POST 9400: A TRAJETÓRIA DOS 25 ANOS DA RENAULT NO BRASIL

                                                         


                        

A HISTÓRIA DA RENAULT NO BRASIL DESDE OS MODELOS WILLYS ATÉ O DIAS ATUAIS 

Sim, eu sei que a fábrica foi inaugurada em Outubro de 1998, mas tem duas observações: A primeira é que a Scénic nacional chegou as lojas em Março de 1999 então está dentro dos 25 anos e a segunda observação é que chegou aos 4 milhões de veículos produzidos confesso que pensei em não fazer esse post comemorativo, mas decidi fazer, contando a trajetória desde a "Pré-História" no caso modelos Willys-Renault até o dias atuais e vamos começar por eles.

                                                DÉCADA DE 1950 E 1960(1959 ATÉ 1968)    
A Renault fez uma aliança com a Willys para produzir modelos no mercado brasileiro e lógico que veio o Dauphine e depois sua versão mais potente o Gordini e além dele sob-licença da Alpine foi feito o Willys Interlagos que era derivado do A108 francês e usava mecânica Renault vamos a eles.

                                                        DAUPHINE/GORDINI
                                                      

O Dauphine chega ao mercado brasileiro em Outubro de 1959 como modelo 1960 ele trazia o motor Ventoux Família B de 845cm3(técnicamente um 0.8) instalado na traseira a tração era traseira também, o câmbio era manual de quatro marchas e ele gerava 6KGFM a 2500RPM e 31CV a 4200RPM e lógico seguiu sem alterações até Julho de 1962 quando chegou a versão Gordini, o motor 845cm3 foi para 6.6KGFM a 3200RPM e 40CV graças a taxa de compressão maior. Em Outubro de 1964 chegava o Teimoso que perdia equipamentos para se adequar ao programa da carros populares da época e o 1093S com a caixa mais curta. Em Outubro de 1965 o Dauphine dá adeus e em Outubro de 1968 o Dauphine dá adeus, mas antes em 1967 a Ford havia comprado a Willys e tinha um carro que tinha a base do Renault 12 e o motor Sierra Cléon chamado de projeto "M" que seria batizado de Ford Corcel e lógico em 1968 o Dauphine é substiuído pelo Corcel, mas os modelos Ford não vão entrar aqui.


                                                       INTERLAGOS 
                                                    



Em Outubro de 1961 na linha 1962 chegava o esportivo Interlagos, versão brasileira do Alpine A108, ele chegava nas carrocerias cupê, Berlinetta e conversível, o câmbio sempre manual de quatro marchas e três opções de motores, o primeiro era o Ventoux Família B de 845cm3(técnicamente um 0.8) emprestado do Dauphine, mas com 40CV e que viria equipar o Gordini alguns meses depois, o segundo era o 904cm3 da mesma família técnicamente um 0.9 que gerava 7KGFM a 3000RPM e 56CV a 5000RPM e por último o 998cm3, que técnicamente era 1 litro, usava o comando "redelé" e tinha 70CV o torque não era divulgado, mas ele tinha o baixo peso e lógico o Interlagos fez a fama do Bird Clemente que faleceu esse ano e lógico as versões 1 litro era mais destinadas as competições e lógico o baixo peso era uma arma e seguiu sem alterações até Outubro de 1965 na linha 1966 quando os motores 904 e 1000 saem de cena e só fica o 845cm3, mas agora com comando "redelé" e 55CV, no caso o nome vem de Jean Redelé fundador de Alpine e em Outubro de 1966 ele dava adeus ao mercado.

                                                           
O Conversível também estava disponível

Assim como o Berlinetta.



                                                                 DÉCADA DE 1990: O RETORNO
O mercado brasileiro ficou fechado as importações entre 1976 e 1990 ficava díficil o retorno ao mercado brasileiro, lógico que a Renault estava nas bases da familia Corcel e nos motores Sierra Cleon/CHT usado na linha Ford e durante a Autolatina na linha Volkswagen, mas enfim voltava ao mercado com a chegada do Renault 21 argentino ao mercado brasileiro, em 1995 houve estudos para fábrica no Brasil a disputa foi por São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Santa Catarina e em 1996 a instalação foi em São José dos Pinhais-PR a pedra fundamental, em Outubro de 1998 foi inaugurada a fábrica e em 1999 chegava a primeira Scénic nacional feita no complexo Ayrton Senna, bom essa parte vai ser meio do "fim ao começo" por causa da produção nacional da Scénic, já o Clio terá misto por causa da produção Argentina na primeira geração e a segunda no final da década em São José dos Pinhais-PR e lógico aí vamos começar com os modelos importados da Argentina e do Uruguai depois os modelos importados fora do Mercosul.

                                                                            SCÉNIC 
                                                               

A primeira Scénic foi fabricada no Brasil em Outubro de 1999 para treinamento de pessoal etc e inclusive está até hoje na Renault, mas a primeira minivan nacional chegaria ao mercado em Março de 1999 nas versões RT e RXE, câmbio manual de cinco marchas e o motor 2 litros da família F que gerava 17.5KGFM a 4250RPM e 115CV a 5750RPM e em Agosto de 1999 na linha 2000 ela ganhava uma opção de motor feita justamente em São José dos Pinhais-PR era o 1.6 16V da família K com duplo comando de válvulas no cabeçote que gerava 15.2KGFM a 3750RPM e 110CV a 5750RPM motor que estaria na linha Renault sul-americana por bastante tempo e lógico quando for a vez da década de 2000 contamos mais sobre ela e no caso aqui é motor e tração dianteiros como aliás todos os carros dessa matéria tirando óbvio os modelos Willys.


                                                                       CLIO 
                                                    

A primeira geração do Clio chegava ao mercado brasileiro em Outubro de 1996 na linha 1997 fabricado em Santa Isabel, Cordoba com duas opções de carroceria: duas e quatro portas, câmbio manual de cinco marchas, três opções de acabamento: RL, RN e RT, a RL sempre vinha com duas portas ao passo que as restante vinham com quatro portas e única opção de motor: O Sierra Cléon 1.6 sim lembra do motor que esteve no primeiro Corcel? na Argentina também evoluiu e lógico chegou a ganhar injeção monoponto pela Renault argentina(aqui teve no 1 litro do Gol bolinha e não do 1.6...) e com isso gerava 13.3KGFM a 4500RPM e 72CV a 5000RPM e seguiu sem alterações até Outubro de 1998 quando chegou a linha 1999 e ele perdeu as duas portas e veio no lugar a RL quatro portas e em Outubro de 1999 na linha 2000 chegava a segunda geração do Clio agora feita em São José dos Pinhais-PR, apenas carroceria de quatro portas, três versões de acabamento: RL, RN e RT, câmbio manual de cinco marchas e duas opções de motores no caso ambas também fabricadas em São José dos Pinhais-PR a primeira é o 1 litro da família D que gerava 8.3KGFM a 4250RPM e 59CV a 5500RPM e o 1.6 da família K que gerava 14KGFM a 4000RPM e 90CV a 5200RPM e lógico esse motor 1.6 saíria de cena e retornaria anos depois, bom aí teremos a sequencia da história do Clio nos anos 2000.

                                                     
O Clio de segunda geração chegava ao mercado com motor 1 litro de 58CV e o 1.6 de 90CV


                                                                             21 
                                                       

O Renault 21 foi o primeiro argentino a cruzar a fronteira e lógico já no acordo assinado em 1991 do Mercosul ele entrava no mercado brasileiro, ele chegou com quatro portas, câmbio manual de cinco marchas e apenas na versão TXE e o motor era o 2.2 da família J da Renault que gerava 18.6KGFM a 3000RPM e 116CV a 5500RPM, vale lembrar que na Europa, nos motores menores(1.4 e 1.6) o motor era transversal e acima disso (2 litros, 2.2, 1.8 etc..) era longitudinal e como o modelo argentino usava o 2.2 o motor era longitudinal e lógico ele seguiu sem alterações até Outubro de 1994 quando ele deu adeus e cedeu lugar ao Laguna francês, lembrando que de 1991 até 1996 a Renault era representada pela CAOA(sim, ela mesma) e lógico no mercado argentino chegou a ter a opção da injeção eletrônica.


                                                                     21 NEVADA 
                                                            

A Perua Nevada chegava junto com o sedã em Fevereiro de 1991 tinha o mesmo 2.2 de 116 do sedã, câmbio manual de cinco marchas também, mas o diferencial dela era a capacidade de carga para sete lugares e ela seguiu assim até Outubro de 1994 na linha 1995 quando saiu de cena, seu lugar seria ocupado pela Laguna Nevada três anos depois.

                                                                  19 HATCH
                                                       

O Renault 19 já estava disponível nas versões RT e 16S importadas da França, mas em Outubro de 1994 na linha 1995 ele passa a vir da Argentina, no caso do hatch o câmbio é manual de cinco marchas, duas opções de carroceria: Hatch de duas portas e hatch de quatro portas, duas opções de acabamento: RN e RT e duas opções de motor, no caso o Sierra Cléon 1.6 já citado no Clio com 72CV e o 1.8 da família F com 16.3KGFM a 4250RPM e 113CV a 5500RPM e o 1.8 vinha da França(no caso o motor), no caso a RN vinha com duas ou quatro portas e a RT apenas quatro portas. Ele seguiu sem alterações até Fevereiro de 1998 quando é substituído pelo Mégane Hatch feito em Santa Isabel.


                                                                19 SEDAN
                                                     

O sedã passava vir da Argentina em Outubro de 1994 na linha 1995 e apenas na versão de acabamento RT e apenas no motor 1.8 de 113CV já citado no Hatch e sempre câmbio manual de cinco marchas. Esse também seguiu sem alterações até Fevereiro de 1998 quando deu lugar ao Mégane.

                                                                    TRAFIC
                                                      

A Renault Trafic merece um capítulo á parte, acabou chegando como Chevrolet pode parecer meio confuso, mas foi um acordo da General Motors do Brasil e a Renault argentina comandada então pela CIADEA em troca da produção da D20 em Santa Isabel, mas em Outubro de 1994 a própria Renault também passa a vender a Trafic, aliás a própria Renault compra as operações da CIADEA em 1997 e no caso da Trafic, o câmbio é manual de cinco marchas e três opções de motores, no caso o 2.2 da família J a gasolina de 80CV e o 2.1 á diesel da mesma família, mas com 68CV nas versões aspirado e 80CV nas versões turbo, em Outubro de 1996 na linha 1997 ela perde as versões á diesel e seguiu sem alterações até o final da década e viraria a década seguinte, mas por pouco tempo e com surpresas.


