CHEGOU A HORA DE VER OS DEZ MAIS LONGEVOS CARROS DO PAÍS EM ATIVIDADE
Depois dos dez carros mais longevos do país, agora vamos ver os carros mais longevos do país que estão em atividade, alguns estão para se aposentar, mas outros parecem que vão seguir mais alguns anos teve dois que já foram e voltaram na mesma proposta, mas aqui a lista não vai entrar carros importados fora do México ou Argentina e Uruguai(embora não tenha nenhum uruguaio ou mexicano, mas quase teve uma picape que foi brasileira, mexicana e argentina, sim a Frontier aqui) , no caso a Ranger norte-americana, a Frontier tailandesa que foi um ano e a japonesa de 1998 até 2002, assim como a L200 japonesa de 1992 até 1998 e a Hilux japonesa também de 1992 até 1998 e lógico nessa lista não terá o Civic por que ele já foi e também não teremos carro que substituiram um a outros caso do Polo Classic pelo Polo Sedan e esse saiu de cena e deu lugar ao Virtus três anos depois do seu adeus e o Polo Hatch faltou pouco para estar aqui, assim como a Nissan Frontier, a Renault Master e a Fiat Ducato, essa última graças a sua ausência de um ano no mercado.(quando o modelo nacional deixou de ser produzido no final de 2016 e o modelo mexicano só chegou em 2018) e a Mercedes-Benz Sprinter.
10 MITSUBISHI L200 24 ANOS(DESDE 1998)
Quando o ano é o mesmo, o desempate é pelo mês e quando o mês é o mesmo aí vem a ordem alfabética, a L200 nacional chegou ao mercado em Agosto de 1998 fabricada em Catalão- Goiás veio apenas cabine dupla, câmbio manual de cinco marchas, três versões de acabamento: L, GL e GLS e apenas uma opção de motor: o 2.5 Turbo Diesel da família Astron Diesel com bloco e cabeçote de ferro, comando de válvulas no bloco acionado por varetas e corrente metálica e turbo e com isso gerava 20.5KGFM a 2000 RPM e 87CV a 4000RPM e lógico a Mitsubishi é tocado pelo grupo Souza Ramos no Brasil.
A L200 nacional chega ao mercado com motor 2.5 Turbo diesel de 87CV
Em Outubro de 1999 na linha 2000 o grupo Souza Ramos mexe no modelo com nova grade dianteira, faróis redondos, ficou mais bonito, mas era evidente que se tratava uma picape com visual bem antigo.
Nova grade dianteira, faróis e para-choques e o motor 2.5 Turbo diesel sem alterações, mais tarde vai a 100CV
Em Outubro de 2000 na linha 2001 nada muda, em Julho de 2001 na linha 2002 sem alterações, em Outubro de 2002 na linha 2003 nada muda e em Julho de 2003 na linha 2004 chegava a L200 Sport, na mesma base, mas ganhava um visual totalmente novo, disponível nas versões GLS e HPE, sempre com opção de tração 4x4 e cabine dupla, além do manual de cinco marchas ela tinha a opção do automático de quatro marchas foi a primeira picape diesel nacional a ter câmbio automático, embora quem popularizou foi a Hilux(mas aí é outra conversa) e o motor 2.5 Turbo Diesel da família Astron recebeu Turbo de geometria variável e injeção eletrônica sem common-rail e com isso passou a gerar 26.2KGFM a 2000RPM e 121CV a 4000RPM e a segunda calibração com um turbo um pouco mais forte passou a gerar 30.6KGFM a 2000RPM e 141CV a 4000RPM se tornando a picape média á diesel mais potente do seu tempo, aliás picape média mais potente, já que as V6 á gasolina já tinham dado adeus e essa configuração de 141CV que podia vir com câmbio automático e a antiga ficava nas versões L e GL e estreava a versão Savanna voltada ao fora de estrada.
A L200 Savanna voltava ao fora de estrada chegava ao mercado de início com o 2.5 Turbo diesel de 87CV
A L200 Sport chegava ao mercado e com motor 2.5 Turbo diesel de 121CV na versão GLS e 141CV na versão HPE
E lógico era a linha 2004 da L200. Em Outubro de 2004 na linha 2005 sem alterações. Em Outubro de 2005 na linha 2006 as versões L, GL e Savanna da L200 que eram a carroceria antiga recebem alterações no motor 2.5 Turbo Diesel que agora gerava 22KGFM a 2000RPM e 100CV a 4000RPM e em Julho de 2006 na linha 2007 a Sport virava Outdoor e ganhava para-choque cinza escuro e não mudava nada nos motores.
A L200 Sport virava Outdoor e sem alterações mecânicas.
Em Setembro de 2007 na linha 2008 chegava a L200 Triton que era nova geração da L200 e de quebra, a L200 "quadrada" sai de cena, a Outdoor é "rebaixada" ao lugar de versão antiga, embora sem mudanças mecânicas, mas a L200 Triton vinha apenas na versão HPE, com duas opções de câmbio: manual de cinco marchas ou automático de quatro marchas e duas opções de motores, a primeira era V6 3.5 24V da família Cyclone "Debonair" com bloco de ferro, cabeçote de alumínio, comando de válvulas simples no cabeçote acionado por correia dentada que gerava 31.5KGFM a 3500RPM e 200CV a 5000RPM e a segunda opção que se tornaria a mais vendida era o 3.2 16V Turbo Diesel da família 4M4 com bloco de ferro, cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas no cabeçote acionado por correia dentada, turbo, intercooler e injeção common-rail que gerava 38.2KGFM a 2000RPM e 165CV a 3800RPM e é lançada a L200 Sport Savanna voltava ao fora de estrada e com motor 2.5 Turbo diesel de 121CV.
A L200 Triton chegava ao mercado com motores V6 3.5 24V de 200CV e o 3.2 16V Turbo diesel de 165CV e mais tarde o V6 virava Flex e passava a 200CV com gasolina e 205CV com álcool
A L200 Savanna agora vinha com o visual da Sport e o motor era o 2.5 Turbo diesel de 121CV
Em Outubro de 2008 na linha 2009 nada muda. Em Outubro de 2009 na linha 2010 o V6 3.5 24V passava a ser Flex e com isso gerava 31.5KGFM a 3500RPM e 200CV a 5000RPM com gasolina e com álcool gerava 33.5KGFM e 205CV nas mesmas rotações era a picape nacional mais potente da época. Em Outubro de 2010 na linha 2011 nada muda. Em Outubro de 2011 na linha 2012 nada muda e em Março de 2012 chegava a linha 2013 a L200 Triton ganhava a versões de acabamento GL,GLX e GLS com isso substituia a Sport que herdava a estrutura da primeira geração e o visual de 2004, a Savanna aderia ao visual da Triton, o V6 3.5 24V Flex continuava e o 3.2 16V Turbo diesel ganhava alterações para gerar 35KGFM a 1800RPM e 170CV a 3800RPM.
A L200 Savanna agora vinha no visual da Triton e junto com ela alteração no motor 3.2 16V Turbo diesel que agora gerava 170CV
Em março de 2013 chegava a versão HLS que trazia apenas tração traseira, câmbio manual de cinco marchas e o motor 2.4 16V Flex da família Sirius com bloco de ferro, cabeçote de alumínio, comando de válvulas simples no cabeçote acionado por correia dentada e com isso gerava 21KGFM a 4000RPM e 138CV a 5000RPM com gasolina e com álcool vai a 22KGFM e 142CV nas mesmas rotações e em Outubro de 2013 na linha 2014 ela ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques e a reboque veio o câmbio automático de cinco marchas no lugar do de quatro marchas e o motor 3.2 16V Turbo Diesel agora gerava 38KGFM a 2000RPM e 180CV a 3800RPM, o V6 3.5 24V Flex e o 2.4 16V Flex também, mas o V6 manteve o câmbio automático de quatro marchas.
Ela ganhava nova grade dianteira e faróis, o motor 3.2 16V Turbo diesel agora gerava 180CV e os 2.4 16V Flex de 138CV com gasolina e 142CV com álcool são mantidos, assim com o V6 3.5 24V Flex.
Em Outubro de 2014 na linha 2015 nada muda. Em Outubro de 2015 na linha 2016 sem alterações. Em Fevereiro de 2016 na linha 2017 chegava a Savanna renovada o visual e em Agosto de 2016 chegava a nova geração da L200 chamada de Triton Sport disponivel nas versões GLS e HPE, a antiga Triton permanece na Savanna, essa Triton Sport tinha duas opções de câmbio: manual de cinco marchas ou automático também de cinco marchas. e duas opções de motor a primeira era 2.4 16V Flex herdada da geração antiga que gerava 21KGFM a 4000RPM e 138CV a 5000RPM com gasolina e com álcool vai a 22KGFM e 142CV nas mesmas rotações e atrelada ao câmbio manual de cinco marchas e as versões á diesel recebiam o novo MIVEC 2.4 16V Turbo Diesel da família 4N1 com bloco e cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas variável no cabeçote acionado por corrente metálica, coletores variáveis, turbo, intercooler e injeção common-rail que gera 43.8KGFM a 2500RPM e 190CV a 3500RPM e ela estava disponível nas versões Outdoor 2.4 16V Flex, GL, GLX, GLS, Outdoor Turbo diesel automática, HPE e HPE top essa duas apenas automática, a GL,GLX e GLS sempre manual e a chegada dessa nova geração marca o fim do motor V6 3.5 24V Flex.
A L200 Triton Sport chegava ao mercado com motor 2.4 16V Flex de 138CV com gasolina e 142CV com álcool e o 2.4 16V Turbo diesel de 190CV
E já foi lançada como linha 2017. Em Outubro de 2017 na linha 2018 a versão 2.4 16V Flex dá adeus e de quebra a Savanna que herdava a Triton antiga também dá adeus e a L200 Triton Sport ganha a versão HPE-S. Em Outubro de 2019 na linha 2020 nada muda e em Agosto de 2020 a L200 Triton Sport ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques e nas versões Triton Sport GLS, HPE e HPE-S, o câmbio automático de seis marchas e manteve o motor 2.4 16V Turbo Diesel de 190CV é o modelo da foto de abertura da L200 e a carroceria com visual antigo ficava nas versões Triton GL e GLS destina a frotistas, Outdoor GLX e GLX e marcava o retorno da Savanna voltada ao fora de estrada, mas essa o câmbio é o automático de cinco marchas.
A Savanna volta com visual antigo e o motor 2.4 16V Turbo diesel de 190CV
E era a linha 2021. Em Outubro de 2021 na linha 2022 nada muda e ela está a caminho de completar 25 anos sendo produzida no Brasil.
9 TOYOTA COROLLA 24 ANOS (DESDE 1998)
Em Outubro de 1998 o primeiro Corolla nacional saia da fábrica de Indaiatuba-SP, ele sempre foi sedã na carroceria quatro portas(ok, tem a perua Fielder, mas aí é outra conversa), com duas opções de câmbio: manual de cinco marchas ou automático de quatro marchas, três versões de acabamento: XLi, XEi e SE-G e apenas uma opção de motor: o 1.8 16V da família A com bloco de ferro, cabeçote de alumínio e duplo comando de válvulas no cabeçote acionado por correia dentada que gerava 15.7KGFM a 4800RPM e 116CV a 5800RPM e no seu primeiro ano ele teve vendas abaixo do esperado.
A primeira geração do Corolla chegava ao mercado com motor 1.8 16V de 116CV
Em Outubro de 1999 na linha 2000 nada muda. Em Outubro de 2000 na linha 2001 sem alterações e em Outubro de 2001 na linha 2002 o XEi ganhava rodas de liga-leve no lugar das calotas. Em Julho de 2002 na linha 2003 chegava segunda geração do Corolla um carro maior em todas as dimensões, feito na plataforma MC e chamado de "Corolla Brad" por causa do garoto propaganda, ele mantinha as duas opções de câmbio: manual de cinco marchas e automático de quatro marchas, as três opções de versões de acabamento: XLi, XEi e SE-G, só que essa última agora apenas com câmbio automático e duas opções de motor ambas da família ZZ e ambas com VVT-i com bloco e cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas variável no cabeçote acionado por corrente metálica e coletores variáveis, o 1.6 16V gerava 15KGFM a 4400RPM e 110CV a 6000RPM exclusivo do XLi, já as outras versões vinham com o 1.8 16V que gerava 17.5KGFM a 4200RPM e 136CV a 6000RPM.
A segunda geração do Corolla nacional chegava ao mercado com motor 1.6 16V de 110CV e o 1.8 16V de 136CV e mais tarde esse último virava Flex mantendo os 136CV
Em Outubro de 2003 na linha 2004 nada muda. Em Outubro de 2004 na linha 2005 ele recebe um pequeno retoque na grade dianteira das versões XLi e XEi, a SE-G sempre teve grade diferente, só ganha uma borda cromada. Em Outubro de 2006 na linha 2007 chegava a versão S que só tinha spoilers no para-choques era a esportiva decorativa. Em Abril de 2007 na linha 2008 o motor 1.8 16V VVT-i passava a ser Flex mas mantinha os 17.5KGFM a 4200RPM e 136CV a 6000RPM nos dois combustíveis só que a novidade é que ele substituia o antigo 1.6 16V no XLi que ganhava roda de liga-leve. Em Abril de 2008 na linha 2009 chegava a terceira geração do Corolla nacional que assim como em todo mundo era um facelift pesado da geração anterior, embora tivesse alterações como a largura maior e o escapamento para a lateral, ele vinha nas versões XLi, XEi e SE-G, duas opções de câmbio: manual de cinco marchas ou automático de quatro marchas e apenas uma opção de motor: o 1.8 16V Flex VVT-i Flex da família ZZ de 136CV que estava na geração anterior e o XLi voltava a ter calotas um retrocesso. XLi 1.6 16V só fica disponível para PCD
A terceira geração do Corolla nacional chegava ao mercado de início com o 1.8 16V Flex de 136CV nos dois combustíveis, mais tarde ganhava o 2.nada 16V de 142CV com gasolina e 153CV com álcool e o novo 1.8 16V com 139CV com gasolina e 144CV com álcool.
Em Outubro de 2009 na linha 2010 é lançada a versão GLi que ficava acima da XLi e embaixo da XEi e com motor 1.8 16V. Em março de 2010 para a linha 2011 ele ganhava o motor 2.nada 16V Dual-VVTi da família ZR com bloco e cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas variável no cabeçote acionado por corrente metálica e coletores variáveis que gerava 19.8KGFM a 4000RPM e 142CV a 6000RPM com gasolina e com álcool gera 20.7KGFM a 4800RPM e 153CV a 5800RPM e esse motor estava disponível para XEi e para a Altis que entrava no lugar da SE-G e ele tinha o logo "2.0" na tampa do porta-malas, XLi e XEi mantinham o 1.8 16V e o 2.nada 16V trabalhava com câmbio automático de quatro marchas. Em março de 2011 na linha 2012 ele ganhava mudanças na grade dianteira e nas lanternas traseiras, para o XLi e o GLi, além do automático de quatro marchas agora com borboletas o mesmo valia para o 2.nada 16V do XEi e Altis, o GLi tinha o manual de seis marchas no lugar do de cinco marchas e as versões XLi e GLi estreavam o Dual VVT-i 1.8 16V Flex da família ZR que gerava 18KGFM a 4400RPM e 139CV a 6000RPM com gasolina e com álcool vai a 18.6KGFM e 144CV nas mesmas rotações e o XLi 1.8 16V ocupava o espaço do antigo 1.6 16V destinado a PCD apenas.
Ele ganhava nova grade dianteira e novas lanternas e o novo motor 1.8 16V Flex de 139CV com gasolina e 144CV com álcool e o 2.nada 16V Flex era mantido.
