POST 6900: A TRAJETORIA DA RENAULT NO BRASIL

                                                    

DOS PRIMEIROS WILLYS GORDINI ATÉ O ATUAL CAPTUR 

POST COMEMORATIVO 6800.

Chegamos ao post 6800 é hora de contarmos a trajetória da Renault no Brasil, lógico a fabricação local começa em 1998/1999, mas temos um período pré-histórico digamos assim, no caso a fabricação dos modelos Willys sob- licença. então vamos a trajetória.

                                                                          1959 - 1968 
                                                         A FABRICAÇÃO PELA WILLYS 
A Willys que já produzia o Jeep, a Rural e o Aero decidiu pela fabricação de um automóvel mais barato e ela recorreu a Renault e aí lógico vieram os lançamentos.

                                                     WILLYS RENAULT DAUPHINE/GORDINI 
                                               

Em Outubro de 1959 na linha 1960 chegava o Dauphine, feito pela Willys em São Bernardo do Campo-SP sob licença da Renault,  o modelo tinha quatro portas, media 3.98 metros de comprimento, o câmbio era manual de quatro marchas, o motor e tração eram traseiros, o motor era o Renault Ventoux Família B 0.8 ou 845cm3 que gerava 6KGFM a 2500RPM e 31CV a 4200RPM e o motor era refrigerado á água com bloco de ferro, cabeçote de alumínio, comando de válvulas no bloco acionado por varetas e corrente metálica e seguiu sem mudanças até Julho de 1962 quando chegou a versão Gordini que gerava 6.6KGFM a 3200RPM e 40CV a 5300RPM graças ao comando de válvulas mais bravo e seguiu sem alterações até Outubro de 1965 na linha 1966 quando o Dauphine deu adeus e só o Gordini ficava, na mesma época a Willys estava projetando em conjunto um novo modelo que foi codificado de modelo "M" e em outubro de 1967 a Ford compra a Willys e em Outubro de 1968 o Gordini dá adeus, a Renault sai digamos do mercado brasileiro, mas o Ford Corcel é parente do Renault 12 que deu origem ao Dacia 1300 e a Ford brasileira se valeu da base da Renault durante anos, além de Corcel, veio Belina, Corcel II, Del Rey, Del Rey Scala e Pampa e nos motores o Sierra Cléon da família C começou como 1.3 e depois veio a ter 1.4 e 1.6 e é claro o 1.nada e além de modelos Ford como os modelos citados, equipou também Escort, Verona e durante a Autolatina os Volkswagen Gol, Parati, Voyage, Saveiro e Logus.


                                                                WILLYS INTERLAGOS 
                                                 

O Esportivo que fez a fama de Bird Clemente é a versão brasileira do Alpine A108, estreou no mercado em Outubro de 1961 na linha 1962 nas versões cupê, Berlinetta e conversível, o câmbio era manual de quatro marchas, o motor e tração eram traseiros, já o motor ele tinha todos os Renault Ventoux Família B no caso o 0.8 ou 845 que gerava 6.6KGFM a 3200RPM e 40CV a 5300RPM que viria a equipar o Gordini, o 0.9 ou 904 que gerava 7KGFM a 3000RPM e 56CV a 6000RPM e por último o motor 1000 que era basicamente um motor de competição com 70CV e o torque não divulgado, aliás o Interlagos era bem leve e com isso ele tinha um excelente desempenho e seguiu sem alterações em outubro de 1964 na linha 1965 quando abandonava os motores 904 e 1000 em favor do 845cm3 com comando de válvulas "redéle" mais bravo que gerava 7.6KGFM a 3500RPM e 55CV a 5600RPM e em outubro de 1966 ele dá adeus ao mercado brasileiro.


                                                             1990-2000
                              RETORNO AO MERCADO BRASILEIRO E FÁBRICA NO BRASIL 
A Renault retornava ao Brasil depois de anos de ausência(embora vivesse sob a base do Del Rey e os motores usados pela Autolatina, AE/CHT), mas enfim a Renault só voltaria a ter representação oficial em 1991 e quem seria o seu representante na época era o Grupo Caoa e vale lembrar que a General Motors brasileira fez um acordo com a Renault argentina, em troca da Chevrolet usar a fábrica de Santa Isabel, Cordoba para produzir a D20, a Chevrolet vendeu a Trafic como SpaceVan, mas vamos focar na Renault nesse post.

                                                              R 21 
                                                    

Aproveitando as reduções de tarifas, em Fevereiro de 1991 o Grupo Caoa importador da Renault na época apresenta o Renault 21 que media 4.53 metros de comprimento, câmbio manual de cinco marchas e o motor era apenas o 2.2 da família J da Renault com bloco e cabeçote de alumínio, comando de válvulas simples no cabeçote acionado por correia dentada que gerava 18.6KGFM a 3000RPM e 116CV a 5500RPM só que invés de injeção eletrônica, ele tinha carburador de corpo duplo e apenas nas versão TXE e seguiu no mercado sem alterações até Outubro de 1994 quando deu lugar ao Laguna importado da França.
 
                                                         R 21 NEVADA 
                                       

A perua 21 Nevada chegava junto com o sedã em Fevereiro de 1991, ela media 4.69 metros de comprimento, o câmbio era manual de cinco marchas, apenas na versão TXE e o motor era o mesmo 2.2 já citado no sedã e assim com o sedã era fabricado na Argentina e a perua seguiu sem alterações até Outubro de 1994 quando veio o Laguna importado da França.


                                                        R19 HATCH 
                                                  




Em Outubro de 1994 na linha 1995 o 19 Hatch passava a vir da Argentina, na carroceria de duas e quatro portas, o câmbio era manual de cinco marchas, duas opções de acabamento: RN e RT, no caso a RN na carroceria duas portas e a RT na carroceria quatro portas, nos motores a RN vinha com o Sierra Cléon família C com injeção eletrônica monoponto que gerava 13.3KGFM a 4500RPM e 72CV a 5000RPM e no Brasil ficou conhecido como "CHT" por causa dos Ford e a RT que além das quatro portas vinha com o 1.8 da família F com injeção multiponto e com isso gerava 16.3KGFM a 4200RPM e 113CV a 5500RPM e o motor 1.8 vinha da França, seguiu sem alterações até Fevereiro de 1998 quando foi substituído pelo Mégane, mas antes em Outubro de 1996 a Renault tomou o controle direto das importações.

                                                             R19 SEDAN
                                                

Em Outubro de 1994 na linha 1995 a carroceria sedã apenas quatro portas vinha da Argentina, apenas na versão RT, no motor 1.8 de 113CV já citado no Hatch e no câmbio manual de cinco marchas e seguiu sem alterações até Fevereiro de 1998.


                                                         TRAFIC
                                            

Em Outubro de 1994 na linha 1995 o Grupo CAOA então importador da Renault passa a trazer a Trafic da Argentina, nas versões passageiro e Furgão, o câmbio era sempre manual de cinco marchas e tração era traseira, já os motores eram todos da família J, o 2.2 á gasolina que gerava 13.5KGFM a 3500RPM e 80CV a 5000RPM, o 2.1 á diesel dessa mesma família que gerava 13KGFM a 2250RPM e 68CV a 4500RPM e a versão turbo diesel desse motor que gerava 17.5KGFM a 2000RPM e 80CV a 4000RPM dois anos depois ela abandona os motores á diesel e segue sem alterações até o final da década.


                                                              CLIO I 
                                                    

Nessa parte vou dividir em Clio I e Clio II, no caso o último foi o segundo Renault produzido no Brasil, mas agora vamos focar no Clio I, ele chegou ao mercado em outubro de 1996 como linha 1997, o câmbio era manual de cinco marchas e vinha em duas opções de carroceria: duas e quatro portas, três opções de acabamento: RL, RN e RT, a RL vinha com duas portas e as outras com quatro portas, já o motor era o Sierra Cléon família C de injeção monoponto que gerava 13.3KGFM a 4500RPM e 72CV a 5000RPM herdado do Renault 19 1.6 e é chamado de "Clio CHT", em outubro de 1997 na linha 1998 o RL ganha a opção das quatro portas, em outubro de 1998 na linha 1999 é vez do duas portas dar adeus e junto e a versão RN também sai de cena só ficando a RN e a RT e em Outubro de 1999 ele é substituído pela segunda geração do Clio fabricada no Brasil.

                                                            EXPRESS 
                                                 

Em Outubro de 1997 na linha 1998 importado do Uruguai, chegava o Express com motor 1.6 Sierra Cléon importado da Argentina é o mesmo do Clio com 72CV, mas o resto dos componentes vinha da França e era montado no Uruguai e o câmbio era manual de cinco marchas e seguiu no mercado até o final da década.

                                                        MÉGANE HATCH 
                                                   

Em Fevereiro de 1998 chegava ao mercado vindo da Argentina, o Mégane Hatch nas versões RN, RT e RXE, sempre com quatro portas e câmbio manual de cinco marchas, já nos motores para a RN e RT estreava o 1.6 da família K com bloco de ferro, cabeçote de alumínio, comando de válvulas simples no cabeçote acionado por correia dentada e com isso gerava 14KGFM a 4000RPM e 90CV a 5250RPM e a RXE tinha o 2.nada da família F com bloco de ferro, cabeçote de alumínio, comando de válvulas simples no cabeçote acionado por correia dentada que gerava 17.5KGFM a 4250RPM e 115CV a 5400RPM e já como linha 1999, em outubro de 1999 na linha 2000 ele perdia a versão RN.