                                                           EXPRESS
                                                      

O Furgão Express chegava ao mercado em Outubro de 1997 na linha 1998 montado em CKD no Uruguai com componentes franceses e argentinos, no caso desses últimos motor, câmbio e suspensão e no caso do motor era o Sierra Cléon 1.6 de injeção monoponto e 72CV já citados em detalhes no Clio e ele ficou sem alterações até o final da década só que na década seguinte a vida dele seria bem curta e muito bem curta por que ganharia um sucessor.

                                                            MÉGANE HATCH
                                                           

O Mégane Hatch chegava ao Mercado em Fevereiro de 1998 produzido em Santa Isabel, Argentina nas versões RN, RT e RXE, sempre na carroceria de quatro portas, câmbio manual de cinco marchas e duas opções motor, a primeira era o 1.6 da família K de 90CV já citados em detalhes no Clio na época o motor tinha produção argentina como o carro esse para as versões RN e RT e a RXE vinha com o 2 litros da família F importado da França com 115CV é o mesmo já citado em detalhes na Scénic e ele seguiu sem alterações até o final da década em Outubro de 1999 na linha 2000, mas na década seguinte ganharia alterações.

                                                        MÉGANE SEDAN
                                                   

O Mégane Sedan chegava junto com o Hatch em Fevereiro de 1998 nas versões RT e RXE, câmbio manual de cinco marchas e apenas o motor 2 litros da família F de 115CV já citado em detalhes na Scénic e também usado no Hatch e ele seguiu sem alterações até o final década em Outubro de 1999 na linha 2000, mas teria mais duas alterações na década seguinte, inclusive de geração.

                                                             IMPORTADOS EXTRAMERCOSUL

                                                                         19 16S 
                                                       

O Renault 19 havia sido importado da França em Outubro de 1992 na linha 1993 nas versões Hatch RT, Sedan RT eram iguais aos argentinos que viriam dois anos depois, então vamos focar no esportivo 16S que vinha com motor 1.8 16V da família F com duplo comando de válvulas no cabeçote e lógico cabeçote de 16 válvulas e por isso era 16S por que era "Soupapes" em francês que quer dizer "Válvulas" ele gerava 16.1KGFM a 4250RPM e 137CV a 6500RPM e o câmbio era sempre manual de cinco marchas e em Outubro de 1994 com a chegada dos modelos argentinos ele deixa de ser importado da França.

                                                                 TWINGO
                                                         

O Twingo chegava ao mercado brasileiro em Outubro de 1994 na linha 1995 e o motor era o Sierra Cléon 1.2 de injeção monoponto que gerava 9.4KGFM a 2800RPM e 55CV a 5300RPM e ele vinha importado da França e seguiu sem alterações até Outubro de 1997 na linha 1998 quando o 1.2 Sierra Cléon é substituído pelo 1.2 da família D, da mesma familia do nosso 1 litro da época e de injeção multiponto que gerava 9.5KGFM a 2500RPM e 60CV a 5250RPM e ele seguiu sem alterações até Outubro de 1999 quando deixo de ser importado da França, para na década seguinte vir do Uruguai e aí já é anos 2000.

                                                                 LAGUNA
                                                            

O Laguna chegava ao mercado em Outubro de 1994 importado da França, ele vinha apenas com câmbio automático de  quatro marchas e o motor PRV V6 3 litros de 170CV e tinha 12 válvulas. Em Outubro de 1995 na linha 1996 nada muda, em maio de 1996 ganhava uma opção mais barata era o 2 litros da família F com 17.1KGFM a 4250RPM e 115CV a 5750RPM é o motor que estaria na Scénic nacional anos depois e o câmbio era manual de cinco marchas nesse motor ou automático de quatro marchas, em Outubro de 1996 na linha 1997 sem mudanças, em Março de 1997 ele recebe o motor 2 litros de origem Volvo com 19KGFM a 4500RPM e 140CV a 6000RPM substituíndo o 2 litros da família F e seguiu sem alterações até Março de 1999 quando ganhou nova grade dianteira, faróis e para-choques e novas lanternas, na mecânica o 2 litros de origem Volvo dava lugar ao 2 litros 16V da família F que tinha duplo comando de válvulas e variação na admissão que gerava 19.2KGFM a 3750RPM e 138CV a 5750RPM e o V6 3 litros e 24 válvulas da família ES que gerava 27.4KGFM a 4000RPM e 193CV a 5750RPM.

                                                           
O Laguna ganhava nova grade dianteira faróis e para-choques e um novo motor 2 litros 16V agora da própria Renault de 138CV e o V6 3 litros e 24 válvulas de 194CV.

Em Outubro de 1999 na linha 2000 sem alterações e lógico ele entraria na década seguinte, mas mais uma geração chegaria ao Brasil.


                                                               LAGUNA NEVADA 
                                                       

Em Outubro de 1997 na linha 1998 chegava a Laguna nevada, com duas opções de câmbio: manual de cinco marchas ou automático de quatro marchas e o motor 2 litros 16V de 140CV de origem Volvo já citado no Sedã e ela seguiu sem alterações até Março de 1999 quando ganhou nova grade dianteira faróis, para-choques e junto com ela o motor 2 litros 16V da família F da Renault com 138CV já citado no sedã e também mudança na lanterna.

                                                       
A Renault Laguna Nevada recebe alterações visuais e o motor 2 litros 16V de 138CV

E em Outubro de 1999 na linha 2000 nada muda e ela viraria a década, mas seria pouco tempo e teria um sucessor.

                                                                DÉCADA DE 2000
Já vou adiantando que os modelos Mercosul vem juntos agora, brasileiros, argentinos e uruguaios e depois os importados fora Mercosul que agora estão como importados, a consolidação da Scénic, a chegada do Clio, a renovação com base em modelos da Romena Dacia, mas com pitadas locais e lógico a ordem de lançamento do modelo no mercado.

                                                                    TRAFIC
                                                          

Em Março de 2000 além do 2.2, ela resolveu vender para frotistas o 2 litros da família F da Scénic que gerava 19KGFM a 2500RPM e 98CV a 4750RPM o motor estava "estrangulado" e lógico veio a linha 2001 sem mudanças e ela seguiu até Outubro de 2001 quando deixo de ser importada da Argentina, mas os estoques foram até Março de 2002 quando ela deu o adeus oficial.

                                                                        CLIO 
                                                           

O Clio entrava na década com a segunda geração "Fresquinha no mercado" ele estava disponível nas versões RL, RN e RT, câmbio manual de cinco marchas e duas opções de motor, a primeira era o 1 litro da família D com 58CV e o 1.6 da família K com 60CV e em Outubro de 2000 ele troca o 1.6 de 8 válvulas da família K pelo 1.6 16V também da família K que já havia estreado na Scénic no ano anterior, mas aqui gerando 102CV  a 5750RPM e mantendo o torque. Em Janeiro de 2001 chegava o Si que tinha faróis com dupla parábola que imitavam o R.S europeu da época e o motor 1.6 16V nele tinha a calibração da Scénic: 110CV a 5750RPM e no mês seguinte chegava o 1 litro 16V da familia D que apesar de 16 válvulas tinha comando de válvulas simples e gerava 9.5KGFM a 4500RPM e 70CV a 5500RPM motor que seria longevo na linha Renault brasileira também. Em Outubro de 2001 na linha 2002 a calibração do Si de 110CV no 1.6 16V é estendido a todos os Clio 1.6. Em Outubro de 2002 toda a linha ganha faróis de dupla parábola do Si na linha 2003, em Março de 2003 ele ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques e lanternas, as versões agora se chamavam Authentique, Expression e Privilége, o câmbio era sempre manual de cinco marchas e o motores 1 litro passava a gerar 58CV a 5500RPM, o 1 litro 16V e o 1.6 16V sem alterações.

                                                            
O Clio ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques e novas lanternas, nos motores o 1 litro de 58CV, 1 litro 16V de 70CV e o 1.6 16V de 110CV estavam mantidos, mais tarde estreava o 1.6 16V Flex de 110CV com gasolina e 115CV com álcool e o 1 litro 16V de 76CV

Em Outubro de 2003 na linha 2004 nada muda. Em Março de 2004 a carroeria duas portas voltava e junto com ela versão Dynamique 1.6 16V e Authentique e Expression 1 litro e 1 litro 16V  Em Outubro de 2004 na linha 2005 ele recebe o 1.6 16V Hi-Flex, o motor 1.6 16V da família K virava Flex e passava a gerar 15.2KGFM a 3750RPM e 110CV a 5750RPM com gasolina e com álcool passava a 16KGFM e 115CV nas mesmas rotações. Em Março de 2005 chegava o 1 litro 16V Hi-Power da família D com alterações no motor para gerar 9.7KGFM a 4250RPM e 76CV a 6000RPM. Em Outubro de 2005 na linha 2006 nova grade dianteira, mudanças no para-choque, novas lanternas, tampa do porta-malas, nos motores o 1 litro era mantido, o 1 litro 16V agora virava Hi-Flex e passava a gerar 10KGFM a 4250RPM e 76CV a 6000RPM e com álcool gerava 10.2KGFM e 77CV e o 1.6 16V Hi-Flex.

                                                           
O Renault Clio ganhava nova grade dianteira e para-choques e novas lanternas, nos motores o 1 litro de 58CV, 1 litro 16V Flex de 76CV com gasolina e 77CV com álcool e o 1.6 16V Flex de 110CV com gasolina e 115CV com álcool.

Em Outubro de 2006 na linha 2007 sem alterações. Em Outubro de 2007 na linha 2008 ele perde as versões 1.6 16V para abrir espaço ao Sandero e ele volta ser produzido em Santa Isabel, Argentina para também abrir espaço para Logan e Sandero, em Fevereiro de 2008 chegava o Clio Campus, apenas uma versão com duas e quatro portas e apenas o motor 1 litro 16V Hi-Flex de 76CV com gasolina e 77CV com álcool.

                                                                
O Clio Campus chegava ao mercado com motor 1 litro 16V Flex de 76CV com gasolina e 77CV com álcool.

Vale lembrar que quando foi lançado no mercado no final de 1999 ele tinha Air Bag duplo de série em todas as versões, no ano seguinte a RL perdeu, mas o resto das versões manteve e lógico com o Campus ele acabou perdendo esse item de série. Em Outubro de 2008 na linha 2009 sem mudanças e para virar a década também sem alterações, mas ele acabou virando a década por mais alguns anos.

