até então, é o sedã médio Tempra, ele vinha em duas versões de acabamento: Básica e Ouro, apenas câmbio manual de cinco marchas, a Básica ficou conhecido no mercado como "Prata" e duas opções de motor era a estreia do Fiat 2ACT 2000 ou Bialbero, com bloco de ferro, cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas no cabeçote acionado por correia dentada importado da Argentina ficou conhecido como "Sevel 2000" onde equipava o Regatta, que foi substituído pelo próprio Tempra mineiro naquele mercado na versão á gasolina gerava 16.9KGFM a 3000RPM e 99CV a 5250RPM e na versão á álcool gerava 17.9KGFM a 3000RPM e os mesmos 99CV a 5250RPM. Ele foi lançado em outubro de 1991 como linha 1992 e lógico já com catalizador. Em outubro de 1992 na linha 1993 ele ganhava a opção da carroceria duas portas, o câmbio era encurtado.

                                            
O duas portas chamado de cupê pela Fiat chegava ao mercado 

Em março de 1993 a Fiat dava um golpe em GMB e Autolatina, lançava o Tempra 16V, com quatro válvulas por cilindro e injeção eletrônica multiponto no Sevel 2000 agora ele gerava 18.4KGFM a 4750RPM e 127CV a 5750RPM(diz a lenda que a potência real era de 134CV para não pagar mais imposto) e o motor era importado da Argentina, agora o Tempra andava bem, mas havia um preço a pagar: em baixas rotações ele era apagado, só ia lá pelos 3500RPM, em outubro de 1993 na linha 1994, a versões Básica e Ouro são adeus, a 2.nada 8V herdada o acabamento da Básica, ao passo que a 2.nada 16V herdava a Ouro. Em Maio de 1994 antecipando a linha 1995 com nova grade dianteira, faróis e para-choques, o motor 2.nada de 8 válvulas ganhava injeção eletrônica monoponto, no modelo á gasolina gerava 16.5KGFM a 3000RPM e 105CV a 5250RPM e a versão á álcool gerava 17.6KGFM a 3000RPM e 110CV a 5500RPM, o 2.nada 16V era mantido sem alterações e estreava o carro mais rápido do país , destronando o Uno Turbo e também sendo o mais veloz do país, destronado o Omega CD 3 litros, era o Tempra Turbo, o motor Sevel 2000 2ACT com cabeçote de 8 válvulas, recebeu injeção multiponto e é claro um turbo e com isso passou a gerar 26.5KGFM a 3000RPM e 165CV a 5250RPM e o câmbio como sempre manual de cinco marchas e essa versão incialmente só com carroceria duas portas. O motor era importado da Argentina

                                                            
O Tempra Turbo chegava ao mercado com motor 2.nada Turbo de 165CV 


Para as outras versões nova grade dianteira, o 2.nada 16V sem mudanças, o 2.nada de 8 válvulas recebia injeção monoponto e passava a gerar 105CV na versão á gasolina e 110CV na versão á álcool. 

Em outubro de 1994 chegava o Stile que trazia o motor 2.nada 16V Turbo atrelado as quatro portas. Em Outubro de 1995 na linha 1996 o 2.nada i.e á álcool dá o seu adeus, como a opção de carroceria duas portas, naquele ano ele derruba o Monza e assume a liderança do segmento, em outubro de 1996 na linha 1997 ele ganhava nova lanterna traseira, e outra mudança na grade dianteira, agora ele vinha em três versões de acabamento: SX,HLX e Stile Turbo, os motores 2.nada i.e á gasolina, 2.nada 16V e 2.nada 16V Turbo são mantidos e com isso ele fica assim: SX 2.nada i.e, SX 2.nada 16V, HLX 2.nada 16V e Stile Turbo 2.nada 16V.

                                                            
O Tempra recebe mudanças nas lanternas traseiras e nova grade dianteira e aqui na versão Stille Turbo com motor 2.nada Turbo de 165CV 

As versões SX e HLX recebem alterações visuais, nos motores o 2.nada de injeção monoponto e 105CV para o SX e o 2.nada 16V para as duas. 

Em outubro de 1997 na linha 1998 a SX perdia o motor 2.nada 16V ficando restrito a HLX, em abril de 1998 é lançado o facelift com nova grade dianteira, faróis, para-choques e lanternas, a versão Turbo dá adeus, só fica o 2.nada de injeção monoponto e o 2.nada 16V era o canto do cisne para o Tempra.

                                                 
O Tempra ganhava alterações visuais como nova grade, faróis, para-choques e agora apenas nos motores 2.nada de injeção monoponto e o 2.nada 16V 

Em outubro de 1998 ele dá adeus para dar lugar ao Marea de vez, mas os estoques acabam em Fevereiro de 1999 quando ele dá o seu adeus de vez. 
 

                                                            TIPO 
                                           
  

O Tipo chegou ao mercado como importado em 1993, mas depois eu entro em detalhes, agora é apenas o modelo  nacional que chegou ao mercado em fevereiro de 1996 apenas com câmbio manual de seis marchas e apenas uma opção de motor: O Sevel ACT 1600 mpi que gerava 13KGFM a 3500RPM e 92CV a 5750RPM importado da Argentina, era a única assim como a carroceria quatro portas, mas o Tipo nacional nunca decolou nas vendas, em outubro de 1996 na linha 1997 nada muda e em Julho de 1997 ele dá adeus ao mercado, seu lugar seria ocupado pelo Brava dois anos depois. 


                                                          PALIO
                                             

O Palio chegava ao mercado em Abril de 1996 nas versões EL e 16V, nas opções de carroceria duas e quatro portas, câmbio manual de cinco marchas e duas opções de motores a primeira era o Fiasa 1500mpi de injeção eletrônica multiponto fabricado no Brasil que gerava 12.1KGFM a 2750RPM e 76CV a 5000RPM e a segunda opção era o Torque 1.6 16V importado da Itália, era basicamente um ACT 1600 transformado em 2ACT com duplo comando de válvulas no cabeçote acionado por correia dentada, bloco de ferro e cabeçote de alumínio e com isso gerava 15.1KGFM a 4500RPM e 106CV a 5500RPM e em agosto de 1996 inaugurando a linha 1997 estreava as versões ED e EDX, com câmbio manual de cinco marchas e o motor Fiasa  1000 mpi de injeção eletrônica multiponto e com isso gerava 8KGFM a 3000RPM e 61CV a 6000RPM. Em Outubro de 1997 na linha 1998 nada muda, Em fevereiro de 1998 ele recebe o ACT 1600 ou Sevel 1600 de injeção monoponto importado da Argentina no lugar do 1.5 para a versão EL e com isso ele passou a gerar 13.2KGFM a 3000RPM e 82CV a 5750RPM, em outubro de 1998 na linha 1999 as versões mudam de nome, a ED é substituída pela EX, a EDX e a EL são substituídas pela ELX, só a 16V que não muda de nome, o motor Fiasa 1000mpi era mantido e disponível nas versões EX e ELX, a primeira era única que mantinha a opção duas portas, estreava o Fiasa 1500 mpi á álcool que gerava 13KGFM a 3000RPM e 77CV a 5600RPM, o Sevel 1600 recebe injeção eletrônica multiponto e agora gerava 13KGFM a 3500RPM e 92CV a 5750RPM e esse motores estão disponíveis apenas para a ELX e a 16V era mantida com o mesmo motor 1.6 16V, em outubro de 1999 na linha 2000 nada muda no modelo.
     
                                                              PALIO WEEKEND 
                                            
 

Em Fevereiro de 1997 chegava o segundo modelo da família Palio era a perua Palio Weekend que tinha em três versões de acabamento: Básica, Stile e Sport, câmbio manual  de cinco marchas e duas opções de motores: o Fiasa 1500 mpi e o Torque 1.6 16V ambos já citados em detalhes no Hatch e a Básica era única que podia vir com os dois motores, as outras versões apenas com o 1.6 16V. Em outubro de 1997 na linha 1998 sem alterações, afinal era recém-lançada, em outubro de 1998 na linha 1998 a versão Básica virava ELX e ela troca o motor Fiasa 1500 mpi á gasolina pelos Fiasa 1500 mpi á álcool já citado no hatch e o Sevel 1600 mpi á gasolina já citado no Hatch, o 1.6 16V era mantido. Em fevereiro de 1999 chegava a opção da seis marchas, com câmbio manual de seis marchas, mas atrelado ao motor Fiasa 1000mpi de 61CV já ditado em detalhes no Hatch.Em outubro de 1999 na linha 2000 a ELX 1.6 16V dava adeus e estreava a Adventure com suspensão elevada e maior altura do solo, visual aventureiro  e o motor era o Sevel 1600 mpi á gasolina.

                                                      
A Palio Weekend Adventure chegava ao mercado com motor 1600 mpi de 92CV 

                                                               SIENA
                                            
 

Em outubro de 1997 fabricado na fábrica de Ferreyra, Argentina chegava o sedã Siena, ele vinha em duas versões de acabamento: EL e HL,  duas opções de motor: O Sevel 1600 de injeção monoponto e 82CV já citado no Palio e o 1.6 16V já citado em detalhe no Palio, o EL vinha com o 1.6 monoponto e o HL com o 1.6 16V, em Abril de 1998 a linha é ampliada com o Siena Stile esse motor 1.6 16V, o câmbio sempre era manual de cinco marchas, em Agosto de 1998 inaugurando a linha 1999 chegava a versão seis marchas que tinha câmbio manual de seis marchas, mas atrelado ao motor Fiasa 1000mpi de 61CV atrelado no Hatch, em outubro de 1998 a linha 1999 é completa a versão EL dá lugar a ELX e além de estrear o Fiasa 1500mpi á álcool já citado no Hatch o Sevel 1600 ganhava injeção eletrônica multiponto e o Stile seguia com o motor 1.6 16V. Em  Outubro de 1999 na linha 2000 a produção passa a ser transferida para Betim-MG ele perde a opção do motor  1.6 16V e a versão Stile, só ficando a seis marchas 1.0 mpi  e a ELX.

                                                             STRADA
                                                  
  

O último integrante da família Palio chegava ao mercado em outubro de 1998 na linha 1999 era a picape Strada que chegava com câmbio manual de cinco marchas e três opções de acabamento: Working, Trekking e LX, a primeira era equipada com o motor Fiasa 1500mpi tanto á gasolina como á álcool já citado no Palio, a Trekking com motor Sevel 1600mpi e a LX com motor 1.6 16V todos já ditado no Palio. Em Julho de 1999 inaugurando a linha 2000 a Strada inova ganhando a opção da cabine estendida para as versões Working e LX.

                                               
A Strada ganhava a opção de cabine estendida para as versões Working com motor 1.5 mpi de 76CV á gasolina e 77CV á álcool e a LX com motor 1.6 16V de 106CV.

                                                                   MAREA 
                                             
  

O Marea chegava ao mercado em Maio de 1998 fabricado em Betim-MG, ele chegava nas versões ELX e HLX, câmbio manual de cinco marchas e o moderno motor Fivetech cinco cilindros 2.nada 20V da família Pratola Serra com bloco de ferro, cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas variável no cabeçote acionado por correia dentada, arvore contra-rotativa de balanceamento e era importado da Itália, mas pagou o seu preço pela manutenção cara e com isso gerava 18.1KGFM a 5000RPM e 142CV a 6000RPM, além do motor ele tinha 50% dos componentes importados da Alemanha e ele já foi lançado como linha 1999, em outubro de 1998 a linha é ampliada com o SX que tinha o 2.nada 20V cinco cilindros, mas sem o comando de válvulas variável e com isso gerava 17.9KGFM a 5000RPM e 127CV a 6000RPM e chegava o carro  nacional mais potente daquela época e ficaria oito anos com esse título e dentro da Fiat só perderia para a Toro 2.4 no álcool em 2016, era o Marea Turbo, o motor Fivetech cinco cilindros 2.nada 20V veio do Coupé italiano, lá ele rendia 220CV, mas no Brasil para poupar ajustes profundos em freios e suspensão ele passou a gerar 27KGFM a 2750RPM e 182CV a 6000RPM.

                                                          
O Marea Turbo chegava ao mercado com motor cinco cilindros 2.nada 20V Turbo de 182CV 

Em outubro de 1999 na linha 2000 o Marea trocava o Fivetech 2.nada 20V "estrangulado" pelo 1.8 16V da família FREE com bloco de ferro, cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas no cabeçote acionado por correia dentada e coletores variáveis(VIS) e com isso passou a gerar 16KGFM a 4000RPM e 127CV a 6000RPM disponíveis para as versões SX e ELX do Marea  e ganha Air Bag duplo lateral como opcional para o HLX e o Turbo.

                                                        MAREA WEEKEND
                                              


A Perua faz sua estreia importada da Itália, mas em outubro de 1998 ela passa a ser feita em Betim-MG com as mesmas versões de acabamento do sedã: SX, ELX, HLX e Turbo(sim a perua teve versão Turbo), câmbio manual de cinco marchas e os motores Fivetech 2.nada 20V de 127CV para  SX, FiveTech 2.nada 20V de 142CV para ELX e HLX e 182CV para a Turbo que usava o Fivetech 2.nada 20V Turbo e será para sempre a perua nacional mais potente, afinal a última perua nacional deu adeus em 2020(depois eu explico....),  Em Outubro de 1999 na linha 2000 ela trocava o Fivetech 2.nada 20V de 127CV pelo 1.8 16V de 127CV já citado no sedã.

                                                              BRAVA
                                                  
  

Em setembro de 1999 na linha 2000 estreava o Hatchback Brava apenas de quatro portas, duas opções de acabamento: SX e ELX, apenas câmbio manual de cinco marchas e o motor Torque 1.6 16V herdado do Palio só que aqui calibrado para gerar 14.8KGFM a 4750RPM e 99CV a 6000RPM para pegar menos imposto.

                                                       IMPORTADOS 
Com a abertura diversos modelos da Argentina, Itália e Turquia vieram ao Brasil, mas no caso dos Argentinos eles estão junto com os nacionais.

                                                       TIPO
                                              
  

O Tipo chegava importado da Itália em Agosto de 1993 na linha 1994 apenas com carrocerias duas portas e o motor era o ACT 1600 de injeção monoponto, popularmente conhecido como "Sevel 1600", mas no caso do Tipo italiano o motor era feito na Itália e com isso gerava 13.3KGFM a 3000RPM e 82CV a 5750RPM, aliás curiosamente na terra do Maradona, ele é chamado de "Motor Tipo" e câmbio era sempre manual de cinco marchas, o Tipo é um caso curioso de modelo que fez mais sucesso como importado do que como nacional. Diante do sucesso em Julho de 1994 na linha 1995 a Fiat trouxe mais opções, a carroceria quatro portas que tinha a versão de acabamento "Básica" essa motor 1600 i.e e a segunda era a SLX, que estreava o 2ACT 2000 de injeção multiponto, que nós conhecemos no Tempra, mas no sedã fabricado em Betim-MG o motor vinha da Argentina sem arvores contra-rotativas e no italiano ele sempre teve isso e com isso gerava 16KGFM a 3000RPM e 109CV a 5750RPM.

                                             
O Tipo ganhava a opção quatro portas e a reboque a versão SLX com motor 2.nada mpi de 109CV 

Em outubro de 1994 graças ao Plano Real e ao "Populismo cambial" a Fiat aproveitou para trazer mais novidades da terra do Ricardo Patrese, o esportivo Tipo Sedicivalvole chega ao mercado, o nome é 16 válvulas em italiano, o câmbio sempre manual de cinco marchas e o motor 2ACT 2000 16V além da injeção multiponto contava com arvore contra-rotativa, coisa que o Tempra 16V que tinha motor vindo da Argentina não tinha e com isso ele gerava 18.4KGFM a 4500RPM e 137CV a 6500RPM.