Em Abril de 2013 na linha 2014 chegava o esportivo decorativo XRS e o mesmo motor 2.nada 16V das outras versões era a novidade linha 2014, em Março de 2014 como linha 2015 chegava a quarta geração do Corolla nacional ampliava o entre -eixos e um pouco as dimensões, ele vinha em três versões de acabamento: GLi, XEi e Altis, duas opções de câmbio: manual de seis marchas e o automático de quatro marchas dá lugar ao CVT e duas opções de motor herdadas da geração anterior: o 1.8 16V exclusivo do GLi e o 2.nada 16V das outras versões só que esse último agora gerava 19.8KGFM a 4000RPM e 142CV a 5800RPM com gasolina e com álcool passava a gerar 20.7KGFM a 4800RPM e 154CV nas memas rotações da potência, ganhava 1CV a mais e a plataforma agora era a MC2.
A quarta geração do Toyota Corolla nacional chegava ao mercado com motor 1.8 16V de 139CV com gasolina e 144CV com álcool e o 2.nada 16V gerava 142CV com gasolina e 154CV com álcool
Em Outubro de 2015 na linha 2016 nada muda. Em Outubro de 2016 na linha 2017 nada muda e em outubro de 2017 na linha 2018 chegava o facelift discreto com nova grade dianteira e para-choques, sem mudanças mecânicas e logo depois chegava o XRS que só tinha decoração e perdia a opção do câmbio manual de seis marchas para o GLi, agora o Corolla tinha apenas o CVT que simulava sete marchas.
O Toyota Corola recebe nova grade dianteira, faróis e para-choques e os motores continuavam os mesmos 1.8 16V e o 2.nada 16V Flex.
Em Outubro de 2018 na linha 2019 nada muda. Em Outubro de 2019 na linha 2020 chegava a quinta geração do Corolla feito na plataforma TNGA, ele mantinha as três opções de acabamento: GLi, XEi e Altis, apenas câmbio CVT, mas com duas configurações, uma simulava 10 marchas com a primeira marcha real e a outra apenas puramente CVT e duas opções de motor a primeira era o 2.nada 16V de injeção direta da família MA com bloco e cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas variável no cabeçote acionado por corrente metálica, coletores variáveis e injeção direta e indireta que gerava 21.4KGFM a 4000RPM e 169CV a 6000RPM com gasolina e com álcool mantém o torque e vai a 177CV e esse está atrelado ao câmbio CVT que simula sete marchas disponível para todas as versões inclusive a Altis e a segunda opção é o 1.8 16V da família ZR e mais auxilio elétrico é o Corolla Hybrid, o motor 1.8 16V da família ZR agora operando em ciclo atinkson gera 14.5KGFM a 3600RPM e 98CV a 5200RPM com gasolina e com álcool vai a 101CV e mantém o torque e os motores elétricos geram 16.6KGFM e 72CV e com isso totalizam 123CV e a Toyota não soma o torque, mas estimasse em 21.4KGFM é o modelo da abertura do Corolla. Em Outubro de 2020 na linha 2021 nada muda e em Fevereiro de 2021 chegava a versão GR-S que tem a suspensão esportiva e o mesmo motor 2.nada 16V das outras versões, é decorativo também e em Outubro de 2021 na linha 2022 sem alterações e ele vai pelo jeito completar 25 anos, lógico o segmento perdeu muitos carros como Focus, Fluence, C4 Lounge, 408, o Jetta só vive na versão GLi e se o adeus do Cruze se confirmar, o Sentra novo está confirmado para vir, mas do jeito que vai talvez o Corolla seja o último sedã médio, quando vai ser ainda não sabemos, mas que completará 25 anos ano que vem, isso ninguém duvida.
8 FIAT STRADA 24 ANOS (DESDE 1998)
A Fiat Strada na primeira geração foi último membro da então recém-chegada famíla Palio chegar que já contava com o Hatch, com a perua Weekend, com o sedã Siena e a picape Strada chegava em Outubro de 1998 na linha 1999 fabricada em Betim-MG com três opções de acabamento: Working, Trekking e LX, câmbio manual de cinco marchas e quatro opções de motores a primeira é o Fiasa 1500 mpi á gasolina com bloco de ferro, cabeçote de alumínio, comando de válvulas simples no cabeçote acionado por correia dentada que gerava 12.1KGFM a 2750RPM e 76CV a 5000RPM, a segunda opção era o Fiasa 1500 mpi á álcool que gerava 13KGFM a 3000RPM e 77CV a 5000RPM eram exclusivos da Working, a terceira opção era o Sevel ACT 1600 com bloco de ferro, cabeçote de alumínio e comando de válvulas no cabeçote acionado por correia dentada que gerava 13KGFM a 3500RPM e 92CV a 5750RPM esse apenas á gasolina e apenas na versão Trekking esse motor vinha da Argentina e a terceira opção era o Torque 1.6 16V importado da Itália era basicamente um ACT 1600 com duplo comando de válvulas no cabeçote acionado por correia dentada, galeria de óleo e água alteradas e outras alterações para gerar 15.1KGFM a 4500RPM e 106CV a 5500RPM disponível apenas na versão LX.
A Strada chegava ao mercado com motor 1.5 á gasolina de 76CV, 1.5 á álcool de 77CV, 1.6 de 92CV e 1.6 16V de 106CV
Em Julho de 1999 é lançada a opção cabine estendida nas versões Working 1.5 mpi á gasolina ou a álcool e a LX 1.6 16V e com espaço atrás do bancos para 280 litros.
A Strada ganhava a cabine estendida para as versões LX e Working.
Em Outubro de 1999 na linha 2000 sem alterações. Em Outubro de 2000 na linha 2001 novo símbolo e a versão Trekking dá adeus junto com o motor 1.6mpi, só ficavam Working e LX e os motores 1.5 á gasolina, 1.5 á álcool e o 1.6 16V. Em Julho de 2001 ela ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques, novas lanternas e junto com ela a versão Adventure apenas com cabine estendida, a LX também passa ser apenas cabine estendida e ambas com o motor 1.6 16V, já a Working mantinha o 1.5 mpi á gasolina e a álcool e o câmbio sempre foi manual de cinco marchas.
A Strada ganhava nova grade dianteira, faróis e lanternas e junto com ela mantinha os motores 1.5 á gasolina , 1.5 á álcool e o 1.6 16V mais tarde ela troca o 1.5 pelo 1.3 de 67CV e o 1.6 16V pelo 1.8 de 103CV
Em Outubro de 2002 a Strada chegava a linha 2003, estreava a versão Fire que estreava o motor Fire 1.3 com bloco de ferro, cabeçote de alumínio e comando de válvulas simples no cabeçote acionado por correia dentada que gerava 11.4KGFM a 2250RPM e 67CV a 5500RPM, a versão Working substituia o 1.5 pelo Família I 1.8 assim como a Adventure e a LX dava adeus, no caso o motor Família I 1.8 era de origem Chevrolet na época uma aliança Fiat-GM com bloco de ferro, cabeçote de alumínio e comando de válvulas simples no cabeçote acionado por correia dentada, mas a injeção era Fiat e recebia em Betim-MG e com isso ele gerava 17KGFM a 2800RPM e 103CV a 5500RPM. Em Outubro de 2003 na linha 2004 nada muda. Em Junho de 2004 na linha 2005 chegava a nova Strada com novo para-choque dianteira, grade e faróis, a Trekking entrava no lugar da Working e a Adventure também mudava e também no tampa da caçamba e novas lanternas traseiras e junto com as mudanças a chegada do motor Família I 1.8 Flex que agora gerava 17.3KGFM a 3000RPM e 103CV a 5500RPM e com álcool vai a 18.2KGFM e 110CV nas mesmas rotações e a versão Fire mantinha o motor 1.3 e a carroceria antiga.
A Strada Fire mantém a carroceria antiga e o motor 1.3 e mais tarde recebe o 1.4 de 80CV com gasolina e 81CV com álcool.
As versões Adventure e Trekking ganham nova traseira e o motor agora e o 1.8 Flex de 103CV com gasolina e 110CV com álcool e mais tarde vai a 112CV com gasolina e 114CV com álcool
A Trekking com a nova dinteira, assim como a Adventure e estreia do motor 1.8 Flex, mais tarde ele recebia uma opção mais barata com motor 1.4
Em maio de 2005 como linha 2006 é vez da Strada Fire trocar o Fire 1.3 pelo Fire 1.4 Flex que gerava 12.2KGFM a 2250RPM e 80CV a 5500RPM e com álcool vai a 12.4KGFM e 81CV nas mesmas rotações e lógico a linha 2006 para a Trekking e Adventure não era lançada, mas chegaria a opção 1.4 para a Trekking, além do 1.8 é claro. Em Maio de 2006 na linha 2007 a Strada Fire não recebia alterações, assim como a Trekking 1.4, ,mas a Trekking 1.8 e a Adventure recebiam o novo Família I 1.8 com comando de válvulas roletado que agora gerava 17.8KGFM a 2800RPM e 112CV a 5500RPM e com álcool vai a 18.5KGFM e 114CV nas mesmas rotações. Em Outubro de 2007 na linha 2008 as versões Trekking e Adventure não mudavam, mas a Fire teria o visual alinhado as versões Trekking e Adventure, embora mantendo a configuração de 80CV com gasolina e 81CV com álcool do Fire 1.4. Em Julho de 2008 na linha 2009 as versões Trekking e Adventure ganhavam novo para-choque dianteiro, grade, faróis e uma extensão nas lanternas traseiras, sempre câmbio manual de cinco marchas, duas opções de cabine: simples e estendida, sendo a estendida única para a Adventure, duas opções de motores, a primeira era o Fire 1.4 mas agora gerando 12.5KGFM a 3250RPM e 85CV a 5750RPM e com álcool vai a 12.7KGFM e 86CV e o Família I 1.8 Flex sem alterações, aliás Adventure vinha apenas com esse motor e a Fire mantinha a carroceria antiga e o 1.4 de 80CV com gasolina e 81CV com álcool.
A Strada ganhava nova extensão da lanterna traseira nas versões Trekking e Adventure e esse versão o motor era o 1.8 de 112CV com gasolina e 114CV com álcool e mais tarde ela recebe o 1.8 16V de 130CV com gasolina e 132CV com álcool
As versões Trekking e Adventure ganhavam nova dianteira e junto com ela o 1.4 de 85CV com gasolina e 86CV com álcool e o 1.8 já citado na Adventure foi mantido.
Em Julho de 2009 inaugurando a linha 2010 a Fiat lança a Strada cabine dupla com duas portas e quatro lugares de início apenas na versão Adventure e com motor 1.8 já citado nas outras versões.
A Strada cabine dupla chegava ao mercado de início duas portas e na versão Adventure com motor 1.8 e mais tarde recebia o 1.8 16V já citado acima na cabine estendida.
Em Novembro de 2009 chegava a versão Working com faróis de parabola simples e motor 1.4 de opção de cabine simples e dupla e o 1.4 com a calibração da Trekking. Em Setembro de 2010 na linha 2011 a Strada Adventure troca o motor 1.8 Família I de origem Chevrolet, aliás a aliança tinha acabado em 2005, mas a Fiat seguiu comprando os motores até 2010 pelo Tritec/E-Torq 1.8 16V vindo com a compra da Tritec em 2008 com bloco de ferro, cabeçote de alumínio e comando de válvulas simples no cabeçote ele gerava 18.4KGFM a 4500RPM e 130CV a 5250RPM e com álcool vai a 18.9KGFM e 132CV nas mesmas rotações, a Trekking agora só com motor 1.4 como Working e Fire e em Dezembrode 2010 chegava a versão Sporting com motor 1.8 16V. Em Outubro de 2011 na linha 2012 a única novidade é a opção do câmbio manual-automatizado dualogic para a Adventure. Em maio de 2012 na linha 2013 eles ganhavam nova grade dianteira, faróis e para-choques, a versão Fire dá adeus e com ela o motor 1.4 de 80CV com gasolina e 81CV com álcool e agora estava disponível nas versões cabine simples, dupla e estendida, só a Working mantinha o visual da Strada antiga e o motor 1.4 de 85CV com gasolina e 86CV com álcool e cabine simples, a Trekking com cabine simples, estendida e dupla a estreia do Tritec E-Torq 1.6 16V na picape que gerava 16.2KGFM a 4500RPM e 115CV a 5500RPM e com álcool vai a 16.8KGFM e 117CV nas mesmas rotações e lógico o 1.4 como opção de preço mais em conta e por último a Adventure que com cabine estendida e dupla e o motor 1.8 16V mantido, lógico essas duas versões tinham barra cromada na grade dianteira e o adeus da versão Sporting.
A Adventure ganhava nova régua cromada e o motor 1.8 16V de 130CV com gasolina e 132CV com álcool era mantido.
A Trekking passa a vir com cabine estendida, simples e dupla, além do 1.4 agora ela tinha o 1.6 16V de 115CV com gasolina e 117CV com álcool
A Working herda o visual antigo e o motor 1.4 de 85CV com gasolina e 86CV com álcool foi mantido
Em Agosto de 2013 na linha 2014 mais uma novidade: a cabine dupla com três portas, com a última porta do tipo suícida, novas lanternas traseiras e nova tampa do porta-malas, a opção do câmbio dualogic se mantém para a Adventure, a Working 1.4 recebe a opção da cabine dupla, a Trekking passa fica sem alterações e a Adventure só fica com a dupla e o motor 1.8 16V.
A Strada ganhava novas lanternas traseiras e terceira porta suícida e o motores eram mantidos , no caso 1.8 16V de 130CV com gasolina e 132CV com álcool para a Adventure, a Trekking que agora só com cabine estendida e motor 1.6 16V de 115CV com gasolina e 117CV com álcool e a Working manteve o 1.4
Em Outubro de 2014 na linha 2015 sem mudanças. Em Outubro de 2015 na linha 2016 nada de alterações. Em Outubro de 2016 na linha 2017 não muda nada e em Outubro de 2017 na linha 2018 a Trekking dá adeus e junto com ela o motor 1.6 16V e uma opção abaixo entra a Hard Working 1.4, abaixo da Working 1.4 e lógico a Adventure 1.8 16V sempre sendo a topo de linha. Em Outubro de 2018 na linha 2019 chegava a versão Freedom 1.4 para tentar ocupar a lacuna deixada pela Trekking. Em Outubro de 2019 na linha 2020 sem grandes alterações, afinal ela se prepava para chegar a segunda geração, mas que acabou atrasando era para chegar em Março, mas acabou chegando em Julho de 2020 na linha 2021, ela vinha agora na base MPP, que tinha a dianteira aproveitada do Argo e a traseira da Fiorino, mas a própria traseira da Fiorino deriva da antiga Strada, agora apenas com cabine Plus(simples) e dupla essa agora com quatro portas e cinco lugares, três opções de acabamento: Endurance, Freedom e Volcano, câmbio manual de cinco marchas e duas opções de motor a primeira era o Fire 1.4 Evo que ganhou comando de válvulas simples e variável no cabeçote acionado por correia dentada que gerava 12.5KGFM a 3500RPM e 85CV a 5750RPM e com álcool vai a 12.7KGFM e 88CV exclusivo da Endurance e as outras duas versões estreavam o GSE Firefly 1.3 com bloco e cabeçote de alumínio, comando de válvulas simples e variável no cabeçote acionado por corrente metálica que gerava 13.7KGFM a 3500RPM e 101CV a 6250RPM e com álcool vai a 14.2KGFM e 109CV nas mesmas rotações é o modelo que abre as fotos da Strada e a antiga ficava na versão Hard Working, mas já em março de 2021 a Strada antiga dá adeus ao mercado. Em Dezembro de 2021 chegava a linha 2022 com alterações, o motor Fire 1.4 agora gerava 11.8KGFM a 4000RPM e 84CV a 6000RPM com gasolina e com álcool vai a 12.2KGFM e 86CV e o GSE FireFly agora gera 13.5KGFM a 4000RPM e 98CV a 6000RPM com gasolina e com álcool mantém o torque e gera 107CV a 6250RPM e chegava a versão Ranch que trazia o câmbio CVT que simula sete marchas e também disponível para a Volcano e a Strada fechou o ano de 2021 sendo o carro mais vendido do país e ela vai para os 25 anos do mercado brasileiro no que vem.