                                                                       EXPRESS
                                                         

Como eu já disse o Express teria vida curta, ele entraria na década logo para sair, o motor era o 1.6 de 72CV lógico o Sierra/Cléon/Família C e em Março de 2000 o Express uruguaio era substiuído pelo Kangoo argentino.

                                                                 MÉGANE HATCH
                                                              



O Mégane Hatch entrava na década nas versões RN.RT e RXE, sempre com câmbio manual de cinco marchas, no caso das duas primeiras o motor era o 1.6 de 90CV da família K e a última era o 2 litros da família F com 115CV, mas logo em Março de 2000 ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques e novas lanternas e junto com elas o 1.6 16V da família K que gerava 15.2KGFM a 3750RPM e 110CV a 5750RPM tanto para versão RT como a RXE, a RN sai de cena.
                                                           
Nova grade dianteira e novas lanternas e o motor agora era apenas o 1.6 16V de 110CV

 Seguiu sem alterações até Outubro de 2002 quando perdia a versão RXE, só ficava a RT e em Outubro de 2004 a versão RN virava Expression e em Outubro de 2005 ele dava o seu adeus e a Renault nunca mais teria um hatch médio no Brasil e muitos anos depois o segmento seria extinto.

                                                               MÉGANE SEDAN 
                                                            


O Mégane Sedan entra na década nas versões RT e RXE e no motor 2 litros da família F de 115CV, em Março de 2000 ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques, mantém o motor 2 litros na RXE e a RT passa a ser equipado com o 1.6 16V da familia K de 110CV já citado no Hatch.

                                                             
O Mégane Sedan é reestilizado, o motor é o 1.6 16V de 110CV para o RT, o RXE mantém o 2 litros de 115CV  e mais tarde vinha o 2 litros 16V de 138CV 

E ele seguiu sem alterações até Outubro de 2002 quando a versão RT deu adeus e junto com ele o 1.6 16V no Mégane Sedan de primeira geração. Em Março de 2003 o motor 2 litros é substituído pelo 2 litros 16V da família F que gerava 19.2KGFM a 3750RPM e 138CV a 5750RPM e sempre câmbio manual de cinco marchas e de novo sem alterações até Outubro de 2004 na linha 2005 quando a RXE virou Privilége e junto com ela a opção do câmbio automático de quatro marchas. Em Outubro de 2005 o Mégane daria um "até breve" e voltaria uma nova geração.

   A chegada da segunda geração se dá em Março de 2006 feito em São José dos Pinhais-PR na plataforma C de aliança Renault-Nissan, ele veio nas versões Expression e Dynamique, câmbio manual de cinco marchas e única opção de motor: a 1.6 16V Hi-Flex da família K de 110CV com gasolina e 115CV com álcool já citado no Clio e já foi lançado como linha 2007.

                                                             
O Mégane chegava ao mercado com motor 1.6 16V Flex de 110CV com gasolina e 115CV com álcool e mais tarde chegava o 2 litros 16V de 138CV 

Em Maio de 2006 chegava a opção do 2 litros 16V da família F que esteve na geração anterior na Scénic já citado em detalhes antes com 138CV, mas a novidade era o câmbio manual de seis marchas, além dele tinha o automático de quatro marchas. Em Outubro de 2007 na linha 2008 sem alterações, em Junho de 2008 na linha 2009 ele ganha a versão Privilege atrelada ao câmbio automático de quatro marchas. Em agosto de 2009 na linha 2010 a versão Privilege dava adeus, ele ganhava nova grade dianteira e o câmbio manual de seis marchas dá adeus e ele viraria a década, mas por pouco tempo, o nome Mégane voltaria, mas quase uma década depois.


                                                                      SCÉNIC
                                                       

A Scénic entrava na década "fresquinha" no mercado e nas versões RN,RT e RXE, duas opções de motor no caso o 1.6 16V da família K de 110CV que aliás a versão 16V estreou com ela e o 2 litros 16V de 115CV da família F. Em Outubro de 2000 sem alterações, em Março de 2001 ela ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques e lanternas e junto ela além de manter o 1.6 16V estreava o 2 litros 16V da família F já citado no Mégane Sedan com 140CV a 5500RPM e mantinha o torque, vale lembrar que o motor estreava com ela e que aliás seria muito usado(e bem usado pela Renault brasileira, quando digo "bem" é "bem mesmo", por que na década seguinte algo bem interessante ia acontecer).

                                                         
A Scénic ganhava novos faróis e grade dianteira, nos motores o 1.6 16V de 110CV com gasolina e estreava o 2 litros 16V de  140CV e mais tarde esse motor passava a 138CV e mais tarde o 1.6 16V de 110CV com gasolina e 115CV com álcool.

Em Setembro de 2001 na linha 2002 ela ganhava a opção do câmbio automático de quatro marchas atrelado ao motor 2 litros 16V e ela ganharia mais duas rivais e seria líder de vendas naquele ano. Em Outubro de 2002 na linha 2003 nada muda, Em Março de 2003 o motor 2 litros 16V passava a 138CV. Em Outubro de 2003 na linha 2004 a versão RN vira Authentique, a RT virava Expression e a RXE virava Privilége, na mecânica sem mudanças, a novidade viria em Dezembro de 2003 no caso o câmbio automático também estaria disponível para o motor 1.6 16V e ela voltava a liderança do mercado. Em Junho de 2005 o motor 1.6 16V Hi-Flex de 110CV com gasolina e 115CV com álcool já citados em detalhes no Clio chegava a Scénic e atrelado ao câmbio manual de cinco marchas e linha 2006 é lançada em Outubro daquele ano, lógico sem mudanças, seguiu sem mudanças até Outubro de 2008 na linha 2009 quando ela perdia o motor 2 litros 16V, a opção do câmbio automático e ficava só na versão de acabamento Authentique e apenas no motor 1.6 16V Flex e em Outubro de 2009 chegava a linha 2010 sem grandes mudanças, mas a Scénic viraria a década por um curto período de tempo e bem curto.

                                                                        TWINGO 
                                                      

Em Janeiro de 2000 chegava o Twingo montado em CKD no Uruguai, mas com novidade brasileira: o motor 1 litro de 58CV já citado em detalhes no Clio e ele vinha nas versões Initiale e Pack, câmbio manual de cinco marchas  Em Outubro de 2000 na linha 2001 se mudanças, o Twingo seguiu sem mudanças até Fevereiro de 2002 quando ele troca o 1 litro pelo 1 litro 16V de 70CV já citado no Clio, em Outubro de 2002 na linha 2003 sem mudanças em Agosto de 2003 o Twingo dá adeus ao mercado brasileiro.

                                                                 KANGOO
                                                        


O Renault Kangoo chegava ao mercado em Março de 2000 na versão Passageiros e Carga(Express), no caso da passageiros tinha duas opções de acabamento: RN e RT, câmbio manual de cinco marchas e duas opções de motor o 1 litro de 58CV e o 1.6 de 90CV ambos já citados em detalhes no Clio e vale lembrar tanto quando o passageiros como o Express tinham a opção desses dois motores. Em Outubro de 2000 na linha 2001 sem mudanças, seguiu assim até Agosto de 2002 na linha 2003 quando o 1 litro foi substuído pelo 1 litro 16V de 70CV no furgão fabricado em Santa Isabel, Argentina, em Agosto de 2003 na linha 2004 o Kangoo ganhava a opção do 1.6 16V da família K "estrangulado" para gerar 15.1KGFM a 3750RPM e 95CV a 5000RPM. Em Outubro de 2004 na linha 2005 ela perdia a opção do 1 litro 16V. Em Novembro de 2005 o Kangoo RT virava Authentique e o RN virava Expression. Em Agosto de 2006 na linha 2007 ele ganha a versão Sportway que era fora de estrada leve.

                                                          
O Kangoo Stepway com visual fora de estrada leve chegava ao mercado e o motor 1.6 16V de 95CV e mais tarde o 1.6 16V de 95CV com gasolina e 98CV com álcool.

Em Agosto de 2007 na linha 2008 o Kangoo ganhava o 1.6 16V Flex da família K que gerava 15.1KGFM a 3750RPM e 95CV a 5750RPM e com álcool vai a 15.3KGFM e 98CV. Em Julho de 2008 ele ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques e no caso do motor ele mantinha o 1.6 16V Flex da família K e a versão passageiros estava disponível Authentique e Sportway e lógico a Express que é carga.

                                                        
O Kangoo ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques e o motor era o 1.6 16V Flex de 95CV com gasolina e 98CV com álcool 

Aqui o Kangoo na versão Sportway 

Em Outubro de 2009 na linha 2010 ele não tinha mudanças, mas o Kangoo seguiria para a década seguinte e poderia até ter seguido mais.

                                                                CLIO SEDAN
                                                      

O Clio Sedan é lançado em Setembro de 2000 nas versões RN e RT, apenas o motor 1.6 16V da família K calibrado para 102CV já citado no Clio Hatch e ele foi lançado como linha 2001. Em Fevereiro de 2001 chegava o motor 1 litro 16V da família D com 70CV já citado em detalhes no Hatch. Em Outubro de 2001 na linha 2002 o 1.6 16V vai a 110CV. Em Outubro de 2002 na linha 2003 ele recebe fárois dupla parábola do Si. Em Março de 2003 ele ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques, novo layout da lanterna e agora as versões eram Authentique, Expression e Privilége, o câmbio sempre manual de cinco marchas e as duas opções de motores mantidas: 1 litro 16V de 70CV e 1.6 16V de 110CV.

                                                    
Nova grade dianteira, faróis, para-choques e novo layout da lanterna, nos motores o 1 litro 16V de 70CV, 1.6 16V de 110CV e mais tarde o 1.6 16V Flex de 110CV com gasolina e 115CV com álcool, 1 litro 16V de 76CV e depois o 1 litro 16V Flex de 76CV com gasolina e 77CV com álcool e lógico aí já com nova dianteira, embora a traseira não muda.

Em Outubro de 2003 na linha 2004 nada muda. Em Outubro de 2004 na linha 2005 chegava o 1.6 16V Hi-Flex da família K com 110CV com gasolina e 115CV com álcool já citado em detalhes no Hatch.Em Março de 2005 chegava o 1 litro 16V Hi-Power de 76CV já citado no Hatch em detalhes. Em Outubro de 2005 na linha 2006 ele ganhava nova grade dianteira e para-choques igual ao que foi feito no Hatch, mas sem mudanças e junto com ela o 1 litro 16V Hi-Flex de 76CV com gasolina e 77CV com álcool e o 1.6 16V da família K de 110CV com gasolina e 115CV com álcool foi mantido. Em Outubro de 2006 na linha 2007 sem alterações, em Março de 2007 a produção do Clio Sedan passava ser em Santa Isabel, Cordoba, Argentina para dar espaço ao Logan, em Outubro de 2007 na linha 2008 de novo sem alterações e seguiu assim até Março de 2009 quando ele deu adeus e deu lugar ao Symbol.