                                               
O Tipo Sedicivalvole chegava ao mercado com motor 2.nada 16V de 137CV 

Em outubro de 1995 na linha 1996 o Tipo deixava ser fabricado na Itália e com isso o Brasil sobrevivia dos estoques até a chegada do modelo nacional em fevereiro, só que os 12 incêndios registrados no Tipo 1.6 i.e italiano, acabou respingando no modelo nacional que não vendeu bem.

                                                             TEMPRA S.W  
                                                   
 

Aproveitando o dólar barato na época, em outubro de 1994 a Fiat trouxe a Tempra S.W apenas na versão SLX, com câmbio manual de cinco marchas, o motor era o 2ACT 2000 de injeção multiponto(MPI) já citado no Tipo SLX com 16KGFM a 3000RPM e 109CV a 5750RPM, em outubro de 1995 na linha 1996 nada muda, em outubro de 1996 na linha 1997 ela passa a vir da Turquia, já uqe na Itália não era mais fabricada, em outubro de 1997 na linha 1998 ela dá adeus ao mercado brasileiro.

                                                                     COUPÉ 
                                             

O Coupé chegava ao mercado importado da Itália, em outubro de 1994 na linha 1995, câmbio manual de cinco marchas e o motor 2ACT 2000 16V do Tipo Sedicivalvole com 18.4KGFM a 4500RPM e 137CV a 6500RPM, em outubro de 1995 na linha 1996 nada muda, em outubro de 1996 na linha 1997 nada muda e em outubro de 1998 na linha 1999 ele dá adeus ao mercado.

                                                              DUCATO 
                                                     

Com o dólar ainda barato, a Fiat aproveita para trazer a Ducato importada da Itália em Janeiro de 1998, nas versões Passageiros e Carga, o câmbio era manual de cinco marchas e duas opções á diesel era o Fiat-Sofim 2.8 com bloco de ferro, cabeçote de alumínio, comando de válvulas no cabeçote acionado por correia dentada e bomba injetora, ela tinha versão aspirada("maçarico") que gerava 18.3KGFM a 2000RPM e 87CV a 4000RPM e a Turbo que gerava 29KGFM a 1800RPM e 122CV a 3800RPM. Em outubro de 1998 na linha 1999 nada muda, em outubro de 1999 na linha 2000 ela segue sem alterações.

                                                          MAREA WEEKEND 
                                                
 

Em Maio de 1998 já como linha 1999 a Fiat importa a Marea Weekend da Itália, apenas com câmbio manual de cinco marchas, duas opções de acabamento: ELX e HLX e no motor cinco cilindros Fivetech Pratola Serra 2.nada 20V que gera 18.1KGFM a 5000RPM e 142CV a 6000RPM, em outubro de 1998 a perua é nacionalizada e com isso ela deixa de ser importada.

                                                      2000-2010 
A chegada a liderança, a renovação de modelos, a chegada de novos modelos, motores Chevrolet, câmbio automático no Marea e outras novidades.

                                                      UNO 
                                           
  

Contrariando previsões, o Uno entrou na década de 2000 na versão Mille EX, câmbio manual de cinco marchas e os motores Fiasa 1000 de injeção monoponto á gasolina e Fiasa 1000 mpi de injeção multiponto á álcool, em Junho de 2000 ele ganhava nova grade dianteira e recebia um novo nome: Smart e o motor Fiasa 1000 de injeção monoponto á gasolina passa a gerar 57CV, mas mantinha o torque era linha 2001 do Uno. 

                                                     
O Uno Mille Smart ganhava nova grade dianteira e mais tarde trocava o símbolo e o motor passa a ser o novo 1.nada de 55CV 

Em Junho de 2001 na linha 2002 ele muda de nome e passa se chamar Uno Mille Fire, ele trocava o Fiasa 1000 i.e á gasolina e 1000 mpi á álcool pelo Fire 1.nada com bloco de ferro(sub-bloco de alumínio), comando de válvulas simples no cabeçote acionado por correia dentada e com isso ele  gerava  8.5KGFM a 2500RPM e 55CV a 5500RPM esse apenas á gasolina era a linha 2002 do modelo e o símbolo passa a ser o novo símbolo redondo da marca, em outubro de 2002 na linha 2003 nada muda, em outubro de 2003 na linha 2004 sem alterações, em Junho de 2004 como linha 2005 ele ganhava uma reestilização com nova grade dianteira, faróis, para-choques e lanternas, o câmbio continuava o manual de cinco marchas, assim como o motor Fire 1.nada.

                                                        
Nova grade dianteira, faróis, para-choques e o motor continuava o 1.nada de 55CV mais tarde virava Flex e ia a 65CV com gasolina e 66CV com álcool 


 Em Junho de 2005 na linha 2006 ele ganhava novo para-choque e o motor passava a ser o Fire 1.nada virava Flex e passava a gerar  9.1KGFM a 3000RPM e 65CV a 6000RPM e com álcool passava a gera 9.2KGFM e 66CV nas mesmas rotações e era linha 2006, em outubro de 2006 na linha 2007 sem alterações, em outubro de 2007 na linha 2008 sem alterações, em agosto de 2008 na linha 2009 ele ganhava mais uma mudança na grade dianteira e o novo símbolo da Fiat, alongamento do câmbio para ficar mais econômico era o Uno Mille Economy e ganha a versão fora de estrada leve Way com suspensão elevada, o motor continuava o Fire 1.nada sem alterações.

                                                     
O Uno Mille Way chegava o mercado com motor 1.nada de 65CV com gasolina e 66CV com álcool e a suspensão elevada era um diferencial. 

O Uno Mille Economy com o mesmo motor 

Em outubro de 2009 na linha 2010 ele não tinha alterações e sempre vendendo bem, tanto que acabaria ganhando mais uma geração na década de seguinte.

                                                                FIORINO  
                                               

A Fiorino entrou na década de 2000 com os motores Fiasa 1500 mpi á gasolina de 76CV e 1500 mpi á álcool de 77CV, em Julho de 2000 na linha 2001 ele receberia nova grade dianteira como a da foto acima, em Julho de 2001 na linha 2002 ele receberia o símbolo redondo, em outubro de 2002 na linha 2003 nada muda, em Julho de 2003 na linha 2004 o Fiasa 1500 mpi á gasolina e a álcool dão adeus são substituídos pelo Fire 1.3 á gasolina, de quase a mesma concepção do 1.nada só perde o sub-bloco de alumínio e com isso gerava 11.4KGFM a 2250RPM e 67CV a 5500RPM, em Outubro de 2004 na linha 2005 nova grade dianteira, faróis e para-choques, aliás o câmbio sempre era manual de cinco marchas, o motor Fire 1.3 é mantido.

                                                
A Fiorino recebe nova grade dianteira, faróis e para-choques e o motor é o mesmo Fire 1.3 que se tornaria Flex e vai a 70CV com gasolina e 71CV com álcool 

Em dezembro de 2005 chegava na linha 2006 o motor Fire 1.3 Flex que agora gerava 11.4KGFM a 2250RPM e 70CV a 5500RPM com gasolina e com álcool vai a 11.6KGFM e 71CV nas mesmas rotações, em outubro de 2006 na linha 2007 nada muda, em outubro de 2007 na linha 2008 nada muda, em outubro de 2008 na linha 2009 ela ganhava o novo símbolo da Fiat e em outubro de 2009 na linha 2010 nada muda.

                                                        PALIO
                                            
  


O Palio entrava na década nas versões EX, ELX e 16V, nos motores Fiasa 1000 mpi de 61CV, Fiasa 1000mpi á álcool também de 61CV,Fiasa 1500 mpi á álcool de 77CV, Sevel/ACT 1600 mpi de 92CV e Torque 1.6 16V de 106CV, sempre com câmbio manual de quatro marchas e carroceria de duas e quatro portas e com isso a oferta era assim: EX 1.nada duas portas, EX 1.nada 4 portas, ELX 1.nada 4 portas, ELX 1.5 mpi á álcool quatro portas, ELX 1.6 mpi quatro portas e 1.6 16V quatro portas, mas o fabricante de Betim-MG ampliou as versões já em Fevereiro de 2000 com a versão Citymatic com motor Fiasa 1000mpi e embreagem automática, o câmbio era manual, mas dispensava a embreagem, em Abril era vez do Fire 1.3 16V chegar ao Palio de mesma concepção do 1.nada já citado no Mille, mas com duplo comando de válvulas no cabeçote acionado por correia dentada(e mantendo o sub-bloco de alumínio) ele passou a gerar 12KGFM a 4000RPM e 80CV a 5500RPM, em Agosto de 2000 estreando a linha 2001 chegava a versão Young com duas e quatro portas que herdaria a carroceria antiga do Palio e o motor Fiasa 1000mpi tanto á gasolina como á álcool. Em setembro de 2000 para as versões EX ,ELX e Stile, ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques e novas lanternas e até 2cm a mais no entre -eixos , por causa do novo visual, nos motores as novidades, estreava o Fire 1.nada de 8.5KGFM a 2500RPM e 55CV a 5500RPM para a versão EX, o Fire 1.nada 16V com duplo comando de válvulas no cabeçote e cabeçote  de 16 válvulas que gerava 9.6KGFM a 4000RPM e 70CV a 5500RPM, o Fire 1.3 16V era mantido e o torque 1.6 16V também e aí as versões eram EX 1.nada duas e quatro portas, ELX 1.nada 16V, ELX 1.3 16V e a Stile 1.6 16V, ou seja para o Palio novo o Fiasa 1000 dava lugar aos Fire 1.nada e 1.nada 16V, o Fire 1.3 16V e o Torque 1.6 16V foram os únicos que sobraram e o Fiasa 1500 mpi álcool e o Sevel ACT 1600 mpi dão o seu adeus.

                                              
O Palio ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques e os motores agora eram o 1.nada de 55CV, 1.nada 16V de 70CV, 1.3 16V de 80CV e o 1.6 16V de 106CV 

Em setembro de 2001 na linha 2002 o Young, trocava o motor Fiasa 1000mpi pelo Fire 1.nada, as versões 1.3 e 1.6 16V ganham o "1.3" e "1.6" na lateral e voltava o Fiasa 1500mpi á álcool de 77CV a linha Palio, em Junho de 2002 como linha 2003 o Palio Young dava lugar ao Palio Fire que herdava a carroceria nova, em Setembro de 2002 na linha 2003 ele recebe como opção o motor Fire 1.3 que perdeu o sub-bloco de alumínio que passou a gerar 11.4KGFM a 2250RPM e 67CV a 5500RPM, em Março de 2003 ele perde a versão de acabamento Stile e só fica a EX e ELX, nos motores o Fire 1.nada segue, o Fire 1.3 também, já o Fire 1.3 16V e o Torque 1.6 16V dão adeus e entra no lugar desse último o Família I 1.8 de origem Chevrolet com bloco de ferro, cabeçote de alumínio, comando de válvulas simples no cabeçote acionado por correia dentada que gerava 17KGFM a 2800RPM e 103CV a 5500RPM esse motor era fabricado em São Caetano do Sul-SP e em Betim-MG recebia injeção eletrônica, em Novembro de 2003 na linha 2004 ele ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques, novas lanternas e novo interior, ele agora estava disponível nas versões ELX e HLX, com três opções de motores: o Fire 1.nada que agora gerava 9.1KGFM a 3000RPM e 65CV a 6000RPM, o Fire 1.3 Flex que gerava 11.4KGFM a 2250RPM e 70CV a 5500RPM e com álcool vai a 11.6KGFM e 71CV nas mesmas rotações e para o HLX o motor Família I 1.8 era mantido.

                                                         
O Palio recebia nova grade dianteira, faróis, para-choques e novas lanternas, tampa do porta-malas e o motor  1.nada passava a 65CV, o  1.3 virava Flex e passava 70CV com gasolina e 71CV com álcool e o 1.8 de 103CV era mantido, mais tarde o 1.8 virava flex indo a 106CV com gasolina e 110CV com álcool e o 1.nada também virava Flex e passa a 65CV com gasolina e 66CV com álcool e o 1.4 Flex de 80CV com gasolina e 81CV com álcool

Em Janeiro de 2004 o Palio Fire com a carroceria antiga ganhava as alterações no motor Fire 1.nada com 65CV, em abril de 2004 como linha 2005 era vez do Palio receber o motor Família I 1.8 Flex na versão HLX e com isso passou a gerar 17.3KGFM a 3000RPM e 106CV a 5500RPM com gasolina e com álcool vai a 18.2KGFM e 110CV nas mesmas rotações, em Abril de 2005 como linha 2006 o Palio Fire recebia o motor Fire 1.nada Flex que passava a gerar 9.1KGFM a 3000RPM e 65CV a 5500RPM e com álcool vai a 9.2KGFM e 66CV nas mesmas rotações, em Junho de 2005 a linha 2006 é ampliada com o Fire 1.4 para o ELX voltava o sub-bloco de alumínio e de mesma concepção dos outros Fire 8 válvulas ele passou a gerar 12.2KGFM a 2250RPM e 80CV a 5500RPM com gasolina e com álcool vai a 12.4KGFM e 81CV nas mesmas rotações, em dezembro de 2005 ampliando a linha 2006 duas novidades no modelo de carroceria nova: A ELX recebia o 1.nada Flex do Fire e no topo estreava o 1.8 R que marcava a estreia do Família I 1.8 Flex de comando de válvulas roletado e com isso passou a gerar 17.8KGFM a 2800RPM e 113CV a 5500RPM e com álcool passou a gerar 18.6KGFM e 115CV nas mesmas rotações.

                                                         
O Palio 1.8 R ganhava alterações no motor 1.8 e passou a gerar 113CV com gasolina e 115CV com álcool, mais tarde com 112CV com gasolina e 114CV com álcool passaria ao HLX

Em maio de 2006 inaugurava a linha 2007 do Palio sem mudanças para o ELX e o 1.8 R, o ELX mantinha o 1.nada e o 1.4, mas o HLX ganhava o motor 1.8 de comando de válvulas roleado, mas nessa versão gerava 112CV a 5500RPM com gasolina e 114CV com álcool, mas mantinha o torque do 1.8 R, em Junho de 2006 completando a linha 2006 é vez do Palio Fire receber a carroceria nova e se alinhar aos irmãos, mas seria por pouco tempo. Em Fevereiro de 2007 na linha 2008 o Palio ganhava nova grade dianteira, faróis e novas lanternas, a versão HLX dá adeus e ele agora só tinha duas opções de acabamento: ELX e 1.8 R, o câmbio sempre era manual de cinco marchas, nos motores o Fire 1.nada e o Fire 1.4 eram mantidos sem alterações e o Família I 1.8  agora para apenas para o R e sem alterações e assim ele estava disponível nas carrocerias duas e quatro portas para ELX e a 1.8 R e com isso ele estava disponível assim: ELX 1.nada 2 portas, ELX 1.nada quatro portas, ELX 1.4, 1.8 R duas portas e 1.8 R quatro portas. Era a linha 2008 

                                                   
O Palio ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques e a versão R agora era a única com motor 1.8 de 113CV com gasolina e 115CV com álcool 

A ELX também mudava o visual e os motores eram o 1.nada e o 1.4 sem alterações 

Em outubro de 2008 na linha 2009 nada muda. Em Janeiro de 2009 na linha 2010 o Palio Fire inaugura a linha 2010 do Palio com alterações no motor Fire 1.nada que agora gerava 9.5KGFM a 4250RPM e 73CV a 6000RPM e com álcool vai a 9.9KGFM a 75CV a 6000RPM, Em Fevereiro de 2009 na linha 2010 é vez do Palio de carroceria nova ganhar os faróis do Siena e alterações nos motores Fire 1.nada já citados no Fire e no Fire 1.4 que gerava 12.5KGFM a 3250RPM e 85CV a 5750RPM e com álcool vai a 12.6KGFM e 86CV nas mesmas rotações e o ELX ganhava a opção do Família I 1.8, mas com a calibração de 1CV a menos(112CV com gasolina e 114CV com álcool) e mantendo o torque, em novembro de 2009 chegava a opção do cambio manual-automatizado de cinco marchas chamado de Dualogic para equipar a versão ELX 1.8 do Palio, a 1.8 R ficava sem mudanças.