7 TOYOTA HILUX 25 ANOS (DESDE 1997)
A Toyota Hilux começou a ser produzida em Zarate, Buenos Aires, Argentina em 1997 e em Outubro de 1997 na linha 1998 chegava ao mercado brasileiro, ela vinha com cabine simples e dupla, duas opções de tração: traseira e 4x4 com engate mecânico, sendo o 4x2 com chassi mais baixo, câmbio manual de cinco marchas e o motor era o 2.8 á diesel da família L com bloco e cabeçote de ferro e comando de válvulas simples no cabeçote acionado por correia dentada e ele era aspirado que gerava 17.7KGFM a 2400RPM e 77CV a 4000RPM.
A Hilux argentina estreava com motor 2.8 á diesel de 77CV igual a japonesa da época que era vendida de 1992 até 1997
Em Outubro de 1998 na linha 1999 nada muda. Em Outubro de 1999 na linha 2000 sem alterações. Em Outubro de 2000 na linha 2001 seguia sem alterações e e em Setembro de 2001 na linha 2002 ela recebe nova grade dianteira, faróis e para-choques e junto com ela manteve o câmbio manual de cinco marchas, mas o 2.8 á diesel dava lugar a dois motores, o primeiro era o 3.nada aspirado da família L que gerava 19.6KGFM a 2400RPM e 90CV a 3800RPM e a segunda era a versão turbo desse motor que gerava 32.1KGFM a 2000RPM e 116CV a 3600RPM e marcava a estreia de um motor á gasolina na Hilux vendida no Brasil era o 2.7 16V da família RZ com bloco e cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas no cabeçote acionado por correia dentada que gerava 23.2KGFM a 4000RPM e 142CV a 4800RPM e os modelos 4x2 agora tinham chassi alto.
A Hilux ganhava nova grade e trocava os motores, estreava o 2.7 16V á gasolina de 142CV e os 3.nada á diesel de 90CV e a versão turbo desse motor com 116CV
Em Outubro de 2002 na linha 2003 o motor 2.7 16V á gasolina dá adeus ao mercado. Em Outubro de 2003 na linha 2004 nada muda e em outubro de 2004 na linha 2005 sem alterações e em Março de 2005 chegava a nova geração da picape, era a segunda geração da Hilux sul-americana, já como linha 2006 ela vinha nas versões cabine simples e dupla, tração traseira ou 4x4 de engate eletrônico, pela primeira vez duas opções de câmbio: manual de cinco marchas ou automático de quatro marchas, duas opções de motores a primeira era D4D 2.5 16V Turbo Diesel da família KD com bloco de ferro, cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas no cabeçote acionado por correia dentada, turbo, intercooler e injeção common-rail que gerava 26.5KGFM a 1600RPM e vai até 2400RPM e 102CV a 3600RPM exclusivo da versão básica e chassi, para as versões acima o motor era o 3.nada 16V da mesma família, mas contava com turbo de geometria variável que gerava 35KGFM a 1400RPM e 163CV a 3400RPM e esse motor era que podia vir com câmbio automático de quatro marchas.
A Hilux cabine dupla com motor 3.nada 16V Turbo diesel de 163CV
A cabine simples com motor 2.5 16V Turbo diesel de 102CV
Em Outubro de 2006 na linha 2007 nada muda. Em Outubro de 2007 na linha 2008 sem alterações. Em Outubro de 2008 na linha 2019 ela ganhava nova grade dianteira e ganha o motor VVT-i 2.7 16V da família TR com bloco de ferro, cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas variável no cabeçote acionado por corrente metálica e coletores variáveis que gerava 24.5KGFM a 3800RPM e 158CV a 5200RPM, mantendo os motores 2.5 16V e 3.nada 16V Turbo Diesel como opção.
A Hilux ganhava nova grade dianteira e além dos motores 2.5 16V e 3.nada 16V ambos turbo diesel ela agora ganhava o 2.7 16V á gasolina de 158CV
Em Outubro de 2009 na linha 2010 sem alterações. Em Outubro de 2010 na linha 2011 nada muda. Em Outubro de 2011 na linha 2012 ela ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques e sem alterações mecânicas, mantendo o 2.7 16V á gasolina, o 2.5 16V Turbo diesel e o 3.nada 16V Turbo Diesel.
A Hilux ganhava nova grade dianteira e para-choques e manteve os motores de início, mas logo depois o 2.7 16V virava Flex e passava gerar 158CV com gasolina e 163CV com álcool e o 3.nada 16V Turbo diesel vai a 171CV e o 2.5 16V Turbo diesel dá adeus, inclusive nas versões básicas.
Em abril de 2012 na linha 2013 chegava duas novidades, aliás três: a primeira é o câmbio automático de cinco marchas no lugar de quatro marchas, o 2.5 16V Turbo diesel dava adeus, o 2.7 16V virava Flex e agora gerava 25KGFM a 3800RPM e 158CV a 5200RPM e com álcool mantém o torque vai a 163CV e o 3.nada 16V Turbo Diesel da família KD recebia alterações para gerar 36.7KGFM a 1400RPM e 171CV a 3600RPM, curiosamente o 2.7 16V Flex só vinha com câmbio automático e o 3.nada 16V passava a equipar as versões de entrada também. Em Junho de 2013 chegava a linha 2014 o câmbio manual passava a estar disponível para a 2.7 16V Flex. Em Outubro de 2014 na linha 2015 nada muda e em Novembro de 2015 na linha 2016 chegava a terceira geração da Hilux sul-americana, o câmbio agora era manual ou automático ambos de seis marchas. O motor agora era o 2.8 16V Turbo Diesel da família GD com bloco de ferro, cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas variável no cabeçote acionado por corrente metálica, turbo, intercooler e injeção common-rail e o turbo de geometria variável atrelado ao câmbio manual ele gerava 42.9KGFM a 1600RPM e vai até 2400RPM e 177CV a 3400RPM e atrelado ao câmbio automático mantinha a potência e gerava 45.9KGFM a 1600RPM.
A terceira geração da Hilux sul-americana chegava ao mercado com motor 2.8 16V Turbo diesel de 177CV e mais tarde o 2.7 16V Flex de 159CV com gasolina e 163CV com álcool voltava ao modelo.
Em Julho de 2016 na linha 2017 para as versões SR e SRV voltava o motor VVT-i 2.7 16V Flex da família TR que gerava 25KGFM a 4000RPM e 159CV a 5000RPM com gasolina e com álcool mantinha o torque e gerava 163CV. Em Outubro de 2017 na linha 2018 sem alterações. Em Outubro de 2018 na linha 2019 ela ganhava a versão GR-S com suspensão voltada ao uso fora de estrada e decorações e o motor era o mesmo 2.8 16V Turbo Diesel. Em Outubro de 2019 na linha 2020 nada muda e em Março de 2020 a versão GR-S voltava ao mercado, agora com duas opções de motores, a primeira era o tradicional 2.8 16V Turbo Diesel e a segunda opção era o V6 VVT-i de 4 litros e 32 válvulas á gasolina da família GR com bloco e cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas variável no cabeçote acionado por corrente metálica e coletroes variáveis que gerava 38.3KGFM a 3800RPM e 234CV a 5200RPM.
A Hilux GR-S voltava além do 2.8 16V Turbo diesel de 177CV, agora ela tinha o V6 de 4 litros com 234CV
Em Dezembro de 2020 na linha 2021 a Hilux recebe nova grade dianteira, faróis e para-choques, é o modelo da foto de capa: câmbio manual ou automático ambos de seis marchas e duas opções de motores a primeira era o VVT-i 2.7 16V da família TR que agora gerava 24.9KGFM a 4000RPM e 159CV a 5000RPM com gasolina e com álcool vai a 163CV e mantém o torque e o 2.8 16V Turbo Diesel da família GD recebia alterações para gerar 42.8KGFM a 2800RPM e 204CV a 3400RPM atrelado ao câmbio manual e atrelado ao câmbio automático gera 50.9KGFM a 2800RPM e mantém os 204CV a 3800RPM. Em Outubro de 2021 na linha 2022 o 2.7 16V Flex dá adeus ao mercado e em Abril de 2022 a versão GR-S retorna, lógico nas versões á diesel era só decoração, o V6 ao menos era diferente e agora a GR-S retorna além das tradicionais mudanças de suspensão com o motor 2.8 16V Turbo Diesel, mas alterado para gerar 55KGFM a 2800RPM e 224CV a 3400RPM.
A versão GR-S voltava agora com motor 2.8 16V Turbo diesel com 224CV
E vai completar 26 anos e ainda nem chegou a linha 2023 e é bem provável que passe já que está prevista uma nova geração dela para chegar.
6 FORD RANGER 26 ANOS(DESDE 1996)
A Ford Ranger entre 1994 e 1998 foi importada dos EUA nas versões V6, mas em Outubro de 1996 na linha 1997 a Ford lançava uma opção mais em conta fabricada na Argentina, era a XL com motor Georgia/Lima 2.3 com quatro cilindros com bloco e cabeçote de ferro, comando de válvulas simples no cabeçote acionado por correia dentada era basicamente o motor do Maverick, mas atualizado com injeçaõ eletrônica e duas velas por cilindro pela Ford norte-americana e fabricado em Taubaté-SP e apenas tração traseira e com isso gerava 18.6KGFM a 3000RPM e 114CV a 4200RPM.
A Ranger argentina chegava ao mercado com motor 2.3 de 114CV
E lógico foi lançada como linha 1997. Em Outubro de 1997 na linha 1998 nada muda. Em Fevereiro de 1998 chegava um facelift forte da Ranger com nova grade dianteira, faróis e para-choques era segunda geração do modelo argentino e ampliava o leque de opções de motores, o 2.3 dava lugar ao 2.5 da mesma família que gerava 20.1KGFM a 3000RPM e 121CV a 5000RPM, o câmbio sempre era manual de cinco marchas, o Cologne V6 de 4 litros com bloco e cabeçote de ferro, comando de válvulas no bloco acionado por varetas que gerava 31.1KGFM a 2750RPM e 162CV a 4800RPM e pela primeira vez ela ganhava um motor á diesel era o Maxion-International 2.5 Turbo diesel usado na S10 só que com Intercooler que já citamos em detalhe na Sprinter que gerava 26.5KGFM a 1800RPM e 115CV a 4000RPM, ela vinha nas opções de tração traseira ou 4x4 de engate eletrônico e o chassi foi aproveitado da 4x4, ao contrário da antiga XL 2.3 de tração traseira que usava a base da tração traseira que era mais baixa e lógico para carregar uma tonelada a capacidade de carga aumentava de 750KG para 1090KG nas versões á diesel.
A Ranger argentina chegava renovada e estreava a opção da cabine dupla e o motores eram o 2.5 de 121CV, o V6 4 litros de 162CV e o 2.5 16V Turbo diesel de 115CV, mais tarde o 2.5 dava lugar ao 2.3 16V de 137CV e mais tarde vai a 150CV, o V6 4 litros vai a 210CV e o 2.5 Turbo diesel dá lugar ao 2.8 Turbo Diesel de 135CV
A Ranger cabine simples com o mesmos motores da dupla
Em Outubro de 1998 na linha 1999 recém-lançada ela não tinha mudanças. Em Julho de 1999 na linha 2000 ela ganhava a opção de cabine estendida Supercab com as portas traseiras suícidas e os mesmos motores da simples e da dupla.
A Supercab chegava ao mercado com os mesmo motores da simples e da dupla
Em Outubro de 2000 na linha 2001 a cabine estendida agora só vinha apenas com motor V6 e as outra duas cabines tinham os três tipos de motores . Em Julho de 2001 na linha 2002 a Ford troca os motores sai o 2.5 derivado do OHC do Maverick e entra o Duratec 2.3 16V com bloco e cabeçote de alumínio e duplo comando de válvulas no cabeçote acionado por corrente metálica e com isso gerava 21.7KGFM a 3750RPM e 137CV a 5050RPM e o V6 de 4 litros da família Cologne ganhava comando de válvulas simples no cabeçote acionado por corrente metálica e coletores variáveis e com isso gerava 35.1KGFM a 3000RPM e 210CV a 5000RPM. Em Outubro de 2001 mais duas novidades: o V6 agora só estava disponível com cabine estendida e o Maxion-International 2.5 Turbo diesel dá lugar ao International Power Stroke 2.8 Turbo Diesel Intercooler com bloco de ferro, cabeçote de alumínio e comando de válvulas simples no cabeçote acionado por corrente metálica que gerava 38.2KGFM a 1400RPM e 135CV a 3800RPM. Em Outubro de 2002 na linha 2003 chega a versão Limited. Em Agosto de 2003 na linha 2004 o motor 2.3 16V vai a 145CV e mantém o torque e a XL dá lugar a XLS. Em Agosto de 2004 ela ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques e novas lanternas e sem alterações de motores: o 2.3 16V se mantém em 145CV e o 2.8 Turbo diesel sem alterações, duas opções de cabine: simples e dupla e a XL voltava como opção abaixo da XLS.
A Ranger recebia nova grade dianteira, faróis e para-choques e novas lanternas, de início o 2.3 16V de 145CV e o 2.8 Turbo diesel de 135CV esse último mais tarde é substituído pelo 3.nada 16V Turbo diesel de 163CV.
Em Fevereiro de 2005 ela ganhava a linha 2006 com a chegada do motor Interational Power Stroke 3.nada 16V Turbo diesel Eletronic dotado de injeção common-rail e duplo comando de válvulas no cabeçote acionado por corrente metálica gerava 38.7KGFM a 1600RPM e 163CV a 3600RPM e o 2.3 16V agora gerava 150CV e mantinha o torque. Em Outubro de 2006 na linha 2007 nada muda. Em Outubro de 2007 na linha 2008 chegava a versão Sport com cabine simples e motor 2.3 16V de 150CV.
A Cabine simples ganhava a versão Sport com motor 2.3 16V de 150CV
Em Outubro de 2008 na linha 2009 nada muda. Em Agosto de 2009 na linha 2010 ela ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques e mudanças no layout interno da lanterna de fato não combinou muito, nos motores continua o 2.3 16V de 150CV e o 3.nada 16V Turbo Diesel da International com 163CV, embora se especulou que o 2.3 fosse virar Flex, mas ele não virou.
A Ranger Sport com motor 2.3 16V de 150CV
A Ranger ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques e além do 2.3 16V de 150CV foi mantido o 3.nada 16V Turbo Diesel de 163CV
Em Junho de 2010 na linha 2011 como novidade marca o retorno da Sport com motor 2.3 16V de 150CV. Em Outubro de 2011 na linha 2012 nada muda e em Julho de 2012 na linha 2013 chegava uma nova geração, numa nova plataforma, ela chegava de início apenas com cabine dupla de quatro portas, quatro versões de acabamento: XL(só para frotistas), XLS, XLT e Limited, duas opções de tração: traseira ou 4x4 de engate eletrônico, três opções de câmbio: manual de cinco marchas, manual de seis marchas e pela primeira vez na Ranger sul-americana o automático de seis marchas. Três opções de motores a primeira era o Duratec 2.5 16V Flex da mesma família do 2.3 16V só que agora ganhou comando de válvulas variável e coletores variáveis além de ser Flex e com isso gerava 24KGFM a 3750RPM e 168CV a 5500RPM e com álcool vai a 24.7KGFM a 4250RPM e 173CV nas mesmas rotações da potência com gasolina, a segunda opção é o Duratorq Puma 2.2 16V TDCi com bloco de ferro, cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas no cabeçote acionado por corrente metálica, turbo, intercooler e injeção common-rail que gera 30KGFM a 2250RPM e 125CV a 3500RPM e a última opção era o cinco cilindros Puma Duratorq 3.2 20V TDCi de mesma concepção do 2.2, mas com turbo de geometria variável e com isso gerava 47.9KGFM a 1750RPM e 200CV a 3000RPM, pela primeira vez a Ranger passava a ser Flex e pela primeira vez uma picape da Ford usava motor diesel da própria Ford.