                                                             MASTER
                                                    

A Renault Master começa a ser fabricada em Março de 2002 na fábrica de São José dos Pinhais-PR, a primeira geração da Master, chegou com câmbio manual de cinco marchas, versões curta e longo, furgão e passageiros, já o motor é o 2.8 Turbo Diesel chamado de família S da Renault projetado em conjunto com a Fiat, mas ao contrário da Peugeot Boxer e Citroën Jumper que tinha a base da Ducato, já a Master era base da Ducato, só o motor era compartilhado que gerava 18.3KGFM a 2000RPM e 86CV a 3000RPM na versão aspirada, chamada de 90 e a Turbo que gerava 26.5KGFM a 1800RPM e 114CV a 3800RPM essa chamada de 115. Em Outubro de 2002 na linha 2003 sem alterações até Outubro de 2003 na linha 2004 quando ganhou a opção chassi-cabine e de novo seguiu sem alterações até Outubro de 2005 na linha 2006 quando trocou o motor de origem Fiat pelo 2.5 16V Turbo Diesel CDi de injeção common-rail da família G da própria Renault que gerava 29.6KGFM a 1600RPM e 115CV a 3600RPM agora era a única opção de motor e de novo seguiu sem alterações até Outubro de 2009 na linha 2010 sem alterações e viraria a década, mas na década seguinte ela assumiria a liderança do seu segmento e lógico antes algumas mudanças, inclusive de geração.


                                                         MÉGANE GRAND TOUR
                                                      

A perua Mégane Grand Tour foi lançada em Outubro de 2006 na linha 2007 apenas na versão Dynamique, três opções de câmbio: manual de cinco marchas, manual de seis marchas e automático de quatro marchas, duas opções de motor: o 1.6 16V Flex de 110CV com gasolina e 115CV com álcool já citado em detalhes no Clio e o 2 litros 16V de 138CV já citado em detalhes no Mégane Sedan, o motor 1.6 era atrelado ao câmbio manual de cinco marchas, já o 2 litros podia vir com câmbio manual de seis marchas ou automático de quatro marchas. Em Outubro de 2007 na linha 2008 sem mudanças, Em Junho de 2008 na linha 2009 ela ganhava a versão Expression e em Outubro daquele ano ela ganhava a versão Privilége atrelada ao câmbio automático de quatro marchas. Em Agosto de 2009 na linha 2010 ela perdia a versão Privilége, o câmbio manual de seis marchas dá adeus, agora o 2 litros 16V era atrelado apenas o automático de quatro marchas e ao mesmo tempo ela ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques e ela acabaria virando a década, mas o próprio segmento dela sairia de cena alguns anos depois.

                                                         
A Mégane Grand Tour ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques e o motores 1.6 16V de 110CV com gasolina e 115CV com álcool e o 2 litros 16V de 138CV 

                                                                   LOGAN
                                                     

A Renault estava numa encruzilhada, afinal Clio e Scénic tiveram boa aceitação, mas se desgastaram por falta de atualizações maiores e a linha Mégane não conseguiu ter sucesso no segmentos superiores, então a Renault partiu para os projetos da romena Dacia, mas essa vale lembrar que sempre se valeu da Renault e lógico a primeira geração do Logan fez a marca ganhar mercado e um Hatch sobre a mesma plataforma desenvolvido pela Renault brasileira acabaria ganhando destaque, mas enfim vamos ao Logan de primeira geração, ele chegava nas versões Authentique, Expression e Privilége, câmbio manual de cinco marchas e duas opções de motores, no caso o 1 litro 16V Hi-Flex da família D já citado no Clio, mas aqui ele gerava 9.9KGFM a 4350RPM e 76CV a 5850RPM e com álcool vai a 10.1KGFM e 77CV nas mesmas rotações e o 1.6 16V Hi-Flex já citado em detalhes no Clio, mas aqui ele gerava 15.1KGFM a 3750RPM e 107CV a 5750RPM com gasolina e com álcool vai a 15.4KGFM e 112CV o cofre acabou tirando 3CV e já estreava como linha 2008, em Novembro ele estreava o 1.6 Hi-Flex da família K com cabeçote de 8 válvulas lembra que eu falei no Clio que ele voltava? sim voltou, só que agora Flex gerando 13.7KGFM a 2850RPM e 92CV a 5750RPM com gasolina e com álcool passava a gerar 14.1KGFM a 95CV nas mesmas rotações. Em Outubro de 2008 na linha 2009 sem mudanças e em Junho de 2009 chegava a linha 2010 para o Logan e ele perdia o motor 1.6 16V da família K, mas ele viraria a década a estratégia foi bem sucedida para a Renault? sim sem dúvidas, tanto que a Renault recuperou mercado e anos mais tarde chegou a ampliar mercado.


                                                                 SANDERO
                                                   

Lembra do Hatch na plataforma? sim ele mesmo, chegava o Sandero em Novembro de 2007 como linha 2008, ele chegava na versão Authentique, Expression e Privilége, câmbio manual de cinco marchas, três opções de motores: o 1 litro 16V de 76CV com gasolina e 77CV com álcool, o 1.6 de 92CV com gasolina e 95CV com álcool e o 1.6 16V de 107CV com gasolina e 112CV com álcool já citados em detalhes no Logan. Em Outubro de 2008 na linha 2009 a novidade é o Stepway com suspensão elevada e o motor 1.6 16V de 107CV com gasolina e 112CV com álcool.

                                                             
O Stepway com suspensão elevada e o motor 1.6 16V de 107CV com gasolina e 112CV com álcool chegava ao mercado.

Em Julho de 2009 na linha 2010 sem alterações, ele viraria a década seguinte, ganharia uma nova geração e daria origem a um brilhante esportivo que vocês verão da década de 2010.

                                                                 SYMBOL 
                                                      

O Symbol chegava ao mercado já como linha 2010 em Março de 2009 feito na fábrica de Santa Isabel, Argentina nas versões Expression e Privilége e com duas opções de motores: o 1.6 Hi-Flex de 8 válvulas da família K com comando de válvulas simples que gerava 92CV com gasolina e 95CV com álcool já citado em detalhes no Logan e o 1.6 16V da família K com duplo comando de válvulas no cabeçote já citado no Clio Hatch que gerava 110CV com gasolina e 115CV com álcool e ele viraria a década, mas seguria por pouco tempo.

                                                            IMPORTADOS 
                                                            LAGUNA
                                                           

O Laguna entra na década de visual renovado e com os motores 2 litros 16V da família F de 138CV e o V6 3 litros 24V da família ES de 194CV, em Outubro de 2000 ele deixa de ser importado só ficam os estoques e eles vão até Outubro de 2002 quando chegava uma nova geração com o dolar alto, ele vinha apenas na versão Privilége, no câmbio automático de cinco marchas e no motor V6 3 litros e 24 válvulas da família ES de 29.5KGFM a 3750RPM e 210CV a 5700RPM.

                                                            
A segunda geração do Laguna chegava ao mercado agora apenas com motor V6 3 litros e 24 válvulas de 210CV.

E seguiu sem alterações até Outubro de 2005 quando deixou de ser importado e os estoques duraram até Março de 2006 e aí ele deu adeus ao mercado brasileiro.

                                                                      LAGUNA NEVADA
                                                     
  

A Perua(ou Station Wagon) do Laguna entrava na década recém-renovada e com motor 2 litros 16V de 138CV e seguiu assim até Outubro de 2000 quando deixou de ser importada e os estoques ficaram até 2002 quando ela deu lugar ao Laguna Grand Tour em Outubro de 2002.

                                                               LAGUNA GRAND TOUR 
                                                     

A Laguna Grand Tour chegava ao Mercado em Outubro de 2002 na versão Privilége como o hatch, câmbio automático de seis marchas e o motor V6 3 litros e 24 válvulas da família ES com 210CV já citado em detalhes no Laguna Hatch. Em Outubro de 2003 na linha 2004 sem mudanças e ela deixa de ser importada em Outubro de 2005 e os estoques ficam até Março de 2006 e a Laguna Grand Tour dá adeus.

                                                         MÉGANE COUPÉ-CABRIOLET
                                                 

O Mégane Coupé-Cabriolet chegou ao mercado em Fevereiro de 2008 apenas com câmbio automático de quatro marchas, o motor 2 litros 16V da família F com 138CV e seguiu sem alterações até Outubro de 2019 quando ele deu o seu adeus.

                                                             GRAND SCÉNIC
                                                     
 

A Renault Grand Scénic com sete lugares chegava ao mercado, o câmbio era o automático de quatro marchas e o motor 2 litros 16V da família F de 138CV e chegava em Fevereiro de 2008 e ela seguiu sem alterações até Outubro de 2009 quando deu adeus, tinha mudado na Europa e a Renault  decidiu não importar.

                                                             DÉCADA DE 2010 
A chegada de Fluence e Duster, a segunda geração de Logan e Sandero, esse último dá origem ao esportivo R.S, a estreia no segmento de picapes com a Oroch, a chegada de Captur e Kwid e o primeiro elétrico da marca á venda para o público e lógico algumas despedidas como é natural,  e a chegada do Fluence que também teve esportivo GT.

                                                                 CLIO
                                                         

O Clio entra na década com duas opções de carroceria: duas e quatro portas, única opção de câmbio: manual de cinco marchas e única opção de motor: o 1 litro 16V da família D de 76CV com gasolina e 77CV com álcool, em Outubro de 2010 na linha 2011 sem mudanças, em Outubro de 2012 na linha 2013 nova grade dianteira, faróis e para-choques e novo vidros traseiro, duas opções de acabamento: Authentique e Expression, sempre duas ou quatro portas e o motor 1 litro 16V Hi-Flex da família D agora se chamava Hi-Power e que gerava 10.1KGFM a 4250RPM e 77CV a 6000RPM e com álcool vai a 10.5KGFM e 80CV e o câmbio sempre manual de cinco marchas.

                                                           
O Clio recebia nova grade dianteira, faróis e para-choques e junto com eles alterações no motor 1 litro 16V que agora gerava 77CV com gasolina e 80CV com álcool.