                                                          
O ELX ganhava os faróis do Siena, nos motores agora o  1.nada de 73CV com gasolina e 75CV com álcool, o  1.4 de 85CV com gasolina e 86CV com álcool e a opção do 1.8 de 112CV com gasolina e 114CV com álcool.

                                                                  PALIO WEEKEND
                                            

A Palio Weekend entrava na década nas versões 6 marchas, ELX, Adventure, Stile e Sport, a Adventure com suspensão elevada era recém-lançada e com duas opções de câmbio: manual de cinco ou de seis marchas e quatro opções de motores: Fiasa 1000mpi atrelado ao câmbio manual de seis marchas, Fiasa 1500 mpi á álcool, Sevel 1600mpi e Torque 1.6 16V esses atrelados ao câmbio manual de cinco marchas, o 1000 mpi estava disponível nas seis marchas, o 1500 á álcool para ELX, o 1600 para ELX e a Adventure e o 1.6 16V para Stile e Sport. Em abril ela ganhava o Fire 1.3 16V já citado no Palio, Em outubro de 2000 na linha 2001 a Palio Weekend ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques e novas lanternas, o câmbio manual de seis marchas dava adeus, nos motores o Fiasa 1000 mpi, Fiasa 1500 mpi á álcool e o 1600 mpi dão adeus, o Fire 1.3 16V segue na linha, estreava o Fire 1.nada 16V já citado em detalhes no Palio na entrada e o 1.6 16V também era mantido e agora ela só tinha duas opções de acabamento: ELX e Stile, sendo disponível assim: ELX 1.nada 16V, ELX 1.3 16V e Stile 1.6 16V, a Adventure dá um "até breve".

                                                 
Nova grade dianteira, faróis, para-choques e lanternas e os motores agora eram o 1.nada 16V de 70CV, o 1.3 16V de 80CV e o 1.6 16V de 106CV, mais tarde vinha o 1.3 de 67CV e o 1.8 de 103CV 

Em Fevereiro de 2001 chegava a nova Palio Weekend Adventure com suspensão elevada, nova grade dianteira, faróis e para-choques e o motor Sevel 1600 mpi é substituído pelo Torque 1.6 16V importado da Itália já citado em detalhes no Palio.

                                            
Nova grade dianteira, faróis, para-choques e lógico com a suspensão elevada a Adventure retorna ao mercado com motor 1.6 16V de 106CV  e mais tarde ela receberia o 1.8 de 103CV 

Em outubro de 2001 na linha 2002 as versões equipadas com motor 1.3 16V e 1.6 16V recebem o emblema "1.3 Fire 16V" na lateral ou "1.6 16V", o Fiasa 1500 mpi á álcool voltava ao catálogo, e ela assumia liderança de vendas entre as peruas destronando a Parati e a Fiat assume a liderança do mercado brasileiro destronando a Volkswagen. Em Outubro de 2002 na linha 2003 ela não teve alterações, em Março de 2003 a Palio Weekend estreava a versão de acabamento EX, perdia a ELX e seguia com a Stile e Adventure, os motores Fire 1.nada 16V e Fire 1.3 16V dão adeus, em seu lugar vem o Fire 1.3 com cabeçote de 8 válvulas e o Torque 1.6 16V dá lugar ao Família I 1.8 ambos os motores já citado no Palio, o 1.3 é exclusivo do EX, o 1.8 vem na Stile e Adventure, em outubro de 2004 na linha 2005 nada muda, em Abril de 2004 na linha 2005 ela recebia nova grade dianteira, faróis, para-choques e novas lanternas e pela primeira vez a Adventure chegava junto do resto da linha, além dela vinha as versões ELX e HLX, nos motores marcava duas estreia: o Fire 1.3 Flex já citado no Palio e o Família I 1.8 Flex também citado no Palio, aliás o 1.8 Flex estreava no Palio Hatch também.

                                                   
A Palio Weekend Adventure ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques e o motor Família I 1.8 de 106CV com gasolina e 110CV com álcool , mais tarde vai a 112CV com gasolina e 114CV com álcool.

A versão ELX com motor Fire 1.3 Flex de 70CV com gasolina e 71CV com álcool e havia a HLX com motor 1.8 da Adventure, depois veio o 1.4 de 80CV com gasolina e 81CV com álcool para a ELX.

Em Junho de 2005 marcando a linha 2006 da Palio Weekend a ELX trocava o motor Fire 1.3  Flex pelo Fire 1.4 já citado no Palio. Em Maio de 2006 na linha 2007 a HLX e a Adventure recebiam o 1.8 com comando de válvulas roletado passando a gerar 112CV com gasolina e 114CV com álcool já citado em detalhes no Palio. Em Outubro de 2007 na linha 2008 ela não tinha alterações. Em maio de 2008 na linha 2009 nova grade dianteira, faróis, para-choques e novas lanternas, a versão Adventure ganha altura do solo mais elevada ainda e bloqueio do diferencial Locker, a HLX dá adeus, a Trekking herdava a suspensão elevada da antiga Adventure e a ELX era mantida, nos motores a ELX e a Trekking vinham com o Fire 1.4 que gerava 85CV com gasolina e 86CV já citados no Palio na linha 2010 e o Família I 1.8 exclusivo da Adventure era mantido sem alterações. 

                                                          
A Adventure ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques e novas lanternas e altura do solo ainda mais elevada e o motor 1.8 de 112CV com gasolina e 114CV com álcool era mantido 

A Trekking com motor 1.4 de 85CV com gasolina e 86CV com álcool, mais tarde ela recebia a opção do 1.8 

A ELX sempre com motor 1.4 já citado acima 

Em novembro de 2009 na linha 2010 ela ganha a opção do câmbio manual-automatizado chamado de Dualogic de cinco marchas para a versão Adventure e sempre com motor 1.8, em Dezembro era vez da Trekking ganhar a opção do motor 1.8.

                                                               SIENA 
                                             

O Siena entrava na década já fabricado em Betim-MG e apenas em duas opções de acabamento: seis marchas e ELX, três opções de motor: Fiasa 1000mpi, Fiasa 1500mpi á álcool e Sevel 1600mpi e duas opções de câmbio: manual de seis marchas ou manual de cinco marchas, o primeiro estava atrelado ao motor 1000 ao passo que o segundo estava atrelado aos demais, em Abril de 2000 chegava o Fire 1.3 16V como opção já citado no Palio, em Outubro de 2000 na linha 2001 nova grade dianteira, faróis, para-choques e lanternas e agora disponível apenas na versão de acabamento ELX, mas com três opções de motores: o Fiasa 1000mpi dava lugar ao Fire 1.nada 16V já citado no Palio, o Fire 1.3 16V era mantido e o 1.6 16V de 106CV já citado no Palio retornava ao modelo e o resultado: o modelo sai de lanterna e assume a vice-liderança do seu segmento.

                                                             
Nova grade dianteira, faróis, para-choques e novas lanternas e tampa do porta-malas e os motores agora eram o Fire 1.nada 16V de 70CV, 1.3 16V de 80CV e o 1.6 16V de 106CV, mais tarde receberia o 1.3 de 67CV e o 1.8 de 103CV 

Em outubro de 2001 na linha 2002 marcava o retorno do Fiasa 1500 mpi á álcool e os novos logotipos "1.3 Fire 16V" e "1.6 16V" para as versões equipadas com motor 1.3 16V e 1.6 16V. Em Fevereiro de 2002 chegava o Siena Fire que vinha com o motor Fire 1.nada de 55CV já citado no Palio. Em Outubro de 2002 na linha 2003 sem alterações para o modelo, em março de 2003 ele dava adeus aos motores Fire 1.nada 16V, Fire 1.3 16V e 1.6 16V e estreava o Fire 1.3 de 67CV já citado no Palio e o Família I 1.8 de 103CV, o primeira para a versão EX e o segundo para ELX e o Fire 1.nada de 55CV era mantido, Em Janeiro de 2004 o Siena Fire ganhava alterações no motor 1.nada indo a 65CV já citado em detalhes no Palio, mas em Abril de 2004 como linha 2005 estreava o novo modelo com novos faróis, grade dianteira, para-choques e novas lanternas e nas versões de acabamento ELX e HLX, câmbio manual de cinco marchas, o Fire 1.nada de 65CV já citado em detalhes no Palio, o Fire 1.3 Flex de 70CV com gasolina e 71CV com álcool já citado no Palio e o Família I 1.8 de 106CV com gasolina e 110CV com álcool. O Siena Fire mantinha a carroceria antiga.

                                                         
O Siena ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques e tampa do porta-malas, nos motores o  1.nada de 65CV, o  1.3 Flex de 70CV com gasolina e 71CV com álcool e o 1.8 de 106CV com gasolina e 110CV com álcool, mais tarde o 1.nada virava Flex e mantinha os 65CV com gasolina e ia a 66CV com álcool, o 1.4 ia a 80CV com gasolina e 81CV com álcool e o 1.8 passava a gerar 112CV com gasolina e 114CV com álcool e mais tarde o Tetrafuel 1.4 que vinha com GNV e podia rodar com gasolina pura.

Em outubro de 2004 na linha 2005 nada muda no Siena Fire que mantinha a carroceria antiga, em abril de 2005 inaugurando a linha 2006 era vez do Siena Fire receber o 1.nada Flex de 65CV com gasolina e 66CV no álcool já citado no Palio, em Junho de 2005 era vez dos modelos de carroceria nova receber a linha 2006 e marcando isso o ELX 1.3 virava 1.4 graças ao motor Fire 1.4 de 80CV com gasolina e 81CV com álcool já citado no Palio. Em dezembro de 2005 completando a linha 2006 o motor 1.nada Flex chegava ao ELX de carroceria nova. Em maio de 2006 na linha 2007 do modelo de carroceria nova ele recebia o motor Família I 1.8 Flex de 112CV com gasolina e 114CV com álcool de comando de válvulas roletado para a versão HLX, em Junho de 2006 o Fire ganhava a carroceria do modelo novo e em agosto chegava o TetraFuel 1.4 com cilindro de GNV que mantinha os 80CV com gasolina e 81CV com álcool e no GNV passava a gerar 10.8KGFM e 68CV.

                                                          
O Siena Fire ganhava a então carroceria nova e o motor continuava o 1.nada Flex de 65CV com gasolina e 66CV com álcool, mais tarde vai a 73CV com gasolina e 75CV com álcool 

Em novembro de 2007 na linha 2008 ele ganhava nova grade dianteira, faróis(diferentes do Palio da mesma época), para-choques e novas lanternas, as versões de acabamento eram três: ELX, Tetrafuel e HLX, quatro opções de motores, no caso o Fire 1.nada recebeu alterações para gerar 73CV com gasolina e 75CV com álcool é o mesmo citado em detalhes no Palio que estreou na linha 2010, o Fire 1.4 passou a gerar 85CV com gasolina e 86CV com álcool é outro citado em detalhes no Palio, o TetraFuel GNV não tinha alterações no 1.4 que se mantinha com 80CV com gasolina, 81CV com álcool e 68CV no GNV e por último o Família I 1.8 de 112CV com gasolina e 114CV com álcool era mantido.

                                                  
O Siena ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques e lanternas, o motor Fire 1.nada agora gerava 73CV com gasolina e com álcool vai a 75CV, o Fire 1.4 passa a 85CV com gasolina e 86CV com álcool , o TetraFuel GNV vinha com o 1.4 de 80CV com gasolina, 81CV com álcool e 68CV no GNV e o 1.8 de 112CV com gasolina e 114CV com álcool 

Em Outubro de 2008 na linha 2009 nada de alterações, só o Siena Fire voltava a ser fabricado na Argentina e alguma unidades chegavam ao mercado brasileiro para complementar, em Fevereiro de 2009 inaugurando a linha 2010 era vez do Siena Fire ganhar o 1.nada de 73CV com gasolina e 75CV com álcool, em Março de 2009 chegava o Siena EL com motor Fire 1.nada e o Fire 1.4, ele tinha faróis que o Palio tinha entre 2007 e 2008, ficava abaixo do ELX e acima do Fire e em novembro de 2009 completando a linha 2010 ele ganhava o câmbio manual-automatizado chamado de Dualogic de cinco marchas para o HLX 1.8.

                                                                STRADA 
                                          

A Strada entrava na década com duas opções de cabine: simples e estendida, apenas câmbio manual de cinco marchas, três opções de acabamento: Working, Trekking e LX e quatro opções de motores: Fiasa 1500 mpi, Fiasa 1500 mpi á álcool, Sevel 1600 mpi e o Torque 1.6 16V, a cabine estendida estava disponível para a Working e LX, os 1500 eram da Working, o 1600 era da Trekking e o 1.6 16V era da LX. Em Outubro de 2000 na linha 2001 a versão Trekking dava adeus e junto com ela o Sevel 1600 mpi, o Fiasa 1500 mpi á álcool apesar de ter saído de linha em Palio, Palio Weekend e Siena seguiu nela e a Strada assume a liderança do seu segmento, posto que mantém até hoje. Em Junho de 2001 na linha 2002 ela ganhou nova grade dianteira, faróis, para-choques e lanternas e com suspensão elevada e pneus de uso misto chegava a Adventure para completar a linha, além da Working e da LX, os motores Fiasa 1500 mpi á gasolina de 76CV, Fiasa 1500 mpi á álcool de 77CV, o Sevel 1600 mpi de 92CV e Torque 1.6 16V de 106CV era mantido, aliás a Adventure vinha com esse motor assim como a LX e a Working apenas com os motores 1500. alguns meses mais tarde ela recebia o "1.6 16V" denunciando o motor.

                                               
A Strada ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques e lanternas já os motores continuava o 1.5 á gasolina de 76CV, o 1.5 á álcool de 77CV e o 1.6 16V de 106CV para as versões Adventure e LX, mais tarde a última dá adeus, a Adventure troca o 1.6 16V pelo 1.8 de 103CV e o 1.5 á gasolina dá lugar ao 1.3 de 67CV.

Em Setembro de 2002 na linha 2003 ela abandonava os motores Fiasa 1500 mpi á gasolina e o 1.6 16V em seu lugar entrava o Fire 1.3 de 67CV já em detalhes no Palio e o Família I 1.8 de 103CV também já em detalhes no Palio e as versões eram agora: Working e Adventure, a LX dava adeus, o Fiasa 1500 mpi a álcool seguia na linha. Em Outubro de 2003 na linha 2004 a picape ficava sem alterações e perdia o 1500 á álcool, em  Junho de 2004 na linha 2005 chegava a nova Strada com nova grade dianteira, faróis, para-choques e novas lanternas, a Fire mantinha a carroceira antiga e o motor 1.3, já a Working dava lugar a Trekking e a Adventure seguia na linha com as alterações e o motor era apenas o Família I 1.8 Flex de 106CV com gasolina e 110CV com álcool já citado no Palio.