A nova geração da Ranger chegava ao mercado com motor 2.5 16V Flex de 168CV com gasolina e 173CV com álcool, o 2.2 16V Turbo diesel de 125CV e o cinco cilindros 3.2 20V Turbo diesel de 200CV
E já foi lançada como linha 2013 e em Agosto chegava a cabine simples apenas com motor 2.5 16V Flex ou Duratorq 2.2 16V TCDi exclusivo para frotista. Em Outubro de 2013 na linha 2014 o 2.2 16V TCDi foi liberado para o público comum antes só para frotistas, em Fevereiro de 2014 chegava a Ranger Sport com motor 2.5 16V Flex e o adeus das versões XL e XLS de cabine simples. Em Outubro de 2014 na linha 2015 sem alterações. Em Outubro de 2015 na linha 2016 sem alterações e em Abril de 2016 na linha 2017 ela ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques e lanternas, junto com ela o 2.5 16V Flex foi mantido, assim com o cinco cilindros 3.2 20V TDCi, mas o Puma Duratorq 2.2 16V TDCi recebia alterações para gerar 38.7KGFM a 2250RPM e 160CV a 3500RPM.
A Ranger ganhava novos faróis, garde dianteira, para-choques e lanternas, o motor 2.5 16V Flex de 168CV com gasolina e 173CV com álcool era mantido e o cinco cilindros 3.2 20V TDCi de 200CV também, mas o 2.2 16V TDCi agora gerava 160CV
Em Outubro de 2017 na linha 2018 nada muda. Em Outubro de 2018 na linha 2019 sem alterações. Em Julho de 2019 na linha 2020 ela ganhava nova grade dianteira, faróis full - led com DRL nas versões mais caras, perde o motor 2.5 16V Flex, fica apenas com os dois motores turbo diesel: 2.2 16V TCDi e o cinco cilindros 3.2 20V TDCi e vinha nas versões XL, XLS, XLT e Limited é o modelo que abre a parte da Ranger. Em Outubro de 2019 chegava a versão XL 2.2 16V Turbo diesel cabine simples. Em março de 2020 chegava versão Storm com visual fora de estrada e o motor 3.2 20V Turbo Diesel de 200CV. Em Outubro de 2020 na linha 2021 sem mudanças, em Julho de 2021 na linha 2022 chegava a versão Black com motor 2.2 16V Turbo diesel de 160CV e tração traseira e em Maio de 2022 como linha 2023 chegava versão FX4 com visual fora de estrada mais digamos, reforçado e lógico é um presente de despedida dessa geração, já que está confirmada a próxima geração para o mercado brasileiro em 2023 e então ela passará dos 27 anos tranquilamente.
5 CHEVROLET S10 27 ANOS (DESDE 1995)
A Chevrolet S10 é produzida desde março de 1995 em São José dos Campos-SP, ela chegou apenas com cabine simples, versões de acabamento Básica e Deluxe, câmbio manual de cinco marchas e apenas uma opção de motor: O Família II 2.2 EFI com bloco de ferro, cabeçote de alumínio, comando de válvulas simples no cabeçote e injeção monoponto que gerava 19.2KGFM a 3400RPM e 106CV a 4800RPM e o mesmo motor do Omega 2.2, mas com injeção mais simples(já que esse tinha multiponto) de início apenas tração traseira, embora a nossa se baseou na 4x4 norte-americana, mas ganhou uma dianteira totalmente diferente em mais bonita(talvez para ficar mais parecida com os automóveis da Chevrolet brasileira na época, todos de origem Opel).
A S10 chegava ao mercado com motor 2.2 de injeção monoponto e 106CV
Em Outubro de 1995 na linha 1996 sem alterações, afinal era recém-lançada. Em Outubro de 1996 chegava a linha 1997 e trazia uma novidade: a cabine estendida e junto com ela além do 2.2 da cabine simples, a S10 ganhava a opção do Vortec V6 4.3 com bloco de ferro, cabeçote de alumínio, comando de válvulas no bloco acionado por varetas, é basicamente o "Small-Block" com dois cilindros a menos e a injeção já era Multiponto e com isso gerava 34.7KGFM a 2600RPM e 180CV a 4600RPM esse motor vinha importado da terra do Bill Cliton(na época presidente dos EUA) é que o 4.1 não cabia no cofre e além do manual de cinco marchas para o V6 ela ganhava a opção do automático de quatro marchas.
A Cabine estendida chegava ao mercado e além do 2.2 de injeção monoponto ela estreava o V6 4.3 de 180CV na picape e a opção do câmbio automático.
Em Julho de 1997 mais duas novidades, a primeira era a opção de cabine dupla com quatro portas que na época levava seis pessoas e a estreia da opção do motor á diesel era o Maxion-International 2.5 Turbo Diesel que gerava 22.4KGFM a 1800RPM e 95CV a 4000RPM é o mesmo que seria usado nas Sprinter de entrada algum tempo depois e capacidade de carga foi dos 750KG para os 1010KG no modelo á diesel.
A Cabine dupla chegava ao mercado e junto com ela o 2.5 Turbo diesel de 95CV e além dele tinha o V6 4.3 e o 2.2 que mais tarde recebia injeção multiponto e ia a 113CV.
Em Setembro de 1997 na linha 1998 o motor 2.2 recebia a injeção multiponto e com isso passava a gerar 20KGFM a 3000RPM e 113CV a 4800RPM era uma resposta a Ranger 2.3. Em Fevereiro de 1998 ela ganhava a opção de tração 4x4 com engate eletrônico ao motor 2.5 Turbo Diesel. Em Outubro de 1998 na linha 1999 ela ganhava nova grade dianteira e sem mudanças mecânicas.
A S10 ganhava nova grade dianteira, na foto a Executive que foi lançada na linha 2000 com motor V6 e apenas câmbio automático e mantinha o 2.2 e o 2.5 Turbo Diesel, mais tarde substituído pelo 2.8 12V Turbo diesel de 132CV
Aqui a cabine estendida além do V6 ela tinha o 2.2 e o 2.5 Turbo Diesel e mais tarde esse subsituído pelo 2.8 Turbo Diesel.
A Cabine simples com os mesmos motores da cabine estendida
Em Outubro de 1999 na linha 2000 a Cabine estendida dava adeus, o motor V6 agora só estava disponivel na versão Executive e com câmbio automático de quatro marchas. Em Março de 2000 ela troca o 2.5 Turbo Diesel pelo MWM Sprint 2.8 12V Turbo Diesel com três válvulas por cilindro, com bloco de ferro, cabeçote de alumínio, comando de válvulas simples no cabeçote acionado por engrenagens, turbo e intercooler e com isso gerava 34KGFM a 1600RPM e 132CV a 3400RPM era a picape média turbo diesel mais potente da época. Em Outubro de 2000 chegava a segunda geração que ganhou o apelido de "Pitbull" na verdade era um amplo facelift do modelo antigo, com nova grade dianteira, faróis, para-choques e capô, ela vinha nas versões Básica, Deluxe e Executive, apenas câmbio manual de cinco marchas, o motor V6 dava adeus e junto com ele o automático de quatro marchas e duas opções de motores, a primeira era o Família II 2.4 de mesma concepção do 2.2 que gerava 21.9KGFM a 2600RPM e 128CV a 4600RPM e o MWM Sprint 2.8 12V Turbo Diesel era mantido e a capacidade de carga aumentava para 810KG no 2.4 e 1100KG na turbo diesel.
A S10 sofria uma reestilização profunda e os motores além do 2.8 12V Turbo diesel de 132CV era o 2.4 de 128CV, o V6 dava adeus.
Em Outubro de 2001 na linha 2002 nada muda. Em Outubro de 2002 na linha 2003 a versão Deluxe virava DLX. Em Outubro de 2003 na linha 2004 sem alterações. Em Agosto de 2004 na linha 2005 as versões mudavam de nome: a Básica virava Colina e a DLX virava Tornado e a Executive seguia mantendo o nome, nos motores o mesmo 2.4 e o 2.8 12V Turbo Diesel. Em Setembro de 2005 na linha 2006 a S10 ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques e pequenas mudanças na lanterna, o câmbio era sempre manual de cinco marchas, o motor 2.4 era mantido e estreava o MWM Sprint 2.8 12V Turbo Diesel agora dotado de injeção eletrônica common-rail que agora gerava 34.7KGFM a 1600RPM e 140CV a 3600RPM.
A S10 ganhava alterações visuais e junto com ela o MWM 2.8 12V Turbo diesel eletronic com 140CV e o 2.4 era mantido, mais tarde vinha o 2.4 Flex de 141CV com gasolina e 147CV com álcool
A Cabine simples também recebia as alterações visuais e o mesmos motores 2.4 e 2.8 12V Turbo diesel eletronic e mais tarde o 2.4 virava Flex.
Em Outubro de 2006 na linha 2007 nada muda. Em Fevereiro de 2007 a S10 recebe o motor Família II 2.4 Flexpower que agora gerava 21.9KGFM a 2600RPM nos dois combustíveis e 141CV a 5200RPM e com álcool vai a 147CV nas mesmas rotações, os coletores eram de plástico e o escape tubolar. Em Outubro de 2007 na linha 2008 sem alterações. Maio de 2008 na linha 2009 novas alterações com grade dianteira, faróis, para-choques e novas lanternas, mantendo os motores 2.4 Flex e o 2.8 12V Turbo Diesel, realmente o visual dela ficou bem estranho, mesmo e polêmico, mas a S10 sempre vendeu bem, embora acabou sendo ameçada pela Hilux, até a picape da Toyota conseguir.
Nova grade dianteira e pequenas mudanças na lanterna, não foi feliz visualmente e os motores eram os mesmo 2.4 Flex de 141CV com gasolina e 147CV com álcool e o 2.8 12V Turbo diesel de 140CV
A Cabine simples também recebeu alterações visuais
Em Outubro de 2008 na linha 2009 nada muda. Em Outubro de 2010 na linha 2011 a versão Tornado dá lugar a Rodeio, em Outubro de 2011 ela deixa de ser produzida e a GM abastece estoques até Fevereiro de 2012 quando chega a nova geração da S10, agora sim um modelo totalmente novo, com nova plataforma, inclusive o desenvolvimento dela ficou a cargo da GM brasileira e foi se expandindo, embora sua estreia ocorreu na Tailândia, mas a GM brasileira na época estava muito ocupada lançado Cruze e Cobalt e jogou o lançamento dela para Fevereiro de 2012 ela vinha em duas opções de tração: traseira e 4x4 de engate eletrônico, duas opções de cabine: simples e dupla, inclusive houve até uma estendida que acabou ficando só nos mercados asiáticos e australiano(sim, como Holden Colorado), três opções de acabamento: LS, LT e LTZ, duas opções de câmbio: manual de cinco marchas e automático de seis marchas, depois mais de 10 anos a S10 voltava a ter câmbio automático e duas opções de motores, a primeira era o Família II 2.4 Flex que agora gerava 23.3KGFM a 2800RPM e 141CV a 5200RPM e com álcool vai a 24.1KGFM e 147CV, o câmbio mais robusto permitiu mais torque e a segunda opção era o novo Chevrolet 2.8 16V CTDi com bloco de ferro, cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas no cabeçote acionado por correia dentada, turbo, intercooler e injeção common-rail de projeto VM Motori e fabricação MWM que gerava 44.9KGFM a 2000RPM e 180CV a 3800RPM atrelado ao câmbio manual e 47.9KGFM a 2000RPM e mantendo os 180CV quando atrelado ao câmbio automático e lógico era o único motor que podia vir com câmbio automático. Pela primeira vez os modelos flex tinham capacidade acima de 1 tonelada como os diesel.
A S10 chegava ao mercado de início com o 2.4 Flex de 141CV com gasolina e 147CV com álcool e o 2.8 16V CTDi com 180CV e mais tarde foi a 200CV e estreava o 2.5 16V SiDi com 197CV com gasolina e 206CV com álcool anos mais tarde.
Em Outubro de 2013 na linha 2014 o motor 2.8 16V CTDi agora gerava 51KGFM a 2000RPM e 200CV a 3600RPM com câmbio automático e com câmbio manual mantinha os 44.9KGFM e com os 200CV e a novidade para o modelo á diesel era o câmbio manual de seis marchas. Em Setembro de 2014 na linha 2015 ela ganhava o motor Ecotec 2.5 16V SiDi da família L0850 com bloco e cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas no cabeçote acionado por corrente metálica e injeção direta e com isso gerava 26.3KGFM a 4400RPM e 197CV a 6300RPM e com álcool vai a 27.3KGFM e 206CV nas mesmas rotações e o câmbio era manual de seis marchas. Em Julho de 2015 na linha 2016 duas novidades, a versão Advantage estreia e sendo a única com motor 2.4 Flex e a versão topo de linha High Country com motor 2.8 16V CTDi. Em Maio de 2016 como linha 2017 ela ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques, o motor 2.4 Flex dava adeus, agora apenas o 2.5 16V Flex e o 2.8 16V CTDi, mas agora com 51KGFM a 2000RPM e nas versões LS, LT, LTZ e High Country.
A S10 ganhava nova grade dianteira, faróis e lanternas e o motores eram o 2.5 16V Flex de 197CV com gasolina e 206CV com álcool e o 2.8 16V CTDi com 200CV
Em Outubro de 2016 a linha completada pela Advantage agora com motor 2.5 16V. Em Julho de 2017 na linha 2018 ela ganhava o câmbio automático de seis marchas para o 2.5 16V Flex, antes apenas para o diesel. Em Outubro de 2018 na linha 2019 nada muda. Em Outubro de 2019 na linha 2020 sem alterações e em Julho de 2020 na linha 2021 nova grade dianteira, sendo que a High Country ganhou um estilo diferente e pequenas mudanças nas lanternas, é o modelo da foto de capa, mas vou deixar a cabine simples, para ver e lembrando que desde a linha 2016 é oferecida um chassi-cabine(assim como a Toyota Hilux desde 2005 na linha 2006) e mantendo os motores 2.5 167V Flex e o 2.8 16V CTDi, mas esse ganhou a turbina da Chevrolet Colorado norte-americana, afinal a a Tailandesa saiu de cena naquele ano, mesmo.
A S10 ganhava nova grade dianteira e na foto o modelo cabine simple com motor 2.8 16V CTDi com 200CV e para a cabine dupla além desse estava disponível o 2.5 16V Flex de injeção direta.
Em Abril de 2021 a Chevrolet lança a linha 2022 da S10 e em Setembro chegava a versão Z71 com detalhes de visual aventureiro e em Março de 2022 inaugurando a linha 2023 marcava o fim do 2.5 16V Flex, pela primeira vez na sua história a S10 ficava com motor diesel, mas a Chevrolet norte-americana revelará a próxima geração da Colorado que dará origem a nossa S10, então é certo que ela vai encostar no Voyage nessa lista ano que vem e depois do ano que vem será ultrapassada.
4 VOLKSWAGEN VOYAGE 28 ANOS (14+14) (1981 ATÉ 1995)+(DESDE 2008)*
Pelo que o ex-designer Luiz Alberto Veiga mostrou, era para ter 41 anos de idade, mas infelizmente o Voyage "bolinha" foi reprovado pela diretoria alemã que quis colocar o Polo Classic e esse foi um retumbante fracasso, mas enfim como a vida foi assim, o Voyage teve duas encarnações na mesma proposta então ele está aqui e esse ano ele dará adeus segundo o Autossegredos do Marlos Ney Vidal, mas esse sem série de despedida.
O Volkswagen Voyage na sua primeira geração foi lançado em Junho 1981 na época como sedã, apenas na carroceria duas portas, câmbio manual de quatro marchas e o motor era o EA 827/MD 250 com opção á gasolina e a álcool, o modelo á gasolina gerava 11.6KGFM a 3600RPM e 78CV a 6100RPM ainda que brutos e o modelo á álcool gerava 12.3KGFM a 3000RPM e 78CV a 5600RPM o motor tinha bloco de ferro, cabeçote de alumínio e comando de válvulas simples no cabeçote acionado por correia dentada, era uma espécie de "AP 1500 com biela curta", mas vale lembrar que no 1.5 a biela ficava uma pouco mais longa digamos assim e as versões em S e LS.
O Voyage fazia estreia no mercado com motor 1.5 á gasolina ou a álcool de 78CV, mais tarde o 1.6 de 96CV com gasolina e 98CV com álcool e mais tarde o 1.8 do Super com 90CV líquidos no modelo á gasolina e 94CV líquídos no modelo á álcool.