Em Outubro de 2013 na linha 2014 ele voltava a ter Air Bag duplo por força da lei e junto com ele o ABS. Em Outubro de 2014 na linha 2015 sem grandes mudanças e seguiu assim até o final de sua produção em Santa Isabel, Argentina em Outubro de 2016, mas os estoques foram até Janeiro de 2017 foi sucedido pelo Kwid.

                                                             MÉGANE
                                                 

Aqui o "Mégane Sedan" vai ser tratado como "Mégane" por que o Hatch já não estava mais, voltando ao Mégane ele entrava na década com a reestilização recém-feita, ele vinha nas versões Expression e Dynamique, duas opções de motor: 1.6 16V Flex de 110CV com gasolina e 115CV com álcool e o 2 litros 16V de 138CV, o primeiro atrelado ao câmbio manual de cinco marchas e o segundo atrelado ao automático de quatro marchas, mas seria por pouco tempo e em Outubro de 2010 ele dá adeus, o nome Mégane seguria por mais algum tempo na perua e voltaria uma década depois,  o Fluence entraria no lugar.

                                                                       SCÉNIC 
                                                    

A Scénic entraria na década na versão Authentique, câmbio manual de cinco marchas e o motor 1.6 16V Hi-Flex da família K com 110CV com gasolina e 115CV com álcool, mas em Julho de 2010 o primeiro Renault fabricado no Brasil depois dos modelos sob-licença da Willys e primeiro modelo fábricado em São José dos Pinhais-PR dá o seu adeus.

                                                               KANGOO
                                                  

O Renault Kangoo entrava na década nas versões Authentique, Sportway e Express(Carga), câmbio manual de cinco marchas e o motor 1.6 16V da família K de 95CV com gasolina e 98CV com álcool. Em Outubro de 2010 a versão passageiros dá adeus ao mercado brasileiro só fica o Express e ele seguiu sem alterações até Março de 2014 quando ganhou na linha 2015 nova grade dianteira e para-choques.

                                                   
O Kangoo ganhava nova grade dianteira e para-choques e o motor 1.6 16V de 95CV com gasolina e 98CV com álcool era mantido.

E seguiu sem alterações até Outubro de 2017 quando os estoques acabaram e seguiu até Maio de 2018, ele acabou dando adeus ao mercado brasileiro, mas esse adeus viraria um até breve na década seguinte, o Kangoo voltava uma nova geração e nova plataforma.

                                                          MASTER
                                                 

A Master entrava na década com o motor 2.5 16V Turbo Diesel CDi de 115CV da família G da Renault , câmbio manual de cinco marchas, opções de chassi-cabine, modelo chassi curto e longo, furgão e passageiros. Em Agosto de 2010 na linha 2011 nova grade dianteira, faróis e para-choques, o motor 2.5 16V Turbo Diesel CDi de 115CV era mantido, mas a novidade mecânica era o câmbio manual de seis marchas.

                                                    
Nova grade dianteira, faróis e para-choques, o motor 2.5 16V Turbo diesel de 115CV era mantido, mas a novidade era o câmbio manual de seis marchas

Em Outubro de 2011 na linha 2012 sem mudanças, em Abril de 2012 o motor recebe alterações para seguir a legislação anti-poluentes e em Abril de 2013 chegava a segunda geração da Master nacional, feita em outra base, ainda que tinha as opções chassi-cabine, curto, longo, teto alto,teto baixo e versões passageiros e carga, o câmbio era manual de seis marchas,a novidade mecânica era o novo motor 2.3 16V Turbo Diesel da família MR Diesel que gerava 31.7KGFM a 1500RPM e 130CV a 3500RPM e já foi lançada como linha 2014.

                                                            
A Renault Master estreava nova geração e o motor 2.3 16V Turbo Diesel de 130CV 

E a mudança rendeu a liderança: A Renault assumiu a liderança nos furgões que carregam mais de 1 tonelada, posição que mantém até hoje e lógico em Outubro de 2014 veio a linha 2015 sem mudanças e a Master seguiu sem mudanças até a virada década e liderando o segmento.

                                                           MÉGANE GRAND TOUR
                                                      

A Mégane Grand Tour entra na década nas versões Expression e Dynamique, duas opções de câmbio: manual de cinco marchas e automático de quatro marchas, duas opções de motores: o 1.6 16V Flex da família K com 110CV com gasolina e 115CV com álcool e o 2 litros 16V de 138CV, o primeiro atrelado ao câmbio manual de cinco marchas e o segundo ao automático de quatro marchas. Em Outubro de 2010 na linha 2011 a versão Expression dá adeus e o motor 2 litros 16V e o câmbio automático também, ela só fica na versão Dynamique e no motor 1.6 16V e o câmbio manual e tem uma redução de preço e foi a última mudança, como eu disse duraria pouco, embora um pouco mais que o sedã e seguiu até Outubro de 2012 quando ela deu adeus ao mercado.

                                                                LOGAN
                                                 

O Logan entrava na década, nas versões Authentique, Expression e Privilége, câmbio manual de cinco marchas e duas opções de motor: o 1 litro 16V da família D de 76CV com gasolina e 77CV com álcool e o 1.6 de oito válvulas da família K de 92CV com gasolina e 95CV com álcool. Em Abril de 2010 chegava nova grade dianteira, faróis, para-choques e lanternas, era a linha 2011, os motores 1 litro 16V e 1.6 seguiam sem alterações.

                                                             
O Logan recebe nova grade dianteira, faróis, para-choques e novas lanternas, nos motores o 1 litro 16V de 76CV com gasolina e 77CV com álcool é mantido, assim com o 1.6 de 92CV com gasolina e 95CV com álcool e mais tarde o 1.6 16V da familia K voltava atrelado ao câmbio automático com 107CV com gasolina e 112CV com álcool e mais tarde o próprio 1.6 de oito válvulas passava a ter 98CV com gasolina e 106CV com álcool.

Em Junho de 2011 na linha 2012 chegava o câmbio automático de quatro marchas e com ele retornava o 1.6 16V da família K de 107CV com gasolina e 112CV com álcool. Em Agosto de 2012 na linha 2013 o motor 1.6 passou a se chamar 1.6 Hi-Power ganhou alterações que o levaram a gerar 14.5KGFM a 3850RPM e 98CV a 5750RPM e com álcool passou a gerar 15.5KGFM e 106CV. Em Outubro de 2013 na linha 2014 chegava a segunda geração do Logan com melhorias no acabamento, na qualidade de construção e no próprio visual e até mesmo algumas mudanças dentro da base, ele vinha nas versões Authentique, Expression e Dynamique, câmbio manual de cinco marchas e duas opções de motor: o 1 litro 16V Hi-Power de 77CV com gasolina e 80CV com álcool já citado no Clio e o 1.6 de 98CV com gasolina e 106CV com álcool era mantido.

                                                        
A segunda geração do Logan chegava ao mercado com motor 1 litro 16V de 77CV com gasolina e 80CV com álcool e o 1.6 de 98CV com gasolina e 106CV com álcool, mais tarde o 1 litro 16V é substituído pelo 1 litro 12V SCe de 79CV com gasolina e 82CV com álcool e o 1.6 é substuído pelo 1.6 16V da família HR com 115CV com gasolina e 118CV com álcool.

Em Outubro de 2014 na linha 2015 ele ganha a opção do câmbio manual-automatizado Easy-R. Em Outubro de 2015 na linha 2016 sem mudanças, Em Dezembro de 2016 na linha 2017 ele estreava os nos motores 1 litro 12V SCe da novo família B da Renault com duplo comando de válvulas variável no cabeçote acionado por corrente metálica que gera 10.2KGFM a 3500RPM e 79CV a 6300RPM com gasolina e com álcool vai a 10.5KGFM e 82CV e o 1.6 16V SCe da família HR também com bloco de alumínio e duplo comando de válvulas variável no cabeçote acionado por corrente metálica que gerava 16KGFM a 4000RPM e 115CV a 5500RPM e com álcool vai a 118CV e mantém o torque, câmbio manual de cinco marchas ganhou acionamento por cabos no lugar de varões e manteve a opção do manual-automatizado Easy-R de cinco marchas. No ano seguinte sem alterações. Em Outubro de 2018 na linha 2019 o câmbio manual-automatizado Easy-R dá adeus e em Julho de 2019 chegava nova grade dianteira, faróis e para-choques dianteiros, nos motores o 1 litro 12V de 79CV com gasolina e 82CV com álcool era mantido, assim como o 1.6 16V de 115CV com gasolina e 118CV com álcool e a principal novidade era o câmbio CVT Xtronic que simula seis marchas e para isso a suspensão foi elevada, lógico o manual de cinco marchas era mantido para o 1 litro e para o 1.6 16V nas versões abaixo da Iconic e ele foi lançado como linha 2020 e viraria a década como você verá e no caso das versões agora eram Life,Zen, Intense e Iconic.

                                                           
O Logan ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques, nos motores três cilindros 1 litro 12V de 79CV com gasolina e 82CV com álcool, 1.6 16V Flex de 115CV com gasolina e 118CV com álcool, a novidade principal era o câmbio CVT.



                                                               SANDERO
                                                 

O Renault Sandero entra na década nas versões Authentique, Expression,  Privilége e Stepway. Câmbio manual de cinco marchas e três opções de motor: 1 litro 16V da família D de 76CV com gasolina e 77CV com álcool, 1.6 de 92CV com gasolina e 95CV com álcool e o 1.6 16V de 107CV com gasolina e 112CV com álcool ambos da família K e ele na década seguiria a caminhada para ser o Renault mais vendido de todos os tempos no Brasil. Em Junho de 2010 o motor 1.6 16V dá adeus a linha Sandero e retornaria a linha na versão GT-Line em Outubro marcando a linha 2011.

                                                             
O GT-Line chegava ao mercado e marcava o retorno do motor 1.6 16V de 107CV com gasolina e 112CV com álcool.

Em Maio de 2011 na linha 2012 ele ganhou nova grade dianteira, faróis, para-choques e lanternas, para todas as versões, a GT saia de linha e junto com ela o motor 1.6 16V que agora só ficava no Stepway, nos motores o 1 litro 16V de 76CV com gasolina e 77CV com álcool era mantido e o 1.6 de 92CV com gasolina e 95CV com álcool também e ele vinha na versões Authentique, Expression, Privilege e Stepway e o câmbio manual de cinco marchas.