                                                            MÉGANE SEDAN 
                                                      

O Mégane Sedan chegava ao mercado importado da Argentina, nas versões RT e RXE, sempre com câmbio manual de cinco marchas e no motor 2.nada da família F de 115CV herdado do Hatch e foi lançado já como linha 1999, em outubro de 1999 na linha 2000 nada muda.

                                                         SCÉNIC
                                                

A primeira Scénic foi produzida no Brasil em outubro de 1998 é o modelo da foto, mas a sua venda só veio em Março de 1999 nas versões RT e RXE, apenas com motor 2.nada da família F herdado dos sedãs e Hatch argentinos com 115CV, em Outubro de 1999 na linha 2000 a principal novidade: o 1.6 16V da família K fabricado em São José dos Pinhais-PR de mesma concepção do 8V, mas com duplo comando de válvulas no cabeçote acionado por correia dentada e com isso gerava 15.2KGFM a 3750RPM e 110CV a 5750RPM, o 2.nada continuava  como opção de motor superior.


                                                              CLIO II 
                                               

O segundo carro nacional da Renault digamos na fase com ação direta, chegava em Outubro de 1999 como linha 2000 era a segunda geração do Clio, nas versões RL, RN e RT, apenas câmbio manual de cinco marchas e duas opções de motores, a primeira era o 1.nada da família D com bloco de ferro, cabeçote de alumínio e comando de válvulas simples no cabeçote acionado por correia dentada que gerava 8.3KGFM a 4250RPM e 59CV a 5500RPM e o motor era fabricado no Brasil e o 1.6 da família K já citado em detalhes no Mégane que gerava 14KGFM a 4000RPM e 90CV a 5250RPM e vale lembrar que todos os motores já eram injeção multiponto.


                                                IMPORTADOS FORA DO MERCOSUL 
                                                                   19 HATCH 
                                                       

Antes de vir da Argentina, o Renault 19 começou a vir da França em Outubro de 1992 como linha 1993 nas versões RT e 19S(o modelo da foto), o câmbio sempre manual de cinco marchas e nos motores ambos da família F, o 1.8 de 8 válvulas para o RT com 16.3KGFM a 4200RPM e 113CV a 5500RPM igual aos modelos Argentinos para o esportivo 19S que S em francês é "Soupapes" que quer dizer válvulas tinha cabeçote de 16 válvulas e duplo comando de válvulas no cabeçote no motor 1.8 e com isso passou a gerar 16.1KGFM a 4250RPM e 137CV a 6500RPM, o curioso é o torque menor no cabeçote 16V e em giro mais alto, mas a potência era maior, em outubro de 1993 na linha 1994 nada muda e em outubro de 1994 com a chegada do modelo argentino o 19S dá adeus ao mercado.

                                                       19 SEDAN 
Nesse caso vale uma menção honrosa, já que o 19 Sedan importado da França em outubro de 1992 na linha 1993 era igual ao modelo argentino que chegaria dois anos depois, inclusive a própria versão RT e o motor 1.8 de 8 válvulas.

                                                        TWINGO
                                      

Em outubro de 1994 chegava o Twingo, importado da França, apenas em versão única, câmbio manual de cinco marchas e o motor 1.2 da família Sierra/Cléon C com 9.4KGFM a 2800RPM e 55CV a 5300RPM, em outubro de 1997 na linha 1998 ele ganha o 1.2 da família D com comando de válvulas no cabeçote e injeção multiponto(antes monoponto) e agora gerava 9.5KGFM a 2500RPM e 60CV a 5200RPM e em outubro de 1999 ele deixa de ser importado da França, preparando o terreno para o modelo uruguaio.

                                                   LAGUNA 
                                           

Em Outubro de 1994 o Laguna chegava importado da França, ele vinha em única opção de acabamento: RXE, única opção de câmbio: automático de quatro marchas e única opção de motor: A PRV V6 de 3 litros na época apenas 12 válvulas que gerava 24.5KGFM a 4500RPM e 170CV a 5500RPM, em março de 1996 ele ganhou uma versão mais barata era a RXE 2.nada com motor 2.nada que gerava 17.1KGFM a 4250RPM e 115CV a 5750RPM e o câmbio era manual de cinco marchas, em Abril de 1996 a Renault rompe com a CAOA e assume direto e houve briga pública entre as duas , a Renault disse que a CAOA fazia as coisas erradas que isso manchava a reputação da Renault e a CAOA dizia que os carros dela que eram complicados e inclusive até evocou os Renault Gordini/Dauphine feito pela Willys para dizer que os carros da Renault eram problemáticos, mas enfim cada um seguiu o seu rumo. Em Março de 1997 chegava o 2.nada 16V de origem Volvo que gerava 19KGFM a 4500RPM e 140CV a 6000RPM e o câmbio era o automático de quatro marchas, o manual de cinco marchas dava adeus a linha Laguna no mercado brasileiro, em Outubro de 1997 na linha 1998 nada muda, em março de 1999 chegavam novos para-choques dianteiros, novos faróis e lanternas, já o 2.nada 16V de origem Volvo dá lugar  ao 2.nada 16V da família F, o famoso F4R que gerava 19.2KGFM a 3750RPM e 138CV a 5750RPM com comando de válvulas variável na admissão acionado por correia dentada e duplo e o V6 3 litros da família PRV dava lugar ao V6 3 litros 24 válvulas da família ES com 27.4KGFM a 4000RPM e 193CV a 5750RPM e sempre o câmbio é o automático de quatro marchas.

                                                 
O Laguna ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques e lanternas e o motor 2.nada 16V agora era de origem Renault com 138CV e o V6 de 3 litros agora era 24 válvulas da família ES com 193CV 

Em Outubro de 1999 na linha 2000 ele fica sem alterações.

                                                            LAGUNA NEVADA 
                                                     

Em Outubro de 1997 na linha 1998 chegava importada da França a perua Laguna Nevada, com câmbio automático de quatro marchas e o motor 2.nada 16V de origem Volvo de 140CV já citado em detalhes no sedã, em Outubro de 1998 na linha 1999 nada muda, em março de 1999 ela ganhava novo para-choque, faróis e grades e pequenas mudanças na lanterna, já o motor 2.nada 16V passava a ser o família F da própria Renault, o famoso F4R com 138CV.

                                               
A Laguna Nevada recebe alterações visuais e junto com ela o novo 2.nada 16V de origem Renault com 138CV 

Em outubro de 1999 na linha 2000 nada muda.


                                                               2000-2010 
A vida de Clio, Scénic e Mégane, a chegada de Kangoo, Logan e Sandero, além claro de outros modelos Renault e até mesmo Laguna e outros importados fora do Mercosul, primeiro os nacionais e Mercosul.

                                                                CLIO 
                                                         

O Clio entra na década nas versões RL, RN e RT, sempre de quatro portas, apenas câmbio manual de cinco marchas, duas opções de motor, o 1.nada da família D com 58CV e o 1.6 da família K de 90CV, o 1.nada vinha nas versões RL e RN, o 1.6 vinha nas versões RN e RT. Em Outubro de 2000 como linha 2001 o Clio recebe o 1.6 16V da família K com 15.2KGFM a 4250RPM e 102CV a 5750RPM nas versões RN e RT substituindo o 16V. Em Janeiro de 2001 era vez do Clio Si que tinha novos faróis com dupla parábola e o motor 1.6 16V nessa versão foi calibrada para gerar 110CV a 5750RPM.

                                              
O Si chegava ao mercado com motor 1.6 16V de 110CV 

Em Fevereiro de 2001 chegava o motor 1.nada 16V da família D com comando de válvulas simples no cabeçote e 16 válvulas e com isso gerava 9.5KGFM a 4200RPM e 70CV a 5500RPM disponível nas versões RN e RT, era a primeira vez que o motor 1.nada estava disponível para a opção de acabamento RT. Em Outubro de 2001 na linha 2002 o motor 1.6 16V passava a ter 110CV em todas as versões equipadas com esse motor e o torque agora era de 15.2KGFM a 3750RPM, em outubro de 2002 na linha 2003 ele recebe os faróis do Si em todas as versões. Em Março de 2003 o modelo recebe nova grade dianteira, faróis, para-choques e mudanças nas lanternas, agora as versões não eram mais RL, RN e RT e sim: Authentique, Expression e Privilege, no caso da Autentique vinha com o 1.nada de 8 válvulas agora com 58CV a 5500RPM, o 1.nada 16V, a Expression vinha com o 1.nada, 1.nada 16V e 1.6 16V, a Privilege com o 1.nada 16V e o 1.6 16V e já foi lançado como linha 2004.
 
                                                    
O Clio ganhava visual renovado e o motor 1.nada agora gerava 58CV, o 1.nada 16V de 70CV  era mantido e mais tarde passava a 76CV e o 1.6 16V de 110CV também e esse passava ser Flex gerando 110CV com gasolina e 115CV com álcool 

Em março de 2004 depois de um logo tempo o Clio volta a ter carroceria duas portas na versão Dynamique e vinha com motor 1.nada 16V e o 1.6 16V, em Outubro de 2004 na linha 2005 ele ganhava o 1.6 16V Hi-Flex da família K, o 1.6 16V passa a ser Flex e com isso gerava 15.2KGFM a 3750RPM e 110CV a 5750RPM com gasolina e com álcool vai a 16KGFM e 115CV nas mesmas rotações e ao mesmo tempo a carroceria duas portas é estendida ao Authentique e ao Expression. Em Fevereiro de 2005 o 1.nada 16V passava por alterações e passava se chamar Hi-Power e com isso gerava 9.7KGFM a 4250RPM e 76CV a 6000RPM. Em Outubro de 2005 na linha 2006 ele ganhava nova grade dianteira, para-choques, novas lanternas, nova tampa do porta-malas na traseira e a reboque dessas mudanças o 1.nada e o 1.6 16V eram mantidos sem alterações e estreou o 1.nada 16V Hi-Flex que gerava 10KGFM a 4250RPM e 76CV a 6000RPM com gasolina  e com álcool vai a 10.2KGFM e 77CV.