                                                         
A Strada Adventure com nova grade dianteira, faróis, para-choques e lanternas e o motor era o 1.8 de 106CV com gasolina e 110CV com álcool e mais tarde ia 112CV com gasolina e 114CV com álcool 

A versão Trekking com alterações visuais e apenas motor 1.8, mais tarde ganhava a opção do 1.4 de 80CV com gasolina e 81CV com álcool. 

A Fire manteve a carroceria antiga e o motor 1.3 á gasolina que mais tarde é substituído pelo 1.4 de 80CV com gasolina e 81CV com álcool 

Em Junho de 2005 na linha 2006 a Strada Fire com carroceria antiga inaugura a linha 2006 da picape, ela troca o motor 1.3 á gasolina pelo Fire 1.4 Flex de 80CV com gasolina e 81CV com álcool já citado no Palio, em Novembro de 2005 é vez da Trekking com a carroceria nova ganhar a opção do 1.4 Flex de 80CV com gasolina e 81CV com álcool era a linha 2006 do modelo de carroceria nova. Em maio de 2006 na linha 2007 a Strada receba o motor Família I 1.8 de comando de válvulas roletado para as versões Trekking 1.8 e Adventure e com isso passava gerar 112CV com gasolina e 114CV com álcool já citados em detalhes no Palio, Em outubro de 2007 na linha 2008 a Strada Fire ganhava o visual do novo modelo e o motor era sempre o 1.4. Em Julho de 2008 como linha 2009 a Strada ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques e poucas mudanças na lanterna, na Adventure uma extensão, em duas versões de acabamento: Trekking e Adventure, duas opções de cabine: simples e estendida, sendo a Adventure apenas com essa última, duas opções de motor: O Fire 1.4 de 85CV com gasolina e 86CV com álcool já citado no Palio em detalhes e o Família I 1.8 de 112CV com gasolina e 114CV com álcool já citado no Palio, a Trekking podia vir com as duas opções de motor, já a Adventure apenas com o 1.8. A Fire mantinha a carroceria anterior 

                                                   
Novos para-choques, faróis, grade dianteira e extensão da lanterna na Adventure e o motor era o 1.8 de 112CV com gasolina e 114CV com álcool 

A Trekking também recebia o novo visual e o motor era o 1.4 de 85CV com gasolina e 86CV com álcool ou o 1.8 da Adventure. 

Em Julho de 2009 inaugurando a linha 2010 chegava opção de cabine dupla de duas portas com quatro lugares, apenas na versão Adventure e com motor 1.8 de 112CV com gasolina e 113CV com álcool.

                                                
A Cabine dupla chegava ao mercado na versão Adventure com motor 1.8 de 112CV com gasolina e 114CV com álcool 

E em novembro a linha é complementada pela Working com motor Fire 1.4, faróis do Palio de 2007 até 2009 e tinha a opção da cabine dupla, a Fire é mantida abaixo, assim como a Trekking é mantida acima.

                                                            BRAVA
                                            

O Brava entrava na década com a opção da carroceria de quatro portas, com duas opções de acabamento: SX e ELX, apenas câmbio manual de cinco marchas e o motor Torque 1.6 16V mas aqui gerando 99CV, em Janeiro de 2000 o governo muda o IPI e em Março daquele mesmo ano o Brava ganhava duas novidades: O Torque 1.6 16V passava a gerar 15.1KGFM a 4000RPM e 106CV a 5500RPM para as versões SX e ELX e estreava o HGT, que tinha o motor 1.8 16V VIS da família FREE herdado do Marea, mas inaugurando a nova potência e torque: 16.7KGFM a 4000RPM e 132CV a 6000RPM e os logotipos "HGT" e "1.8 16V" estampados nas laterais.

                                                   
O HGT chegava ao mercado com motor 1.8 16V de 132CV 

Em outubro de 2000 na linha 2001 sem mudanças, em outubro de 2001 na linha 2002 ele ganhava nova grade dianteira com o novo símbolo da Fiat, as versões sempre eram SX, ELX e HGT, mas as principais novidades eram para as versões SX e ELX, o motor Torque 1.6 16V dá lugar ao Hi-Torque 1.6 16V, o diâmetro é reduzido e o curso é aumentado e com isso passou a gerar 15.4KGFM a 4500RPM e 106CV a 5500RPM, já o HGT manteve o 1.8 16V de 132CV sem alterações.

                                                   
Nova grade dianteira para o Brava e a versão HGT com motor 1.8 16V era mantida 

As versões SX e ELX ganhavam nova grade dianteira também e o motor era o novo 1.6 16V de 106CV 

Em Dezembro de 2002 na linha 2003 as versões ELX e HGT dão adeus, diante das boas vendas do Stilo só ficando a SX e em Setembro de 2003 na linha 2004 a versão SX dá adeus e com ele o motor 1.6 16V Hi-Torque retornaria anos depois, mas aí é outra conversa.

                                                             MAREA
                                               

O Marea entrava na década já não vendendo bem, mas mesmo assim ele chegava em quatro opções de acabamento: SX, ELX., HLX e Turbo, apenas no câmbio manual de cinco marchas, nos motores 1.8 16V da família FREE de 127CV para o SX e o ELX, Fivetech cinco cilindros 2.nada 20V de 142CV para o ELX e HLX e o Fivetech 2.nada 20V Turbo de 182CV, em Março de 2000 aproveitando a mudança no IPI em Janeiro o 1.8 agora gerava 16.7KGFM a 4500RPM e 132CV a 6500RPM e agora só disponível para a SX. Em Agosto de 2000 na linha 2001 a ELX e a HLX trocavam o Fivetech 2.nada 20V pelo Fivetech cinco cilindros 2.4 20V de mesma concepção do 2.nada e com isso passou a gerar 21KGFM a 3500RPM e 160CV a 6000RPM, lógico que a SX e a a Turbo acompanharam a linha 2001, mas sem mudanças. Em Junho de 2001 ele recebe nova grade dianteira, faróis, para-choques e novas lanternas era a linha 2002, nos motores sem alterações continuava o 1.8 16V para o SX, o 2.4 20V para o ELX e HLX e o 2.nada 20V Turbo para o Turbo.

                                                
O Marea ganhava nova grade dianteira, mas uma nova traseira com novas lanternas, tampa do porta-malas, a foto é a Turbo com com motor cinco cilindros 2.nada 20V Turbo  de 182CV 

Aqui nas versões convencionais, no caso uma HLX que tinha o motor 2.4 20V de 160CV motor que também equipava a ELX e para a SX a 1.8 16V de 132CV 

Em novembro de 2001 ele ganhava a opção do câmbio automático de quatro marchas para a versão HLX com motor 2.4 20V. Em Outubro de 2002 na linha 2003 nada muda, em Julho de 2003 na linha 2004 a ELX perde o 2.4 20V em troca do 1.8 16V de 132CV do ELX, o HLX mantém o 2.4 20V, mas agora apenas com câmbio automático de quatro marchas, a SX 1.8 16V e a Turbo 2.nada 20V é mantida. Em Outubro de 2004 na linha 2005 ele ficava sem alterações. Em Julho de 2005 como linha 2006 ele ganhava nova grade dianteira e seta incolor nas lanternas traseiras, a versão SX marcava o retorno do Hi-Torque 1.6 16V de 15.1KGFM a 4500RPM e 106CV a 5500RPM do Brava, só que agora vinha Importado da Argentina, antes era da Itália, o ELX mantinha o 1.8 16V, o HLX mantinha o 2.4 20V atrelado ao câmbio automático de quatro marchas e o Turbo mantinha o 2.nada 20V Turbo.

                                                 
O Marea ganhava seta incolor na traseira e aqui na foto a versão Turbo com motor cinco cilindros 2.nada 20V Turbo de 182CV 

O Marea ganhava nova grade dianteira em todas as versões, a SX ganhava o 1.6 16V de 106CV, a ELX mantinha o 1.8 16V, assim como a HLX mantinha o cinco cilindros 2.4 20V de 160CV e o câmbio automático de quatro marchas.

Em outubro de 2006 na linha 2007 nada muda e era o começo do fim, em fevereiro de 2007 ele é destronado de carro nacional mais potente, perdendo o posto para o Civic Si, em Abril as versões ELX,HLX e a Turbo são adeus ao mercado ficando só a SX 1.6 16V e em Agosto daquele mesmo ano o Marea dá adeus ao mercado, seu lugar seria ocupado pelo Linea um ano depois.

                                                         MAREA WEEKEND
                                                

A Marea Weekend entrava na década nas versões SX, ELX, HLX e Turbo, apenas com câmbio manual de cinco marchas, nos motores 1.8 16V de 127CV já citado no Marea sedã para as versões SX e ELX, cinco cilindros 2.nada 20V de 142CV nas versões ELX a Turbo com cinco cilindros 2.nada 20V Turbo de 182CV. Em Março de 2000 aproveitando a mudança da IPI o 1.8 16V vai a 132CV e passa a equipar só a SX, em Agosto de 2000 na linha 2001 para as versões ELX e HLX trocam o cinco cilindros 2.nada 20V pelo cinco cilindros 2.4 20V de 160CV já citado no sedã, a Turbo de 182CV e a SX com motor 1.8 16V de 132CV entram na linha 2001. Em Junho de 2001 na linha 2002 ela ganhava nova grade dianteira, mas sem alterações mecânicas e de versões.

                                               
A Marea Weekend ganhava a nova grade dianteira e aqui a foto da versão Turbo com motor cinco cilindros 2.nada 20V Turbo de 182CV 

Aqui a Marea Weekend na versão HLX com motor 2.4 20V de 160CV e nova grade dianteira, além dela tinha a ELX com o mesmo motor e a SX com motor 1.8 16V de 132CV, mais tarde esse último vai para a ELX.

Em Novembro de 2001 a Marea Weekend ganhava o câmbio automático de quatro marchas para a versão HLX com motor 2.4 20V de cinco cilindros. Em Outubro de 2002 na linha 2003 nada muda. Em Julho de 2003 na linha 2004 a versão ELX abandonava o cinco cilindros 2.4 20V em favor do 1.8 16V de 132CV e a HLX continuava com  o motor cinco cilindros 2.4 20V, mas apenas com câmbio automático de quatro marchas, a SX com motor 1.8 16V e a Turbo com motor cinco cilindros 2.nada 20V Turbo era mantido. Em Outubro de 2004 na linha 2005 nada muda, em Julho de 2005 na linha 2006 ela ganhava nova grade dianteira e a cor do suporte da lanterna mudava, a versão SX trocava o motor 1.8 16V pelo Hi-Torque 1.6 16V de 106CV importado da Argentina(aliás tirando esse motor, Marea, Brava e Marea Weekend sempre tiveram motores italianos) já citado no sedã, a ELX 1.8 16V segue normalmente, assim como a HLX 2.4 20V Automática e a Turbo cinco cilindros 2.nada 20V.

                                                           
A Marea Weekend ganhava nova grade dianteira e na foto é a versão Turbo com motor cinco cilindros 2.nada 20V Turbo de 182CV 

Nova cor do suporte da lanterna traseira, na foto a versão SX que ganhava o motor 1.6 16V de 106CV, o 1.8 16V continuava na ELX e o cinco cilindros 2.4 20V de 160CV na HLX atrelado ao câmbio automático. 

Em outubro de 2006 na linha 2007 nada muda, mas era o começo do fim, em Abril as versões ELX, HLX e Turbo dão o seu adeus e em Agosto de 2007 é vez da SX com motor 1.6 16V dar adeus e com isso o fim da Marea Weekend e a Fiat não teria mais uma perua média no mercado nacional.

                                                           DUCATO 
                                               

A Ducato nacional chegava ao mercado em outubro de 2000, fabricado em Sete Lagoas-MG e o motor era o Fiat Sofim-Iveco Diesel 2.8 Turbo com bloco de ferro, cabeçote de alumínio, comando de válvulas simples no cabeçote acionado por correia dentada que gerava 26.5KGFM a 1800RPM e 105CV a 3800RPM e vinha  nas versões Minibus e Furgão e o câmbio sempre manual de cinco marchas. Seguiu sem alterações até Outubro de 2005 na linha 2006 quando ganhou nova grade dianteira e o Fiat Sofim Iveco 2.8 Turbo Diesel ganhou injeção eletrônica common-rail e com isso passou a gerar 30.6KGFM a 1800RPM e 128CV a 3600RPM. 

                                               
A Ducato ganhava nova grade dianteira e o motor 2.8 ganhava injeção common-rail e passou a gerar 128CV e mais tarde recebia o 2.3 16V de 127CV 

Em seguiu sem alterações até outubro de 2009 na linha 2010 ela recebeu o sobrenome Multijet Economy, em que trocou o motor 2.8 pelo Multijet 2.3 16V Turbo Diesel da mesma família Fiat-Sofim-Iveco, mas ganhou duplo comando de válvulas no cabeçote acionado por correia dentada, cabeçote de 16 válvulas, turbo, intercooler e injeção common-rail esse motor também tinha e aí ele gerava 30.6KGFM a 1800RPM e 127CV a 3600RPM. 


                                                              DOBLÓ 

                                                 


O Dobló fabricado em Betim-MG chegava ao mercado em dezembro de 2001 como linha 2002, nas versões EX, ELX e Cargo(Furgão), a EX e ELX eram de passageiros, o câmbio sempre era manual de cinco marchas e duas opções de motor: O Fire 1.3 16V de 12KGFM a 4000RPM e 80CV a 5500RPM e o Hi-Torque 1.6 16V ou Corsa Lunga de 15.4KGFM a 4500RPM e 106CV a 5500RPM, o primeiro era da EX, a segunda era da ELX que podia vir com duas fileiras extras e o furgão Cargo podia vir com os dois motores. Em Outubro de 2002 na linha 2003 nada muda, em outubro de 2003 na linha 2004 o motor 1.6 16V dava lugar ao Família I 1.8 de origem Chevrolet com 17KGFM a 2800RPM e 103CV a 5500RPM e a reboque do novo motor estreava a versão Adventure acima da ELX, aliás o motor 1.8 estava disponível também na Cargo que é o Furgão.

                                                      
A Adventure chegava ao mercado trazendo a reboque o motor 1.8 de 103CV, mais tarde ele virava Flex e com comando de válvulas roletado passava a 112CV com gasolina e 114CV com álcool 

Em outubro de 2004 na linha 2005 nada muda e seguiu sem alterações até Abril de 2006 quando chegou a linha 2007 ele perde a opção do Fire 1.3 16V na versão EX, agora tanto EX, ELX, Adventure e Cargo tem o motor Família I 1.8 Flex com comando de válvulas roletado que gerava 17.8KGFM a 2800RPM e 112CV a 5500RPM e com álcool vai a 18.6KGFM e 114CV nas mesmas rotações. Em Outubro de 2007 na linha 2008 nada muda, em outubro de 2008 na linha 2009 ganhava o diferencial Locker e estreava a versão de acabamento HLX, a EX dava adeus e a ELX ficava como opção de entrada. Em Dezembro de 2009 na linha 2010 ele ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques e novas lanternas e disponível nas versões ELX, HLX(Passageiros) e a Cargo, o câmbio era sempre manual de cinco marchas, para o ELX e o Cargo marcava a estreia do Fire 1.4 que gerava 12.5KGFM a 3250RPM e 85CV a 5750RPM com gasolina e com álcool passa a a 12.6KGFM e 86CV nas mesmas rotações e para o HLX, Adventure e Cargo o 1.8 era mantido.