Em Setembro de 1982 na linha 1983 era vez do 1.5 ser trocado pelo MD260 1.6 que é um AP 1600 com "biela curta", nesse caso a biela ficava "justa" digamos, no limite e com isso gerava 13.3KGFM a 3000RPM e 96CV a 6100RPM e o 1.6 á álcool gerava 13.3KGFM a 3300RPM e 98CV a 5800RPM. Em março de 1983 chegava a carroceria de quatro portas ao Voyage, já o motor 1.6 passava a ter potência e torque em valores líquidos, como é hoje(antes eram brutos) agora gerava 11.8KGFM a 2600RPM e 76CV a 5200RPM no motor 1.6 á gasolina e 12.8KGFM a 2600RPM e 81CV a 5200RPM na versão á álcool.
Com a estreia do modelo quatro portas o motor 1.6 tem a potência revelada em valores líqudos:76CV no modelo á gasolina e 81CV na versão á álcool, mais tarde o 1.6 recebe alterações e passa a gerar 80CV na versão á gasolina e 85CV na versão álcool.
Vale lembrar que o Voyage tinha a dianteira diferente do Gol, em Outubro de 1983 na linha 1984 nada muda, Em Outubro de 1984 na linha 1985 nada muda, em Abril de 1985 ele ganhava o câmbio manual de cinco marchas, Em agosto de 1985 na linha 1986 os motores ganhavam bielas mais longas e no caso do 1.6 novo diâmetro x curso e passava a se chamar AP 600, os motores ficaram padronizados ao EA 827 alemães dá época, no modelo á gasolina ele gerava 12.7KGFM a 2600RPM e 80CV a 5600RPM e o modelo á álcool gerava 13KGFM a 3000RPM e 85CV a 5600RPM. Em Agosto de 1986 na linha 1987 é lançada a versão Super com o motor AP 800 1.8 que na versão á gasolina gerava 14.2KGFM a 3000RPM e 90CV a 5200RPM e na versão álcool gerava 15.2KGFM a 3400RPM e 94CV a 5200RPM.
Em Outubro de 1986 a aliança entre Ford e Volkswagen é confirmada a Autolatina na mesma época o AP 800 1.8 á álcool passava a gerar 15.6KGFM a 3000RPM e 96CV a 5600RPM exclusivo do Super. Em Fevereiro de 1987 o Voyage ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques e perdia a opção da carroceria quatro portas, agora as versões eram CL e GL e os motores AP 600 1.6 á gasolina de 80CV e AP 600 1.6 á álcool agora gerava 13KGFM a 2600RPM e 90CV a 5600RPM, em Julho de 1987 é vez da GLS com motores AP 800 1.8 á gasolina de 90CV e o 1.8 á álcool de 96CV
O Voyage recebia nova grade dianteira, faróis e para-choques e aqui na versão GLS com motor 1.8 á gasolina de 90CV e o 1.8 á álcool de 96CV e nas versões CL e GL era o 1.6 á gasolina de 80CV e o 1.6 á álcool passava a 90CV e muito mais tarde na Autolatina recebia o 1.6 Ford/Renault á gasolina de 76CV e a álcool de 73CV e o 1.8 á gasolina passava a 92CV e o 1.8 á álcool a 99CV(mas na realidade tinha 105CV).
Em Outubro de 1987 na linha 1988 sem alterações. Em Outubro de 1988 na linha 1989 nada muda e em outubro de 1989 na linha 1991 uma coisa que incomoda até hoje fãs da Volkswagen brasileira: o motor AP 600 1.6 dá lugar ao Sierra/Cléon/ Família C/CHT atualizado e renomeado AE 1600 com bloco de ferro, cabeçote de alumínio e comando de válvulas no bloco acionado por varetas, o câmbio não precisou mudar, já que aguentava mais torque com os motores 1.8, no caso o AE 1600 á gasolina gerava 13.3KGFM a 2600RPM e 76CV a 5200RPM e o AE 1600 á álcool gerava 12.9KGFM a 3200RPM e 73CV a 5000RPM, é evidente a perda de potência em relação ao motor antigo, embora no torque seja equivalente disponível na versão CL, a versão GL perdia o AP 600 e ganhava o AP 800 que é renomeado AP 1800 que estava disponível na CL, agora o AP 1800 á gasolina gerava 14.3KGFM a 3800RPM e 92CV a 5600RPM e o AP 1800 á álcool gerava 16.5KGFM a 3200RPM e 99CV a 5400RPM(na verdade tinha 105CV). Em março de 1990 para abrir espaço para o Apollo, a versão GLS dá adeus, ao menos o motor 1.8 agora estava disponível para CL e GL também, além do próprio 1.6 no CL é claro, em Abril de 1990 a Volkswagen importa da Argentina o Voyage GL 1.8 com quatro portas e motor AP 1800 á gasolina, ou seja marcava o retorno do Voyage com quatro portas, o curioso que ele é o único membro da família da primeira geração do Gol a ter quatro portas.
O Voyage voltava a ter opção de quatro portas importado da Argentina na versão GL com motor 1.8 á gasolina de 92CV
Em Outubro de 1990 na linha 1991 ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques e novas lanternas, era o facelift tanto para os modelos fabricados no Brasil: CL e GL duas portas, quanto ao GL quatro portas argentino, já nos motores o AE 1600(Sierra/Cléon/Família C/CHT) tanto á álcool como á gasolina e o AP 1800 á álcool e á gasolina, no caso do quatro portas apenas á gasolina estavam sem alterações.
O Voyage ganhava nova grade dianteira, faróis e nova lanternas traseiras aqui representada pelo quatro portas, o 1.8 á gasolina de 92CV, mais tarde cai a 86CV
O duas portas com novas lanternas traseiras, grade dianteira e faróis, o 1.6 era mantido com 76CV na versão á gasolina e 73CV na versão álcool, mais tarde o 1.6 á gasolina cai para 72CV e o 1.6 á álcool continua com 73CV, o 1.8 á gasolina já citamos no quatro portas e o 1.8 á álcool tinha 95CV e antes 99CV(embora 105CV reais), mais tarde o 1.6 AP á gasolina de 80CV e o a álcool de 90CV voltavam ao catálogo e o AP 1800 S para o Sport com 91CV na versão á gasolina e 99CV na versão a álcool, agora eram "99CV reais".
Em Outubro de 1991 na linha 1992 a autolatina adota o catalizador para todos modelos, o Sierra/ Cléon/CHT/AE 1600 agora gerava na versão á gasolina 12.8KGFM a 3200RPM e 72CV a 5600RPM, perdendo 3CV, já o AE 1600 á álcool se manteve com a potência e torque(73CV na potência), o AP 1800 á gasolina agora gerava 14KGFM a 3000RPM e 86CV a 5600RPM e o AP 1800 á álcool agora gerava 15KGFM a 3000RPM e 95CV a 5600RPM. Em Outubro de 1992 na linha 1993 sem alterações, em Julho de 1993 o AP 1600 volta ao Voyage como opção acima ao CHT/AE 1600, com o 1.6 á gasolina de 80CV e o álcool de 90CV e chegava série especial Sport que trazia o motor AP 1800 S do Gol GTS e da Parati GLS com comando de válvulas mais bravo e com isso na versão 1.8 á gasolina gerava 15.5KGFM a 3400RPM e 91CV a 5600RPM e na versão á álcool gerava 16KGFM a 3400RPM e 99CV a 5600RPM, agora eram 99CV "reais". Em Outubro de 1993 na linha 1994 o Sport é efetivado, inclusive tinha bancos recaros, era basicamente um Gol GTS em carroceria sedã e o AP 1600 assume de volta o lugar de motor entrada com o adeus do CHT. Em Outubro de 1994 na linha 1995 nada muda. Em Julho de 1995 o Sport 1.8 dá adeus e em Outubro de 1995 é vez do Voyage dar adeus e seria substituído pelo Polo Classic que se mostrou um retumbante fracasso.
O Retorno se dá aproveitando a chegada do Gol da terceira geração(chamado de G5) feito na plataforma PQ24 em Setembro de 2008 na linha 2009 chegava o Voyage, com três opções de acabamento: Básica, Trend e Comfortline, câmbio manual de cinco marchas e duas opções de motores, ambas da família EA 111 VHT com bloco de ferro, cabeçote de alumínio, comando de válvulas simples no cabeçote acionado por correia dentada, o motor 1.nada gerava 9.7KGFM a 3850RPM e 72CV a 5750RPM com gasolina e com álcool vai a 10.6KGFM e 76CV nas mesmas rotações e o 1.6 gerava 15.4KGFM a 2500RPM e 101CV a 5250RPM e com álcool vai a 15.6KGFM e 104CV nas mesmas rotações e agora diante dos novos tempos apenas com quatro portas.
O Voyage voltava ao mercado agora na plataforma PQ24 e os motores 1.nada de 72CV com gasolina e 76CV com álcool e o 1.6 de 101CV com gasolina e 104CV com álcool.
Em Outubro de 2009 na linha 2010 ele ganhava a opção do câmbio manual-automatizado de uma embreagem de cinco marchas chamada de ASG i-Motion que podia ser atrelada ao motor 1.6. Em Outubro de 2010 na linha 2011 sem alterações. Em Outubro de 2011 na linha 2012 sem grandes alterações, em Julho de 2012 na linha 2013 ele ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques e novas lanternas traseiras , ele estava disponível nas versões Básica, Trend e Comfortline, duas opções de câmbio: manual ou manual-automatizado de cinco marchas, duas opções de motor: 1.nada e 1.6 sem alterações, o 1.6 podia vir com o manual-automatizado.
O Voyage ganhou nova grade dianteira, lanternas, faróis e para-choques e manteve os motores inalterados: 1.nada de 72CV com gasolina e 76CV com álcool e o 1.6 de 101CV com gasolina e 104CV com álcool.
Em Outubro de 2013 na linha 2014 sem alterações. Em Outubro de 2014 na linha 2015 também sem alterações apenas o 1.6 passava a se chamar MSI apenas mudança de nomenclatura, Em Outubro de 2015 na linha 2016 sem alterações, em Fevereiro de 2016 ele ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choque dianteiro e junto com ela a mudança de motor: o EA 111 1.nada VHT dava lugar ao três cilindros EA 211 1.nada 12V com bloco e cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas no cabeçote acionado por correia dentada que gerava 9.7KGFM a 3000RPM e 75CV a 6250RPM e com álcool vai a 10.4KGFM e 82CV e o EA 111 1.6 VHT que esteve no lançamento da nova geração foi mantido e era a linha 2017 do modelo, assim como o câmbio manual-automatizado i-Motion.
O Voyage ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques e recebia o motor três cilindros 1.nada 12V de 75CV com gasolina e 82CV com álcool e o 1.6 de 101CV com gasolina e 104CV com álcool foi mantido.
Em Outubro de 2017 na linha 2018 nada muda, em Abril de 2018 na linha 2019 eles recebem nova grade dianteira, faróis e para-choques herdados da Saveiro e agora as versões estavam pela motorização: 1.nada 12V e o 1.6 de início apenas com câmbio manual e o 1.6 se chamava MSI, esses inalterados é o modelo da fotos da capa e na traseira sem mudanças, em Agosto era vez de receber o câmbio automático de seis marchas, mas a reboque do câmbio vinha o motor EA 211 1.6 16V MSI de mesma concepção do três cilindros, mas aqui gerava 15.8KGFM a 4000RPM e 110CV a 5750RPM e com álcool vai a 16.8KGFM e 120CV nas mesmas rotações era a linha 2019 que estava sendo completada. Em Outubro de 2019 na linha 2020 nada muda, em outubro de 2020 na linha 2021 nada muda, em Outubro de 2021 na linha 2022 nada muda e em Abril de 2022 ele perdeu as versões 1.6 8 válvulas manual e 1.6 16V automática e agora só está disponível no três cilindros 1.nada 12V mas o seu adeus se dará esse ano segundo autossegredos, então será ultrapassado pelas picapes que logo vem atrás.
*seu adeus está marcado para 2022
3 VOLKSWAGEN SAVEIRO 40 ANOS (DESDE 1982)
Tudo bem a Strada foi o carro mais vendido do mercado brasileiro em 2021 e por tabela a picape leve mais vendida, mas a picape leve mais longeva do país é a Volkswagen Saveiro que vai completar 40 anos esse ano. Ela chegava em Setembro de 1982 como linha 1983, ela ao contrário de Parati e Voyage, mantiveram a dianteira do Gol da época, o câmbio era manual quatro marchas e o motor era o Volkswagen Boxer 1600 refrigerado á ar que na versão á gasolina gerava 12KGFM a 3000RPM e 66CV a 4600RPM e tinha carburador de corpo duplo e a versão á álcool gerava 11.7KGFM a 3600RPM e 62CV a 4800RPM e a capacidade de carga de 570KG se manteve até a chegada da segunda geração.
A Saveiro chegava com motor 1.6 refrigerado á ar de 66CV na versão á gasolina e 62CV na versão á álcool e mais tarde a potência é revelada em valores líquidos passando a 53CV na versão á gasolina e 51CV na versão á álcool.
Em Outubro de 1983 na linha 1984 o motor 1600 refrigerado á ar tem a potência revelada em valores líquidos: o 1600 á gasolina agora gerava 10.6KGFM a 3000RPM e 56CV a 4400RPM e o 1600 á álcool agora gerava 10.5KGFM a 3000RPM e 51CV a 4400RPM e a picape ficou sem mudanças até Outubro de 1986 na linha 1987 quando ganhou a dianteira de Voyage/Parati e dos Gol 1.6 refrigerado á água e do Gol GT 1.8, além da mudança visual, veio a mudança mecânica: o AP 1600 á gasolina que gerava 12.7KGFM a 2600RPM e 80CV a 5600RPM e o AP 1600 á álcool que gerava 13KGFM a 3000RPM e 85CV a 5600RPM.
A Saveiro ganhava nova grade dianteira e junto com ela o motor 1.6 de 80CV na versão á a gasolina e 85CV na versão á álcool.
Em Outubro de 1987 na linha 1988 a Saveiro ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques, agora ela estava disponível nas versões CL e GL, o câmbio era manual de cinco marchas e o motor AP 1600 de 80CV á gasolina era mantido e o AP 1600 á álcool agora gerava 13KGFM a 2600RPM e 90CV a 5600RPM.
A Saveiro ganhava nova grade dianteira e faróis e pequenas mudanças na lanterna, o motor 1.6 á gasolina de 80CV era mantido, estreava o 1.6 á álcool de 90CV, mais tarde chegava o 1.6 Ford/Renault á gasolina de 76CV e a álcool de 73CV e o 1.8 de 92CV na versão á gasolina e 99CV na versão a álcool. (na verdade 105CV reais).
Em Outubro de 1988 na linha 1989 nada muda. Em Outubro de 1989 na linha 1990 ela troca o AP 1600 pelo Sierra/Cléon/CHT renomeado AE 1600 na Volkswagen, na versão á gasolina gerava 13.3KGFM a 2600RPM e 76CV a 5600RPM e a versão á álcool desse motor gerava 12.9KGFM a 3000RPM e 73CV a 5000RPM para a a versão CL, já a GL(e opcionalmente na CL) podiam vir agora com o motor AP 1800 que na versão á gasolina gerava 14.3KGFM a 3800RPM e 92CV a 5600RPM e na versão a álcool gerava 16.5KGFM a 3200RPM e 99CV a 5600RPM(eram na verdade 105CV). Em Outubro de 1990 na linha 1991 ela ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques e novas lanternas, as versões CL e GL continuavam, assim com os motores AE 1600 e AP 1800 tanto á gasolina como á álcool.
A Saveiro recebia nova grade dianteira, faróis e para-choques, já nos motores continuava o 1.6 de origem Ford/Renault de 76CV na versão á gasolina e 73CV na versão á álcool e o 1.8 de 92CV na versão á gasolina e 99CV(na realidade 105CV) na versão á álcool, mais tarde o 1.6 á gasolina passa a ter 72CV, o 1.6 á álcool mantém os 73CV, o 1.8 passa a ter 86CV na versão á gasolina e 95CV na versão á álcool e o 1.6 VW voltava com 80CV na versão á gasolina e 90CV na versão á álcool.