                                                     
Nova tampa traseira do porta-malas, para-choques e nova grade e junto com ela estreia do 1.nada 16V Flex de 76CV com gasolina e 77CV com álcool, além de manter o 1.nada de 58CV e o 1.6 16V de 110CV com gasolina e 115CV com álcool 

Em Dezembro a versão de acabamento Dynamique do Clio dá adeus, em Outubro de 2006 na linha 2007 ele não tem alterações, mas a Renault prepararia alterações em São José dos Pinhais-PR, em Outubro de 2007 com a chegada do Sandero, o Clio perde a opção do motor 1.6 16V e fica apenas nas versões Autentique e Expression e no motor 1.nada e 1.nada 16V e lógico já começa a transferência para a fábrica de Santa Isabel, Cordoba, Argentina e em Fevereiro de 2008 o Clio passa a ser vendido em versão única: Campus e apenas no motor 1.nada 16V e com opção de duas e quatro portas e chegando a ser o segundo carro mais barato do país na época.

                                                     
O Clio agora como Campus e perdeu equipamentos e apenas o motor 1.nada 16V de 76CV com gasolina e 77CV com álcool 

Em Outubro de 2008 na linha 2009 nada muda, em Outubro de 2009 na linha 2010 sem alterações e lógico atravessaria uma parte da década de 2010.

                                                        MÉGANE HATCH 
                                                 

O Mégane entrava na década importado da Argentina e recém perdido a versão RN e mantido a RT e a RXE e os motores 1.6 de 90CV e o 2.nada de 115CV, em março de 2000 ele ganhava nova grade dianteira, para-choques e novas lanternas traseiras , as versões continuavam RT e RXE, o câmbio continuava manual de cinco marchas e os motores 1.6 e 2.nada dão lugar ao 1.6 16V da família K já citado no Clio que aqui gerava 15.2KGFM a 3750RPM e 110CV a 5750RPM e o motor era feito no Paraná e seguia para equipar o Hatch argentino.

                                               
Modelo recebeu nova grade dianteira, novas lanternas e novas rodas de liga-leve agora o motor era apenas o 1.6 16V de 110CV 

Em Outubro de 2000 na linha 2001 nada muda, em Outubro de 2001 na linha 2002 sem alterações, em março de 2003 chegava a linha 2003 atrasada e perdia a versão RXE, só ficava a RT, em outubro de 2003 na linha 2004 sem mudanças, em outubro de 2004 na linha 2005 a versão RT virava Expression e seguiu no mercado até Outubro de 2005 quando deu adeus ao mercado brasileiro.

                                                     MÉGANE SEDAN
                                          

O Mégane Sedan estreava na década nas versões RT e RXE, câmbio manual de cinco marchas e o motor 2.nada de 115CV, em Março de 2000 ele recebia um facelift com nova grade dianteira, faróis, para-choques e lanternas, o sedã fabricado na Argentina continuava nas versões RT e RXE, a novidade é que para a RT o motor agora era o 1.6 16V de 110CV já citado no Hatch e para a RXE o motor 2.nada de 115CV era mantido, o câmbio sempre manual de cinco marchas.

                                           
O Mégane Sedan era reestilizado também, o motor 2.nada de 115CV continuava e estreava o 1.6 16V de 110CV, mais tarde chegava o 2.nada 16V de 138CV 

Em Outubro de 2000 na linha 2001 nada muda, em outubro de 2001 na linha 2002, em Março de 2003 chegava a linha 2003 agora ele estava disponível na versão RXE apenas, câmbio manual de cinco marchas e o 2.nada 16V da família F, o famoso F4R substitui o de 8 válvulas e com duplo comando de válvulas no cabeçote sendo variável na admissão ele passou a gerar 19.2KGFM a 3750RPM e 138CV a 5750RPM, em outubro de 2003 na linha 2004 nada muda, em outubro de 2004 na linha 2005 a versão RXE vira Privilége ganhava novas rodas e a opção do câmbio automático de quatro marchas, em Outubro de 2005 na linha 2006 ele não muda, afinal só fica nos estoques até a chegada da segunda geração fabricada no Brasil em São José dos Pinhais-PR.

   Em março de 2006 chegava a segunda geração do Mégane Sedan, fabricada em São José dos Pinhais-PR, ele vinha nas versões Expression e Dynamique, apenas com câmbio manual de cinco marchas e o motor 1.6 16V da família K só que agora Flex que gerava 15.2KGFM a 3750RPM e 110CV a 5750RPM e com álcool vai a 16KGFM e 115CV nas mesmas rotações.

                                                       
O Mégane chegava ao mercado de início com motor 1.6 16V de 110CV com gasolina e 115CV com álcool e mais tarde chegava o 2.nada 16V de 138CV apenas á gasolina.

Em maio de 2006 aliás o Mégane II chegou como linha 2007 vale lembrar e era feito na plataforma C da Renault-Nissan, ele recebia a opção do motor 2.nada 16V da família F na versão Dynamique com 138CV herdada da Scénic e da primeira geração do Mégane, só que agora além do automático de quatro marchas podia vir com o manual de seis marchas. Em Outubro de 2007 na linha 2008 sem mudanças, Em Outubro de 2008 na linha 2009 chegava a série especial Extreme que tinha para-choques, aerofólio e saias laterais, apenas decoração, já que os motores 1.6 16V e 2.nada 16V eram os mesmos do resto da linha. Em Abril de 2009 como linha 2010 chegava a opção de acabamento Privilége e ele chegaria a atravessar um pouco da década, com nova grade dianteira, faróis e para-choques e perdia o câmbio manual de seis marchas atrelado ao motor 2.nada 16V.

                                                   
Nova grade dianteira e para-choques, o motor 1.6 16V Flex de 110CV com gasolina e 115CV com álcool  e o 2.nada 16V de 138CV foram mantidos.



                                                               SCÉNIC 
                                               

A primeira minivan nacional entrou como modelo recém-lançado na década, nas versões RT e RXE, câmbio manual de cinco marchas e duas opções de motores: o 1.6 16V de 110CV e o 2.nada de 115CV, Em Outubro de 2000 na linha 2001 sem mudanças, em Março de 2001 como resposta a chegada da Citroën Picasso e da Chevrolet Zafira, veio mudanças, o motor 1.6 16V era mantido na gama, mas estreava o 2.nada 16V de 140CV a 5500RPM que já citamos no Mégane Sedan que chegaria primeiro na Scénic, além disso ela ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques e novas lanternas.

                                               
Nova grade dianteira, faróis e para-choques, o motor 1.6 16V de 110CV era mantido e estreava o 2.nada 16V de 140CV, mais tarde esse passava a gerar 138CV e o 1.6 16V virava Flex gerando 110CV com gasolina e 115CV com álcool.

Em Setembro de 2001 na linha 2002 chegava a opção do câmbio automático de quatro marchas atrelado ao motor 2.nada 16V, em outubro de 2002 na linha 2003 nada muda, em Outubro de 2003 na linha 2004 as versões de acabamento mudam de nome: Authentique, Expression e Privilége e Privilége Plus , as duas opções de motores eram mantidas: 1.6 16V e 2.nada 16V, as duas opções de câmbio também: manual de cinco marchas ou automático de quatro marchas e em Dezembro de 2003 o câmbio automático de quatro marchas chegava ao motor 1.6 16V. Em Outubro de 2004 na linha 2005 a Scénic perde a opção da versão Privilége Plus, Em Junho de 2005 como linha 2006 ela recebe o motor 1.6 16V Hi-Flex já citado em detalhes no Clio com 110CV com gasolina e 115CV com álcool e o câmbio automático voltava a não ser atrelado ao motor 1.6 16V, podia ser atrelado ao 2.nada 16V e aí  minivan fabricada em São José dos Pinhais-PR seguiu sem alterações até Outubro de 2008 na linha 2009 quando perdeu a versões Expression e Privilége, o câmbio automático de quatro marchas, só ficando a Autentique, o motor 1.6 16V Hi-Flex e o câmbio manual de cinco marchas ela chegaria atravessar um pouco a década seguinte, aliás bem pouco.

                                                                   TRAFIC 
                                              

A Trafic entrava na década com motor 2.2 de 80CV á gasolina da família J, em outubro de 2000 na linha 2001 nada muda, em outubro de 2001 na linha 2002 ela fica apenas nos estoques até e a chegada da Master fabricada no Brasil e o furgão argentino dá adeus.


                                                               TWINGO
                                                 

Em Janeiro de 2000 o Twingo passava vir em CKD do Uruguai, nas versões Initiale e Pack, câmbio manual de cinco marchas e o motor 1.nada de 58CV da família D já citado em detalhes no Clio, Em Outubro de 2000 na linha 2001 nada muda,  Em Outubro de 2002 na linha 2003 nada muda, ah, o modelo uruguaio já contava com setas transparentes, Em Fevereiro de 2002 o Twingo trocava o 1.nada de 8 válvulas pelo 1.nada 16V de 70CV já citado em detalhes no Clio, em outubro de 2002 na linha 2003 nada muda e em Agosto de 2003 o Twingo dá adeus ao mercado brasileiro.