                                                       
O Dobló recebia novas lanternas traseiras e ganhava a opção do 1.4 de 85CV com gasolina e 86CV com álcool, além do 1.8 de 112CV com gasolina e 114CV com álcool, o Cargo era o único a ter os dois motores. 

E também recebia nova grade dianteira, faróis e para-choques e o motor era o 1.8 já citado no Cargo

Aqui o Dobló na versão HLX com motor 1.8 e tinha a ELX com motor 1.4 

Vale lembrar que o furgão Cargo era o único a ter as duas opções de motores.


                                                               STILO 
                                            


O novo Hatch médio da Fiat o Stilo chegava em Agosto de 2002 em três versões de acabamento, duas eram denominadas pelo motor: 1.8, 1.8 16V e a Abarth, apenas câmbio manual de cinco marchas, nos motores ele tinha três opções de motores para a 1.8 vinha o Família I 1.8 de origem Chevrolet com 17KGFM a 3250RPM e 103CV a 5250RPM, a segunda opção era o Família I 1.8 16V também de origem Chevrolet com bloco de ferro, cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas no cabeçote acionado por correia dentada e coletores variáveis que gerava 17.6KGFM a 3600RPM e 122CV a 5600RPM e o esportivo Abarh tinha o cinco cilindros 2.4 20V Fivetech vindo Marea com 22.8KGFM a 3500RPM e 167CV a 5750RPM, no caso em comparação ao sedã tinha mais torque e potência, ele foi lançado como linha 2003. Em Outubro de 2003 na linha 2004 nada muda, em outubro de 2004 na linha 2005 chegava  série especial Michael Schumacher com motor 1.8 16V, em outubro de 2005 na linha 2006 o motor Família I 1.8 passava a ser Flex e ter comando de válvulas roletado junto e com isso gerava 17.8KGFM a 2800RPM e 112CV a 5500RPM e com álcool vai a 18.6KGFM e 114CV nas mesmas rotações. Em outubro de 2006 na linha 2007 era a última vez da série, mas Julho de 2007 a Schumacher dava adeus e junto com ele o motor 1.8 16V, entrava no lugar o Sporting com motor 1.8. A linha 2008 acabou atrasando e chegou em Janeiro de 2008 com nova grade dianteira , novas lanternas traseira, disponível em três versões de acabamento: Básica, Sporting e Abarth, além do câmbio manual de cinco marchas, estreava o manual-automatizado chamado de Dualogic como cinco marchas, já nos motores o Família I 1.8 Flex era mantido assim como o cinco cilindros Fivetech 2.4 20V exclusivo do Abarth.

                                                     
O Abarth com nova lanterna traseira e o motor cinco cilindros 2.4 20V de 167CV 

Aqui o Sporting com nova grade dianteira e assim como a básica e o motor era o 1.8 de 112CV com gasolina e 114CV com álcool 

Em outubro de 2008 chegava a linha 2009 sem mudanças, em Abril de 2009 a Abarth dava adeus e junto com ela o motor de cinco cilindros na linha Fiat. Em Outubro de 2009 na linha 2010 o Stilo ganhava uma versão mais barata era a Attractive. 


                                                                      IDEA 
                                                 

Em setembro de 2005 na linha 2006 a Fiat lança a Idea nacional que tinha a base derivada do Palio, ela vinha com duas opções de acabamento: ELX e HLX, duas opções de motor: O Fire 1.4 de 12.2KGFM a 2250RPM e 80CV a 5500RPM e com álcool vai a 12.4KGFM e 81CV e o Família I 1.8 de 17.8KGFM a 2800RPM e 112CV a 5500RPM com gasolina e com álcool vai a 18.6KGFM e 114CV e foi justamente ela que estreou o Família I 1.8 de comando de válvulas roletado na Fiat. Em Outubro de 2006 na linha 2007 ela ganhava a versão Adventure com suspensão elevada e o motor Família I 1.8 da versão HLX.

                                               
A Idea Adventure chegava ao mercado com motor 1.8 de 112CV com gasolina e 114CV com álcool 

Em outubro de 2007 na linha 2008 nada muda, em outubro de 2008 na linha 2009 ela ganha o diferencial Locker, em Outubro de 2009 na linha 2010 ela ganhava o câmbio manual-automatizado Dualogic para as versões HLX e Adventure.

                                                           PUNTO
                                            

O Punto chegava ao mercado em Agosto de 2007 como linha 2008 apenas com câmbio manual de cinco marchas e três versões de acabamento: ELX, HLX e Sporting e duas opções de motor, a primeira para o ELX era o Fire 1.4 que gerava 12.5KGFM a 3250RPM e 85CV a 5750RPM com gasolina e com álcool vai a 12.6KGFM e 86CV nas mesmas rotações e para as outras duas versões o motor era o Família I 1.8 Flex que gerava 17.8KGFM a 2800RPM e 112CV a 5500RPM e com álcool vai a 18.6KGFM e 114CV nas mesmas rotações e a Sporting ganhava 1CV a mais, mantendo o torque passando a gerar 113CV com gasolina e 115CV com álcool. Em outubro de 2008 na linha 2009 nada muda. Em Março de 2009 para marcar a chegada da linha 2010 chegava o T-JET, com motor Fire 1.4 16V T-JET com bloco de ferro, cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas no cabeçote acionado por correia dentada, turbo e intercooler que gerava 21.1KGFM a 2250RPM e 152CV a 5500RPM apenas movido á gasolina ele vinha importado Itália.

                                                      
O T-JET chegava ao mercado com motor 1.4 16V Turbo de 152CV 

Para as outras versões sem mudanças.

                                                              LINEA
                                              


O Linea chegava ao mercado em setembro de 2008 como linha 2009, ele chegava nas versões Básica, Absolute e T-JET, duas opções de câmbio: manual de cinco marchas ou manual-automatizado de cinco marchas chamado de Dualogic, duas opções de motores, a primeira era o Hi-Torque 1.9 16V que era basicamente o diâmetro dos Sevel 1600 ACT/Torque 1.6 16V juntando com o cursos dos Hi-Torque 1.6 16V ou "Corsa Lunga" que gerava 18.1KGFM a 4500RPM e 130CV a 5250RPM e com álcool vai a 18.6KGFM e 132CV esse podia vir atrelado ao câmbio manual na versão básica ou dualogic na básica e na Absolute, essa apenas com o dualogic e o T-JET com motor Fire 1.4 16V T-JET que gera 21.1KGFM a 2250RPM e 152CV a 5500RPM e atrelado ao câmbio manual de cinco marchas. Em maio de 2009 a linha 2010 do Linea é lançada, a versão Básica e virava ELX e ganhava uma versão mais barata: a LX e com o motor 1.9 16V lembrando que o motor era importado da Argentina.

                                                         IMPORTADOS 
                                                            DUCATO  
                                                

A Ducato entrou na década importada da Itália com os motores Fiat-Sofim 2.8 Diesel de 90CV e a opção turbo diesel desse motor de 128CV, mas em outubro de 2000 era nacionalizada é o modelo citado acima.

                                                            500
                                              

Em outubro de 2009 na linha 2010 chegava o 500 importado da Polônia em duas versões de acabamento: Sport e Lounge, duas opções de câmbio: manual ou manual-automatizado chamado de Dualogic ambos de cinco marchas e o motor Fire 1.4 16V da mesma concepção dos modelos nacionais, mas com cabeçote 16V e duplo comando de válvulas no cabeçote acionado por correia dentada e com isso gerava 13.4KGFM a 4250RPM e 100CV a 6000RPM 

                                                                  2010-2020 
A renovação de modelos tradicionais, a chegada de novos modelos, a chegada de novos motores, a perda da liderança de mercado e outras novidades.

                                                                  UNO 
                                                 

O Uno entrava na década nas versões Mille e Mille Way, com câmbio manual de cinco marchas e apenas com o motor Fire 1.nada de 65CV com gasolina e 66CV com álcool, em maio de 2010 como linha 2011 chegava a nova geração do Uno feita na plataforma MP0 que é uma simplificação da Mini da Fiat em 85% dos componentes, ele vinha em três versões de acabamento: Vivace, Attractive e Way e duas opções de motores, a primeira era o Fire 1.nada EVO que gerava 9.5KGFM a 3850RPM e 73CV a 6250RPM com gasolina e com álcool vai a 9.9KGFM e 75CV nas mesmas rotações disponível para a Vivace e a segunda opção era o Fire 1.4 Evo que ganhava comando de válvulas variável e com isso passou a gerar 12.4KGFM a 3500RPM e 85CV a 5750RPM com gasolina e com álcool vai a 12.7KGFM e 88CV nas mesmas rotações disponível para a Attractive, já a Way era a única que podia vir com os dois motores.

                                                 
A segunda geração do Uno chegava ao mercado com os motores  1.nada de 73CV com gasolina e 75CV com álcool e o 1.4 de 85CV com álcool e 88CV com gasolina 

Aqui a Attractive apenas com o 1.4, mas também tinha a Vivace 1.nada 

Em outubro de 2010 chegava a linha 2011 do Uno Mille sem mudanças, em Fevereiro de 2011 antecipando a linha 2012 chegava a versão Sporting e a opção de carroceria duas portas para essa e para a Vivace, a Sporting tinha suspensão levemente rebaixada, diferencial mais curto, mas o motor era o mesmo 1.4 das Attractive e Way.

                                                  
Ele ganhava a opção duas portas e a versão Sporting com motor 1.4 já citado nas outras versões 

Em outubro de 2011 chegava a linha 2012 do Uno Mille sem mudanças, em Outubro de 2012 na linha 2013 nada muda para o Uno Mille e para Uno de carroceria nova. Em Outubro de 2013 chegava o adeus o Uno Mille com a série especial Grazie Mille, afinal os novos carros deveriam ter Air Bag Duplo e ABS de série, o Palio Fire já tinha como opcionais não não houve interesse em investir nesse equipamento para o Uno Mille, mas o Uno seguia na nova geração e nova base sem alterações. Em Agosto de 2014 na linha 2015 ele ganhava nova grade dianteira e mudança no Layout interno da lanterna traseira e ganhava a opção do câmbio manual-automatizado dualogic de cinco marchas para o motor Fire 1.4 e continuava a ser vendido com o Fire 1.nada, ele vinha nas versões Evolution, Sporting e Way, já a Vivace mantinha o visual antigo do Uno(de carroceria nova é claro). A Evolution e a Way podiam vir com as duas versões, já a Sporting apenas com o 1.4 e perde a opção da carroceria duas portas.

                                              
Nova grade dianteira e mudanças na lanterna, já nos motores continuava o 1.nada de 73CV com gasolina e 75CV com álcool e o 1.4 de 85CV com gasolina e 88CV com álcool 

Em outubro de 2015 na linha 2016 nada muda, Em setembro de 2016 na linha 2017 ele ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques e junto com ela a mudança de motor, o Fire 1.nada dava lugar ao novo GSE Firefly três cilindros 1.nada com bloco e cabeçote de alumínio, comando de válvulas simples e variável no cabeçote acionado por corrente metálica e com isso gerava 10.4KGFM a 3250RPM e 72CV a 6000RPM com gasolina e com álcool vai a 10.9KGFM e 77CV nas mesma rotações esse motor disponível para as versões Attractive e Way e a segunda opção era o GSE FireFly 1.3 de mesma concepção do 1.nada é basicamente o 1.nada com um cilindro a mais que gerava 13.7KGFM a 3500RPM e 101CV a 6250RPM e com álcool vai a 14.2KGFM e 109CV nas mesmas rotações, disponível para Sporting e Way e essa além do manual, podia vir com o manual-automatizado dualogic. A Vivace dá o seu adeus.

                                                
O Uno recebe alterações visuais e o motores três cilindros 1.nada de 72CV com gasolina e 77CV com álcool e o 1.3 de 101CV com gasolina e 109CV com álcool 

A Sporting disponível com o 1.3 

A Attractive com motor três cilindros 1.nada 

Em outubro de 2017 na linha 2018 nada muda, em outubro de 2018 na linha 2019 ele perdia o motor 1.3 e as versões Way e era vendido apenas nas versões Attractive e a estreante Drive, mas o motor voltava a ser o Fire 1.nada, mas diante dos pedidos em Dezembro a Way voltava com o três cilindros 1.nada e o 1.3, mas o câmbio manual-automatizado dava adeus a linha Uno. Em Outubro de 2019 na linha 2020 nada muda.  


                                                               FIORINO
                                                 

A Fiorino entrava na década apenas com câmbio manual de cinco marchas e o motor Fire 1.3 Flex de 70CV com gasolina e 71CV com álcool. Em Outubro de 2010 na linha 2011 nada muda e seguiu sem grandes alterações até Outubro de 2013 quando a nova geração fabricada na plataforma MP0 chegava ao mercado derivada do novo Uno, mas com contava com a seção traseira da Strada, aproveitando a suspensão eixo rígido com feixe de molas, o câmbio era manual de cinco marchas e o motor era o Fire 1.4 Evo de 85CV com gasolina e 88CV com álcool já citado no Uno e lógico vinha com ABS e Air Bag duplo obrigatórios por lei.

                                              
A nova geração da Fiorino chegava ao mercado com motor 1.4 de 85CV com gasolina e 88CV com álcool 

Em outubro de 2014 na linha 2015 nada muda e seguiu sem alterações até outubro de 2019 na linha 2020, mas ainda assim passaria para a década seguinte.

                                                                      PALIO
                                                

O Palio entrava na década com as opções de acabamento, Fire, ELX e 1.8 R, no caso da Fire era a carroceria antiga, já com carroceria nova eram as demais, com duas opções de câmbio: manual ou manual-automatizado de cinco marchas chamado de Dualogic e três opções de motores: a primeira era o Fire 1.nada de 73CV com gasolina e 75CV com álcool disponível para o Fire e ELX, a Fire 1.4 de 85CV com gasolina e 86CV disponível para a ELX e o Família I 1.8 de 112CV com gasolina e 114CV com álcool, disponível para o ELX e a 1.8 R, a ELX 1.8 era a única que podia vir com câmbio manual-automatizado dualogic. Em Setembro de 2010 na linha 2011 a versão ELX 1.8 virava Essence e o motor Família I 1.8 dava lugar ao Tritec/E-Torq 1.6 16V em 2008 a Fiat havia comprado a Tritec em Campo Largo-PR e aí trabalhado nesse 1.6 que foi reprojetado e criou o 1.8 com bloco de ferro, cabeçote de alumínio e comando de válvulas simples no cabeçote acionado por corrente metálica e com isso gerava 16.2KGFM a 4500RPM e 115CV a 5500RPM e com álcool vai a 16.8KGFM e 117CV nas mesmas rotações e esse motor podia vir com câmbio manual ou manual-automatizado, já a ELX 1.nada e 1.4 não mudavam, o Fire que herdava a carroceria antiga não tinha mudanças. Em Novembro de 2011 na linha 2012 na plataforma MP0 do Uno chegava a segunda geração do Palio, tinha maior entre -eixos e comprimento, ele vinha nas versões: Attractive, Essence e Sporting, duas opções de câmbio: manual ou manual-automatizado ambos de cinco marchas, estreava o Fire 1.nada EVO de 9.5KGFM a 3850RPM com gasolina e 73CV a 6250RPM com álcool para a versão Attractive, o Fire 1.4 Evo de 12.4KGFM a 3500RPM e 85CV a 5750RPM com gasolina e com álcool vai a 12.7KGFM e 88CV com álcool nas mesmas rotações esse para a versão Attractive também, já a Essence  e Sporting vinham com o Tritec/E-Torq herdado da geração anterior e podia vir atrelado ao câmbio manual ou manual-automatizado dualogic de cinco marchas.