Em Outubro de 1991 na linha 1992 ela recebe o catalizador, o motor AE 1600 á álcool é o único que não tem seus números alterados, graças a alterações feitas, já o AE 1600 á gasolina agora gera 12.8KGFM a 3200RPM e 72CV a 5600RPM, o AP 1800 á gasolina agora gerava 14KGFM a 3000RPM e 86CV a 5600RPM e o AP 1800 á álcool agora gerava 15KGFM a 3000RPM e 95CV a 5600RPM, em Outubro de 1992 na linha 1993 nada muda, em Julho de 1993 ela recebe o AP 1600 como opção, em Outubro de 1993 na linha 1994 o AP 1600 retorna substituindo o CHT/AE 1600. Em Outubro de 1994 na linha 1995 sem alterações e seguiu assim até Outubro de 1996 quando ganhou a injeção multiponto foi o último membro da família quadrada, agora só disponível na versão CLi, a GL dava adeus e a série especial Summer assume o lugar, o motor AP 1600 dotado de injeção eletrônica multiponto á gasolina agora gerava 13.7KGFM a 3000RPM e 88CV a 5500RPM, o AP 1600 á álcool gerava 14.5KGFM a 3000RPM e 98CV a 5500RPM, o AP 1800 á gasolina gerava 15.5KGFM a 3000RPM e 98CV a 5500RPM e por último o AP 1800 á álcool que gerava 16KGFM a 3000RPM e 103CV a 5500RPM.
A Saveiro de primeira geração foi último membro da família "quadrada" dar adeus, mas o adeus não veio sem injeção eletrônica multiponto, o 1.6 á gasolina gerava 88CV, o 1.6 á álcool 98CV, o 1.8 á gasolina 98CV e o 1.8 á álcool 103CV.
A estreia da segunda geração chamada de "Bolinha" se dá em Novembro de 1997 na linha 1998 é o modelo "bolinha" a capacidade carga é ampliada, o câmbio sempre manual de cinco marchas e as versões eram CL e GL e nos motores eram o AP 1600 de injeção multiponto tanto á gasolina como á álcool herdados do antigo e o AP 1800 tanto á álcool como a gasolina e com isso ela estava disponível assim: CL 1.6 Mi, CL 1.8 Mi e GL 1.8 Mi.
A segunda geração da Saveiro chega ao mercado agora com capacidade de carga de 700KG e os motores eram o 1.6 á gasolina de 88CV, 1.6 álcool de 98CV, 1.8 á gasolina de 98CV e o 1.8 á álcool de 103CV
Em maio de 1998 a Volkswagen lança a linha 1999 da Saveiro, ela fica disponível nas versões 1.6 Mi, CL 1.6 Mi, GL 1.8 Mi e a TSi 2000, o AP 1800 á álcool dá adeus, o AP 1600 á gasolina das versões 1.6 Mi e CL 1.6 Mi agora gerava 92CV a 5600RPM, o AP 1600 á álcool agora gerava 99CV a 5600RPM, o AP 1800 á gasolina agora gerava 99CV a 5600RPM e exclusivo da TSi 2000 vinha o motor AP 2000 de injeção multiponto que gerava 17.3KGFM a 3000RPM e 111CV a 5250RPM e o AP 1800 á álcool dá adeus.
A Saveiro TSi chegava ao mercado com motor 2.nada de 111CV e na mesma época o 1.8 á álcool sai de cena, o 1.8 á gasolina da GL e CL passava a 99CV, o 1.6 á álcool passava 99CV e o 1.6 á gasolina a 92CV exclusivo da CL.
Em Outubro de 1999 na linha 2001 ela perde a versão TSi 2000 e junto com ela o motor AP 2000, mas em março de 2000 é lançado o facelift com nova grade dianteira, faróis, para-choques e novas lanternas e de quebra é chamada de "terceira geração" e agora as versões eram denominadas pelo motor: 1.6, 1.8 e 2.0 e os motores AP 1600 á gasolina, AP 1600 á álcool, AP 1800 á gasolina e AP 2000 estavam sem alterações, inclusive o último foi reabilitado.
A Saveiro ganhava alteração visual e os motores continuavam o 1.6 á gasolina de 92CV, 1.6 á álcool de 99CV, 1.8 á gasolina de 99CV e o 2.nada de 111CV voltava a estar disponível na picape.
Em Outubro de 2000 na linha 2001 ela perde o AP 1600 á gasolina. Em Outubro de 2001 na linha 2002 é vez do AP 1600 á álcool dar adeus, em Fevereiro de 2002 o AP 1600 á gasolina e AP 1600 á álcool voltava a picape. Em Outubro de 2002 na linha 2003 ela ganhou nova grade dianteira, para-choques, novo layout interno da lanterna e os motores sempre eram: AP 1600 á gasolina, AP 1600 á álcool, AP 1800 e AP 2000 esses dois últimos agora apenas á gasolina.
A Saveiro ganhava um leve-facelift e os motores 1.6 á gasolina de 92CV, 1.6 á álcool de 99CV, 1.8 á gasolina de 99CV e 2.nada á gasolina de 111CV eram mantidos e estreava o 1.6 Total Flex de 97CV com gasolina e 99CV com álcool.
Em Fevereiro de 2003 a Saveiro agora vinha nas versões City, Sportline e Supersurf, no caso da City o motor era o AP 1600, já a Sportline vinha no 1.8 e 2.nada e a Supersurf no motor 1.6. Em Outubro de 2003 na linha 2004 a Saveiro ganhou o motor AP 1600 Total Flex que gerava 14KGFM a 3000RPM e 97CV a 5600RPM e com álcool gerava 14.3KGFM e 99CV nas mesmas rotações. Em agosto de 2004 na linha 2005 a Saveiro perde a opção do motor AP 2000. Em fevereiro de 2005 chegava a versão Crossover com suspensão elevada e visual aventureiro e o motor era AP 1800.
A Saveiro chegava ao mercado de início o 1.8 de 99CV á gasolina e depois vinha o 1.8 Total Flex de 103CV com gasolina e 106CV com álcool
Em março de 2005 a Saveiro recebe o AP 1800 Total Flex, inclusive na recém-lançada Crossover, convivendo ao lado da 1.6 e com isso ele gerava 15.5KGFM a 3000RPM e 103CV a 5500RPM com gasolina e com álcool gerava 16KGFM e 106CV nas mesmas rotações. Em Outubro de 2005 na linha 2006 a Saveiro ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques e nova lanterna em "C" era o modelo conhecido como "Geração IV" e os motores AP 1600 e 1800 Total Flex foram mantidos sem alterações.
A Saveiro ganhava uma novo facelift chamando de "Geração IV" na verdade era uma segunda reestilização da bolinha e lanternas com novo layout interno e os motores eram o 1.6 Total Flex de 97CV com gasolina e 99CV com álcool e o 1.8 de 103CV com gasolina e 106CV com álcool.
Em Novembro de 2005 é vez do retorno da Crossover com novo visual e sempre com o motor AP 1800 Total Flex.
A Saveiro Crossover retornava ao mercado e o motor era o 1.8 Total flex de 103CV com gasolina e 106CV com álcool
Em Outubro de 2006 na linha 2007 nada muda. Em Setembro de 2007 na linha 2008 nada muda. Em Agosto de 2008 na linha 2009 nada mudava na Saveiro que se preparava para ganhar uma nova geração.
A chegada da terceira geração que é chamada de G5, chegava em Agosto de 2009 como linha 2010, chegava a nova Saveiro feita na plataforma PQ24 pela primeira vez a picape tinha motor transversal, o câmbio sempre manual de cinco marchas, pela primeira vez duas opções de cabine: simples e estendida, ela trazia todo o conjunto dianteiro de Gol/Voyage, mas na traseira a sua suspensão era o Golf IV, as molas eram da Kombi européia(T5) e batentes do Passat, ela vinha nas versões Básica(com para-choque preto), Trend e Trooper e no caso da cabine estendida o espaço atrás era de 280 litros e o motor era o EA 111 VHT 1.6 que gerava 15.4KGFM a 2500RPM e 101CV a 5250RPM e com álcool vai a 15.6KGFM e 104CV nas mesmas rotações sim é o mesmo já citado no Voyage em detalhes, no caso o Voyage atual.
A terceira geração da Saveiro chega ao mercado pela primeira vez com cabine estendida e o motor era o 1.6 de 101CV com gasolina e 104CV com álcool
Em Fevereiro de 2010 a Saveiro recebe a opção aventureira da versão Cross, apenas com cabine estendia, câmbio manual de cinco marchas e o mesmo motor 1.6 das outras versões.
A Saveiro Cross chegava ao mercado com o mesmo 1.6 das demais versões
Em Outubro de 2010 na linha 2011 a Saveiro não tem alterações. Em Outubro de 2011 na linha 2012 a Saveiro seguia sem alterações, em Outubro de 2012 na linha 2013 nada muda, em Abril de 2013 a Saveiro ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques e as versões Básica, Trend, Trooper e Cross, cabine simples ou estendida, no caso da Cross apenas cabine estendida, sempre com câmbio manual de cinco marchas e o motor 1.6 era mantido.
A Saveiro ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques e o motor era o mesmo 1.6 de 101CV com gasolina e 104CV com álcool, no ano seguinte a Cross ganhou o 1.6 16V de 110CV com gasolina e 120CV com álcool.
A Saveiro cabine dupla chegava ao mercado com capacidade para 5 pessoas e duas portas e os motores eram o 1.6 de 101CV com gasolina e 104CV com álcool e para a Cross o 1.6 16V de 110CV com gasolina e 115CV com álcool
Em Outubro de 2015 na linha 2016 nada muda, em Março de 2016 na linha 2017 a Saveiro ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques, agora estava disponível nas versões Robust, Trendline, Highline e Cross, o câmbio era manual de cinco marchas e os motores 1.6 de 8 válvulas e o 1.6 16V eram mantidos, nesse caso apenas para a Cross e é o modelo que abre a parta da Saveiro nessa matéria.
Em Julho de 2017 na linha 2018 ela ganhava a versão Pepper que só tinha adereços visuais, em Agosto de 2018 na linha 2019 ela perde a cabine estendida em todas as versões menos na Pepper e perde a versão Highline que era cabine dupla, a Trendline passa a ser apenas com cabine simples, Em Outubro de 2019 na linha 2020 é vez da Pepper dá adeus, só ficava a Robust com cabine simples e dupla, a Trendline com cabine simples e a Cross com cabine dupla, essa última com o 1.6 16V MSI. Em Outubro de 2020 na linha 2021 nada muda, em Outubro de 2021 na linha 2022 nada muda e em Maio de 2022 na linha 2023 o 1.6 16V é estendido as versões Robust e Trendline e o 1.6 de 8 válvulas dá adeus e para atender as novas legislações anti-poluentes o 1.6 16V agora gera 15.4KGFM a 4000RPM e 106CV a 5750RPM e com álcool vai a 16.1KGFM e 116CV nas mesmas rotações e lógico se especula que no decorrer dos anos, talvez ganhe o automático de seis marchas e o facelift até ela aderir a plataforma MQB, assim como ocorreu com a Strada que sobreviveu ao fim do Palio, ela sobreviverá ao fim do Gol.
2 FIAT FIORINO 42 ANOS (DESDE 1980)
O Furgão da Fiat é o veículo mais longevo da marca no país e será o mais longevo do país ano que vem. Ela foi lançada em Outubro de 1980 na linha 1981 chegava a Fiorino ainda derivada do Fiat 147, ela tinha câmbio manual de quatro marchas e o motor Fiasa 1300 á gasolina que gerava 9.6KGFM a 3000RPM e 56CV a 5250RPM.
A primeira geração da Fiorino ainda derivada do 147 e o motor era o 1.3 á gasolina de 56CV e mais tarde ganhava o 1.3 á álcool também com 56CV
Em Outubro de 1981 na linha 1982 o Fiorino ganhava a opção do Fiasa 1300 á álcool que gerava 9.9KGFM a 3000RPM e 56CV a 5500RPM seguiu sem alterações até Outubro de 1982 na linha 1983 quando ganhou nova grade dianteira, faróis, para-choque e de quebra o Settegorini que era a opção de passageiro que levava passageiros e o motor Fiasa 1300 á gasolina agora gerava 10KGFM a 3200RPM e 58CV a 5200RPM e o modelo á álcool gerava 10KGFM a 2600RPM e 60CV a 5200RPM.
A Fiorino ganhava nova grade dianteira e faróis e a versão Settegorini que levava cinco passageiros e o motor 1.3 agora gerava 58CV na versão á gasolina e 60CV na versão á álcool.
Em Outubro de 1983 na linha 1984 nada muda. Em Outubro de 1984 na linha 1985 a Fiorino perdia a Settegorini, mas ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques e lanternas e junto com ela o câmbio manual de cinco marchas.
Ela recebia nova grade dianteira, faróis e novas lanternas e junto com ela o câmbio manual de cinco marchas, mas o motor 1.3 seguia com 58CV na versão á gasolina e 60CV na versão á álcool.
Em Outubro de 1985 na linha 1986 nada muda e ela seguiu sem alterações até Agosto de 1988 na linha 1989.
A chegada da segunda geração agora derivada do Uno, ganhava a opção picape, mas aqui só vamos focar no furgão, em Agosto de 1988 na linha 1989, já os motores eram o Fiasa 1300 á gasolina e á álcool herdados da geração anterior e o câmbio também continua manual de cinco marchas.
A Fiorino chegava na segunda geração derivado do Uno com motor 1.3 á gasolina de 58CV e a álcool de 60CV e mais tarde o 1.5 á gasolina de 67CV e o 1.5 á álcool de 71CV.
Em Outubro de 1989 na linha 1990 o Fiasa 1300 era substiuído pelo Fiasa 1500, o Fiasa 1500 á gasolina gerava 11.9KGFM a 2750RPM e 67CV a 4700RPM e o Fiasa 1500 á álcool gerava 12.9KGFM a 2750RPM e 71CV a 4700RPM. Em Outubro de 1990 na linha 1991 ela ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques, já o motor 1500 era mantido.
A Fiorino recebia nova grade dianteira e farois, mas de início manteve o 1.5 á gasolina de 67CV e o 1.5 á álcool de 71CV, mais tarde chegava o 1.nada de 56CV e o 1.5 de injeção monoponto á gasolina de 67CV e a álcool de 73CV
Ela seguiu sem alterações até Outubro de 1993 quando ela ganhou a opção de entrada Eletronic com o motor Fiasa 1000 do Uno Mille Eletronic que gerava 8KGFM a 3250RPM e 56CV a 6000RPM e o Fiasa 1500 ganhava opção de injeção eletrônica monoponto, no caso do 1500 á gasolina ele gerava 12KGFM a 3000RPM e 67CV a 5500RPM e a versão á álcool desse motor gerava 13KGFM a 3000RPM e 73CV a 5500RPM, Em Outubro de 1994 na linha 1995 era vez do Fiasa 1000 e o 1500 alimentados por carburador darem adeus e aí seguiu apenas no Fiasa 1500 de injeção monoponto e seguiu sem alterações até Outubro de 1996 na linha 1997 quando ganhou nova grade dianteira, perdeu a opção do motor á álcool e o Fiasa 1500 á gasolina recebe a injeção eletrônica multiponto(mpi) e agora ele gerava 12.1KGFM a 2750RPM e 76CV a 5000RPM.
A Fiorino ganhava nova grade dianteira(aqui com o modelo 2001) e antes na linha 1997 marca a estreia do 1.5 de injeção multiponto á gasolina de 76CV e mais tarde o 1.5 á álcool de injeção multiponto com 77CV e depois chegaria o Fire 1.3 de 67CV
Em Outubro de 1998 na linha 1999 ela recebe a opção do Fiasa 1500 mpi á álcool que gerava 13KGFM a 3000RPM e 77CV a 5000RPM, na mesma época a picape dava lugar a Strada. Seguiu sem alterações até Outubro de 2000 na linha 2001 quando ganhou nova grade dianteira. Em Outubro de 2001 na linha 2002 ganhava o novo símbolo da Fiat e seguiu sem alterações até Julho de 2003 quando trocou o Fiasa 1500 pelo Fire 1.3 com 11.4KGFM a 2250RPM e 67CV a 5500RPM. Em Outubro de 2004 na linha 2005 a Fiorino ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques e pequenas mudanças na lanterna, já o motor 1.3 era mantido.