                                                             KANGOO 
                                                


Em março de 2000 era vez do Kangoo chegar ao mercado importado da Argentina, nas versões passageiros e Express(Furgão), nas versões de acabamento RL e RN(nesse caso exclusivo do modelo de passageiros), câmbio manual de cinco marchas e duas opções de motores: o 1.nada de 58CV e o 1.6 de 90CV ambos já citados em detalhes em Clio e Mégane I. Em Outubro de 2000 na linha 2001 nada muda afinal era recém-lançado, em Outubro de 2001 na linha 2002 nada muda, em Agosto de 2002 na linha 2003 o motor 1.nada 16V de 70CV entra no lugar do 1.nada de 8 válvulas, Em agosto de 2003 na linha 2004 o Kangoo recebe o motor 1.6 16V da família K só que "estrangulado" para gerar 15.1KGFM a 3750RPM e 95CV a 5000RPM. Em Outubro de 2004 na linha 2005 o Kangoo perdia o motor 1.nada 16V, Em Novembro de 2005 como linha 2006 a versão RL vira Authentique e a RN Expression. Em Agosto de 2006 como linha 2007 o Kangoo ganha a versão fora de estrada -leve chamada de Sportway com trajes fora de estrada e pneus de uso misto, mas mantinha a altura livre do solo e apenas no motor 1.6 16V.

                                               
O Kangoo Sportway chegava ao mercado com o mesmo 1.6 16V de 95CV 

Em agosto de 2007 na linha 2008 o 1.6 16V do Kangoo virava Flex com gasolina ele gerava 15.1KGFM a 3750RPM e 95CV a 5000RPM e com álcool vai a 15.3KGFM e 98CV nas mesmas rotações. Em Junho de 2008 como linha 2009 o Kangoo ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques e mudanças na lanterna , a versão Expression deixava de existir, ele agora estava disponível na Authentique, Sportway e Express(Furgão) e o motor continuava o mesmo 1.6 16V Flex sem alterações com 95CV com gasolina e 98CV com álcool.

                                                  
O Kangoo recebe nova grade dianteira, faróis, para-choques e pequenas mudanças na lanterna e o motor era o 1.6 16V Flex de 95CV com gasolina e 98CV com álcool.

O Sportway também muda o visual e mantém o motor.

Em Outubro de 2009 na linha 2010 nada muda no furgão fabricado na Argentina e ele atravessaria a década.

                                        

                                                           CLIO SEDAN 
                                             

Em Outubro de 2000 como linha 2001 chegava o terceiro modelo da marca fabricado em São José dos Pinhais-PR era o Clio Sedan, vinha nas versões RN e RT, apenas com o motor 1.6 16V da família K com 102CV já citado no Hatch em detalhes, em Fevereiro de 2001 ele recebia a opção do 1.nada 16V de 70CV já citado em detalhes no Hatch, em outubro de 2001 na linha 2002 nada muda. Em Outubro de 2002 na linha 2003 ele recebia faróis de dupla parábola iguais ao Clio Si, em Março de 2003 já como linha 2004 ele ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques, na traseira a lanterna na parte da seta ficava translúcida, ele agora vinha nas versões Authentique, Expression e Privilége, câmbio manual de cinco marchas como sempre e duas opções de motores: o 1.nada 16V e o 1.6 16V eram mantidos.

                                                    
Nova grade dianteira, faróis e para-choques e os motores 1.nada 16V de 70CV e o 1.6 16V de 110CV eram mantidos, mais tarde o 1.6 16V virava Flex e passava  gera 110CV com gasolina e 115CV com álcool e o 1.nada 16V vai a 76CV.

E já foi lançado como linha 2004. Em Outubro de 2004 na linha 2005 o motor 1.6 16V virava flex e passava se chamar Hi-Flex e com isso passou a gerar 110CV com gasolina e 115CV com álcool já em detalhes no Hatch, em Março de 2005 chegava o 1.nada 16V Hi-Power que agora gerava 76CV ainda apenas á gasolina. Em Outubro de 2005 na linha 2006 nova grade dianteira, faróis e para-choques, na traseira nada mudança, as versões continuava a mesmas, assim como o câmbio manual de cinco marchas e o motor 1.6 16V Hi-Flex era mantido e estreava o 1.nada 16V Hi-Flex que agora gerava 76CV com gasolina e 77CV com álcool, em outubro de 2006 na linha 2007 nada muda, em outubro de 2007 na linha 2008 nada muda e o modelo já havia sido transferido de São José dos Pinhais-PR para Santa Isabel, Córdoba, Argentina a sua produção e sem alterações e em outubro de 2008 na linha 2009 sem alterações e era o seu fim e em março de 2009 ele deu adeus ao mercado e foi substituído pelo Symbol.

                                                               MASTER
                                                   

Em março de 2002 a Renault lançou a Master fabricada em São José dos Pinhais-PR, ela chegava nas versões passageiros e carga, curta e longa, câmbio manual de cinco marchas e duas opções de motores, a DCi 90 e a DCi 115, no caso o motor era o Fiat-Sofim ou família S na Renault vinha da França com bloco de ferro, cabeçote de alumínio, comando de válvulas simples no cabeçote acionado por correia dentada e injeção eletrônica sem common-rail e com isso gerava 18.3KGFM a 3000RPM e 86CV a 3800RPM e a versão turbo desse motor gerava 26.5KGFM a 1800RPM e 114CV a 3800RPM, por isso os nomes "90 e 115",  vale lembrar que ao contrário de Peugeot Boxer e Citroën Jumper que eram(e ainda são) baseados na Ducato, a Master tinha uma base própria, só o motor era compartilhado. Em Outubro de 2002 na linha 2003 nada muda, em outubro de 2003 na linha 2004 nada muda, em outubro de 2004 na linha 2005 nada muda, Em Outubro de 2005 na linha 2006 ela trocava o motor 2.8 diesel e turbo diesel de projeto conjunto com a Fiat era substituído pelo 2.5 16V DCi da família G da própria Renault com turbo, intercooler e injeção common-rail e com isso gerava 29.6KGFM a 1600RPM e 115CV a 3600RPM agora chamado de DCi 120 e o duplo comando de válvulas no cabeçote acionado por correia dentada, o anterior era simples. Em Outubro de 2006 na linha 2007 nada muda e seguiu sem alterações até o final década.


                                                     MÉGANE GRAND TOUR
                                               

Em Outubro de 2006 como linha 2007 chegava a perua Mégane Grand Tour fabricada em São José dos Pinhais-PR e será a única perua Renault fabricada no Brasil, ela vinha nas versões Expression e Dynamique, três opções de câmbio: manual de cinco marchas, manual de seis marchas e o automático de quatro marchas e duas opções de motor: 1.6 16V Hi-Flex de 110CV com gasolina e 115CV com álcool e esse atrelado ao câmbio manual de cinco marchas e o 2.nada 16V de 138CV esse podia vir com o manual de seis marchas ou automático de quatro marchas. Em Outubro de 2007 na linha 2008 nada muda, em Outubro de 2008 chegava a série especial Extreme que tinha para-choque, grade, faróis, saias e aerofólio, mas os motores 1.6 16V e 2.nada 16V eram o mesmo das outras versões era a linha 2009. Em Abril de 2009 chegava a linha 2010 que trazia a versão Privilége com motor 2.nada 16V e câmbio automático de quatro marchas e junto com ela nova grade dianteira, faróis e para-choques e também perdia o câmbio manual de seis marchas atrelado ao motor 2.nada 16V. 

                                               
A Mégane Gran Tour ganha novos para-choques e grade dianteira, já os motores continuavam os mesmos 1.6 16V Flex e o 2.nada 16V. 

   
                                                 

                                                   

                                                           LOGAN 
                                           

Em Julho de 2007 já como linha 2008 a primeira geração do Logan é lançada no Brasil produzida em São José dos Pinhais-PR, nas versões Authentique, Expression e Privilége, o modelo oferecia espaço interno de carro maior e muitos rivais seguiram o caminho, apesar do visual,  o câmbio sempre era manual de cinco marchas e duas opções de motores, a primeira é o 1.nada 16V Hi-Flex da família D de 9.9KGFM a 4350RPM e 76CV a 6000RPM e com álcool vai a 10.1KGFM e 77CV nas mesmas rotações e a segunda opção é o 1.6 16V Hi-Flex da família K  de 15.1KGFM a 3750RPM e 107CV a 5750RPM e com álcool vai a 15.4KGFM e 112CV, o coletor por causa do design teve que ir no caminho diferente, e isso custou um pouco de torque ao 1.nada 16V e potência e torque ao 1.6 16V e aproveitando a chegada do Sandero(sim já vamos falar dele...), em Novembro o Logan recebe o 1.6 Hi-Flex com cabeçote de 8 válvulas que gerava 13.7KGFM a 2850RPM e 92CV a 5750RPM e com álcool vai a 14.1KGFM e 95CV nas mesmas rotações. Em Outubro de 2008 na linha 2009 nada muda para o Logan, em Julho de 2009 na linha 2010 o Logan perde a opção do motor 1.6 16V e lógico entraria na próxima década.