                                                    
A segunda geração do Palio chegava ao mercado com motores 1.nada de 73CV com gasolina e 75CV com álcool, 1.4 de 85CV com gasolina e 88CV com álcool e o 1.6 16V de 115CV com gasolina e 117CV com álcool 

Já para o Palio Fire nenhuma alteração, ele mantinha o visual do Palio 2004. Em Outubro de 2012 na linha 2013 nada muda, em Outubro de 2013 na linha 2014 só a carroceria nova ganha a linha 2014, o Fire teve que esperar até Janeiro de 2014 quando ganhou nova grade dianteira, versão Way e o motor continuava o mesmo Fire 1.nada assim como o câmbio. Em Outubro de 2014 na linha 2015 nada muda e naquele ano o Palio assume o posto de carro mais vendido do país. Em Outubro de 2015 na linha 2016 nada muda ele perde o posto de carro mais vendidos e de quebra a Fiat perde a liderança entre as marcas, em Outubro de 2016 o Palio Fire dá adeus e a linha 2017 para o modelo de carroceria nova chega sem alterações. Em Maio de 2017 com a chegada do Argo os estoques do Palio ficam tão grandes que ele só dá adeus oficial em Março de 2018.

                                                                  PALIO WEEKEND 
                                                  

A Palio Weekend entrava na década nas versões ELX, Trekking e Adventure, com as duas opções de câmbio: manual ou manual-automatizado ambos de cinco marchas, o último chamado de Dualogic e duas opções de motores: o Fire 1.4 de 85CV com gasolina e 86CV com álcool disponível para ELX e Trekking e o Família I 1.8 com 112CV com gasolina e 114CV com álcool esse disponível para a Trekking e Adventure e essa última podia vir com câmbio manual-automatizado dualogic. Em setembro de 2010 inaugurando a linha 2011 a Palio Weekend na versão Adventure troca o motor Família I 1.8 pelo Tritec/E-Torq 1.8 16V de mesma concepção do 1.6 16V já citado no Palio, mas aqui gerando 18.4KGFM a 4500RPM e 130CV a 5250RPM e com álcool vai a 18.9KGFM e 132CV nas mesmas rotações. A Trekking perde o 1.8 e a ELX fica inalterada, mas em Dezembro a linha é completada pela Trekking 1.6 16V com o motor em detalhes já citado no Palio. Em Outubro de 2011 na linha 2012 a versão ELX virava Attractive e continuava o mesmo 1.4 e a Trekking perde a opção do motor 1.4. Em Maio de 2012 na linha 2013 ela ganhava nova grade dianteira e cromado na grade dianteira da Attractive e da Trekking e sem mudanças de motores, a Attractive com o 1.4, a Trekking com o 1.6 16V e a Adventure  com o 1.8 16V e esse podia vir com câmbio Dualogic.

                                               
Nova grade dianteira e cromado leve na Adventure e o motor era o 1.8 16V de 130CV com gasolina e 132CV com álcool 

A Attractive com motor 1.4 de 85CV com gasolina e 86CV com álcool e havia a Trekking com motor 1.6 16V de 115CV com gasolina e 117CV com álcool, aliás ambas ganhavam o novo cromado na grade dianteira.

Em outubro de 2014 na linha 2015 sem mudanças, em maio de 2014 na linha 2015 ele passa a ser chamada apenas de Weekend(eu continuo chamando de Palio Weeekend..), seguiu sem mudanças até outubro de 2017 na linha 2018 quando perdeu a versão Trekking e junto com ela a opção do 1.6 16V. Em Outubro de 2018 na linha 2019 não tinha alterações e seguiu assim até o final da década e entraria na década seguinte, por pouco, mas entraria.

                                                          SIENA/GRAND SIENA 
                                                     

O Siena entrava na década nas versões Fire, EL ELX, Tetrafuel e HLX, com duas opções de câmbio: manual ou manual-automatizado de cinco marchas, esse último chamado de Dualogic, cinco opções de motores: o Fire 1.nada de 73CV com gasolina e 75CV com álcool, o Fire 1.4 de 85CV com gasolina e 86CV com álcool, o Fire 1.4 TetraFuel com 80CV com gasolina, 81CV com álcool e 68CV no GNV e por último o Família I 1.8 de 112CV com gasolina e 114CV com álcool, esse podia vir atrelado ao câmbio dualogic além do manual e a Fire era a de carroceria antiga e motor 1.nada, a EL com carroceria nova e faróis do Palio de 2007 até 2019 vinha no 1.nada e 1.4, a ELX com carroceria nova vinha e faróis desde o lançamento nos 1.nada e 1.4, o TetraFuel apenas 1.4 e a HLX com o 1.8. Em Setembro de 2010 na linha 2011 a versão HLX dá lugar a Essence e troca o motor Família I 1.8 pelo Tritec/E-Torq 1.6 16V já citado no Palio, já para o EL, ELX, Tetrafuel e Fire nada muda, o Fire mantinha a carroceria antiga e estreava a versão Sporting com motor 1.6 16V. Em Maio de 2011 inaugurando a linha 2012 a versão Sportting dava adeus e as versões ELX viravam Attractive, o resto das versões vinham sem alterações. Em Março de 2012 na plataforma MP0 chegava o Grand Siena que tinha entre -eixos maior que o Palio, dianteira diferente do Palio, duas opções de acabamento: Attractive e Essence, de imediato sai os Essence e Attractive antigos, ficando só Fire e o EL, duas opções de câmbio: manual ou manual-automatizado de cinco marchas esse último chamado dualogic e duas opções de motor: O Fire 1.4 Evo já citado em detalhes no Palio esse para o Attractive e o Tritec/E-Torq 1.6 16V disponível na Essence e que podia vir com o câmbio Dualogic e esse também já citado no Palio.
 
                                                   
O Grand Siena chegava ao mercado com motor 1.4 de 85CV com gasolina e 88CV com álcool e o 1.6 16V de 110CV com gasolina e 117CV com álcool , mais tarde chegava o 1.nada de 73CV com gasolina e 75CV com álcool 

Em maio de 2012 o Siena EL ganhava a linha 2013 com novo cromado na grade dianteira e assumia o lugar do Fire que dava adeus, sempre com câmbio manual de cinco marchas e o motor Fire 1.nada de 73CV com gasolina e 75CV com álcool e o 1.4 de 85CV com gasolina e 86CV com álcool. 

                                             
O Siena EL ganhava nova grade dianteira com cromado e os motores 1.nada de 73CV com gasolina e 75CV com álcool e o 1.4 de 85CV com gasolina e 86CV com álcool 

Em outubro de 2013 na linha 2014 nada muda. Em Outubro de 2014 na linha 2015 sem alterações, em outubro de 2015 na linha 2016 nada muda, em outubro de 2016 na linha 2017 o Siena EL dá adeus e o Grand Siena recebe a opção do Fire 1.nada Evo já citado em detalhes no Palio na entrada. Em maio de 2017 com a chegada do Argo, a versão Essense dá adeus e com ela o motor 1.6 16V, só ficando a Attractive com motor 1.nada e 1.4 e seguiu sem alterações até Outubro de 2019 na linha 2020 quando ganhou nova grade dianteira e as versões agora eram denominadas pelo motor: 1.nada e 1.4.

                                                            STRADA 
                                                 

A Strada entrava na década nas opções de cabine: simples, estendida e dupla, nas versões de acabamento: Fire(carroceria antiga), Working(com os faróis do Palio 2007-2009), Trekking e Adventure, sendo que a cabine dupla estava disponível apenas para a Working e Adventure, câmbio manual de cinco marchas e duas opções de motor: O Fire 1.4 de 85CV com gasolina e 86CV com álcool e o Família I 1.8 de 112CV com gasolina e 114CV com álcool esse último disponível para as versões Trekking e Adventure. Em Setembro de 2010 inaugurando a linha 2011 a Strada Adventure troca o motor Família I 1.8 pelo Tritec/E-Torq 1.8 16V de 130CV com gasolina e 132CV com álcool já citado em detalhes na Palio Weekend, a linha é ampliada em Dezembro com a versão Sporting e o motor 1.8 16V e a Trekking recebia o 1.6 16V . Em Outubro de 2011 na linha 2012 ela ganhava o câmbio manual-automatizado dualogic de cinco marchas para a Adventure. Em Maio de 2013 ela ganhava nova grade dianteira, cromado na grade, novos para-choques, a Fire com a carroceria antiga dava adeus, a Working ficava no seu lugar com o farol do Palio de 2007 até 2009 e o motor Fire 1.4, a Trekking com motor 1.6 16V e era a única com a opção das três cabines, a Working podia vir com a cabine simples ou dupla  opções  e lógico a Adventure com motor 1.8 16V e apenas cabine estendida ou dupla.

                                            
A Strada ganhava nova grade dianteira e o motor era o 1.8 16V de 130CV com gasolina e 132CV com álcool 

A Trekking recebia alterações também e o motor era o 1.6 16V de 115CV com gasolina e 117CV com álcool 

A Working vinha com o motor 1.4 de 85CV com gasolina e 86CV com álcool 

Em setembro de 2013 na linha 2014 ela ganhava novas lanternas traseiras, tampa da caçamba e a cabine dupla agora vinha com três portas, a terceira porta suicida, a nova cabine estava disponível nas versões Working, Trekking e Adventure, nos motores continuava sem alterações tanto  o 1.4, como o 1.6 16V e o 1.8 16V e a Trekking agora só com cabine dupla, já a Working podia vir com a simples e dupla, a Adventure com a cabine estendida. 

                                                    
A Strada recebia nova traseira, cabine dupla de três portas, com a terceira porta suicida e os motores eram os 1.4, 1.6 16V e 1.8 16V sem alterações. 

Em outubro de 2014 na linha 2015 sem alterações e seguiu sem alterações até outubro de 2017 na linha 2018 quando perdeu a versão Trekking e junto com ela o motor 1.6 16V e estreou a versão Hard Working, em Outubro de 2018 na linha 2019 era vez da versão Freedom com motor 1.4, Em Outubro de 2019 na linha 2020 ela perdia a opção da cabine estendida e se preparava para a nova geração que chegaria na década seguinte e seria sucesso de vendas.

                                                           IDEA 
                                               

A Idea entrava na década nas versões ELX, HLX e Adventure, nos motores Fire 1.4 de 80CV com gasolina e 81CV com álcool exclusivo da ELX, as outras duas vinham com o Família I 1.8 de 112CV com gasolina e 114CV com álcool e nas duas opções de câmbio: manual de cinco marchas ou manual-automatizado chamado de Dualogic pela Fiat. Em agosto de 2010 na linha 2011 a Idea ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques, lanternas e tampa do porta-malas, além do manual de cinco marchas ela passava a estar disponível com câmbio manual-automatizado dualogic de cinco marchas e agora as versões eram Attractive, Essence, Sporting e Adventure, no caso da Attractive ela manteve o Fire 1.4 de 12.2KGFM a 2250RPM e 80CV a 5500RPM e com álcool vai a 12.4KGFM e 81CV nas mesmas rotações, já na Essence o motor era Tritec/E-Torq 1.6 16V com 16.2KGFM a 4500RPM e 115CV a 5250RPM e com álcool vai a 16.8KGFM e 117CV e para a Sporting e Adventure essas que podem vir com câmbio Dualogic, o motor era o Tritec/E-Torq 1.8 16V de 18.4KGFM a 4500RPM e 130CV a 5250RPM e com álcool vai a 18.9KGFM e 132CV.

                                                 
O Idea ganhava novas lanternas traseiras e aqui a Adventure com motor 1.8 16V de 130CV com gasolina e 132CV com álcool 

A Adventure com nova grade dianteira 

A Sporting com motor 1.8 para mostrar a traseira sem estepe 

A nova grade dianteira na Essence essa com o 1.6 16V de 115CV com gasolina e 117CV com álcool e havia a Attractive com motor 1.4 de 80CV com gasolina e 81CV com álcool 

Em outubro de 2011 na linha 2012 nada muda, em Outubro de 2013 na linha 2014 nada muda, em Agosto de 2014 na linha 2015 a Idea ganhava nova grade, pequenas mudanças é verdade, com exceção da Adventure. Em Outubro de 2015 na linha 2016 nada muda e em outubro de 2016 na linha 2017 diante do "Efeito Renegade" ela dá adeus ao mercado.

                                                            PUNTO 
                                               

O Punto entrava na década nas versões ELX, HLX, Sporting e a recém-lançada T-JET e com três opções de motor: o Fire 1.4 de 85CV com gasolina e 86CV com álcool da ELX, o Família I 1.8 da HLX com 112CV com gasolina e 114CV com álcool, na Sporting gerava 113CV com gasolina e 115CV com álcool e o Fire T-JET 1.4 16V com turbo gerando 152CV. Em Julho de 2010 o Punto estreava os Tritec/E-Torq na Fiat brasileira era a linha 2011, para as versões Essence e Sporting, ele podia vir com câmbio manual de cinco marchas ou manual-automatizado dualogic também de cinco marchas, no Essnece o motor era o Tritec/E-Torq 1.6 16V de 16.2KGFM a 4500RPM e 115CV a 5250RPM e com álcool vai a 16.8KGFM e 117CV e tanto para Essence como para a Sporting estava disponível o 1.8 16V de 18.4KGFM a 4500RPM e 130CV a 5250RPM e com álcool vai a 18.9KGFM e 132CV nas mesmas rotações, a ELX virava Attractive, mas mantinha o 1.4 e a T-JET era mantida com motor Fire 1.4 16V T-JET(Turbo) de 152CV esse apenas á gasolina. Em Outubro de 2011 na linha 2012 a versão Essence perde o 1.8 e só fica com o 1.6 16V. Em Agosto de 2012 na linha 2013 ele recebe nova grade dianteira, faróis e para-choques e novas lanternas, na versão Attractive o motor Fire 1.4 Evo de 12.4KGFM a 3500RPM e 85CV a 5750RPM e com álcool vai 12.7KGFM e 88CV, o Essence mantém o 1.6 16V, o Sporting mantém o 1.8 16V e ambos podem vir com o câmbio Dualogic e T-JET mantém o Fire 1.4 16V T-JET de 152CV á gasolina.

                                           
O Punto recebe novas lanternas traseiras, aqui um T-JET com motor Fire 1.4 16V T-JET de 152CV 

O Sporting com a nova dianteira, motor 1.8 16V de 130CV com gasolina e 132CV com álcool e existia o 1.6 16V de 115CV com gasolina e 117CV com álcool para a Essence e o 1.4 de 85CV com gasolina e 88CV com álcool para Attractive 

Em outubro de 2013 na linha 2014 nada muda, em outubro de 2014 na linha 2015 nada muda, em outubro de 2015 na linha 2016 ele recebe central multimídia U-Connect, em maio de 2016 chegava a linha 2017 agora em duas versões Attractive e BlackMotion, a primeira mantinha o 1.4 de 85CV com gasolina e 88CV com álcool e a segunda o 1.8 16V de 130CV com gasolina e 132CV com álcool, a versão T-JET dá adeus e com ela o motor 1.4 16V T-JET ao Punto e o 1.6 16V também saia de cena na linha Punto e em Maio de 2017 com o lançamento do Argo, o Punto dá adeus ao mercado brasileiro.