                                                           
O Stepway  ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques e mantinha o motor 1.6 16V de 107CV com gasolina e 112CV com álcool e mais tarde o 1.6 de 98CV com gasolina e 106CV com álcool.
As versões normais do Sandero também, nos motores o 1 litro 16V de 76CV com gasolina e 77CV com álcool e o 1.6 de 92CV com gasolina e 95CV com álcool, mais tarde o 1.6 16V retornava atrelado ao câmbio automático e 1.6 de 98CV com gasolina e 106CV com álcool chegavava.

Em Junho de 2011 na linha 2012 completando a linha 2012 chegava o câmbio automático de quatro marchas atrelado ao motor 1.6 16V de 107CV com gasolina e 112CV com álcool. Em Agosto de 2012 na linha 2013 o motor 1.6 passou por alterações já citado em detalhes no Logan para gerar 98CV com gasolina e 106CV com álcool e o motor também estaria disponível para o Stepway que vale lembrar que mantinha a opção do 1.6 16V acima desse. Em Outubro de 2013 na linha 2014 sem mudanças e em Agosto de 2014 na linha 2015 chegava a segunda geração do Sandero, com melhor acabamento, mais bonita e melhor qualidade de construção, ele vinha nas versões Authentique, Expression e Dynamique, câmbio manual de cinco marchas e duas opções de motor: o 1 litro 16V de 77CV com gasolina e 80CV com álcool já citado em detalhes no Clio e o 1.6 de 98CV com gasolina e 106CV com álcool já citado em detalhes no Logan.

                                                            
O Sandero chegava a segunda geração com motor 1 litro 16V de 77CV com gasolina e 80CV com álcool e o 1.6 de 98CV com gasolina e 106CV com álcool, mais tarde era vez do três cilindros 1 litro 12V de 79CV com gasolina e 82CV com álcool e o 1.6 16V de 115CV com gasolina e 118CV com álcool.

Em Setembro de 2014 a linha é completada pelo Stepway com o mesmo motor 1.6 e em Outubro chegava o câmbio manual-automatizado Easy-R de cinco marchas.

                                                        
O Stepway entrava na segunda geração com motor 1.6 de 98CV com gasolina e 106CV com álcool e mais tarde o 1.6 16V de 115CV com gasolina e 118CV com álcool.

Em Setembro de 2015 na linha 2016 duas novidades, a primeira era a GT-Line com o mesmo motor 1.6 das demais versões e lembra do esportivo que eu falei na década anterior, sim é ele: o R.S 2 litros, o motor 2 litros 16V da família F recebeu coletor mais largo e já era Flex(calma que vou explicar, mais abaixo) que gerava 20.2KGFM a 4000RPM e 145CV a 5750RPM e com álcool vai a 20.9KGFM e 150CV nas mesmas rotações, o câmbio era manual de seis marchas, a suspensão era rebaixada em comparação aos modelos normais e preparada para esportividade e os freios traseiros eram a discos sólidos no lugar do tambor das demais versões, um esportivo completo e de verdade.

                                                        
O Esportivo R.S chegava ao mercado com motor 2 litros 16V de 145CV com gasolina e 150CV com álcool. 

Em Dezembro de 2016 na linha 2017 ele trocava o motor 1 litro 16V da família D pelo três cilindros 1 litro 12V SCe da nova família B já citado no Logan em detalhes com 79CV com gasolina e 82CV com álcool e o 1.6 16V SCe da família HR já citado no Logan em detalhes com 115CV com gasolina e 118CV com álcool. Em Outubro de 2017 na linha 2018 sem mudanças. Em Outubro de 2018 na linha 2019 o motor três cilindros 1 litro 12V é estendido a versão GT-Line. Em Julho de 2019 nova grade dianteira, faróis, para-choques e novas lanternas traseiras, no caso R.S apenas novas lanternas, manteve a dianteira por causa do radiador maior para o motor mais potente, nos motores continuava os mesmo: 1 litro 12V de 79CV com gasolina e 82CV com álcool, 1.6 16V de 115CV com gasolina e 118CV com álcool e o 2 litros 16V de 145CV com gasolina e 150CV exclusivo do R.S e o próprio câmbio manual era exclusivo dessa versão e estreava o CVT Xtronic como opção ao motor 1.6 16V e a versão Stepway vira um modelo independente e tirando a versões R.S, agora as versões eram Life, Zen e Intense e ele viraria a década.


 

                                                    
Nova grade dianteira, faróis, para-choques e novas lanternas e nos motores o três cilindros 1 litro 12V de 79CV com gasolina e 82CV com álcool e o 1.6 16V de 115CV com gasolina e 118CV com álcool.
O Esportivo RS ganhava novas lanternas, mas mantinha a dianteira e o motor 2 litros 16V de 145CV com gasolina e 150CV com álcool.

                                                             SYMBOL
                                                

O Symbol entrava na década "Fresquinho" no mercado nas versões Expression e Privilége, câmbio manual de cinco marchas e duas opções de motores: o 1.6 de 92CV com gasolina e 95CV com álcool e o 1.6 16V de 110CV com gasolina e 115CV com álcool, no caso do 1.6 de oito válvulas já citado em detalhes no Logan e o 1.6 16V já citado em detalhes no Clio. Em Outubro de 2010 na linha 2011 sem mudanças. Em Outubro de 2011 na linha 2012 ele perde o motor 1.6 de oito válvulas, em Outubro de 2012 na linha 2013 ele perdia a versão Expression e só ficava a Privilége e em Março de 2013 ele dava adeus ao mercado, o Logan de segunda geração substituiu ela, além da própria primeira geração do Logan.

                                                         FLUENCE
                                                 

O Fluence chegava ao mercado em Fevereiro de 2011 já tinha sido apresentado no Salão do Automóvel de 2010, chegou nas versões Dynamique e Privilége, duas opções de câmbio: manual de seis marchas e o CVT Xtronic que simula seis marchas e o motor 2 litros 16V da família MR que gerava 19.9KGFM a 3750RPM e 140CV a 6000RPM e com álcool vai a 20.3KGFM e 143CV além do bloco de alumínio, ele tinha coletores variáveis também. A linha 2012 chegava em Outubro de 2011 sem mudanças para o grande público, mas para os frotistas foi lançada a versão Expression com motor 1.6 16V da famíla K de 15.1KGFM a 3750RPM e 110CV a 5750RPM e com álcool vai a 16KGFM e 115CV nas mesmas rotações e esse atrelada ao câmbio manual de cinco marchas. Em Outubro de 2012 na linha 2013 chegava o esportivo GT que trazia aerofólio, spoileres, saias, o câmbio era manual de seis marchas e o motor era o 2 litros 16V Turbo da família F e graças a turbina ele gerava 30.6KGFM a 2250RPM e 180CV a 5500RPM.

                                                    
O GT chegava ao mercado com motor 2 litros 16V Turbo de 180CV.

O que atrapalhou a versão esportiva do sedã fabricado em Santa Isabel foi a eletrônica excessivamente conservadora, algo que não ocorreu(ainda bem) com o Sandero R.S que era mais permissiva e bem mais, diga-se a ponto de poder desligar tudo e desligava ESP e Controle de tração, mesmo. Em Outubro de 2013 na linha 2014 sem mudanças, em Julho de 2014 chegava a versão GT-Line que tinha o visual da GT, mas o motor 2 litros 16V das versões convencionais. Em  Outubro de 2014 na linha 2015 ele recebia nova grade dianteira, faróis, para-choques e mudanças na lanterna, a versão GT dava adeus, ele seguia nas versões Dynamique e Privilége e o Expression para vendas diretas, nos motores no último o motor 1.6 16V Flex era mantido, assim como o 2 litros 16V para as demais versões.

                                                        
Novas lanternas, grade dianteira, faróis e para-choques nos motores para o grande público apenas o 2 litros 16V de 140CV com gasolina e 143CV com álcool e para os frotistas a opção do 1.6 16V de 110CV com gasolina e 115CV com álcool.

Em Julho de 2015 na linha 2016 chegava o GT-Line que só tinha visual esportivo, já a onde era fabricado ele chegou a ter o GT2 o motor 2 litros 16V Turbo chegou a 190CV e a eletrônica era mais livre e foi a última mudança do Fluence, em Outubro de 2016 na linha 2017 sem alterações e em Outubro de 2017 ele deixava de ser importado, os estoques ficam até Agosto de 2018 quando ele dá adeus, o segmento começou a perder vários representantes e perderia vários nos ano seguintes até ficar como está hoje.

                                                             DUSTER
                                                 

O Duster chegava ao mercado em Outubro de 2011, com duas opções de tração: dianteira e integral, três opções de câmbio: manual de cinco marchas, manual de seis marchas e automático de quatro marchas, três opções de acabamento: Authentique, Expression e Dynamique, duas opções de motor a primeira era o 1.6 16V da família K que gerava 110CV com gasolina e 115CV com álcool já citado em detalhes no Fluence vendido para frotistas e o 2 litros 16V da família F que agora passava a ser Flex e com isso gerava 19.9KGFM a 3750RPM e 138CV a 5750RPM com gasolina e com álcool pasava a 20.9KGFM e  142CV a 5750RPM nas mesmas rotações já o torque é o mesmo do Sandero R.S, no caso o 2 litros e o próprio Duster sofreria alteração nesse motor anos mais tarde, o motor 1.6 16V vinha atrelado ao câmbio manual de cinco marchas, o 2 litros 16V podia vir atrelado ao câmbio manual de seis marchas, automático de quatro marchas esses atrelado a tração dianteira e por fim o 2 litros podia vir atrelado a tração integral e ao câmbio manual de seis marchas. Em Outubro de 2012 na linha 2013 sem mudanças no Duster, ele seguiu sem mudanças até Abril de 2015 quando ganhou nova grade dianteira, faróis, para-choques e novas lanternas, duas opções de tração: dianteira ou integral, duas opções de motor: o 1.6 16V da família K era mantido sem alterações e o 2 litros 16V da família F recebia alterações para gerar o mesmo torque já citamos no Sandero R.S e 143CV a 5750RPM com gasolina e 148CV com álcool nas mesmas rotações e lembra do coletor mais largo para o Sandero R.S? sim é isso mesmo: o coletor deu 2CV a mais, três opções de câmbio: manual de cinco marchas, manual de seis marchas e automático de quatro marchas, o atrelamento aos motores era o mesmo desde o lançamento.

                                                     
O Renault Duster recebe nova grade dianteira, faróis e para-choques e novo layout da lanterna, nos motores o 1.6 16V de 110CV com gasolina e 115CV com álcool é mantido e o 2 litros 16V passava a gerar 143CV com gasolina e 148CV com álcool e mais tarde ele ganhava o 1.6 16V de 118CV com gasolina e 120CV com álcool.