                                                                     SANDERO 
                                                  

Em Novembro de 2007 chegaria o modelo que seria o Renault brasileiro mais vendido de todos os tempos: o Sandero, embora tinha um visual polêmico nessa primeira geração, ele vinha nas versões Authentique, Expression e Privilége, o câmbio sempre manual de cinco marchas e nos motores o 1.nada 16V Hi-Flex de 76CV com gasolina e 77CV com álcool já citado em detalhes no Logan, o 1.6 Hi-Flex de 92CV com gasolina e 95CV com álcool já citado em detalhes no Logan e o 1.6 16V Hi-Flex de 107CV com gasolina e 112CV com álcool já citado no Logan e foi lançado como linha 2008. Em Outubro de 2008 como novidade da linha 2009 chegava o Stepway, com suspensão elevada, pneus de uso misto e o motor 1.6 16V de 107CV com gasolina e 112CV com álcool.

                                                
O Stepway chegava ao mercado com motor 1.6 16V de 107CV com gasolina e 112CV com álcool.

Em Julho de 2009 na linha 2010 sem alterações e entraria na próxima década.

                                                             SYMBOL 
                                             

Em março de 2009 como linha 2010 chegava o Symbol que entrava no lugar do Clio Sedan, inclusive ele herdava a base desse modelo, apenas câmbio manual de cinco marchas, duas opções de acabamento: Expression e Privilége, duas opções de motores, ambas 1.6, no caso a de 8 válvulas de 92CV com gasolina e 95CV com álcool já citada em detalhes no Logan e a de 16 válvulas que gerava 15.2KGFM a 3750RPM e 110CV a 5750RPM e com álcool vai a 16KGFM e 115CV nas mesmas rotações.

                                                          IMPORTADOS 

                                                              LAGUNA
                                               

O Laguna entrava na década no câmbio automático de quatro marchas, recém novado visualmente e os motores 2.nada 16V de 138CV e o V6 3 litros 24 válvulas da família ES com 193CV, em Outubro de 2000 ele deixa de ser importado, mas os estoques foram tão grandes só acabam dois anos depois e em Outubro de 2002 chegava a nova geração do Laguna, feita na plataforma MS, o câmbio automático de cinco marchas e apenas na versão de acabamento Privilége e apenas no motor V6 de 3 litros e 24 válvulas da família ES que agora gerava 29.5KGFM a 3750RPM e 210CV a 5700RPM, vale lembrar que o motor ganhou comando de válvulas e coletores variáveis.

                                                     
A segunda geração do Laguna chegava ao mercado com motor V6 3 litros 24 válvulas de 210CV 

Em outubro de 2003 na linha 2004 nada muda, em outubro de 2004 na linha 2005 nada muda e em outubro de 2005 ele deixa de ser importado e fica os estoques até março de 2006.


                                                         LAGUNA NEVADA 
                                                  

A Laguna Nevada entrou na década com motor 2.nada 16V de 138CV e câmbio automático de quatro marchas, em outubro de 2000 ela deixou de ser importado e só ficaram os estoques que duraram até Outubro de 2002 quando ela deu adeus.

                                                       LAGUNA GRAND TOUR 
                                              

Esclarecendo: não estou vendendo nenhum perua Laguna, mas foi a única que achei, o câmbio é o automático de cinco marchas, o motor era o V6 de 3 litros e 24 válvulas de 210CV do sedã e a versão de acabamento era a Privilége foi lançada em Outubro de 2002 importada da França e seguiu sem alterações até o fim das importações em outubro de 2005 e em Março de 2006 ela deu o seu adeus.

                                                               MÉGANE CC 
                                               

Em Fevereiro de 2008 já como linha 2009 importado da França, chegava o Mégane CC(Coupé-Cabriolet). O  câmbio automático de quatro marchas e no motor 2.nada 16V da família F, o famoso F4R com 19.2KGFM a 3750RPM e 138CV a 5750RPM era o único motor e em outubro de 2009 ele dá adeus ao mercado e deixa de ser importado.

                                                        GRAND SCÉNIC 
                                                 

Em Fevereiro de 2008 já como linha 2009 chegava a minivan Grand Scénic com sete lugares, apenas na versão Dynamique, o câmbio é o automático de quatro marchas e o motor é o 2.nada 16V de 138CV já citado no Mégane CC e em Outubro de 2009 na linha 2010 ela dá adeus ao mercado brasileiro.

                                                             2010 - HOJE 
A chegada de Kwid, a segunda geração de Sandero e Logan(com direto a Sandero R.S), Fluence, a primeira picape e modelos elétricos importados.

                                                              CLIO 
                                               

O Clio entra na década como carro de entrada da Renault, apenas na versão Campus, câmbio manual de cinco marchas, o motor 1.nada 16V da família D que gerava 76CV com gasolina e 77CV com álcool, com opção de duas ou quatro portas chegou a ser o segundo ou quando muito terceiro carro mais barato do país a seu tempo. Em Outubro de 2010 na linha 2011 nada muda, em outubro de 2011 na linha 2012 também sem alterações e em Outubro de 2012 na linha 2013 ele ganhava nova grade dianteira, faróis e para-choques inspirados no  Clio IV, novo capô que não combinaram com o resto do visual e novo vidro traseiro, agora duas versões de acabamento: Authentique e Expression, o câmbio manual de cinco marchas e o motor 1.nada 16V Hi-Flex passava se chamar Hi-Power de novo e passou a gerar 10.1KGFM a 4250RPM e 77CV a 6000RPM com gasolina e com álcool passou a gerar 10.5KGFM e 80CV nas mesmas rotações.

                                                       
O Clio recebe nova grade dianteira, faróis e para-choques, novo vidro traseiro e o motor 1.nada 16V passou a gerar 77CV com gasolina e 80CV com álcool 

Em Outubro de 2013 na linha 2014 nada muda, em outubro de 2014 na linha 2015 a opção da carroceria duas portas dá adeus. Em Outubro de 2015 na linha 2016 sem alterações, em Novembro de 2016 ele deixa de ser produzido na Argentina e em Janeiro de 2017 deixa de ser oficialmente vendido no Brasil e o Kwid toma o seu lugar.

                                                                 LOGAN 
                                                

O Logan entrou na década nas versões Authentique, Expression e Privilége, no câmbio manual de cinco marchas e duas opções de motor: o 1.nada 16V Flex da família D com 76CV com gasolina e 77CV com álcool e o 1.6 Flex de 92CV com gasolina e 95CV com álcool. Em Março de 2010 ele ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques e mudanças nas lanterna, as versões de acabamento eram mantidas e os motores também, mas houve redistribuição: O 1.nada 16V ficava na Authentique e Expression e o 1.6 na Expression e na Privilége e já era a linha 2011.

                                           
O Logan ganha nova grade dianteira, faróis e para-choques, o motor 1.nada 16V de 76CV com gasolina e 77CV com álcool é mantido, o 1.6 de 92CV com gasolina e 95CV com álcool também, mais tarde o 1.6 16V de 107CV com gasolina e 112CV voltava atrelado ao câmbio automático e o 1.6 de 8 válvulas ganhava alterações para gerar 98CV com gasolina e 106CV com álcool. 

Em Junho de 2011 como linha 2012 o Logan ganhava a opção do câmbio automático de quatro marchas e  com ele o retorno do motor 1.6 16V da família K com 15.1KGFM a 3750RPM e 107CV a 5750RPM com gasolina e com álcool vai a 15.4KGFM e 112CV nas mesmas rotações e apenas para o Privilege. Em Agosto de 2012 como linha 2013 o motor 1.6 de 8 válvulas recebia alterações e passava se chamar Hi-Power e com isso passou a gerar 14.5KGFM a 3850RPM e 98CV a 5750RPM e com álcool va ia 15.5KGFM e 106CV nas mesmas rotações. Em Outubro de 2013 a segunda geração chegava ao mercado com visual totalmente renovado e bonito, novo painel de instrumentos que lembrava o do Fluence, mas simplificado, o câmbio automático de quatro marchas dava adeus e com ele o motor 1.6 16V, o câmbio manual de cinco marchas era mantido, ele vinha na versão Authentique, Expression e Dynamique e os motores o 1.nada 16V Flex Hi-Power de 77CV com gasolina e 80CV com álcool já citado em detalhes no Clio e o 1.6 que foi alterado no ano anterior foi mantido.

                                                      
A segunda geração do Logan chegava ao mercado com motor 1.nada 16V de 77CV com gasolina e 80CV com álcool e o 1.6 de 98CV com gasolina e 106CV com álcool, mais tarde o 1.nada 16V era substituído pelo três cilindros 1.nada 12V de 79CV com gasolina e 82CV com álcool e o 1.6 16V de 115CV com gasolina e 118CV com álcool. 