                                                      LINEA
                                            

O Linea entrava na década nas versões LX, ELX, Absolute e T-JET, nas duas opções de câmbio: manual ou manual-automatizado de cinco marchas, nas duas opções de motores: Hi-Torque 1.9 16V de 130CV com gasolina e 132CV com álcool e esse podia vir atrelado ao manual-automatizado e disponível nas três primeiras versões, a T-JET com motor Fire 1.4 16V T-JET de 152CV. Em Setembro de 2010 na linha 2011 o Linea trocava o motor Hi-Torque 1.9 16V pelo Tritec/E-Torq 1.8 16V de 18.4KGFM a 4500RPM e 130CV a 5250RPM e com álcool vai a 18.9KGFM e 132CV, as versões LX e ELX são substituídas pela Essence, a Absolute também recebe o novo motor e a T-JET segue na linha. Em outubro de 2011 na linha 2012 sem alterações. Em Junho de 2012 chegava a linha 2013 e o adeus da versão T-JET 1.4 16V  e seguiu sem alterações até Abril de 2014 quando ganhou nova grade dianteira, para-choques, novas lanternas e tampa do porta-malas e perdia o motor T-JET ficando apenas com o E-Torq 1.8 16V e nas versões Essence e Absolute.

                                               
O Linea recebia novas lanternas traseiras e tampa do porta-malas na traseira 

Na dianteira nova grade dianteira e agora apenas o motor 1.8 16V de 130CV com gasolina e 132CV com álcool 

Em outubro de 2015 na linha 2016 nada muda, em Outubro de 2016 ele dá adeus ao mercado nacional.

                                                             STILO 
                                             

O Stilo entrava na década nas versões Attractive, Básica(sim a básica era intermediária) e Sporting, nas duas opções de câmbio: manual ou manual-automatizado dualogic e apenas uma opção de motor: O Família I 1.8 de 112CV com gasolina e 114CV com álcool, a Fiat planejava conviver ele com o Bravo e para confirmar isso ela lançou a linha 2011 em Maio de 2010 foi muito antecipada, por que os estoques de Família I 1.8 acabaram em Betim-MG ele deu adeus em Outubro de 2010.

                                                          DOBLÓ 
                                           

O Dobló entrava na década recém-renovado, nas versões ELX, HLX, Adventure e Cargo(Furgão), câmbio manual de cinco marchas e duas opções de motor: O Fire 1.4 de 85CV com gasolina e 86CV com álcool e o Família I 1.8 de 112CV com gasolina e 114CV com álcool. Em Julho de 2010 na linha 2011 ele trocava o motor Família I pelo Tritec E-Torq 1.8 16V de 18.4KGFM a 4500RPM e 130CV a 5250RPM com gasolina e com álcool vai a 18.9KGFM e 132CV nas mesmas rotações, aliás o Cargo era o único que vinha com os dois motores, a ELX com o 1.4, já HLX e Adventure com o 1.8 16V(antes o 1.8 Chevrolet). Em Outubro de 2011 na linha 2012 a versão ELX virava Attractive 1.4 e a HLX 1.8 16V virava Essence 1.8 16V  e seguiu sem alterações até Outubro de 2016 quando o Cargo deu adeus e a opção do motor 1.4 e a versão Attractive só ficou a Essence  e a Adventure ambas  com o 1.8 16V era a linha 2017. Em Outubro de 2017 na linha 2018 nada muda, em Outubro de 2018 na linha 2019 nada muda. Em Outubro de 2019 na linha 2020 ele perde a versão Adventure.

                                                             DUCATO   
                                                

A Ducato entrava na década recém-renovada com o motor Multijet 2.3 16V Turbo Diesel de 127CV. Em Outubro de 2010 na linha 2011 nada muda e seguiu sem alterações até abril de 2013 na linha 2014 quando  o motor Muitjet 2.3 16V Turbo Diesel agora gerava 30.6KGFM a 1800RPM e 127CV a 3600RPM e seguiu sem alterações até Outubro de 2017 quando deixou de ser produzida em Sete Lagoas-MG e em Março de 2018 chegou a nova geração importada do México, com câmbio manual de seis marchas e o motor 2.3 16V Turbo Diesel foi a 130CV, mas manteve o torque.

                                                     
A Nova Ducato chegava importado do México com motor 2.3 16V Turbo Diesel de 130CV. 

O motor 2.3 16V é feito em Betim-MG e segue para o México e era linha 2019 que trazia a inédita chassi-cabine e seguiu sem alterações até o final da década.

                                                           BRAVO
                                              

Em Outubro de 2010 na linha 2011 chegava o Bravo, sucessor do Stilo, ele chegava nas versões Essence e Absolute, duas opções de câmbio: manual de cinco marchas e manual-automatizado também de cinco marchas chamado de Dualogic e apenas uma opção de motor: o Tritec/E-Torq 1.8 16V de 18.4KGFM a 4500RPM e 130CV a 5250RPM com gasolina e com álcool vai a 18.9KGFM e 132CV nas mesmas rotações . Em Fevereiro de 2011 completando a linha chegava o T-JET que trazia o câmbio manual de seis marchas e o motor Fire 1.4 16V T-JET(Turbo) com 21.1KGFM a 2250RPM e 152CV a 5500RPM apenas á gasolina. Em Outubro de 2011 na linha 2012 o Absolute perdia o câmbio manual só vinha com dualogic. Em Julho de 2012 como novidade da linha 2013 chegava o Sporting, com câmbio manual ou dualogic e motor 1.8 16V. Em Outubro de 2013 na linha 2014 a Essence passa a vir com câmbio manual apenas e a T-JET ganha faixas laterais destacando a versão. Em Outubro de 2014 na linha 2015 nada muda e em Fevereiro de 2015 antecipando a linha 2016 ele recebia nova grade dianteira, faróis e lanternas, disponível na versão Essence, Sporting, Absolute e T-JET, se manteve nas três opções de câmbio: manual de cinco marchas da Essence e Sporting, manual-automatizado dualogic para Absolute e Sporting e o manual de seis marchas para o T-JET, já nos motores as três primeiras continuavam com o 1.8 16V e a T-JET continuava com o 1.4 16V T-JET.

                                                  
Nova grade dianteira, faróis e para-choques e aqui representado pela T-JET com motor 1.4 16V T-JET de 152CV 

Novas lanternas traseiras e aqui representado pela Sporting com motor 1.8 16V de 130CV com gasolina e 132CV com álcool disponível para Absolute e Essence. 

Em outubro de 2016 o Bravo dava adeus ao mercado e a Fiat adeus aos Hatches médios.

                                                               500
                                                    
 

Em setembro de 2011 na linha 2012 chegava o 500 importado do México, ele chegava em três versões de acabamento: Cult, Sport Air e Lounge, três opções de câmbio: manual de cinco marchas, manual-automatizado dualogic de cinco marchas e o automático de seis marchas. Duas opções de motor: A primeira era o Fire 1.4 EVO que era fabricado em Betim-MG e seguia para o México para equipar a versão Cult e com isso gerava 12.4KGFM a 3500RPM e 85CV a 5750RPM e com álcool vai a 12.7KGFM e 88CV nas mesmas rotações e a segunda é o Fire 1.4 16V Multiair com duplo comando de válvulas no cabeçote acionado por correia dentada e o Multiair atuando diretamente nas válvulas como atuador variável e com isso gerava 13.6KGFM a 3850RPM e 105CV a 6250RPM esse apenas á gasolina e disponível nas versões Sport Air e Lounge, a Cult e Sport Air, podiam vir com câmbio manual,  a Lounge apenas com o automático de seis marchas e a Cult também podia vir com dualogic e a Sport Air com automático de seis marchas. Em Outubro de 2012 na linha 2013 nada muda, em Janeiro de 2013 chegava o 500 C que era conversível apenas na versão Sport Air com câmbio manual ou automático e o motor Fire 1.4 16V Multiair.

                                                              
O 500C chegava ao mercado com o motor 1.4 16V de 105CV , mais tarde virava Flex e passava a gerar 107CV com álcool e mais tarde recebia o 1.4 de 85CV com gasolina e 88CV com álcool

Em Julho de 2013 na linha 2014 o Lounge dava adeus e o Sport Air tanto teto rígido como conversível recebiam o motor Fire 1.4 16V Multiair Flex com gasolina ele gerava 13.6KGFM a 3850RPM e 105CV a 6250RPM e com álcool vai a 13.8KGFM e 107CV nas mesmas rotações. . Em Junho de 2014 na linha 2015 o Sport Air Teto rígido dá adeus e junto com ele se vai o câmbio manual do 1.4 16V inclusive do Cabriolet que se manteve automático, mas a linha 2015 não estava completa o Cabrio trocava a versão Sport Air pela Cult com motor 1.4 Fire Evo já citado acima em outubro de 2014 e naquele mesmo mês chegava o esportivo Abarth, com câmbio manual de cinco marchas e o motor Fire 1.4 16V T-JET Multiair que esse sistema Multiair atua diretamente nas válvulas e com isso gerava 26.3KGFM a 2500RPM e 167CV a 6500RPM.

                                               
O 500 Abarth chegava ao mercado com motor 1.4 16V T-JET Multiair de 167CV 

Em outubro de 2014 na linha 2015 nada muda, em outubro de 2016 os estoques da versão Abarth acabam, em outubro de 2017 na linha 2018 as versões Cult Manual e Cabrio dão adeus, ficando só a Cult 1.4 Dualogic e em outubro de 2018 ele dá adeus ao mercado brasileiro.

                                                      FREEMONT
                                             

Em Agosto de 2011 na linha 2012 chegava o Freemont, importado do México, o curioso que é o mercado brasileiro foi o único a ter os dois modelos, tanto o Freemont quando o Dodge Journey, na América do norte apenas o segundo estava disponível nas versões quatro cilindros e V6 e na Europa apenas o primeiro além do quatro cilindros e V6 tinha a opção diesel quatro cilindros. No Brasil o Journey era vendido com motor V6, o Freemont chegava nas versões Emotion e Precision, no câmbio automático de quatro marchas e no motor quatro cilindros GEMA 2.4 16V com bloco e cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas variável no cabeçote acionado por corrente metálica e com isso gerava 22KGFM a 4000RPM e 172CV a 6000RPM era a única opção. Em Outubro de 2012 na linha 2013 nada muda. Em Agosto de 2013 na linha 2014 o câmbio automático de quatro marchas dá lugar ao de seis marchas e seguiu sem alterações até Outubro de 2016 quando deu adeus do mercado brasileiro.



                                                           TORO 

                                         

A Fiat não inaugurou um segmento, mas popularizou o segmento de Sports Utility Pick-up com a Toro, ela chegava apenas na cabine dupla, duas opções de acabamento: Freedom e Volcano, duas opções de tração: dianteira ou integral, três opções de câmbio: automático de seis marchas, manual de seis marchas e automático de nove marchas, duas opções de motor: o Tritec E-Torq 1.8 16V VIS que ganhou comando de válvulas variável e coletores variáveis e com isso passou a gerar 18.8KGFM a 3750RPM e 135CV a 5750RPM com gasolina e com álcool vai a 19.3KGFM e 139CV nas mesmas rotações e o Multijet II 2.nada 16V Turbo Diesel da família Pratola Serra com bloco de ferro, cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas no cabeçote acionado por correia dentada, turbo, intercooler e injeção common-rail que gera 35.7KGFM a 1750RPM e 170CV a 3750RPM, ela foi lançada em Fevereiro de 2016 como linha 2017, o motor diesel estava atrelado ao câmbio de nove marchas automático ou de seis marchas manual, já o 1.8 apenas com o automático de seis marchas e ela chegou nessas versões: Freedom 1.8 16V Automática, Freedom 2.nada 16V Turbo Diesel manual, Freedom 2.nada 16V Turbo Diesel 4x4 Manual, Freedom 2.nada 16V Turbo Diesel 4x4 Automática e Volcano 2.nada 16V Turbo Diesel Automática, em Outubro daquele mesmo ano completando a linha chegava o Tigershark 2.4 16V Multiair derivado da família GEMA em que a variação dos comandos de válvulas era feita pelo Multiair que nesse caso era o de segunda geração e com isso gerava 23.5KGFM a 4000RPM e 174CV a 6400RPM com gasolina e com álcool vai a 24.9KGFM e 186CV nas mesmas rotações e atrelado ao câmbio automático de nove marchas e a tração dianteira, disponível para as versões Freedom e Volcano. Em Outubro de 2017 na linha 2018 chegava a versão Ranch com motor 2.nada 16V Turbo Diesel e tração 4x4. Em Outubro de 2018 na linha 2019 chegava a versão Ultra com capota maritíma rigida e motor 2.nada 16V Turbo diesel e tração 4x4 o que a transformou num sedã praticamente. Em Outubro de 2019 na linha 2020 ele ganhava uma opção mais barata: a Endurance que estreava o câmbio manual de cinco marchas na linha Toro atrelada ao motor 1.8 16V e estava disponível com câmbio automático de seis marchas e motor 1.8 16V e a Turbo diesel com tração 4x4 e câmbio automático de nove marchas, o câmbio manual de seis marchas dá adeus e com ela opção da tração dianteira na Toro Diesel, agora as diesel são apenas 4x4. A picape é o primeiro Fiat brasileiro fabricado fora de Betim, no caso em Goiana, Pernambuco.

                                                           MOBI
                                                 


Em Abril de 2016 chegava o Mobi como linha 2017, o câmbio era manual de cinco marchas e o motor sempre era o Fire EVO 1.nada que gerava 9.5KGFM a 3850RPM e 73CV a 6250RPM com gasolina e com álcool vai a 9.9KGFM e 75CV ele vinha nas versões Easy, Like e Way, esse última com suspensão elevada, sempre com quatro portas, ele era feito na MP0, em Dezembro daquele ano era vez da versão Drive com o motor três cilindros GSE Firefly 1.nada que gerava 10.4KGFM a 3250RPM e 72CV a 6000RPM e com álcool vai a 10.9KGFM e 77CV, em Abril de 2017 chegava a linha 2018 que trazia para o Drive o câmbio manual-automatizado dualogic de cinco marchas atrelado ao motor três cilindros. Em Outubro de 2018 na linha 2019 ele perde a versão Drive e o motor três cilindros GSE FireFly e também o câmbio manual-automatizado. Em Outubro de 2019 na linha 2020 sem mudanças.