Era a linha 2016. Em Dezembro de 2016 na linha 2017 o 1.6 16V da família K dá lugar ao 1.6 16V SCe da família HR aqui nessa matéria já citado em Logan e Sandero, mas aqui ele gerava 16.2KGFM a 4000RPM e 118CV a 5500RPM e com álcool vai a 120CV e mantém o torque. Em Setembro de 2017 na linha 2018 ele ganhava o câmbio CVT como opção ao motor 1.6 16V. Em Outubro de 2018 na linha 2019 nada muda, Em Março de 2019 o motor 2 litros 16V agora só fica na 4WD que é tração integral, no tração dianteira o 2 litros 16V dava adeus e junto com ele o câmbio automático de quatro marchas também no Duster.

                                                             DUSTER OROCH
                                                 

A Renault estréia no mercado de picapes inaugurando um segmento, no caso é a Duster Oroch ela herdava a suspensão(e ainda herda) traseira independente tipo Multlink do Duster 4WD, duas opções de acabamento: Expression e Dynamique, duas opções de câmbio: manual de cinco marchas e manual de seis marchas e duas opções de motor: o 1.6 16V da família K de 110CV com gasolina e 115CV com álcool já citado no Fluence para vendas diretas e o 2 litros 16V da família F com 143CV com gasolina e 148CV com álcool e já citado em detalhes no Duster SUV e no Sandero R.S, o câmbio manual de cinco marchas está atrelado ao motor 1.6 16V e o manual de seis marchas atrelado ao motor 2 litros 16V. Em Julho de 2016 chegava a opção do câmbio automático de quatro marchas. Em Dezembro de 2016 na linha 2017 ela trocava o 1.6 16V da família K pelo 1.6 16V SCe da família HR com 118CV com gasolina e 120CV com álcool já citado no Duster. Em Outubro de 2017 na linha 2018 sem grandes mudanças, em Outubro de 2019 sem alterações e as alterações para a picape viriam na década seguinte.


                                                      CAPTUR
                                              

O Captur era apresentado no Salão do Automóvel em Novembro de 2016, ele chegou as concessionárias em Fevereiro de 2017 em duas versões de acabamento: Zen e Intense, duas opções de motor: o SCe 1.6 16V da família HR já citado em detalhes no Duster que gerava 118CV com gasolina e 120CV com álcool e o 2 litros 16V de 143CV com gasolina e 148CV com álcool já citado em detalhes em Duster(Potência) e Sandero R.S(Torque), duas opções de câmbio: manual de cinco marchas e automático de quatro marchas, o primeiro atrelado ao 1.6 16V e o segundo atrelado ao 2 litros 16V, em Julho chegava a opção do câmbio CVT Xtronic atrelado ao motor 1.6 16V e lógico o próprio Captur foi lançado como linha 2018. Em Outubro de 2018 na linha 2019 sem mudanças, em Março de 2019 ele perde a versão Zen e junto com ele o motor 1.6 16V atrelado ao câmbio manual, seguia no CVT e em Outubro de 2019 na linha 2020 chega a série especial Bose, mas ela viraria a década, traria alterações importantes, mas acabaria ficando pouco na década seguinte.


                                                               KWID 
                                                

O Renault Kwid chegava ao mercado brasileiro em Agosto de 2017 nas versões Life, Zen e Intense, câmbio manual de cinco marchas e o motor três cilindros SCe 1 litro 12V da nova família B, mas aqui perdia a variação no comando de válvulas e no coletor com isso passou a gerar 9.4KGFM a 4250RPM e 66CV a 5500RPM e com álcool vai a 9.8KGFM e 70CV nas mesmas rotações. Em Outubro de 2018 na linha 2019 sem alterações é mostarda a versão Outsider que é lançada em Maio de 2019 como linha 2020 e ele viraria a década e lógico ganharia alterações na década seguinte.


                                                             STEPWAY
                                                  

O Stepway agora é um modelo independente do Sandero, ele ganhou nova grade dianteira, faróis e para-choques, ele vinha com duas opções de câmbio: manual de cinco marchas ou CVT, apenas no motor 1.6 16V SCe da família HR de 115CV com gasolina e 118CV com álcool já citado em detalhes no Logan e isso foi em Julho de 2019 como modelo 2020 e as versões eram Zen, Intense e Iconic e ele viraria a década.


                                                        IMPORTADOS
                                                            ZOE
                                                      

Sim, a Renault vendia ZOE, Kangoo Z.E e Twizy para vendas diretas, mas em Outubro de 2018 a Renault decidiu vender o ZOE para o público comum, no caso o motor elétrico traciona as rodas dianteiras e com isso gera 22.9KGFM e 109CV. Em Outubro de 2019 na linha 2020 sem alterações e ele entraria na década seguinte, mas seria por pouco tempo e vale lembrar que os importados fora Mercosul sempre são elétricos desde dessa década até agora.


                                                      DÉCADA DE 2020 
A chegada da segunda geração do Duster, a renovação de Kwid e Duster Oroch/Oroch, a chegada dos motores TCe, a chegada do Kardian, a despedida de vários modelos e a ampliação dos elétricos, bom a década está quase na metade.

                                                        MASTER
                                                

A Renault Master entrava na década nas configurações chassi-cabine, furgão curto, furgão longo, furgão longo teto alto e a Minibus que é a passageiros, câmbio manual de seis marchas e o motor 2.3 16V Turbo Diesel da família MR que gerava 31.7KGFM a 1500RPM e 130CV a 3500RPM e seguiu sem alterações até Fevereiro de 2022 quando ganhou nova grade dianteira, faróis, para-choques, lanternas, o câmbio manual de seis marchas se manteve e o motor 2.3 16V Turbo Diesel da família MR passou a gerar 36.7KGFM a 1500RPM e 136CV a 3500RPM e manteve a liderança do segmento.

                                                     
A Renault Master recebe nova grade dianteira, faróis e para-choques e o motor 2.3 16V Turbo de 136CV.

Foi lançado como linha 2023, em Outubro de 2023 na linha 2024 sem mudanças e lógico segue sendo líder do segmento e nessa década seria o único modelo dessa categoria feito no Brasil.



                                                        LOGAN 
                                                    

O Logan entrava na década nas versões Life, Zen, Intense e Iconic, duas opções de câmbio: manual de cinco marchas ou CVT XTronic, duas opções de motores: três cilindros 1 litro 12V de 79CV com gasolina e 82CV com álcool e o 1.6 16V SCe de 115CV com gasolina e 118CV com álcool esse último podia ser atrelado ao câmbio CVT. Em Outubro de 2020 na linha 2021 sem mudanças, em Maio de 2021 ele perdia o câmbio CVT, em Janeiro de 2022 é vez de ele perder o motor 1.6 16V e em Outubro de 2022 na linha 2023 sem mudanças e segue assim até agora, mas diz que a produção foi encerrada, agora está em estoques nas concessionárias.

                                                           SANDERO 
                                             

O Sandero entrava na década nas versões Life, Zen, Intense a esportiva R.S, três opções de câmbio: manual de cinco marchas, manual de seis marchas(exclusivo do RS) e o CVT XTronic e três  opções de motores 1 litro 12V de 79CV com gasolina e 82CV com álcool, o 1.6 16V de 115CV com gasolina e 118CV com álcool e o 2 litros 16V que gerava 145CV com gasolina e 150CV com álcool esses exclusivo do RS, em Junho de 2020 na linha 2021 chegava o GT-Line com os motores três cilindros 1 litro 12V e 1.6 16V, em Maio de 2021 ele perde o câmbio CVT, em Outubro de 2021 na linha 2022 ele perde o motor 1.6 16V e agora ele passa a ser vendido em versão única: A S-Edition com motor 1 litro 12V e o R.S dá o seu adeus com a série Finale.

                                                   
O S-Edition chega ao mercado com a dianteira do R.S e apenas o motor 1 litro 12V de 79CV com gasolina e 82CV com álcool.

O Esportivo R.S faz a sua despedida com a série Finale e o motor 2 litros 16V de 145CV com gasolina e 150CV com álcool.

Em Outubro de 2022 o Sandero depois de 15 anos de mercado ele dá adeus e como o Renault brasileiro mais vendido de todos os tempos.

                                                                DUSTER 
                                                 

O Duster entrava na década nas versões Expression e Dynamique, três opções de câmbio: manual de cinco marchas, CVT Xtronic que simula seis marchas e o manual de seis marchas, duas opções de tração: dianteira e integral, duas opções de motor, a primeira é o SCe 1.6 16V de 118CV com gasolina e 120CV com álcool e essa atrelada a tração dianteira e ao manual de cinco marchas ou CVT e a segunda era o 2 litros 16V da família F que gerava 143CV com gasolina e 148CV com álcool e esse atrelado ao manual de seis marchas e tração integral, em Março de 2020 chegava a segunda geração do Duster com melhor acabamento, apenas com tração dianteira, duas opções de câmbio: manual de cinco marchas ou CVT Xtronic e apenas o motor 1.6 16V de 118CV com gasolina e 120CV com álcool e já chegava como linha 2021 nas versões Zen,Intense e Iconic.

                                                      
A segunda geração do Duster chegava ao mercado de início apenas com motor 1.6 16V de 118CV com gasolina e 120CV com álcool.

Em Outubro de 2021 na linha 2022 sem mudanças, em Março de 2022 ele ganhava a opção do 1.3 16V TCe da família HR dotado de turbo e injeção direta e atrelado ao CVT que simula oito marchas, o motor gerava 27.5KGFM a 1600RPM e 162CV a 5500RPM e vai a 170CV com álcool nas mesmas rotações e mantém o torque. Em Outubro de 2022 na linha 2023 a versão Zen dá adeus e a Intense ganha o câmbio manual de cinco marchas. Em Janeiro de 2024 chegava a linha 2024 com novos faróis, nova grade dianteira que manteve o formato e novas lanternas traseiras, duas opções de câmbio: manual de cinco marchas ou CVT Xtronic no caso simulando seis marchas quando está atrelado ao motor 1.6 16V e simulando oito marchas quando está atrelado ao motor 1.3 16V TCe, nos motores o 1.6 16V foi mantido, assim como o 1.3 16V TCe, mas as novidades são o alerta de ponto cego para o Iconic Plus TCe e os seis air bags para todas as versões, além da Iconic Plus, tem a Intense Plus, a Iconic Plus pode vir com o 1.6 16V ou 1.3 16V TCe a Intense Plus pode vir com câmbio manual.