E na mudança de geração um reposicionamento: antes ele era abaixo do Sandero, agora ele estava acima e se mantém até hoje, tirando lógico a versão R.S do Hatch(sim, já vamos falar sobre ele). Em Outubro de 2014 como linha 2015 do Logan ele ganhava o câmbio manual-automatizado de cinco marchas chamado de Easy-R pela marca francesa. Em Outubro de 2015 na linha 2016 nada muda. Em Outubro de 2016 na linha 2017 mudança de motores, o 1.nada 16V dava lugar ao novo três cilindros SCe 1.nada 12V da nova família B da Renault com bloco e cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas variável no cabeçote acionado por corrente metálica e coletores variáveis que gerava 10.2KGFM a 3500RPM e 79CV a 6300RPM com gasolina e com álcool vai a 10.5KGFM e 82CV nas mesmas rotações e o SCe 1.6 16V da família HR ou H4M na Renault com bloco e cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas variável no cabeçote acionado por corrente metálica e coletores variáveis que gera 16KGFM a 4000RPM e 115CV a 5500RPM e com álcool mantém o torque e vai a 118CV nas mesmas rotações e as duas opções de câmbio foram mantidas: manual de cinco marchas e o manual-automatizado Easy-R. Em Outubro de 2017 na linha 2018 nada muda, em outubro de 2018 na linha 2019 nada muda e em Julho de 2019 na linha 2020 ele ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques dianteiros, ele agora estava disponível nas versões Life, Zen, Intense e Iconic, os motores três cilindros 1.nada 12V e o 1.6 16V eram mantidos, mas estreava a opção do câmbio CVT, mas por causa dele a suspensão teve que ser elevada para ele não raspar no chão e além do CVT, ele tinha o manual de cinco marchas e o CVT simula seis marchas , nesse caso.

                                               
O Logan recebe nova dianteira, mantém os motores três cilindros 1.nada 12V de 79CV com gasolina e 82CV com álcool e o 1.6 16V de 115CV com gasolina e 118CV com álcool e marca a chegada do CVT.

Em Outubro de 2020 ele perde a opção do câmbio CVT que passa a ser vendido apenas para PCd e vendas diretas na linha 2021 e perde as versões Intense e Iconic juntos,  em Abril de 2021 chegava a linha 2022 sem mudanças e com uma notícia bombástica: segundo especulações as novas gerações de Logan e Sandero não virão ao Brasil e as atual geração do modelo irá até 2023.



                                                                    SANDERO 
                                                   

O Sandero entrou na década nas versões Authentique, Expression e Privilége, na opção de câmbio manual de cinco marchas, nas três opções de motores: 1.nada 16V da família D com 76CV com gasolina e 77CV com álcool, o 1.6 de 92CV com gasolina e 95CV com álcool e o 1.6 16V de 107CV com gasolina e 112CV com álcool. Em Outubro de 2010 na linha 2011 chegava o GT-Line, numa "manobra esportiva" a exemplo que a Chevrolet fez anos atrás com o Astra GSi, o GT-Line tinha aerofólio, rodas pretas, adesivos e mantinha o câmbio manual de cinco marchas, mas o motor era o 1.6 16V que agora só equipava ele e não mais o Privilége.

                                                    
O GT-Line chegava ao mercado e agora era o único com motor 1.6 16V de 107CV com gasolina e 112CV com álcool 

Em Maio de 2011 o Sandero ganhava nova grade dianteira, faróis e lanternas para todas as versões inclusive o Stepway, a versão GT-Line dava adeus e com ele o 1.6 16V no Sandero digamos "baixo" só o Stepway matinha o 1.6 16V, além dele o 1.nada 16V e o 1.6 eram mantidos.

                                                 
O Sandero Stepway é reestilizado com motor 1.6 16V de 107CV com gasolina e 112CV com álcool 

O Sandero "convencional" também mudava e mantinha o motor 1.nada 16V e o 1.6 e mais tarde o 1.6 16V retornava atrelado ao câmbio automático e o 1.6 passava a ter 98CV com gasolina e 106CV com álcool 

Em Junho de 2011 completando a linha 2012 chegava o câmbio automático de quatro marchas ao Sandero e junto com ele a volta do motor 1.6 16V da família K ao Sandero baixo. Em Agosto de 2012 como linha 2013 o 1.6 recebia alterações passava a gerar 98CV com gasolina e 106CV com álcool já citado em detalhes no Logan, inclusive marca o retorno da versão GT-Line com esse motor e marca também esse motor ao Stepway. Em Outubro de 2013 na linha 2014 nada muda. Em Junho de 2014 na linha 2015 chegava a segunda geração do Sandero, de início apenas com câmbio manual de cinco marchas, nas versões Authentique, Expression e Dynamique e duas opções de motores: o 1.nada 16V da família D de 77CV com gasolina e 80CV com álcool já citado no Clio e o 1.6 de 8 válvulas que foi melhorado no penúltimo ano da geração anterior e lógico o posicionamento  com o Logan já foi invertido desde a chegada da nova geração e aí só foi confirmação e lógico agora um visual bonito.

                                                         
A segunda geração do Sandero chegava ao mercado com motores 1.nada 16V Flex de 77CV com gasolina e 80CV com álcool e o 1.6 de 98CV com gasolina e 106CV com álcool, mais tarde é substtuído pelo três cilindros 1.nada 12V de 79CV com gasolina e 82CV com álcool e o 1.6 16V de 115CV com gasolina e 118CV com álcool. 

Em novembro de 2014 na linha 2015 duas novidades: a primeira é o câmbio manual-automatizado Easy-R e o aventureiro Stepway que entra na segunda geração, com câmbio manual e agora apenas com motor 1.6 de 98CV com gasolina e 106CV com álcool já citado no Logan.

                                                  
O Stepway chegava a segunda geração de início apenas o motor 1.6 de 8 válvulas, mais tarde ganhava um novo 1.6 16V 

Em Setembro de 2015 duas novidades na linha 2016, as versões GT-Line e R.S do Sandero, a GT-Line trazia para-choque esportivo, aerofólio, mas mantinha o câmbio manual de cinco marchas e o motor 1.6, mas junto dele vinha o esportivo de verdade que é o R.S desenvolvido pela Renault Sport(hoje Alpine) trazia nova grade dianteira, para-choques, saias laterais, adesivos, rodas de liga-leve aro 17 pretas(opcionais) e aro 16 de série, novo escapamento com ponteira dupla e não era só isso: o câmbio manual de cinco marchas deu lugar ao de seis marchas. O motor 1.6 deu lugar ao 2.nada 16V da família F, o famoso F4R que já tinha virado Flex no Duster(sim já vou falar sobre ele), ganhou coletor 20% mais largo e nova injeção e com isso passou a gerar 20.2KGFM a 4000RPM com gasolina e 145CV a 5750RPM e com álcool vai a 20.9KGFM e 150CV nas mesmas rotações e ganhou mudanças na suspensão e os freios traseiros passaram a ser discos sólidos na traseira em lugar dos tambores das outras versões e o R.S tinha o DRL no para-choque.

                                                  
O GT-Line tinha apenas visual esportivo e o motor era o mesmo 1.6, mais tarde recebia o 1.6 16V e até opção do três cilindros 1.nada 12V.

O R.S além do visual esportivo, tinha freios e suspensão melhores é claro o motor: O 2.nada 16V de 145CV com gasolina e 150CV com álcool 

E sim o Sandero R.S é um esportivo de verdade. Em Novembro de 2016 na linha 2017 ele troca os motores, no caso o 1.nada 16V é substituído pelo três cilindros 1.nada 12V da nova família B já citada em detalhes no Logan com 79CV com gasolina e 82CV com álcool e o 1.6 foi substituído pelo 1.6 16V SCe da família HR ou H4M de 115CV com gasolina e 118CV com álcool. Em Outubro de 2017 na linha 2018 nada muda, em outubro de 2018 na linha 2019 a versão GT-Line recebe uma opção mais barata: o três cilindros 1.nada 12V das outras versões. Em Julho de 2019 ele recebe nova grade dianteira, faróis(com DRL), Para-choques, novas lanternas, a versão Stepway vira digamos, independente e o R.S mantém a dianteira, mas renova o visual da traseira, ele mantém o câmbio manual de cinco marchas ou de seis marchas(apenas para o R.S) e estreava o câmbio CVT que simula sete marchas, além de R.S as versões eram Life, Zen e Intense era a linha 2020 do modelo, nos motores mantinha os três disponíveis: três cilindros 1.nada 12V, 1.6 16V e o 2.nada 16V exclusivo do esportivo R.S.

                                                      
O Esportivo R.S ganhava nova traseira e o motor 2.nada 16V de 145CV com gasolina e 150CV com álcool era mantido. 

As outras versões ganhavam nova grade dianteira, faróis e para-choques, além das novas lanternas, nos motores foram mantidos os três cilindros 1.nada 12V de 79CV com gasolina e 82CV com álcool e o 1.6 16V de 115CV com gasolina e 118CV com álcool e esse podia vir atrelado ao câmbio CVT.

Vale lembrar que nas versões equipadas com câmbio CVT a suspensão era elevada e no ano anterior ele havia assumido o posto de Renault brasileiro mais vendido de todos os tempos com 1.000.000 de unidades. Em Julho de 2020 na linha 2021 retornava o GT-Line nos motores três cilindros 1.nada 12V atrelado ao câmbio manual de cinco marchas e o 1.6 16V atrelado ao câmbio CVT. Em Março de 2021 na linha 2022 ele perdia a opção dos motores 1.6 16V e câmbio CVT, só ficava o três cilindros 1.nada 12V e o 2.nada 16V da família F, esse último exclusivo do R.S, assim como o câmbio manual de seis marchas, as outras versões é de cinco marchas. Em Novembro a Renault lançou a série especial S Edition que trazia o visual do R.S ao motor três cilindros e as versões Zen e Life dão adeus, só fica a S Edition, a GT-Line e a R.S, mas parece que os últimos R.S foram produzidos em Setembro e só ficará o estoque do modelo até 2022, foi pensando no 1.3 16V TCe de 170CV do Captur(sim, depois eu vou citar ele..), mas infelizmente esbarrou nos custos uma pena e assim como o Logan a próxima geração do Sandero não chegará ao Brasil, mas calma havia três modelos no projeto e o que segue em frente é uma espécie de "Pulse/Nivus" da Renault, talvez com o nome de Stepway.  