A Fiorino ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques e o motor era o 1.3 de 67CV e mais tarde ele virava Flex e passava gerar 70CV com gasolina e 71CV com álcool
Em Dezembro de 2005 na linha 2006 a Fiorino recebe o motor Fire 1.3 Flex de 11.4KGFM a 2250RPM e 70CV a 5500RPM com gasolina e com álcool vai a 11.6KGFM e 71CV nas mesmas rotações e foi a última alteração da segunda geração até o final da sua carreira em Dezembro de 2013 quando a atual geração chega ao mercado.
A chegada da terceira geração da Fiorino ,se dá em Dezembro de 2013 na linha 2014, ela adere a segunda geração do Uno, com toda a dianteira inclusive derivada da MP0, mas a traseira vem da Strada antiga que acabou servindo na Strada nova anos depois, o câmbio é manual de cinco marchas e o motor agora era o Fire EVO 1.4 que gerava 12.4KGFM a 3500RPM e 85CV a 5750RPM e com álcool vai a 12.7KGFM e 88CV nas mesmas rotações.
A terceira geração da Fiorino chegava ao mercado agora derivada da segunda geração do Uno e os motor era o 1.4 Flex de 85CV com gasolina e 88CV com álcool
Em Outubro de 2014 na linha 2015 nada muda e seguiu sem alterações até Dezembro de 2021 quando ganhou nova grade dianteira, para-choques e junto com ela o motor Fire EVO 1.4 agora passou a gerar 11.8KGFM a 4000RPM e 84CV a 6000RPM com gasolina e com álcool passou a gerar 12.2KGFM e 86CV é o modelo da foto de abertura da parte da Fiorino e pelo visto se chegar a 2024(o que é 99% certo) vai ser o segundo carro mais longevo da nossa história só perdendo para a Kombi superando o Bandeirante e o primeiro colocado dessa lista e ela já ganhou a linha 2023 e de quebra ainda teve um irmão: O Peugeot Partner Rapid.
1 VOLKSWAGEN GOL 42 ANOS (DESDE 1980) *
Em maio de 1980 chegava ao mercado o Volkswagen Gol, na carroceria hatch(sim, Voyage é sedã, Parati é perua e Saveiro é picape) de duas portas, câmbio manual de quatro marchas e o motor era o Volkswagen Boxer 1300 refrigerado a ar herdado do Fusca só que aqui graças a ignição eletrônica gerava 9.2KGFM a 2800RPM e 50CV a 4600RPM e o modelo acabou sendo um fracasso(sim, no início da carreira, o Gol acabou sendo um fracasso de vendas) e ganhou o apelido de "batedeira" ou "chaleira" dependendo da região do país, mas ainda assim não era o Gol mais odiado do país.
O Gol chegava ao mercado de início com motor 1.3 refrigerado a ar de 50CV, mais tarde recebe o 1.3 á álcool de 50CV e ambos são substituídos pelo 1.6 refrigerado ar de 66CV na versão á gasolina e 62CV na versão á álcool e mais tarde o 1.6 tem a potência revelada em vloes líquidos:53CV na versão á gasolina e 51CV na versão á álcool.
Apesar de ter sido um fracasso no início, a Volkswagen fez correções que levariam o modelo a liderança e hoje é o carro mais vendido da nossa história superando o Fusca e o Uno. ele havia chegado nas versões L e LS, o câmbio era manual de quatro marchas. Em Outubro de 1980 na linha 1981 o Gol ganhava a opção do Boxer 1300 refrigerado á ar a álcool que gerava 8.8KGFM a 3200RPM e 50CV a 4600RPM. Em Março de 1980 para salvar o modelo de um fracasso, a Volkswagen substitui o 1300 pelo 1600 Boxer refrigerado a ár na versão á gasolina ele gerava 12KGFM a 3600RPM e 66CV a 4600RPM e na versão a álcool gerava 11.7KGFM a 3600RPM e 62CV a 4600RPM. Em Outubro de 1981 na linha 1982 sem alterações e seguiu assim até Outubro de 1983 na linha 1984 quando o motor Boxer 1600 refrigerado á ar tem a potência revelada em valores líquidos e não mais brutos, com isso o 1600 Boxer á gasolina agora gerava 10.6KGHFM a 3000RPM e 53CV a 4400RPM e na versão a álcool gera 10.5KGFM a 3000RPM e 51CV a 4400RPM. Em Março de 1984 era vez do esportivo GT 1.8 chegar ao mercado, primeiro ela ganha aerofólio, dianteira de Parati/Voyage, o câmbio continuava manual de quatro marchas, mas a principal novidade era o motor 1.8 MD270 que era na verdade um "AP 1800 de biela curta" e sim nesse caso, a biela era curta mesmo e o comando de válvulas mais bravo do Golf GTi da época e apenas á álcool e com isso gerava 14.9KGFM a 3200RPM e 99CV a 5400RPM, mas a biela é tão curta que o modelo vibrava muito.
O Esportivo GT chegava ao mercado marcando a estreia do 1.8 á álcool de 99CV, mais tarde o 1.8 recebia alterações e mantinha oficialmente os 99CV(mas na verdade tinha 105CV)
Em Outubro de 1984 na linha 1985 as versões L e S do Gol recebem a dianteira de Voyage/Parati e junto com ela o motor MD 260 1.6 á gasolina que gerava 11.8KGFM a 2600RPM e 76CV a 5200RPM e a versão á álcool gerava 12.8KGFM a 2600RPM e 81CV a 5200RPM, a versão com motor refrigerador a ar ficava restrita a BX com o Boxer 1600 á gasolina de 53CV com gasolina e á álcool de 51CV e o estreante esportivo GT com motor 1.8 á álcool de 99CV.
O Gol recebia a dianteira de Voyage/Parati e também do esportivo GT e junto com ela o motor 1.6 de 76CV na versão á gasolina e 81CV na versão á álcool e a frente antiga e o motor refrigerado ar ficam na BX e mais tarde o 1.6 refrigerado á agua vai 80CV na versão á gasolina e 85CV na versão á álcool
Em Outubro de 1985 na linha 1986 a Volkswagen anuncia alterações nos motores, no caso novas bielas e no caso do 1.6 novo diâmetro x curso, o que deixa ele mais "girador" no caso do AP 600 1.6 á gasolina agora gerava 12.7KGFM a 2600RPM e 80CV a 5600RPM e o AP 600 1.6 á álcool gerava 13KGFM a 3000RPM e 85CV a 5600RPM e para o esportivo GT o AP 800 S 1.8 agora com nova biela mais longa, era um motor suave de funcionamento e tinha virado referência e apenas á álcool ele gerava 15.2KGFM a 3400RPM e "99CV" a 54000RPM, mas na verdade ele tinha 105CV "reais". Em Outubro de 1986 na linha 1987 o Gol com motor Boxer refrigerado a ar , o Gol BX dá adeus e na mesma época toda a linha ganha o câmbio manual de cinco marchas, inclusive o esportivo GT. Em Fevereiro de 1987 ele ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques e lanternas, as versões agora eram CL, GL e GTS, no caso dos motores o AP 600 1.6 á gasolina estava inalterado, o AP 1600 1.6 á álcool agora gerava 13KGFM a 2600RPM e 90CV a 5600RPM e para o GTS o AP 1800 S á álcool se mantinha nos "99CV" mas muitos especulavam gerar 110CV a 5600RPM e na mesma época era formada a Autolatina.
O Gol ganhava nova lanterna traseira, grade e faróis e os motores eram o 1.6 á gasolina de 80CV, 1.6 á álcool de 90CV e mais tarde o 1.8 á gasolina de 92CV e o 1.8 á álcool de 105CV e mais tarde o 1.6 Ford/Renault na versão á gasolina de 76CV e na versão a álcool de 73CV
O Esportivo GTS 1.8 entra no lugar do GT e o motor era o 1.8 á álcool de oficiais "99CV", mas na realidade tinha 110CV e mais tarde o 1.8 á gasolina de 97CV
Em Outubro de 1987 na linha 1988 nada muda e ele fecha o ano de 1987 na liderança destronando o Monza ele ficaria líder de mercado por mais 26 anos, em Outubro de 1988 na linha 1989 chegava o primeiro carro nacional com injeção eletrônica era o Volkswagen Gol GTi 2000, que trazia injeção eletrônica multiponto no motor AP 2000 á gasolina e com isso gerava 18.3KGFM a 3200RPM e 120CV a 5600RPM.
O GTi 2000 chegava ao mercado com motor 2.nada de 120CV
Em Outubro de 1989 na linha 1990 era vez do Gol mais odiado, o CL 1.6 troca o motor AP 1600 pelo Sierra/Cléon/CHT/AE 1600 de origem Renault/Ford que na versão á gasolina gerava 13.3KGFM a 2600RPM e 76CV a 5200RPM e na versão a álcool que gerava 12.9KGFM a 3000RPM e 73CV a 5000RPM, a versão GL recebia o AP 1800 de comando de válvulas mais manso e estava disponível como opção no CL e gerava na versão á gasolina 14.3KGFM a 3800RPM e 92CV a 5800RPM e na versão á álcool gerava 16.5KGFM a 3200RPM e 99CV a 5400RPM(na verdade eram 105CV) e estreava o AP 1800 S á gasolina que gerava 15.6KGFM a 2600RPM e 97CV a 5600RPM esse para o Gol GTS que só tinha a opção á álcool. Em Outubro de 1990 na linha 1991 nova grade dianteira, faróis, para-choques e mudanças pequenas nas lanternas, mudanças nos emblemas, o câmbio continuava manual de cinco marchas e as versões continuavam CL, GL, GTS e GTi, os motores continuavam o AE 1600 á gasolina, AE 1600 á álcool, AP 1800 á gasolina, AP 1800 á álcool, AP 1800 S á gasolina, AP 1800 S á álcool e o AP 2000 de injeção eletrônica multiponto á gasolina e disponíveis assim: CL 1.6, CL 1.8, GL 1.8, GTS 1.8 e GTi 2000.
O GTi ganhava nova grade dianteira e faróis e motor 2.nada perdia a potência: 112CV por causa do catalizador
O GTS também recebia a nova dianteira e o 1.8 exclusivo dele perdia a potência por causa dos catalizadores: 91CV na versão a gasolina e pela primeira vez 99CV "reais" na versão á álcool, lógico no primeiro ano ele manteve a potência, a mesma coisa do GTi e outras versões.
As versões CL e GL também ganhavam nova dianteira e de início os motores sem alterações e no ano seguinte veio o catalizador e o 1.6 Ford passou a gerar 72CV na versão á gasolina, o 1.6 Ford á álcool manteve os 73CV e o 1.8 á gasolina passou a gerar 86CV e o 1.8 á álcool 95CV e mais tarde voltava o 1.6 VW de 80CV na versão á gasolina e 90CV na versão á álcool.
Em Outubro de 1991 na linha 1992 ele ganhava catalizador e com isso o AE 1600 agora gerava 12.8KGFM a 3200RPM e 72CV a 5600RPM, o AE 1600 á álcool não perdia os números de torque e potência, o AP 1800 á gasolina 14KGFM a 3000RPM e 86CV a 5600RPM, o AP 1800 á álcool agora gerava 15KGFM a 3000RPM e 95CV a 5600RPM, o AP 1800 S á gasolina agora gerava 15.5KGFM a 3400RPM e 91CV a 5600RPM, o AP 1800 S á álcool agora gerava 16KGFM a 3400RPM e 99CV a 5600RPM, agora eram "99CV" reais e o AP 2000 de injeção eletrônica multiponto agora gerava 17.3KGFM a 2600RPM e 112CV a 5600RPM, o AP 2000i era exclusivo do GTi e o AP 1800S do esportivo GTS. Em Outubro de 1992 na linha 1993 como principal novidade o Gol ganhava uma versão mais barata era o 1000, sim simplesmente Gol 1000, o motor era o Sierra/Cléon/CHT/AE 1000 que gerava 7.3KGFM a 3500RPM e 50CV a 5800RPM, por incrível que pareça ele não era o mais odiado, por que era esse papel coube ao Gol CHT 1.6 afinal havia o AP 1600 antes e lógico o Gol 1000 CHT era bem econômico, então para muitos tudo certo.
O Gol 1000 com motor Ford/Renault 1.nada de 50CV
Em Julho de 1993 o AP 1600 á gasolina de 80CV e o á álcool de 90CV voltam como opção. Em Outubro de 1993 na linha 1994 o AE 1600 dá lugar ao motor que ele substituiu quatro anos antes: o AP 1600 e em Outubro de 1994 a segunda geração do Gol chegava ao mercado.
A chegada da segunda geração apelidada de "Bolinha" pelas formas arredondas se dá em Outubro de 1994 na linha 1995 , ele vinha nas versões 1000i Plus, CLi, GLi e GTi, câmbio manual de cinco marchas e nos motores Sierra/Cléon/CHT/AE 1000 de injeção eletrônica monoponto que gerava 7.3KGFM a 3500RPM e 50CV a 5800RPM, AP 1600 de injeção monoponto á gasolina que gerava 11.5KGFM a 3000RPM e 76CV a 5600RPM, o AP 1600 de injeção monoponto á álcool que gerava 12.7KGFM a 3200RPM e 86CV a 5600RPM, o AP 1800 de injeção eletrônica monoponto á gasolina que gerava 14.3KGFM a 3500RPM e 91CV a 5600RPM e o AP 1800 de injeção eletrônica monoponto á álcool que gerava 15.4KGFM a 3500RPM e 97CV a 5600RPM, o AP 2000 de injeção eletrônica multiponto á gasolina gerava 17.3KGFM a 3000RPM e 109CV a 5250RPM e o AP 2000 de injeção eletrônica multiponto á álcool que gerava 18.5KGFM a 3000RPM e 115CV a 5250RPM e ele estava disponível nas versões 1000i Plus, CLi 1.6, CLi 1.8, GLi 1.8 e GTi 2000, o Gol 1000 era o único que mantinha a carroceria quadrada.
A segunda geração do Gol chegava ao mercado aqui a GTi que agora o motor 2.nada passava a gerar 109CV na versão á gasolina, mas ganhava a opção do 2.nada á álcool de 115CV
Aqui o "Bolinha" representado pelo GLi, além dele tinha o 1000i Plus e CLi e os motores eram todos injeção monoponto tirando o GTi que era multiponto, no caso do 1.nada Ford/Renault gerava 50CV, o 1.6 gerava 76CV na versão á agsolina e 86CV na versão á álcool e o 1.8 gerava 91CV na versão á gasolina e 97CV na versão á álcool, mas depois ele ganhava o novo 1.nada de origem VW com 54CV, o 1.6 recebia injeção multiponto e passava a 88CV na versão á gasolina, 98CV na versão a álcool, 1.8 também recebia injeção multiponto e gerava 98CV na versão á gasolina e 103CV na versão á álcool e mais tarde o 1.nada 16V de 69CV.
Em Julho de 1995 era vez do Gol 1000 ganhar a injeção monoponto, mas se tornaria raro por que em Outubro de 1995 é lançada a linha 1996 com três novidades, a primeira era o Gol 1000i da carroceria bolinha que eliminava o Gol quadrado, a segunda era a versão TSi 1.8 que vinha com o mesmo motor AP 1800 tanto á álcool como gasolina e injeção monoponto do Gol GL e o GTi 2000 16V que trazia o EA113/EA 827 2.nada 16V era basicamente um "AP 2000 com bloco alto, cabeçote 16 válvulas, bielas longas e duplo comando de válvulas no cabeçote" e com isso gerava 17.8KGFM a 4800RPM e 141CV a 6250RPM e o câmbio manual de cinco marchas veio do Audi A4 para aguentar o torque mais alto e lógico no visual externo para caber o duplo comando ele tinha a bolha no capô(operação que também foi feita na Parati GTi 2000 16V que veio um ano depois).