                                                       
Novos faróis,detalhe na grade dianteira e novas lanternas nos motores o 1.6 16V de 118CV com gasolina e 120CV com álcool e o 1.3 16V TCe de 162CV com gasolina e 170CV com álcool.

E agora ele ganhou a linha 2025 sem alterações já que ele mudou no início do ano, sabemos que a Renault do Brasil está focada no futuro SUV médio, enfim vamos ver como será depois dele. 




                                                           DUSTER OROCH/OROCH 
                                                     

A Duster Oroch entrava na década nas versões Expression e Dynamique, com três opções de câmbio: manual de cinco marchas, manual de seis marchas e automático de quatro marchas e duas opções de motor: o SCe 1.6 16V da família HR com 118CV com gasolina e 120CV com álcool atrelado ao câmbio manual de cinco marchas e o 2 litros 16V da família F de 143CV com gasolina e 148CV com álcool  atrelado ao câmbio manual de seis marchas ou automático. Em Outubro de 2020 na linha 2021 sem mudanças, em Outubro de 2021 na linha 2022 ela perdia o câmbio automático e em Abril de 2022 na linha 2023 chegava nova grade dianteira, para-choques, novo layout interno da lanterna e agora ela se chamava apenas Oroch, perdia o nome Duster na frente, duas opções de câmbio: manual de seis marchas e não era a mesma do antigo 2 litros 16V e sim uma nova manual de seis marchas derivada da cinco marchas e a CVT Xtronic que simula oito marchas, duas opções de motores: o SCe 1.6 16V que gerava 118CV com gasolina e 120CV com álcool e o 1.3 16V TCe exclusivo da Outsider já foi citado em detalhes no Duster que gera 162CV com gasolina e 170CV com álcool e ela vinha nas versões Pro, Intense e Outsider, o motor 1.6 16V estava atrelado ao câmbio manual de cinco marchas e o 1.3 16V atrelado ao CVT.

                                                      
Ela agora se chama apenas Oroch, novo grade dianteira e novo layout da lanterna e os motores 1.6 16V de 118CV com gasolina e 120CV com álcool e o 1.3 16V TCe de 162CV com gasolina e 170CV com álcool.

Em Outubro de 2023 na linha 2024 nada muda e ela ganhou a linha 2025 em março a novidade foi a versão Iconic que une equipamentos da Outsider, ao motor 1.6 16V e câmbio manual de seis marchas das versões abaixo dela e lógico o conceito Niagrara já foi mostrado, agora quando chegará ao mercado se especula-se em 2027 ou 2028 aí vamos esperar, mas enquanto a Oroch segue no mercado.


                                                            CAPTUR
                                                  

O Captur entrava na década nas versões Intense e a série especial Bose, duas opções de motor: o 1.6 16V SCe de 118CV com gasolina e 120CV com álcool e o 2 litros 16V da família F com 143CV com gasolina e 148CV com álcool, o primeiro estava atrelado ao câmbio CVT e o segundo estava atrelado ao câmbio automático de quatro marchas. Em Outubro de 2020 na linha 2021 ele ficava só na versão Bose e perdia o motor 2 litros 16V e junto com ele o câmbio automático de quatro marchas. Em Julho de 2021 na linha 2013 ela recebe nova grade dianteira, faróis, para-choques e junto com eles, o câmbio CVT X-Tronic que simula oito marchas que já citamos no Duster e Oroch, mas estreou nele e o motor 1.3 16V TCe da família HR já citado em detalhes no Duster com 162CV com gasolina e 170CV com álcool, o 1.6 16V atrelado ao câmbio CVT que simula seis marchas segue vendido apenas para frotistas e o Captur 1.3 TCe vendido ao público comum estava disponível nas versões Zen, Intense e Iconic.

                                                    
O Captur recebe nova grade dianteira, faróis e para-choques e junto com ele o motor 1.3 16V TCe de 162CV com gasolina e 170CV com álcool, o 1.6 16V segue sendo vendido para frotistas.

Em Outubro de 2022 na linha 2023 é bem provável que o 1.6 16V deixou de ser vendido para frotistas, mas confesso aqui que não tenho certeza e no ano seguinte ela dá adeus ao mercado, por fatores externos a Renault.


                                                                 KWID
                                              

O Renault Kwid entrava na década nas versões Life, Zen, Intense e Outsider, câmbio manual de cinco marchas e o motor três cilindros SCe 1 litro 12V da nova família B com 66CV com gasolina e 70CV com álcool. Em Outubro de 2020 na linha 2021 sem mudanças, em Outubro de 2021 na linha 2022 sem mudanças e em Fevereiro de 2022 chegava a linha 2023 com nova grade dianteira, faróis e para-choques, além de novas lanternas para a Intense Outsider, o câmbio sempre manual de cinco marchas e o motor três cilindros SCe 1 litro 12V passou a gerar 9.4KGFM a 4250RPM e 68CV a 5500RPM com gasolina e com álcool passou a gerar 10KGFM e 71CV nas mesmas rotações, a versão Life sai de cena, a Zen fica como versão de entrada.

                                               
O Kwid ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques e lanternas e o motor 1 litro 12V passava a gerar 68CV com gasolina e 71CV com álcool 

Em Outubro de 2023 na linha 2024 sem mudanças e por enquanto o Kwid segue no mercado, lógico que a década tem muita água para rolar.


                                                       STEPWAY
                                               

O Stepway entrou na década como uma modelo independente por assim dizer do Sandero e não mais uma versão, ele vinha com duas opções de câmbio: manual de cinco marchas ou CVT XTronic, o motor 1.6 16V SCe da família HR de 118CV com gasolina e 120CV com álcool e nas versões de acabamento: Zen, Intense e Iconic. Em Outubro de 2020 na linha 2021 sem mudanças e seguiu assim até Outubro de 2022 quando recebeu como opção de entrada o três cilindros SCe 1 litro 12V da nova família B com 79CV com gasolina e 82CV com álcool e de novo sem alterações até Março de 2024 quando perdeu o câmbio CVT e em Julho perdeu o motor 1.6 16V e lógico é bem provável que ele dê adeus, mas ainda não sabemos a data certa já que o Kardian assumiu o seu lugar.

                                                                       KARDIAN  
                                                 
 

O Renault Kardian foi lançado em março de 2024 como linha 2025 nas versões Evolution, Techno e Premiere Edition, câmbio manual-automatizado de dupla embreagem banhado a óleo chamado EDC e o motor três cilindros 1 litro 12V da família HR é basicamente o 1.3 cortado um cilindro por assim dizer que gera 20.4KGFM a 2000RPM e 120CV a 5000RPM e com álcool gera 22.4KGFM a 2250RPM e 125CV na mesma rotação da potência, o Kardian inaugura a nova base RGMP derivada da CMF-B e em Outubro ele ganhou mais uma novidade: o câmbio manual de seis marchas e vale lembrar que ele ganhou o prêmio carro do ano e motor do ano pela revista AutoEsporte e lógico o Kardian só está começando a carreira.


                                                               KANGOO  
                                             

Lembra que eu disse que o adeus era um "até breve" em Abril de 2018 a Renault argentina lançou a segunda geração do Kangoo feita na plataforma B da aliança Renault-Nissan, mas Renault brasileira decidiu não lançar, mas em 2024 vendo uma situação interessante, acaba lançando a segunda geração do Kangoo no mercado brasileiro feita em Santa Isabel, Argentina, ele veio na versão Advanced, câmbio manual de cinco marchas e o motor 1.6 16V SCe da família HR que aqui gera 15.7KGFM a 4000RPM e 111CV a 5750RPM e com álcool vai a 115CV e lógico se seguir o rumo da primeira geração a vida do Kangoo pode ser longa e vale lembrar que poderia ser mais longa se tivesse chego ao Brasil naquela época, mas mesmo assim a Renault acertou: afinal o rival dela é o mesmo carro em duas marcas, então o Kangoo é o verdadeiro adversário delas.



                                                            IMPORTADOS
                                                                    ZOE 
                                                           

O ZOE E-Tech entra na década podendo ser vendido para o público comum e o motor elétrico de 22.9KGFM e 109CV e seguiu sem mudanças até Abril de 2021 quando ele ganhou o sobrenome E-Tech e um novo motor elétrico de 25KGFM e 135CV e em duas versões de acabamento: Zen e Intense.

                                                    
O ZOE E-Tech chega ao mercado com motor elétrico de 135CV

E ele seguiu sem alterações até Outubro de 2023 quando deu adeus e ele era importado da França.

                                                  RENAULT KANGOO Z.E/E-TECH

                                               

O Kangoo Z.E passava a ser vendido ao grande público em Outubro de 2021 na linha 2022 e o motor elétrico gerava 23KGFM e 59CV e em Outubro de 2022 na linha 2023 ele deixa de ser importado preparando o terreno para a nova geração chamada de E-Tech chegou ao mercado brasileiro em Outubro de 2023  e o motor elétrico desse modelo gera 25KGFM e 120CV.

                                                    
O Kangoo E-Tech chegava ao mercado com 120CV 

                                                                  KWID E-TECH 
                                                  

O Kwid E-Tech chegava ao mercado em Julho de 2022 com motor elétrico de 11.5KGFM e 65CV e com todos os elétricos aqui tracionando as rodas dianteiras. Em Outubro de 2023 na linha 2024 sem mudanças e ele segue sem alterações e lógico parece que tem alterações previstas no exterior que óbvio vão vir ao Brasil.

                                                       MÉGANE E-TECH
                                               

O Mégane E-Tech chegava ao mercado lembra quando eu falei que o nome Mégane só viria na década seguinte? aqui está em Outubro de 2023 chegava o elétrico com motor de 30.6KGFM e 220CV e era linha 2024 e a linha 2025 foi lançada e lógico todos são modelos recém-lançados até mesmo o Kwid que vai mudar.

No caso todas as avaliações dos modelos Renault foram feitas na Globo Renault, a maioria na praia comprida e algumas no estreito (Logan CVT, Oroch e Kangoo).

Esse foi o post comemorativo 9400.


                                                    




                                                   


                                                   
                                              



 



                           

                                                   

                                                         

                                                    



                                                  



                                                   

                                                     



     



            
                                                   







                                                        









                                                      

                                                         

              

                                                     

                                                    



              


                                                                

                                                            







                                                          

                                                           

                                                      

                                                        

                                                          

             



                                             




                                                           
                                                         

                                                            

                                                          









             



                                                  




                                                    


                                                    




                                                          










                                                   




                                                  

    

                                                           

                           



                                                              



 








                                                     



                                                    








                                                     
                                                  


                                                  

                                                     

                                                          


                                              
                                                   
                                                    

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