                                                                    SYMBOL 
                                                       

O Symbol entrou na década como carro recém-lançado, ele tinha duas versões de acabamento: Expression e Privilége, apenas câmbio manual de cinco marchas e duas opções de motores: o 1.6 de 92CV com gasolina e 95CV com álcool e o 1.6 16V de 110CV com gasolina e 115CV com álcool. Em Outubro de 2010 na linha 2011 nada muda, em outubro de 2011 na linha 2012 ele perde a versão Expression e junto com ela o motor 1.6 de 8 válvulas. Em Outubro de 2012 na linha 2013 sem alterações e em março de 2013 diante das baixas vendas ele dá adeus e lógico o Logan atual substituiu ele quanto a primeira geração do Logan.

                                                             SCÉNIC 
                                               

A Scénic entrou na década apenas na versão Authentique, no câmbio manual de cinco marchas e no motor 1.6 16V Flex de 110CV com gasolina e 115CV com álcool, mas duraria pouco em Julho de 2010 ela deixa de ser produzida e o primeiro Renault feito no brasil(descontando os dois Willys dos anos 1960) e a primeira minivan nacional dá o seu adeus.

                                                         MÉGANE 
                                           

Antes de mais nada, além de Grand Tour, agora o Mégane só tinha a carroceria sedã, então vamos tratar apenas por Mégane. O sedã entra na década nas versões Expression, Dynamique a recém-lançada Privilége, duas opções de câmbio: manual de cinco marchas ou automático de quatro marchas, o motor 1.6 16V Flex da família K com 110CV com gasolina e 115CV com álcool e o 2.nada 16V da família F com 138CV, apenas á gasolina, o motor menor está atrelado ao câmbio manual e o motor ao automático e ele duraria pouco até Outubro de 2010 quando o Fluence feito na Argentina foi apresentado ele deu adeus. 

                                                         

                                                             MÉGANE GRAND TOUR   
                                                   

A Mégane Grand Tour entrou na década nas versões Expression, Dynamique e Privilége, duas opções de câmbio: manual de cinco marchas ou automático de quatro marchas, duas opções de motor: 1.6 16V de 110CV com gasolina e 115CV com álcool e o 2.nada 16V de 138CV, o motor menor atrelado ao câmbio manual de cinco marchas e o maior ao automático. Em Outubro de 2010 na linha 2011 a perua perdia as versões Expression e Privilége e junto com ela o motor 2.nada 16V e o câmbio automático, apenas na versão Dynamique, no motor 1.6 16V e câmbio manual e a Renault reduziu o preço, resultado: as vendas triplicaram. Em Outubro de 2011 na linha 2012 nada muda e em Outubro de 2012 ela dá adeus ao mercado brasileiro  e será a única perua Renault fabricada no Brasil, aliás o segmento de peruas seria enterrado oito anos depois.

                                                              KANGOO 
                                              



O Kangoo entrou na década nas versões Authentique, Sportway(passageiros) e a Express(Carga), câmbio manual de cinco marchas e o motor 1.6 16V da família K de 95CV com gasolina e 98CV com álcool. Em Outubro de 2010 na linha 2011 a versão passageiros dá adeus, ficando só o Express e o Kangoo seguiu sem alterações até Março de 2014 quando ganhou nova grade dianteira e para-choque dianteiro.  

                                            
O Kangoo ganhava novo para-choque e grade dianteira e o motor 1.6 16V de 95CV com gasolina e 98CV com álcool.

E o Kangoo seguiu sem alterações até Julho de 2018 quando deu adeus, na Argentina onde ele era fabricado, o Dokker herdou o nome de Kangoo e é vendido além da terra do Maradona, para Colômbia e México, se especulou-se a vinda ao Brasil, mas ele não veio, só o Z.E francês que chegou aqui.

                                                                  MASTER 
                                              

A Renault Master entrou na década, com câmbio manual de cinco marchas, versões passageiros e furgão e o motor 2.5 16V DCi Turbo Diesel de 115CV. Em Outubro de 2010 na linha 2011 ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques e câmbio manual de seis marchas, mas manteve o motor 2.5 16V Turbo Diesel DCi 
 
                                             
A Master recebeu reestilização, manteve o motor  2.5 16V Turbo Diesel e ganhou o câmbio manual de seis marchas. 

Em Outubro de 2011 na linha 2012 sem mudanças, em outubro de 2012 na linha 2013 sem alterações, afinal a nova geração viria logo, em Fevereiro de 2013 chegou a segunda geração da Master já como linha 2014, o câmbio era manual de seis marchas, já o motor era o novo 2.3 16V Turbo Diesel DCi 130 da família MR com bloco de ferro, cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas no cabeçote acionado por corrente metálica, turbo, intercooler e injeção common-rail  que gerava 31.7KGFM a 1500RPM e 130CV a 5500RPM.

                                                   
A segunda geração da Master com motor 2.3 16V Turbo Diesel de 130CV. 

A mudança faz efeito: no ano 2014 ela assume a liderança, tirando dois modelos que eram importantes no segmento: Kombi e Ducato, a primeira se aposentou em 2013 por causa da lei do ABS e Air Bag Duplo e a Ducato foi ultrapassado pelo modelo da Renault e ela mantém a liderança nos furgões que carregam mais de 1 tonelada até hoje(PBT de até 3.5 toneladas), em outubro de 2014 na linha 2015 nada muda e segue sem mudanças até hoje, mas uma mudança de visual está agendada para o final de 2022.

                                                            FLUENCE 
                                                

Em Fevereiro de 2011 chegava o sedã médio feito na plataforma C da aliança Renault-Nissan, mas feito na Argentina, era o Fluence que chegava em duas versões de acabamento: Dynamique e Privilége, duas opções de câmbio: manual de seis marchas ou CVT que simulava seis marchas e o motor 2.nada 16V da família MR ou M4R na Renault com bloco e cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas variável no cabeçote acionado por corrente metálica e coletores variáveis que gerava 19.9KGFM a 3750RPM e 140CV a 6000RPM e com álcool vai a 20.3KGFM e 143CV nas mesmas rotações. Em Outubro de 2012 na linha 2013 chegava o esportivo GT, que trazia aerofólio, spoilers, saias laterais, o câmbio era manual de seis marchas e o motor era o 2.nada 16V Turbo da família F, o famoso F4RT que gerava 30.6KGFM a 2250RPM e 180CV a 5500RPM é basicamente o motor do Mégane R.S com a potência cortada(no esportivo europeu gerava 265CV).

                                                  
O Fluence GT chegava ao mercado com motor 2.nada 16V Turbo de 180CV 

Em Outubro de 2013 na linha 2014 nada muda. Em Junho de 2013 chegava a versão GT-Line que tinha o visual do GT, mas o motor 2.nada 16V aspirado de 140CV com gasolina e 143CV com álcool e o câmbio CVT. Em Outubro de 2014 o Fluence ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques e novas lanternas, a versão GT dá adeus, as versões Dynamique e Privilége continuavam, o câmbio manual de seis marchas e o CVT que simula seis marchas se mantém.

                                                
O Fluence era reestilizado e o motor 2.nada 16V de 140CV com gasolina e 143CV com álcool se mantém. 

E era a linha 2015 do modelo. Em Julho de 2015 na linha 2016 chegava o GT-Line, que tinha apenas visual esportivo, ao passo que os argentinos(onde ele era fabricado) ganhavam o GT2 com motor 2.nada 16V Turbo de 190CV, mas enfim focamos no mercado brasileiro. Em Outubro de 2016 na linha 2017 nada muda, em outubro de 2017 ele deixa de ser importado e os estoques dele vão até Setembro de 2018 quando ele deu adeus e deixou de ser fabricado na terra do Maradona em Novembro de 2018.

                                                                         DUSTER 
                                                  

Em Novembro de 2011 chegava o Duster, primeiro utilitário esportivo da Renault brasileira como linha 2012, ele chegava nas versões Authentique(era básico demais, para-choques pretos e rodas de ferro), Expression e Dynamique, duas opções de tração: dianteira ou integral, duas opções de motores: o 1.6 16V da família K já citado em detalhes em outros modelos que gerava 15.1KGFM a 3750RPM e 110CV a 5750RPM e com álcool vai a 16KGFM e 115CV nas mesmas rotações, o famoso K4M e o 2.nada 16V da família F, o famoso F4R que virava Flex e agora gerava 20.2KGFM a 4000RPM e 143CV a 5750RPM e com álcool vai  20.9KGFM e 148CV nas mesmas rotações, três opções de câmbio: manual de cinco marchas, automático de quatro marchas e manual de seis marchas, o motor 1.6 16V estava atrelado a tração dianteira e ao câmbio manual de cinco marchas, o 2.nada 16V podia ser atrelado ao câmbio manual de seis marchas ou automático de quatro marchas e esses dois sempre na tração dianteira, já com tração integral podia estar atrelado apenas ao motor 2.nada 16V e ao câmbio manual de seis marchas. Em Outubro de 2012 na linha 2013 nada muda e se torna o utilitário esportivo compacto mais vendido do ano derrotando o EcoSport. Em Outubro de 2013 na linha 2014 sem alterações e com a renovação do Ford ele perde a liderança. Em Outubro de 2014 na linha 2015 sem alterações. Em Março de 2015 inaugurando a linha 2016 ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques e novas lanternas, agora estava disponível nas versões Expression e Dynamique e manteve as configurações mecânicas.