O TSi chegava ao mercado de início com o 1.8 do GLi era só decoração e mais tarde ganhava o 2.nada do GTi de 8 válvulas e além da injeção eletrônica multiponto para o 1.8
O GTi ganhava o 2.nada 16V de 141CV e mais tarde vai a 145CV
Em Outubro de 1996 na linha 1997 mais alterações nos motores e nas versões, o 1000i virava 1000Mi e o 1000i Plus virava 1000Mi Plus, no caso a troca do motor AE 1600 de origem Ford/Renault pelo EA 111 1.nada que estreava no mercado já com injeção eletrônica muliponto chamado de AT 1000 que gerava 8.5KGFM a 3250RPM e 54CV a 5400RPM, o AP 1600 recebia injeção eletrônica multiponto e agora gerava 13.7KGFM a 3000RPM e 88CV a 5500RPM, o AP 1600 á álcool também recebia injeção multiponto e passava gerar 14.5KGFM a 3000RPM e 98CV a 5500RPM, o AP 1800 á gasolina também recebia injeção eletrônica multiponto e passava a gerar 14.5KGFM a 3000RPM e 98CV a 5500RPM com gasolina e o AP 1800 á álcool gerava 16KGFM a 3000RPM e 103CV a 5500RPM, já o AP 2000 de 8 válvulas já tinha injeção multiponto e o AP 2000 16V que era importado da Alemanha também já tinha injeção multiponto só que agora gerava 17.9KGFM a 4800RPM e 145CV a 6250RPM e nas versões elas agora eram 1000Mi, 1000 Mi Plus, CL 1.6 Mi, CL 1.8 Mi, GL 1.8 Mi, TSi 1.8 e estreava a TSi 2000, GTi 2000 e GTi 2000 16V. Em Agosto de 1997 inaugurando a linha 1998 chegava o motor EA 111 1.nada 16V ou AT 1000 16V é o mesmo que já citamos na Parati que gerava 9.4KGFM a 4500RPM e 69CV a 5750RPM e em Setembro chegava a linha 1998 completa que marcava o fim do TSi 1.8 e do GTi 2000 16V, assim apenas o TSi 2000 e o GTi 2000 16V ficavam , já o CL e o GL ficavam na linha. Em Fevereiro de 1998 chegava a carroceria quatro portas para as versões 1000Mi Plus, CL 1.6 Mi, CL 1.8 Mi, GL 1.8 Mi e TSi 2000(essa se tornou rara) e estreava a GLS 2.0 Mi que tinha o AP 2000 do Gol TSi 2000 que herdou do antigo GTi 8 válvulas.
O Gol finalmente ganhava as quatro portas, aqui representado pelo GLS e seu motor 2.nada á gasolina de 109CV e á álcool de 115CV e mais tarde o 1.6 gerava 92CV na versão á gasolina, 99CV na versão á álcool , o 1.8 á gasolina gerava 99CV e o 2.nada gerava 111CV e estreava o 1.nada á álcool de 61CV
Em maio de 1998 chegava a linha 1999 ele era oferecido nas versões Special, 1000Mi essas duas eram as únicas que podiam vir com duas portas no caso do Special apenas duas portas, 1000 16V á partir daqui apenas quatro portas, CL 1.6 Mi, GL 1.8 Mi e GLS 2.0Mi e os motores o AT 1000 e AT 1000 16V eram mantidos, o AP 1600 á gasolina agora gerava 92CV a 5600RPM, o AP 1600 á álcool que gerava 99CV a 5600RPM, o AP 1800 que gerava 99CV a 5600RPM e o AP 2000 gerava 111CV a 5250RPM, o AP 1800 á álcool e o AP 2000 também á álcool dão adeus, assim como a versão TSi também dá adeus, a GTi 2000 16V daria um "até breve". Em Outubro de 1998 como complemento da linha 1999 chegava o 1000Mi á álcool com o motor EA 111 1.nada á álcool que gerava 9.1KGFM a 3000RPM e 61CV a 5400RPM e o GTI 2000 16V retornava ao mercado agora com quatro portas e o motor EA113/EA827 agora gerava 146CV.
O GTI retornava agora com quatro portas e o motor 2.nada 16V agora gerava 146CV
Em maio de 1999 na linha 2000 chegava o facelift da linha "Bolinha" com novo painel, nova grade dianteira, faróis era o modelo chamado de G3, as versões agora eram definidas pelo motor com exceção da Special e da GTi 16V, no caso da Special a carroceria era antiga e os motores também calibrados na potência antiga, o 1.nada , 1.nada 16V, 1.6, 1.8 e 2.nada e todos com opção de carroceria duas portas, só o 1.nada que agora gerava 57CV a 6000RPM e o resto dos motores sem alterações, afinal já tinham sido alterados na linha anterior.
O Gol ganhava nova grade dianteira, faróis, lanternas e novos para-choques e nos motores o 1.nada á gasolina agora gera 57CV, o 1.nada 16V gerava 69CV, o 1.6 á gasolina 92CV, o 1.6 á álcool 99CV, o 1.8 gerava 99CV e o 2.nada gerava 111CV e mais tarde o 1.nada de 65CV e o 1.nada 16V de 76CV
O Special mantinha a carroceria bolinha e o motor 1.nada de 54CV e o 1.nada á álcool de 61CV e mais tarde o 1.nada á gasolina ia a 57CV
O Esportivo GTI 16V seguia com o motor 2.nada 16V de 146CV
Em Junho de 2000 chegava a opção do motor 1.nada 16V Turbo com motor EA 111 1.nada 16V que recebia bloco reforçado, variação no comando de válvulas e é claro o turbo e intercooler e com isso gerava 15.8KGFM a 2000RPM e 112CV a 5500RPM e o câmbio sempre manual de cinco marchas.
O Gol 1.nada 16V Turbo de 112CV chegava ao mercado
Em Outubro de 2000 na linha 2001 marcava a chegada da versão de acabamento Plus para o 1.nada e para os motores 1.6 á álcool, 1.8 e 2.nada, o GTi 16V dava adeus e junto com ele o seu 2.nada 16V e o 1.6 á gasolina dá adeus ao mercado no resto sem mudanças. Em Setembro de 2001 como começo da linha 2002 o Gol perde o motor AP 1600 á gasolina, mas recebe comando de válvulas roletado no 1.nada 16V da família EA e bloco reforçado e com isso gerava 9.7KGFM a 4500RPM e 76CV a 6000RPM, em Novembro a linha é completa pelo 1.nada de 8 válvulas que ganhou alterações e passou a gerar 9.1KGFM a 4500RPM e 65CV a 6000RPM, já os motores 1.8 e 2.nada eram mantidos e o Special agora gerava 57CV na versão á gasolina e mantinha os 61CV na versão a álcool. Em Março de 2002 para abrir espaço para o Polo, ele perde os motores AP 1800 e AP 2000. Em Setembro de 2002 na linha 2003 ele recebe nova grade dianteira, faróis e para-choques, a reestilização só não pegava o Special duas portas que se mantinha na carroceria bolinha, nos motores ele continuava com os 1.nada, 1.nada 16V e 1.nada 16V Turbo, mas marcou o retorno do AP 1600 á gasolina de 92CV e o AP 1600 á álcool de 99CV graças a mudança de IPI.
O Gol recebia nova grade dianteira, máscara nos faróis e os motores 1.nada de 65CV, 1.nada 16V de 76CV, 1.6 á gasolina de 92CV e 1.6 á álcool de 99CV mantidos, mais tarde chegava o 1.6 Total Flex de 97CV com gasolina e 99CV com álcool e muito mais tarde 1.8 Total Flex de 103CV com gasolina e 106CV com álcool e o 1.nada total Flex com 65CV com gasolina e 68CV com álcool.
Em Fevereiro de 2003, a versão Special com carroceria bolinha se mantinha, estreava a Special GIII,City, Highway, Turbo e Power, as duas primeiras com o 1.nada, a segunda com o 1.nada 16V, a terceira com o 1.nada 16V Turbo e a última com o AP 1600 á gasolina e AP 1600 á álcool. Em Abril de 2003 chegava o Gol Power 1.6 Total Flex com motor AP 1600 Total Flex que gerava 14KGFM a 3000RPM e 97CV a 5600RPM e com álcool gerava 14.3KGFM e 99CV nas mesmas rotações. Em Outubro de 2003 na linha 2004 o Gol perdia a versão Special GIII e o 1.nada 16V Turbo e com ela a versão Turbo do Gol. Em Outubro de 2004 na linha 2005 ele perde a opção do AP 1600 apenas á gasolina ou apenas á álcool como aconteceu na Parati e Saveiro só que não citei antes, só ficou o AP 1600 Total Flex e estreava o Rallye com suspensão elevada e o motor AP 1600 TotalFlex de 97CV com gasolina e 99CV com álcool.
O Rallye chegava ao mercado com motor 1.6 Total Flex e mais tarde o 1.8 Total Flex.
O Gol ganhava novos para-choques, faróis e grade dianteira e novas lanternas, nos motores continuava o 1.nada Flex de 65CV com gasolina e 68CV com álcool , o 1.6 Flex de 97CV com gasolina e 99CV com álcool e o 1.8 Flex de 103CV com gasolina e 106CV com álcool e mais tarde o 1.nada passava a gerar 68CV com gasolina e 71CV com álcool.
E lógico era a linha 2006, mas em Novembro o motor EA 111 1.nada ganhou alterações e com isso passou a gerar 9.4KGFM a 4250RPM e 68CV a 5750RPM e com álcool vai a 9.7KGFM e 71CV. Em Outubro de 2006 na linha 2007 nada muda. Em Setembro de 2007 na linha 2008 chegava o Gol Rallye com suspensão elevada e o motor AP 1600 Total Flex.
O Gol Rallye voltava de visual renovado e o motor era o 1.6 Flex de 97CV com gasolina e 99CV com álcool
A chegada da terceira geração do Gol e chamada de G5 se dá em Julho de 2008 como linha 2009 e agora sim uma nova geração de verdade, inclusive pela primeira vez por ser derivado da PQ24, a primeira vez que o Gol tinha motor transversal, ele vinha nas versões Básica, Trend e Power, o câmbio sempre manual de cinco marchas e duas opções de motores, a primeira era o EA 111 VHT 1.nada que gerava 9.7KGFM a 3850RPM e 72CV a 5750RPM com gasolina e com álcool gerava 10.6KGFM e 76CV e o EA 111 1.6 VHT que gerava 15.4KGFM a 2500RPM e 101CV a 5250RPM com gasolina e com álcool vai a 15.6KGFM e 104CV nas mesmas rotações, a Básica sempre 1.nada, a Trend com os dois motores e a Power apenas com motor 1.6 e antiga geração do Gol ficava na carroceria G4 com duas e quatro portas e o motor 1.nada.
O Gol pela primeira vez tinha motor transversal e os motores eram o 1.nada de 72CV com gasolina e 76CV com álcool e o 1.6 de 101CV com gasolina e 104CV com álcool
Em Outubro de 2009 na linha 2010 sem alterações na linha Gol e em dezembro daquele ano, ele ganha a opção do câmbio manual-automatizado i-Motion cinco marchas e para o Gol de carroceria antiga sem mudanças. Em Maio de 2010 o Gol GIV ganhava a linha 2011 com a versão Ecomotion voltava a economia de combustível, mas a Volkswagen teve que fazer concessões e e em Outubro daquele ano era vez do modelo novo ganhar alterações e com destaque a recém-chegada versão Rallye com suspensão elevada e o motor 1.6
O Gol IV Ecomotion chega ao mercado e com motor 1.nada de 68CV com gasolina e 71CV com álcool, mas ele ficou mais econômico
O Rallye com suspensão elevada voltava agora na nova geração e com motor 1.6 de 101CV com gasolina e 104CV com álcool.
Em Outubro de 2011 na linha 2012 nada muda. Em Julho de 2012 na linha 2013 o Gol ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques e lanternas, ele vinha nas versões Básica, Trend e Power, no câmbio manual ou manual-automatizado ASG i-Motion ambos de cinco marchas e nos motores EA 111 1.nada e 1.6 sem alterações.
O Gol ganhava novos faróis, grande dianteira, lanternas e para-choques, já nos motores sem mudanças: o 1.nada de 72CV com gasolina e 76CV com álcool e o 1.6 de 101CV com gasolina e 104CV com álcool
Em Novembro de 2012 chegava a opção da carroceria duas portas com as portas da Saveiro e o Gol GIV acabaria entrando em seu último ano de produção.
O Gol ganhava a opção das duas portas e até mesmo as versões 1.6 e 1.nada também.
Em maio de 2013 chegava a linha 2014 para a carroceria nova, como novidade era a volta da versão Rallye com suspensão elevada e a Track com motor 1.nada, a Rallye tinha o motor 1.6.
O Gol Rallye voltava de visual renovado e o motor era o 1.6 de 101CV com gasolina e 104CV com álcool, mais tarde era trocado pelo 1.6 16V de 110CV com gasolina e 120CV com álcool
Em Outubro de 2013 o Gol Geração IV dá adeus. Em Março de 2014 chegava a linha 2015 do Gol, a carroceria duas portas só ficava reestrito ao 1.nada, o Rallye trocava o 1.6 pelo novo MSI 1.6 16V da família EA 211 que gerava 15.8KGFM a 4000RPM e 110CV a 5750RPM e com álcool gerava 16.8KGFM e 120CV nas mesmas rotações. E completando a linha 2015 agora as versões eram Trendline, Comfortline e Highline, a Power dava lugar a Highline isso em Outubro. Em Outubro de 2015 na linha 2016 sem mudanças. Em Fevereiro de 2016 na linha 2017 o Gol era reestilizado, ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques e junto com as alterações visuais, a versão Rallye e o motor 1.6 16V dão adeus, o EA 111 1.nada dá lugar ao novo três cilindros EA 211 1.nada 12V que gerava 9.7KGFM a 3000RPM e 75CV a 6250RPM e com álcool vai a 10.4KGFM e 82CV nas mesmas rotações e o 1.6 era mantido, tanto nas versões com câmbio manual como i-Motion.
O Gol ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques e pequenas mudanças na lanterna e junto com ela o três cilindros 1.nada 12V de 75CV com gasolina e 82CV com álcool e o 1.6 de 101CV com gasolina e 104CV com álcool era mantido
Em Novembro chegava a versão Track com suspensão elevada e apenas motor três cilindros 1.nada 12V e a dianteira da Saveiro. Em Outubro de 2017 na linha 2018 nada muda, em Abril de 2018 como começo da linha 2019 ele perdia a versão Track e ganhava os faróis e grade dessa versão que vinham da Saveiro é o modelo da foto de abertura do Gol nessa matéria, apenas câmbio manual de cinco marchas e os motores três cilindros 1.nada 12V e o 1.6, em Setembro chegava o câmbio automático de seis marchas atrelado ao motor 1.6 16V que retorna ao modelo e o Gol depois daí ficou sem alterações, só em 2020 ganhou cinco três pontos para todos e isofix. Em Outubro de 2021 na linha 2022 sem alterações, mas em maio o motor 1.6 16V atrelado ao câmbio automático de seis marchas e o 1.6 atrelado ao câmbio manual dá o seu adeus e aí só fica no 1.nada 12V, mas segundo o Autossegredos, o segundo carro mais longevo da história dará o seu adeus e a série especial será Last Edition, seguirá a temática da Kombi com os 42 na lateral, a exemplo do que ocorreu com a velha senhora, ao menos o carro mais vendido de todos os tempos no Brasil vai ganhar uma série de despedida e ele foi o mais vendido de 1987 até 2013, foram 26 anos.
*ele dará adeus em 2022 com a série especial Last Edition.
Esse foi o post comemorativo 7400.





































































































































%5B10%5D.jpg)



Comentários
Postar um comentário