                                                              ARGO 
                                           

Em Maio de 2017 já como linha 2018 estreava o Argo, ele era feito na plataforma MP1 que derivava da MP0 só que era mais larga, tinha dianteira e traseira herdada dos irmãos, mas 20%(a parte central herdada do Punto), ele vinha em três versões de acabamento: Drive, Precision e HGT, três opções de câmbio: Manual de cinco marchas, manual-automatizado GSR também de cinco marchas e o automático de seis marchas, nos motores três opções: o GSE FireFly três cilindros 1.nada que gera 10.4KGFM a 3250RPM e 72CV a 6000RPM e com álcool vai a 10.9KGFM e 77CV nas mesmas rotações esse disponível para a Drive, o GSE FireFly 1.3 que gerava 13.7KGFM a 3500RPM e 101CV a 6250RPM e com álcool vai a 14.2KGFM e 109CV nas mesmas rotações também disponível para a Drive  e por último o Tritec/E-Torq VIS 1.8 16V que gerava 18.8KGFM a 3750RPM e 135CV a 5750RPM com gasolina e com álcool 19.3KGFM e 139CV nas mesmas rotações. A Drive 1.nada só vinha com câmbio manual, a Drive 1.3 podia vir com câmbio manual ou manual-automatizado, a Precision e a HGT podia vir com o manual ou automático essas duas últimas 1.8. Em Outubro de 2018 na linha 2019 o câmbio manual dava adeus as versões Precision e HGT com motor 1.8. Em Maio de 2019 a linha 2020 é inaugurada com a Trekking que tinha suspensão elevada e o motor 1.3 e apenas câmbio manual, em outubro a linha é completada pelas versões "Básica" 1.nada e 1.3 e a Trekking 1.8 com câmbio automático, o manual - automatizado dá adeus ao Argo.

                                                          CRONOS
                                                

Em Abril de 2018 como linha 2019 chegava o Cronos, sedão derivado do Argo, a plataforma era MP-S que deriva da MP1 e deriva da MP0 o sedã é fabricado na Argentina, as mesmas alterações no Argo só sedã, duas opções de acabamento: Drive e Precision, duas opções de motores: O GSE FireFly 1.3 já citado no Argo e o Tritec/E-Torq 1.8 16V também já citado no Argo, três opções de câmbio: manual de cinco marchas, manual-automatizado de cinco marchas GSR e automático de seis marchas. A Drive vinha com o 1.3 e a Precision com o 1.8, no câmbio tanto o 1.3 como o 1.8 podiam vir atrelado ao câmbio manual ou automático, já 1.3 tinha a opção do manual-automatizado e a 1.8 apenas do automático. Em Agosto de 2019 na linha 2020 chegava o HGT com o mesmo motor da Precision e está perdia o câmbio manual, apenas o automático de seis marchas era atrelado ao 1.8 16V e dois meses depois estreava a Drive 1.8 16V Automático e as "Básicas" 1.3 Manual e 1.8 Automática, o manual-automatizado seguia no sedã.

                                                            IMPORTADOS 
                                                                    500 
                                                            

O único importado fora do México e Mercosul foi o 500 que entrou na década importado da Polônia, nas versões Sport e Lounge, com o câmbio manual ou manual-automatizado chamado de Dualogic, ambos de cinco marchas e o motor era o Fire 1.4 16V de  13.4KGFM a 4250RPM e 100CV a 6000RPM, em outubro de 2010 ele não chega a linha 2011, mas os estoques se mantém até a chegada do modelo vindo do México que o substituiu.

                                                       2020 EM DIANTE 
Um nova geração de sucesso, o adeus de um segmento no Brasil, a estreia em outro segmento e a volta da liderança, a fusão Stellantis(PSA e FCA), entre outros.

                                                        MOBI
                                               
 

O Mobi entrou na década apenas com câmbio manual de cinco marchas e o motor Fire EVO 1.nada de 73CV com gasolina e 75CV com álcool e três opções de acabamento: Easy, Like e Way. Em Outubro de 2020 ele ganhava a nova grade dianteira com o novo símbolo da Fiat e a bandeira italiana no canto da grade e a versão Way dá lugar a Trekking e esta tinha central multimídia opcional era linha 2021.

                                               
Nova grade dianteira e versão Trekking e o motor é o 1.nada de 73CV com gasolina e 75CV com álcool.

Em Junho de 2021 ele ganhou a linha 2022 no caso a Trekking ganhou central multimídia de série, apenas isso.

                                                                   UNO  
  
                                              
                                     

O Uno entrou na década nas versões Drive e Way, câmbio manual de cinco marchas e três opções de motores: o Fire EVO 1.nada de 73CV com gasolina e 75CV com álcool da Drive, o GSE FireFly 1.nada de 72CV com gasolina e 77CV com álcool e o GSE FireFly 1.3 de 101CV com gasolina e 109CV com álcool esses são do Way, em outubro de 2020 na linha 2021 nada muda, em Maio de 2021 ele perde a versão Way e com ele os motores GSE FireFly é sinal o adeus? vamos esperar, atualmente ele só está na Drive 1.nada com motor Fire.

                                                           FIORINO
                                               
  

A Fiorino entrava na década em versões única, com motor Fire Evo 1.4 de 85CV com gasolina e 88CV com álcool. Em Junho de 2020 na linha 2021 ele passa a ser vendida em duas versões: Hard Working e Working sempre equipada com motor 1.4, está previsto um facelift para esse ano e o motor além do Fire, será o GSE FireFly 1.3 como opção mais potente.

                                                         GRAND SIENA  
                                               

Ele já entrou na década com grave nova, única opção de acabamento, duas opções de motor: o Fire EVO 1.nada de 73CV com gasolina e 75CV com álcool e o Fire 1.4 de 85CV com gasolina e 88CV com álcool, em Junho de 2020 ele ganha a linha 2021 apenas cinto de três pontos para todos os ocupantes como a lei obriga, ele ainda não ganhou a linha 2022, mas assim como acontece com o Uno se especula-se o seu adeus.

                                                              PALIO WEEKEND 
                                                     
  

A Palio Weekend entrou na década nas versões Attractive e Adventure, com câmbio manual de cinco marchas ou manual-automatizado dualogic também de cinco marchas, nos motores o Fire 1.4 de 85CV com gasolina e 86CV com álcool e o Tritec/E-Torq 1.8 16V de 130CV e 132CV com álcool esse da Adventure e podia vir com o Dualogic, mas não durou muito, a Fiat avaliou que seria inviável colocar cinto de três pontos para todos nela, além de encosto de cabeça e isofix e aí no final de Janeiro de 2020 ela dá o seu adeus, afinal os SUVs hoje em dia são mais interessantes mercadológicamente(vide Jeep Renegade e Compass vendendo bem) e no dia do enterro da Palio Weekend a Fiat anunciou dois SUVs no mercado brasileiro, o primeiro deles você vai ver mais abaixo.

                                                          STRADA 
                                               
  

A Strada entrou na década nas opções de cabine simples e dupla, quatro opções de acabamento: Hard Working, Working, Freedom e Adventure, a última apenas com cabine dupla, duas opções de câmbio: manual ou manual-automatizado de cinco marchas chamado da Dualogic, duas opções de motores: o Fire 1.4 de 85CV com gasolina e 86CV com álcool e o Tritec/E-Torq 1.8 16V de 130CV com gasolina e 132CV esse podia vir com o Dualogic, mas era certa a nova geração da picape. Em Julho de 2020 como linha 2021 chegava a nova geração da Strada feita na plataforma MPP, que teve alterações pesadas, na dianteira veio capô do Mobi, porta-dianteira do Mobi, espelhos do Argo, mas a base mais largo veio de Argo/Cronos, a lateral era própria e a traseira veio da Fiorino incluindo a suspensão traseira só que essa veio  da Strada antiga, coluna A na dianteira veio do Uno, o câmbio era apenas manual de cinco marchas, três versões de acabamento: Endurance, Freedom e Volcano, duas opções de cabine: Plus( A Simples com um pouco de espaço na traseira) e a dupla agora de quatro portas e cinco lugares e duas opções de motor: o Fire EVO 1.4 que gera 12.4KGFM a 3500RPM e 85CV a 5750RPM e com álcool vai a 12.5KGFM e 88CV esse exclusivo da Endurance para as outras versões o motor era o GSE FireFly 1.3 de 13.7KGFM a 3500RPM e 101CV a 6250RPM com gasolina e com álcool vai a 14.2KGFM e 109CV. A carroceria antiga seguia na versão Hard Working e acabou representando apenas 6% das vendas.

                                                           
A Strada chegava ao mercado nas cabines Plus(foto) com motor 1.4 de 85CV com gasolina e 88CV com álcool e o 1.3 de 101CV com gasolina e 109CV com álcool 

A Cabine dupla(foto) agora é quatro portas e cinco lugares e os mesmos motores da Plus 

Em fevereiro de 2021 a Hard Working dá adeus e com ela a carroceria antiga. A Nova Strada é sucesso de vendas e assumiu a liderança geral entre carros de passeio e comercial leve, é o carro mais vendido do ano.  Está prevista as versões Working abaixo da Endurance e a Ranch com câmbio CVT atrelado ao motor 1.3.

                                                              ARGO 
                                                 

O Argo entrava na década nas versões Básica, Drive, Trekking, Precision e HGT, nos motores GSE FireFly 1.nada de 72CV com gasolina e 77CV com álcool, GSE Firefly 1.3 de 101CV com gasolina e 109CV com álcool e o Tritec E/Torq 1.8 16V de 135CV com gasolina e 139CV com álcool, duas opções de câmbio: manual de cinco marchas ou automático de seis marchas e as versões estavam disponíveis assim: Básica 1.nada, Drive 1.nada, Básica 1.3, Drive 1.3, Trekking 1.3, Trekking 1.8 Automática, Precision 1.8 Automática e HGT 1.8 16V Automática. Em Agosto de 2020 na linha 2021 ele ganhou nova grade dianteira com o novo símbolo da Fiat e perde a versão Precision. 

                                                
O Argo ganhava nova grade dianteira e os motores eram o 1.nada de 72CV com gasolina e 77CV com álcool, o 1.3 de 101CV com gasolina e 109CV com álcool e o 1.8 16V de 135CV com gasolina e 139CV com álcool, a Trekking vem com os dois últimos. 

Ainda não chegou a linha 2022 do Argo oficialmente, mas se especula-se o adeus do 1.8 16V.

                                                               CRONOS 
                                                  

O sedã Cronos fabricado na Argentina entrava nessa década nas versões Básica, Drive, Precision e HGT, três opções de câmbio: manual de cinco marchas, manual-automatizado GSR de cinco marchas e automático de seis marchas e duas opções de motor: o 1.3 de 101CV com gasolina e 109CV com álcool e o 1.8 16V de 135CV com gasolina e 139CV com álcool e com isso ele estava disponível assim: Básica 1.3, Básica 1.8 16V Automática, Drive 1.3, Drive 1.3 GSR, Drive 1.8 Automática, Precision 1.8 Automática e HGT 1.8 16V Automática. Em Junho ele perde o câmbio manual-automatizado e em Novembro ele ganhava nova grade dianteira com o novo símbolo da Fiat e perdia a Básica 1.8 16V Automática.

                                                       
O Cronos recebe nova grade dianteira e os motores são o 1.3 e 1.8 16V já citados no Argo 

Em Julho foi anunciada a linha 2022 nas versões Básica e Drive apenas com motor 1.3 e câmbio manual, as versões Drive 1.8, Precision 1.8 e HGT 1.8 dão adeus ao mercado.

                                                              TORO 
                                               

A Toro entrava na década em cinco opções de acabamento: Endurance, Freedom, Volcano, Ranch e Ultra, três opções de câmbio: manual de cinco marchas, automático de seis marchas e automático de nove marchas, duas opções de tração: dianteira ou integral e três opções de motores: O Tritec/E-Torq 1.8 16V de 130CV com gasolina e 132CV com álcool, o GEMA Tigershark 2.4 16V de 174CV com gasolina e 186CV com álcool e o Multijet II 2.nada 16V Turbo diesel de 170CV, o motor á diesel estava atrelado ao câmbio automático de nove marchas e tração integral, o 2.4 ao câmbio automático de nove marchas e a tração dianteira e o 1.8 ao automático de seis marchas e tração dianteira e esse último ao manual e com isso ela estava disponível assim: Endurance 1.8 16V Manual, Endurance 1.8 16V Automática, Endurance 2.nada 16V 4x4 Turbo Diesel Automática, Freedom 1.8 16V Automática, Freedom 2.nada 16V Turbo Diesel 4x4 Automática, Volcano 2.nada 16V 4x4 Turbo Diesel Automática, Ranch 2.nada 16V Turbo Diesel 4x4 Automática e Ultra 2.nada 16V Turbo Diesel 4x4 Automática. Em Abril de 2020 na linha 2021 ela ganhava perdia o motor 2.4 16V á gasolina. Em Abril de 2021 na linha 2021 ela ganhava nova grade dianteira, sendo que com visual totalmente diferente para as versões Ranch e Ultra, estreava o novo GSE Turbo 270 1.3 16V Flex com bloco e cabeçote de alumínio, cabeçote 16 válvulas, comando de válvulas simples e variável no escape, sistema Multiair III na admissão, turbo, intercooler e injeção direta que gerava 27.5KGFM a 1750RPM e 180CV a 5750RPM com gasolina e com álcool vai a 185CV, o 1.8 16V seguia apenas na Endurance e ambos atrelado ao câmbio automático de seis marchas, T270 seguia para as versões Endurance, Freedom e estreava o motor Flex na Volcano e o Turbo Diesel segue todas as versões incluindo Ranch e Ultra.

                                                 
A Toro ganhava grade diferenciada para as versões Ranch e Ultra e o motor era o Turbo diesel 2.nada 16V de 170CV 

As versões Flex ganhavam nova grade dianteira, estreava o motor Turbo 270 1.3 16V Flex de 180CV com gasolina e 185CV com álcool e na Endurance era mantido o 1.8 16V 

                                                              DOBLÓ
                                                  

Sim, eu sei que trata de um HLX, mas foto apenas para ilustrar, ele entrava na década apenas na versão Essence, com câmbio manual de cinco marchas e o motor Tritec/E-Torq 1.8 16V de 130CV com gasolina e 132CV com álcool. Em Agosto de 2020 na linha 2021 duas novidades: ele recebe cinto de três pontos para todos, encosto de cabeça para todos e isofix obrigado lei e marcava o retorno do furgão Cargo do mesmo jeito que saiu de linha 2016 e com motor 1.8 16V.

                                             
O Dobló cargo retorna ao mercado com motor 1.8 16V de 130CV com gasolina e 132CV com álcool 

Ainda não teve linha 2022, mas assim como Uno e Grand Siena se especula o seu adeus. 

                                                                DUCATO 

                                              
  

Na entrada da década a Ducato veio do México, nas versões Chassi-cabine, Furgão e Minibus, com câmbio manual de seis marchas e o motor Multijet II 2.3 16V Turbo Diesel de 130CV feito em Betim-MG e enviado ao México e que volta ao Brasil no Furgão. Em Outubro de 2020 na linha 2021 nada muda e ainda não chegou a linha 2022, mas não está prevista alterações no furgão. 

                                                               PULSE
                                             

A Fiat comemorou seus 45 anos com início da produção do Pulse em Betim-MG, ele inaugura a plataforma MLA uma evolução mais radical da MP1, nos motores se especula que terá o GSE FireFly 1.3 de 101CV com gasolina e 109CV com álcool e ele vai estrear o GSE três cilindros turbo na linha Stellantis brasileira, mas aí só no lançamento em Setembro para saber mais detalhes. 

Essa matéria é dos 45 anos da Fiat, então não terá Alfa Romeo 2300(1972-1986, sendo que de 1980 até o final da carreira foi feito em Betim-MG, antes eram Xerém-RJ), Jeep Renegade(2015-presente) e Jeep Compass(2016-presente) esses dois últimos feitos em Goiana, Pernambuco.

             





                                               











                                               


                        









   


















 


   

                              





                                                 












                                                   










                                                 















                                               





                                                   


















 

























 



                                                    



      






















                                              


                                  



                                           


                                             
                     





                                              


                                                           

                    

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