                                                             
O Duster recebe o facelift, nos motores continuava o 1.6 16V de 110CV com gasolina e 115CV com álcool e o 2.nada 16V de 143CV com gasolina e 148CV com álcool e mais tarde recebia um novo 1.6 16V de 118CV com gasolina e 120CV com álcool.

Em Novembro de 2016 na linha 2017 ele troca o 1.6 16V da família K pelo SCe 1.6 16V da família HR ou H4M já citado em detalhes em Logan e Sandero que gerava 16.2KGFM a 4000RPM e 118CV a 5500RPM e com álcool vai a 120CV nas mesmas rotações e mantém o torque, o 2.nada 16V era mantido. Em Agosto de 2017 na linha 2018 ele recebe a opção do câmbio CVT que simula seis marchas ao motor 1.6 16V. Em Outubro de 2018 na linha 2019 sem grandes alterações, Em Outubro de 2019 na linha 2020 também e afinal se preparava para receber a nova geração que chegaria ao Brasil em Março de 2020 como linha 2021 fabricada em São José dos Pinhais-PR, ele vinha em três versões de acabamento: Zen, Intense e Iconic, duas opções de câmbio: manual de cinco marchas e CVT X-Tronic e o motor 1.6 16V herdado dos últimos anos da geração anterior era mantido e o 2.nada 16V dá adeus e junto com ela o câmbio manual de seis marchas ou automático de quatro marchas e a opção da tração integral.

                                                       
A segunda geração do Duster chegava ao mercado com motor 1.6 16V de 118CV com gasolina e 20CV com álcool 

Em Outubro de 2021 na linha 2022 nada muda, especula-se que em 2022 ele receba a opção do 1.3 16V TCe(sim, já vamos falar nele)  



                                                         DUSTER OROCH 
                                                 

Em Setembro de 2016 a Renault inaugurou um segmento: A Duster Oroch derivada do Duster chegava ao mercado brasileiro como linha 2017 em duas versões de acabamento: Expression e Privilége, duas opções de câmbio: manual de cinco marchas e manual de seis marchas, duas opções de motor: o 1.6 16V de 110CV com gasolina e 115CV com álcool e o 2.nada 16V de 143CV com gasolina e 148CV com álcool já citados em detalhes no Duster, a tração é sempre dianteira e o motor menor estrava atrelado ao câmbio manual de cinco marchas e o maior ao de seis marchas. Em Julho de 2017 na linha 2018 ela ganha a opção do câmbio automático de quatro marchas que podia vir atrelado ao motor 2.nada 16V. Em Novembro de 2017 na linha 2018 ela troca o 1.6 16V da família K pelo novo 1.6 16V SCe da família HR de 118CV com gasolina e 120CV no álcool já citado no Duster. Em Outubro de 2018 na linha 2019 sem alterações para o mercado argentino e colombiano ela ganha a opção da tração integral 4WD. Em Outubro de 2019 na linha 2020 sem alterações. Em Outubro de 2020 na linha 2021 sem mudanças . Em Junho de 2021 quando perde o câmbio automático de quatro marchas na linha 2022, mas em 2022 na linha 2023 está previsto um facelift e junto com ele o novo motor 1.3 16V TCe.


                                                            CAPTUR 
                                                 


Em Feveireiro de 2017 já como linha 2018 estreava o Captur, nas versões Zen e Intense, duas opções de câmbio: manual de cinco marchas e automático de quatro marchas, duas opções de motor: o SCe 1.6 16V da família HR com 118CV com gasolina e 120CV com álcool e o 2.nada 16V da família F, o famoso F4R com 143CV com gasolina e 148CV com álcool também já citado em detalhes no Duster, o motor menor era atrelado ao câmbio manual e o maior ao câmbio automático. Em Julho de 2017 chegava o câmbio CVT que simula seis marchas como opção para o motor 1.6 16V. Em Outubro de 2018 na linha 2019 nada muda e nesse ano a Renault com dois modelos líderou o segmento dos utilitários esportivos compactos, venderam mais que o Creta que foi o líder do segmento naquele ano. Em Outubro de 2019 na linha 2020 nada muda, em Maio chegava a série especial Bose com motor 1.6 16V atrelado ao câmbio CVT e o 2.nada 16V atrelado ao automático de quatro marchas. Em Outubro de 2020 na linha 2021 só fica a versão Bose 1.6 16V CVT e em Julho de 2021 na linha 2022 o Captur ganhava nova grade dianteira, faróis, para-choques, mudança na assinatura da lanterna traseira, ele agora estava disponível nas versões Zen, Intense e Iconic. Apenas com câmbio CVT que simula oito marchas e o motor agora era o 1.3 16V TCe da família HR desenvolvido em conjunto com a Mercedes-Benz, a parte do bloco a aliança ficou com o desenvolvimento, já o cabeçote quem desenvolveu foi a estrelas de três pontas com bloco e cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas  variável no cabeçote acionado por corrente metálica, coletores variáveis, turbo, intercooler e injeção direta que gera 27.5KGFM a 1600RPM e vai até 3750RPM e 162CV a 5500RPM e vai até 6000RPM com gasolina e com álcool vai a 170CV e mantém o torque.

                                              
O Captur recebe visual renovado e o motor 1.3 16V TCe de 162CV com gasolina e 170CV com álcool 



                                                               KWID 
                                             

Em agosto de 2017 na linha 2018 chegava o Kwid, com três opções de acabamento:Life, Zen e Intense, câmbio manual de cinco marchas e o motor SCe três cilindros 1.nada 12V da nova família B, mas nele perdeu o comando e coletores variáveis e com isso gera 9.4KGFM a 4250RPM e 66CV a 6000RPM e com gasolina e com álcool vai 9.8KGFM e 70CV, ele trouxe Air Bag duplo laterais a modelos de entrada e assumiu o posto de Renault mais vendido do país, posição que mantém hoje. Em Outubro de 2017 na linha 2018 nada muda. Em Outubro de 2019 na linha 2020 chega a versão Outsider. Em Outubro de 2020 na linha 2021 nada muda. Em Outubro de 2021 na linha 2022 nada muda e em Janeiro ou fevereiro o Kwid será renovado e terá a variação nos comandos e coletores como em Logan e Sandero  e com isso herdando a potência deles: 79CV com gasolina e 82CV com álcool, mas isso só início de 2022.


                                                                   STEPWAY 
                                                       

Em Julho de 2019 na linha 2020 com a reestilização de Logan e Sandero, o Stepway deixa de ser uma versão e passa a ser um modelo independente, três opções de acabamento: Zen, Intense e Iconic, duas opções de câmbio: Manual de cinco marchas e a CVT X-Tronic que simula seis marchas e apenas uma opção de motor: o SCe 1.6 16V da família HR com 115CV com gasolina e 118CV com álcool já citado no Logan em detalhes. Em Setembro de 2020 na linha 2021 ele perde a versão Intense. Em Outubro de 2021 na linha 2022 nada muda e lógico seguirá 2024 quando chegará o "Pulse/Nivus" da Renault que será o seu sucessor, talvez mantendo o nome Stepway.

                                                         IMPORTADOS 
                                                           ZOE 
                                                      

Em Outubro de 2018 na linha 2019 a Renault passa a vender o ZOE para o público comum, ele tinha um motor elétrico que gerava 22.9KGFM e 109CV, sim é um modelo elétrico importado da França. Em Outubro de 2019 na linha 2020 nada muda. Em Outubro de 2020 na linha 2021 sem alterações e em Abril de 2021 chega o modelo reestilizado chamado de E-Tech Eletric, além do novo visual, um novo motor elétrico com 25KGFM e 136CV e disponível nas versões de acabamento Zen e Intense 

                                                     
O ZOE E-Tech Eletric reestilizado chega ao mercado com motor elétrico de 136CV.

                                                             KANGOO Z.E 
                                                

 Em março de 2019 o Kangoo Z.E estava também disponível para o público comum, o motor elétrico gerava 22.9KGFM e 60CV e assim como o ZOE vinha da França e foi lançado como linha 2020. Em Outubro de 2020 na linha 2021 nada muda. Em Outubro de 2021 na linha 2022 ele é renomeado E-Tech Eletric. 

                                                          VERSÕES PARA VENDA DIRETA 
Em Outubro de 2013 na linha 2014 ZOE, Kangoo Z.E e Twizy foram vendidos apenas para venda direta, o ZOE passou a ser vendido ao público comum em 2018 e o Kangoo Z.E em 2019 e na mesma época o Fluence ganhava a versão Expression apenas para frotistas e taxistas, o câmbio era manual de cinco marchas e o motor era o 1.6 16V da família K com 110CV com gasolina e 115CV com álcool já citado em detalhes em outros modelos da Renault saiu de cena junto com as outras versões do Fluence em 2018 e desses o Twizy continua a ser vendido para frotistas e vendas diretas. Em 2020 o Logan CVT passou a ser vendido apenas para PCD, frotistas e venda direta. Em 2021 a Captur reestilizada tem a versão Life vendida apenas para PCD, Frotistas e vendas diretas, essa versão mantém o câmbio CVT que simula seis marchas e o motor SCe 1.6 16V da família HR de 118CV com gasolina e 120CV com álcool.

ESSE FOI O POST COMEMORATIVO 6900 









                           





            


                                                 

                                                  


                                                















  

                                        



                                                      











                                                 


 




       



                                                     










                                            



                                                    











                                                       









                                                    
                                                 

 





                                  



                                                   

                         



                                              





                                                 


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